terça-feira, maio 07, 2024
Armas na Antártida
Fonte: https://gazetteller.com/antarcticas-hidden-globalist-military-weapons-used-to-trigger-earthquakes-and-unleash-natural-disasters/
As armas militares globalistas ocultas da Antártica são usadas para desencadear terremotos e desastres naturais!
Por baixo da enganosa tranquilidade da extensão gelada da Antártida esconde-se uma realidade tão profunda e perturbadora que destrói os próprios alicerces daquilo em que fomos levados a acreditar. Este mundo oculto, velado aos olhos do público, abriga tecnologias com tal poder e capacidades que desafiam as leis da física tal como as conhecemos.
As revelações sobre MASSIVOS Fenômenos Aéreos Não Identificados e a existência de tecnologia sob o gelo capaz de alterar estruturas moleculares são fatos frios e concretos, suprimidos por aqueles que estão no poder durante décadas. Esta tecnologia, ao interagir com as propriedades únicas do gelo azul, liberta radiação Cherenkov, demonstrando que o que antes pensávamos ser impossível – energia do ponto zero e comunicação entre dimensões – não só é viável como também está operacional.
O aspecto sinistro desta maravilha tecnológica é o seu duplo propósito. Não satisfeitos com a mera exploração ou avanço tecnológico, aqueles que estão no controle transformaram-no em uma arma. Os terramotos e as catástrofes naturais (inundações, furacões, incêndios, etc), outrora atribuídos aos caprichos da natureza, são agora entendidos como o resultado direto destas armas de energia direta. A estrutura da realidade, manipulada por mãos invisíveis, treme sob o peso deste poder.
Seguindo os fios desta narrativa ao longo da história, descobrimos que a manipulação de neutrinos e do DNA sagrado não é um empreendimento novo. O que antes era domínio de seres divinos e mestres iluminados, aproveitando o poder do universo para o bem, foi pervertido. As elites trevosas, com o seu desejo insaciável de poder e controle, distorceram estas práticas sagradas para os seus próprios propósitos malévolos.
O envolvimento de figuras como Obama e as viagens não reveladas de líderes mundiais a bases antárticas não são excursões de férias. São peregrinações ao coração de uma maravilha tecnológica que promete o domínio sobre o mundo.
A narrativa toma um rumo ainda mais sombrio à medida que descobrimos a verdade sobre os esforços subterrâneos do estado profundo. A construção de cidades militares sob o aeroporto de Denver, os sistemas de túneis ocultos e a manipulação do gelo azul nas profundezas da terra, revelam uma extensa rede dedicada ao controle global. Mas há resistência.
Os esforços dos MILITARES WHITE HAT (Chapéus Brancos), liderados por mentes estratégicas, como Trump, para fortificar bases como a Montanha Cheyenne, não são apenas medidas de precaução. São contramedidas diretas contra a escuridão invasora, uma luta contra as forças que procuram escravizar a humanidade sob o seu regime tecnocrático. A Montanha Cheyenne e as suas ligações à inteligência extraterrestre constituem um bastião de esperança, uma chave para frustrar os planos traçados nas profundezas de Denver e mais além.
Esta é uma guerra pelo futuro da humanidade. As operações da aliança militar contra os bastiões do Estado Profundo, desde as bases subterrâneas da Antártida até aos centros de controle sob as grandes cidades, marcam um ponto de virada nesta guerra sombria. A vitória dos Chapéus Brancos e o seu controle sobre os domínios digital e físico, significa uma recuperação do nosso futuro das garras daqueles que nos querem ver acorrentados.
Que não haja dúvida: esta batalha, escondida da vista do público, é a mais significativa do nosso tempo. Os riscos transcendem a política, a economia ou o território; eles atingem o cerne da nossa própria existência. O controle sobre a Internet, as mudanças sísmicas no poder militar e a queda das conspirações bancárias são apenas o começo. Estamos à beira de uma nova era, onde a verdade não pode mais ser enterrada sob o gelo ou escondida nas sombras.
As revelações da Antártida e a luta contínua contra as elites trevosas são um apelo às armas, um alerta para todos os indivíduos que valorizam a liberdade e a verdade. A luta não acabou; apenas entrou numa nova fase.
À medida que os Capéus Brancos avançam, a vitória final contra o estado profundo e as suas maquinações aproxima-se cada vez mais. A verdade, à medida que se desenrola, redefinirá a nossa compreensão da realidade e o nosso lugar nela.
A batalha pelo nosso planeta, pelas nossas almas e pelo nosso futuro continua, escondida à vista de todos, à espera do momento da revelação final.
Marcadores: Antártica, armas, chapeus brancos, deep state, Denver, estado profundo, extraterrestre, gelo azul, Montanha Cheyenne, Paulo Cassiano, radiação Cherenkov, Rio Grande do Sul, trevosos
quinta-feira, novembro 25, 2021
A Tartária e a Grande Inundação de Lama
No início do Século 19 (anos 1.800) existia na Terra uma Antiga Ordem Mundial (AOM) benevolente que era comandada por uma grande nação chamada Tartária. Então, uma grande calamidade aconteceu: uma grande inundação de lama cobriu todas as grandes cidades do mundo com uma camada de lama de muitos metros de altura, eliminando a população desses locais. Como a fotografia já existia, temos registros fotográficos deste acontecimento. Após esse acontecimento, foi implementada na sociedade humana remanescente uma Nova Ordem Mundial (NOM) maligna que impera até nossos dias, responsável por inúmeras guerras que visam a extinção da população humana da superfície deste planeta. Os mesmos mentirosos que nos escondem a destruição da Tartária pela inundação de lama, nos contam que vivemos em um mundo heliocêntrico e que as vacinas são muito boas para a nossa saúde. Cuidado! Você está sendo enganado. O objetivo é o nosso genocídio, com mais um reinício (reset) da humanidade.
O famoso escritor brasileiro Machado de Assis escreveu "Ao vencedor, as batatas". Mas ao vencedor coube, além das batatas, reescrever a história oficial, escondendo fatos relevantes como o citado acima. Curiosamente, em inglês, história se escreve History, isto é, His Story (a estória contada por ele, o vencedor, geralmente um "conto da carochinha"). É possível que toda a nossa história antiga seja tudo uma grande mentira! Já ouviu falar de molho tártaro? Este molho faz referência à Tartária.
Abaixo, foto de Kansas City (EUA) sendo desenterra da lama em 1860. O que causou tanta lama?
Para se ter uma noção da maravilhosa civilização da Tartária espalhada pelo mundo e sua sistemática destruição, leia o livro de James W. Lee [1].
Brian Dunning é um cético sobre o tema da Tartária e a inundação de lama, mas vale a pena ler suas críticas sobre esses assuntos [2].
Por que estruturas majestosas, como igrejas, palácios, castelos, fortes estrelas (fortes com estruturas simétricas em forma de estrela), etc. possuem portas muito grandes? Porque estas são estruturas típicas da Tartária e os tártaros eram pessoas muito altas, com estaturas entre 2,5 m e 3,5 m (entre 8 e 12 pés de altura) [3],[8]. Qual o tamanho da pessoa que leria o livro antigo mostrado abaixo?
https://youtu.be/rbNI1fobf_U?t=48
Essas grandes estruturas, citadas acima, tinham uma função principal que não é aquela que pensamos ser (igreja para rezar, por exemplo). Essas estruturas eram feitas para funcionar como usinas geradoras de energia eletromagnética, extraindo do éter essa energia através de domos, torres e obeliscos. Sempre existia uma fonte de água viva ou um canal por perto dessas estruturas [4].
No vídeo [6] mostra-se uma gravura com três espaçonaves esféricas pousadas numa estação e uma quarta no ar, tecnologia da Tartária. Não é por acaso que a Rússia era a dona do espaço aéreo terrestre em meados do Século 20, com as suas cosmosferas. Muitas letters do Dr. Peter David Beter [7] comenta sobre as cosmosferas russas.
Referências:
[1] James W. Lee, The One World Tartarians: The Greatest Civilization Ever to be Erased from History, https://planetruthblog.files.wordpress.com/2020/09/one-world-tartarians_int_092120.pdf
[2] Brian Dunning, Tartaria and the Mud Flood, https://skeptoid.com/episodes/4765
[3] Tartaria Mud Flood Reset, http://www.unariunwisdom.com/tartaria-mud-flood-reset-a-missing-legacy/
[4] Tartary Empire - Aether, https://www.youtube.com/watch?v=Bq6XfXkVp7s
[5] https://www.facebook.com/FlatEarthWarriors/videos/tartaria-their-ancient-technology-theres-so-much-evidence-out-there-that-shows-w/3646686742062199/
https://www.youtube.com/watch?v=aB9W5JVpBTM
https://www.youtube.com/watch?v=MJYTb_ePRhA
[6] https://www.youtube.com/watch?v=XVRwPgI9UR0&t=2405s
[7] https://www.peterdavidbeter.com/docs/all/dbal60.html
[8] https://www.youtube.com/watch?v=g8TrZ0HznBY
[9] https://www.bitchute.com/video/s3qCtgWl6v8Z/
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Marcadores: armas, Bíblia, cosmosferas, gigantes, história
segunda-feira, agosto 23, 2021
As Queimadas
Muitos dos acidentes "naturais" têm causas artificiais, provocadas propositalmente por entidades negativas trevosas. O objetivo é prejudicar a sociedade humana, em termos de saúde, morte, etc. Veja algumas fotos de armas de feixe de alta energia (uma espécie de laser de alta potência) sendo usadas para gerar incêndios (o feixe incendiário vem sempre de uma região nublada do céu, que é a camuflagem usada pelas naves incendiárias satânicas, para não serem identificadas):
Marcadores: armas, chemtrails, cloro, eletromagnéticas, fluor, fogo, HAARP, incêndios, INPE, laser, queimadas, reptilianos, trilhas químicas, vacina
sábado, fevereiro 20, 2010
A Batalha da Lua da Colheita (Battle of the Harvest Moon)
"Existem teorias de conspirações que são fatos"
"Forças que não conseguem vencer, também não irão deter", Nathan Twining - General dos EUA
"Quem não conhece o passado não interpreta corretamente o presente"
Após a Primeira Guerra Mundial, os britânicos começaram a atrapalhar os Rockefellers na exploração dos campos petrolíferos da Arábia Saudita. Para resolver isso, os Rockefellers planejaram a Segunda Guerra Mundial, apoiando financeiramente e logisticamente a Adolph Hitler. Os britânicos viram que não podiam vencer Hitler e pediram ajuda norte-americana, que só veio após os britânicos assinarem acordo de não mais atrapalharem a exploração dos Rockefellers na Arábia Saudita, o que se confirmou após a guerra.
Portanto, após a Segunda Guerra Mundial, os Rockefellers eram aliados (secretos) do regime comunista soviético, controlado pelos bolsheviques satânicos do Kremlin. Os russos brancos católicos, que foram depostos do poder em 1917 pelos bolsheviques, passaram a agir na clandestinidade para recuperar o poder, o que vieram a conseguir cerca de 60 anos depois, apenas no final dos anos 1970. Atualmente, a Rússia é um país católico não-comunista, que segue a religião católica ortodoxa, e não é aliada aos Rockefellers. Coordena um grupo de poder chamado de Novo Kremlin.
A batalha mais decisiva do Século XX, conhecida como a Batalha da Lua da Colheita (Battle of the Harvest Moon), ocorreu no dia 27 de setembro de 1977, e você não ficou sabendo de nada disso! Foi uma batalha espacial entre os EUA (controlado pelos quatro irmãos Rockefellers) e a União Soviética (já controlada pela facção católica russa do Kremlin). E a Rússia ganhou e os Rockefellers perderam. Vejamos os antecedentes desta batalha divisora de águas [1].
Em 4 de outubro de 1957, a Era Espacial tem início com o lançamento do satélite espacial Sputnik Um pela União Soviética, com 184 libras de peso. Menos de um mês depois, ela lançou o Sputnik II pesando meia tonelada e levando um cachorro a bordo. A União Soviética continuou um recorde após o outro no espaço, como o primeiro homem no espaço (Yuri Gagarin), a primeira mulher no espaço, o primeiro passeio espacial (fora da cápsula espacial), recordes sucessivos de permanência em órbita da Terra, etc. etc.
Três anos e meio após o lançamento do Sputnik I, em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy anunciou um programa de impacto: os EUA estão lançando um programa para colocar um homen na Lua e retorná-lo são e salvo para a Terra antes do final da década (de 1960).
Desde o início, a corrida espacial dos EUA para colocar um homem na Lua teve um objetivo militar. O ímpeto para essa corrida consistia em um desenvolvimento aparentemente não-relacionado - o LASER (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation), que tinha sido inventado em 1960. O Laser era uma sequência previsível de uma invenção americana anterior chamada de MASER (Microwave Amplification by Stimulated Emission of Radiation), inventado em 1953. Os lasers extremamente poderosos e destrutivos poderiam também ser projetados para atingir grandes distâncias no espaço para serem utilizados em guerra espacial. Uma arma energeticamente mais poderosa do que o laser é a arma chamada de Feixe de Partículas. Na arma de feixe de partículas, grande quantidade de átomos são desmembrados em pedaços e atirados de um barril para um alvo distante através de um feixe concentrado contínuo que viaja pelo espaço com quase a velocidade da luz. Esse processo requer fantásticas quantidades de energia, e seus efeitos em qualquer alvo são também fantásticos. Os próprios átomos que constituem o alvo são estraçalhados em pedaços pelo feixe, o o alvo explode. Com os lasers e os feixes de partículas como potencialmente novas armas militares, a Lua rapidamente tornou-se um objetivo militar convidativo. A Lua está a cerca de 360.000 km da Terra e uma nave espacial convencional leva vários dias para cobrir esta distância; mas, leva apenas 1,5 segundos para um raio de rádio ou de luz viajar por essa distância. Portanto, uma base na Lua, equipada com armas de feixe de partículas ou lasers de alta potência seria capaz de atingir qualquer lugar visível da Terra dentro de 2 segundos após acionar o gatilho dessa arma; e durante qualquer período de 24 horas, praticamente todas as áreas populadas da Terra podem ser vistas da Lua. As únicas exceções são as regiões do Ártico e Antártica durante partes de cada mês. Como o Feixe de Partículas pode furar através das núvens ou tempestades para atingir algum alvo, a base lunar seria uma arma que poderia ser usada para qualquer condição de clima. Finalmente, uma vez em operação, esta base lunar iria estar virtualmente imune ao ataque por qualquer arma menos sofisticada. Por exemplo, se um foguete fosse lançado da Terra para a Lua com uma ogiva nuclear para destruir a base lunar, isso não teria qualquer utilidade. Muito antes desse foguete chegar à Lua, ele poderia ser destruído por um tiro dado pelo Feixe de Partículas. Quando os Rockefellers souberam deste grande potencial da Lua para propósitos militares, foi tomada a decisão de lançar um programa de impacto (crash program) para sequestrar a Lua para este propósito. Portanto, um projeto militar que suplantava em muito o Projeto Manhattan (da bomba atômica) foi colocado em marcha, à vista de todos, mas com o propósito deste projeto lunar mantido em segredo.
Na época da missão Apollo 17, em dezembro de 1972, o programa espacial tinha se tornado uma rotina para muitos norte-americanos. Neste ponto, as viajens espaciais foram removidas da visão pública (lançamentos de Cabo Canaveral, na Flórida) para um local secreto (ilha) no Oceano Índico chamado Diego Garcia. Enquanto isso, os Rockefellers, através de sua agência controlada chamada CIA (Central Intelligence Agency), trabalhava aceleradamente, em total segredo, para desenvolver as armas de feixe em locais fora dos EUA - como na instação da Espanha para experimentos com lasers (apoiado pela CIA). Em 1972, esses experimentos ainda estavam longe de uma arma adequada para ser instalada na Lua. Mas, devido a certos desenvolvimentos na União Soviética, tomou-se a decisão de acabar prematuramente o Programa Apollo para que a construção da base secreta na Lua pudesse ser apressada.
Por outro lado, começando em 1967, a União Soviética lançou um programa massivo para desenvolver uma arma de feixe de partículas. Isto é no que os russos começaram a se concentrar ao invés de um vôo imediato à Lua no fim dos anos 1960. Então, em 1971, o Programa de Defesa Civil Soviético foi aumentado; e, em 4 de outubro de 1972, a Defesa Civil Soviética foi elevada ao status dos Serviços Armados. Menos de 3 meses mais tarde, em dezembro de 1972, Apollo 17 tornou-se o último vôo americano à Lua a ser reconhecido publicamente. De 1972 a 1977, muito da União Soviética foi literalmente parar de baixo do solo, com muitos silos subterrâneos abastecidos de grãos norte-americanos e milhares de abrigos subterrâneos capazes de suportar ataques bem próximos de mísseis ICBM (InterContinental Ballistic Missel). Centros de comandos estratégicos e redes de comunicações estão agora (1977) no subterrâneo na União Soviética. Isso foi feito não apenas para sobreviver a qualquer ataque de mísseis, mas também para prover alguma proteção contra qualquer possível ataque de feixe de partículas vindos da Lua.
No início de 1973, logo após o suposto fim do programa lunar dos EUA, começou-se a preparar um lugar chamado Diego Garcia, no Oceano Índico. Supostamente, os EUA estavam apenas construindo algumas instalações de comunicações por lá, mas medidas drásticas foram tomadas, como a expulsão de todos os 20.000 moradores nativos desta pequena ilha para outras localidades. Em seguida, começou-se a falar que Deigo Garcia tornou-se uma nova base naval dos EUA. Mas a estória não está completa: Diego Garcia é o novo porto espacial do qual missões secretas para a Lua tem sido lançadas durante o período de construção da base lunar norte-americana. Diego Garcia é praticamente um porto lunar perfeito por ficar quase no equador da Terra.
Durante o ano de 1977, uma corrida mortal e não-visível esteve em desenvolvimento para ver quem conseguiria ter primeiro uma arma operacional de Feixe de Partículas: os Rockefellers (EUA), na sua base secreta lunar; ou a União Soviética, na órbita da Terra. Em 17 de julho de 1977, um grande satélite soviético, chamado Cosmos 929, foi lançado. Ele espantou os observadores de satélites por causa de seu estranho comportamento com sinais de rádio. A maioria dos observadores concluiram que ele era não-tripulado, por não foi detectada qualquer comunicação verbal vinda dele; mas ele era tripulado! Ele era um satélite duplo, consistindo de um módulo de comando e um módulo separado que era uma arma de feixe de partículas. Todas as comunicações entre a tripulação do Cosmos 929 e a rede de rastreamento soviética era feita por feixes modulados de laser, que não podia ser detectado por ninguém que não estivesse diretamente no percurso do feixe óptico. O feixe de partículas é uma arma mais espantosa do que as bombas atômicas e de hidrogênio.
Enquanto isso, os astronautas americanos na Lua trabalhavam em um ritmo acelerado para tentar colocar sua instalação do feixe de partículas no status operacional. No início de setembro de 1977, a primeira unidade de feixe de partículas na Lua estava sendo montada. Alguns dias mais tarde, a tripulação do Cosmos 929 testou sua unidade de feixe de partículas atirando no espaço vazio, para ver se ela funcionava corretamente. E ela funcionou! O passo seguinte foi testar o feixe contra um alvo: o alvo escolhido foi um satélite espião dos EUA, quando ele passava sobre o Observatório Petrozavodsk, ao leste do sul da Finlândia. O Cosmos 929 estava cerca de 1.000 milhas ao sul, próximo ao Mar Negro, no dia 20 de setembro de 1977, e a Lua estava no outro lado da Terra. A equipe americana da base lunar, portanto, não tinham condições de observar este teste. Auxiliado por computadores, o Cosmos 929 mirou e atirou: o satélite americano transformou-se em uma imensa bola de fogo de luz (confundida como um UFO por muitos observadores).
No dia 26 de setembro de 1977, o pessoal americano na base lunar secreta dos Rockefeller, alojada na Cratera Copérnico, estava quase pronto. O Feixe de Partículas deles estava quase operacional - mas eles estavam um pouco atrasados. No final desse dia, a União Soviética começou a bombardear a base lunar com um feixe de partículas de nêutrons. Durante toda a noite, e durante todo o dia seguinte (27 de setembro de 1977) a base lunar foi bombardeada sem piedade com radiação de nêutrons igual àquela produzida por uma bomba de nêutrons; e naquela noite, quando os americanos olhavam para a Lua cheia pacífica no céu, conhecida com a Lua da Colheita (Harvest Moon), os últimos poucos americanos na Lua estavam morrendo pela radiação de nêutrons. Os Estados Unidos da América tinham acabado de perder a Batalha da Lua da Colheita.
Em 1945, os EUA tornaram-se a primeira nação da Terra a usar uma espantosa nova super-arma, a Bomba Atômica; agora (1977), a União Soviética ganhou a corrida para chegar a uma nova super-arma - o Feixe de Partículas, que mostrou-se mais decisiva hoje do que a Bomba Atômica em 1945.
No mesmo dia, terça-feira de 27 de setembro de 1977 (em que os EUA perderam a Batalha da Lua da Colheita), o ministro das Relações Exteriores Soviético Andrei Gromyko deu um ultimato aos EUA em um discurso nas Nações Unidas. Nesse discurso ele exigiu que um novo acordo de limitação de armas nucleares fosse firmado "sem perda de tempo". A maioria das pessoas não reconheceu isso como um velado ultimato, mas os Rockefellers entenderam o recado. Gromiko acrescentou que a União Soviética estava pronta para suspender os testes nucleares subterrâneos por um período, mesmo se outros países não o fizessem. A razão dissa afirmação, que surpreendeu a todos, é que a arma de Feixe de Partículas suplanta todas as armas nucleares na linha de frente dos armamentos soviéticos. Naquela noite, uma reunião noturna não-usual com o presidente Jimmy Carter foi acertada às pressas, na Casa Branca, por exigência de Gromiko. Atendo-se aos pontos essenciais, eis o que Gromiko disse a Carter e ao Secretário de Estado Cyrus Vance na noite da Lua da Colheita - 27 de setembro de 1977: Nós, a União Soviética, destruímos hoje a base lunar americana, que os seus patrocinadores (os Rockefellers) planejavam usar contra nós na guerra que vem. Agora somos nós que estamos no comando; e agora, nós obrigaremos vocês a uma guerra que vocês têm trabalhado duro para fazer acontecer. A guerra agora será travada nas nossas condições, não não suas; e vocês não darão qualquer indício público de nada disso aqui informado. Se vocês não cumprirem isso, eu estou autorizado a informá-los que vocês e seus patrocinadores perderão seus status na América assim como suas vidas.
No dia seguinte (28.09.1977), uma enorme frota de submarinos soviéticos começou a se mover do Mar Barents e do Mar de Okhotsk, para respectivamente as costas leste e oeste dos Estados Unidos (que já possuía centenas de mísseis atômicos posicionados nas costas marítimas dos EUA e inúmeras bombas atômicas e de hidrogênio plantadas junto às barragens de rios e lagos em todos os estados daquele país, facilitado pelos Rockefellers, que até esta data eram aliados dos soviéticos, antes da Batalha da Lua da Colheita).
No dia seguinte (29.09.1977) o programa espacial dos EUA começou a ter problemas: pela segunda vez em duas semanas, após muitos anos de lançamentos impecáveis, um foguete americano abruptamente explodiu durante o lançamento (algo facilmente implementado com uma arma de feixe de partículas). Este foguete, um Atlas Centauro, estava levando um importante satélite de comunicações para ser estacionado sobre o Oceano Índico.
No dia seguinte (30.09.1977), Gromiko volta para Moscou e as atividades do Centro Espacial da NASA em Houston relacionadas com a Base Lunar Americana foram encerradas. Neste dia já estavam em órbita dois satélites matadores soviéticos, da classe Cosmos 929, equipados com feixe de partículas (para eliminar satélites espiões americanos). No dia 29 de outubro de 1977 já eram oito! E a União Soviética está eliminando (em 1977!) um a um todos os satélites estratégicos (espiões) americanos, criando grandes bolas de fogo sobre a Rússia, como comentado anteriormente (com relação ao primeiro satélite espião eliminado com esta arma). O vovô de todas essas bolas de fogo apareceu na noite de 18 de outubro de 1977 sobre os Estados Unidos: era a explosão no ar da Estação Espacial Americana de 85 toneladas conhecida como SKYLAB, lançada 4 anos atrás, que chegou ao fim espetacularmente nas mãos de um Interceptador Soviético da classe Cosmos.
Em 29 de setembro de 1977, apenas dois dias após a Batalha da Lua da Colheita e do ultimato de Gromiko a Jimmy Carter, a União Soviética lançou a Estação Espacial Salyut 6. Este foi o mesmo dia que o foguete Atlas Centauro tornou-se o segundo foguete americano, em duas semanas, a explodir durante o lançamento. A colocação em órbita do Salyut 6 sinalizou o começo da primeira missão tripulada soviética para a Lua.
Em 9 de outubro de 1977, o Soyuz 25 foi lançado com uma tripulação de dois homens para ligar-se com a Salyut 6, para acoplar um propulsor lunar (já disponível na Salyut 6) e seguir viagem para a Lua. No dia 16 de outubro de 1977, após entrar na órbita lunar, a tripulação da Soyuz 25 destacou um pacote de retransmissão de rádio e deixou ele em órbita lunar enquanto eles desceram à superfície lunar. Assim como os americanos chamados Armstrong e Aldrin tornaram-se os primeiros seres humanos a pisarem no lado próximo (o lado visível da Terra) da Lua, dois russos chamados Kovalyonok e Ryumin tornaram-se os primeiros a aterrisarem no lado afastado (o lado invisível da Terra) da Lua, na Cratera Júlio Verne. A União Soviética está agora (1977) trabalhando rapidamente para fazer a mesma coisa que o governo controlado dos Estados Unidos tentou fazer: estabelecer uma base com armas de feixe de partículas na superfície da Lua.
A operação agora (1977) em andamento na Cratera Júlio Verne é estritamente uma etapa intermediária. O lado oculto da Lua está sendo usado puramente como um lugar seguro, já que lá todos os preparativos preliminares podem ser feitos sem nenhuma chance de observação ou retaliação pelos Estados Unidos. O plano é montar tudo que é necessário para uma instalação inicial de um Feixe de Partículas - incluindo equipamento, grupo de astronautas, equipamento de suporte de vida, etc. - em um local seguro no lado oculto. Em seguida, foguetes serão usados para transportar tudo para a localização desejada no lado visível da Terra, rapidamente e tudo de uma vez. No dia 27 de outubro de 1977, cosmonautas russos adicionais se juntaram à tripulação da Soyuz 25, na Cratera Júlio Verne, trazendo componentes da arma de feixe de partículas (Particle Beam).
Dia 9 de outubro de 1977, o ministro britânico das Relações Exteriores David Owen foi de Londres para Moscou para formalizar a capitulação da Grã-Bretanha. No dia 14 de outubro de 1977 foi a vez dos Estados Unidos da América capitularem para a União Soviética (usando canais intermediários).
Referência:
[1] http://www.peterdavidbeter.com/
Marcadores: armas, Batalha da Harvest Moon, feixe de partículas, guerra, política internacional, Rússia, União Soviética
domingo, outubro 05, 2008
O Retorno do Planeta X - 32
Motivo para o controle de armas
Praticamente todos os estudos que já foram feitos sobre a relação entre crime e posse de armas mostram que reduzindo o número de armas na sociedade não reduz o crime - na realidade aumenta o crime [1].
Este ponto pode ser claramente mostrado no caso do programa de eliminação de armas da Austrália. Em 1996, o governo australiano decidiu que ele iria banir a maioria das armas de fogo e agressivamente retirou mais de 640.000 revólveres dos cidadãos australianos obedientes à lei. Em dois anos após esta retirada de armas, os roubos armados aumentaram 73%, os seqüestros aumentaram 38%, os assaltos físicos 17% e as chacinas em 29%. De acordo com uma pesquisa recente, a Austrália agora é a número um em crimes violentos entre as nações industrializadas. A Inglaterra, que também aboliu toda a posse privada de armas de fogo, fica em segundo lugar. Claramente, a redução de armas de fogo não reduz o crime, apenas deixa mais tranqüilos os criminosos.
Portanto, por que todos os governos do mundo continuam a dizer que nós precisamos eliminar a posse de armas privadas para reduzir o crime e estabilizar a sociedade? Na realidade o governo quer ter o poder de impor um estado de sítio.
Muitos acontecimento do passado mostram que a polícia não tem a responsabilidade ou obrigação de te proteger! Eles tem o dever de 'tentar' fazer isso, apenas se a vida deles ou seu bem-estar não for colocado em perigo durante esse processo. Você não tem qualquer direito ou garantia de qualquer socorro das autoridades. Quando as coisas se complicarem, você poderá contar apenas com si mesmo! Colocado de forma simples, se você for suficientemente estúpido de se desfazer de suas armas e de ter condições de se defender, e de defender sua família, então a realidade dita que você merece tudo o que o destino reserva para você.
As armas de fogo contribuem para acontecer crimes violentos e mortes acidentais? Claro que sim! Da mesma forma que carros, tacos de baseball, facas, espetos de churrasco, suporte de velas e de árvores de natal, ferramentas para automóveis, pás, enxadas e foices, e uma infinidade de outros itens de cozinha, jardinagem e esportivos.
Quando você abre mão do direito de possuir uma arma de fogo, você pode acreditar que você está realmente fazendo com que o mundo seja um lugar melhor e mais seguro para se viver, mas o que você está na realidade abrindo mão é da habilidade de se defender e de defender a sua família! Pense bem sobre isso!
Nenhuma arma significa nenhuma resistência, e nenhuma resistência garante o controle total!
Os governos sabem que eles precisam fazer todo o possível para desarmar o público antes que os cataclismas previstos (pela chegada de Nibiru, por exemplo) aconteçam. Eles precisam fazer isso rapidamente, com eficiência e sem incidentes. A existência futura de muitos governos pode depender 'deles' terem as armas e o poder - não o 'público'.
Por exemplo, a FEMA (Federal Emergency Management Agency) já gastou bilhões de dólares para construir campos de concentração ("facilidades de abrigo temporário") para enchê-los de cidadãos norte-americanos, numa escala jamais vista. O número de caixões de defuntos (de plástico) já comprados já passa de milhões. Tudo isso está previsto para ser usado em futuro próximo...
[continua]
Referência:
[1] Jaysen Q. Rand (Ph.D.), The Return of Planet-X, Futureworld Publishing International, USA, 2007.
Marcadores: armas, Nibiru, Planeta X
