segunda-feira, agosto 05, 2024

 

A Nova Realidade

Nossa mente tem o potencial de criar uma realidade que se sintoniza com as nossas creaças. O Efeito Placebo é uma prova disso: ao acreditarmos que algo é um remédio eficaz para a nossa doença, a nossa doença é eliminada. Portanto, para vivenciarmos nossa realidade da Nova Terra de quinta dimensão (com todos os seus benefícios), precisamos mudar nossa mentalidade de terceira dimensão, elevando a frequência eletromagnética dos nossos sentimentos. Os controladores trevosos da sociedade, sabendo disso, organizam eventos para manter nossa frequência em baixos níveis, estimulando a competição e guerras entre as pessoas, ao invés da cooperação/colaboração entre todos os seres humanos. Torneios esportivos, como as Olimpíadas, são organizados com o objetivo de estimular a competição (não a cooperação), baixando nossa frequência corporal e dificultando a nossa ascensão para a Terra maravilhosa já disponível para nós, se vibrarmos em altas frequências. Precisamos primeiramente crer para, posteriormente, poder viver a nossa melhor realidade. Seja otimista! Livre-se do pessimismo! A nova realidade requer uma nova mentalidade.

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sexta-feira, novembro 09, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 13


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2]. 

O poder da crença

Segundo as leis da física quântica, em qualquer experimento científico, o observador (pesquisador) influencia e altera radicalmente o objeto da observação (relação observador-observado). Esse princípio fundamental da física aplica-se a nós também. Afinal, nosso organismo é composto de moléculas feitas de átomos que, por sua vez, são compostos de partículas subatômicas feitas de energia e informação. Na verdade, não há um vestígio de matéria no que consideramos criação física. Nossa percepção sensorial é que faz as coisas parecerem sólidas e concretas.

Os pensamentos são meramente formas de energia e informação que influenciam outras formas similares, inclusive as células do nosso corpo. Por exemplo, quando estamos tristes, nossa postura corporal se altera e os olhos perdem o brilho. As células oculares, como todas as outras células do corpo, reagem aos pensamentos, como um soldado segue as ordens de seu superior. Em suma: se acreditarmos piamente que temos um câncer ou se o tememos, corremos grande risco de manifestá-lo no organismo. 

O efeito placebo funciona de ambas as maneiras. A crença de que temos uma doença mortal pode ser tão poderosa quanto a crença de que um determinado fármaco irá nos curar. A energia e informação que compõem os átomos, moléculas, genes, células, órgãos e sistemas do organismo não têm propósitos pessoais ou ardis, mas obedecem simplesmente a ordens. Manifestamos tanto o que gostamos quanto o que não gostamos. Em outras palavras, somos o que acreditamos. Ademais, essas crenças são determinadas pela forma como vemos ou percebemos as coisas. Com certeza, nossa interpretação do câncer como uma doença irá manifestá-la em nós. De outra maneira, o câncer seria apenas um mecanismo de sobrevivência ou um sinal para cuidarmos melhor dos aspectos de nossa vida que negligenciamos até o momento.

Acreditando que o câncer é uma doença, a tendência é lutarmos contra ele tanto em nível físico quanto emocional e espiritual. Se tivermos força de vontade e as armas que estivermos usando forem poderosas, talvez seja possível subjugar o inimigo pelo menos por um tempo. Nesse caso, ficaremos orgulhosos por termos vencido o câncer e, talvez, elogiemos os médicos ou o tratamento médico que suportamos por terem salvado nossa vida. Se formos fracos e usarmos as mesmas armas em uma tentativa de destruir o câncer, vamos sucumbir ao que chamamos de inimigo nefasto. O médico irá expressar com tristeza que o organismo não reagiu suficientemente bem ao tratamento (as armas), afirmando que tentou de tudo e que nada mais poderia ser feito. Omitirá o fato de que as armas ministradas a nosso organismo podem ser fatais.

A quimioterapia é tão venenosa, que algumas gotas na sua pele podem causar queimaduras. No concreto, elas podem causar buracos. É classificado como risco biológico, o derramamento de qualquer droga quimioterápica no hospital ou em seu caminho, e seu descarte requer a presença de especialistas com roupas especiais. 

Imagine as perfurações causadas pelas repetidas infusões de produtos quimioterápicos no interior das células sanguíneas, dos dutos linfáticos e dos tecidos orgânicos. Através da iridologia, observei a íris de pacientes que fizeram quimioterapia ou radioterapia e detectei a erosão e o dano consideráveis causados aos tecidos no organismo inteiro. Sim, essa droga destrói as células cancerígenas, mas, com elas, as células saudáveis. Ocorre inflamação no organismo inteiro. Por essa razão, há a perda dos cabelos e pelos em geral e a digestão se torna difícil. Muitos pacientes desenvolvem anorexia - perda do apetite ou do desejo de se alimentar. Porém, esse não é o único risco esperado das modernas terapias. "A quimioterapia e a radiologia podem aumentar em mais de cem vezes o risco de desenvolver um segundo câncer", segundo o dr. Samuel S. Epstein [Congressinal Record, 9 de setembro de 1987].

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 12

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quinta-feira, outubro 25, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 11


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2]. 

 As expectativas moldam a realidade

A cura tem íntima correlação com os sentimentos. Não somos robôs. Para curar um câncer, precisamos de apoio, estímulo e segurança do mundo ao redor a fim de que possamos gerar o tipo de expectativa (positiva) necessária para que a cura aconteça. Um diagnóstico ou prognóstico negativo que ameace o paciente dizendo que se não tomar certo remédio vai morrer ou que o torne uma vítima indefesa de uma doença terrível, além de não ajudar em nada, pode ser responsável pela piora da sua saúde ou, o que é pior, por sua morte.

Muitos fármacos só funcionam porque se espera isso deles, não porque tenham algum efeito bioquímico no organismo. Sem a crença de estar recebendo um benefício verdadeiro, o cérebro simplesmente irá bloquear o funcionamento do medicamento. Portanto, é a mente diz ao corpo para dar início ou não às reações bioquímicas necessárias para a cura.

Várias pesquisas confirmam que a cura do organismo é regulada pelo cérebro. Esse fato foi demonstrado repetidas vezes, inclusive por diversas pesquisas sobre antidepressivos, em que esses não conseguiram superar os efeitos do placebo. A boa notícia é que estamos no controle do nosso cérebro, que cumpre nossas instruções sob a forma de crenças e expectativas, positivas e negativas, conscientes e inconscientes. Ou seja, somos o que acreditamos. Assim, talvez, seja hora de mudar a maneira como pensamos no poder que temos sobre nossa própria capacidade de cura.

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 10

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domingo, outubro 07, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 9


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

A maioria das pesquisas sobre medicamentos é fraudulenta

A validade de todos os estudos já conduzidos é solapada por deixar de incluir esse fator crucial: a expectativa do paciente ou do sujeito da pesquisa que toma a medicação verdadeira (e não o placebo). Ter um grupo placebo para comparação não torna um teste clínico de medicamento confiável ou científico, nem pode assegurar a verdadeira eficácia da medicação. Os sujeitos da pesquisa que recebem a droga verdadeira têm as mesmas expectativas subjetivas e imprevisíveis que os membros do grupo placebo. As empresas farmacêuticas gostam de dar a impressão de que o efeito placebo ocorre apenas no grupo com placebo e não no grupo com medicamento. Mas como os membros de ambos os grupos não sabem, de início, se estão tomando a droga verdadeira ou não, os resultados da pesquisa são, em última instância, determinados pela expectativa de cada pessoa sobre o resultado benéfico, independentemente do grupo a que ela pertence. Mesmo se uma droga testada mostrar maiores benefícios que o placebo, isso ainda não prova sua eficácia. Pelo contrário, pode meramente sugerir que o efeito placebo é mais forte no grupo com medicamento - o que é uma grande descoberta, em si. 

Como a expectativa do paciente é um fator relevante, todos os estudos científicos previamente conduzidos que não levaram em conta esse fator são enganosos e devem ser descartados, como inválido. Isso se aplica a praticamente todos os estudos controlados do tipo duplo-cego já feitos.

A fim de impedir resultados decepcionantes para o medicamento testado, as indústrias farmacêuticas instruem os pesquisadores a escolher participantes mais jovens e saudáveis para testes contra uma doença-alvo. Contudo, essa prática é irrealista e enganosa. Na vida real, a maioria dos medicamentos é prescrita a pacientes doentes, fracos e idosos, muito menos propensos a ter expectativas positivas. A doença nos torna desanimados e deprimidos.

As empresas farmacêuticas conhecem esse segredinho e, portanto, recusam pacientes verdadeiramente doentes ou deprimidos em seus estudos clínicos. Lembre-se de quando você teve uma gripe ou qualquer outra doença. Com certeza, deve ter se sentido fraco e desinteressado nas coisas que normalmente gostava. Como todos sabemos, é preciso estar entusiasmado com um tratamento (expectativa positiva) para tirar benefícios legítimos dele, ou melhor, da reação placebo que pode ser desencadeada em você.

A verdade é que todos os estudos conduzidos dessa forma são forjados, inúteis e potencialmente arriscados para a população de pacientes, causando sérios efeitos colaterais, inclusive a morte. Portanto, não é de se admirar que, todos os anos, o FDA seja compelido a retirar do mercado inúmeras medicações em virtude de sua toxidade ou periculosidade. Centenas de milhares de americanos morrem por ano, envenenados por essas drogas perigosas.
 
Referências:  [1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8

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sexta-feira, outubro 05, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

O fracasso dos tratamentos contra o câncer

É pela diminuição do tamanho do tumor, em lugar da mortalidade, que se mede o sucesso de muitos estudos clínicos sobre o câncer. Em outras palavras, mesmo se a maioria dos voluntários morre mas seus tumores diminuem, através de tratamentos agressivos, o estudo seria aplaudido como um grande sucesso e uma grande descoberta médica. Todavia, o maior problema das medicações populares anticancerígenas é  que são tão perigosas que podem matar os pacientes antes do câncer.

Em última instância, qualquer tentativa de tratar o corpo humano como uma máquina que reage a manipulações mecânicas ou químicas está destinada ao fracasso. Tal abordagem é a um só tempo anticientífica, antiética e potencialmente danosa. Para muitos pacientes de câncer cujos sistemas imunológicos já estão comprometidos, uma dose que seja de quimioterápicos ou de radiação, ou uma cirurgia ou uma pílula experimental, pode ser fatal.

Tratar uma doença, câncer inclusive, primeiro com um placebo pode ter melhores resultados do que as terapias mais otimistas. A maioria das pessoas considera o placebo algo que só funciona se o paciente não souber que é um placebo - o clássico truque do poder do pensamento positivo. Todavia, pesquisas surpreendentes da Escola de Medicina de Harvard e do Centro Médico Beth Israel Deaconess sugerem que os placebos podem funcionar sem esse artifício. Ao contrário das pesquisas tradicionais, em que os pacientes não sabem que estão tomando um placebo ou um medicamento, os pacientes que tomaram o placebo foram informados de que estavam tomando apenas pílulas de açúcar. Todavia, relataram uma melhora duas vezes maior nos sintomas do que os participantes que tomaram as pílulas verdadeiras.


Referências:
 
 [1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 7", deste blog:
Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 7

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