sexta-feira, fevereiro 05, 2016
O Vírus Zika é Guerra Biológica!
O
recente espalhamento do vírus zika no Brasil pode estar ligado à soltura na
selva de mosquitos geneticamente modificados em testes recentes de campo no
Brasil financiado pela Fundação Bill Gates [1].
O
vírus zika, que tem sido detectado em 18 dos 26 estados do Brasil, é
transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti. Uma versão geneticamente modificada
deste vírus foi desenvolvida por uma companhia britânica de biotecnologia
chamada Oxitec.
Os
resultados de um teste no Brasil, publicado neste verão, envolve mosquitos
geneticamente construídos para supostamente combater o espalhamento da dengue,
febre amarela, chikungunya e o vírus zica.
No
entanto, os cientistas avisaram que o estudo tinha muito pouco controles implementados
para que os mosquitos liberados no mato não acabassem espalhando ainda mais a
febre da dengue, a febre amarela, o chikungunya e o vírus zika.
Em
resumo, estes mosquitos geneticamente modificados podem ser a causa da epidemia
do vírus zika no Brasil e em outras partes da América do Sul, Central e do
Norte.
Oxford Insect Technologies (Oxitec), uma companhia britânica de biotecnologia, desenvolveu esse inseto transmissor com fundos da Fundação Bill Gates. Ela conduziu os primeiros testes ao ar livre dos mosquitos transgênicos de Aedes Aegypti na ilha caribenha de Grand Cayman no outono de 2009.
Apesar do zika não ser letal, ele causa problemas genéticos (principalmente no cérebro) em recém-nascidos. A idéia básica é: meter medo na população para que todos se submetam a uma vacina contra esse vírus no futuro, para comprometer ainda mais a saúde de toda a população! E, no momento, deixar a população aceitar o despejo de muito veneno no ar, para combater o zika e tornar ainda mais precária a saúde da população. Até o exército brasileiro foi convocado para implementar a distribuição dos venenos, "para combater o zika". Será que o veneno para matar o zika é um fortificante para a população?...
Em abril de 2015, o governo brasileiro deu sinal verde para a Oxitec liberar 25 milhões destes mosquitos geneticamente modificados no país, gerando a epidemia de microcefalia [2]. Mas, já em 2012, o Brasil deixou espalhar milhões desses mosquitos em seu território. Com o medo do zika, pede-se às mulheres para não ficarem grávidas para o feto não ter microcefalia, visando a redução da população no país. É um esquema semelhante ao outro vírus desenvolvido em laboratório, o da AIDS: tentativa de redução da população mundial!
O mosquito que transmite o vírus zika pode ser apenas um acobertamento ("picada do mosquito GMO te contamina com o zika") para outras coisas que podem estar realmente causando os casos de microcefalia [3]. O Brasil é o maior consumidor mundial de venenos do mundo, na forma de "defensivos agrícolas" [4], "herbicidas", "pesticidas" (para uso dentro e fora de casa), "gramicida" (líquidos pulverizáveis para matar e secar toda vegetação rasteira), "produtos de limpeza" (detergentes, água sanitária, germicidas, sabão/sabonete, amaciante de roupa, shampu, creme dental, "bom ar", etc), muitos proibidos em seus países de origem por causar, entre outros coisas, microcefalia [5]. Qualquer produto que você não pode comer ou beber, porque lhe faz mal à saúde, você não deveria deixar entrar em contato com a sua pele, inalar ou injetar em seu corpo, como as vacinas e repelentes de mosquitos. Vacinas em grávidas também podem causar esse problema. A água pública, distribuída para toda a população, está cheia de substâncias anti-concepcionais (urina das mulheres que tomam pílulas anti-concepcionais e que vai parar nos reservatórios de água), além de um coquetel de outras substâncias tóxicas (cloro, fluor, etc). A idéia do zika pode ser desviar a atenção do que realmente está causando a microcefalia, para tentar... reduzir a população mundial sem a percepção pública!
"Por mais de 60 anos, o vírus da zika ficou restrito à área onde o descobriram, em 1947, na floresta Zika, perto da cidade de Entebe, em Uganda, África" [6]. Em todo esse período, ele não provocou qualquer preocupação nos seres humanos, até a empresa Oxitec entrar em ação... A história (da carochinha) contada foi a seguinte: o mosquito geneticamente modificado (GMO=Genetically Modified Organism) pela Oxitec, portador do zika, não iria picar humanos, iria apenas acasalar com mosquitos fêmeas saudáveis, matando seus filhotes. Como é que o governo brasileiro engoliu uma conversa fiada dessa, em abril de 2015? Será que o governo está realmente interessado em melhorar a saúde da população?
Para ver a história macabra por trás da vinculação do vírus zica com a microcefalia, não deixe de ler (em inglês) a reportagem que coloquei no meu outro blog [7].
Fontes: [1] https://www.youtube.com/watch?v=eWOIDZFVsBU
[2] https://www.youtube.com/watch?v=sWd2oqO14mI
[3] http://www.fourwinds10.net/siterun_data/health/disease/news.php?q=1454171534
[4] http://www.fourwinds10.net/siterun_data/health/drugs/news.php?q=1454429501
[5] https://www.youtube.com/watch?v=CAtNkZyxXTg
[6] Julio Abramczyk, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Ciência+Saúde, pg. B6, 06/02/2016.
[7] http://perfecthealth-rui.blogspot.com.br/2016/02/the-zika-virus-hoax.html
Marcadores: GMO, modificação genética, mosquitos, pílulas anticoncepcionais, redução da população, veneno, zika
sábado, junho 27, 2009
Câncer de Seio
"A época de consertar o telhado é quando o sol está brilhando", John F. Kennedy
Tradicionalmente, tem-se recomendado o auto-exame do seio como uma forma simples de diagnóstico para as mulheres detectarem qualquer coisa de anormal em seus seios. Ele é auto explicativo, pois você simplesmente apalpa seus seios regularmente, procurando detectar qualquer caroço suspeito. Se você encontrar algo não usual, você provavelmente será encaminhada para uma estratégia de diagnóstico convencional, usando a técnica da mamografia (gerando um mamograma).
Infelizmente, para se obter um mamograma usa-se radiação ionizante com uma dose relativamente alta, que pode contribuir para o desenvolvimento do câncer de seio. A mamografia expõe o seu corpo a uma radiação que pode ser 1.000 vezes maior do que aquela usada para tirar o raio-X do tórax, que todos nós sabemos que tem o risco de causar câncer. Na mamografia os seus seios são comprimidos fortemente, o que pode levar a um espalhamento perigoso das células cancerosas, se elas existirem. E, se você acabar fazendo uma biópsia, isto também pode ter conseqüências adversas. Se eu fosse uma mulher, eu não usaria esses procedimentos já que existem opções muito mais seguras disponíveis [1].
Minha opção favorita é a termografia, que mede a radiação do calor infravermelho que emana naturalmente do seu corpo e traduz esta informação em imagens anatômicas.
É útil focar nos fatores que contribuem para o surgimento do câncer de seio. A terapia de reposição hormonal (TRH) era aceita como um procedimento seguro, mas a uns 10 anos atrás ficou provado que ela aumenta drasticamente o seu risco de ter câncer no seio.
Um estudo fez a descoberta surpreendente que a TRH, ou apenas com estrogênio ou com estrogênio-mais-progestina estava associada com um aumento de 70% no risco de câncer de seio, quando a terapia foi feita por 5 anos dentro dos 6 anos precedentes do diagnóstico do câncer.
Isto também é verdadeiro para as pílulas de controle da natalidade (pílulas anticoncepcionais). Elas são hormônios sintéticos que podem ser até pior que o Premarin. Portanto, é recomendável evitar o uso de pílulas anticoncepcionais assim como as abordagens tradicionais de TRH. Os hormônios bioidênticos é uma alternativa mais segura e não parecem contribuir para o câncer de seio como as suas contrapartes sintéticas.
Dois outros importantes componentes relacionados ao câncer de seio são:
Seus níveis de vitamina D: Se você elevar seus níveis de vitamina D para cerca de
Seus níveis de insulina em jejum: É importante lembrar que seu nível de insulina em jejum devem ser tomados após
Outras medidas preventivas incluem comer e dormir corretamente. Na alimentação você precisa tomar cuidado com as gorduras que você ingere. Praticamente, todas as pessoas precisam aumentar sua ingestão das gorduras saudáveis de ômega-3. Além disso, deve-se eliminar todas as gorduras trans (gorduras processadas e aquecidas), pois a combinação da deficiência de ômega-3 com um excesso de gorduras de baixa qualidade tipo ômega-6 é um desastre, com relação à produção de câncer de seio que é sensível à vitamina D.
Primeiro, certifique-se que você está dormindo em um local com escuridão completa. Se você precisar de uma luz para ir ao banheiro à noite, use uma lanterna de luz vermelha. A luz vermelha tem um comprimento de onda em torno de 600 nanometros que não estimula a sua glândula pineal e, com isso, perturba a sua produção de melatonina. Se você usa um despertador elétrico, evite aqueles que usam luzes LED azuis, pois são os piores, já que elas estimulam a sua glândula pineal e interrompe a produção de melatonina.
A segunda parte consiste em expor a si mesmo à claridade brilhante do sol durante o dia. É a combinação destas duas estratégias que irá otimizar a produção natural de melatonina pelo seu corpo, o que irá certamente reduzir o seu risco de desenvolver câncer de seio.
Além disso, as emoções quase sempre constituem um fator relevante no surgimento de qualquer tipo de câncer, e devem ser tratadas adequadamente.
Outro fator que contribui para o surgimento de câncer no seio, que já comentamos anteriormente neste blog, é o uso de sutiãs [2]. O uso desse apetrecho leva a um bloqueio da circulação linfática na região do seio, o que aumenta a probabilidade de câncer naquela região. Foi verificado que quanto mais horas diárias uma mulher usa sutiã, maior a sua probabilidade de ter câncer no seio. Mulheres que não usam sutiã têm a mesma probabilidade de ter câncer de seio que os homens.
Referências:
[1] http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/06/27/Stop-Read-This-BEFORE-You-Get-that-Mammogram.aspx
[2] http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/04/o-suti-assassino.html
Marcadores: câncer, emoção, gordura, insulina, mamografia, melatonina, pílulas anticoncepcionais, pineal, radiação, reposição hormonal, seio, sol, sutiã, termografia, vitamina D
