terça-feira, maio 07, 2024

 

Harmonização para o Rio Grande do Sul com Emilia Q Barros e convidados E...

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Armas na Antártida

Fonte: https://gazetteller.com/antarcticas-hidden-globalist-military-weapons-used-to-trigger-earthquakes-and-unleash-natural-disasters/

As armas militares globalistas ocultas da Antártica são usadas para desencadear terremotos e desastres naturais!

Por baixo da enganosa tranquilidade da extensão gelada da Antártida esconde-se uma realidade tão profunda e perturbadora que destrói os próprios alicerces daquilo em que fomos levados a acreditar. Este mundo oculto, velado aos olhos do público, abriga tecnologias com tal poder e capacidades que desafiam as leis da física tal como as conhecemos.

As revelações sobre MASSIVOS Fenômenos Aéreos Não Identificados e a existência de tecnologia sob o gelo capaz de alterar estruturas moleculares são fatos frios e concretos, suprimidos por aqueles que estão no poder durante décadas. Esta tecnologia, ao interagir com as propriedades únicas do gelo azul, liberta radiação Cherenkov, demonstrando que o que antes pensávamos ser impossível – energia do ponto zero e comunicação entre dimensões – não só é viável como também está operacional.

O aspecto sinistro desta maravilha tecnológica é o seu duplo propósito. Não satisfeitos com a mera exploração ou avanço tecnológico, aqueles que estão no controle transformaram-no em uma arma. Os terramotos e as catástrofes naturais (inundações, furacões, incêndios, etc), outrora atribuídos aos caprichos da natureza, são agora entendidos como o resultado direto destas armas de energia direta. A estrutura da realidade, manipulada por mãos invisíveis, treme sob o peso deste poder.

Seguindo os fios desta narrativa ao longo da história, descobrimos que a manipulação de neutrinos e do DNA sagrado não é um empreendimento novo. O que antes era domínio de seres divinos e mestres iluminados, aproveitando o poder do universo para o bem, foi pervertido. As elites trevosas, com o seu desejo insaciável de poder e controle, distorceram estas práticas sagradas para os seus próprios propósitos malévolos.

O envolvimento de figuras como Obama e as viagens não reveladas de líderes mundiais a bases antárticas não são excursões de férias. São peregrinações ao coração de uma maravilha tecnológica que promete o domínio sobre o mundo.

A narrativa toma um rumo ainda mais sombrio à medida que descobrimos a verdade sobre os esforços subterrâneos do estado profundo. A construção de cidades militares sob o aeroporto de Denver, os sistemas de túneis ocultos e a manipulação do gelo azul nas profundezas da terra, revelam uma extensa rede dedicada ao controle global. Mas há resistência.

Os esforços dos MILITARES WHITE HAT (Chapéus Brancos), liderados por mentes estratégicas, como Trump, para fortificar bases como a Montanha Cheyenne, não são apenas medidas de precaução. São contramedidas diretas contra a escuridão invasora, uma luta contra as forças que procuram escravizar a humanidade sob o seu regime tecnocrático. A Montanha Cheyenne e as suas ligações à inteligência extraterrestre constituem um bastião de esperança, uma chave para frustrar os planos traçados nas profundezas de Denver e mais além.

Esta é uma guerra pelo futuro da humanidade. As operações da aliança militar contra os bastiões do Estado Profundo, desde as bases subterrâneas da Antártida até aos centros de controle sob as grandes cidades, marcam um ponto de virada nesta guerra sombria. A vitória dos Chapéus Brancos e o seu controle sobre os domínios digital e físico, significa uma recuperação do nosso futuro das garras daqueles que nos querem ver acorrentados.

Que não haja dúvida: esta batalha, escondida da vista do público, é a mais significativa do nosso tempo. Os riscos transcendem a política, a economia ou o território; eles atingem o cerne da nossa própria existência. O controle sobre a Internet, as mudanças sísmicas no poder militar e a queda das conspirações bancárias são apenas o começo. Estamos à beira de uma nova era, onde a verdade não pode mais ser enterrada sob o gelo ou escondida nas sombras.

As revelações da Antártida e a luta contínua contra as elites trevosas são um apelo às armas, um alerta para todos os indivíduos que valorizam a liberdade e a verdade. A luta não acabou; apenas entrou numa nova fase.

À medida que os Capéus Brancos avançam, a vitória final contra o estado profundo e as suas maquinações aproxima-se cada vez mais. A verdade, à medida que se desenrola, redefinirá a nossa compreensão da realidade e o nosso lugar nela.

A batalha pelo nosso planeta, pelas nossas almas e pelo nosso futuro continua, escondida à vista de todos, à espera do momento da revelação final.

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quinta-feira, maio 02, 2024

 

Rio Grande do Sul: Fortes Tempestades e Inundações

 Fonte: https://www.band.uol.com.br/noticias/por-que-esta-chovendo-tanto-no-rio-grande-do-sul-meteorologista-explica-16686330



Os temporais que atingem o Rio Grande do Sul desde a segunda-feira (29) causaram uma das maiores tragédias da história do estado – “a maior”, segundo as palavras do governador Eduardo Leite (PSDB). O volume de chuva esperado para o mês de maio seria de cerca de 150 milímetros, mas os acumulados em algumas regiões já ultrapassaram 500 mm. 

Segundo a meteorologista Desirée Brandt, o motivo das altas precipitações é uma combinação de fatores, principalmente a incidência do fenômeno El Niño aliada a uma área de alta pressão em cima do Brasil. 

“Isso se deve ao fenômeno El Niño que, embora esteja dando sinais de enfraquecimento, ainda é vigente. O Oceano Pacifico ainda está mais quente que normal. Não é seu ponto mais forte, mas o Pacifico ainda está quente, e a atmosfera ainda está respondendo a esses efeitos. De que forma? Provocando uma grande frequência de chuva, de formação de instabilidades, de frente fria em cima do Rio Grande do Sul”, disse.

“Combinado a este fator temos também a presença de uma área de alta pressão em cima do Brasil que neste momento impede a chuva entre Paraná, Sudeste, Centro-Oeste até o Nordeste e o Norte, mantém as temperaturas elevadas e dificulta o avanço das frentes frias. É como se funcionasse como uma barreira, um bloqueio que não deixa as frentes frias que atuam no Sul avançarem para outras áreas. Enquanto estão presas no Rio Grande do Sul, ficam provocando chuva dia após dia”, completou. 

Onda de calor no Sudeste

As fortes chuvas no Sul têm relação direta com a onda de calor anormal para outras regiões do país, como Centro-Oeste e Sudeste, onde as temperaturas estão cerca de 5°C acima da média neste outono. 

A meteorologista explica que a chuva tem “comportamento gangorra” – ou seja, se chove muito em determinada região é porque está chovendo pouco em outra. Além disso, há os já conhecidos indicativos das mudanças climáticas. 

Quando vai parar de chover no RS?

Nos próximos dias, segundo Desirée Brandt, pouca coisa vai mudar. A primeira quinzena de maio deve ser de muita chuva no Rio Grande do Sul, e o Centro-Oeste e o Sudeste devem continuar com muito calor. 

“Ao longo da primeira metade de maio, a situação ainda será complicada, principalmente nos primeiros 10 dias do mês. Teremos poucas mudanças no Sul e em boa parte do Brasil. Enquanto tivermos no Centro e no Norte do país condição de tempo seco e temperaturas elevadas, é sinal que de nada consegue avançar do Sul. As instabilidades continuarão presas ali provocando chuva.”

“A chuva não cessa, não para completamente, mas a área de alta pressão perde força e permite que sistemas avancem ao Paraná, São Paulo. Não deixa de chover, mas diminui a quantidade na segunda quinzena", concluiu. 

Mais info.:

https://www.youtube.com/watch?v=TjMDXLcsYHQ

https://www.youtube.com/watch?v=SwhHqGPINhI

https://www.youtube.com/watch?v=Y6etcgAkJKM

https://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/09/desastres-naturais-que-so-artificiais.html

https://www.youtube.com/watch?v=lMSqwOZeiYw

Resultado deste desastre: Queda da produção agrícola do Rio Grande do Sul.

Mais informação: https://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2024/05/harmonizacao-para-o-rio-grande-do-sul.html

https://www.youtube.com/watch?v=i4aMRQZ58qc

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sábado, abril 29, 2023

 

O remédio gratuito chamado SOL


Um estudo recente na Suécia, publicado na revista científica Journal of Internal Medicine, chegou à conclusão que uma deficiência de luz solar pode ser tão prejudicial à saúde humana quanto o vício de fumar cigarros. O estudo envolveu 30.000 mulheres durante 20 anos. No início do estudo, as mulheres tinham entre 25 e 64 anos.

Um outro estudo, mais antigo, descobriu que a incidência de câncer nos Estados Unidos aumentava com o aumento da latitude do local de residência das pessoas. Portanto, menos sol leva a mais câncer.

Para confirmar essa relação entre luz solar e saúde, eu fiz uma pesquisa aqui no Brasil usando o Portal da Transparência [2], que disponibiliza o número de óbitos registrados no país a cada mês, em cada estado e em cada ano. Para isso, selecionei os estados do Rio Grande do Sul (RGS, latitude próxima de 30º Sul) e do Rio Grande do Norte (RGN, latitude próxima de 6º Sul). A Tabela que levantei envolve os anos de 2015 até 2022 e encontra-se abaixo [3]. As conclusões que podem ser tiradas são as seguintes:

1. No RGS há um pico de óbitos registrados nos meses de junho e julho de cada ano (frio máximo devido ao inverno, pela falta de sol nessa região), enquanto no RGN o máximo de óbitos não ocorre em meses específicos, devido à presença de sol regular em todos os meses do ano.

2. Há um padrão bem definido (tanto no RGS como no RGN) de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário.

3. Tanto no RGS como no RGN, há um crescimento monotônico dos óbitos desde 2015 até 2021, havendo uma diminuição nesse número total de óbitos em 2022. Para comparar os óbitos do RGS com os dos RGN, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: o RGS tem uma população de 11.466.630 habitantes (estimativa de 2021) e o RGN tem população de 3.560.903 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 3,22. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais do RGN, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais do RGS. Fazendo essas comparações, verificamos que, em todos os anos, os óbitos no RGS são maiores do que no RGN: 62% maior em 2022, 66% em 2021, 44% em 2020, 54% em 2019, 69% em 2018, 111% em 2017, 126% em 2016 e 222% em 2015. Conclusão: devido ao remédio chamado Sol, mais presente no RGN do que no RGS, há menos óbitos no RGN do que no RGS.

4. Tanto no RGS como no RGN, há um aumento atípico de mortes nos meses de março, abril, maio e junho de 2021: mortes entre 10.735 e 16.024 no RGS e mortes entre 2.225 e 2.590 no RGN. Aqui a explicação é bastante simples: a vacinação nacional de covid no Brasil começou no final de fevereiro de 2021 ! Detalhe: o pico de mortes no RGS (16.024) e o pico de mortes no RGN (2.590) ocorreram no mesmo mês: março 2021.

5. Taxa de óbitos em 2021: RGS = 10,37 óbitos/1.000 habitantes, RGN = 6,26 ob/1.000 hab

Referências:

[1] Por que a deficiência de luz solar é tão mortal quanto fumar: https://eraoflight.com/2023/04/25/why-sunlight-deficiency-is-as-deadly-as-smoking/

[2]https://transparencia.registrocivil.org.br/registros

[3]  


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quarta-feira, agosto 23, 2017

 

A Cura com Oxigênio


Abaixo vão algumas informações retirados da Referência [1] que trata de Terapia Hiperbárica com Oxigênio.

Em um ambiente não poluído, existe cerca de 21% de oxigênio no ar que respiramos. Simplificadamente, a Terapia Hiperbárica com Oxigênio [em inglês, HBOT = HyperBaric Oxygen Therapy] funciona fazendo os pacientes respirar 100% de oxigênio em um ambiente fechado e pressurizado. Os pulmões transferem esse oxigênio para as células vermelhas do nosso sangue e empurra esse oxigênio para dentro do fluido do sangue. Essas células cheias de oxigênio são levadas para todo o corpo pelo plasma (fluido), que circula através dos vasos sanguíneos. HBOT usa o oxigênio para tratar os tecidos do corpo que foram danificados pela falta de oxigênio. HBOT é um tratamento holístico que atinge a condição ou doença subjacente, e não apenas os sintomas. Esta é uma alternativa médica cientificamente provada ao uso de terapias com drogas e de cirurgias invasivas.

A terapia hiperbárica com oxigênio não é apenas um tratamento excelente e aprovado para queimaduras, mas ela também mostrou que ajuda certas condições associadas à idade,  como osteoporose, demência, Alzheimer, Parkinson, visão pobre e, até, rugas. HBOT também ajuda no tratamento de câncer e autismo. Ela funciona a nível celular, sendo o oxigênio absorvido pelos tecidos do corpo que estão deficientes em oxigênio, de tal forma que eles possam se curar ou evitem de morrer.

Pesquisas mostram um aumento de risco de contrair câncer de esôfago ao se ingerir bebidas, como café e chimarrão [o Rio Grande do Sul é campeão neste quesito], que estão muito quentes. Alimentos (e bebidas) muito frias (como sorvetes, refrigerantes, cervejas, água, etc), também não fazem bem para a saúde. 

Por que se usa uma pressão acima da atmosférica padrão (1 bar) na terapia HBOT?  De acordo com a lei da física dos gases (no caso, o gás é oxigênio), mais gás é dissolvido em um líquido (no caso, nosso sangue) quando a pressão do gás é aumentada. HBOT reduz a inflamação do corpo, algo que retarda o processo de cura de qualquer enfermidade.

Médicos da Holanda descobriram que o oxigênio mata as bactérias anaeróbicas (que não usam oxigênio) que causam infecções em ferimentos. HBOT ativa as células brancas do sangue do nosso sistema imunológico. Tipicamente, o paciente de HBOT fica deitado em uma câmara fechada por 60 a 90 minutos, em cada sessão de tratamento. Não se pode levar nada que cause faísca ou fogo na câmara de oxigênio, com fósforos, cintos, joias, baterias, metais ou telefones celulares. Os pacientes devem usar apenas vestimentas 100% algodão, sem poliester ou fibras sintéticas.

HBOT é difícil de se conseguir realizar porque opções não-medicinais e não-invasivas irão reduzir a necessidade de medicamentos e cirurgias, o que irá reduzir os lucros de hospitais, universidades e provedores de auxílio à saúde. Eu mesmo já tentei pagar por sessões de HBOT (em Campinas e em Piracicaba-SP) mas os responsáveis não aceitaram me atender. Só atendem pacientes que são encaminhados para lá por médicos de outra especialidade, que geralmente não dão essa recomendação, para não perder clientes! Catch 22!

Um dos benefícios mais excitantes da HBOT é a forma como ela ajuda nas condições associadas com a idade avançada, incluindo demência, problemas de visão, artrite, e inclusive, dizem, com a diminuição de espessura e as rugas da pele.O envelhecimento normal é um fenômeno associado ao DNA e um acúmulo de insultos contra nosso corpo ao longo de nossa vida. Um estilo de vida mais saudável deve levar em conta:

1. Cuidado com a linha da cintura
2. Mantenha o cérebro ativo
3. Diminua sua tensão (estresse)
4. Baixe sua pressão sanguínea alta
5. Mantenha-se ativo
6. Evite fumar e beber
7. Evite açúcar alto no sangue
8. Durma mais

Antienvelhecimento é um benefício pouco conhecido da terapia hiperbárica com oxigênio. Ela pode fazer seu cabelo crescer mais espesso e sua disposição sexual subir. Se as pessoas entendessem o que o oxigênio faz, você precisaria fazer reservas com muita antecedência para entrar em uma câmara hiperbárica (se não existisse o Catch 22, mencionado acima).

O oxigênio hiperbárico pode reduzir tumores ovarianos. Na Noruega descobriu-se que apenas o tratamento hiperbárico era duas vezes mais efetivo que a quimioterapia no controle de câncer de mama. Uma explicação para isso é que quando as células cancerosas, que têm falta de oxigênio, são supridas com o nível correto de oxigênio, essas células cancerosas começam a morrer de apoptose, que é o processo de eliminação de células velhas, doentes e desnecessárias sem prejudicar o resto do corpo. A quimioterapia agressiva pode muitas vezes matar as células boas, assim como as más. 

Olivia era uma paciente que foi diagnosticada com câncer de mama com a idade de 64 anos, passando seis anos após seus tratamentos de radiação e quimioterapia "vivendo numa neblina". Sua memória de curto prazo ficou progressivamente pior até o ponto que ela não podia mais trabalhar ou fazer as tarefas mais básicas do lar. Em 2002 eu dei a ela 20 sessões de HBOT. Depois disso, sua memória voltou e ela foi capaz de voltar ao trabalho e recomeçar sua vida diária normal.

A acupuntura foi testada em um grupo de pacientes com câncer de mama que tinham sido tratadas com quimioterapia que tinha causado náuseas. Aquelas que tiveram cinco dias de acupuntura, que é a estimulação de pontos específicos ao longo do corpo usando agulhas finas ou a aplicação de pressão de calor ou luz de laser, tiveram um-terço a menos de episódios de náusea  do que aquelas que foram tratadas apenas com medicação antináusea. Acupressura auto-administrada (do in), onde as pacientes pressionam certos pontos, tal como o PC6 no punho (sem o uso de agulhas) também se provou de ajuda em alguns casos.

O oxigênio inalado ajuda as células do cérebro se regenerarem. Um derrame cerebral ocorre quando o fluxo de sangue para alguma parte do cérebro é interrompido, e a falta de oxigênio e de nutrientes fazem a células do cérebro morrerem. Uma outra causa de derrame cerebral é uma ruptura de um vaso de sangue no cérebro (AVC=acidente vascular cerebral). Isso causa o que é chamado "hemorragia cerebral", um sangramento dentro do cérebro. Uma hipertensão não controlada é a causa mais comum de hemorragia cerebral. Alguns avisos de um aneurisma rompido inclui uma forte dor de cabeça que surge rapidamente e atinge sua máxima intensidade em questão de segundos. Os sintomas do derrame cerebral dependem de qual parte do cérebro fica sem fluxo de sangue. Se um caminho ligado à locomoção é atingido, por exemplo, a habilidade de se mover será afetada. Se áreas ligadas à fala fica sem fluxo de sangue, a pessoa fica com problemas para  entender o que as pessoas falam, aparentam confusão mental, ou tem dificuldade em falar. HBOT é muito eficaz no tratamento de traumas na cabeça.

O uso de apenas ar sob pressão não pode ser considerado como placebo, quando comparado com a HBOT, porque há um aumento nos níveis de oxigênio no sangue quando a pressão do ar é aumentada, em contato com o seu corpo.

Outro caso interessante: um menino com autismo começou a falar pela primeira vez após várias sessões de tratamento com oxigênio hiperbárico. 

Impactos na cabeça pode levar a sérios problemas mentais. Os cientistas suspeitam que explosões afetam os cérebros de soldados da mesma forma que concussões (em boxeadores e jogadores de futebol americano, batidas fortes na cabeça) e doença de descompressão súbita (de mergulhadores). Esses tipos de danos podem causar o que é chamado de encefalopatia traumática crônica (CTE, em inglês), uma condição séria encontrada tanto em soldados como em jogadores de futebol americano, que pode levar a comportamento violento e irracional, depressão e suicídio. No momento, CTE só pode ser comprovada quando uma autópsia é feita. Existe um filme (Concussion) de 2015, com Will Smith, que trata desse assunto.

Tratamentos hiperbáricos têm sido usados para tratar autismo. Autismo é de 4 a 5 vezes mais comum em meninos do que em meninas. Estatísticas do governo [1] mostram um aumento de 10 a 17% em anos recentes. Tratamentos hiperbáricos também têm sido usados em oftalmologia, para recuperar a visão de pessoas, já que pesquisas mostraram que um aumento de oxigênio pode ajudar a visão em humanos, tais como descolamento da retina, degeneração macular, melhora da acuidade visual, etc. Até rugas do rosto diminuem com este tratamento.

HBOT pode aumentar a população de células tronco no corpo, que acelera o processo de cura desse tratamento. Há relatos de pacientes paraplégicos que voltaram a andar após esse tipo de tratamento.

Existem evidências científicas que HBOT pode ajudar a melhorar as funções cognitivas de idosos. Algumas das condições associadas à idade que a HBOT pode ser útil são: 
- artrite
- derrame cerebral
- rugas
- visão diminuída
- cura lenta de ossos
- falha congestiva do coração
- doença de Parkinson
- doença de Alzheimer
- demência

Referência:
[1] William S. Maxfield, The Oxygen Cure: A Complete Guide to Hyperbaric Oxygen Therapy, Humanix Books, 2017. ISBN: 978-1-63006-051-0.

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