sexta-feira, novembro 09, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 13
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
O poder da crença
Segundo as leis da física quântica, em qualquer experimento científico, o observador (pesquisador) influencia e altera radicalmente o objeto da observação (relação observador-observado). Esse princípio fundamental da física aplica-se a nós também. Afinal, nosso organismo é composto de moléculas feitas de átomos que, por sua vez, são compostos de partículas subatômicas feitas de energia e informação. Na verdade, não há um vestígio de matéria no que consideramos criação física. Nossa percepção sensorial é que faz as coisas parecerem sólidas e concretas.
Os pensamentos são meramente formas de energia e informação que influenciam outras formas similares, inclusive as células do nosso corpo. Por exemplo, quando estamos tristes, nossa postura corporal se altera e os olhos perdem o brilho. As células oculares, como todas as outras células do corpo, reagem aos pensamentos, como um soldado segue as ordens de seu superior. Em suma: se acreditarmos piamente que temos um câncer ou se o tememos, corremos grande risco de manifestá-lo no organismo.
O efeito placebo funciona de ambas as maneiras. A crença de que temos uma doença mortal pode ser tão poderosa quanto a crença de que um determinado fármaco irá nos curar. A energia e informação que compõem os átomos, moléculas, genes, células, órgãos e sistemas do organismo não têm propósitos pessoais ou ardis, mas obedecem simplesmente a ordens. Manifestamos tanto o que gostamos quanto o que não gostamos. Em outras palavras, somos o que acreditamos. Ademais, essas crenças são determinadas pela forma como vemos ou percebemos as coisas. Com certeza, nossa interpretação do câncer como uma doença irá manifestá-la em nós. De outra maneira, o câncer seria apenas um mecanismo de sobrevivência ou um sinal para cuidarmos melhor dos aspectos de nossa vida que negligenciamos até o momento.
Acreditando que o câncer é uma doença, a tendência é lutarmos contra ele tanto em nível físico quanto emocional e espiritual. Se tivermos força de vontade e as armas que estivermos usando forem poderosas, talvez seja possível subjugar o inimigo pelo menos por um tempo. Nesse caso, ficaremos orgulhosos por termos vencido o câncer e, talvez, elogiemos os médicos ou o tratamento médico que suportamos por terem salvado nossa vida. Se formos fracos e usarmos as mesmas armas em uma tentativa de destruir o câncer, vamos sucumbir ao que chamamos de inimigo nefasto. O médico irá expressar com tristeza que o organismo não reagiu suficientemente bem ao tratamento (as armas), afirmando que tentou de tudo e que nada mais poderia ser feito. Omitirá o fato de que as armas ministradas a nosso organismo podem ser fatais.
A quimioterapia é tão venenosa, que algumas gotas na sua pele podem causar queimaduras. No concreto, elas podem causar buracos. É classificado como risco biológico, o derramamento de qualquer droga quimioterápica no hospital ou em seu caminho, e seu descarte requer a presença de especialistas com roupas especiais.
Imagine as perfurações causadas pelas repetidas infusões de produtos quimioterápicos no interior das células sanguíneas, dos dutos linfáticos e dos tecidos orgânicos. Através da iridologia, observei a íris de pacientes que fizeram quimioterapia ou radioterapia e detectei a erosão e o dano consideráveis causados aos tecidos no organismo inteiro. Sim, essa droga destrói as células cancerígenas, mas, com elas, as células saudáveis. Ocorre inflamação no organismo inteiro. Por essa razão, há a perda dos cabelos e pelos em geral e a digestão se torna difícil. Muitos pacientes desenvolvem anorexia - perda do apetite ou do desejo de se alimentar. Porém, esse não é o único risco esperado das modernas terapias. "A quimioterapia e a radiologia podem aumentar em mais de cem vezes o risco de desenvolver um segundo câncer", segundo o dr. Samuel S. Epstein [Congressinal Record, 9 de setembro de 1987].
Os pensamentos são meramente formas de energia e informação que influenciam outras formas similares, inclusive as células do nosso corpo. Por exemplo, quando estamos tristes, nossa postura corporal se altera e os olhos perdem o brilho. As células oculares, como todas as outras células do corpo, reagem aos pensamentos, como um soldado segue as ordens de seu superior. Em suma: se acreditarmos piamente que temos um câncer ou se o tememos, corremos grande risco de manifestá-lo no organismo.
O efeito placebo funciona de ambas as maneiras. A crença de que temos uma doença mortal pode ser tão poderosa quanto a crença de que um determinado fármaco irá nos curar. A energia e informação que compõem os átomos, moléculas, genes, células, órgãos e sistemas do organismo não têm propósitos pessoais ou ardis, mas obedecem simplesmente a ordens. Manifestamos tanto o que gostamos quanto o que não gostamos. Em outras palavras, somos o que acreditamos. Ademais, essas crenças são determinadas pela forma como vemos ou percebemos as coisas. Com certeza, nossa interpretação do câncer como uma doença irá manifestá-la em nós. De outra maneira, o câncer seria apenas um mecanismo de sobrevivência ou um sinal para cuidarmos melhor dos aspectos de nossa vida que negligenciamos até o momento.
Acreditando que o câncer é uma doença, a tendência é lutarmos contra ele tanto em nível físico quanto emocional e espiritual. Se tivermos força de vontade e as armas que estivermos usando forem poderosas, talvez seja possível subjugar o inimigo pelo menos por um tempo. Nesse caso, ficaremos orgulhosos por termos vencido o câncer e, talvez, elogiemos os médicos ou o tratamento médico que suportamos por terem salvado nossa vida. Se formos fracos e usarmos as mesmas armas em uma tentativa de destruir o câncer, vamos sucumbir ao que chamamos de inimigo nefasto. O médico irá expressar com tristeza que o organismo não reagiu suficientemente bem ao tratamento (as armas), afirmando que tentou de tudo e que nada mais poderia ser feito. Omitirá o fato de que as armas ministradas a nosso organismo podem ser fatais.
A quimioterapia é tão venenosa, que algumas gotas na sua pele podem causar queimaduras. No concreto, elas podem causar buracos. É classificado como risco biológico, o derramamento de qualquer droga quimioterápica no hospital ou em seu caminho, e seu descarte requer a presença de especialistas com roupas especiais.
Imagine as perfurações causadas pelas repetidas infusões de produtos quimioterápicos no interior das células sanguíneas, dos dutos linfáticos e dos tecidos orgânicos. Através da iridologia, observei a íris de pacientes que fizeram quimioterapia ou radioterapia e detectei a erosão e o dano consideráveis causados aos tecidos no organismo inteiro. Sim, essa droga destrói as células cancerígenas, mas, com elas, as células saudáveis. Ocorre inflamação no organismo inteiro. Por essa razão, há a perda dos cabelos e pelos em geral e a digestão se torna difícil. Muitos pacientes desenvolvem anorexia - perda do apetite ou do desejo de se alimentar. Porém, esse não é o único risco esperado das modernas terapias. "A quimioterapia e a radiologia podem aumentar em mais de cem vezes o risco de desenvolver um segundo câncer", segundo o dr. Samuel S. Epstein [Congressinal Record, 9 de setembro de 1987].
Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 12
Marcadores: cancer, crença, Física Quântica, iridologia, placebo, quimioterapia
sexta-feira, setembro 28, 2018
A Morte do Câncer - 2
Abaixo reproduzo alguns trechos de [1] e sequência de [2].
A ideia básica foi divulgada em [3]. O proponente da teoria foi Ernst Krebs Jr, um bioquímico da costa oeste americana. Basicamente a teoria dizia que o extrato do caroço do abricó (damasco) - Laetrile, também chamado de amigdalina, ou Vitamina B-17 - quando tomado pelo corpo, circularia na corrente sanguínea até que ele encontre uma célula de câncer. No local da célula de câncer, uma enzima, produzida pela célula cancerosa, aciona a liberação de um composto mortal, chamado ácido hidrociânico (HCN). Este composto de cianeto mataria as células cancerosas. Qualquer cianeto não usado dessa forma seria convertido por outra enzima, encontrada principalmente nas células normais, em um composto inócuo, tiocianato de sódio, que seria prontamente excretado pela urina.
A primeira premissa sustentada pela ortodoxia é que o câncer é uma doença local. A lesão, usualmente na forma de uma saliência ou calombo aparece no seio, no pulmão, na pele, ou em alguma outra parte no corpo. Pensa-se também que esta lesão primária é o resultado de alguma atividade naquela área. Esta atividade pode ser na forma de um vírus invasor, ou o resultado da ação carcinogênica no local. Ele pode também ser o produto final de alguma forma de trauma, tal como uma pancada.
Se o médico acredita na premissa acima, é óbvio que seu plano de tratamento segue a rota localizada. O primeiro tipo de tratamento geralmente sugerido é a cirurgia para remover a massa ofensiva do tumor. Esses procedimentos cirúrgicos tiveram uma história interessante. Os primeiros cirurgiões ficavam contentes ao remover simplesmente a massa tumoral. Mais tarde ficou evidente que células de câncer individuais ou em grupo podia facilmente invadir os tecidos normais próximos adjacentes. Como resultado, as cirurgias seguintes incluíam a remoção, não apenas da massa tumoral, mas também de uma grande quantidade de tecido normal na área. Na cirurgia de seio, por exemplo, a mastectomia (remoção do seio) remove não apenas o tumor em si, mas também músculo, tecido conectivo e glândulas linfáticas na área da axila.
Um segundo tipo de tratamento localizado é a radiação. Isto envolve o uso de vários tipos de raios poderosos que matam células. Os raios são direcionados à área onde localiza-se a massa tumoral. Como na cirurgia, o primeiro objetivo da radiação é matar o tumor, e o segundo é matar uma porção do tecido adjacente normal dentro do qual as células cancerosas podem ter se infiltrado. O principal problema com a radiação é que os raios não são seletivos e prejuízo na forma de queima irá ocorrer nos tecidos normais. A queda de cabelo também frequentemente acompanha a radiação.
Um terceiro tipo de tratamento é a quimioterapia. Este tratamento é projetado para matar as células de câncer aproveitando a vantagem da sua alta taxa de atividade mitótica (reprodutiva). Além do efeito na massa primária, a quimioterapia deve também matar as células de câncer que circulam no fluxo sanguíneo e que movem ou metastizam em outras áreas do corpo. No entanto, ao executar essas funções, esses agentes quimioterapêuticos não são seletivos e, consequentemente, eles afetam outros sistemas orgânicos do corpo, e a lista de efeitos colaterais indesejados é muito longa. Esses efeitos colaterais irá ser diferente dependendo do indivíduo e do agente quimioterapêutico empregado.
Uma coisa que todos esses tratamentos têm em comum é que eles não são naturais ao corpo humano. Eles mutilam, queimam ou envenenam o corpo em vários graus, e a taxa de sucesso desses tratamentos não tem sido nada espetacular. Um relatório recente do National Cancer Institute (Instituto Nacional de Câncer, dos Estados Unidos) informou que a taxa de cura para o câncer aumentou apenas um porcento nos últimos vinte e cinco anos! É interessante notar que essas estatísticas é reportada ao público pela ortodoxia de pesquisa do câncer. Ela é geralmente reportada como uma "taxa de sucesso". Uma "taxa de sucesso" de 12 por cento é, na realidade, uma taxa de fracasso de 88 por cento, mas, obviamente, se os cientistas tentassem reportar seus resultados negativos desta maneira eles seriam severamente castigados. Está óbvio do relatado acima que outros meios precisam ser encontrados para controlar, e finalmente curar esta doença pervasiva e debilitante.
A abordagem localizada para o problema do câncer supõe que o carcinógeno atua em uma área localizada. O sol, atuando na pele, causa o câncer de pele; fumar cigarro, irritando as membranas do pulmão, causa câncer do pulmão, etc. Apesar da procura por esses carcinógenos ter sido frutífera, e certamente os carcinógenos devem ser evitados tanto quanto possível, está se tornando cada vez mais óbvio que os carcinógenos nem sempre causam câncer. Eles podem, entretanto, causar câncer se as condições do corpo não forem adequadas.
A primeira premissa sustentada pela ortodoxia é que o câncer é uma doença local. A lesão, usualmente na forma de uma saliência ou calombo aparece no seio, no pulmão, na pele, ou em alguma outra parte no corpo. Pensa-se também que esta lesão primária é o resultado de alguma atividade naquela área. Esta atividade pode ser na forma de um vírus invasor, ou o resultado da ação carcinogênica no local. Ele pode também ser o produto final de alguma forma de trauma, tal como uma pancada.
Se o médico acredita na premissa acima, é óbvio que seu plano de tratamento segue a rota localizada. O primeiro tipo de tratamento geralmente sugerido é a cirurgia para remover a massa ofensiva do tumor. Esses procedimentos cirúrgicos tiveram uma história interessante. Os primeiros cirurgiões ficavam contentes ao remover simplesmente a massa tumoral. Mais tarde ficou evidente que células de câncer individuais ou em grupo podia facilmente invadir os tecidos normais próximos adjacentes. Como resultado, as cirurgias seguintes incluíam a remoção, não apenas da massa tumoral, mas também de uma grande quantidade de tecido normal na área. Na cirurgia de seio, por exemplo, a mastectomia (remoção do seio) remove não apenas o tumor em si, mas também músculo, tecido conectivo e glândulas linfáticas na área da axila.
Um segundo tipo de tratamento localizado é a radiação. Isto envolve o uso de vários tipos de raios poderosos que matam células. Os raios são direcionados à área onde localiza-se a massa tumoral. Como na cirurgia, o primeiro objetivo da radiação é matar o tumor, e o segundo é matar uma porção do tecido adjacente normal dentro do qual as células cancerosas podem ter se infiltrado. O principal problema com a radiação é que os raios não são seletivos e prejuízo na forma de queima irá ocorrer nos tecidos normais. A queda de cabelo também frequentemente acompanha a radiação.
Um terceiro tipo de tratamento é a quimioterapia. Este tratamento é projetado para matar as células de câncer aproveitando a vantagem da sua alta taxa de atividade mitótica (reprodutiva). Além do efeito na massa primária, a quimioterapia deve também matar as células de câncer que circulam no fluxo sanguíneo e que movem ou metastizam em outras áreas do corpo. No entanto, ao executar essas funções, esses agentes quimioterapêuticos não são seletivos e, consequentemente, eles afetam outros sistemas orgânicos do corpo, e a lista de efeitos colaterais indesejados é muito longa. Esses efeitos colaterais irá ser diferente dependendo do indivíduo e do agente quimioterapêutico empregado.
Uma coisa que todos esses tratamentos têm em comum é que eles não são naturais ao corpo humano. Eles mutilam, queimam ou envenenam o corpo em vários graus, e a taxa de sucesso desses tratamentos não tem sido nada espetacular. Um relatório recente do National Cancer Institute (Instituto Nacional de Câncer, dos Estados Unidos) informou que a taxa de cura para o câncer aumentou apenas um porcento nos últimos vinte e cinco anos! É interessante notar que essas estatísticas é reportada ao público pela ortodoxia de pesquisa do câncer. Ela é geralmente reportada como uma "taxa de sucesso". Uma "taxa de sucesso" de 12 por cento é, na realidade, uma taxa de fracasso de 88 por cento, mas, obviamente, se os cientistas tentassem reportar seus resultados negativos desta maneira eles seriam severamente castigados. Está óbvio do relatado acima que outros meios precisam ser encontrados para controlar, e finalmente curar esta doença pervasiva e debilitante.
A abordagem localizada para o problema do câncer supõe que o carcinógeno atua em uma área localizada. O sol, atuando na pele, causa o câncer de pele; fumar cigarro, irritando as membranas do pulmão, causa câncer do pulmão, etc. Apesar da procura por esses carcinógenos ter sido frutífera, e certamente os carcinógenos devem ser evitados tanto quanto possível, está se tornando cada vez mais óbvio que os carcinógenos nem sempre causam câncer. Eles podem, entretanto, causar câncer se as condições do corpo não forem adequadas.
Referências:
[1] Dr. Harold W. Manner, The Death of Cancer, Advanced Century Publishing Corp., 1978.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: A Morte do Câncer - 1
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: A Morte do Câncer - 1
[3] G. Edward Griffin, World Without Cancer - The Story of Vitamin B17, American Media Publ., 2011. ISBN: 978-0-912986-50-0.
Marcadores: amigdalina, câncer, carcinógenos, cirurgia, laetrile, quimioterapia, radiação, vitamina B17
quarta-feira, agosto 23, 2017
A Cura com Oxigênio
Abaixo vão algumas informações retirados da Referência [1] que trata de Terapia Hiperbárica com Oxigênio.
Em um ambiente não poluído, existe cerca de 21% de oxigênio no ar que respiramos. Simplificadamente, a Terapia Hiperbárica com Oxigênio [em inglês, HBOT = HyperBaric Oxygen Therapy] funciona fazendo os pacientes respirar 100% de oxigênio em um ambiente fechado e pressurizado. Os pulmões transferem esse oxigênio para as células vermelhas do nosso sangue e empurra esse oxigênio para dentro do fluido do sangue. Essas células cheias de oxigênio são levadas para todo o corpo pelo plasma (fluido), que circula através dos vasos sanguíneos. HBOT usa o oxigênio para tratar os tecidos do corpo que foram danificados pela falta de oxigênio. HBOT é um tratamento holístico que atinge a condição ou doença subjacente, e não apenas os sintomas. Esta é uma alternativa médica cientificamente provada ao uso de terapias com drogas e de cirurgias invasivas.
A terapia hiperbárica com oxigênio não é apenas um tratamento excelente e aprovado para queimaduras, mas ela também mostrou que ajuda certas condições associadas à idade, como osteoporose, demência, Alzheimer, Parkinson, visão pobre e, até, rugas. HBOT também ajuda no tratamento de câncer e autismo. Ela funciona a nível celular, sendo o oxigênio absorvido pelos tecidos do corpo que estão deficientes em oxigênio, de tal forma que eles possam se curar ou evitem de morrer.
Pesquisas mostram um aumento de risco de contrair câncer de esôfago ao se ingerir bebidas, como café e chimarrão [o Rio Grande do Sul é campeão neste quesito], que estão muito quentes. Alimentos (e bebidas) muito frias (como sorvetes, refrigerantes, cervejas, água, etc), também não fazem bem para a saúde.
Por que se usa uma pressão acima da atmosférica padrão (1 bar) na terapia HBOT? De acordo com a lei da física dos gases (no caso, o gás é oxigênio), mais gás é dissolvido em um líquido (no caso, nosso sangue) quando a pressão do gás é aumentada. HBOT reduz a inflamação do corpo, algo que retarda o processo de cura de qualquer enfermidade.
Médicos da Holanda descobriram que o oxigênio mata as bactérias anaeróbicas (que não usam oxigênio) que causam infecções em ferimentos. HBOT ativa as células brancas do sangue do nosso sistema imunológico. Tipicamente, o paciente de HBOT fica deitado em uma câmara fechada por 60 a 90 minutos, em cada sessão de tratamento. Não se pode levar nada que cause faísca ou fogo na câmara de oxigênio, com fósforos, cintos, joias, baterias, metais ou telefones celulares. Os pacientes devem usar apenas vestimentas 100% algodão, sem poliester ou fibras sintéticas.
HBOT é difícil de se conseguir realizar porque opções não-medicinais e não-invasivas irão reduzir a necessidade de medicamentos e cirurgias, o que irá reduzir os lucros de hospitais, universidades e provedores de auxílio à saúde. Eu mesmo já tentei pagar por sessões de HBOT (em Campinas e em Piracicaba-SP) mas os responsáveis não aceitaram me atender. Só atendem pacientes que são encaminhados para lá por médicos de outra especialidade, que geralmente não dão essa recomendação, para não perder clientes! Catch 22!
Um dos benefícios mais excitantes da HBOT é a forma como ela ajuda nas condições associadas com a idade avançada, incluindo demência, problemas de visão, artrite, e inclusive, dizem, com a diminuição de espessura e as rugas da pele.O envelhecimento normal é um fenômeno associado ao DNA e um acúmulo de insultos contra nosso corpo ao longo de nossa vida. Um estilo de vida mais saudável deve levar em conta:
1. Cuidado com a linha da cintura
2. Mantenha o cérebro ativo
3. Diminua sua tensão (estresse)
4. Baixe sua pressão sanguínea alta
5. Mantenha-se ativo
6. Evite fumar e beber
7. Evite açúcar alto no sangue
8. Durma mais
Antienvelhecimento é um benefício pouco conhecido da terapia hiperbárica com oxigênio. Ela pode fazer seu cabelo crescer mais espesso e sua disposição sexual subir. Se as pessoas entendessem o que o oxigênio faz, você precisaria fazer reservas com muita antecedência para entrar em uma câmara hiperbárica (se não existisse o Catch 22, mencionado acima).
O oxigênio hiperbárico pode reduzir tumores ovarianos. Na Noruega descobriu-se que apenas o tratamento hiperbárico era duas vezes mais efetivo que a quimioterapia no controle de câncer de mama. Uma explicação para isso é que quando as células cancerosas, que têm falta de oxigênio, são supridas com o nível correto de oxigênio, essas células cancerosas começam a morrer de apoptose, que é o processo de eliminação de células velhas, doentes e desnecessárias sem prejudicar o resto do corpo. A quimioterapia agressiva pode muitas vezes matar as células boas, assim como as más.
Olivia era uma paciente que foi diagnosticada com câncer de mama com a idade de 64 anos, passando seis anos após seus tratamentos de radiação e quimioterapia "vivendo numa neblina". Sua memória de curto prazo ficou progressivamente pior até o ponto que ela não podia mais trabalhar ou fazer as tarefas mais básicas do lar. Em 2002 eu dei a ela 20 sessões de HBOT. Depois disso, sua memória voltou e ela foi capaz de voltar ao trabalho e recomeçar sua vida diária normal.
A acupuntura foi testada em um grupo de pacientes com câncer de mama que tinham sido tratadas com quimioterapia que tinha causado náuseas. Aquelas que tiveram cinco dias de acupuntura, que é a estimulação de pontos específicos ao longo do corpo usando agulhas finas ou a aplicação de pressão de calor ou luz de laser, tiveram um-terço a menos de episódios de náusea do que aquelas que foram tratadas apenas com medicação antináusea. Acupressura auto-administrada (do in), onde as pacientes pressionam certos pontos, tal como o PC6 no punho (sem o uso de agulhas) também se provou de ajuda em alguns casos.
O oxigênio inalado ajuda as células do cérebro se regenerarem. Um derrame cerebral ocorre quando o fluxo de sangue para alguma parte do cérebro é interrompido, e a falta de oxigênio e de nutrientes fazem a células do cérebro morrerem. Uma outra causa de derrame cerebral é uma ruptura de um vaso de sangue no cérebro (AVC=acidente vascular cerebral). Isso causa o que é chamado "hemorragia cerebral", um sangramento dentro do cérebro. Uma hipertensão não controlada é a causa mais comum de hemorragia cerebral. Alguns avisos de um aneurisma rompido inclui uma forte dor de cabeça que surge rapidamente e atinge sua máxima intensidade em questão de segundos. Os sintomas do derrame cerebral dependem de qual parte do cérebro fica sem fluxo de sangue. Se um caminho ligado à locomoção é atingido, por exemplo, a habilidade de se mover será afetada. Se áreas ligadas à fala fica sem fluxo de sangue, a pessoa fica com problemas para entender o que as pessoas falam, aparentam confusão mental, ou tem dificuldade em falar. HBOT é muito eficaz no tratamento de traumas na cabeça.
O uso de apenas ar sob pressão não pode ser considerado como placebo, quando comparado com a HBOT, porque há um aumento nos níveis de oxigênio no sangue quando a pressão do ar é aumentada, em contato com o seu corpo.
Outro caso interessante: um menino com autismo começou a falar pela primeira vez após várias sessões de tratamento com oxigênio hiperbárico.
Impactos na cabeça pode levar a sérios problemas mentais. Os cientistas suspeitam que explosões afetam os cérebros de soldados da mesma forma que concussões (em boxeadores e jogadores de futebol americano, batidas fortes na cabeça) e doença de descompressão súbita (de mergulhadores). Esses tipos de danos podem causar o que é chamado de encefalopatia traumática crônica (CTE, em inglês), uma condição séria encontrada tanto em soldados como em jogadores de futebol americano, que pode levar a comportamento violento e irracional, depressão e suicídio. No momento, CTE só pode ser comprovada quando uma autópsia é feita. Existe um filme (Concussion) de 2015, com Will Smith, que trata desse assunto.
Tratamentos hiperbáricos têm sido usados para tratar autismo. Autismo é de 4 a 5 vezes mais comum em meninos do que em meninas. Estatísticas do governo [1] mostram um aumento de 10 a 17% em anos recentes. Tratamentos hiperbáricos também têm sido usados em oftalmologia, para recuperar a visão de pessoas, já que pesquisas mostraram que um aumento de oxigênio pode ajudar a visão em humanos, tais como descolamento da retina, degeneração macular, melhora da acuidade visual, etc. Até rugas do rosto diminuem com este tratamento.
HBOT pode aumentar a população de células tronco no corpo, que acelera o processo de cura desse tratamento. Há relatos de pacientes paraplégicos que voltaram a andar após esse tipo de tratamento.
Existem evidências científicas que HBOT pode ajudar a melhorar as funções cognitivas de idosos. Algumas das condições associadas à idade que a HBOT pode ser útil são:
Um dos benefícios mais excitantes da HBOT é a forma como ela ajuda nas condições associadas com a idade avançada, incluindo demência, problemas de visão, artrite, e inclusive, dizem, com a diminuição de espessura e as rugas da pele.O envelhecimento normal é um fenômeno associado ao DNA e um acúmulo de insultos contra nosso corpo ao longo de nossa vida. Um estilo de vida mais saudável deve levar em conta:
1. Cuidado com a linha da cintura
2. Mantenha o cérebro ativo
3. Diminua sua tensão (estresse)
4. Baixe sua pressão sanguínea alta
5. Mantenha-se ativo
6. Evite fumar e beber
7. Evite açúcar alto no sangue
8. Durma mais
Antienvelhecimento é um benefício pouco conhecido da terapia hiperbárica com oxigênio. Ela pode fazer seu cabelo crescer mais espesso e sua disposição sexual subir. Se as pessoas entendessem o que o oxigênio faz, você precisaria fazer reservas com muita antecedência para entrar em uma câmara hiperbárica (se não existisse o Catch 22, mencionado acima).
O oxigênio hiperbárico pode reduzir tumores ovarianos. Na Noruega descobriu-se que apenas o tratamento hiperbárico era duas vezes mais efetivo que a quimioterapia no controle de câncer de mama. Uma explicação para isso é que quando as células cancerosas, que têm falta de oxigênio, são supridas com o nível correto de oxigênio, essas células cancerosas começam a morrer de apoptose, que é o processo de eliminação de células velhas, doentes e desnecessárias sem prejudicar o resto do corpo. A quimioterapia agressiva pode muitas vezes matar as células boas, assim como as más.
Olivia era uma paciente que foi diagnosticada com câncer de mama com a idade de 64 anos, passando seis anos após seus tratamentos de radiação e quimioterapia "vivendo numa neblina". Sua memória de curto prazo ficou progressivamente pior até o ponto que ela não podia mais trabalhar ou fazer as tarefas mais básicas do lar. Em 2002 eu dei a ela 20 sessões de HBOT. Depois disso, sua memória voltou e ela foi capaz de voltar ao trabalho e recomeçar sua vida diária normal.
A acupuntura foi testada em um grupo de pacientes com câncer de mama que tinham sido tratadas com quimioterapia que tinha causado náuseas. Aquelas que tiveram cinco dias de acupuntura, que é a estimulação de pontos específicos ao longo do corpo usando agulhas finas ou a aplicação de pressão de calor ou luz de laser, tiveram um-terço a menos de episódios de náusea do que aquelas que foram tratadas apenas com medicação antináusea. Acupressura auto-administrada (do in), onde as pacientes pressionam certos pontos, tal como o PC6 no punho (sem o uso de agulhas) também se provou de ajuda em alguns casos.
O oxigênio inalado ajuda as células do cérebro se regenerarem. Um derrame cerebral ocorre quando o fluxo de sangue para alguma parte do cérebro é interrompido, e a falta de oxigênio e de nutrientes fazem a células do cérebro morrerem. Uma outra causa de derrame cerebral é uma ruptura de um vaso de sangue no cérebro (AVC=acidente vascular cerebral). Isso causa o que é chamado "hemorragia cerebral", um sangramento dentro do cérebro. Uma hipertensão não controlada é a causa mais comum de hemorragia cerebral. Alguns avisos de um aneurisma rompido inclui uma forte dor de cabeça que surge rapidamente e atinge sua máxima intensidade em questão de segundos. Os sintomas do derrame cerebral dependem de qual parte do cérebro fica sem fluxo de sangue. Se um caminho ligado à locomoção é atingido, por exemplo, a habilidade de se mover será afetada. Se áreas ligadas à fala fica sem fluxo de sangue, a pessoa fica com problemas para entender o que as pessoas falam, aparentam confusão mental, ou tem dificuldade em falar. HBOT é muito eficaz no tratamento de traumas na cabeça.
O uso de apenas ar sob pressão não pode ser considerado como placebo, quando comparado com a HBOT, porque há um aumento nos níveis de oxigênio no sangue quando a pressão do ar é aumentada, em contato com o seu corpo.
Outro caso interessante: um menino com autismo começou a falar pela primeira vez após várias sessões de tratamento com oxigênio hiperbárico.
Impactos na cabeça pode levar a sérios problemas mentais. Os cientistas suspeitam que explosões afetam os cérebros de soldados da mesma forma que concussões (em boxeadores e jogadores de futebol americano, batidas fortes na cabeça) e doença de descompressão súbita (de mergulhadores). Esses tipos de danos podem causar o que é chamado de encefalopatia traumática crônica (CTE, em inglês), uma condição séria encontrada tanto em soldados como em jogadores de futebol americano, que pode levar a comportamento violento e irracional, depressão e suicídio. No momento, CTE só pode ser comprovada quando uma autópsia é feita. Existe um filme (Concussion) de 2015, com Will Smith, que trata desse assunto.
Tratamentos hiperbáricos têm sido usados para tratar autismo. Autismo é de 4 a 5 vezes mais comum em meninos do que em meninas. Estatísticas do governo [1] mostram um aumento de 10 a 17% em anos recentes. Tratamentos hiperbáricos também têm sido usados em oftalmologia, para recuperar a visão de pessoas, já que pesquisas mostraram que um aumento de oxigênio pode ajudar a visão em humanos, tais como descolamento da retina, degeneração macular, melhora da acuidade visual, etc. Até rugas do rosto diminuem com este tratamento.
HBOT pode aumentar a população de células tronco no corpo, que acelera o processo de cura desse tratamento. Há relatos de pacientes paraplégicos que voltaram a andar após esse tipo de tratamento.
Existem evidências científicas que HBOT pode ajudar a melhorar as funções cognitivas de idosos. Algumas das condições associadas à idade que a HBOT pode ser útil são:
- artrite
- derrame cerebral
- rugas
- visão diminuída
- cura lenta de ossos
- falha congestiva do coração
- doença de Parkinson
- doença de Alzheimer
- demência
Referência:
[1] William S. Maxfield, The Oxygen Cure: A Complete Guide to Hyperbaric Oxygen Therapy, Humanix Books, 2017. ISBN: 978-1-63006-051-0.
Marcadores: acupuntura, apoptose, autismo, câncer, câncer de mama, células, células vermelhas, chimarrão, do in, frio, HBOT, oxigênio, quente, quimioterapia, Rio Grande do Sul, sangue, sorvete, terapia hiperbárica
