quinta-feira, março 02, 2023
Mamografia
'Perigos ocultos' das mamografias que toda mulher deveria conhecer
Milhões de mulheres se submetem a elas anualmente, mas poucas estão remotamente cientes de quantos perigos estão se expondo em nome da prevenção, entre os quais diagnósticos incorretos, diagnósticos excessivos e a promoção do próprio câncer de mama.
Artigo completo:
https://greenmedinfo.com/blog/hidden-dangers-mammograms-every-woman-should-know-about
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Obs: Uma mamografia totalmente segura é feita através da termografia !
Marcadores: mamografia, termografia
quinta-feira, setembro 20, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 4
Além dessa tecnologia clínica que leva tantos à morte pela radiação ionizante, o Dr. Gofman afirmou ter indícios que provam que ela também causa 75% de novos tumores. O Dr. Gofman foi o primeiro cientista eminente que teve coragem de confrontar a comunidade científica com a evidência de que a radiação ionizante é o fator principal por trás do câncer e das arteriosclerose. Obviamente, as descobertas do Dr. Gofman não foram bem-vindas para os que afirmam estar combatendo o câncer, quando, na realidade, estão criando as condições para tal batalha.
Sua advertência de que a maioria dos novos cânceres é resultado de formas ionizantes de radiação médica por instrumentos diagnósticos aparentemente não invasivos, inclusive raios X, TCs, mamografias e fluoroscopias, não se baseava em suspeitas, mas em dados e evidências já existentes. Basicamente, tudo o que ele fez foi analisar o amplo espectro dos dados científicos disponíveis em sua área de pesquisa - o que não havia sido feito antes. Podemos deduzir do estudo de Gofman que a radiação ionizante deve ser uma das causas do desenvolvimento do câncer.
Em outras palavras, só a radiação não produz o câncer. Do mesmo modo, tampouco a má alimentação, ou só o cigarro, ou o estresse emocional. O processo cancerígeno envolve o organismo como um todo: alimentação, hábitos de vida, relacionamentos, sociedade e meio ambiente. É preciso que esse ponto fique bastante claro.
Se um desses cofatores estiver ausente, o câncer não acontece. Consequentemente, para provocar um câncer de mama, basta uma combinação crônica de diversos cofatores: deficiência de vitamina D pela não exposição regular ao sol, realização de mamografias duas vezes ao ano, ingestão de alimentos repletos de óleos vegetais hidrogenados ou um processo de divórcio longo e estressante. Tal resultado não se verificaria, por exemplo, se a dieta fosse saudável e não fossem realizadas as mamografias. E,com a exposição regular ao sol, a probabilidade de desenvolver um câncer seria bastante remota.
"Por definição, a ausência de um cofator necessário impede o resultado", diz o dr. Gofman. Esse conhecimento basta para qualquer pessoa impedir ou até reverter um câncer, simplesmente ao remover alguns ou todos os cofatores existentes.
Obviamente, alguns cofatores têm mais consequências que outros. Gofman descobriu que a radiação clínica, em particular, é um cofator altamente importante para a mortalidade por câncer ou por cardiopatia isquêmica. Segundo ele, na ausência da radiação, muitos ou a maioria dos casos não teriam ocorrido. Sua pesquisa levou a uma conclusão contundente e surpreendente: embora não tenha sido o único fator colaborador nesses casos, a radiação médica foi um cofator necessário.
Em seu estudo, o dr. Gofman comparou taxas de mortalidade por câncer e cardiopatias isquêmica, entre 1940 e 1990, me cada uma das nove regiões demográficas americanas com o número médio de médicos por 100 mil habitantes. Ele pressupôs que, pelo fato de os médicos solicitarem exames ou tratamentos envolvendo radiação, o número de aplicações radiológicas deveria ser aproximadamente proporcional ao número de médicos disponíveis à população.
Sua pesquisa fez esta surpreendente associação: as taxas de mortalidade por câncer e cardiopatia isquêmica aumentaram em proporção direta ao número de médicos em cada um dos nove distritos demográficos. Em comparação, as taxas de mortalidade de quase todas as outras causas diminuíram à medida que aumentava a densidade de médicos. Em outras palavras, onde havia mais prescrições de raios X, mais pessoas morriam dessas duas doenças assassinas.
Antes de Wilhelm Conrad Roentgen descobrir o raio X, em 1895, e suas aplicações tornarem-se populares, o câncer e as arteriosclerose eram incomuns. Embora os raios X tenham ajudado a salvar muitas vidas desde então, também levaram muitas outras vidas mais. Embora sejam úteis para diagnósticos específicos, como fraturas ósseas, há métodos alternativos, como a ultrassonografia - ou, melhor ainda, a tecnologia de imagem térmica (termografia) -, que são tão eficientes quanto, mas não apresentam os mesmos efeitos colaterais.
A tecnologia de imagem térmica é um exame não invasivo e não radioativo que é bem superior aos raios X e ao ultrassom. Ela tem a capacidade de detectar o desenvolvimento de um tumor muitos anos antes de um raio X, e sem apresentar os efeitos colaterais danosos associados à radiologia. Ver um desequilíbrio térmico que retrata um distúrbio circulatório nos seios, por exemplo, pode ajudar uma pessoa a tomar as medidas necessárias para impedir que esse distúrbio se manifeste, mais tarde, em forma de tumor.
Termologia é a ciência médica que faz diagnósticos a partir do registro de imagem infravermelhas do corpo humano usando câmeras (termográficas) infravermelhas sensíveis de alta resolução. A termografia mamária utiliza os princípios da termologia como técnica diagnóstica na detecção precoce de câncer mamário em um ambiente clínico ou para monitorar seu tratamento. A termografia mamária é totalmente sem contato e não produz qualquer forma de energia radioativa na superfície ou no interior do corpo. A taxa de precisão na detecção de tumores cancerígenos no seio é (a partir de 2009) de 94,8%, de acordo com um estudo comparativo publicado no Journal of Medical Systems. Em comparação, a taxa de precisão da mamografia é de apenas 45-50%.
Qual é a pegadinha? O custo das câmeras de imagens térmicas é relativamente bem mais baixo do que as TCs ou tecnologias por imagens similares. Portanto, arrecadam bem menos fundos para a indústria médica! Talvez seja essa a razão pela qual são raramente empregados por hospitais e médicos em geral.
É quase consenso que, no caso do câncer, a prevenção é o melhor remédio. No entanto, apesar de haver métodos diagnósticos e preventivos menos perigosos (e quase sempre mais eficazes), a indústria médica continua a insistir que apenas as TCs e ultrassons são confiáveis. Todavia, essa atitude, embora financeiramente lucrativa, serve apenas para agravar os problemas. Na maioria dos casos, basta evitar a radiação ionizante e alguns outros cofatores para se permanecer livre do câncer.
Apesar do sucesso de certas formas ancestrais de medicina, como a Ayurvédica e a Chinesa, a atitude predominante na medicina convencional ocidental é que a medicina moderna, conforme ensinada nas faculdades, é a única forma científica, comprovada e confiável de medicina. A homeopatia, ayurveda, tai chi chuan, ioga, meditação, atividade física e até a oração não pertencem ao campo da medicina real, mesmo que, em alguns casos, sejam comprovadamente mais eficazes do que a medicina convencional.
Para começo de conversa, ao contrário da medicina convencional, a medicina não convencional não mata milhões de pessoas todos os anos.
Embora tenha sido cientificamente comprovado que a utilização de betabloqueadores no pós-infarto aumenta a incidência de uma insuficiência cardíaca mortal, a maioria dos médicos ainda acredita ser um tratamento médico válido e científico. Chamo isso de charlatanice legalizada.
Eis uma lista de outros exemplos em que a ideologia médica contradiz a evidência científica:
1. Os antidepressivos, como o Prozac, embora apresentem muitos efeitos colaterais danosos, continuam a ser distribuídos a milhões de pessoas apesar dos inúmeros estudos comprovando que são tão eficazes quanto placebos no tratamento de depressão.
2. A taxa de sucesso da moderna terapia do câncer é muito menor do que a resposta mais fraca de um placebo. Em média, a remissão ocorre em apenas 7% dos pacientes com câncer.
3. Os indícios sugerem que os antibióticos para infecções do ouvido, bronquite, sinusites e dores de garganta fazem muito mais mal do que bem. No entanto, os médicos continuam a prescrevê-los, contribuindo para o desenvolvimento de superbactérias que resistem a todos os tratamentos médicos conhecidos.
4. Os médicos fazem aproximadamente 600 mil cirurgias de coluna vertebral por ano (EUA), a um custo estimado de mais de 20 bilhões de dólares, apesar de, na maioria dos casos, não haver comprovação de que essas cirurgias sejam mais eficazes do que tratamentos não cirúrgicos.
5. Estudos comprovaram que a cirurgia artroscópica para correção da osteoartrose do joelho não é mais eficaz que uma cirurgia fraudulenta, em que os cirurgiões ministram uma anestesia leve aos pacientes enquanto fingem que operam. Essas cirurgias também não se mostram mais eficazes que uma terapia física não invasiva. No entanto, mais de 500 mil americanos submetem-se a esse tipo de cirurgia a custo aproximado de 3 bilhões de dólares/ano.
6. Embora não haja comprovação da eficácia dos xaropes para tosse, os médicos ainda os prescrevem rotineiramente, embora possam prejudicar e até matar crianças. Em crianças bem pequenas, os remédios para gripes e tosses, vendidos em farmácias, podem causar sérios efeitos colaterais, inclusive arritmias cardíacas, convulsões, parada respiratória e morte. De fato, as complicações e superdosagens desses medicamentos, considerados seguros, respondem por dois terços das emergências em hospitais infantis, de acordo com estudos publicados na revista médica Pediatrics (novembro de 2010). E tudo isso apesar de o FDA ter proibido a prescrição de remédios para tosse para crianças com menos de 4 anos de idade.
A verdade desconfortável que devemos encarar, em vista disso, é que a maioria dessas intervenções caras, invasivas, ineficazes e/ou prejudiciais, em suma, acaba por nos fazer mais doentes. A indústria médica quer nos convencer de que a prevenção e os métodos de cura natural comprovados pelo tempo não passam de charlatanice. Mas o número maior de evidências fala por si só: as nossas crenças sobre a medicina moderna estão nos matando cada vez mais.
Referências:
Marcadores: arteriosclerose, câncer, cardiopatia isquêmica, doenças cardíacas, radiação ionizante, raio X, sol, termografia, ultrassom
quarta-feira, maio 22, 2013
Tomografia e Câncer
Crianças e adolescentes que se submetem a tomografia computadorizadas (exame com nível de radiação maior do que um raio-X) têm risco 24% maior de desenvolver câncer do que aqueles que não fizeram o exame.
É o que aponta o maior estudo já feito sobre o tema, com um grupo de 10,9 milhões de pessoas de até 19 anos da Austrália.
Desse grupo, 680 mil fizeram tomografias ao menos 12 meses antes de um diagnóstico de câncer, para excluir os exames feitos durante a investigação da doença. Os voluntários foram acompanhados por nove anos e meio.
O risco absoluto de câncer, porém, permanece baixo. Em um grupo de 10 mil jovens, espera-se que 39 casos de câncer ocorram em dez anos. Se cada um deles fizesse uma tomografia, sete casos a mais apareceriam.
A preocupação com as crianças é maior porque seus tecidos ainda estão em formação, o que as torna mais suscetíveis às doses de radiação (e de vacinas...). A chance de elas repetirem o exame e acumularem os efeitos danosos ao longo da vida também é grande.
Recentemente, outras pesquisas apontaram o risco elevado de câncer em jovens que haviam feito o exame.
No entanto, segundo os autores do novo estudo, publicado no periódico "British Medical Journal", especialistas em radiação (ionizante) ainda questionavam a validade dos resultados e havia incerteza sobre o risco de câncer ligado à tomografia.
Especialistas dizem que o novo trabalho confirma e consolida as informações que já existiam a respeito.
"É um trabalho importante porque havia controvérsia sobre esse risco", diz Lisa Suzuki, radiologista do Hospital Infantil Sabará.
O estudo mostra um risco aumentado para tumores sólidos (de cérebro, pele, tireoide, trato urinário, órgãos digestivos, etc), leucemia e outros cânceres linfoides, em especial quando a exposição à radiação aconteceu antes dos cinco anos de idade.
Segundo Suzuki, campanhas internacionais e protocolos já sugerem a redução da radiação para crianças.
No Hospital Sabará, por exemplo, existe o plano de criar uma "carteira de radiação", nos mesmos moldes da de vacinação, para anotar os exames aos quais a criança foi submetida. Esse controle deve ser lançado no segundo semestre deste ano.
Marcos Menezes, coordenador do Centro de Diagnósticos do Hospital Sírio-Libanês, afirma também que os tomógrafos modernos podem ter uma dose de radiação 16 vezes menor que a dose padrão.
"O paciente tem direito de saber e questionar o tipo de tecnologia e a dose de radiação que vai receber e comparar para fazer uma escolha melhor", diz (escolha termografia, se possível...).
Cecília Maria Lima da Costa, diretora do setor de oncologia pediátrica do A.C. Camargo, diz que exames que não usam radiação (ionizante), como a ressonância magnética (ecografia, termografia, etc), têm ganhado mais espaço nessa faixa etária, mas, em alguns casos, a tomografia é essencial, como em traumas e acompanhamento de câncer (que pode ser acompanhado por termografia: o tecido canceroso emite uma temperatura diferente dos tecidos sadios circunvizinhos).
"É preciso pesar risco e benefício. Se for essencial, vale a pena correr esse risco pequeno", afirma.
O consenso é de que a indicação do exame tem que ser precisa, para evitar radiação desnecessária.
"É preciso ter bom senso dos dois lados. Há pais que insistem para que os filhos façam exames mesmo quando o médico acha que não é indicado, e há médicos com a sensação de que os exames resolvem tudo", diz Suzuki.
Hoje não há um limite de quantos exames uma pessoa pode fazer em segurança. Quanto menos, melhor.
Referência:
[1] Mariana Versolato, Tomografia eleva o risco de câncer em crianças e jovens, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde+Ciência, pg. C7, 22 de maio de 2013.
Marcadores: abreugrafia, câncer, crianças, radiação ionizante, radioterapia, raio X, termografia, tomografia, vacina
terça-feira, janeiro 05, 2010
O Futuro dos Diagnósticos: Termografia
Está se tornando cada vez mais evidente que todas as formas de técnicas de diagnóstico baseadas em radiação, tais como raios-X e varreduras com tomografia computadorizada (CT scans) [técnicas que usam radiação ionizante, que transforma átomos em íons no nosso corpo], são altamente causadoras ou produtoras de câncer a longo prazo. Os diagnósticos via tomografia CT são potencialmente mortais, expondo você a níveis de radiação cerca de 1.000 vezes mais intensos que os raios-X normais do tórax. Isso é uma má notícia para as mulheres que fizeram várias mamografias convencionais e outros diagnósticos similares. O imageamento via ressonância magnética (MRI = Magnetic Resonance Imaging), que não usa radiação ionizante, é menos perigoso mas o campo magnético muito intenso pode provocar outros problemas. Todas essas técnicas são invasivas e alteram ou danificam a estrutura dos genes e cromossomas, podendo resultar em doenças e até em morte. No entanto, a termografia, uma técnica de imageamento relativamente nova, parece ser a resposta para todos esses problemas. Ela usa câmeras altamente sensíveis ao infravermelho para medir a emissão natural de calor de seu corpo e, dessa forma, produzindo mapas digitais coloridos (ou com vários níveis de cinza) correspondentes que podem ser usados para diagnosticar o problema e o possível tratamento. Qualquer padrão anormal na luz ou cor (devido à presença de alguma patologia localizada, como câncer no seio) irá sinalizar a área problemática. O imageamento térmico (termografia) é muito segura, simples e precisa, e é a onda do futuro em termos de diagnóstico médico.
Note no termograma abaixo a falta de simetria das emissões térmicas dos dois seios de uma mulher, o que não é muito recomendável:

Para saber mais:
1. http://thermogramcenter.com/breast%20imaging+body%20imaging+breast%20cancer%20risk%20assessment.wmv
Marcadores: raio X, termografia, termograma, tomografia
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Câncer de Mama
Muitas vezes os métodos usados para fazer o diagnóstico de uma doença cooperam para o agravamento da doença. É o caso, por exemplo, do método atual de fazer diagnóstico de câncer de mama utilizando a radiação ionizante chamada de raio-X, conforme informado no artigo abaixo [1].
A radiação das mamografias e dos exames usando raios-X aumentam o risco de mulheres com histórico familiar ou predisposição genética desenvolverem câncer de mama. A constatação é de um estudo holandês com dados de 12 mil mulheres com alto risco para a doença.
Os pesquisadores aconselham que as pacientes com este perfil (ideal: todas as pacientes!), especialmente as que têm menos de 30 anos, procurem outros diagnósticos, como ressonância magnética (ou ainda melhor, usar termografia, um método passivo!).
Mulheres que foram expostas à radiação da mamografia ou do raio-X antes dos 20 anos e as que passaram por ao menos cinco exames, tiveram 2,5 vezes mais chances de ter câncer de mama.
Segundo Robert Smith, da American Cancer Society, os riscos da radiação em mulheres jovens já são conhecidos (mas não é amplamente divulgado para o público, não é mesmo Mr. Smith?).
Referência:
[1] Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 2 de dezembro de 2009.
Marcadores: câncer, raio X, seio, termografia
sábado, junho 27, 2009
Câncer de Seio
"A época de consertar o telhado é quando o sol está brilhando", John F. Kennedy
Tradicionalmente, tem-se recomendado o auto-exame do seio como uma forma simples de diagnóstico para as mulheres detectarem qualquer coisa de anormal em seus seios. Ele é auto explicativo, pois você simplesmente apalpa seus seios regularmente, procurando detectar qualquer caroço suspeito. Se você encontrar algo não usual, você provavelmente será encaminhada para uma estratégia de diagnóstico convencional, usando a técnica da mamografia (gerando um mamograma).
Infelizmente, para se obter um mamograma usa-se radiação ionizante com uma dose relativamente alta, que pode contribuir para o desenvolvimento do câncer de seio. A mamografia expõe o seu corpo a uma radiação que pode ser 1.000 vezes maior do que aquela usada para tirar o raio-X do tórax, que todos nós sabemos que tem o risco de causar câncer. Na mamografia os seus seios são comprimidos fortemente, o que pode levar a um espalhamento perigoso das células cancerosas, se elas existirem. E, se você acabar fazendo uma biópsia, isto também pode ter conseqüências adversas. Se eu fosse uma mulher, eu não usaria esses procedimentos já que existem opções muito mais seguras disponíveis [1].
Minha opção favorita é a termografia, que mede a radiação do calor infravermelho que emana naturalmente do seu corpo e traduz esta informação em imagens anatômicas.
É útil focar nos fatores que contribuem para o surgimento do câncer de seio. A terapia de reposição hormonal (TRH) era aceita como um procedimento seguro, mas a uns 10 anos atrás ficou provado que ela aumenta drasticamente o seu risco de ter câncer no seio.
Um estudo fez a descoberta surpreendente que a TRH, ou apenas com estrogênio ou com estrogênio-mais-progestina estava associada com um aumento de 70% no risco de câncer de seio, quando a terapia foi feita por 5 anos dentro dos 6 anos precedentes do diagnóstico do câncer.
Isto também é verdadeiro para as pílulas de controle da natalidade (pílulas anticoncepcionais). Elas são hormônios sintéticos que podem ser até pior que o Premarin. Portanto, é recomendável evitar o uso de pílulas anticoncepcionais assim como as abordagens tradicionais de TRH. Os hormônios bioidênticos é uma alternativa mais segura e não parecem contribuir para o câncer de seio como as suas contrapartes sintéticas.
Dois outros importantes componentes relacionados ao câncer de seio são:
Seus níveis de vitamina D: Se você elevar seus níveis de vitamina D para cerca de
Seus níveis de insulina em jejum: É importante lembrar que seu nível de insulina em jejum devem ser tomados após
Outras medidas preventivas incluem comer e dormir corretamente. Na alimentação você precisa tomar cuidado com as gorduras que você ingere. Praticamente, todas as pessoas precisam aumentar sua ingestão das gorduras saudáveis de ômega-3. Além disso, deve-se eliminar todas as gorduras trans (gorduras processadas e aquecidas), pois a combinação da deficiência de ômega-3 com um excesso de gorduras de baixa qualidade tipo ômega-6 é um desastre, com relação à produção de câncer de seio que é sensível à vitamina D.
Primeiro, certifique-se que você está dormindo em um local com escuridão completa. Se você precisar de uma luz para ir ao banheiro à noite, use uma lanterna de luz vermelha. A luz vermelha tem um comprimento de onda em torno de 600 nanometros que não estimula a sua glândula pineal e, com isso, perturba a sua produção de melatonina. Se você usa um despertador elétrico, evite aqueles que usam luzes LED azuis, pois são os piores, já que elas estimulam a sua glândula pineal e interrompe a produção de melatonina.
A segunda parte consiste em expor a si mesmo à claridade brilhante do sol durante o dia. É a combinação destas duas estratégias que irá otimizar a produção natural de melatonina pelo seu corpo, o que irá certamente reduzir o seu risco de desenvolver câncer de seio.
Além disso, as emoções quase sempre constituem um fator relevante no surgimento de qualquer tipo de câncer, e devem ser tratadas adequadamente.
Outro fator que contribui para o surgimento de câncer no seio, que já comentamos anteriormente neste blog, é o uso de sutiãs [2]. O uso desse apetrecho leva a um bloqueio da circulação linfática na região do seio, o que aumenta a probabilidade de câncer naquela região. Foi verificado que quanto mais horas diárias uma mulher usa sutiã, maior a sua probabilidade de ter câncer no seio. Mulheres que não usam sutiã têm a mesma probabilidade de ter câncer de seio que os homens.
Referências:
[1] http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/06/27/Stop-Read-This-BEFORE-You-Get-that-Mammogram.aspx
[2] http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/04/o-suti-assassino.html
Marcadores: câncer, emoção, gordura, insulina, mamografia, melatonina, pílulas anticoncepcionais, pineal, radiação, reposição hormonal, seio, sol, sutiã, termografia, vitamina D
