segunda-feira, maio 15, 2023
Região Centro-Oeste: Óbitos
A Região Centro-Oeste do Brasil é constituída pelos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal. É a quinta região mais populosa do país, com uma população estimada de 16.707.336 habitantes, em 2021. Abaixo apresenta-se o gráfico do total de óbitos nestas quatro Unidades Federativas, no período 2015 - 2022, com os dados retirados de postagens anteriores deste blog.
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domingo, maio 14, 2023
Região Norte: Óbitos
A Região Norte do Brasil é constituída pelos Estados do Pará, Amazonas, Amapá, Roraima, Acre, Rondônia e Tocantins. É a quarta região mais populosa do país, com uma população estimada de 18.924.086 habitantes, em 2021. Abaixo apresenta-se o gráfico do total de óbitos nesses sete Estados, no período 2015 - 2022, com os dados retirados de postagens anteriores deste blog.
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sábado, maio 13, 2023
Região Sul: Óbitos
A Região Sul do Brasil é constituída pelos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. É a terceira região mais populosa do país, com uma população estimada de 30.826.268 habitantes, em 2021. Abaixo apresenta-se o gráfico do total de óbitos nesses três Estados, no período 2015 - 2022, com os dados retirados de postagens anteriores deste blog.
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sexta-feira, maio 12, 2023
Região Nordeste: Óbitos
A Região Nordeste do Brasil é constituída pelos Estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. É a segunda região mais populosa do país, com uma população estimada de 57.691.025 habitantes, em 2021. Abaixo apresenta-se o gráfico do total de óbitos nesses nove Estados, no período 2015 - 2022, com os dados retirados de postagens anteriores deste blog.
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quinta-feira, maio 11, 2023
Região Sudeste: Óbitos
A Região Sudeste do Brasil é constituída pelos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. É a região mais populosa do país, com uma população estimada de 89.632.912 habitantes, em 2021. Abaixo apresenta-se o gráfico do total de óbitos nesses quatro Estados, no período 2015 - 2022, com os dados retirados de postagens anteriores deste blog.
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terça-feira, maio 09, 2023
Brasil: Taxas de Mortalidade
Uma vez concluída a análise dos óbitos em todas as Unidades Federativas (Estados e Distrito Federal) do Brasil, podemos fazer comparações entre essas várias Unidades. Uma delas é a classificação por taxa de mortalidade (óbitos/1.000 habitantes), para ver onde se tem a probabilidade de se viver mais ... ou menos. A tabela abaixo mostra esse campeonato para o ano de 2021, último ano com dados populacionais confiáveis. Pode-se observar que o homem é um animal dos trópicos, e deveria morar próximo do Equador: os cinco primeiros colocados estão da Região Norte (Acre e Rondônia) e na Região Nordeste (Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba). Os esquimós é o povo com menor longevidade do planeta por morar em região extremamente fria...
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Distrito Federal
Vamos concluir nossa pesquisa sobre óbitos nas Unidades Federativas do Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para o Distrito Federal (DF, latitude próxima de 16º S e longitude próxima de 48º Oeste), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico anual de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Para o período analisado (2015 a 2022) verificou-se o seguinte comportamento dos óbitos no Distrito Federal: houve queda nos óbitos nos meses de fevereiro, abril e novembro, e um aumento dos óbitos nos meses de março, maio e dezembro.
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido ao genocídio vacinal nos meses de março, abril e maio de 2021.
4. Houve uma certa estabilidade dos óbitos totais no Distrito Federal no período analisado (2015 a 2022), rompida no ano de 2021. No Distrito Federal os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021.
5. Taxa de óbitos em 2021: DF = 29,93 ob/1.000 hab (o pior resultado do Brasil)
Piada: Se você quer morrer logo vá morar no Distrito Federal, e se você quer viver muito vá morar no Estado do Acre...
Referência:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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São Paulo X Minas Gerais
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Minas Gerais (MG, latitude próxima de 19º S) e São Paulo (SP, latitude próxima de 23º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico anual de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Para o período analisado (2015 a 2022) verificou-se o seguinte comportamento dos óbitos: no Estado de Minas Gerais houve queda nos óbitos nos meses de fevereiro e agosto, e um aumento dos óbitos nos meses de março, setembro e dezembro. Para o Estado de São Paulo, as quedas ocorreram nos meses de fevereiro e agosto, e um aumento ocorreu em todos os meses de março. Em Saõ Paulo houve três anos (2015, 2016 e 2017) em que o total anual de óbitos superaram o valor de 2021. Um recorde (negativo) nacional !
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido ao genocídio vacinal nos meses de março, abril, maio, junho e julho de 2021, em ambos os Estados.
4. Houve uma certa estabilidade dos óbitos totais, para ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022), rompida no ano de 2021. Em ambos os Estados, os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021.
5. Para comparar os óbitos de MG com os de SP, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: MG tem uma população de 21.411.923 habitantes (estimativa de 2021) e SP tem uma população de 46.649.132 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 2,17865. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais de MG, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais de SP. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em SP são sempre maiores do que os de MG: +3,4% em 2022, 2,9% em 2021, 7,7% em 2020, 10,1% em 2019, 10,9% em 2018, 8,6% em 2017, 10,7% em 2016 e 15,4% em 2015.
6. Taxa de óbitos em 2021: MG = 25,13 ob/1.000 hab, SP = 25,87 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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segunda-feira, maio 08, 2023
Rio de Janeiro X Espírito Santo
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Espírito Santo (ES, latitude próxima de 20º S) e Rio de Janeiro (RJ, latitude próxima de 22º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico anual de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Para o período analisado (2015 a 2022) verificou-se o seguinte comportamento dos óbitos: no Estado de Espírito Santo houve queda nos óbitos em todos os meses de fevereiro, junho e agosto, e um aumento dos óbitos em todos os meses de março, maio, julho e dezembro. Para o Estado do Rio de Janeiro, as quedas ocorreram em todos os meses de fevereiro e junho, e os aumentos ocorreram nos meses de março, maio e dezembro.
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido ao genocídio vacinal nos meses de março, abril e maio de 2021, em ambos os Estados.
4. Houve uma certa estabilidade dos óbitos totais, para ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022), rompida no ano de 2021. Em ambos os Estados, os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021.
5. Para comparar os óbitos do ES com os do RJ, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: ES tem uma população de 4.108.508 habitantes (estimativa de 2021) e RJ tem uma população de 17.463.349 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 4,2505. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais do ES, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais da RJ. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em ES são, em geral, maiores do que os do RJ: +7,4% em 2022, +2,3% em 2021, -0,2% em 2020, -0,2% em 2019, -3,2% em 2018, +7,9% em 2017, +4,6% em 2016 e +32,3% em 2015.
6. Taxa de óbitos em 2021: ES = 26,83 ob/1.000 hab, RJ = 26,22 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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sábado, maio 06, 2023
Pernambuco X Bahia
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Pernambuco (PE, latitude próxima de 8º S) e Bahia (BA, latitude próxima de 15º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Para o período analisado (2015 a 2022) verificou-se o seguinte comportamento dos óbitos: no Estado de Pernambuco houve queda nos óbitos em todos os meses de janeiro e junho, e um aumento dos óbitos em todos os meses de março e maio. Para o Estado da Bahia, as quedas ocorreram em todos os meses de fevereiro e agosto, e os aumentos ocorreram em todos os meses de janeiro, março, maio e julho Comportamentos curiosos, não presentes no demais Estados já analisados.
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido ao genocídio vacinal nos meses de março, abril, maio, junho e julho de 2021, em ambos os Estados.
4. Houve um crescimento dos óbitos totais, para ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022). Em ambos os Estados, os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021. No Estado de Pernambuco aconteceu um fato curioso: os óbitos totais nos anos de 2018 e 2019 foram maiores que os do ano de 2021, o ano da vacinação, algo inédito nos demais Estados analisados.
5. Para comparar os óbitos de PE com os da BA, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: PE tem uma população de 9.674.793 habitantes (estimativa de 2021) e BA tem uma população de 14.985.284 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 1,549. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais de PE, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais da BA. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em PE são sempre maiores do que os da BA: 5,8% maior em 2022, 9,8% em 2021, 8,6% em 2020, 10,9% em 2019, 14,7% em 2018, 23,9% em 2017, 37,3% em 2016 e 41,1% em 2015.
6. Taxa de óbitos em 2021: PE = 25,32 ob/1.000 hab, BA = 23,07 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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sexta-feira, maio 05, 2023
Alagoas X Sergipe
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Alagoas (AL, latitude próxima de 10º S) e Sergipe (SE, latitude próxima de 10º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Não há um padrão bem definido, em ambos os Estados, de aumento dos óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte. No entanto, a regra de diminuição de óbitos em fevereiro é válida para ambos os Estados.
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido à vacinação nos meses de março, abril, maio, junho e julho de 2021, em ambos os Estados.
4. Houve um crescimento dos óbitos totais, para ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022). Em ambos os Estados, os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021.
5. Para comparar os óbitos de AL com os de SE, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: AL tem uma população de 3.365.351 habitantes (estimativa de 2021) e SE tem uma população de 2.361.657 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 1,425. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais de SE, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais de AL. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em AL são sempre maiores do que os de SE: 12,1% maior em 2022, 11,1% em 2021, 12,3% em 2020, 9,0% em 2019, 6,0% em 2018, 4,2% em 2017, 13,7% em 2016 e 11,0% em 2015.
6. Taxa de óbitos em 2021: AL = 25,71 ob/1.000 hab, SE = 23,13 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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quinta-feira, maio 04, 2023
Ceará X Paraíba
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados do Ceará (CE, latitude próxima de 5º S) e Paraíba (PB, latitude próxima de 7º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido, no Estado da Paraíba, de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário. Isso não ocorre no CE. A regra de diminuição de óbitos em fevereiro também é válida na PB, mas não no CE.
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido à vacinação nos meses de março, abril, maio e junho de 2021, em ambos os Estados.
4. Houve um crescimento dos óbitos totais, para ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022). Em ambos os Estados, os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021.
5. Para comparar os óbitos do CE com os da PB, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: CE tem uma população de 9.240.580 habitantes (estimativa de 2021) e PB tem uma população de 4.059.905 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 2,276. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais da PB, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais do CE. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos na PB são sempre maiores do que os do CE: 81,8% maior em 2022, 84,4% em 2021, 85,8% em 2020, 78,7% em 2019, 80,1% em 2018, 84,3% em 2017, 66,6% em 2016 e 60,0% em 2015.
6. Taxa de óbitos em 2021: CE = 7,23 ob/1.000 hab, PB = 8,56 ob/1.000 hab
7. Curiosidade: Os cearenses são muito conhecidos por migrarem para longe de seu estado natal:
- Na década de 1950 eu morava em um pequeno vilarejo balneário chamado Ubatuba, pertencente ao município de São Francisco do Sul, uma ilha ao norte do Estado de Santa Catarina. Praticamente, todas as casas do povoado eram de madeira, mas havia uma casa sobrado de alvenaria em que o caseiro era um cearense.
- Um amigo de meu pai foi visitar a China. Nume pequena aldeia do interior ele alugou um riquixá (táxi tradicional da região) para conhecer a região. Enquanto viajava no riquixá, ele notou que existia uma bandeira do Brasil gravada na madeira do veículo. Perguntado sobre o motivo, ele disse que ele era de uma região do Brasil chamada Ceará...
- Na década de 1990 eu trabalhava na Unicamp (Campinas-SP) e orientei um aluno brilhante do Ceará. Sua tese de doutorado foi na área de Física Quântica. Hoje ele é professor titular na Universidade Federal do Ceará.
Tenho certeza que os cearenses que lerem estas linhas terão muitas histórias semelhantes para contar sobre este espírito aventureiro do povo cearense...
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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quarta-feira, maio 03, 2023
Maranhão X Piauí
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Maranhão (MA, latitude próxima de 4º S) e Piauí (PI, latitude próxima de 4º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido, em ambos os Estados, de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário. A regra de diminuição de óbitos em fevereiro também é válida para Maranhão e Piauí, pois fevereiro tem apenas 28 (ou 29, se bissexto) dias.
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido à vacinação nos meses de abril, maio e junho de 2021, em ambos os Estados.
4. Houve um crescimento dos óbitos totais, para ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022). Em ambos os Estados, os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021.
5. Para comparar os óbitos de MA com os de PI, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: MA tem uma população de 7.153.262 habitantes (estimativa de 2021) e PI tem uma população de 3.289.290 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 2,175. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais do PI, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais do MA. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos no MA são sempre maiores do que os de PI: 4,08% maior em 2022, 6,29% em 2021, 8,49% em 2020, 7,66% em 2019, 19,55% em 2018, 30,89% em 2017, 23,55% em 2016 e 98,42% em 2015. Nota-se que o PI aproxima-se rapidamente da taxa de óbitos do MA.
6. Taxa de óbitos em 2021: MA = 20,57 ob/1.000 hab, PI = 19,35 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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terça-feira, maio 02, 2023
Goiás X Tocantins
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Goiás (GO, latitude próxima de 16º S) e Tocantins (TO, latitude próxima de 10º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido, no Estado de Tocantins, de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário. No Estado de Goiás não se observa este padrão. A regra de diminuição de óbitos em fevereiro é válida para Goiás e Tocantins (e para todos os demais Estados analisados), pois fevereiro tem apenas 28 (ou 29) dias. Verificou-se, também, que há um aumento de óbitos (sem nenhuma exceção) em GO e TO nos meses de março (devido a fevereiro) e de dezembro (devido à comilança). Uma curiosidade interessante: há uma diminuição de óbitos, tanto em GO como em TO (sem nenhuma exceção, desde 2015), no mês de agosto de cada ano, no período de 2015 a 2022. Estou procurando descobrir a causa deste fenômeno.
3. Foram identificados picos anormais de óbitos devido à vacinação nos meses de março, abril e maio de 2021, em ambos os Estados.
4. A tendência de estabilidade de óbitos, em ambos os Estados, foi interrompida pelo aumento vacinal de óbitos de 2021. Em ambos os Estados, os óbitos totais cairam em 2022, quando comparados com 2021.
5. Para comparar os óbitos de GO com os de TO, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: GO tem uma população de 7.206.589 habitantes (estimativa de 2021) e TO tem uma população de 1.607.363 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 4,483. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais de TO, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais de GO. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em TO são atualmente maiores do que em GO, com exceção dos anos de 2015, 2016 e 2017: 6,67% maior em 2022, 3,87% maior em 2021, 8,05% maior em 2020, 1,47% maior em 2019, 5,75% maior em 2018, 11,27% menor em 2017, 13,57% menor em 2016 e 26,98% menor em 2015. Não identifiquei ainda a causa da degradação de TO, no quesito de óbitos, com relação a GO no período analisado. Talvez seja, também, o espalhamento de venenos agrícolas no ar.
6. Taxa de óbitos em 2021: GO = 23,19 ob/1.000 hab, TO = 24,09 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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Mato Grosso X Mato Grosso do Sul
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Mato Grosso (MT, latitude próxima de 15º S) e Mato Grosso do Sul (MS, latitude próxima de 20º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido, no Estado de Mato Grosso, de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário. No Estado do Mato Grosso do Sul não se observa este padrão.
3. Há uma tendência de crescimento dos óbitos em MT, desde 2015 até 2022. No MS havia uma tendência de estabilização dos óbitos, rompida em 2021, com um aumento expressivo dos óbitos devido à vacinação covid. No entanto, para ambos os Estados, há uma queda dos óbitos totais em 2022, quando comparados com 2021. Para comparar os óbitos de MT com os de MS, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: o MT tem uma população de 3.567.234 habitantes (estimativa de 2021) e MS tem uma população de 2.839.188 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 1,256. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais de MS, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais de MT. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em MS são maiores do que em MT, com exceção do ano de 2022: 0,25% menor em 2022, 4,55% maior em 2021, 4,33% maior em 2020, 8,63% maior em 2019, 24,07% maior em 2018, 50,8% maior em 2017, 86,6% maior em 2016 e 65,4% maior em 2015. Minha opinião: a degradação acelerada de MT desde 2015, no quesito de óbitos, se deve à grande expansão da agricultura (principalmente de soja) naquela região, baseada no espalhamento de venenos químicos agrícolas ("defensivos agrícolas") no ar.
4. Em ambos os Estados, foram identificados os picos excessivos de óbitos devido à vacinação covid nos meses de março, abril e maio de 2021.
5. Taxa de óbitos em 2021: MT = 28,00 ob/1.000 hab, MS = 29,29 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
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segunda-feira, maio 01, 2023
Acre X Rondônia
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados do Acre (AC, latitude próxima de 8º S) e Rondônia (RO, latitude próxima de 8º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido, em ambos os Estados, de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário.
3. Em ambos os Estados, há uma tendência de crescimento dos óbitos, desde 2015 até 2022. No entanto, para ambos, há uma queda dos óbitos totais em 2022, quando comparados com 2021. Para comparar os óbitos do AC com os de RO, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: o AC tem uma população de 924.000 habitantes (estimativa de 2022) e RO tem uma população de 1.815.278 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 1,965. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais do AC, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais de RO. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em RO são maiores do que no AC: 23,32% maior em 2022, 27,56% em 2021, 8,25% em 2020, 5,20% em 2019, 1,53% em 2018, 8,85% em 2017, 51,05% em 2016 e 45,96% em 2015.
4. Em ambos os Estados, foram identificados os picos excessivos de óbitos devido à vacinação covid nos meses de março, abril e maio de 2021.
5. Taxa de óbitos em 2021: AC = 5,93 ob/1.000 hab, RO = 7,57 ob/1.000 hab
Referência:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
Marcadores: Acre, Brasil, coronavírus, óbitos, Rondoônia, vacina
Amapá X Roraima
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados do Amapá (AP, latitude próxima de 0º , em torno da linha do equador) e Roraima (RR, latitude próxima de 0º , também em torno da linha do equador), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido, em ambos os Estados, de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário.
3. Em ambos os Estados, há uma tendência de crescimento dos óbitos, desde 2015 até 2022. No entanto, para ambos, há uma queda dos óbtidos em 2022, quando comparado com 2021. Isto ocorre com todos os Estados analisados até o momento, com apenas uma exceção: o Estado do Pará. Para comparar os óbitos do AP com os de RR, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: o AP tem uma população de 877.613 habitantes (estimativa de 2021) e RR tem uma população de 652.713 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 1,344. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais de RR, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais do AP. Fazendo essas comparações, verificamos que os óbitos em RR são maiores do que no AP: 5,17% maior em 2022, 7,56% em 2021, 29,7% em 2020, 17,0% em 2019, 18,0% em 2018, 1,8% em 2017, 0,03% em 2016. Em 2015, os óbitos no Estado do Amapá foram 59,4% maiores do que em Roraima.
4. Em ambos os Estados, não foram identificados os picos extremos de óbitos devido à vacinação covid.
5. Taxa de óbitos em 2021: AP = 25,71 ob/1.000 hab, RR = 27,67 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
Marcadores: Amapá, Brasil, óbitos, Roraima
domingo, abril 30, 2023
Paraná X Amazonas
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados do Paraná (PR, latitude próxima de 25º S) e Amazonas (AM, latitude próxima de 3º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido no Estado do Amazonas de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário. Isso não se observa no Estado do Paraná.
3. No Estado do Amazonas, há um crescimento praticamente monotônico dos óbitos desde 2015 até 2022. No Estado do Paraná ocorre o contrário: há uma redução praticamente monotônica dos óbitos nesse mesmo período. Para comparar os óbitos do PR com os do AM, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: o PR tem uma população de 11.597.484 habitantes (estimativa de 2021) e o AM tem população de 4.269.995 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 2,716. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais do AM, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais do PR. Fazendo essas comparações, verificamos que, em todos os anos analisados, os óbitos no PR são maiores do que no AM: 0,7% maior em 2022, 0,13% em 2021, 11,5% em 2020, 25,3% em 2019, 43,3% em 2018, 107% em 2017, 142,7% em 2016 e 412,6% em 2015. Conclusão: devido ao remédio chamado Sol, mais presente no AM do que no PR, há menos taxa de óbitos no AM do que no PR. Porém, a diferença entre os dois estados vem diminuindo rapidamente, devido a outros fatores, conforme pode ser observado pelos números apresentados acima.
4. O pico absoluto de óbitos no Estado do Paraná (30.099) e no Amazonas (10.985) ocorre no mesmo mês de março de 2021, devido à vacinação covid.
5. Taxa de óbitos em 2021: PR = 26,51 óbitos/1.000 habitantes, AM = 26,47 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
Marcadores: Amazonas, Brasil, coronavírus, óbitos, Paraná, sol, vacina
Santa Catarina X Pará
Vamos continuar nossa pesquisa sobre óbitos no Brasil, no período de 2015 a 2022, agora apresentando os dados para os Estados de Santa Catarina (SC, latitude próxima de 27º S) e Pará (PA, latitude próxima de 1º S), retirando os dados do Portal da Transparência [1]. O levantamento está apresentado em [2]. As minhas conclusões são as seguintes:
1. Não há um mês bem definido de pico de óbitos em ambos os Estados, no período analisado (2015 a 2022).
2. Há um padrão bem definido (tanto em SC como no PA) de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (no final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário.
3. Tanto em SC como no PA, há um crescimento praticamente monotônico dos óbitos desde 2015 até 2022. Para comparar os óbitos de SC com os do PA, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: o PA tem uma população de 8.777.124 habitantes (estimativa de 2021) e SC tem população de 7.762.154 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 1,13. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais de SC, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais do PA. Fazendo essas comparações, verificamos que, em todos os anos analisados, os óbitos em SC são maiores do que no PA: 9,6% maior em 2022, 13,8% em 2021, 9,1% em 2020, 9,2% em 2019, 30,8% em 2018, 65,0% em 2017, 85,6% em 2016 e 175,1% em 2015. Conclusão: devido ao remédio chamado Sol, mais presente no PA do que em SC, há menos taxa de óbitos no PA do que em SC.
4. Tanto no PA como em SC, há um aumento atípico de mortes nos meses de março, abril, maio, junho e julho de 2021: mortes entre 16.163 e 19.204 em SC e mortes entre 15.667 e 16.926 no PA. Aqui a explicação é bastante simples: a vacinação nacional de covid no Brasil começou no final de fevereiro de 2021 ! Portanto, período de "matança vacinal" ! Detalhe: o pico de mortes em SC (19.204) e o pico de mortes no PA (16.926) ocorreram no mesmo mês: março 2021. Esse é o mesmo mês que também ocorreu esse pico no Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, conforme apresentado em postagem anterior.
5. Em Santa Catarina tem-se uma taxa de óbitos muito maior do que no Rio Grande do Sul, seu estado vizinho, conforme pode ser constatado conferindo os dados com uma postagem anterior. Não consegui identificar uma causa lógica deste fenômeno. Taxa de óbtidos em 2021: SC = 24,23 ob/1.000 hab, PA = 21,27 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Portal da Transparência: https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[2]
Marcadores: Brasil, coronavírus, óbitos, Pará, Santa Catarina, sol, vacina
sábado, abril 29, 2023
O remédio gratuito chamado SOL
Um estudo recente na Suécia, publicado na revista científica Journal of Internal Medicine, chegou à conclusão que uma deficiência de luz solar pode ser tão prejudicial à saúde humana quanto o vício de fumar cigarros. O estudo envolveu 30.000 mulheres durante 20 anos. No início do estudo, as mulheres tinham entre 25 e 64 anos.
Um outro estudo, mais antigo, descobriu que a incidência de câncer nos Estados Unidos aumentava com o aumento da latitude do local de residência das pessoas. Portanto, menos sol leva a mais câncer.
Para confirmar essa relação entre luz solar e saúde, eu fiz uma pesquisa aqui no Brasil usando o Portal da Transparência [2], que disponibiliza o número de óbitos registrados no país a cada mês, em cada estado e em cada ano. Para isso, selecionei os estados do Rio Grande do Sul (RGS, latitude próxima de 30º Sul) e do Rio Grande do Norte (RGN, latitude próxima de 6º Sul). A Tabela que levantei envolve os anos de 2015 até 2022 e encontra-se abaixo [3]. As conclusões que podem ser tiradas são as seguintes:
1. No RGS há um pico de óbitos registrados nos meses de junho e julho de cada ano (frio máximo devido ao inverno, pela falta de sol nessa região), enquanto no RGN o máximo de óbitos não ocorre em meses específicos, devido à presença de sol regular em todos os meses do ano.
2. Há um padrão bem definido (tanto no RGS como no RGN) de aumento de óbitos ao se passar de dezembro de um ano para janeiro do ano seguinte, devido à comilança exagerada no período das festas de final de ano (final de dezembro), facilitado pelo recebimento do 13º salário.
3. Tanto no RGS como no RGN, há um crescimento monotônico dos óbitos desde 2015 até 2021, havendo uma diminuição nesse número total de óbitos em 2022. Para comparar os óbitos do RGS com os dos RGN, vamos igualar as populaçoes desses dois estados: o RGS tem uma população de 11.466.630 habitantes (estimativa de 2021) e o RGN tem população de 3.560.903 habitantes (estimativa de 2021). Dividindo esses valores tem-se um valor de 3,22. Multiplicando este valor pelos óbitos anuais do RGN, podemos comparar esses óbitos projetados com os óbitos anuais reais do RGS. Fazendo essas comparações, verificamos que, em todos os anos, os óbitos no RGS são maiores do que no RGN: 62% maior em 2022, 66% em 2021, 44% em 2020, 54% em 2019, 69% em 2018, 111% em 2017, 126% em 2016 e 222% em 2015. Conclusão: devido ao remédio chamado Sol, mais presente no RGN do que no RGS, há menos óbitos no RGN do que no RGS.
4. Tanto no RGS como no RGN, há um aumento atípico de mortes nos meses de março, abril, maio e junho de 2021: mortes entre 10.735 e 16.024 no RGS e mortes entre 2.225 e 2.590 no RGN. Aqui a explicação é bastante simples: a vacinação nacional de covid no Brasil começou no final de fevereiro de 2021 ! Detalhe: o pico de mortes no RGS (16.024) e o pico de mortes no RGN (2.590) ocorreram no mesmo mês: março 2021.
5. Taxa de óbitos em 2021: RGS = 10,37 óbitos/1.000 habitantes, RGN = 6,26 ob/1.000 hab
Referências:
[1] Por que a deficiência de luz solar é tão mortal quanto fumar: https://eraoflight.com/2023/04/25/why-sunlight-deficiency-is-as-deadly-as-smoking/
[2]https://transparencia.registrocivil.org.br/registros
[3]
Marcadores: Brasil, coronavírus, Estados Unidos, luz solar, morte, óbitos, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Suécia, vacina





















