Friday, November 02, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 12


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].  

A fraude estatística

A indústria do câncer tenta usar a evidência científica para convencer-nos a entregar nossa vida em suas mãos. Contudo, muitas histórias de sucesso da quimioterapia limitam-se a tipos relativamente obscuros de câncer, como linforma de Burkitt e coriocarcinoma, tão raros que muitos médicos jamais viram um único caso.  A leucemia infantil constitui menos de 2% de todos os cânceres e, portanto, tem pouca influência na taxa de sucesso total. O alegado histórico de sucesso nos casos de linfoma de Hodgkin não passa de mentira. As crianças tratadas têm 18 vezes mais chances de desenvolver tumores malignos secundários posteriormente (New England Journal of Medicine, 21 de março de 1996).

Segundo o NCI [NCI Journal 87:10], nos Estados Unidos os pacientes que fizeram quimioterapia tinham 14 vezes mais chances de desenvolver câncer nos ossos, articulações e tecidos moles. Todavia, caso um genitor se recuse a fazer tratamento quimioterápico para um filho com linfoma, ele corre o risco de ser processado juridicamente e perder seu poder pátrio. Em suma, embora apenas 2% a 4% dos cânceres respondam à quimioterapia, a prescrição de drogas quimioterápicas para a maioria dos cânceres tornou-se um procedimento-padrão. A proporção de pessoas em tratamento quimioterápico nos Estados Unidos é de 75%.

O oncologista dr. J. Bailer afirmou sem meias palavras: "As estatísticas de sobrevivência ao câncer no período de cinco anos são bastantes falaciosas pois incluem doenças outras que não o câncer e, em virtude da possibilidade de detecção precoce da doença, alguns pacientes parecem viver mais tempo, o que não é verdade. Há cada vez mais mortes entre a maioria dos pacientes de câncer com mais de 30 anos (...). (Contudo) mais mulheres com doenças mais amenas ou benignas estão sendo incluídas nas estatísticas e consideradas 'curadas'. Quando as autoridades governamentais citam o número de sobreviventes para demonstrar o sucesso na batalha contra o câncer, estão fazendo uso impróprio das taxas de sobrevivência" [New England Journal of Medicine, setembro/outubro de 1990]. 

As estatísticas oficiais sobre o câncer nos Estados Unidos simplesmente omitem os afro-americanos, um grupo que tem a maior taxa de incidência de câncer. Também não incluem pacientes com câncer de pulmão, que é a causa número um de mortes relacionadas ao câncer no homem e a segunda nas mulheres. Entretanto, os dados estatísticos incluem milhões de pessoas com doenças não letais e facilmente curáveis, como o câncer não invasivo, o de colo de útero, o de pele e o carcinoma ductal in situ - o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo. Até condições pré-cancerosas que, na maioria das vezes, não evoluem para um câncer, estão incluídas nas desanimadoras taxas de sucesso da moderna terapia do câncer.

Com uma taxa de mortalidade 6% mais alta em 1997 do que em 1970, não há nada a sugerir que a moderna terapia do câncer seja científica, eficaz ou que valha a dor, o esforço e os altos custos envolvidos. Contudo, essa tendência permanece até hoje e, levando-se em conta uma taxa de insucesso de pelo menos 93%, não se pode considerar a terapia médica do câncer um tratamento, mas, sim, uma ameaça séria à saúde pública.

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 11

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Thursday, October 25, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 11


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2]. 

 As expectativas moldam a realidade

A cura tem íntima correlação com os sentimentos. Não somos robôs. Para curar um câncer, precisamos de apoio, estímulo e segurança do mundo ao redor a fim de que possamos gerar o tipo de expectativa (positiva) necessária para que a cura aconteça. Um diagnóstico ou prognóstico negativo que ameace o paciente dizendo que se não tomar certo remédio vai morrer ou que o torne uma vítima indefesa de uma doença terrível, além de não ajudar em nada, pode ser responsável pela piora da sua saúde ou, o que é pior, por sua morte.

Muitos fármacos só funcionam porque se espera isso deles, não porque tenham algum efeito bioquímico no organismo. Sem a crença de estar recebendo um benefício verdadeiro, o cérebro simplesmente irá bloquear o funcionamento do medicamento. Portanto, é a mente diz ao corpo para dar início ou não às reações bioquímicas necessárias para a cura.

Várias pesquisas confirmam que a cura do organismo é regulada pelo cérebro. Esse fato foi demonstrado repetidas vezes, inclusive por diversas pesquisas sobre antidepressivos, em que esses não conseguiram superar os efeitos do placebo. A boa notícia é que estamos no controle do nosso cérebro, que cumpre nossas instruções sob a forma de crenças e expectativas, positivas e negativas, conscientes e inconscientes. Ou seja, somos o que acreditamos. Assim, talvez, seja hora de mudar a maneira como pensamos no poder que temos sobre nossa própria capacidade de cura.

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 10

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Tuesday, October 16, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 10


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

O mecanismo da remissão espontânea

A tríade mente/corpo/espírito demonstra-se claramente nos milhares de pacientes de câncer que experimentam remissões espontâneas. Pesquisas mostraram que, em algumas horas de tratamento holístico, é possível reduzir drasticamente um tumor quando o desenvolvimento pessoal motiva o paciente. Basta que ele perceba um propósito espiritual em sua doença para que ela entre em remissão.  

Em geral, isso acontece quando a doença não é mais considerada uma ameaça, mas uma bênção disfarçada. Em outras palavras, em vez de se sentir uma vítima de uma doença sem sentido, o paciente torna-se um participante ativo no processo de cura. A expectativa de ser abençoado por algo que antes considerava uma maldição estimula algumas das reações mais poderosas de cura que o organismo tem à sua disposição.

Presenciei a desintegração e desaparecimento total de um tumor de bexiga do tamanho de uma laranja, em um ultrassom ao vivo, durante uma sessão de 15 minutos de energia sonora feita por mestres chineses de Qiqong. É óbvio que, sem a expectativa esperançosa e receptiva do paciente de que a cura irá ocorrer, nada aconteceria. Se a porta estiver fechada, ninguém entra na casa.

Em vez de instilar o medo da morte em um paciente, é dever do médico ajudá-lo a desenvolver expectativas positivas que se traduzirão em reações bioquímicas no cérebro e no coração, necessárias para a cura completa de seu organismo. Por outro lado, informar ao paciente que ele sofre de uma doença incurável introduz uma expectativa capaz de dar uma sentença de morte não intencional.

Se o médico ou, pior, uma máquina como a TC (pois máquinas não mentem) passa uma sentença de morte a um paciente, só a expectativa natural de que isso venha a acontecer é capaz de causar sua morte, não a doença em si. Em vista dessa vulnerabilidade, o paciente passa a ver o médico como seu salvador, como seu Deus. E, se Deus me diz que estou morrendo, provavelmente é verdade. Renunciar nosso poder em favor de alguém que se faz de Deus, nos torna escravos, incapazes e dependentes. O cerne da atual crise da saúde está no fato de permitirmos que um diagnóstico, ou melhor, sua interpretação negativa governe nossa vida.

A verdadeira prática da medicina deveria ser transformar uma expectativa negativa em positiva. Graças a vários pesquisadores brilhantes, agora temos um modelo para explicar cientificamente que a cura de uma doença depende da expectativa, estado mental e atitude do paciente, e não do médico e de seus tratamentos medicamentosos.

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 9

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Sunday, October 07, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 9


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

A maioria das pesquisas sobre medicamentos é fraudulenta

A validade de todos os estudos já conduzidos é solapada por deixar de incluir esse fator crucial: a expectativa do paciente ou do sujeito da pesquisa que toma a medicação verdadeira (e não o placebo). Ter um grupo placebo para comparação não torna um teste clínico de medicamento confiável ou científico, nem pode assegurar a verdadeira eficácia da medicação. Os sujeitos da pesquisa que recebem a droga verdadeira têm as mesmas expectativas subjetivas e imprevisíveis que os membros do grupo placebo. As empresas farmacêuticas gostam de dar a impressão de que o efeito placebo ocorre apenas no grupo com placebo e não no grupo com medicamento. Mas como os membros de ambos os grupos não sabem, de início, se estão tomando a droga verdadeira ou não, os resultados da pesquisa são, em última instância, determinados pela expectativa de cada pessoa sobre o resultado benéfico, independentemente do grupo a que ela pertence. Mesmo se uma droga testada mostrar maiores benefícios que o placebo, isso ainda não prova sua eficácia. Pelo contrário, pode meramente sugerir que o efeito placebo é mais forte no grupo com medicamento - o que é uma grande descoberta, em si. 

Como a expectativa do paciente é um fator relevante, todos os estudos científicos previamente conduzidos que não levaram em conta esse fator são enganosos e devem ser descartados, como inválido. Isso se aplica a praticamente todos os estudos controlados do tipo duplo-cego já feitos.

A fim de impedir resultados decepcionantes para o medicamento testado, as indústrias farmacêuticas instruem os pesquisadores a escolher participantes mais jovens e saudáveis para testes contra uma doença-alvo. Contudo, essa prática é irrealista e enganosa. Na vida real, a maioria dos medicamentos é prescrita a pacientes doentes, fracos e idosos, muito menos propensos a ter expectativas positivas. A doença nos torna desanimados e deprimidos.

As empresas farmacêuticas conhecem esse segredinho e, portanto, recusam pacientes verdadeiramente doentes ou deprimidos em seus estudos clínicos. Lembre-se de quando você teve uma gripe ou qualquer outra doença. Com certeza, deve ter se sentido fraco e desinteressado nas coisas que normalmente gostava. Como todos sabemos, é preciso estar entusiasmado com um tratamento (expectativa positiva) para tirar benefícios legítimos dele, ou melhor, da reação placebo que pode ser desencadeada em você.

A verdade é que todos os estudos conduzidos dessa forma são forjados, inúteis e potencialmente arriscados para a população de pacientes, causando sérios efeitos colaterais, inclusive a morte. Portanto, não é de se admirar que, todos os anos, o FDA seja compelido a retirar do mercado inúmeras medicações em virtude de sua toxidade ou periculosidade. Centenas de milhares de americanos morrem por ano, envenenados por essas drogas perigosas.
 
Referências:  [1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8

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Friday, October 05, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

O fracasso dos tratamentos contra o câncer

É pela diminuição do tamanho do tumor, em lugar da mortalidade, que se mede o sucesso de muitos estudos clínicos sobre o câncer. Em outras palavras, mesmo se a maioria dos voluntários morre mas seus tumores diminuem, através de tratamentos agressivos, o estudo seria aplaudido como um grande sucesso e uma grande descoberta médica. Todavia, o maior problema das medicações populares anticancerígenas é  que são tão perigosas que podem matar os pacientes antes do câncer.

Em última instância, qualquer tentativa de tratar o corpo humano como uma máquina que reage a manipulações mecânicas ou químicas está destinada ao fracasso. Tal abordagem é a um só tempo anticientífica, antiética e potencialmente danosa. Para muitos pacientes de câncer cujos sistemas imunológicos já estão comprometidos, uma dose que seja de quimioterápicos ou de radiação, ou uma cirurgia ou uma pílula experimental, pode ser fatal.

Tratar uma doença, câncer inclusive, primeiro com um placebo pode ter melhores resultados do que as terapias mais otimistas. A maioria das pessoas considera o placebo algo que só funciona se o paciente não souber que é um placebo - o clássico truque do poder do pensamento positivo. Todavia, pesquisas surpreendentes da Escola de Medicina de Harvard e do Centro Médico Beth Israel Deaconess sugerem que os placebos podem funcionar sem esse artifício. Ao contrário das pesquisas tradicionais, em que os pacientes não sabem que estão tomando um placebo ou um medicamento, os pacientes que tomaram o placebo foram informados de que estavam tomando apenas pílulas de açúcar. Todavia, relataram uma melhora duas vezes maior nos sintomas do que os participantes que tomaram as pílulas verdadeiras.


Referências:
 
 [1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 7", deste blog:
Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 7

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Thursday, October 04, 2018

 

A Morte do Câncer - 3


Abaixo reproduzo alguns trechos de [1] e sequência de [2].

Uma opinião alternativa

Um sistema de pensamento que opera de uma premissa básica completamente diferente daquela da ortodoxa, afirmaria que o câncer não é uma doença local, mas uma doença sistêmica que se origina em todo o corpo. Dessa premissa básica, conclusões são tiradas que são muito diferentes daquelas da ortodoxia. Torna-se imediatamente aparente que qualquer tratamento localizado de câncer seria absolutamente sem valor. Remover o tumor em uma parte do corpo usando radiação, cirurgia ou quimioterapia, sem primeiro fazer a pergunta - o que causou este caroço ou inchaço aparecer, para começo de conversa? - meramente irá atrasar o reaparecimento deste (ou de outro) tumor. A razão disso é que a completa e o sucesso da remoção do tumor primário não irá remover a causa sistêmica subjacente.

[continua]



 
Referências:
[1] Dr. Harold W. Manner, The Death of Cancer, Advanced Century Publishing Corp., 1978.
[2] Postagem deste blogSaúde Perfeita: A Morte do Câncer - 2

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Saturday, September 29, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 6


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2]. 


Nossa radiação diária


Existe outras fontes de radiação nociva, além das da tecnologia médica. Por exemplo, pesquisas mostram que na proximidade de um telefone celular (e telefone sem fio) as radiações não ionizantes emitidas provocam a quebra da fita simples ou dupla do DNA, produzindo as chamadas proteínas de choque térmico (HSP).

Existem consequências maléficas dos alimentos geneticamente modificados (GM). Sem se dar conta, todos os dias, centenas de milhões de pessoas já comeram alimentos geneticamente modificados que podem causar alterações permanentes ao DNA. Não há comprovação científica de que o consumo de alimentos transgênicos ou geneticamente modificados seja seguro. De fato, não há publicações de estudos clínicos, submetidos à revisão por pares, sobre os efeitos dos alimentos GM sobre a saúde humana. Devemos, simplesmente, confiar nas empresas que fabricam esses alimentos (e lucram com isso). Entretanto, dúzias de estudos e relatórios demonstram que rações GM dadas a animais causam cânceres, danos estomacais e intestinais, e inúmeros outros sintomas de sério desequilíbrio na homeostase, inclusive a morte. O que levanta a questão: por que queremos comer esses alimentos?

Ocorre deficiência de vitamina D em crianças pequenas quando a mãe deixa de tomar sol regularmente. A vitamina D é essencial para o funcionamento saudável do sistema imunológico. A vitamina D (que, na verdade, é um hormônio esteroide) é responsável pela homeostase do cálcio. Há comprovação de que há uma correlação entre deficiência de cálcio (hipocalcemia) e a catarata. Nos adultos, já se sabe há tempos que a deficiência dessa vitamina pode causar raquitismo, bastante comum em países com pouca incidência solar, como a Inglaterra e a Irlanda. Entretanto, é cada vez mais evidente que o déficit de vitamina D pode ser responsável por muitos outros distúrbios, inclusive o câncer.

De fato, a ciência moderna sugere que a chamada vitamina do sol tem relação estreita com a regulação dos genes associados a muitas doenças, de câncer até esclerose múltipla. Um recente estudo australiano revelou, por exemplo, que as taxas de esclerose múltipla crescem à medida que se distancia da linha do equador em ambos os hemisférios, em razão das diferenças na exposição solar. Além de se prevenir contra a esclerose múltipla, o adulto também precisa se precaver contra o diabetes de tipo 1, osteoporose e, claro, o câncer, ingerindo um suplemento de 4.000-8.000 UIs diários de vitamina D. A vitamina D constitui uma ameaça particular à atual indústria médica, por ser totalmente gratuita, obtida apenas pela exposição solar, além de segura e capaz de prevenir algumas das mais lucrativas doenças de nossa sociedade.

A questão óbvia é por que não se estimula a exposição solar como um método de custo zero para a redução da incidência de câncer e da mortalidade? Mesmo as lâmpadas UV, geradoras de vitamina D, são baratas em comparação com os tratamentos médicos que não chegam nem perto do que a vitamina D pode fazer em benefício dos pacientes com câncer. Recomendo o uso de lâmpadas UV a cada três dias durante o inverno para manter ótimos os níveis de vitamina D. Já nas estações mais quentes do ano, recomendo a exposição ao sol.

Referências:

[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 5", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 5

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Friday, September 14, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 3


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

O raio X da morte

A radiação ionizante produzida pelos aparelhos de raio X, entre eles a mamografia e a tomografia computadorizada (TC), faz com que elétrons sejam expulsos de suas órbitas e se desprendam de seus átomos ou moléculas. Esse processo torna os elétrons reativos e danosos, pois causam danos às células do corpo, produzindo radicais livres que podem facilmente danificar o DNA e comprometer as capacidades reprodutivas das células.

A radiação ionizante pode também danificar diretamente o DNA, ionizando ou danificando suas moléculas (quebras das fitas duplas), contribuindo assim para as mutações, translocações cromossômicas e fusões genéticas, de acordo com o Centro de Pesquisas Radiológicas do Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York.

Ao danificar as células, a radiação ionizante pode, em seguida, causar o câncer. E se este, um mecanismo de cura, for incapaz de corrigir ou reparar o dano, pode sobrevir a morte. A maioria dos cientistas acredita que a morte resultante seja causa direta do câncer em vez da radiação; mas o câncer não passa da tentativa de o organismo lidar com o dano causado pela radiação, para se salvar.

A TC é a que mais contribui para a exposição radioativa clínica na população americana, sendo particularmente danosa às crianças, como explica o NCI: "O risco de desenvolver um câncer por radiação pode ser muito mais elevado para uma criança do que para um adulto exposto à mesma TC". 

As crianças, de fato, são dez vezes mais sensíveis à radiação do que os adultos, tornando-se bem mais propensas a ter leucemia e outros tipos de câncer. No caso da leucemia, o período mínimo entre a exposição radioativa e o surgimento da doença (período de latência) é de dois anos. 

Em outras palavras, pais zelosos que levam os filhos para fazer tomografias, por qualquer motivo, podem estar brincando com a vida deles. Precisamos pesar os riscos de uma complicação menor e um potencial incerto de leucemia e outros tipos de câncer. Uma opção menos arriscada para dores de estômago ou um trauma craniano leve seriam as ultrassonografias, tão eficazes quanto uma TC para o diagnóstico de muitas doenças. Isso não significa que o ultrassom seja 100% seguro. A renomada pesquisadora médica Alice Stewart também descobriu que fetos expostos a ultrassons pré-natais tinham taxas elevadas de leucemia juvenil. Contudo, o risco é ainda menor do que os potentes raios X das TCs, que causam leucemia, como se descobriu nos anos 1950.

Um estudo de 2011 descobriu que um bebê tem oito vezes mais risco de sofrer um câncer fatal causado por uma TC do abdômen do que um adulto na faixa de 50 anos. Só as TCs causarão quase 30 mil casos desnecessários de câncer por ano, levando a cerca de 14.500 mortes, de acordo com outro estudo publicado nos Archives of Internal Medicine, de 2009.

Lembre-se: uma TC do tórax tem cem vezes mais radiação do que um raio X. Isso pode ser bastante para causar um dano irreversível no DNA e nas células de artérias coronárias já inflamadas. Há, também, um grande risco dos raios X dentários. Deve-se procurar maneiras alternativas de detectar problemas dentários. De acordo com uma pesquisa publicada, os raios X dentários podem causar tumores cerebrais malignos. Em última análise, a radiação ionizante não é segura para ninguém.

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 2", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 2

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Sunday, March 13, 2016

 

Cuidado com o Alumínio !

Aluminio_01Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio... Este metal, quando em excesso no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo e vai sufocar a raiz dos cabelos. Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo. Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.

Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais... E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Aluminio_03Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligo-elementos na fisiologia e na patologia, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância. Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação
.
Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.

E de onde vem o alumínio para o organismo? Das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.

Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano. É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente. Para você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.

Isso só ao preparar a comida. Se a comida ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.

Viu por que vale a pena trocar de panelas? Mas não é só.

Aluminio_02Sabe, as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil? Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais. Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes!!! mais alumínio do que se estivesse na garrafa.

E, além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, que é tão encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros. Que tal? Prefira as garrafas, tá? Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas por um jogo de talheres de alumínio.

Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.

Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores, o que leva ao sacrifício precoce dos animais. Em suma, o alumínio é muito útil... porém mortal.

Dr. Sérgio Teixeira
R. Visc. Pirajá 608 s/609 Ipanema,
Rio de Janeiro, RJ
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Fonte:  http://www.yogavital.net/aluminio-util-e-mortal.html
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COMO O ALUMÍNIO AFETA A SUA SAÚDE


O alumínio é o terceiro elemento mais abundante da crosta terrestre, sendo precedido apenas pelo silício e pelo oxigênio. No homem, sua toxidade está reconhecidamente associada à várias complicações clínicas, destacando-se as doenças cerebrais como Mal de Alzheimer e Doença de Parkinson.

O alumínio se deposita em maior quantidade no cérebro e depois nos pulmões e nos ossos.

Diversas doenças são associadas as taxas elevadas de alumínio no organismo:

1. DOENÇAS CEREBRAIS
O alumínio tem sido associado a diversas doenças cerebrais. Segundo o órgão oficial americano, “Public Health Service Agency for Toxic Substances and Disease Registry (ATSDR)”, o alumínio causa desde efeitos discretos como diminuição da atenção e da concentração, diagnosticadas apenas através de testes, sendo seguido de sintomas neurológicos subjetivos até um comprometimento mais severo da capacidade psicomotora e cognitiva, podendo ser responsável pelo desencadear de quadros Demenciais, Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson.

a. MAL DE ALZHEIMER
A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade. Nesta doença ocorre o declínio persistente, em múltiplos domínios das funções cognitivas e não cognitivas. O declínio das funções cognitivas é caracterizado pela dificuldade progressiva em reter memórias recentes, adquirir novos conhecimentos, fazer cálculos numéricos e julgamentos de valor, manter-se alerta, expressar-se na linguagem adequada, manter a motivação e outras capacidades superiores. Perder funções não cognitivas significa apresentar distúrbios de comportamento que vão da apatia ao isolamento e à agressividade.

O Mal de Alzheimer, que é uma demência precoce, afeta cerca de 26 milhões de pessoas no mundo e cerca de 500 mil no Brasil.  Embora existam casos esporádicos em pessoas de 50 anos, e a prevalência na faixa etária de 60 a 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30 a 40% da população.
A doença de Alzheimer é uma doença multifatorial, causada por fatores genéticos e ambientais. Em pessoas predispostas geneticamente, o alumínio é certamente o fator ambiental mais importante no desencadear dessa doença segundo estudos recentes.

O papel do alumínio no Alzheimer tem sido estudado nos últimos 40 anos. Embora os resultados dos estudos ainda não sejam conclusivos, uma vez que essa doença é provavelmente devida a múltiplos fatores,  o papel do alumínio vem sendo cada vez mais enfatizado. Nas autópsias, foi encontrado uma quantidade muito maior de alumínio no cérebro de pessoas portadoras do Mal de Alzheimer falecidas, inclusive com teor maior de alumínio nas regiões do cérebro mais comprometidas, em relação ao cérebro de pessoas falecidas que não haviam apresentado nenhuma doença cerebral. Estudos epidemiológicos também evidenciaram uma incidência maior de casos de Alzheimer em regiões aonde o teor de alumínio na água é maior.

Alguns pesquisadores têm encontrado evidências de que o uso prolongado de desodorantes com antiperspirantes, que são produtos que contem uma grande quantidade de alumínio, está associado a uma chance maior de desenvolver o Mal de Alzheimer.

b. MAL DE PARKINSON
A Doença de Parkinson é devida à degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos do paciente. Os sintomas motores mais comuns são: tremor, rigidez muscular, acinesia e alterações posturais. Entretanto, manifestações não motoras também podem ocorrer, tais como: comprometimento da memória, depressão, alterações do sono e distúrbios do sistema nervoso autônomo.

A doença de Parkinson é uma das condições neurológicas mais freqüentes e sua causa permanece desconhecida. As estatísticas disponíveis revelam que a prevalência da doença de Parkinson na população é de 150 a 200 casos por 100.000 habitantes e a cada ano surgem 20 novos casos por 100.000 habitantes. Alguns estudos tem associado essa doença a intoxicação por alumínio, tanto a maior frequência da doença de Parkinson em países onde as taxas de alumínio na água são maiores, quanto as lesões cerebrais causadas pela intoxicação pelo alumínio.

c. ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA – ELA
A ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA), também designada por doença de Lou Gehrig e doença de Charcot,  é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos.

Alguns estudos tem associado essa doença a intoxicação por alumínio, devido a sua maior frequencia em países onde as taxas de alumínio na água são maiores, e as maiores taxas de alumínio nas regiões afetadas do cérebro de pessoas falecidas devido a Esclerose Lateral Amiotrófica.

d. EFEITOS NEUROLÓGICOS NA INFÂNCIA
Perda de memória, fadiga, depressão e alterações comportamentais e do aprendizado foram relatadas em crianças, assim como anemia microcítica e doenças ósseas.

O alumínio, devido ao comprometimento cerebral que causa, tem sido associado a HIPERATIVIDADE INFANTIL E AO DEFICIT DE ATENÇÃO.

e. DEMÊNCIA
Pacientes submetidos a diálise realizada com água contendo alumínio e utilizando antiácidos a base de alumínio podem desenvolver um quadro demencial, que pode ser agudo ou crônico. No quadro agudo, o início da neurotoxicidade pode ser abrupto e caracterizado por confuão mental, convulsões, coma e morte. Os quadros crônicos são caracterizados pela perda gradual da capacidade motora, da fala e das funções cognitivas.

2. DOENÇAS ÓSSEAS
A  osteoporose no adulto e fragilidade óssea na infância e na adolescência são doenças que podem ter como um dos fatores a intoxicação pelo alumínio.

O alumínio aumenta a mobilização do fosfato ósseo causando uma perda de cálcio nos ossos. Na infância e na adolescência que são períodos de formação e crescimento ósseo, o alumínio pode causar ossos mais fracos com osteopenia e até mesmo fraturas. No adulto pode ser responsável pela perda óssea com conseqüente aumento da osteopenia e da osteoporose.

3. OBESIDADE
Um estudo realizado em 2007, no Canadá, reuniu evidências de que o alumínio interfere no mecanismo mitocondrial de produção de energia causando obesidade.

4. GRAVIDEZ  E ALEITAMENTO
O alumínio atravessa a barreira placentária indo da mãe para o bebê em formação. O alumínio também passa para o bebê através do leite materno. A presença do alumínio no cérebro em formação pode ter efeitos profundamente danosos.

5. CANCER
O organismo americano especializado em pesquisas sobre o câncer, “The International Agency for Research on Cancer (IARC)”, considera o alumínio como um cancerígeno para o ser humano.

FONTES DE ALUMÍNIO
O ar, desodorantes anti-transpirantes (ricos em alumínio), cosméticos, aditivos alimentares, chá, a água , alimentos cozidos em panelas de alumínio, são fontes de alumínio que podem ocasionar uma intoxicação.

a. ALIMENTOS
Nos alimentos a concentração mais elevada de alumínio é encontrada em conservas de picles e de queijos, além do fermento.

Em relação aos alimentos enlatados os estudos são controversos, mas estudos já documentaram um aumento expressivo na quantidade de alumínio presente em bebidas enlatadas, estocadas em recipientes de alumínio, como refrigerantes, cervejas e chá. Assim, a questão permanece controversa, pois neste estudo os autores concluíram que as pessoas que utilizam freqüentemente bebidas enlatadas podem estar consumindo quantidades de alumínio consideravelmente elevadas.

b. PANELAS
Os utensílios de alumínio utilizados no preparo dos alimentos, principalmente as panelas, podem ser uma fonte importante de intoxicação.  Os estudos indicam que vários são os fatores que influenciam a migração do alumínio do utensílio para os alimentos: a qualidade da liga de alumínio utilizada pela indústria, o tempo de uso do utensílio, o tempo da duração da cocção dos alimentos, o pH do alimento e a presença de sal ou açúcar, entre outros. Sabe-se que a presença de sal ou de açúcar, durante o cozimento dos alimentos, faz com que uma quantidade maior de alumínio se desloque da panela para o alimento.

Os alimentos ácidos, como por exemplo o tomate, incorporam uma quantidade maior de alumínio da panela durante o seu cozimento. O café também, quando feito em um utensílio de alumínio também incorpora uma quantidade significativa deste metal. As panelas novas transferem uma quantidade maior de alumínio para os alimentos do que as panelas mais desgastadas. Entretanto, quando o tempo se prolonga para 15 ou 30 minutos de fervura, tanto as panelas novas quanto as usadas transferem alumínio na mesma quantidade para os alimentos.

Com relação ao tipo de panela, foi demonstrado que formas de bolo não acarretam aumento no consumo diário desse metal. O mesmo não se pode dizer quando o utensílio analisado é a panela de pressão, nesta há um acréscimo muito significante na quantidade final de alumínio. Já utensílios como frigideiras e panelas comuns, apresentam semelhança no que diz respeito à liberação de alumínio nos alimentos. Neste caso, o fator diferencial mais expressivo é o próprio alimento, utilizado na preparação, do que o tipo do utensílio propriamente dito.

Outro fator que merece destaque é o da composição da liga de alumínio utilizada pela indústria, que pode ser de 2 tipos principais: 1) alumínio/silício/ferro e, 2) alumínio/silício/manganês. Os utensílios feitos com liga contendo manganês liberam uma maior quantidade de alumínio nos alimentos, quando comparados com a liga contendo ferro.

c. ÁGUA
A água também pode conter alumínio dependendo da sua origem e tratamento. Em muitas cidades o alumínio é utilizado como floculante no tratamento da água para torná-la potável. Além disso, nos últimos anos, um acréscimo no conteúdo de alumínio ocorreu nas águas em decorrência da chuva ácida.

Por outro lado, pacientes com insuficiência renal crônica estão constantemente expostos a altos níveis de alumínio através da água utilizada na diálise e, muitos destes apresentando efeitos decorrentes desta exposição: anemia, osteomalácia e encefalopatia.

d. MEDICAMENTOS
Medicamentos como antiácidos, contendo hidróxido de alumínio, podem também contribuir para um aumento na ingestão de alumínio pelos usuários destas drogas. O uso de antiácidos contendo alumínio foi associado com a maior incidência de mal de Parkinson e um estudo científico realizado nos USA.

O alumínio também é encontrado em alguns medicamentos, como por exemplo nas aspirinas tamponadas (aspirinas que apresentam uma proteção para o estômago).

Algumas vacinas contém alumínio.

COMO O ALUMÍNIO ENTRA NO NOSSO ORGANISMO
O ALUMÍNIO presente na água e nos alimentos é absorvido pelo nosso sistema digestivo indo para o sangue. Cerca de  70 a 90% do alumínio absorvido é excretada na urina e nas fezes, sendo que o restante é depositada no cérebro, pulmões e ossos. O alumínio pode também entrar no organismo pela respiração do ar contaminado, ou através da pele.

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desod2aTodo dia seu corpo está exposto ao alumínio! Por que você deveria ser ciente isso?

A exposição ao alumínio de longo prazo pode aumentar o risco da doença de Alzheimer em 60% [Fonte: 1].
 
Absorver qualquer quantidade de alumínio é prejudicial. Mas a maneira como entra no seu corpo faz a diferença. Alumínio entra no seu corpo quando você respira, come ou bebe. Mas dessa maneira só uma fração é absorvida pelo seu corpo, porque os seus pulmões, estômago, e rins trabalham em conjunto para eliminar mais de 95% do alumínio ingerido.

Mas alumínio aplicado sobre a pele pode alcançar níveis tóxicos. Pode acontecer através de um produto que a maioria de nós usa diariamente. Isso acontece quando você aplica antitranspirante ou desodorante.
Alumínio é um ingrediente importante na maioria dos antitranspirantes de marca. Enquanto você aplicar apenas uma pequena quantidade de antitranspirante sobre a sua pele, diariamente, pode resultar em exposição crônica ao alumínio. E justamente isso pode levar ao mal de Alzheimer.

Dr. Al Sears citou um estudo, mostrando que o corpo humano esta retendo 40% de alumínio que contorna as vias naturais de eliminação, como os rins [Fonte: 2].

E evidentemente o alumínio permanece no corpo durante 15 dias depois de usar um antitranspirante [Fonte: 3].

Agora ficou mais evidente que a exposição de longo prazo ao alumínio pode causar no cérebro não apenas doenças neurológicas, mais também reais danos neurodegenerativos [Fonte: 4, 5].

Em 2003, o órgão governamental dos EUA responsável pelo controle dos alimentos públicos (Food and Drug Administration - FDA) publicou um estudo que concluía que os antitranspirantes são seguros. Não deixe isso causar uma falsa sensação de segurança. Existe uma ligação entre a ingestão de alumínio e a doença de Alzheimer - ao contrário do que a FDA consta.

A maioria dos antitranspirantes comerciais contêm alumínio, e é por isso não deveríamos usá-los. Especialmente em um pais tropical como no Brasil, queremos ter certeza de manter um cheiro fresquinho e natural. Aqui tem três alternativas recomendadas:
  • Bicarbonato de sódio e água: Misture a metade de uma colher de chá de bicarbonato de sódio com um pouco de água e aplicar na área das axilas. Bicarbonato de sódio pode neutralizar as bactérias que causam odor. Uma aplicação pode durar até 24 horas. (Comentário do tradutor: Este método foi comprovado no calor do nordeste brasileiro. Funciona mesmo e bem!)
  • Sal de Rocha: Esses sais são eficazes em parar odor de até dois dias inteiros. Você deveria ter certeza de obter os sais produzidos totalmente naturais e feitos de sais minerais. Estos tipos não são absorvidos pela pele, o que impede a acumulação de toxinas. Elas também permitem que o seu corpo a suar pra fora as toxinas que já estão em seu corpo normalmente.
  • As alternativas naturais feitos com óleos essenciais: Muitos dos meus pacientes usam estes. Tente encontrar aqueles que estão feitos a base de óleos naturais de plantas. Você também pode fazer-los sozinho em casa, se você preferir. Basta misturar um pouco do seu óleo favorito com uma pequena quantidade de álcool. Você pode então colocar a mistura em um frasco de perfume antigo e usá-lo como um spray. Existem muitos óleos que você pode escolher, incluindo ciprestes, alfazema ou flor de laranjeira. Alguns dos mais populares antitranspirantes naturais no mercado também usam cera de abelha derretida e manteiga de cacau nos produtos tipo stick. Estes são suaves sobre a pele e pode mascarar o odor de corpo durante um dia inteiro.
Tradução livre de um artigo publicado por Dr. Al Sears em inglês (aqui).
Veja também outros artigos:
Fontes citado pelo autor:
  1. Jansson, Erik T. "Aluminum Exposure and Alzheimer's Disease." Journal of Alzheimer's Disease 3 (2001): 541-549. 9 Jan. 2008.
  2. Brown RO, Morgan LM, Bhattacharya SK, Johnson PL, Minard G, Dickerson RN. "Potential aluminum exposure from parenteral nutrition in patients with acute kidney injury." Ann Pharmacother. 42(10):1410-5. Oct, 2008.
  3. Rodella LF, Ricci F, Borsani E, Stacchiotti A, Foglio E, Favero G, Rezzani R, Mariani C, Bianchi R. "Aluminium exposure induces Alzheimer's disease-like histopathological alterations in mouse brain." Histol Histopathol. 433-9. 23 Apr. 2008.
  4. Flarend, R, T Bin, D Elmore, and S L. Hemb. "A Preliminary Study of the Dermal Absorption of Aluminum From Antiperspirants Using Aluminium-26." Food and Chemical Toxicology 39 (2001): 163-168. 22 Jan. 2008.
  5. Exley, C, and M M. Esiri. "Severe Cerebral Cognophilic Angiopathy Coincident with Increased Brain Aluminium in a Resident of Camelford, Cornwall, UK." Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry 77 (2006): 877-879. 18 Jan. 2008.

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