sábado, setembro 29, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 6
Existem consequências maléficas dos alimentos geneticamente modificados (GM). Sem se dar conta, todos os dias, centenas de milhões de pessoas já comeram alimentos geneticamente modificados que podem causar alterações permanentes ao DNA. Não há comprovação científica de que o consumo de alimentos transgênicos ou geneticamente modificados seja seguro. De fato, não há publicações de estudos clínicos, submetidos à revisão por pares, sobre os efeitos dos alimentos GM sobre a saúde humana. Devemos, simplesmente, confiar nas empresas que fabricam esses alimentos (e lucram com isso). Entretanto, dúzias de estudos e relatórios demonstram que rações GM dadas a animais causam cânceres, danos estomacais e intestinais, e inúmeros outros sintomas de sério desequilíbrio na homeostase, inclusive a morte. O que levanta a questão: por que queremos comer esses alimentos?
Ocorre deficiência de vitamina D em crianças pequenas quando a mãe deixa de tomar sol regularmente. A vitamina D é essencial para o funcionamento saudável do sistema imunológico. A vitamina D (que, na verdade, é um hormônio esteroide) é responsável pela homeostase do cálcio. Há comprovação de que há uma correlação entre deficiência de cálcio (hipocalcemia) e a catarata. Nos adultos, já se sabe há tempos que a deficiência dessa vitamina pode causar raquitismo, bastante comum em países com pouca incidência solar, como a Inglaterra e a Irlanda. Entretanto, é cada vez mais evidente que o déficit de vitamina D pode ser responsável por muitos outros distúrbios, inclusive o câncer.
De fato, a ciência moderna sugere que a chamada vitamina do sol tem relação estreita com a regulação dos genes associados a muitas doenças, de câncer até esclerose múltipla. Um recente estudo australiano revelou, por exemplo, que as taxas de esclerose múltipla crescem à medida que se distancia da linha do equador em ambos os hemisférios, em razão das diferenças na exposição solar. Além de se prevenir contra a esclerose múltipla, o adulto também precisa se precaver contra o diabetes de tipo 1, osteoporose e, claro, o câncer, ingerindo um suplemento de 4.000-8.000 UIs diários de vitamina D. A vitamina D constitui uma ameaça particular à atual indústria médica, por ser totalmente gratuita, obtida apenas pela exposição solar, além de segura e capaz de prevenir algumas das mais lucrativas doenças de nossa sociedade.
A questão óbvia é por que não se estimula a exposição solar como um método de custo zero para a redução da incidência de câncer e da mortalidade? Mesmo as lâmpadas UV, geradoras de vitamina D, são baratas em comparação com os tratamentos médicos que não chegam nem perto do que a vitamina D pode fazer em benefício dos pacientes com câncer. Recomendo o uso de lâmpadas UV a cada três dias durante o inverno para manter ótimos os níveis de vitamina D. Já nas estações mais quentes do ano, recomendo a exposição ao sol.
Referências:
Marcadores: alimentos geneticamente modificados, alimentos transgênicos, cálcio, cancer, catarata, DNA, lâmpadas UV, radiação, raquitismo, sistema imunológico, sol, vitamina D
sexta-feira, setembro 28, 2018
A Morte do Câncer - 2
A primeira premissa sustentada pela ortodoxia é que o câncer é uma doença local. A lesão, usualmente na forma de uma saliência ou calombo aparece no seio, no pulmão, na pele, ou em alguma outra parte no corpo. Pensa-se também que esta lesão primária é o resultado de alguma atividade naquela área. Esta atividade pode ser na forma de um vírus invasor, ou o resultado da ação carcinogênica no local. Ele pode também ser o produto final de alguma forma de trauma, tal como uma pancada.
Se o médico acredita na premissa acima, é óbvio que seu plano de tratamento segue a rota localizada. O primeiro tipo de tratamento geralmente sugerido é a cirurgia para remover a massa ofensiva do tumor. Esses procedimentos cirúrgicos tiveram uma história interessante. Os primeiros cirurgiões ficavam contentes ao remover simplesmente a massa tumoral. Mais tarde ficou evidente que células de câncer individuais ou em grupo podia facilmente invadir os tecidos normais próximos adjacentes. Como resultado, as cirurgias seguintes incluíam a remoção, não apenas da massa tumoral, mas também de uma grande quantidade de tecido normal na área. Na cirurgia de seio, por exemplo, a mastectomia (remoção do seio) remove não apenas o tumor em si, mas também músculo, tecido conectivo e glândulas linfáticas na área da axila.
Um segundo tipo de tratamento localizado é a radiação. Isto envolve o uso de vários tipos de raios poderosos que matam células. Os raios são direcionados à área onde localiza-se a massa tumoral. Como na cirurgia, o primeiro objetivo da radiação é matar o tumor, e o segundo é matar uma porção do tecido adjacente normal dentro do qual as células cancerosas podem ter se infiltrado. O principal problema com a radiação é que os raios não são seletivos e prejuízo na forma de queima irá ocorrer nos tecidos normais. A queda de cabelo também frequentemente acompanha a radiação.
Um terceiro tipo de tratamento é a quimioterapia. Este tratamento é projetado para matar as células de câncer aproveitando a vantagem da sua alta taxa de atividade mitótica (reprodutiva). Além do efeito na massa primária, a quimioterapia deve também matar as células de câncer que circulam no fluxo sanguíneo e que movem ou metastizam em outras áreas do corpo. No entanto, ao executar essas funções, esses agentes quimioterapêuticos não são seletivos e, consequentemente, eles afetam outros sistemas orgânicos do corpo, e a lista de efeitos colaterais indesejados é muito longa. Esses efeitos colaterais irá ser diferente dependendo do indivíduo e do agente quimioterapêutico empregado.
Uma coisa que todos esses tratamentos têm em comum é que eles não são naturais ao corpo humano. Eles mutilam, queimam ou envenenam o corpo em vários graus, e a taxa de sucesso desses tratamentos não tem sido nada espetacular. Um relatório recente do National Cancer Institute (Instituto Nacional de Câncer, dos Estados Unidos) informou que a taxa de cura para o câncer aumentou apenas um porcento nos últimos vinte e cinco anos! É interessante notar que essas estatísticas é reportada ao público pela ortodoxia de pesquisa do câncer. Ela é geralmente reportada como uma "taxa de sucesso". Uma "taxa de sucesso" de 12 por cento é, na realidade, uma taxa de fracasso de 88 por cento, mas, obviamente, se os cientistas tentassem reportar seus resultados negativos desta maneira eles seriam severamente castigados. Está óbvio do relatado acima que outros meios precisam ser encontrados para controlar, e finalmente curar esta doença pervasiva e debilitante.
A abordagem localizada para o problema do câncer supõe que o carcinógeno atua em uma área localizada. O sol, atuando na pele, causa o câncer de pele; fumar cigarro, irritando as membranas do pulmão, causa câncer do pulmão, etc. Apesar da procura por esses carcinógenos ter sido frutífera, e certamente os carcinógenos devem ser evitados tanto quanto possível, está se tornando cada vez mais óbvio que os carcinógenos nem sempre causam câncer. Eles podem, entretanto, causar câncer se as condições do corpo não forem adequadas.
Referências:
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: A Morte do Câncer - 1
Marcadores: amigdalina, câncer, carcinógenos, cirurgia, laetrile, quimioterapia, radiação, vitamina B17
sexta-feira, outubro 20, 2017
Radiação e Irradiação
Marcadores: irradiação, radiação
domingo, novembro 07, 2010
Prejuízos do Telefone Celular
Hoje, no Jornal Folha de S. Paulo [1], saiu uma interessante entrevista com a cientista epidemiologista Devra Davis, 64 anos, com o título "Vamos esperar os cadáveres para agir contra o celular?". Recomendo a todos que procurem ler esta entrevista, para ficar mais ciente dos perigos do uso constante do telefone celular. Reproduzo abaixo um outro artigo que saiu na mesma página da entrevista citada acima.
A engenheira Adilza Condessa Dode, 52 anos, cruzou dados sobre mortes por tumores entre 1996 e 2006 em Belo Horizonte com as áreas onde essas pessoas moravam e a localização das antenas rádio-base de celulares.
Ela elegeu, para pesquisa, os tumores já associados a esse tipo de radiação: próstata, mama, pulmão, intestino, pele e tireoide.
Em um raio de até mil metros das antenas, o risco foi significativamente maior. "O celular você pode desligar, mas a antena não".
O médico Edson Amaro Jr., professor de radiologia da USP, pondera que o estudo feito não é fechado. Isto é, não foram controlados os hábitos de quem morava perto das antenas. "Esse tipo de estudo não é o ideal, mas também não há muitas alternativas".
O engenheiro Alvaro Augusto Salles, professor sênior de telecomunicações na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, criou um modelo do cérebro baseado na tomografia de uma criança, para simular efeitos da radiação de celulares.
Ele explica que as ondas eletromagnéticas envolvidas têm efeitos térmicos (por isso a orelha esquenta quando se usa o celular) e, também, efeitos não-térmicos. Esses efeitos podem causar quebras nas fitas que formam a dupla-hélice do nosso DNA, levando a mutações e a tumores.
Os riscos são maiores nas crianças, cujos tecidos estão se reproduzindo mais rapidamente.
O Prof. Dr. Salles diz que, quando usamos o celular encostado na orelha, 75% da energia que seria usada na conexão telefônica é absorvida pela nossa cabeça.
Para esse engenheiro, se os celulares usarem antenas que direcionem a energia para o lado oposto ao da cabeça, o risco cairá muito. "O futuro é essa tecnologia, mas está demorando muito. São 5 bilhões de usuários de celulares. Mesmo que o risco seja pequeno, muitos podem ser afetados".
Referência:
[1] Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 7 de novembro de 2010.
Marcadores: antenas, câncer, celular, radiação, telefone celular, tumores
segunda-feira, setembro 27, 2010
Diagnóstico com Radiação Ionizante
Diagnósticos com radiações ionizantes (raios X) são prejudiciais à nossa saúde e devem sempre ser evitadas, se possível, pois elas vão se acumulando em nosso corpo com cada diagnóstico. Hoje em dia é muito comum o uso de raios X em radiografias dos pulmões, dos dentes, dos ossos em geral, em tomografias, em mamografias (que colaboram para surgir câncer de mama), etc. O artigo abaixo [1] mostra um dos efeitos negativos envolvidos na tomografia. Na realidade, qualquer quantidade de radiação ionizante já é uma overdose, já que é prejudicial ao corpo... Quando é que ocorre uma overdose de picada de cobra? Qualquer picada já é uma overdose...
Quando os cabelos de Alain Reyes caíram de repente em uma faixa estranha circundando sua cabeça, ele não foi o único a se preocupar com sua saúde.
Seus colegas de trabalho em uma empresa de transportes começaram a evitá-lo e seu chefe o mandou para casa, temendo que ele tivesse uma doença contagiosa.
Foi só mais tarde que Reyes descobriu a causa do problema: ele recebera uma overdose de radiação durante um exame feito em um hospital de Glendale, Califórnia (EUA), depois de sofrer um derrame.
Outras centenas de pacientes que passaram pelo procedimento - uma tomografia computadorizada de perfusão cerebral, que detecta o derrame pelo fluxo sanguíneo - também receberam radiação demais.
As overdoses, que começaram a vir à tona no ano passado, desencadearam uma investigação da FDA (Food and Drug Administration, agência reguladora de remédios e alimentos nos EUA).
Após dez meses de investigação, essa agência ainda não forneceu um relatório final sobre o caso.
Mas uma análise feita independentemente pelo jornal "New York Times" constatou que as overdoses de radiação foram mais graves e em número maior do que se sabia até então.
Os pacientes relataram sintomas muito piores que a queda de cabelos. Segundo especialistas, eles podem, a longo prazo, enfrentar riscos de câncer, problemas nos olhos e danos cerebrais.
Em alguns casos, os técnicos não sabiam como realizar o exame da maneira certa. Mas entrevistas com diretores hospitalares e uma revisão dos registros públicos levantam dúvida em relação à responsabilidade dos fabricantes, incluindo a precisão com que projetam seus softwares e equipamentos e o treinamento que oferecem aos técnicos que os usam.
O "NYT" constatou que as maiores overdoses ocorreram no Hospital de Huntsville, no Alabama: até 13 vezes a quantidade de radiação normalmente usada.
De acordo com a fabricante dos aparelhos, a GE Healthcare, os diretores do hospital disseram que usaram altos níveis de radiação (ionizante!) para obter imagens mais claras (e clientes mais mortos...).
Especialistas dizem que isso não se justifica.
Mesmo quando é feita da forma certa, uma tomografia computadorizada de perfusão cerebral envolve uma dose grande de radiação (ionizante!), equivalente a mais ou menos 200 radiografias cranianas (ionizantes!). Mas não existem critérios rígidos para determinar quanta radiação (ionizante!) é demais (qualquer quantidade de radiação ionizante nos é prejudicial!).
Referência:[1] Walt Bogdanich, do "New York Times", tradução de Clara Allain, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C9, 3 da agosto de 2010.
Marcadores: câncer, radiação, raio X, tomografia
sexta-feira, outubro 09, 2009
A Poluição Doméstica
A poluição do ar é comumente associada a ambientes externos, mas dentro de casa podemos estar expostos a substâncias poluentes em quantidade maior do que no meio externo. Pequenos atos, como ligar o fogão e aparelhos eletroeletrônicos e usar produtos de limpeza podem liberar substâncias que podem causar danos aos seres humanos.
O ozônio gasoso é uma forma de oxigênio que ocorre naturalmente na nossa atmosfera. Ele é usado largamente em terapias bioxidativas [1] e no tratamento da água distribuída à população (ao invés de usar o cloro, tóxico ao ser humano). Hoje, mais de 2.500 municípios no mundo todo purificam suas fontes de água pública com ozônio, como Los Angeles, Paris, Montreal, Moscou, Kiev, Cingapura, Bruxelas, Florença, Turim, Marselha, Manchester e Amsterdã.
Estudos científicos realizados nos Estados Unidos têm enfatizado os efeitos negativos do ozônio (excessivo) na nossa respiração. Esta pode ser uma das razões para que os médicos e outras pessoas pensem que o ozônio é não apenas uma substância inútil na medicina como também perigoso para ser utilizado no corpo humano em qualquer situação. Isso não é verdade, conforme pode ser conferido em [1], onde verificamos que inúmeras doenças podem ser curadas usando este elemento [assim como com o peróxido de hidrogênio, a nossa água oxigenada].
Quanto à inalação do ozônio, convém lembrar que os nossos pulmões são os órgãos mais sensíveis ao ozônio. Os médicos, ao usarem o ozônio, alertam para o fato de que inalar o ozônio nos pulmões (em excesso) pode trazer alterações na densidade dos tecidos dos pulmões, danificando as delicadas membranas pulmonares, irritando o epitélio (a camada superficial da membrana mucosa) na traquéia e brônquios e causar efisema. No entanto, na Rússia, em certos casos, pequenas quantidades de ozônio adicionadas ao oxigênio são usadas em inalações terapêuticas de rápida aplicação. Essa prática é adotada em pacientes que sofrem de intoxicação por monóxido de carbono. Os médicos têm se surpreendido com os resultados. Nenhum efeito negativo foi observado. Uma das formas mais seguras de utilizar o ozônio costuma ser a insuflação retal.
O ozônio tem um efeito protetor quando situado na alta atmosfera (estratosfera), a cerca de 12 mil metros de altitude, constituindo a conhecida "camada de ozônio". Neste local, o ozônio impede que a radiação solar ultravioleta (UV-C e UV-B) penetre na atmosfera inferior (troposfera) e atinja, com intensidade danosa à nossa saúde, a superfície terrestre onde estamos. O ozônio troposférico costuma ser formado a partir de reações químicas que ocorrem na atmosfera entre óxidos de nitrogênio (oriundos principalmente de processo de combustão, como emissões de veículos automotores) e compostos orgânicos voláteis (produtos de evaporação de solventes e combustíveis, como gasolina e álcool), explica o professor da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp Edson Tomaz [2]. "Para que essas reações ocorram é necessária a presença da luz, mais especificamente da radiação ultravioleta (UV)", completa o pesquisador.
O professor acrescenta que alguns equipamentos, como copiadoras a laser e máquinas de solda, podem produzir pequenas quantidades desse gás. "Dentro de casa não há fontes significativas de geração direta de ozônio. Há, no entanto, emissões de precursores de ozônio, como os compostos orgânicos voláteis, devido à evaporação de solventes e produtos de uso domésticos, bem como emissões gasosas vindas de pinturas recentes", comenta.
Entre os poluentes domésticos, Tomaz cita o monóxido de carbono gerado na combustão de aquecedores e fogões. "Isto justifica a necessidade da ventilação doméstica e da manutenção preventiva", observa.
Impressoras, fotocopiadoras, luzes ultravioletas e sistemas de purificação do ar são outros exemplos de equipamentos que emitem poluentes em ambientes domésticos. "Os escapamentos dos carros emitem ozônio, assim como os temporais, com raios e descargas elétricas, também causam a formação de ozônio", comenta o professor Hilton Silveira do Cepagri da Universidade Estadual de Campinas.
Para minimizar os efeitos negativos desses poluentes em ambientes domésticos, a melhor saída é evitar o uso e armazenamento de solventes ou de produtos que contenham solventes e cuidar dos equipamentos que queimam combustíveis, como o gás liquefeito de petróleo (o gás de cozinha). Como as emissões mais intensas são principalmente devido aos veículos, deve-se escolher um veículo menos poluente na hora da compra, racionalizar o seu uso e mantê-lo em condições adequadas de uso, via manutenção, para reduzir as suas emissões danosas".
Mas o ozônio também tem efeitos benéficos na baixa atmosfera. O pesquisador Hilton Silveira acrescenta que o gás, em pequenas quantidades, é também bem conhecido por sua ação bactericida. "É um gás altamente sensível à luz. Quando a luz incide no ozônio, a radiação ultravioleta é absorvida e ele se transforma em O2 (oxigênio biatômico) , mais oxigênio monoatômico (O), e porisso a camada de ozônio filtra os raios UV do Sol", explica o pesquisador.
Referências:
[1] Roberto Cesar Leite, Terapias Bioxidativas, Corpo Mente Publicações, 1999.
[2] Patrícia Azevedo, De olho na poluição doméstica, Jornal Correio Popular, pg. A12, Campinas - SP, 9 de outubro de 2009.
Marcadores: ozônio, poluição, radiação
sábado, junho 27, 2009
Câncer de Seio
"A época de consertar o telhado é quando o sol está brilhando", John F. Kennedy
Tradicionalmente, tem-se recomendado o auto-exame do seio como uma forma simples de diagnóstico para as mulheres detectarem qualquer coisa de anormal em seus seios. Ele é auto explicativo, pois você simplesmente apalpa seus seios regularmente, procurando detectar qualquer caroço suspeito. Se você encontrar algo não usual, você provavelmente será encaminhada para uma estratégia de diagnóstico convencional, usando a técnica da mamografia (gerando um mamograma).
Infelizmente, para se obter um mamograma usa-se radiação ionizante com uma dose relativamente alta, que pode contribuir para o desenvolvimento do câncer de seio. A mamografia expõe o seu corpo a uma radiação que pode ser 1.000 vezes maior do que aquela usada para tirar o raio-X do tórax, que todos nós sabemos que tem o risco de causar câncer. Na mamografia os seus seios são comprimidos fortemente, o que pode levar a um espalhamento perigoso das células cancerosas, se elas existirem. E, se você acabar fazendo uma biópsia, isto também pode ter conseqüências adversas. Se eu fosse uma mulher, eu não usaria esses procedimentos já que existem opções muito mais seguras disponíveis [1].
Minha opção favorita é a termografia, que mede a radiação do calor infravermelho que emana naturalmente do seu corpo e traduz esta informação em imagens anatômicas.
É útil focar nos fatores que contribuem para o surgimento do câncer de seio. A terapia de reposição hormonal (TRH) era aceita como um procedimento seguro, mas a uns 10 anos atrás ficou provado que ela aumenta drasticamente o seu risco de ter câncer no seio.
Um estudo fez a descoberta surpreendente que a TRH, ou apenas com estrogênio ou com estrogênio-mais-progestina estava associada com um aumento de 70% no risco de câncer de seio, quando a terapia foi feita por 5 anos dentro dos 6 anos precedentes do diagnóstico do câncer.
Isto também é verdadeiro para as pílulas de controle da natalidade (pílulas anticoncepcionais). Elas são hormônios sintéticos que podem ser até pior que o Premarin. Portanto, é recomendável evitar o uso de pílulas anticoncepcionais assim como as abordagens tradicionais de TRH. Os hormônios bioidênticos é uma alternativa mais segura e não parecem contribuir para o câncer de seio como as suas contrapartes sintéticas.
Dois outros importantes componentes relacionados ao câncer de seio são:
Seus níveis de vitamina D: Se você elevar seus níveis de vitamina D para cerca de
Seus níveis de insulina em jejum: É importante lembrar que seu nível de insulina em jejum devem ser tomados após
Outras medidas preventivas incluem comer e dormir corretamente. Na alimentação você precisa tomar cuidado com as gorduras que você ingere. Praticamente, todas as pessoas precisam aumentar sua ingestão das gorduras saudáveis de ômega-3. Além disso, deve-se eliminar todas as gorduras trans (gorduras processadas e aquecidas), pois a combinação da deficiência de ômega-3 com um excesso de gorduras de baixa qualidade tipo ômega-6 é um desastre, com relação à produção de câncer de seio que é sensível à vitamina D.
Primeiro, certifique-se que você está dormindo em um local com escuridão completa. Se você precisar de uma luz para ir ao banheiro à noite, use uma lanterna de luz vermelha. A luz vermelha tem um comprimento de onda em torno de 600 nanometros que não estimula a sua glândula pineal e, com isso, perturba a sua produção de melatonina. Se você usa um despertador elétrico, evite aqueles que usam luzes LED azuis, pois são os piores, já que elas estimulam a sua glândula pineal e interrompe a produção de melatonina.
A segunda parte consiste em expor a si mesmo à claridade brilhante do sol durante o dia. É a combinação destas duas estratégias que irá otimizar a produção natural de melatonina pelo seu corpo, o que irá certamente reduzir o seu risco de desenvolver câncer de seio.
Além disso, as emoções quase sempre constituem um fator relevante no surgimento de qualquer tipo de câncer, e devem ser tratadas adequadamente.
Outro fator que contribui para o surgimento de câncer no seio, que já comentamos anteriormente neste blog, é o uso de sutiãs [2]. O uso desse apetrecho leva a um bloqueio da circulação linfática na região do seio, o que aumenta a probabilidade de câncer naquela região. Foi verificado que quanto mais horas diárias uma mulher usa sutiã, maior a sua probabilidade de ter câncer no seio. Mulheres que não usam sutiã têm a mesma probabilidade de ter câncer de seio que os homens.
Referências:
[1] http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/06/27/Stop-Read-This-BEFORE-You-Get-that-Mammogram.aspx
[2] http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/04/o-suti-assassino.html
Marcadores: câncer, emoção, gordura, insulina, mamografia, melatonina, pílulas anticoncepcionais, pineal, radiação, reposição hormonal, seio, sol, sutiã, termografia, vitamina D
sexta-feira, maio 27, 2005
Luz da Vida e Luz da Morte - 15
O PAPEL DA LUZ NA SAÚDE
“O Super Nutriente” em Falta na Maioria dos Ambientes Iluminados Artificialmente
“O Super Nutriente” em falta na Maioria dos Ambientes Iluminados Artificialmente, é o alerta dos Cientistas.
Óculos pintados e escuros podem prejudicar sua saúde e deprimir o seu sistema imunológico e as glândulas endócrinas!
Um nutriente que viaja a 300.000 km/s de uma fonte localizada a 148,8 milhões de km de distância, junto com a comida, água e ar, fazem parte do sistema de suporte à vida na Terra.
É a luz do sol.
Mas a luz também provém de fontes criadas pelo homem, e é aí que mora um certo número de problemas.
O tipo errado de luz artificial pode transformar estudantes em pessoas irritadiças na escola, reduzir a produção entre trabalhadores de uma fábrica e tornar trabalhadores de escritórios preguiçosos.
A insuficiência de luz do tipo correto pode interferir com a absorção de cálcio nos idosos e contribuir para o enfraquecimento dos ossos, comprova estudos científicos.
Do lado positivo, a luz pode ser usada para controlar a icterícia (usando as chamadas “billy lights”, UV), nos recém nascidos. Ela também pode aumentar a produção de carne bovina; o Gado que passa por “dias mais longos” debaixo de uma luz artificial correta é de 10 a 15% mais pesados, sem aumento no consumo de comida.
A luz que os cientistas consideram um “super nutriente” é a luz de espectro total, a qual vem diretamente do sol ou lâmpadas fluorescente especiais que simulam a luz do sol. (Na verdade, apesar da designação dessas lâmpadas artificiais, elas não correspondem ao espectro total da luz solar). Lâmpadas incandescentes e a maioria das lâmpadas fluorescentes não produzem o espectro completo da luz. Isso contribui para a “má-iluminação”, afirmam os foto-biologistas, cientistas especializados no estudo dos efeitos da luz em criaturas vivas.
A ciência da foto-biologia é recente. Alguns foto-biologistas dizem que os médicos mostraram pouco interesse nesse assunto até mais ou menos 5 anos atrás. A Sociedade Americana de Fotobiologia foi fundada há apenas 8 anos atrás. Uma maneira de classificar a luz é através de uma tabela indicadora de cor com índice até 100. A lâmpada fluorescente de espectro total chega a 91; Fluorescentes brancas comuns, 68; outras fluorescentes, 56. Sob luz natural ou uma fonte artificial que duplique a quantidade de luz natural, há menos fadiga e stress nos humanos, aumenta-se a acuidade visual e a produtividade, revelam estudos.
Considere:
-As plantas que cresceram sob luz artificial que chega aproximadamente à duplicação do espectro completo da luz, podem florescer em dias marcados ao se controlar o tamanho do dia.
-Em fábrica de laticínios, ao mudar a quantidade de exposição à luz, das naturais 9 a 12 horas de luz por dia para 16 horas sob luz fluorescente de espectro completo, aumenta-se a produção de leite entre 10 e 15%.
-A luz de espectro completo é usada no tratamento contra sarna, icterícia neonatal e infecções de herpes simplex.
-Raios solares estimulam a glândula pineal, órgão do tamanho de uma ervilha localizado na cabeça. Estas glândulas secretam melatonina, um hormônio que parece controlar muitas funções corporais. Quando inserida em animais, a melatonina induz ao sono, inibe a ovulação e modifica a secreção de outros hormônios. Os experts dizem que tanto plástico como óculos de sol comuns ou lentes de contato bloqueiam alguns dos raios ultravioletas que viajam do olho até a glândula pineal.
-No Center for Improvement of Undergraduate Education, Ithaca, N.Y., estudantes trabalhando em classes com luz fluorescente próxima à luz solar, experimentaram um significativo aumento na acuidade visual e redução da fadiga, comparado com a performance regular sob luzes fluorescente.
-John Ott, Sarasota, Fla., um pioneiro na pesquisa da luz e saúde, nos últimos 50 anos têm alertado sobre o efeito maléfico de alguns tipos de luz. Anteriormente, não lhe deram muita atenção, mas agora há estudos básicos que dão suporte às suas idéias. Ott comentou que ele primeiro notou coisas estranhas acontecendo em criaturas vivas sob certos tipos de fonte de luz quando ele estava trabalhando em fotografias de lapso de tempo para os filmes de Walt Disney.
-No zoológico de Bronx, curadores dão crédito à luz de espectro total como contribuinte na sobrevivência de pingüins de crista, um tímido pássaro marinho, em cativeiro. Sob a influência do “brilho solar interno”, os pingüins, pela primeira vez, botaram ovos que chocaram.
-Coisas estranhas aconteceram no Zoológico Parque de Burnett em Syracuse, N.Y., quando a luz solar simulada foi instalada como esforço para diminuir o vandalismo. “O zoológico se tornou uma verdadeira sala de maternidade,” comentou o diretor Charles T. Clift. “Os pumas se apaixonaram novamente e produziram sua quarta cria, colhemos cinco ovos de ganso, no mínimo 8 cabritos nasceram e a população de veados cresceu em 20. A grande Lizzie deu cria a um ursinho. O mini canguru produziu um novo mini canguru e a chimpanzé ficou grávida.”
Phillip Huges Ph.D., um cientista da Duro-Test Corp., North Bergen, N.H., disse que os experimentos do zoológico de Syracuse é apenas um exemplo dos efeitos da luz natural ou semelhantes. Hughes é vice-presidente da Duron Test, empresa que fabrica a lâmpada fluorescente de espectro total mais usada mundialmente, Vita-Lite. Cientista especializado em ciências neurológicas, fisiologia e psicologia, Hughes afirma: “A luz é definitivamente um nutriente. Ela é essencial para a vida e todo o sistema endócrino. A luz tem o seu papel na ativação dos hormônios.”
A Vitamina D é sintetizada pela luz ultravioleta na pele. Os receptores da Vitamina D ajudam o desenvolvimento adequado dos ossos e previne o raquitismo. A Vitamina D facilita a absorção do cálcio.
“Sob luz longe daquela parecida com a vinda do sol, um estudo confirmou que a absorção do cálcio decaiu nos idosos quando estes permaneciam trancados dentro de casa. Mas aqueles sob luz de espectro completo obtiveram um aumento na absorção do cálcio.”
Em um livro que está para ser lançado sobre a medicina holística, produzido com fundos do Instituto Nacional de Saúde Mental, Hughes comenta: “Junto com a comida, ar e água, a luz solar é a o fator mais importante na sobrevivência da vida humana. A radiação solar ativa outros importantes eventos bioquímicos em nossos corpos evolvendo o controle endócrino, temporização do nosso relógio biológico, regulação do nosso ritmo de 24 horas, prontidão do sistema imunológico, desenvolvimento sexual, regulação do stress e fadiga, controle viral e de infecções gripais e alívio nas desordens do sistema nervoso.”
Ele diz que as duas ou três ultimas gerações são as primeiras a passar 3/4 de suas vidas sob luz artificial. “Nós ainda não sabemos completamente o efeito disso”, comenta.
Sob a luz de espectro total, relatórios científicos russo demonstram que a produção aumenta e o absentismo diminui. Este tipo de luz é obrigatório em muitos locais de trabalhos na Rússia. Em escolas russas, foi demonstrado que a luz de espectro completo ou tratamento ultravioleta ajuda na performance acadêmica, melhora o comportamento estudantil e alivia a fadiga. Os Russos praticam a terapia de luz nos mineiros de carvão que passam suas horas de trabalho longe da luz natural. Uma vez ao dia os mineiros têm que se despir e passar meia hora sob luz natural ou sob iluminação artificial de espectro total. Hughes diz que os Russos relataram que este regime é útil tanto para a prevenção como para o tratamento da doença do pulmão preto. “Pesquisadores Russos e especialistas documentaram que a tolerância do corpo aos poluentes ambientais aumentou com o uso da luz de espectro total, a qual também aumentou a efetividade dos procedimentos de imunização”, comenta Hughes.
O governo do oeste alemão restringe o uso de lâmpadas fluorescentes frias de espectro limitado em prédios públicos por causa do seu espectro distorcido.
Ott, pioneiro e expert na saúde e luz, sustenta que aquelas luzes a vapor de sódio, agora oferecidas como o ultimo avanço tecnológico, não reproduzem a espectro total da luz natural. “Fort Worth, distrito escolar no Texas, foi um dos primeiros a instalar iluminação de sódio em talvez uma dúzia de colégios. E foi um dos primeiros a removê-la por reclamações de ambos professores como alunos, relatando dores de cabeça, cansaço visual ou outros problemas relacionados com a saúde", relata Ott. Ott sustenta que outro grande problema com todos os tipos de lâmpadas que descarregam gases, incluindo as de vapor de mercúrio e fluorescentes de espectro limitado, é que elas emitem radiação que brutalmente enfraquecem a força muscular, afetando tanto a realização acadêmica como o comportamento.
Um artigo recente da revista Consumer´s Research comenta sobre o risco à saúde relacionado com algumas lâmpadas fluorescentes, sugerindo novos testes às industrias e ao governo. “Há boas razões, em nossa opinião, para as agências governamentais e os engenheiros industriais, para se iniciar imediatamente programas de pesquisa em laboratório sobre os efeitos das características espectrais da luz artificial em animais usados para pesquisa e em seres humanos", diz o artigo.
Um psiquiatra que usa luz em sua terapia é o Dr. H.L. Newbold de Nova Iorque. “Antes de começarmos a nos civilizar em semi-invalidez, nós recebemos uma abundância de luz de espectro completo: a do tipo que a natureza nos provê em forma de luz solar,” comenta NewBold, autor de “Mega Nutrients for Your Nerves”.
“Uma vez que nós todos nos escondemos por de trás de mesas de escritório ou em nossas poltronas na sala de estar, a ciência eficientemente nos fornece com luz elétrica.” “Se sua empresa está realmente atualizada você provavelmente está trabalhando sob luz fluorescente, a qual talvez possa ser o sonho do engenheiro industrial com a perfeição – mas acontece de ser o dispositivo mais deficiente em nutriente de todos os dispositivos de iluminação.” “Até aquelas lâmpadas comuns são preferíveis à total artificialidade do ambiente fluorescente”. Newbold usa iluminação de espectro completo no seu escritório e possui um plástico especial no lugar do vidro nas janelas do seu escritório que permitem a entrada ultravioleta da luz natural do dia.
Para permitir o ultravioleta da iluminação de espectro completo seguir o seu caminho para o cérebro, ele sugere lentes especiais para os óculos e acordos para seus pacientes.
No tratamento da icterícia amarela, os recém nascidos tinham transfusão sangüínea completa. Isso era assim até uma enfermeira notar que um bebê ictérico parecia estar melhorando sozinho. O berço do bebê estava perto de uma janela aberta, e a luz natural estava entrando. Os bebês perto da parede e fora do alcance dos raios solares não estavam indo tão bem quanto esse. Então o tratamento foi experimentado em bebês com icterícia, e funcionou. Agora quase 25.000 recém nascidos por ano, recebem o tratamento.
De fato, três bebês famosos receberam o tratamento alguns anos atrás no Columbia-Presbyterian Hospital em Nova Iorque. Três dos quíntuplos Kienast tiveram icterícia e foram curados pela luz de espectro completo. Quando foram pra casa, foram para o berço junto com uma luz de espectro completo.
Como que a iluminação e os óculos pode afetar seu temperamento:
O tipo de iluminação em sua casa e escritório pode afetar seu humor e ajudar a prevenir ou curar artrite e outras doenças, um expert revelou. Até mesmo a cor da tinta nas lentes que você usa nos seus óculos ou óculos de sol pode roubar sua energia ao prevenir certos tipos de comprimentos de ondas de entrar no seu sistema, de acordo com John Ott, diretor do Enviromental Health and Ligh Reseatch Institute of Sarasota, Fla.
“A luz está bem documentada que ao entrar nos olhos influencia as glândulas mestres, a pituitária e a pineal, as quais controlam todo o sistema endócrino.” Diferentes tipos de condição de iluminação englobam a natural, luz solar sem filtragem, lâmpadas incandescentes, luz fluorescente, luz solar filtrada por diferentes tipos de vidro e a luz solar refletida em interiores de diferentes cores.
Em experimentos feitos com estudantes do primeiro ano de graduação em Sarasota, pesquisadores encontraram que crianças que trabalham em salas de aula com lâmpadas fluorescentes frias brancas são mais hiperativas do que estudantes em outras salas de aula com tubos fluorescentes de espectro completo que duplicam a luz natural, mas com escudos que barram as radiações maléficas.
“Sob a luz comum, lâmpadas fluorescentes brancas frias, alguns dos estudantes do primeiro ano de graduação mostraram fadiga nervosa, irritabilidade, lapsos de atenção e comportamento hiperativo”, relata Ott, autor de Health And Light (Livro de bolso, $1,95). “Dentro de uma semana depois que as novas luzes foram instaladas, as crianças se sentavam e prestavam mais atenção aos seus professores.”
Dr. Ott diz que tipos diferentes de luz podem também ter efeito no curso de doenças. Experimentos com ratos demonstraram que os ratos que viviam sob luz fluorescente rosa desenvolveram câncer mais rapidamente do que aqueles que viviam sob luz fluorescente branca e luz natural. Óculos de sol pintado podem também afetar seu físico e comportamento psicológico porque eles bloqueiam certas cores do espectro da luz que você precisa pra a saúde, declara Ott.
Ele diz que convenceu um homem com câncer de próstata a parar de usar óculos pintado de rosa. “Por três anos ele usou novos óculos transparentes que deixam passar o espectro completo ultravioleta, e aparentemente, seus problemas desapareceram.”
Notas Especiais:
Nossos amigos, Dean e Mary Hardy, autores de “Pyramid Energy Explained”, nos disse que eles têm visto mais pessoas que têm tido envenenamentos por mercúrio em seus sistemas. Através de investigação para saber onde essas pessoas moravam e seus estilos de vida pessoais, eles encontraram que na maioria dos casos, estes indivíduos estavam sendo expostos à sistemas de iluminação por vapor de mercúrio. Estas pessoas foram encontradas dormindo sob luzes de poste nas ruas que eram do tipo de vapor de mercúrio. Depois de uma certa quantidade de tempo, a freqüência com a qual o mercúrio ressoa seria absorvida pelo corpo. Algumas dessas pessoas bloquearam a luz que refletia dentro de seus quartos o que finalmente corrigiu o problema.
Uma observação que eu fiz no meu local de trabalho: Uma iluminação a vapor de mercúrio foi instalada do lado de fora do nosso prédio há alguns anos atrás. Desde aquele tempo, nós tempo tipo problemas com o crescimento da grama naquela área. Agora nós precisamos trocar freqüentemente a grama morta por novas. E mais, nós temos tido problemas com insetos. Certamente, as lâmpadas de sódio liberam uma luz amarela a qual faz os insetos irem pra longe, então isso deve cuidar do problema com insetos.
E mais, nós os remetemos à idéia de Tesla que diz, qualquer FONTE RADIANTE está emitindo extremamente energéticas e altamente carregadas PARTÍCULAS FÍSICAS. Ele indicou que esta matéria altamente energética poderia estar sendo colhidas e acumuladas usando as técnicas apropriadas.
Isso então não oferece a possibilidade de que o vapor de mercúrio, sob a influência das altas correntes potenciais, pode estar se acumulando nos tecidos do corpo?
Fonte: http://www.sumeria.net/health/light
Leitura recomendada:
Explorando o espectro – Os efeitos da luz artificial e natural no processos biológicos e saúde, por Dr. John Nash Ott
Fonte traduzida de: www.davidicke.com - David Icke´s Web Site.
Traduzido por: rauser@bol.com.br
