quinta-feira, setembro 20, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 4


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

Diagnóstico médico: a causa mais comum de morte?

De acordo com o falecido pesquisador médico professor Dr. John Gofman (1918-2007), professor emérito de Biologia Molecular e Celular da Universidade da Califórnia, em Berkeley, Estados Unidos, as evidências sugerem que pelo menos 50% das mortes por câncer e mais de 60% das mortes por arteriosclerose seriam causadas por raios X. Isso incluiria um mínimo de 281.437 mortes por câncer e 369.640 mortes por doenças cardíacas por ano, apenas nos Estados Unidos, tendo por base os dados de mortalidade dessas doenças, em 2010, segundo os CCDPs. Sendo assim, o total de mortes por danos radioativos, por ano, seria de 651.077 (dados de 2010). 

Além dessa tecnologia clínica que leva tantos à morte pela radiação ionizante, o Dr. Gofman afirmou ter indícios que provam que ela também causa 75% de novos tumores. O Dr. Gofman foi o primeiro cientista eminente que teve coragem de confrontar a comunidade científica com a evidência de que a radiação ionizante é o fator principal por trás do câncer e das arteriosclerose. Obviamente, as descobertas do Dr. Gofman não foram bem-vindas para os que afirmam estar combatendo o câncer, quando, na realidade, estão criando as condições para tal batalha.

Sua advertência de que a maioria dos novos cânceres é resultado de formas ionizantes de radiação médica por instrumentos diagnósticos aparentemente não invasivos, inclusive raios X, TCs, mamografias e fluoroscopias, não se baseava em suspeitas, mas em dados e evidências já existentes. Basicamente, tudo o que ele fez foi analisar o amplo espectro dos dados científicos disponíveis em sua área de pesquisa - o que não havia sido feito antes. Podemos deduzir do estudo de Gofman que a radiação ionizante deve ser uma das causas do desenvolvimento do câncer.

Em outras palavras, só a radiação não  produz o câncer. Do mesmo modo, tampouco a má alimentação, ou só o cigarro, ou o estresse emocional. O processo cancerígeno envolve o organismo como um todo: alimentação, hábitos de vida, relacionamentos, sociedade e meio ambiente. É preciso que esse ponto fique bastante claro.

Se um desses cofatores estiver ausente, o câncer não acontece. Consequentemente, para provocar um câncer de mama, basta uma combinação crônica de diversos cofatores: deficiência de vitamina D pela não exposição regular ao sol, realização de mamografias duas vezes ao ano, ingestão de alimentos repletos de óleos vegetais hidrogenados ou um processo de divórcio longo e estressante. Tal resultado não se verificaria, por exemplo, se a dieta fosse saudável e não fossem realizadas as mamografias. E,com a exposição regular ao sol, a probabilidade de desenvolver um câncer seria bastante remota.

"Por definição, a ausência de um cofator necessário impede o resultado", diz o dr. Gofman. Esse conhecimento basta para qualquer pessoa impedir ou até reverter um câncer, simplesmente ao remover alguns ou todos os cofatores existentes.

Obviamente, alguns cofatores têm mais consequências que outros. Gofman descobriu que a radiação clínica, em particular, é um cofator altamente importante para a mortalidade por câncer ou por cardiopatia isquêmica. Segundo ele, na ausência da radiação, muitos ou a maioria dos casos não teriam ocorrido. Sua pesquisa levou a uma conclusão contundente e surpreendente: embora não tenha sido o único fator colaborador nesses casos, a radiação médica foi um cofator necessário

Em seu estudo, o dr. Gofman comparou taxas de mortalidade por câncer e cardiopatias isquêmica, entre 1940 e 1990, me cada uma das nove regiões demográficas americanas com o número médio de médicos por 100 mil habitantes. Ele pressupôs que, pelo fato de os médicos solicitarem exames ou tratamentos envolvendo radiação, o número de aplicações radiológicas deveria ser aproximadamente proporcional ao número de médicos disponíveis à população.

Sua pesquisa fez esta surpreendente associação: as taxas de mortalidade por câncer e cardiopatia isquêmica aumentaram em proporção direta ao número de médicos em cada um dos nove distritos demográficos. Em comparação, as taxas de mortalidade de quase todas as outras causas diminuíram à medida que aumentava a densidade de médicos. Em outras palavras, onde havia mais prescrições de raios X, mais pessoas morriam dessas duas doenças assassinas.

Antes de Wilhelm Conrad Roentgen descobrir o raio X, em 1895, e suas aplicações tornarem-se populares, o câncer e as arteriosclerose eram incomuns. Embora os raios X tenham ajudado a salvar muitas vidas desde então, também levaram muitas outras vidas mais. Embora sejam úteis para diagnósticos específicos, como fraturas ósseas, há métodos alternativos, como a ultrassonografia - ou, melhor ainda, a tecnologia de imagem térmica (termografia) -, que são tão eficientes quanto, mas não apresentam os mesmos efeitos colaterais.

A tecnologia de imagem térmica é um exame não invasivo e não radioativo que é bem superior aos raios X e ao ultrassom. Ela tem a capacidade de detectar o desenvolvimento de um tumor muitos anos antes de um raio X, e sem apresentar os efeitos colaterais danosos associados à radiologia. Ver um desequilíbrio térmico que retrata um distúrbio circulatório nos seios, por exemplo, pode ajudar uma pessoa a tomar as medidas necessárias para impedir que esse distúrbio se manifeste, mais tarde, em forma de tumor. 

Termologia é a ciência médica que faz diagnósticos a partir do registro de imagem infravermelhas do corpo humano usando câmeras (termográficas) infravermelhas sensíveis de alta resolução. A termografia mamária utiliza os princípios da termologia como técnica diagnóstica na detecção precoce de câncer mamário em um ambiente clínico ou para monitorar seu tratamento. A termografia mamária é totalmente sem contato e não produz qualquer forma de energia radioativa na superfície ou no interior do corpo. A taxa de precisão na detecção de tumores cancerígenos no seio é (a partir de 2009) de 94,8%, de acordo com um estudo comparativo publicado no Journal of Medical Systems. Em comparação, a taxa de precisão da mamografia é de apenas 45-50%. 

Qual é a pegadinha? O custo das câmeras de imagens térmicas é relativamente bem mais baixo do que as TCs ou tecnologias por imagens similares. Portanto, arrecadam bem menos fundos para a indústria médica! Talvez seja essa a razão pela qual são raramente empregados por hospitais e médicos em geral. 

É quase consenso que, no caso do câncer, a prevenção é o melhor remédio. No entanto, apesar de haver métodos diagnósticos e preventivos menos perigosos (e quase sempre mais eficazes), a indústria médica continua a insistir que apenas as TCs e ultrassons são confiáveis. Todavia, essa atitude, embora financeiramente lucrativa, serve apenas para agravar os problemas. Na maioria dos casos, basta evitar a radiação ionizante e alguns outros cofatores para se permanecer livre do câncer.

Apesar do sucesso de certas formas ancestrais de medicina, como a Ayurvédica e a Chinesa, a atitude predominante na medicina convencional ocidental é que a medicina moderna, conforme ensinada nas faculdades, é a única forma científica, comprovada e confiável de medicina. A homeopatia, ayurveda, tai chi chuan, ioga, meditação, atividade física e até a oração não pertencem ao campo da medicina real, mesmo que, em alguns casos, sejam comprovadamente mais eficazes do que a medicina convencional. 

Para começo de conversa, ao contrário da medicina convencional, a medicina não convencional não mata milhões de pessoas todos os anos.

Embora tenha sido cientificamente comprovado que a utilização de betabloqueadores no pós-infarto aumenta a incidência de uma insuficiência cardíaca mortal, a maioria dos médicos ainda acredita ser um tratamento médico válido e científico. Chamo isso de charlatanice legalizada.

Eis uma lista de outros exemplos em que a ideologia médica contradiz a evidência científica:

1. Os antidepressivos, como o Prozac, embora apresentem muitos efeitos colaterais danosos, continuam a ser distribuídos a milhões de pessoas apesar dos inúmeros estudos comprovando que são tão eficazes quanto placebos no tratamento de depressão.

2. A taxa de sucesso da moderna terapia do câncer é muito menor do que a resposta mais fraca de um placebo. Em média, a remissão ocorre em apenas 7% dos pacientes com câncer. 

3. Os indícios sugerem que os antibióticos para infecções do ouvido, bronquite, sinusites e dores de garganta fazem muito mais mal do que bem. No entanto, os médicos continuam a prescrevê-los, contribuindo para o desenvolvimento de superbactérias que resistem a todos os tratamentos médicos conhecidos.

4. Os médicos fazem aproximadamente 600 mil cirurgias de coluna vertebral por ano (EUA), a um custo estimado de mais de 20 bilhões de dólares, apesar de, na maioria dos casos, não haver comprovação de que essas cirurgias sejam mais eficazes do que tratamentos não cirúrgicos.

5. Estudos comprovaram que a cirurgia artroscópica para correção da osteoartrose do joelho não é mais eficaz que uma cirurgia fraudulenta, em que os cirurgiões ministram uma anestesia leve aos pacientes enquanto fingem que operam. Essas cirurgias também não se mostram mais eficazes que uma terapia física não invasiva. No entanto, mais de 500 mil americanos submetem-se a esse tipo de cirurgia a custo aproximado de 3 bilhões de dólares/ano.

6. Embora não haja comprovação da eficácia dos xaropes para tosse, os médicos ainda os prescrevem rotineiramente, embora possam prejudicar e até matar crianças. Em crianças bem pequenas, os remédios para gripes e tosses, vendidos em farmácias, podem causar sérios efeitos colaterais, inclusive arritmias cardíacas, convulsões, parada respiratória e morte. De fato, as complicações e superdosagens desses medicamentos, considerados seguros, respondem por dois terços das emergências em hospitais infantis, de acordo com estudos publicados na revista médica Pediatrics (novembro de 2010). E tudo isso apesar de o FDA ter proibido a prescrição de remédios para tosse para crianças com menos de 4 anos de idade.

A verdade desconfortável que devemos encarar, em vista disso, é que a maioria dessas intervenções caras, invasivas, ineficazes e/ou prejudiciais, em suma, acaba por nos fazer mais doentes. A indústria médica quer nos convencer de que a prevenção e os métodos de cura natural comprovados pelo tempo não passam de charlatanice. Mas o número maior de evidências fala por si só: as nossas crenças sobre a medicina moderna estão nos matando cada vez mais.

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 3", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 3

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