Friday, November 09, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 13


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2]. 

O poder da crença

Segundo as leis da física quântica, em qualquer experimento científico, o observador (pesquisador) influencia e altera radicalmente o objeto da observação (relação observador-observado). Esse princípio fundamental da física aplica-se a nós também. Afinal, nosso organismo é composto de moléculas feitas de átomos que, por sua vez, são compostos de partículas subatômicas feitas de energia e informação. Na verdade, não há um vestígio de matéria no que consideramos criação física. Nossa percepção sensorial é que faz as coisas parecerem sólidas e concretas.

Os pensamentos são meramente formas de energia e informação que influenciam outras formas similares, inclusive as células do nosso corpo. Por exemplo, quando estamos tristes, nossa postura corporal se altera e os olhos perdem o brilho. As células oculares, como todas as outras células do corpo, reagem aos pensamentos, como um soldado segue as ordens de seu superior. Em suma: se acreditarmos piamente que temos um câncer ou se o tememos, corremos grande risco de manifestá-lo no organismo. 

O efeito placebo funciona de ambas as maneiras. A crença de que temos uma doença mortal pode ser tão poderosa quanto a crença de que um determinado fármaco irá nos curar. A energia e informação que compõem os átomos, moléculas, genes, células, órgãos e sistemas do organismo não têm propósitos pessoais ou ardis, mas obedecem simplesmente a ordens. Manifestamos tanto o que gostamos quanto o que não gostamos. Em outras palavras, somos o que acreditamos. Ademais, essas crenças são determinadas pela forma como vemos ou percebemos as coisas. Com certeza, nossa interpretação do câncer como uma doença irá manifestá-la em nós. De outra maneira, o câncer seria apenas um mecanismo de sobrevivência ou um sinal para cuidarmos melhor dos aspectos de nossa vida que negligenciamos até o momento.

Acreditando que o câncer é uma doença, a tendência é lutarmos contra ele tanto em nível físico quanto emocional e espiritual. Se tivermos força de vontade e as armas que estivermos usando forem poderosas, talvez seja possível subjugar o inimigo pelo menos por um tempo. Nesse caso, ficaremos orgulhosos por termos vencido o câncer e, talvez, elogiemos os médicos ou o tratamento médico que suportamos por terem salvado nossa vida. Se formos fracos e usarmos as mesmas armas em uma tentativa de destruir o câncer, vamos sucumbir ao que chamamos de inimigo nefasto. O médico irá expressar com tristeza que o organismo não reagiu suficientemente bem ao tratamento (as armas), afirmando que tentou de tudo e que nada mais poderia ser feito. Omitirá o fato de que as armas ministradas a nosso organismo podem ser fatais.

A quimioterapia é tão venenosa, que algumas gotas na sua pele podem causar queimaduras. No concreto, elas podem causar buracos. É classificado como risco biológico, o derramamento de qualquer droga quimioterápica no hospital ou em seu caminho, e seu descarte requer a presença de especialistas com roupas especiais. 

Imagine as perfurações causadas pelas repetidas infusões de produtos quimioterápicos no interior das células sanguíneas, dos dutos linfáticos e dos tecidos orgânicos. Através da iridologia, observei a íris de pacientes que fizeram quimioterapia ou radioterapia e detectei a erosão e o dano consideráveis causados aos tecidos no organismo inteiro. Sim, essa droga destrói as células cancerígenas, mas, com elas, as células saudáveis. Ocorre inflamação no organismo inteiro. Por essa razão, há a perda dos cabelos e pelos em geral e a digestão se torna difícil. Muitos pacientes desenvolvem anorexia - perda do apetite ou do desejo de se alimentar. Porém, esse não é o único risco esperado das modernas terapias. "A quimioterapia e a radiologia podem aumentar em mais de cem vezes o risco de desenvolver um segundo câncer", segundo o dr. Samuel S. Epstein [Congressinal Record, 9 de setembro de 1987].

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 12

Labels: , , , , ,


Monday, February 12, 2007

 

A Física da Consciência, do Espírito, da Alma e da Imortalidade - 6


A parte da Ciência envolvida com os temas do título desta postagem [consciência, espírito, alma, imortalidade], tradicionalmente áreas de atuação das Religiões, é conhecida como Física Quântica [ou Mecânica Quântica ou Teoria Quântica].


O comportamento analítico (matemático) dos objetos quânticos, no domínio do espaço e do tempo, é descrito pela chamada Equação de Schrödinger, apresentada pelo austríaco Erwin Schrödinger [1887-1961, Prêmio Nobel em 1933]. A solução dessa equação de Schrödinger dá como resultado uma expressão conhecida como Função de Onda, que dá informação sobre a posição do objeto quântico em um determinado instante de tempo. Que tipo de informação dá a função de onda? Isto foi respondido pelo alemão Max Born [1882-1970, Prêmio Nobel em 1954]: o quadrado da amplitude da função de onda dá como resultado a densidade de probabilidade de se encontrar o objeto quântico analisado em um determinado local em um determinado instante. Note, portanto, que o resultado da análise quântica [solução da equação de Schrödinger] é sempre algo probabilístico e não determinístico, como no caso da física/mecânica clássica.

A propriedade mais interessante e inesperada dos objetos quânticos é a chamada interação não-local, que permite a interação instantânea entre dois objetos quânticos correlacionados (também ditos entrelaçados, emaranhados) e separados no espaço. Em contrapartida, em qualquer situação da Física Clássica, temos sempre a chamada interação local entre objetos, que envolve a troca de sinal entre eles com uma velocidade finita (portanto, com um atraso entre causa e efeito), cujo limite superior é a velocidade da luz.

[continua]

Labels: , , , ,


This page is powered by Blogger. Isn't yours?