quinta-feira, setembro 20, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 4
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
Diagnóstico médico: a causa mais comum de morte?
De acordo com o falecido pesquisador médico professor Dr. John Gofman (1918-2007), professor emérito de Biologia Molecular e Celular da Universidade da Califórnia, em Berkeley, Estados Unidos, as evidências sugerem que pelo menos 50% das mortes por câncer e mais de 60% das mortes por arteriosclerose seriam causadas por raios X. Isso incluiria um mínimo de 281.437 mortes por câncer e 369.640 mortes por doenças cardíacas por ano, apenas nos Estados Unidos, tendo por base os dados de mortalidade dessas doenças, em 2010, segundo os CCDPs. Sendo assim, o total de mortes por danos radioativos, por ano, seria de 651.077 (dados de 2010).
Além dessa tecnologia clínica que leva tantos à morte pela radiação ionizante, o Dr. Gofman afirmou ter indícios que provam que ela também causa 75% de novos tumores. O Dr. Gofman foi o primeiro cientista eminente que teve coragem de confrontar a comunidade científica com a evidência de que a radiação ionizante é o fator principal por trás do câncer e das arteriosclerose. Obviamente, as descobertas do Dr. Gofman não foram bem-vindas para os que afirmam estar combatendo o câncer, quando, na realidade, estão criando as condições para tal batalha.
Sua advertência de que a maioria dos novos cânceres é resultado de formas ionizantes de radiação médica por instrumentos diagnósticos aparentemente não invasivos, inclusive raios X, TCs, mamografias e fluoroscopias, não se baseava em suspeitas, mas em dados e evidências já existentes. Basicamente, tudo o que ele fez foi analisar o amplo espectro dos dados científicos disponíveis em sua área de pesquisa - o que não havia sido feito antes. Podemos deduzir do estudo de Gofman que a radiação ionizante deve ser uma das causas do desenvolvimento do câncer.
Em outras palavras, só a radiação não produz o câncer. Do mesmo modo, tampouco a má alimentação, ou só o cigarro, ou o estresse emocional. O processo cancerígeno envolve o organismo como um todo: alimentação, hábitos de vida, relacionamentos, sociedade e meio ambiente. É preciso que esse ponto fique bastante claro.
Se um desses cofatores estiver ausente, o câncer não acontece. Consequentemente, para provocar um câncer de mama, basta uma combinação crônica de diversos cofatores: deficiência de vitamina D pela não exposição regular ao sol, realização de mamografias duas vezes ao ano, ingestão de alimentos repletos de óleos vegetais hidrogenados ou um processo de divórcio longo e estressante. Tal resultado não se verificaria, por exemplo, se a dieta fosse saudável e não fossem realizadas as mamografias. E,com a exposição regular ao sol, a probabilidade de desenvolver um câncer seria bastante remota.
"Por definição, a ausência de um cofator necessário impede o resultado", diz o dr. Gofman. Esse conhecimento basta para qualquer pessoa impedir ou até reverter um câncer, simplesmente ao remover alguns ou todos os cofatores existentes.
Obviamente, alguns cofatores têm mais consequências que outros. Gofman descobriu que a radiação clínica, em particular, é um cofator altamente importante para a mortalidade por câncer ou por cardiopatia isquêmica. Segundo ele, na ausência da radiação, muitos ou a maioria dos casos não teriam ocorrido. Sua pesquisa levou a uma conclusão contundente e surpreendente: embora não tenha sido o único fator colaborador nesses casos, a radiação médica foi um cofator necessário.
Em seu estudo, o dr. Gofman comparou taxas de mortalidade por câncer e cardiopatias isquêmica, entre 1940 e 1990, me cada uma das nove regiões demográficas americanas com o número médio de médicos por 100 mil habitantes. Ele pressupôs que, pelo fato de os médicos solicitarem exames ou tratamentos envolvendo radiação, o número de aplicações radiológicas deveria ser aproximadamente proporcional ao número de médicos disponíveis à população.
Sua pesquisa fez esta surpreendente associação: as taxas de mortalidade por câncer e cardiopatia isquêmica aumentaram em proporção direta ao número de médicos em cada um dos nove distritos demográficos. Em comparação, as taxas de mortalidade de quase todas as outras causas diminuíram à medida que aumentava a densidade de médicos. Em outras palavras, onde havia mais prescrições de raios X, mais pessoas morriam dessas duas doenças assassinas.
Antes de Wilhelm Conrad Roentgen descobrir o raio X, em 1895, e suas aplicações tornarem-se populares, o câncer e as arteriosclerose eram incomuns. Embora os raios X tenham ajudado a salvar muitas vidas desde então, também levaram muitas outras vidas mais. Embora sejam úteis para diagnósticos específicos, como fraturas ósseas, há métodos alternativos, como a ultrassonografia - ou, melhor ainda, a tecnologia de imagem térmica (termografia) -, que são tão eficientes quanto, mas não apresentam os mesmos efeitos colaterais.
A tecnologia de imagem térmica é um exame não invasivo e não radioativo que é bem superior aos raios X e ao ultrassom. Ela tem a capacidade de detectar o desenvolvimento de um tumor muitos anos antes de um raio X, e sem apresentar os efeitos colaterais danosos associados à radiologia. Ver um desequilíbrio térmico que retrata um distúrbio circulatório nos seios, por exemplo, pode ajudar uma pessoa a tomar as medidas necessárias para impedir que esse distúrbio se manifeste, mais tarde, em forma de tumor.
Termologia é a ciência médica que faz diagnósticos a partir do registro de imagem infravermelhas do corpo humano usando câmeras (termográficas) infravermelhas sensíveis de alta resolução. A termografia mamária utiliza os princípios da termologia como técnica diagnóstica na detecção precoce de câncer mamário em um ambiente clínico ou para monitorar seu tratamento. A termografia mamária é totalmente sem contato e não produz qualquer forma de energia radioativa na superfície ou no interior do corpo. A taxa de precisão na detecção de tumores cancerígenos no seio é (a partir de 2009) de 94,8%, de acordo com um estudo comparativo publicado no Journal of Medical Systems. Em comparação, a taxa de precisão da mamografia é de apenas 45-50%.
Qual é a pegadinha? O custo das câmeras de imagens térmicas é relativamente bem mais baixo do que as TCs ou tecnologias por imagens similares. Portanto, arrecadam bem menos fundos para a indústria médica! Talvez seja essa a razão pela qual são raramente empregados por hospitais e médicos em geral.
É quase consenso que, no caso do câncer, a prevenção é o melhor remédio. No entanto, apesar de haver métodos diagnósticos e preventivos menos perigosos (e quase sempre mais eficazes), a indústria médica continua a insistir que apenas as TCs e ultrassons são confiáveis. Todavia, essa atitude, embora financeiramente lucrativa, serve apenas para agravar os problemas. Na maioria dos casos, basta evitar a radiação ionizante e alguns outros cofatores para se permanecer livre do câncer.
Apesar do sucesso de certas formas ancestrais de medicina, como a Ayurvédica e a Chinesa, a atitude predominante na medicina convencional ocidental é que a medicina moderna, conforme ensinada nas faculdades, é a única forma científica, comprovada e confiável de medicina. A homeopatia, ayurveda, tai chi chuan, ioga, meditação, atividade física e até a oração não pertencem ao campo da medicina real, mesmo que, em alguns casos, sejam comprovadamente mais eficazes do que a medicina convencional.
Para começo de conversa, ao contrário da medicina convencional, a medicina não convencional não mata milhões de pessoas todos os anos.
Embora tenha sido cientificamente comprovado que a utilização de betabloqueadores no pós-infarto aumenta a incidência de uma insuficiência cardíaca mortal, a maioria dos médicos ainda acredita ser um tratamento médico válido e científico. Chamo isso de charlatanice legalizada.
Eis uma lista de outros exemplos em que a ideologia médica contradiz a evidência científica:
1. Os antidepressivos, como o Prozac, embora apresentem muitos efeitos colaterais danosos, continuam a ser distribuídos a milhões de pessoas apesar dos inúmeros estudos comprovando que são tão eficazes quanto placebos no tratamento de depressão.
2. A taxa de sucesso da moderna terapia do câncer é muito menor do que a resposta mais fraca de um placebo. Em média, a remissão ocorre em apenas 7% dos pacientes com câncer.
3. Os indícios sugerem que os antibióticos para infecções do ouvido, bronquite, sinusites e dores de garganta fazem muito mais mal do que bem. No entanto, os médicos continuam a prescrevê-los, contribuindo para o desenvolvimento de superbactérias que resistem a todos os tratamentos médicos conhecidos.
4. Os médicos fazem aproximadamente 600 mil cirurgias de coluna vertebral por ano (EUA), a um custo estimado de mais de 20 bilhões de dólares, apesar de, na maioria dos casos, não haver comprovação de que essas cirurgias sejam mais eficazes do que tratamentos não cirúrgicos.
5. Estudos comprovaram que a cirurgia artroscópica para correção da osteoartrose do joelho não é mais eficaz que uma cirurgia fraudulenta, em que os cirurgiões ministram uma anestesia leve aos pacientes enquanto fingem que operam. Essas cirurgias também não se mostram mais eficazes que uma terapia física não invasiva. No entanto, mais de 500 mil americanos submetem-se a esse tipo de cirurgia a custo aproximado de 3 bilhões de dólares/ano.
6. Embora não haja comprovação da eficácia dos xaropes para tosse, os médicos ainda os prescrevem rotineiramente, embora possam prejudicar e até matar crianças. Em crianças bem pequenas, os remédios para gripes e tosses, vendidos em farmácias, podem causar sérios efeitos colaterais, inclusive arritmias cardíacas, convulsões, parada respiratória e morte. De fato, as complicações e superdosagens desses medicamentos, considerados seguros, respondem por dois terços das emergências em hospitais infantis, de acordo com estudos publicados na revista médica Pediatrics (novembro de 2010). E tudo isso apesar de o FDA ter proibido a prescrição de remédios para tosse para crianças com menos de 4 anos de idade.
A verdade desconfortável que devemos encarar, em vista disso, é que a maioria dessas intervenções caras, invasivas, ineficazes e/ou prejudiciais, em suma, acaba por nos fazer mais doentes. A indústria médica quer nos convencer de que a prevenção e os métodos de cura natural comprovados pelo tempo não passam de charlatanice. Mas o número maior de evidências fala por si só: as nossas crenças sobre a medicina moderna estão nos matando cada vez mais.
Além dessa tecnologia clínica que leva tantos à morte pela radiação ionizante, o Dr. Gofman afirmou ter indícios que provam que ela também causa 75% de novos tumores. O Dr. Gofman foi o primeiro cientista eminente que teve coragem de confrontar a comunidade científica com a evidência de que a radiação ionizante é o fator principal por trás do câncer e das arteriosclerose. Obviamente, as descobertas do Dr. Gofman não foram bem-vindas para os que afirmam estar combatendo o câncer, quando, na realidade, estão criando as condições para tal batalha.
Sua advertência de que a maioria dos novos cânceres é resultado de formas ionizantes de radiação médica por instrumentos diagnósticos aparentemente não invasivos, inclusive raios X, TCs, mamografias e fluoroscopias, não se baseava em suspeitas, mas em dados e evidências já existentes. Basicamente, tudo o que ele fez foi analisar o amplo espectro dos dados científicos disponíveis em sua área de pesquisa - o que não havia sido feito antes. Podemos deduzir do estudo de Gofman que a radiação ionizante deve ser uma das causas do desenvolvimento do câncer.
Em outras palavras, só a radiação não produz o câncer. Do mesmo modo, tampouco a má alimentação, ou só o cigarro, ou o estresse emocional. O processo cancerígeno envolve o organismo como um todo: alimentação, hábitos de vida, relacionamentos, sociedade e meio ambiente. É preciso que esse ponto fique bastante claro.
Se um desses cofatores estiver ausente, o câncer não acontece. Consequentemente, para provocar um câncer de mama, basta uma combinação crônica de diversos cofatores: deficiência de vitamina D pela não exposição regular ao sol, realização de mamografias duas vezes ao ano, ingestão de alimentos repletos de óleos vegetais hidrogenados ou um processo de divórcio longo e estressante. Tal resultado não se verificaria, por exemplo, se a dieta fosse saudável e não fossem realizadas as mamografias. E,com a exposição regular ao sol, a probabilidade de desenvolver um câncer seria bastante remota.
"Por definição, a ausência de um cofator necessário impede o resultado", diz o dr. Gofman. Esse conhecimento basta para qualquer pessoa impedir ou até reverter um câncer, simplesmente ao remover alguns ou todos os cofatores existentes.
Obviamente, alguns cofatores têm mais consequências que outros. Gofman descobriu que a radiação clínica, em particular, é um cofator altamente importante para a mortalidade por câncer ou por cardiopatia isquêmica. Segundo ele, na ausência da radiação, muitos ou a maioria dos casos não teriam ocorrido. Sua pesquisa levou a uma conclusão contundente e surpreendente: embora não tenha sido o único fator colaborador nesses casos, a radiação médica foi um cofator necessário.
Em seu estudo, o dr. Gofman comparou taxas de mortalidade por câncer e cardiopatias isquêmica, entre 1940 e 1990, me cada uma das nove regiões demográficas americanas com o número médio de médicos por 100 mil habitantes. Ele pressupôs que, pelo fato de os médicos solicitarem exames ou tratamentos envolvendo radiação, o número de aplicações radiológicas deveria ser aproximadamente proporcional ao número de médicos disponíveis à população.
Sua pesquisa fez esta surpreendente associação: as taxas de mortalidade por câncer e cardiopatia isquêmica aumentaram em proporção direta ao número de médicos em cada um dos nove distritos demográficos. Em comparação, as taxas de mortalidade de quase todas as outras causas diminuíram à medida que aumentava a densidade de médicos. Em outras palavras, onde havia mais prescrições de raios X, mais pessoas morriam dessas duas doenças assassinas.
Antes de Wilhelm Conrad Roentgen descobrir o raio X, em 1895, e suas aplicações tornarem-se populares, o câncer e as arteriosclerose eram incomuns. Embora os raios X tenham ajudado a salvar muitas vidas desde então, também levaram muitas outras vidas mais. Embora sejam úteis para diagnósticos específicos, como fraturas ósseas, há métodos alternativos, como a ultrassonografia - ou, melhor ainda, a tecnologia de imagem térmica (termografia) -, que são tão eficientes quanto, mas não apresentam os mesmos efeitos colaterais.
A tecnologia de imagem térmica é um exame não invasivo e não radioativo que é bem superior aos raios X e ao ultrassom. Ela tem a capacidade de detectar o desenvolvimento de um tumor muitos anos antes de um raio X, e sem apresentar os efeitos colaterais danosos associados à radiologia. Ver um desequilíbrio térmico que retrata um distúrbio circulatório nos seios, por exemplo, pode ajudar uma pessoa a tomar as medidas necessárias para impedir que esse distúrbio se manifeste, mais tarde, em forma de tumor.
Termologia é a ciência médica que faz diagnósticos a partir do registro de imagem infravermelhas do corpo humano usando câmeras (termográficas) infravermelhas sensíveis de alta resolução. A termografia mamária utiliza os princípios da termologia como técnica diagnóstica na detecção precoce de câncer mamário em um ambiente clínico ou para monitorar seu tratamento. A termografia mamária é totalmente sem contato e não produz qualquer forma de energia radioativa na superfície ou no interior do corpo. A taxa de precisão na detecção de tumores cancerígenos no seio é (a partir de 2009) de 94,8%, de acordo com um estudo comparativo publicado no Journal of Medical Systems. Em comparação, a taxa de precisão da mamografia é de apenas 45-50%.
Qual é a pegadinha? O custo das câmeras de imagens térmicas é relativamente bem mais baixo do que as TCs ou tecnologias por imagens similares. Portanto, arrecadam bem menos fundos para a indústria médica! Talvez seja essa a razão pela qual são raramente empregados por hospitais e médicos em geral.
É quase consenso que, no caso do câncer, a prevenção é o melhor remédio. No entanto, apesar de haver métodos diagnósticos e preventivos menos perigosos (e quase sempre mais eficazes), a indústria médica continua a insistir que apenas as TCs e ultrassons são confiáveis. Todavia, essa atitude, embora financeiramente lucrativa, serve apenas para agravar os problemas. Na maioria dos casos, basta evitar a radiação ionizante e alguns outros cofatores para se permanecer livre do câncer.
Apesar do sucesso de certas formas ancestrais de medicina, como a Ayurvédica e a Chinesa, a atitude predominante na medicina convencional ocidental é que a medicina moderna, conforme ensinada nas faculdades, é a única forma científica, comprovada e confiável de medicina. A homeopatia, ayurveda, tai chi chuan, ioga, meditação, atividade física e até a oração não pertencem ao campo da medicina real, mesmo que, em alguns casos, sejam comprovadamente mais eficazes do que a medicina convencional.
Para começo de conversa, ao contrário da medicina convencional, a medicina não convencional não mata milhões de pessoas todos os anos.
Embora tenha sido cientificamente comprovado que a utilização de betabloqueadores no pós-infarto aumenta a incidência de uma insuficiência cardíaca mortal, a maioria dos médicos ainda acredita ser um tratamento médico válido e científico. Chamo isso de charlatanice legalizada.
Eis uma lista de outros exemplos em que a ideologia médica contradiz a evidência científica:
1. Os antidepressivos, como o Prozac, embora apresentem muitos efeitos colaterais danosos, continuam a ser distribuídos a milhões de pessoas apesar dos inúmeros estudos comprovando que são tão eficazes quanto placebos no tratamento de depressão.
2. A taxa de sucesso da moderna terapia do câncer é muito menor do que a resposta mais fraca de um placebo. Em média, a remissão ocorre em apenas 7% dos pacientes com câncer.
3. Os indícios sugerem que os antibióticos para infecções do ouvido, bronquite, sinusites e dores de garganta fazem muito mais mal do que bem. No entanto, os médicos continuam a prescrevê-los, contribuindo para o desenvolvimento de superbactérias que resistem a todos os tratamentos médicos conhecidos.
4. Os médicos fazem aproximadamente 600 mil cirurgias de coluna vertebral por ano (EUA), a um custo estimado de mais de 20 bilhões de dólares, apesar de, na maioria dos casos, não haver comprovação de que essas cirurgias sejam mais eficazes do que tratamentos não cirúrgicos.
5. Estudos comprovaram que a cirurgia artroscópica para correção da osteoartrose do joelho não é mais eficaz que uma cirurgia fraudulenta, em que os cirurgiões ministram uma anestesia leve aos pacientes enquanto fingem que operam. Essas cirurgias também não se mostram mais eficazes que uma terapia física não invasiva. No entanto, mais de 500 mil americanos submetem-se a esse tipo de cirurgia a custo aproximado de 3 bilhões de dólares/ano.
6. Embora não haja comprovação da eficácia dos xaropes para tosse, os médicos ainda os prescrevem rotineiramente, embora possam prejudicar e até matar crianças. Em crianças bem pequenas, os remédios para gripes e tosses, vendidos em farmácias, podem causar sérios efeitos colaterais, inclusive arritmias cardíacas, convulsões, parada respiratória e morte. De fato, as complicações e superdosagens desses medicamentos, considerados seguros, respondem por dois terços das emergências em hospitais infantis, de acordo com estudos publicados na revista médica Pediatrics (novembro de 2010). E tudo isso apesar de o FDA ter proibido a prescrição de remédios para tosse para crianças com menos de 4 anos de idade.
A verdade desconfortável que devemos encarar, em vista disso, é que a maioria dessas intervenções caras, invasivas, ineficazes e/ou prejudiciais, em suma, acaba por nos fazer mais doentes. A indústria médica quer nos convencer de que a prevenção e os métodos de cura natural comprovados pelo tempo não passam de charlatanice. Mas o número maior de evidências fala por si só: as nossas crenças sobre a medicina moderna estão nos matando cada vez mais.
Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é
uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer,
cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 3", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 3
Marcadores: arteriosclerose, câncer, cardiopatia isquêmica, doenças cardíacas, radiação ionizante, raio X, sol, termografia, ultrassom
sexta-feira, setembro 14, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 3
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
O raio X da morte
A radiação ionizante produzida pelos aparelhos de raio X, entre eles a mamografia e a tomografia computadorizada (TC), faz com que elétrons sejam expulsos de suas órbitas e se desprendam de seus átomos ou moléculas. Esse processo torna os elétrons reativos e danosos, pois causam danos às células do corpo, produzindo radicais livres que podem facilmente danificar o DNA e comprometer as capacidades reprodutivas das células.
A radiação ionizante pode também danificar diretamente o DNA, ionizando ou danificando suas moléculas (quebras das fitas duplas), contribuindo assim para as mutações, translocações cromossômicas e fusões genéticas, de acordo com o Centro de Pesquisas Radiológicas do Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York.
Ao danificar as células, a radiação ionizante pode, em seguida, causar o câncer. E se este, um mecanismo de cura, for incapaz de corrigir ou reparar o dano, pode sobrevir a morte. A maioria dos cientistas acredita que a morte resultante seja causa direta do câncer em vez da radiação; mas o câncer não passa da tentativa de o organismo lidar com o dano causado pela radiação, para se salvar.
A TC é a que mais contribui para a exposição radioativa clínica na população americana, sendo particularmente danosa às crianças, como explica o NCI: "O risco de desenvolver um câncer por radiação pode ser muito mais elevado para uma criança do que para um adulto exposto à mesma TC".
As crianças, de fato, são dez vezes mais sensíveis à radiação do que os adultos, tornando-se bem mais propensas a ter leucemia e outros tipos de câncer. No caso da leucemia, o período mínimo entre a exposição radioativa e o surgimento da doença (período de latência) é de dois anos.
Em outras palavras, pais zelosos que levam os filhos para fazer tomografias, por qualquer motivo, podem estar brincando com a vida deles. Precisamos pesar os riscos de uma complicação menor e um potencial incerto de leucemia e outros tipos de câncer. Uma opção menos arriscada para dores de estômago ou um trauma craniano leve seriam as ultrassonografias, tão eficazes quanto uma TC para o diagnóstico de muitas doenças. Isso não significa que o ultrassom seja 100% seguro. A renomada pesquisadora médica Alice Stewart também descobriu que fetos expostos a ultrassons pré-natais tinham taxas elevadas de leucemia juvenil. Contudo, o risco é ainda menor do que os potentes raios X das TCs, que causam leucemia, como se descobriu nos anos 1950.
Um estudo de 2011 descobriu que um bebê tem oito vezes mais risco de sofrer um câncer fatal causado por uma TC do abdômen do que um adulto na faixa de 50 anos. Só as TCs causarão quase 30 mil casos desnecessários de câncer por ano, levando a cerca de 14.500 mortes, de acordo com outro estudo publicado nos Archives of Internal Medicine, de 2009.
Lembre-se: uma TC do tórax tem cem vezes mais radiação do que um raio X. Isso pode ser bastante para causar um dano irreversível no DNA e nas células de artérias coronárias já inflamadas. Há, também, um grande risco dos raios X dentários. Deve-se procurar maneiras alternativas de detectar problemas dentários. De acordo com uma pesquisa publicada, os raios X dentários podem causar tumores cerebrais malignos. Em última análise, a radiação ionizante não é segura para ninguém.
A radiação ionizante pode também danificar diretamente o DNA, ionizando ou danificando suas moléculas (quebras das fitas duplas), contribuindo assim para as mutações, translocações cromossômicas e fusões genéticas, de acordo com o Centro de Pesquisas Radiológicas do Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York.
Ao danificar as células, a radiação ionizante pode, em seguida, causar o câncer. E se este, um mecanismo de cura, for incapaz de corrigir ou reparar o dano, pode sobrevir a morte. A maioria dos cientistas acredita que a morte resultante seja causa direta do câncer em vez da radiação; mas o câncer não passa da tentativa de o organismo lidar com o dano causado pela radiação, para se salvar.
A TC é a que mais contribui para a exposição radioativa clínica na população americana, sendo particularmente danosa às crianças, como explica o NCI: "O risco de desenvolver um câncer por radiação pode ser muito mais elevado para uma criança do que para um adulto exposto à mesma TC".
As crianças, de fato, são dez vezes mais sensíveis à radiação do que os adultos, tornando-se bem mais propensas a ter leucemia e outros tipos de câncer. No caso da leucemia, o período mínimo entre a exposição radioativa e o surgimento da doença (período de latência) é de dois anos.
Em outras palavras, pais zelosos que levam os filhos para fazer tomografias, por qualquer motivo, podem estar brincando com a vida deles. Precisamos pesar os riscos de uma complicação menor e um potencial incerto de leucemia e outros tipos de câncer. Uma opção menos arriscada para dores de estômago ou um trauma craniano leve seriam as ultrassonografias, tão eficazes quanto uma TC para o diagnóstico de muitas doenças. Isso não significa que o ultrassom seja 100% seguro. A renomada pesquisadora médica Alice Stewart também descobriu que fetos expostos a ultrassons pré-natais tinham taxas elevadas de leucemia juvenil. Contudo, o risco é ainda menor do que os potentes raios X das TCs, que causam leucemia, como se descobriu nos anos 1950.
Um estudo de 2011 descobriu que um bebê tem oito vezes mais risco de sofrer um câncer fatal causado por uma TC do abdômen do que um adulto na faixa de 50 anos. Só as TCs causarão quase 30 mil casos desnecessários de câncer por ano, levando a cerca de 14.500 mortes, de acordo com outro estudo publicado nos Archives of Internal Medicine, de 2009.
Lembre-se: uma TC do tórax tem cem vezes mais radiação do que um raio X. Isso pode ser bastante para causar um dano irreversível no DNA e nas células de artérias coronárias já inflamadas. Há, também, um grande risco dos raios X dentários. Deve-se procurar maneiras alternativas de detectar problemas dentários. De acordo com uma pesquisa publicada, os raios X dentários podem causar tumores cerebrais malignos. Em última análise, a radiação ionizante não é segura para ninguém.
Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é
uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer,
cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 2", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 2
Marcadores: cancer, feto, leucemia, mamografia, morte, radiação ionizante, raio X, tomografia, ultrassom
quarta-feira, maio 22, 2013
Tomografia e Câncer
As máquinas de tomografia, assim como as de raios-X (abreugrafia), usam radiação eletromagnética ionizante, que introduzem defeitos (prejudicam) todas as células do nosso corpo, independente da idade da pessoa. Mulheres são rotineiramente aconselhadas a fazer tomografia das mamas todo ano, o que vai aumentando paulatinamente a probabilidade de elas desenvolverem câncer de mama (seio), já que os efeitos negativos da radiação ionizante vão se acumulando com o tempo. Em crianças e jovens, com tecidos ainda em formação, esse efeito é ainda mais grave. Deveríamos também questionar o tratamento padrão de câncer usando radioterapia (com radiação ionizante), já que isso também contribui para o surgimento de câncer (que está se querendo curar!). Acredito, também, que o número enorme de vacinas que são dadas logo após o nascimento de crianças, é uma prática (imposta pelo governo) que traz muitos prejuízos aos recém-nascidos, mas infelizmente ninguém questiona esse procedimento temerário. Abaixo vai mais um artigo [1] que comprova o efeito negativo da tomografia (uma técnica alternativa passiva, totalmente segura e que pode ser usada em certos casos - como para detecção de câncer - é a termografia).
Crianças e adolescentes que se submetem a tomografia computadorizadas (exame com nível de radiação maior do que um raio-X) têm risco 24% maior de desenvolver câncer do que aqueles que não fizeram o exame.
É o que aponta o maior estudo já feito sobre o tema, com um grupo de 10,9 milhões de pessoas de até 19 anos da Austrália.
Desse grupo, 680 mil fizeram tomografias ao menos 12 meses antes de um diagnóstico de câncer, para excluir os exames feitos durante a investigação da doença. Os voluntários foram acompanhados por nove anos e meio.
O risco absoluto de câncer, porém, permanece baixo. Em um grupo de 10 mil jovens, espera-se que 39 casos de câncer ocorram em dez anos. Se cada um deles fizesse uma tomografia, sete casos a mais apareceriam.
A preocupação com as crianças é maior porque seus tecidos ainda estão em formação, o que as torna mais suscetíveis às doses de radiação (e de vacinas...). A chance de elas repetirem o exame e acumularem os efeitos danosos ao longo da vida também é grande.
Recentemente, outras pesquisas apontaram o risco elevado de câncer em jovens que haviam feito o exame.
No entanto, segundo os autores do novo estudo, publicado no periódico "British Medical Journal", especialistas em radiação (ionizante) ainda questionavam a validade dos resultados e havia incerteza sobre o risco de câncer ligado à tomografia.
Especialistas dizem que o novo trabalho confirma e consolida as informações que já existiam a respeito.
"É um trabalho importante porque havia controvérsia sobre esse risco", diz Lisa Suzuki, radiologista do Hospital Infantil Sabará.
O estudo mostra um risco aumentado para tumores sólidos (de cérebro, pele, tireoide, trato urinário, órgãos digestivos, etc), leucemia e outros cânceres linfoides, em especial quando a exposição à radiação aconteceu antes dos cinco anos de idade.
Segundo Suzuki, campanhas internacionais e protocolos já sugerem a redução da radiação para crianças.
No Hospital Sabará, por exemplo, existe o plano de criar uma "carteira de radiação", nos mesmos moldes da de vacinação, para anotar os exames aos quais a criança foi submetida. Esse controle deve ser lançado no segundo semestre deste ano.
Marcos Menezes, coordenador do Centro de Diagnósticos do Hospital Sírio-Libanês, afirma também que os tomógrafos modernos podem ter uma dose de radiação 16 vezes menor que a dose padrão.
"O paciente tem direito de saber e questionar o tipo de tecnologia e a dose de radiação que vai receber e comparar para fazer uma escolha melhor", diz (escolha termografia, se possível...).
Cecília Maria Lima da Costa, diretora do setor de oncologia pediátrica do A.C. Camargo, diz que exames que não usam radiação (ionizante), como a ressonância magnética (ecografia, termografia, etc), têm ganhado mais espaço nessa faixa etária, mas, em alguns casos, a tomografia é essencial, como em traumas e acompanhamento de câncer (que pode ser acompanhado por termografia: o tecido canceroso emite uma temperatura diferente dos tecidos sadios circunvizinhos).
"É preciso pesar risco e benefício. Se for essencial, vale a pena correr esse risco pequeno", afirma.
O consenso é de que a indicação do exame tem que ser precisa, para evitar radiação desnecessária.
"É preciso ter bom senso dos dois lados. Há pais que insistem para que os filhos façam exames mesmo quando o médico acha que não é indicado, e há médicos com a sensação de que os exames resolvem tudo", diz Suzuki.
Hoje não há um limite de quantos exames uma pessoa pode fazer em segurança. Quanto menos, melhor.
Tomografia eleva o risco de câncer em crianças e jovens
Estudo com 10,9 milhões de pessoas viu incidência 24% maior de tumores entre os submetidos aos exames
Risco absoluto de ter a doença é baixo; foram 46 casos a cada 10 mil pessoas seguidas por uma média de dez anos
Crianças e adolescentes que se submetem a tomografia computadorizadas (exame com nível de radiação maior do que um raio-X) têm risco 24% maior de desenvolver câncer do que aqueles que não fizeram o exame.
É o que aponta o maior estudo já feito sobre o tema, com um grupo de 10,9 milhões de pessoas de até 19 anos da Austrália.
Desse grupo, 680 mil fizeram tomografias ao menos 12 meses antes de um diagnóstico de câncer, para excluir os exames feitos durante a investigação da doença. Os voluntários foram acompanhados por nove anos e meio.
O risco absoluto de câncer, porém, permanece baixo. Em um grupo de 10 mil jovens, espera-se que 39 casos de câncer ocorram em dez anos. Se cada um deles fizesse uma tomografia, sete casos a mais apareceriam.
A preocupação com as crianças é maior porque seus tecidos ainda estão em formação, o que as torna mais suscetíveis às doses de radiação (e de vacinas...). A chance de elas repetirem o exame e acumularem os efeitos danosos ao longo da vida também é grande.
Recentemente, outras pesquisas apontaram o risco elevado de câncer em jovens que haviam feito o exame.
No entanto, segundo os autores do novo estudo, publicado no periódico "British Medical Journal", especialistas em radiação (ionizante) ainda questionavam a validade dos resultados e havia incerteza sobre o risco de câncer ligado à tomografia.
Especialistas dizem que o novo trabalho confirma e consolida as informações que já existiam a respeito.
"É um trabalho importante porque havia controvérsia sobre esse risco", diz Lisa Suzuki, radiologista do Hospital Infantil Sabará.
O estudo mostra um risco aumentado para tumores sólidos (de cérebro, pele, tireoide, trato urinário, órgãos digestivos, etc), leucemia e outros cânceres linfoides, em especial quando a exposição à radiação aconteceu antes dos cinco anos de idade.
Segundo Suzuki, campanhas internacionais e protocolos já sugerem a redução da radiação para crianças.
No Hospital Sabará, por exemplo, existe o plano de criar uma "carteira de radiação", nos mesmos moldes da de vacinação, para anotar os exames aos quais a criança foi submetida. Esse controle deve ser lançado no segundo semestre deste ano.
Marcos Menezes, coordenador do Centro de Diagnósticos do Hospital Sírio-Libanês, afirma também que os tomógrafos modernos podem ter uma dose de radiação 16 vezes menor que a dose padrão.
"O paciente tem direito de saber e questionar o tipo de tecnologia e a dose de radiação que vai receber e comparar para fazer uma escolha melhor", diz (escolha termografia, se possível...).
Cecília Maria Lima da Costa, diretora do setor de oncologia pediátrica do A.C. Camargo, diz que exames que não usam radiação (ionizante), como a ressonância magnética (ecografia, termografia, etc), têm ganhado mais espaço nessa faixa etária, mas, em alguns casos, a tomografia é essencial, como em traumas e acompanhamento de câncer (que pode ser acompanhado por termografia: o tecido canceroso emite uma temperatura diferente dos tecidos sadios circunvizinhos).
"É preciso pesar risco e benefício. Se for essencial, vale a pena correr esse risco pequeno", afirma.
O consenso é de que a indicação do exame tem que ser precisa, para evitar radiação desnecessária.
"É preciso ter bom senso dos dois lados. Há pais que insistem para que os filhos façam exames mesmo quando o médico acha que não é indicado, e há médicos com a sensação de que os exames resolvem tudo", diz Suzuki.
Hoje não há um limite de quantos exames uma pessoa pode fazer em segurança. Quanto menos, melhor.
Referência:
[1] Mariana Versolato, Tomografia eleva o risco de câncer em crianças e jovens, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde+Ciência, pg. C7, 22 de maio de 2013.
Marcadores: abreugrafia, câncer, crianças, radiação ionizante, radioterapia, raio X, termografia, tomografia, vacina
segunda-feira, setembro 27, 2010
Diagnóstico com Radiação Ionizante
Diagnósticos com radiações ionizantes (raios X) são prejudiciais à nossa saúde e devem sempre ser evitadas, se possível, pois elas vão se acumulando em nosso corpo com cada diagnóstico. Hoje em dia é muito comum o uso de raios X em radiografias dos pulmões, dos dentes, dos ossos em geral, em tomografias, em mamografias (que colaboram para surgir câncer de mama), etc. O artigo abaixo [1] mostra um dos efeitos negativos envolvidos na tomografia. Na realidade, qualquer quantidade de radiação ionizante já é uma overdose, já que é prejudicial ao corpo... Quando é que ocorre uma overdose de picada de cobra? Qualquer picada já é uma overdose...
Overdose de radiação intoxica centenas de pacientes nos EUA
Tomografia cerebral feita em vários hospitais causou a queda de cabelo
Quando os cabelos de Alain Reyes caíram de repente em uma faixa estranha circundando sua cabeça, ele não foi o único a se preocupar com sua saúde.
Seus colegas de trabalho em uma empresa de transportes começaram a evitá-lo e seu chefe o mandou para casa, temendo que ele tivesse uma doença contagiosa.
Foi só mais tarde que Reyes descobriu a causa do problema: ele recebera uma overdose de radiação durante um exame feito em um hospital de Glendale, Califórnia (EUA), depois de sofrer um derrame.
Outras centenas de pacientes que passaram pelo procedimento - uma tomografia computadorizada de perfusão cerebral, que detecta o derrame pelo fluxo sanguíneo - também receberam radiação demais.
As overdoses, que começaram a vir à tona no ano passado, desencadearam uma investigação da FDA (Food and Drug Administration, agência reguladora de remédios e alimentos nos EUA).
Após dez meses de investigação, essa agência ainda não forneceu um relatório final sobre o caso.
Mas uma análise feita independentemente pelo jornal "New York Times" constatou que as overdoses de radiação foram mais graves e em número maior do que se sabia até então.
Os pacientes relataram sintomas muito piores que a queda de cabelos. Segundo especialistas, eles podem, a longo prazo, enfrentar riscos de câncer, problemas nos olhos e danos cerebrais.
Em alguns casos, os técnicos não sabiam como realizar o exame da maneira certa. Mas entrevistas com diretores hospitalares e uma revisão dos registros públicos levantam dúvida em relação à responsabilidade dos fabricantes, incluindo a precisão com que projetam seus softwares e equipamentos e o treinamento que oferecem aos técnicos que os usam.
O "NYT" constatou que as maiores overdoses ocorreram no Hospital de Huntsville, no Alabama: até 13 vezes a quantidade de radiação normalmente usada.
De acordo com a fabricante dos aparelhos, a GE Healthcare, os diretores do hospital disseram que usaram altos níveis de radiação (ionizante!) para obter imagens mais claras (e clientes mais mortos...).
Especialistas dizem que isso não se justifica.
Mesmo quando é feita da forma certa, uma tomografia computadorizada de perfusão cerebral envolve uma dose grande de radiação (ionizante!), equivalente a mais ou menos 200 radiografias cranianas (ionizantes!). Mas não existem critérios rígidos para determinar quanta radiação (ionizante!) é demais (qualquer quantidade de radiação ionizante nos é prejudicial!).
Referência:[1] Walt Bogdanich, do "New York Times", tradução de Clara Allain, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C9, 3 da agosto de 2010.
Marcadores: câncer, radiação, raio X, tomografia
terça-feira, janeiro 05, 2010
O Futuro dos Diagnósticos: Termografia
Está se tornando cada vez mais evidente que todas as formas de técnicas de diagnóstico baseadas em radiação, tais como raios-X e varreduras com tomografia computadorizada (CT scans) [técnicas que usam radiação ionizante, que transforma átomos em íons no nosso corpo], são altamente causadoras ou produtoras de câncer a longo prazo. Os diagnósticos via tomografia CT são potencialmente mortais, expondo você a níveis de radiação cerca de 1.000 vezes mais intensos que os raios-X normais do tórax. Isso é uma má notícia para as mulheres que fizeram várias mamografias convencionais e outros diagnósticos similares. O imageamento via ressonância magnética (MRI = Magnetic Resonance Imaging), que não usa radiação ionizante, é menos perigoso mas o campo magnético muito intenso pode provocar outros problemas. Todas essas técnicas são invasivas e alteram ou danificam a estrutura dos genes e cromossomas, podendo resultar em doenças e até em morte. No entanto, a termografia, uma técnica de imageamento relativamente nova, parece ser a resposta para todos esses problemas. Ela usa câmeras altamente sensíveis ao infravermelho para medir a emissão natural de calor de seu corpo e, dessa forma, produzindo mapas digitais coloridos (ou com vários níveis de cinza) correspondentes que podem ser usados para diagnosticar o problema e o possível tratamento. Qualquer padrão anormal na luz ou cor (devido à presença de alguma patologia localizada, como câncer no seio) irá sinalizar a área problemática. O imageamento térmico (termografia) é muito segura, simples e precisa, e é a onda do futuro em termos de diagnóstico médico.
Note no termograma abaixo a falta de simetria das emissões térmicas dos dois seios de uma mulher, o que não é muito recomendável:

Para saber mais:
1. http://thermogramcenter.com/breast%20imaging+body%20imaging+breast%20cancer%20risk%20assessment.wmv
Marcadores: raio X, termografia, termograma, tomografia
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Câncer de Mama
Muitas vezes os métodos usados para fazer o diagnóstico de uma doença cooperam para o agravamento da doença. É o caso, por exemplo, do método atual de fazer diagnóstico de câncer de mama utilizando a radiação ionizante chamada de raio-X, conforme informado no artigo abaixo [1].
Radiação eleva risco em mulher com histórico
A radiação das mamografias e dos exames usando raios-X aumentam o risco de mulheres com histórico familiar ou predisposição genética desenvolverem câncer de mama. A constatação é de um estudo holandês com dados de 12 mil mulheres com alto risco para a doença.
Os pesquisadores aconselham que as pacientes com este perfil (ideal: todas as pacientes!), especialmente as que têm menos de 30 anos, procurem outros diagnósticos, como ressonância magnética (ou ainda melhor, usar termografia, um método passivo!).
Mulheres que foram expostas à radiação da mamografia ou do raio-X antes dos 20 anos e as que passaram por ao menos cinco exames, tiveram 2,5 vezes mais chances de ter câncer de mama.
Segundo Robert Smith, da American Cancer Society, os riscos da radiação em mulheres jovens já são conhecidos (mas não é amplamente divulgado para o público, não é mesmo Mr. Smith?).
Referência:
[1] Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 2 de dezembro de 2009.
Marcadores: câncer, raio X, seio, termografia
