segunda-feira, agosto 05, 2024
A Nova Realidade
Nossa mente tem o potencial de criar uma realidade que se sintoniza com as nossas creaças. O Efeito Placebo é uma prova disso: ao acreditarmos que algo é um remédio eficaz para a nossa doença, a nossa doença é eliminada. Portanto, para vivenciarmos nossa realidade da Nova Terra de quinta dimensão (com todos os seus benefícios), precisamos mudar nossa mentalidade de terceira dimensão, elevando a frequência eletromagnética dos nossos sentimentos. Os controladores trevosos da sociedade, sabendo disso, organizam eventos para manter nossa frequência em baixos níveis, estimulando a competição e guerras entre as pessoas, ao invés da cooperação/colaboração entre todos os seres humanos. Torneios esportivos, como as Olimpíadas, são organizados com o objetivo de estimular a competição (não a cooperação), baixando nossa frequência corporal e dificultando a nossa ascensão para a Terra maravilhosa já disponível para nós, se vibrarmos em altas frequências. Precisamos primeiramente crer para, posteriormente, poder viver a nossa melhor realidade. Seja otimista! Livre-se do pessimismo! A nova realidade requer uma nova mentalidade.
Marcadores: colaboração, competição, cooperação, crença, mente, otimismo, pessimismo, placebo, quinta dimensão, realidade, terra, trevosos
segunda-feira, julho 22, 2024
Dúvida e Crença
A maneira como a ciência aborda a existência e a maneira como a religião faz isso eram, no passado, duas perspectivas separadas e inconciliáveis. Isso acontecia devido à insistência das velhas religiões em superstições, sistemas de crença, negação dos questionamentos e da dúvida. Na realidade, não existe nada de inconciliável entre ciência e religião, nem existe separação entre elas. Mas a religião insiste na crença - e a ciência não pode aceitá-la.
A crença está encobrindo a sua ignorância. Ela nunca revela a você a verdade; ela só lhe dá certos dogmas, certos credos, e você pode criar uma ilusão de conhecimento por meio deles. Mas esse conhecimento não passa de uma ilusão. Qualquer coisa quw se baseie apenas na crença é falsa. Como as religiões insistem continuamente na crença e o método básico da ciência é a dúvida, aconteceu a separação e elas se tornaram inconciliáveis. Tudo continuará desse jeito se a religião não enfrentar o desafio da dúvida.
Na minha maneira de ver, só existe a ciência, com duas dimensões. Uma dimensão enfoca a realidade exterior e a outra dimensão enfoca a realidade interior. Uma é objetiva, a outra é subjetiva. Os dois métodos não são diferentes, assim como não são as suas conclusões. E ambos têm a dúvida como ponto de partida.
A dúvida tem sido tão condenada que você se esqueceu da beleza que ela tem, da riqueza que ela tem.
A criança não nasce com nenhuma crença, ela nasce com uma consciência curiosa, incrédula, cética. A dúvida é algo natural, a crença não é. A crença é imposta pelos pais, pela sociedade, pelos sistemas educacionais, pelas religiões. Todas essas pessoas estão a serviço da ignorância, e têm feito isso há milhares de anos. Têm mantido a humanidade na escuridao e havia uma razão básica para isso: se a humanidade viver na escuridão, se nada souber sobre a realidade, é muito fácil explorá-la, escravizá-la, ludibriá-la, condená-la à miséria e à dependência.
As velhas religiões não estavam preocupadas com a verdade. Elas falavam sobre ela, mas estavam mais interessadas em manter a verdade longe dos olhos das pessoas. Até pouco tempo atrás elas tiveram êxito, mas agora todas estão agonizando. E quanto mais rápido perecerem, melhor. Afinal de contas, por que você precisa de uma crença? O saber dispensa a crença. Mas o cego acredita na luz; ele tem de acreditar, pois não enxerga. E a crença também mantém a pessoa religiosa cega. No momento em que você enxerga a luz, você não precisa mais acreditar nela; você a vê, sabe que ela existe. A crença só mostra a sua ignorância, a sua cegueira - mas, no entanto, lhe dá uma noção falsa de que você sabe algo.
[continua]
Fonte consultada: Osho, O Livro da sua Vida - Crie o seu próprio caminho para a liberdade, Editora Pensamento-Cultrix, 2019. ISBN: 978-85-316-0975-6
Marcadores: crença, dúvida, Osho
domingo, junho 09, 2024
Fé, Crença e Dúvida
Fonte: Osho, O Livro da sua Vida - Crie o seu próprio caminho para a liberdade, Editora Pensamento-Cultrix, 2019. ISBN: 978-85-316-0975-6
A fé de uma semente de mostarda pode remover montanhas...
Eu não acredito na crença. Minha filosofia é baseada no saber, e saber é uma dimensão totalmente diferente da crença. Ela tem início na dúvida, não na crença. No momento em que você acredita em algo, você pára de fazer perguntas. A crença é um dos piores venenos para a inteligência humana (você acredita em vacinas?)
Todas as religiões se baseiam na crença; só a ciência se baseia na dúvida. E eu gostaria que a inquirição religiosa também fosse científica, baseada na dúvida, pois desse modo não precisaríamos acreditar (em muitos mentirosos, controladores da nossa sociedade); poderíamos, desta forma, algum dia conhecer a verdade do nosso ser, e a verdade de todo o universo.
Marcadores: acreditar, ciência, crença, dúvida, fé, Osho, religião
segunda-feira, maio 27, 2024
As Leis da Vida - 9
Fonte: Luiz Gasparetto e Lúcio Morigi, Calunga revela As Leis da Vida, Gráfica Vida e Consciência, 2015. ISBN: 978-85-7722-443-2
9. Lei do destino: O QUE É PARA EU SER, SEREI
A lei do destino é fatal. Por que é fatal? Porque existe um plano divino estabelecido pelo seu espírito que é perfeito para você. O que você vai ser não pode ser mudado, porque você já é.
O processo para alcançá-lo não é fatal, pode ser mudado de acordo com suas crenças. O caminho é você quem faz, por meio de suas escolhas, de seu arbítrio.
Cada um tem seu caminho único, individual, pois você é diferente de todos e o que serve para você é diferente do que serve para os outros.
Assim, você vai escolher, entre todas as opções, aquela que faz um bem para você. Como tudo está ligado a tudo, você iria se dissolver se não tivesse uma escolha própria.
Uma escolha só pode acontecer se houver percepção, discernimento, consciência. Você vive, experimenta, sente as coisas, então escolhe. Chega um milhão de coisas na sua cabeça todo dia, e você está constantemente fazendo escolhas.
Diante disso, ninguém consegue parar de escolher. "Ah, não vou escolher". Neste caso você já fez uma escolha. Não tem saída. E tudo que você escolhe está perfeito. Sendo assim, sua evolução está seguramente garantida. Por isso que você é a lei.
O "como vai" é seu. Vai sem dinheiro ou com dinheiro? Vai com ajuda ou sem ajuda? Vai encrencando ou vai na maciota? Vai na teimosia, batendo o pé feito criança e arrumando encrenca ou vai fluindo como um bom aluno? Não importa como, mas você vai.
"E aonde eu vou chegar?" Sei lá. O seu lá é diferente do lá do outro. Hoje você chegou e aquilo já estava ali quando você chegou, e aí você teve uma paz, e quando teve aquela paz, o que você sentiu? Que a paz sempre esteve dentro de você.
Perguntaram para Michelangelo como ele esculpia aquelas estátuas tão maravilhosas. Ele disse que, ao ver o bloco de mármore, já via a obra pronta. Só ia tirando os excessos e descobrindo a estátua.
Na verdade, esses excessos na nossa vida são as nossas ilusões. A nossa essência apenas está encoberta por elas.
Muita coisa você percebe porque você está emergindo à medida que você lê. A leitura está inspirando você, tirando suas ilusões, sensibilizando, puxando, e aquilo vai vindo. A gente chama isso de inspirar, motivar, provocar, sensibilizar, mas são apenas palavras usadas para trazer o que já está dentro de nós.
"Ai, que maravilha esta leitura!" Claro, já estava dentro de você... "Este livro é o máximo!" Não, ele só está trazendo à tona o que já está aí.
O máximo é a vida. Você é a lei. Seu verbo, sua fé, faz a maneira como você caminha dentro do seu processo. Então, quando você crê desta maneira, você vem para cá. Quando muda a crença, você vai para lá.
É assim durante todo o caminho. Você vai do seu jeito, que é seu próprio exercício de desenvolvimento, porque tudo é relativo ao seu crer e tudo vai para o melhor sempre, e tudo é útil porque tudo é funcional e perfeito.
Todas as leis estão inter-relacionadas, pois tudo está ligado e tudo afeta tudo. A verdade é infinita porque tudo é infinito. Por isso você costuma tomar uma frase que sintetiza um aspecto da verdade.
Você pode ler uma frase a vida inteira e, cada vez que ler, ela vai lhe trazer alguma coisa nova. Ela é universal. Essa é a característica daquela frase, daquele ditado, daquela poesia. Ela tocou a verdade e tudo que toca a verdade, ou mostra um ângulo da verdade, é infinito.
Para falar da lei do destino, fatalmente precisamos insistir no somatório das nossas "fés". Não poderia de ser, uma vez que são nossas crenças que moldam nosso futuro.
Você sabe que é você que faz sua realidade. Você é a base, você é a lei, você é suas crenças e você não tem apenas uma fé. O que é este instante para você? É a realidade que está se formando a partir de suas "fés" ativadas.
Na verdade, este instante é feito do somatório das suas crenças passadas. "Ah, eu acredito que vai dar certo". Não basta só isso. Vai depender de suas outras "fés".
O que conta é o somatório para você, e cada um tem o seu somatório, já que tudo é único, como vimos na lei da unidade. Cada um vai viver dos seu jeito.
Você tem alguma crença antiga que já desativou. Você a usou enquanto lhe foi útil, mas depois começou a pensar diferente, mudou seu ponto de vista, percebeu que não servia mais, e a desativou.
Tem crença nova que está apenas meio ativada, porque você está mudando. Tem crença que está totalmente ativada, ou positivada. Mas, não é só porque você crê que vai funcionar e, assim, vai obter aquilo que você quer. Vai depender de todas as crenças que estão ativadas. É o somatório de tudo, é a proporcionalidade, é matemática pura.
Então, o que vale é o somatório. Aí entra a outra lei, a lei da conexão. Tudo está ligado a tudo em todas as suas crenças ativadas.
Por exemplo, você pode estar muito bem consigo, se sentir ótima, as coisas estão indo bem, até que você se olha no espelho e, de repente, tem uma crise de ego, porque está feia, porque está gorda, porque está velha, porque está assim ou assado, começa a se comparar com a outra. Isso vem na cabeça, você permite, aceita e entra no negativo.
Pronto! O somatório despenca. De sessenta cai para quarenta. "Ah, mas isso não tem nada a ver com a minha vida financeira, com a minha vida afetiva." Você é que pensa que não tem. É a lei da conexão funcionando. Aquilo que você faz consigo, o que você pensa da vida, tudo isso conta.
Não é só o crer que conta. É também o ativar o que se crê. Você já resolveu uma crença, mudou para outra melhor, você melhorou, mas a crença antiga ainda está lá e a qualquer momento pode ser ativada se você não tiver firmeza e posse de si.
Crer é uma coisa, outra coisa é o quanto você investe nas circunstâncias do dia a dia. Tem crença que você já firmou, não tem mais jeito de investir, mas tem crença que não está bem firmada, que ainda corre perigo de ser ativada por algum comentário de alguém e sua média pode cair.
Não é uma convicção plena, porque essa se garante. Podem falar o que bem entenderem que o somatório não cai.
Portanto, o ato de criação das coisas e do seu destino depende da constância com que você alimenta suas crenças, de onde você investe. Há perigos? Há.
Conforme o grau do seu domínio vai crescendo com a evolução, você vai conseguindo entrar nesse universo de criar com mais facilidade e qualidade.
Muitas vezes o ego sofre influência do meio, da mãe, por exemplo, e a mãe, do filho, porque o domínio é: o domínio do mundo sobre você, ou de você sobre o mundo.
Este é seu trabalho. Sair do domínio do mundo para entrar no seu domínio. E nesse processo você está vulnerável num certo grau. Por isso, uma das maiores virtudes do ser humano é a posse de si.
A posse de si protege de tudo e de todos, de qualquer espécie de energia densa, e essa proteção é extensiva a tudo o que é seu. A posse de si representa a confiança em sua Sombra, em sua Alma, em seu Eu Superior e, em consequência, no Espírito Uno.
A pessoa que não tem posse de si, que fica assumindo responsabilidades que são dos outros, se sente confusa, atrapalhada, seus caminhos ficam cruzados com os dos outros, acaba ficando doente e sua vida vira um inferno. Se a pessoa for mais sensível, com uma mediunidade mais desenvolvida, tudo fica mais intenso e pior. Daí a importância da posse de si.
Ter posse de si é se aceitar como você é, espontaneamente. Nos trabalhos de terapia, a gente percebe que as pessoas não sabem o que é realmente se aceitar. A maioria chega dizendo: "Ah, mas eu me aceito e as coisas continuam na mesma". Aceitar-se é não se comparar a ninguém, é não se culpar, não se julgar inferior, é respeitar sua individualidade, seu temperamento, seu jeito de ser, é não desempenhar um certo papel para ser aprovado e aceito. Quem se aceita de verdade tem posse de si, é dono de si.
Ter posse de si é se pôr em primeiro lugar. Quando você não se põe em primeiro lugar, você está pondo alguém lá e se rejeitando. Isso não significa ser egoísta, mas dar-se o devido valor. Quando você toma essa atitude, não quer dizer que você esteja rebaixando ninguém, ou roubando o lugar de alguém. Cada um sabe onde se colocar. A pessoa, quando não se põe em primeiro lugar, está dizendo que os outros são mais importantes e, geralmente, para ganhar uma aprovação, procura ser boa para eles, não importa o sacrifício dispensado. Se você age desta maneira, saiba que você está dando uma ordem à sua Sombra: vai para eles. E Ela vai para a mãe, para o pai, para o irmão, para a sociedade, e você fica vulnerável, sentindo-se um lixo.
Ter posse de si é sentir que o que você sente é mais importante do que as pessoas falam. O que os outros falam ou pensam de você, só interessa a eles, não a você. O importante não é aquilo que você aprendeu, mas aquilo que você aceita na sua experiência, o que você gosta. Só você sabe o que é bom para si.
Ter posse de si é sentir que você é ótimo, perfeito, corajoso e ousado, não se criticando, não se condenando, não se contrariando, aceitando suas vontades e seu temperamento. É sentir-se divino. Se você não se sentir ótimo, como poderá tomar posse de algo que tenha qualidade?
Quem tem posse de si não reivindica a consideração, a atenção, o apoio, o amor do outro com a intenção velada de se sustentar, embora, quando aparecem, sejam sempre bem-vindos e muito agradáveis. Sua sustentação reside na posse de si e não no externo. Significa não delegar o seu poder a ninguém, visto ter a sua individualidade bem definida, eis que se considera sui generis, único, aceitando-se como é. Cultua para si o pressuposto "estou no mundo, mas não sou do mundo", e está longe de pertencer à vala comum. Investe em suas diferenças, abominando a mesmice. As forças da Sombra só obedecem quem tem posse de si. Se você não tomar posse de si, fatalmente, outros tomarão.
A posse de si é a base de toda força, da possibilidade de realização. Estamos falando das forças divinas em nós. Porém, essas forças não se encontram bem direcionadas devido exatemente à falta de posse de si. A gente vem de um nível sem posse nenhuma, totalmente na dependência do mundo externo (quando somos bebês). A posse de si tem muitos níveis, e é preciso galgá-los sistematicamente.
Sua vulnerabilidade traz para você a inconstância, e essa inconstância gera um fluxo de realidade instável de altos e baixos. Isso é do momento evolutivo das pessoas. Vai e volta até se firmar naquela crença.
Mas, isso não significa que você não seja o responsável, o autor, o agente. Você sempre será. Cada um é cem por cento responsável por sua realidade.
[continua]
Marcadores: crença, destino, fé, leis, vida
terça-feira, maio 21, 2024
As Leis da Vida - 7
Fonte: Luiz Gasparetto e Lúcio Morigi, Calunga revela As Leis da Vida, Gráfica Vida e Consciência, 2015. ISBN: 978-85-7722-443-2
7. Lei do crer: TUDO DEPENDE DAS CRENÇAS
Tudo na vida segue a lei do crer. Tudo que existe passou inicialmente pelo crivo de alguma crença. Isto quer dizer que, se eu faço alguma coisa porque tenho determinada crença sobre aquilo, isso vai ter uma consequência.
Toda escolha encerra uma crença. Você está sempre escolhendo com base nas suas crenças. "Ah, eu não quero escolher nada". Isso já é uma escolha, já é uma crença. Assim, a ideia de carma deixa de fazer sentido. Ninguém está pagando nada, nem resgatando nada. Simplesmente está vivendo no resultado obtido pelas suas escolhas individuais. Se você mudar a causa, que é uma crença, obviamente a consequência terá outro direcionamento.
No fundo, tudo depende de suas crenças. Crenças pobres geram frutos pobres. Crenaças nobres geram frutos nobres.
Troque o verbo "fazer" por "acreditar". Não é porque faço isso que terei aquilo, mas porque eu acredito assim que terei ou serei assim.
Por que geralmente as pessoas repetem as situações na vida delas? Porque estão sempre alimentando as mesmas causas e obtendo as mesmas consequências. As causas são as crenças que elas cultivam.
Por exemplo, alguém que quer prosperar na área financeira, mas cultiva crenças pobres com relação à riqueza e ao dinheiro, como "o dinheiro é a causa dos males da humanidade; o rico é rico porque rouba; o pobre é mais digno que o rico; o rico já nasce rico; dinheiro só se consegue com muita luta", então essas crenças estarão em conflito com aquilo que a pessoa deseja, que é ser próspera financeiramente.
No subconsciente da pessoa, que é a parte do espírito que faz as crenças se tornarem realidade, há crenças divergentes à sua vontade, e dessa mistura toda não vai sair uma consequência boa na realidade da pessoa.
Sua vontade é anulada pelas crenças contraditórias, ou seja, as causas pobres sempre vão gerar consequências pobres, como a falta de dinheiro ou o dinheiro sempre contadinho.
Nunca vai ter dinheiro suficiente para investir em projetos novos. Não há disciplina nenhuma nas causas, e o sucesso e a prosperidade que dependem totalmente da disciplina interior, jamais se materializarão na vida dessa pessoa.
Quem muda as causas é a própria pessoa, por meio de seu arbítrio, escolhendo acreditar nisso ou naquilo. Dessa forma, ninguém faz nada por ninguém. Ninguém consegue mudar a vida de ninguém.
O máximo que se consegue é ajudar, e se a pessoa não estiver preparada, aberta para mudar a crença, nem a ajuda adianta. Essa ajuda consiste numa palavra, num conselho, num ensinamento e, então, quem estiver aberto, toma aquilo, põe em prática e sua vida muda completamente.
Tudo depende do crer. A filha é assim porque pegou a crença da mãe, que pegou da avó, que pegou da bisavó. A causa, uma crença que estava lá nos antepassados, continua presente hoje gerando a mesma consequência. Tal pai, tal filho. "Doenças hereditárias".
A morte ou a reencarnação não mudam nada esse processo. O que a gente leva conosco quando morre? Só as crenças. O que a gente traz quando reencarna? Só as crenças, ou seja, só as causas que redundarão nas mesmas consequências que serão as causas que serão as consequências e a vida da pessoa fica dando voltas, se repetindo, se ela não mudar as causas. Ninguém escapa da lei do crer. O bom desta lei é que a gente pode mudar, por meio do arbítrio, com base na experiência de uma causa que gerou uma consequência ruim.
Nada vem do nada. Tudo tem uma crença que gera uma consequência. O ser humano usa o "nada" só para dar um nome ao espaço que ele não percebe, mas ali tem coisa. A gente evolui e os "nadas" vão sumindo. Cada vez que evoluímos, os "nadas" vão sumindo e, sabendo disso, vamos percebendo que tudo que pensávamos era fantasia, que a verdade é outra.
Sua vida é um caminho construído de acordo com suas crenças, que vai fazer você evoluir, e você não vai conseguir fugir dele. Como tudo está ligado a tudo, tudo que estiver à sua volta pode influenciá-lo e você pode influenciar tudo.
Você é um mar de força. Você acha que vai, mas você está parado e as coisas é que vão passando por você e assim seu espírito vai tomando aquilo como sua verdade e você evolui. Você nunca saiu do lugar. Foi a vida que passou por você.
Eu tenho o meu e você tem o seu, e essa arrogância de querer mudar o mundo, separando isso daquilo, não tem nenhum sentido. A gente precisa aprender a lidar com o mundo e não achar que se separar dele, feito um monge, é a solução, porque vai acabar numa fantasia, e o resultado só pode ser a desilusão. O negócio é aprender a lidar com as coisas.
É por esse motivo que sua consciência não pode, de uma hora para outra, se iluminar e ver tudo. Você piraria, pois não tem estrutura para lidar com tudo isso ainda. Assim, você vai evoluindo aos poucos, mudando seu crer, lidando com isso, com aquilo e achando tudo ótimo. Você que achou que nunca ia conseguir mexer naquele computador, hoje não larga dele. O que era complicado, hoje é um brinquedo e você não vive sem ele, porque você mudou sua crença a respeito.
A vida é sempre cheia de novidades e tudo se processa de acordo com as crenças, em qualquer nível, em qualquer dimensão, em qualquer planeta, em todo o universo.
Tudo é conquista e mérito, mas na sua devida hora. Tudo é trabalho e você cresce naturalmente.
Para aprender tem que mexer no crer. Pode ser que você tenha um grau de inteligência maior e aquilo vem mais fácil, mas tem um crer por trás.
Por outro lado, pode complicar bastante exatamente por ter o poder da escolha envolvido. O orgulhoso arruma encrenca porque não quer mudar o crer. Assim, não vai obter a virtude, a qualidade, a faculdade e a habilidade respectivas. Todos tem que pagar o preço, Cai do céu? Não. É o crer que faz. Se caiu do céu foi porque a pessoa chegou num ponto que já pode provocar aquilo. Já cresceu, já evoluiu, já fez a mudança de ponto de vista. Trabalhou as ideias, ficou próspero e agora o dinheiro aparece de todos os lados.
Portanto, pare com esse negócio de culpa, achando que devia, que não devia. Se não deu certo, foi simplesmente porque havia uma crença contraditória. Só isso. Você volta, reestuda, revê e vai, senão não vai.
A ideia de carma, na lei do crer, não faz o menor sentido. Se você fez alguma coisa errada, ou seja, algo que teve consequências negativas, primeiro a lei avalia tudo que estava em jogo. Sua capacidade do momento, sua capacidade de compreender o momento, aquilo para que você foi ou não foi treinado, aquilo que você sabia ou não sabia.
Além disso, aquilo foi o melhor que você podia fazer na época? Se foi, nem pensa mais sobre isso. Você pode ter visto depois que foi errado, mas na época foi o seu melhor. Portanto, foi algo perfeito e a vida trouxe o melhor para você. Segundo, se o seu ato lesou alguém, essa pessoa era lesável. Ela não estava fazendo o melhor dela.
Então, aquilo que ela recebeu foi consequência da negligência dela. Ela foi a responsável, não você. Cada um, junto com seu espírito, é cem por cento responsável por tudo de bom ou de ruim que ocorre em sua própria vida.
A lei sabe como cada um pode, a cada momento, fazer o seu melhor, de acordo com as suas condições reais e não as ideológicas. Vaidade moral não é real. Moralismo não conta. Conta o que você fez, viveu e sentiu.
Agindo assim, a natureza preserva a integridade justa de cada um. Aquela pessoa só passa aquilo porque só deve a si mesmo. Aquela que não deve a si mesmo, por mais atrasado, violento e vil que seja seu ato aos olhos dos outros, ainda assim está inocentada (perante Deus) porque é o nível da condição dela. E a pessoa que sofre o ato é responsável porque tem crenças negativas no subconsciente. Se não tivesse, nada iria atingi-la.
Não é todo mal que nos atinge. Só atinge as pessoas atingíveis,não importa se adulto ou criança, pois a criança reencarna sob os efeitos das crenças constituídas em vidas passadas.
De acordo com a lei, ninguém escapa.Vai levar conforme aquilo que fez, nem mais nem menos. Não há proteção para aqueles que já sabem. Para os inocentes e atrasados, há proteção proporcional à sua ignorância. A natureza seleciona tudo. Não acontece nada sem a vontade da lei. "Não cai uma folha sem a vontade do Pai".
Diante disso, tudo está justo, conforme a lei do crer, a lei da integridade, a lei da defesa, da individualidade. Todas as leis estão inter-relacionadas, e a inter-relação só é possível se houver comprometimento da pessoa. Se não houver, a lei separa a pessoa do agressor ou da situação agressora, como um acidente, por exemplo. Ela só junta se a pessoa tiver a ver. Se não tiver, ela separa e não acontece nada.
A bala desvia e não a atinge, ou o revólver falha. O ladrão só rouba as pessoas roubáveis. Quem faz sempre o melhor que pode, de verdade, está sempre protegido(a).
"Ah, eu sou bonzinho. Não vai me acontecer nada". Isso não conta. É pura vaidade moral. Só conta o que você faz, o que você já fez a seu favor e não aos outros.
O trágico da inteligência humana é querer igualar, padronizar tudo. Não existe igual.
Tudo é único, como vimos na lei da unidade. No entanto, você é levado a crer que existiu uma normalidade na sua vida, mas não houve. Ninguém é igual a ninguém e as escolhas variam de pessoa para pessoa. Pare, portanto, com esse negócio de devia, de não devia, se tivesse, se não tivesse. Pare, também, com essa mania boba de comparações.
A evolução do homem foi feita também pelos ETs, que fizeram implantes genéticos.
O ambiente não só se impôs a nós. Nós também nos impusemos ao ambiente.
O fato de você ser único, individual, faz sau aparência física, seu jeito de ser, também serem individuais. Você desenvolveu complexos porque permitiu que o ambiente interferisse dizendo que você não era normal, e você acreditou. Isso é ridículo!
A vida é um processo contínuo. Não conta nem a morte e nem o nascimento. Esses são apenas acidentes de percurso. Cada um está na sua vida exatamente no lugar e no momento em que precisa estar, porque tudo está perfeito.
Deus não erra. Não há crianças inocentes, como não há adultos culpados, mas apenas um espírito infinitamente sábio que sempre existiu, que já se hospedou em diversos corpos adultos e que, no momento, está num corpo infantil, no exato grau de sua evolução.
Se a criança nasceu com problemas é porque vem de uma situação que remonta a vidas anteriores. Os traumas, as culpas, as revoltas, os ódios, os remorsos, que no fundo são crenças, provocam sérios danos mentais e físicos.
Nada é estático no universo. Aquele momento é apenas o desfecho de algo e, ao mesmo tempo, causa para a próxima fase da vida, e o processo da vida continua pela eternidade.
Tudo acontece no momento certo, sob o manto da justiça divina.
Cada qual, junto com seu espírito, é cem por cento responsável por tudo de bom ou de ruim que acontece em sua vida. Quando a pessoa morre, ela leva para o astral apenas suas crenças e atitudes e as consequências dessas crenças e atitudes. Se não mudar para resolver no astral, terá nova chance na próxima encarnação.
Por mais ignorante que seja a pessoa, a ponto de cometer crimes gravíssimos, ela sempre terá uma nova chance, porque Deus é infinitamente justo, bondoso e generoso, e o que para muitos é um crime hediondo, aos olhos dEle é apenas uma experiência no processo evolutivo da pessoa, senão o espírito, que é o nosso elo com o divino, não permitiria.
Tudo que você faz, Deus aplaude, porque tudo está certo, tudo é aprendizado, tudo está perfeito. Tudo é aprendizagem na vida.
Não existe sofrimento no mundo que não seja positivo, funcional, pois se trata de um estímulo forte que obriga a pessoa a se transformar, a mudar para dar o próximo passo. Sempre é um estímulo para andar para o próximo estágio da evolução.
Crer é sinônimo de fé. Porém, não temos só uma fé. A gente tem diversas "fés", diversas crenças. Tudo que você fala vai pesando e o que sobra é o somatório de todas as suas "fés".
É por isso que aquilo que você tanto quer não se materializa na sua vida, ou se materializa de maneira insuficiente, pois as "fés" se interdependem e se misturam.
Sua realidade é feita levando-se em conta o conjunto de todas as "fés" que você tem. Todo mundo tem cem por cento de fé, só que ela está distribuída entre aspectos positivos e negativos.
"Olha, minha vida renasceu". Isso é porque você trocou uma certa porção de "fés". Então, não é porque eu tenho fé que tal coisa vai acontecer. Isso contribui, mas tem todo um jogo de "fés" envolvidas.
Carência atrai carência, não só no aspecto afetivo, mas também em todas as áreas da vida.
O homem ou a mulher que progride rápido não liga para as pessoas. Olha para elas e diz: "se vai ser útil eu quero, se não vai ser, tchau!". As pessoas acham que isso é desumano, mas não é. É funcional. A pessoa está no objetivo dela. Se vai somar, tudo bem. Se não vai, tchau.
Aquele que os outros chamam de egoista prospera, porque foca tanto no seu negócio que consegue. Já o outro, que consideram um altruísta, está com dificuldades.
Seu caminho é único e diferente do caminho de todo mundo. Você pode aprender os princípios básicos da prosperidade, mas só isso não vai deixá-lo próspero. O que vai deixar você próspero é aquele caminho que é o resultado de suas escolhas.
Esse negócio de o Estado dizer que tem que ver a situação da pessoa é ridículo. Depois, ele fica iludindo o povo para ganhar voto e o povo fica aí na pobreza.
A fé é relativa. Tudo depende de como você está, de como você vê, de como você acredita.
Daí a importância de se desligar emocionalmente do passado. Se não fosse o esquecimento e a reencarnação, o que seria de nós? Com toda aquela carga do passado nas costas, não conseguiríamos dar um passo.
Crença comum: "Eu não acredito na reencarnação. Acho que a vida começa no nascimento". Lei do crer: Acreditando ou não, a reencarnação existe. Cada ser humano tem um espírito. Os espíritos, como tudo que existe, são extensões de Deus, portanto eternos para a frente e eternos para trás. Nada acaba, tudo se transforma, tudo é eterno, porque tudo é perfeito.
Para expandir a consciência, se a pessoa ainda não souber usar corretamente a inteligência, o espírito provoca a dor, como estímulo para ela não se estagnar. Com isso, a pessoa desenvolve virtudes, habilidades, faculdades e evolui.
O espírito não tem pressa, já que tem toda a eternidade para fazer qualquer coisa. Então, a pessoa encarna, vive, morre e vai para o astral, lá também se desnvolve, mas para certos aspectos precisa da experiênciaaqui na matéria. Assim, reencarna tantas vezes quantas forem necessárias, dependendo da vontade do espírito da pessoa.
Crença comum: "A criança que nasce com um defeito físico ou com uma doença grave é um mistério que só Deus sabe o porquê". Lei do crer: Não é mistério nenhum, não é negligência dos pais, não são as condições ambientais. Só é mistério para quem não acredita em reencarnação. Deus não erra e não é injusto. É consequência das crenças e atitudes da própria criança.
Não há crianças inocentes, como não há adultos culpados, mas um espírito infinitamente sábio que sempre existiu, que já se hospedou em diversos corpos adultos e que, no momento, está num corpo infantil, no exato grau de sua evolução.
Assim como todo adulto já foi criança, toda criança já foi adulta. Se ela nasceu com problemas é porque vêm de uma situação que remonta a vidas anteriores. Os traumas, as culpas, as revoltas, os ódios, os remorsos deixam graves sequelas mentais e físicas.
Cada um é cem por cento responsável por tudo de bom ou de ruim que acontece em suas vidas, sabendo disso ou não.
Um dia todos vão saber como sua jornada foi perfeita e justa, porque tudo está registrado nos arquivos acássicos do astral, que poderão ser consultados. Os amigos espirituais dizem que esses registros são muito utilizados nos processos terapêuticos das pessoas que não conseguem se desvencilhar de uma culpa ou de uma revolta.
Lá, elas assistem por diversos ângulos a situação, do ponto de vista da própria pessoa, do guia, da lei, da sociedade, então ela sai convicta de que tudo foi perfeito. Dizem, também, que nesse processo a pessoa sempre é acompanhada por psicólogos que utilizam até medicamentos, porque, não raro, a pessoa fica abalada psicologicamente até por semanas, mas se cura.
Crença comum: "Dizem que se a gente tiver fé a coisa acontece. Não sei não, porque eu acredito tanto que vou ser próspero, faço cursos, leio livros, faço mentalizações, mas essa bendita prosperidade nunca chega". Lei do crer: A gente não tem só uma fé, mas diversas "fés", diversas crenças (diversas memórias limitantes). A pessoa realmente acredita que vai ser próspera, mas só isso não basta. O que conta é o somatório ou média de todas as suas "fés".
Acreditar que vai ser próspera é apenas uma fé das tantas que a pessoa cultiva. Ela, por exemplo, tem fé que não pode viver sem a ajuda dos outros, que não se ganha a vida sem lutar, que o outro precisa ser ajudado porque é um coitado, que quem luta tem mais valor, tem fé no medo.
Tudo isso está somando, interferindo e minando a fé que a pessoa tem para conseguir ser próspera. Tudo que a pessoa fala vai pesando, e o que sobra é o somatório de todas as "fés" (o conjunto das memórias limitantes).
Por isso que aquilo que ela tanto quer não se materializa na vida dela, ou se materializa de maneira insuficiente.
Crença comum: "Acho que fiz alguma espécie de contrato antes de encarnar, segundo o qual, faça o que eu fizer, não vou ser próspero nesta vida, porque assim eu aprendo alguma virtude, alguma faculdade para minha evolução espiritual". Lei do crer: Não é verdade! Todo poder está no agora. Mesmo na hipótese de ter havido tal comprometimento, ele perde todo seu sentido diante da lei do crer. O passado, como quer que tenha sido, não tem poder nenhum sobre o presente, a não ser que a pessoa assim acredite.
Toda hora é hora de desvalidar qualquer resquício, qualquer comprometimento, qualquer promessa feita no passado. "Ah, isso é bobagem! Isso era o que eu acreditava na época (quando eu era "burro", ignorante). Hoje tenho outras crenças e acredito que o passado não tem poder sobre mim. O passado é pura ilusão. Só o que conta é o presente. No presente eu posso mudar, transformar e construir tudo o que eu bem entender".
Marcadores: carma, crença, fé, lei, vida
Marcadores: carma, crença, fé, lei, vida
quinta-feira, maio 16, 2024
As Leis da Vida - 7
Fonte: Luiz Gasparetto e Lúcio Morigi, Calunga revela As Leis da Vida, Gráfica Vida e Consciência, 2015. ISBN: 978-85-7722-443-2
7. Lei do crer: TUDO DEPENDE DAS CRENÇAS
Tudo na vida segue a lei do crer. Tudo que existe passou inicialmente pelo crivo de alguma crença. Isto quer dizer que, se eu faço alguma coisa porque tenho determinada crença sobre aquilo, isso vai ter uma consequência.
Toda escolha encerra uma crença. Você está sempre escolhendo com base nas suas crenças. "Ah, eu não quero escolher nada". Isso já é uma escolha, já é uma crença. Assim, a ideia de carma deixa de fazer sentido. Ninguém está pagando nada, nem resgatando nada. Simplesmente está vivendo no resultado obtido pelas suas escolhas individuais. Se você mudar a causa, que é uma crença, obviamente a consequência terá outro direcionamento.
No fundo, tudo depende de suas crenças. Crenças pobres geram frutos pobres. Crenaças nobres geram frutos nobres.
Troque o verbo "fazer" por "acreditar". Não é porque faço isso que terei aquilo, mas porque eu acredito assim que terei ou serei assim.
Por que geralmente as pessoas repetem as situações na vida delas? Porque estão sempre alimentando as mesmas causas e obtendo as mesmas consequências. As causas são as crenças que cultivam.
Por exemplo, alguém que quer prosperar na área financeira, mas cultiva crenças pobres com relação à riqueza e ao dinheiro, como "o dinheiro é a causa dos males da humanidade; o rico é rico porque rouba; o pobre é mais digno que o rico; o rico já nasce rico; dinheiro só se consegue com muita luta", então essas crenças estarão em conflito com aquilo que a pessoa deseja, que é ser próspera financeiramente.
No subconsciente da pessoa, que é a parte do espírito que faz as crenças se tornarem realidade, há crenças divergentes à sua vontade, e dessa mistura toda não vai sair uma consequência boa na realidade da pessoa.
Sua vontade é anulada pelas crenças contraditórias, ou seja, as causas pobres sempre vão gerar consequências pobres, como a falta de dinheiro ou o dinheiro sempre contadinho.
Nunca vai ter dinheiro suficiente para investir em projetos novos. Não há disciplina nenhuma nas causas, e o sucesso e a prosperidade que dependem totalmente da disciplina interior, jamais sematerializarão na vida dessa pessoa.
Quem muda as causas é a pessoa, por meio de seu arbítrio,escolhendo acreditar nisso ou naquilo. Dessa forma, ninguém faz nada por ninguém. Ninguém consegue mudar a vida de ninguém.
O máximo que se consegue é ajudar, e se a pessoa não estiver preparada, aberta para mudar a crença, nem a ajuda adianta. Essa ajuda consiste numa palavra, num conselho, num ensinamento e, então, quem estiver aberto, toma aquilo, põe em prática e sua vida muda completamente.
Tudo depende do crer. A filha é assim porque pegou a crença da mãe, que pegou da avó, que pegou da bisavó. A causa, uma crença que estava lá nos antepassados, continua presente hoje gerando a mesma consequência. Tal pai, tal filho. "Doenças hereditárias".
A morte ou a reencarnação não mudam nada esse processo. O que a gente leva conosco quando morre? Só as crenças. O que a gente traz quando reencarna? Só as crenças, ou seja, só as causas que redundarão nas mesmas consequências que serão as causas que serão as consequências e a vida da pessoa fica dando voltas, se repetindo, se elanão mudar as causas. Ninguém escapa da lei do crer. O bom desta lei é que a gente pode mudar, por meio do arbítrio, com base na experiência de uma causa que gerou uma consequência ruim.
Nada vem do nada. Tudo tem uma crença que gera uma consequência. O ser humano usa o "nada" só paradar um nome ao espaço que ele não percebe, mas ali tem coisa. A gente evolui e os "nadas" vão sumindo. Cada vez que evoluímos, os "nadas" vão sumindo e, sabendo disso, vamos percebendo que tudo que pensávamos era fantasia, que a verdade é outra.
Sua vida é um caminho construído de acordo com suas crenças, que vai fazer você evoluir, e você não vai conseguir fugir dele. Como tudo está ligado a tudo, tudo que estiver à sua volta pode influenciá-lo e você pode influenciar tudo.
Você é um mar de força. Você acha que vai, mas você está parado e as coisas é que vão passando por você e assim seu espírito vai tomando aquilo como sua verdade e você evolui. Você nunca saiu do lugar. Foi a vida que passou por você.
Eu tenho o meu e você tem o seu, e essa arrogância de querer mudar o mundo, separando isso daquilo, não tem nenhum sentido. A gente precisa aprender a lidar com o mundo e não achar que se separar dele, feito um monge, é a solução, porque vai acabar numa fantasia, e o resultado só pode ser a desilusão. O negócio é aprender a lidar com as coisas.
É por esse motivo que sua consciência não pode, de uma hora para outra, se iluminar e ver tudo. Você piraria, pois não tem estrutura para lidar com tudo isso ainda. Assim, você vai evoluindo aos poucos, mudando seu crer, lidando com isso, com aquilo e achando tudo ótimo. Você que achou que nunca ia conseguir mexer naquele computador, hoje não larga dele. O que era complicado, hoje é um brinquedo e você não vive sem ele, porque você mudou sua crença a respeito.
A vida é sempre cheia de novidades e tudo se processa de acordo com as crenças, em qualquer nível, em qualquer dimensão, em qualquer planeta, em todo o universo.
Tudo é conquista e mérito, mas na sua devida hora. Tudo é trabalho e você cresce naturalmente.
Para aprender tem que mexer no crer. Pode ser que você tenha um grau de inteligência maior e aquilo vem mais fácil, mas tem um crer por trás.
Por outro lado, pode complicar bastante exatamente por ter o poder da escolha envolvido. O orgulhoso arruma encrenca porque não quer mudar o crer. Assim, não vai obter a virtude, a qualidade, a faculdade e a habilidade respectivas. Todos tem que pagar o preço, Cai do céu? Não. É o crer que faz. Se caiu do céu foi porque a pessoa chegou num ponto que já pode provocar aquilo. Já cresceu, já evoluiu, já fez a mudança de ponto de vista. Trabalhou as ideias, ficou próspero e agora o dinheiro aparece de todos os lados.
Portanto, pare com esse negócio de culpa, achando que devia, que não devia. Se não deu certo, foi simplesmente porque havia uma crença contraditória. Só isso. Você volta, reestuda, revê e vai, senão não vai.
A ideia de carma, na lei do crer, não faz o menor sentido. Se você fez alguma coisa errada, ou seja, algo que teve consequências negativas, primeiro a lei avalia tudo que estava em jogo. Sua capacidade do momento, sua capacidade de compreender o momento, aquilo para que você foi ou não foi treinado, aquilo que você sabia ou não sabia.
Além disso, aquilo foi o melhor que você podia fazer na época? Se foi, nem pensa sobre isso. Você pode ter visto depois que foi errado, mas na época foi o seu melhor. Portanto, foi algo perfeito e a vida trouxe o melhor para você. Segundo, se o seu ato lesou alguém, essa pessoa era lesável. Ela não estava fazendo o melhor dela.
Então, aquilo que ela recebeu foi consequência da negligência dela. Ela foi a responsável, não você. Cada um, junto com seu espírito, é cem por cento responsável por tudo de bom ou de ruim que ocorre em sua própria vida.
A lei sabe como cada um pode, a cada momento, fazer o seu melhor, de acordo com as suas condições reais e não as ideológicas. Vaidade moral não é real. Moralismo não conta. Conta o que você fez, viveu e sentiu.
Agindo assim, a natureza preserva a integridade justa de cada um. Aquela pessoa só passa aquilo porque só deve a si mesmo. Aquela que não deve a si mesmo, por mais atrasado, violento e vil que seja seu ato aos olhos dos outros, ainda assim está inocentada porque é o nível de condição dela. E a pessoa que sofre o ato é responsável porque tem crenças negativas no subconsciente. Se não tivesse, nada iria atingi-la.
Não é todo mal que nos atinge. Só atinge as pessoas atingíveis,não importa se adulto ou criança, pois a criança reencarna sob os efeitos das crenças constituídas em vidas passadas.
De acordo com a lei, ninguém escapa.Vai levar conforme aquilo que fez, nem mais nem menos. Não há proteção para aqueles que já sabem. Para os inocentes e atrasados, há proteção proporcional à sua ignorância. A natureza seleciona tudo. Não acontece nada sem a vontade da lei. "Não cai uma folha sem a vontade do Pai".
Diante disso, tudo está justo, conforme a lei do crer, a lei da integridade, a lei da defesa, da individualidade. Todas as leis estão inter-relacionadas, e a inter-relação só é possívelse houver comprometimento da pessoa. Se não houver, a lei separa a pessoa do agressor ou da situação agressora, como um acidente, por exemplo. Ela só junta se a pessoa tiver a ver. Se não tiver, ela separa e não acontece nada.
A bala desvia e não a atinge, ou o revólver falha. O ladrão só rouba as pessoas roubáveis. Quem faz o melhor que pode, de verdade, está sempre protegido.
"Ah, eu sou bonzinho. Não vai me acontecer nada". Isso não conta. É pura vaidade moral. Só conta o que você faz, o que você já fez a seu favor e não aos outros.
O trágico da inteligência humana é querer igualar, padronizar tudo. Não existe igual.
Tudo é único, como vimos na lei da unidade. No entanto, você é levado a crer que existiu uma normalidade na sua vida, mas não houve. Ninguém é igual a ninguém e as escolhas variam de pessoa para pessoa. Pare, portanto, com esse negócio de devia, de não devia, se tivesse, se não tivesse. Pare, também, com essa mania boba de comparações.
A evolução do homem foi feita também pelos ETs, que fizeram implantes genéticos.
O ambiente não só se impôs a nós. Nós também nos impusemos ao ambiente.
O fato de você ser único, individual, faz sau aparência física, seu jeito de ser, também serem individuais. Você desenvolveu complexos porque permitiu que o ambiente interferisse dizendo que você não era normal, e você acreditou. Isso é ridículo!
A vida é um processo contínuo. Não conta nem a morte e nem o nascimento. Esses são apenas acidentes de percurso. Cada um está na sua vida exatamente no lugar e no momento em que precisa estar, porque tudo está perfeito.
Deus não erra. Não há crianças inocentes, como não há adultos culpados, mas apenas um espírito infinitamente sábio que sempre existiu, que já se hospedou em diversos corpos adultos e que, no momento, está num corpo infantil, no exato grau de sua evolução.
Se a criança nasceu com problemas é porque vem de uma situação que remonta a vidas anteriores. Os traumas, as culpas, as revoltas, os ódios, os remorsos, que no fundo são crenças, provocam sérios danos mentais e físicos.
Nada é estático no universo. Aquele momento é apenas o desfecho de algo e, ao mesmo tempo, causa para a próxima fase da vida, e o processo da vida continua pela eternidade.
Tudo acontece no momento certo, sob o manto da justiça divina.
Cada qual, junto com seu espírito, é cem por cento responsável por tudo de bom ou de ruim que acontece em sua vida. Quando a pessoa morre, ela leva para o astral apenas suas crenças e atitudes e as consequências dessas crenças e atitudes. Se não mudar para resolver no astral, terá nova chance na próxima encarnação.
Por mais ignorante que seja a pessoa, a ponto de cometer crimes gravíssimos, ela sempre terá uma nova chance, porque Deus é infinitamente justo, bondoso e generoso, e o que para muitos é um crime hediondo, aos olhos dEle é apenas uma experiência no processo evolutivo da pessoa, senão o espírito, que é o nosso ele com o divino, não permitiria.
Tudo que você faz, Deus aplaude, porque tudo está certo, tudo é aprendizado, tudo está perfeito. Tudo é aprendizagem na vida.
Não existe sofrimento no mundo que não seja positivo, funcional, pois se trata de um estímulo forte que obriga a pessoa a se transformar, a mudar para dar o próximo passo. Sempre é um estímulo para andar para o próximo estágio da evolução.
Crer é sinônimo de fé. Porém, não temos só uma fé. A gente tem diversas "fés", diversas crenças Tudo que você fala vai pesando e o que sobra é o somatório de todas as suas "fés".
É por isso que aquilo que você tanto quer não se materializa na sua vida, ou se materializa de maneira insuficiente, pois as "fés" se interdependem e se misturam.
Sua realidade é feita levando-se em conta o conjunto de todas as "fés" que você tem. Todo mundo tem cem por cento de fé, só que ela está distribuída entre aspectos positivos e negativos.
"Olha, minha vida renasceu". Isso é porque vcoê trocou uma certa porção de "fés". Então, não é porque eu tenho fé que tal coisa vai acontecer. Isso contribui, mas tem todo um jogo de "fés" envolvidas.
Carência atrai carência, não só no aspecto afetivo, mas também em todas as áreas da vida.
O homem ou a mulher que progride rápido não liga para as pessoas. Olha para elas e diz: "se vai ser útil eu quero, se não vai ser, tchau!". As pessoas acham que isso é desumano, mas não é. É funcional. A pessoa está no objetivo dela. Se vai somar, tudo bem. Se não vai, tchau.
Aquele que os outros chamam de egoista prospera, porque foca tanto no seu negócio que consegue. Já o outro, que consideram um altruísta, está com dificuldades.
Seu caminho éúnico e diferente do caminho de todo mundo. Você pode aprender os princípios básicos da prosperidade, mas só isso não vai deixá-lo próspero. O que vai deixar você próspero é aquele caminho que é o resultado de suas escolhas.
Esse negócio de o Estado dizer que tem que ver a situação da pessoa é ridículo. Depois, ele fica iludindo o povo para ganhar voto e o povo fica aí na pobreza.
A fé é relativa. Tudo depende de como você está, de como você vê, de como você acredita.
Daí a importância de se desligar emocionalmente do passado. Se não fosse o esquecimento e a reencarnação, o que seria de nós? Com toda aquela carga do passado nas costas, não conseguiríamos dar um passo.
Crença comum: "Eu não acredito na reencarnação. Acho que a vida começa no nascimento". Lei do crer: Acreditando ou não, a reencarnação existe. Cada ser humano tem um espírito. Os espíritos, como tudo que existe, são extensões de Deus, portanto eternos para a frente e eternos para trás. Nada acaba, tudo se transforma, tudo é eterno, porque tudo é perfeito.
Para expandir a consciência, se a pessoa ainda não souber usar corretamente a inteligência, o espírito provoca a dor, como estímulo para ela não se estagnar. Com isso, a pessoa desenvolve virtudes, habilidades, faculdades e evolui.
O espírito não tem pressa, já que tem toda a eternidade para fazer qualquer coisa. Então, a pessoa encarna, vive, morre e vai para o astral, lá também se desnvolve, mas para certos aspectos precisa da experiênciaaqui na matéria. Assim, reencarna tantas vezes quantas forem necessárias, dependendo da vontade do espírito da pessoa.
Crença comum: "A criança que nasce com um defeito físico ou com uma doença grave é um mistério que só Deus sabe o porquê". Lei do crer: Não é mistério nenhum, não é negligência dos pais, não são as condições ambientais. Só é mistério para quem não acredita em reencarnação. Deus não erra e não é injusto. É consequência das crenças e atitudes da própria criança.
Não há crianças inocentes, como não há adultos culpados, mas um espírito infinitamente sábio que sempre existiu, que já se hospedou em diversos corpos adultos e que, no momento, está num corpo infantil, no exato grau de sua evolução.
Assim como todo adulto já foi criança, toda criança já foi adulta. Se ela nasceu com problemas é porque vêm de uma situação que remonta a vidas anteriores. Os traumas, as culpas, as revoltas, os ódios, os remorsos deixam graves sequelas mentais e físicas.
Cada um é cem por cento responsável por tudo de bom ou de ruim que acontece em suas vidas, sabendo disso ou não.
Um dia todos vão saber como sua jornada foi perfeita e justa, porque tudo está registrado nos arquivos acássicos do astral, que poderão ser consultados. Os amigos espirituais dizem que esses registros são muito utilizados nos processos terapêuticos das pessoas que não conseguem se desvencilhar de uma culpa ou de uma revolta.
Lá, elas assistem por diversos ângulos a situação, do ponto de vista da própria pessoa, do guia, da lei, da sociedade, então ela sai convicta de que tudo foi perfeito. Dizem, também, que nesse processo a pessoa sempre é acompanhada por psicólogos que utilizam até medicamentos, porque, não raro, a pessoa fica abalada psicologicamente até por semanas, mas se cura.
Crença comum: "Dizem que se a gente tiver fé a coisa acontece. Não sei não, porque eu acredito tanto que vou ser próspero, faço cursos, leio livros, faço mentalizações, mas essa bendita prosperidade nunca chega". Lei do crer: A gente não tem só uma fé, mas diversas "fés", diversas crenças. A pessoa realmente acredita que vai ser próspera, mas só isso não basta. O que conta é o somatório ou média de todas as suas "fés".
Acreditar que vai ser próspera é apenas uma fé das tantas que a pessoa cultiva. Ela, por exemplo, tem fé que não pode viver sem a ajuda dos outros, que não se ganha a vida sem lutar, que o outro precisa ser ajudado porque é um coitado, que quem luta tem mais valor, tem fé no medo.
Tudo isso está somando, interferindo e minando a fé que a pessoa tem para conseguir ser próspera. Tudo que a pessoa fala vai pesando, e o que sobra é o somatório de todas as "fés".
Por isso que aquilo que ela tanto quer não se materializa na vida dela, ou se materializa de maneira insuficiente.
Crença comum: "Acho que fiz alguma espécie de contrato antes de encarnar, segundo o qual, faça o que eu fizer, não vou ser próspero nesta vida, porque assim eu aprendo alguma virtude, alguma faculdade para minha evolução espiritual". Lei do crer: Não é verdade! Todo poder está no agora. Mesmo na hipótese de ter havido tal comprometimento, ele perde todo seu sentido diante da lei do crer. O passado, como quer que tenha sido, não tem poder nenhum sobre o presente, a não ser que a pessoa assim acredite.
Toda hora é hora de desvalidar qualquer resquício, qualquer comprometimento, qualquer promessa feita no passado. "Ah, isso é bobagem! Isso era o que eu acreditava na época. Hoje tenho outras crenças e acredito que o passado não tem poder sobre mim. O passado é pura ilusão. Só o que conta é o presente. No presente eu posso mudar, transformar e construir tudo o que eu bem entender".
Marcadores: carma, crença, fé, lei, vida
