Thursday, October 25, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 11
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
As expectativas moldam a realidade
A cura tem íntima correlação com os sentimentos. Não somos robôs. Para curar um câncer, precisamos de apoio, estímulo e segurança do mundo ao redor a fim de que possamos gerar o tipo de expectativa (positiva) necessária para que a cura aconteça. Um diagnóstico ou prognóstico negativo que ameace o paciente dizendo que se não tomar certo remédio vai morrer ou que o torne uma vítima indefesa de uma doença terrível, além de não ajudar em nada, pode ser responsável pela piora da sua saúde ou, o que é pior, por sua morte.
Muitos fármacos só funcionam porque se espera isso deles, não porque tenham algum efeito bioquímico no organismo. Sem a crença de estar recebendo um benefício verdadeiro, o cérebro simplesmente irá bloquear o funcionamento do medicamento. Portanto, é a mente diz ao corpo para dar início ou não às reações bioquímicas necessárias para a cura.
Várias pesquisas confirmam que a cura do organismo é regulada pelo cérebro. Esse fato foi demonstrado repetidas vezes, inclusive por diversas pesquisas sobre antidepressivos, em que esses não conseguiram superar os efeitos do placebo. A boa notícia é que estamos no controle do nosso cérebro, que cumpre nossas instruções sob a forma de crenças e expectativas, positivas e negativas, conscientes e inconscientes. Ou seja, somos o que acreditamos. Assim, talvez, seja hora de mudar a maneira como pensamos no poder que temos sobre nossa própria capacidade de cura.
Muitos fármacos só funcionam porque se espera isso deles, não porque tenham algum efeito bioquímico no organismo. Sem a crença de estar recebendo um benefício verdadeiro, o cérebro simplesmente irá bloquear o funcionamento do medicamento. Portanto, é a mente diz ao corpo para dar início ou não às reações bioquímicas necessárias para a cura.
Várias pesquisas confirmam que a cura do organismo é regulada pelo cérebro. Esse fato foi demonstrado repetidas vezes, inclusive por diversas pesquisas sobre antidepressivos, em que esses não conseguiram superar os efeitos do placebo. A boa notícia é que estamos no controle do nosso cérebro, que cumpre nossas instruções sob a forma de crenças e expectativas, positivas e negativas, conscientes e inconscientes. Ou seja, somos o que acreditamos. Assim, talvez, seja hora de mudar a maneira como pensamos no poder que temos sobre nossa própria capacidade de cura.
Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 10
Labels: cancer, cérebro, medicamentos, placebo, saúde, sentimento
Sunday, October 07, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 9
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
A maioria das pesquisas sobre medicamentos é fraudulenta
A validade de todos os estudos já conduzidos é solapada por deixar de incluir esse fator crucial: a expectativa do paciente ou do sujeito da pesquisa que toma a medicação verdadeira (e não o placebo). Ter um grupo placebo para comparação não torna um teste clínico de medicamento confiável ou científico, nem pode assegurar a verdadeira eficácia da medicação. Os sujeitos da pesquisa que recebem a droga verdadeira têm as mesmas expectativas subjetivas e imprevisíveis que os membros do grupo placebo. As empresas farmacêuticas gostam de dar a impressão de que o efeito placebo ocorre apenas no grupo com placebo e não no grupo com medicamento. Mas como os membros de ambos os grupos não sabem, de início, se estão tomando a droga verdadeira ou não, os resultados da pesquisa são, em última instância, determinados pela expectativa de cada pessoa sobre o resultado benéfico, independentemente do grupo a que ela pertence. Mesmo se uma droga testada mostrar maiores benefícios que o placebo, isso ainda não prova sua eficácia. Pelo contrário, pode meramente sugerir que o efeito placebo é mais forte no grupo com medicamento - o que é uma grande descoberta, em si.
Como a expectativa do paciente é um fator relevante, todos os estudos científicos previamente conduzidos que não levaram em conta esse fator são enganosos e devem ser descartados, como inválido. Isso se aplica a praticamente todos os estudos controlados do tipo duplo-cego já feitos.
A fim de impedir resultados decepcionantes para o medicamento testado, as indústrias farmacêuticas instruem os pesquisadores a escolher participantes mais jovens e saudáveis para testes contra uma doença-alvo. Contudo, essa prática é irrealista e enganosa. Na vida real, a maioria dos medicamentos é prescrita a pacientes doentes, fracos e idosos, muito menos propensos a ter expectativas positivas. A doença nos torna desanimados e deprimidos.
As empresas farmacêuticas conhecem esse segredinho e, portanto, recusam pacientes verdadeiramente doentes ou deprimidos em seus estudos clínicos. Lembre-se de quando você teve uma gripe ou qualquer outra doença. Com certeza, deve ter se sentido fraco e desinteressado nas coisas que normalmente gostava. Como todos sabemos, é preciso estar entusiasmado com um tratamento (expectativa positiva) para tirar benefícios legítimos dele, ou melhor, da reação placebo que pode ser desencadeada em você.
A verdade é que todos os estudos conduzidos dessa forma são forjados, inúteis e potencialmente arriscados para a população de pacientes, causando sérios efeitos colaterais, inclusive a morte. Portanto, não é de se admirar que, todos os anos, o FDA seja compelido a retirar do mercado inúmeras medicações em virtude de sua toxidade ou periculosidade. Centenas de milhares de americanos morrem por ano, envenenados por essas drogas perigosas.
Como a expectativa do paciente é um fator relevante, todos os estudos científicos previamente conduzidos que não levaram em conta esse fator são enganosos e devem ser descartados, como inválido. Isso se aplica a praticamente todos os estudos controlados do tipo duplo-cego já feitos.
A fim de impedir resultados decepcionantes para o medicamento testado, as indústrias farmacêuticas instruem os pesquisadores a escolher participantes mais jovens e saudáveis para testes contra uma doença-alvo. Contudo, essa prática é irrealista e enganosa. Na vida real, a maioria dos medicamentos é prescrita a pacientes doentes, fracos e idosos, muito menos propensos a ter expectativas positivas. A doença nos torna desanimados e deprimidos.
As empresas farmacêuticas conhecem esse segredinho e, portanto, recusam pacientes verdadeiramente doentes ou deprimidos em seus estudos clínicos. Lembre-se de quando você teve uma gripe ou qualquer outra doença. Com certeza, deve ter se sentido fraco e desinteressado nas coisas que normalmente gostava. Como todos sabemos, é preciso estar entusiasmado com um tratamento (expectativa positiva) para tirar benefícios legítimos dele, ou melhor, da reação placebo que pode ser desencadeada em você.
A verdade é que todos os estudos conduzidos dessa forma são forjados, inúteis e potencialmente arriscados para a população de pacientes, causando sérios efeitos colaterais, inclusive a morte. Portanto, não é de se admirar que, todos os anos, o FDA seja compelido a retirar do mercado inúmeras medicações em virtude de sua toxidade ou periculosidade. Centenas de milhares de americanos morrem por ano, envenenados por essas drogas perigosas.
Referências: [1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8
Labels: cancer, indústria farmacêutica, medicamentos, placebo
Friday, October 05, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 8
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
O fracasso dos tratamentos contra o câncer
É pela diminuição do tamanho do tumor, em lugar da mortalidade, que se mede o sucesso de muitos estudos clínicos sobre o câncer. Em outras palavras, mesmo se a maioria dos voluntários morre mas seus tumores diminuem, através de tratamentos agressivos, o estudo seria aplaudido como um grande sucesso e uma grande descoberta médica. Todavia, o maior problema das medicações populares anticancerígenas é que são tão perigosas que podem matar os pacientes antes do câncer.
Em última instância, qualquer tentativa de tratar o corpo humano como uma máquina que reage a manipulações mecânicas ou químicas está destinada ao fracasso. Tal abordagem é a um só tempo anticientífica, antiética e potencialmente danosa. Para muitos pacientes de câncer cujos sistemas imunológicos já estão comprometidos, uma dose que seja de quimioterápicos ou de radiação, ou uma cirurgia ou uma pílula experimental, pode ser fatal.
Tratar uma doença, câncer inclusive, primeiro com um placebo pode ter melhores resultados do que as terapias mais otimistas. A maioria das pessoas considera o placebo algo que só funciona se o paciente não souber que é um placebo - o clássico truque do poder do pensamento positivo. Todavia, pesquisas surpreendentes da Escola de Medicina de Harvard e do Centro Médico Beth Israel Deaconess sugerem que os placebos podem funcionar sem esse artifício. Ao contrário das pesquisas tradicionais, em que os pacientes não sabem que estão tomando um placebo ou um medicamento, os pacientes que tomaram o placebo foram informados de que estavam tomando apenas pílulas de açúcar. Todavia, relataram uma melhora duas vezes maior nos sintomas do que os participantes que tomaram as pílulas verdadeiras.
Em última instância, qualquer tentativa de tratar o corpo humano como uma máquina que reage a manipulações mecânicas ou químicas está destinada ao fracasso. Tal abordagem é a um só tempo anticientífica, antiética e potencialmente danosa. Para muitos pacientes de câncer cujos sistemas imunológicos já estão comprometidos, uma dose que seja de quimioterápicos ou de radiação, ou uma cirurgia ou uma pílula experimental, pode ser fatal.
Tratar uma doença, câncer inclusive, primeiro com um placebo pode ter melhores resultados do que as terapias mais otimistas. A maioria das pessoas considera o placebo algo que só funciona se o paciente não souber que é um placebo - o clássico truque do poder do pensamento positivo. Todavia, pesquisas surpreendentes da Escola de Medicina de Harvard e do Centro Médico Beth Israel Deaconess sugerem que os placebos podem funcionar sem esse artifício. Ao contrário das pesquisas tradicionais, em que os pacientes não sabem que estão tomando um placebo ou um medicamento, os pacientes que tomaram o placebo foram informados de que estavam tomando apenas pílulas de açúcar. Todavia, relataram uma melhora duas vezes maior nos sintomas do que os participantes que tomaram as pílulas verdadeiras.
Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 7", deste blog:
Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 7

