Tuesday, October 16, 2018

 

O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 10


Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].

O mecanismo da remissão espontânea

A tríade mente/corpo/espírito demonstra-se claramente nos milhares de pacientes de câncer que experimentam remissões espontâneas. Pesquisas mostraram que, em algumas horas de tratamento holístico, é possível reduzir drasticamente um tumor quando o desenvolvimento pessoal motiva o paciente. Basta que ele perceba um propósito espiritual em sua doença para que ela entre em remissão.  

Em geral, isso acontece quando a doença não é mais considerada uma ameaça, mas uma bênção disfarçada. Em outras palavras, em vez de se sentir uma vítima de uma doença sem sentido, o paciente torna-se um participante ativo no processo de cura. A expectativa de ser abençoado por algo que antes considerava uma maldição estimula algumas das reações mais poderosas de cura que o organismo tem à sua disposição.

Presenciei a desintegração e desaparecimento total de um tumor de bexiga do tamanho de uma laranja, em um ultrassom ao vivo, durante uma sessão de 15 minutos de energia sonora feita por mestres chineses de Qiqong. É óbvio que, sem a expectativa esperançosa e receptiva do paciente de que a cura irá ocorrer, nada aconteceria. Se a porta estiver fechada, ninguém entra na casa.

Em vez de instilar o medo da morte em um paciente, é dever do médico ajudá-lo a desenvolver expectativas positivas que se traduzirão em reações bioquímicas no cérebro e no coração, necessárias para a cura completa de seu organismo. Por outro lado, informar ao paciente que ele sofre de uma doença incurável introduz uma expectativa capaz de dar uma sentença de morte não intencional.

Se o médico ou, pior, uma máquina como a TC (pois máquinas não mentem) passa uma sentença de morte a um paciente, só a expectativa natural de que isso venha a acontecer é capaz de causar sua morte, não a doença em si. Em vista dessa vulnerabilidade, o paciente passa a ver o médico como seu salvador, como seu Deus. E, se Deus me diz que estou morrendo, provavelmente é verdade. Renunciar nosso poder em favor de alguém que se faz de Deus, nos torna escravos, incapazes e dependentes. O cerne da atual crise da saúde está no fato de permitirmos que um diagnóstico, ou melhor, sua interpretação negativa governe nossa vida.

A verdadeira prática da medicina deveria ser transformar uma expectativa negativa em positiva. Graças a vários pesquisadores brilhantes, agora temos um modelo para explicar cientificamente que a cura de uma doença depende da expectativa, estado mental e atitude do paciente, e não do médico e de seus tratamentos medicamentosos.

Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 9

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Wednesday, September 05, 2018

 

Câncer é uma infecção de vírus


Estevam Kovarcsik, aqui no Brasil, descobriu a origem e cura do câncer. Como o câncer é uma enorme fonte de ganhos financeiros para muita gente [tratamentos médicos, pesquisas científicas, indústrias farmacêuticas], a descoberta de E. Kovarcsik sofreu uma grande oposição da medicina oficial, conforme contado em [1], já que ele curava [não apenas "tratava", que é a abordagem oficial que trata apenas os efeitos, via cirurgia, radioterapia e quimioterapia] qualquer câncer gratuitamente (mais de 3.000 casos documentados).

Segundo [1] e [2] tem-se:

1. O câncer é devido a um vírus que se desenvolve na pessoa, devido a condições propícias a isso. Ele vibra e emite energia que pode ser detectada via radiestesia.
2. O câncer não é contagioso.
3. O câncer não é hereditário.
4. O câncer é adquirido individualmente.
5. A origem do câncer: é decorrente da exposição prolongada a radiação oriunda de veios de água no subsolo, contaminados por fezes humanas. Entende-se por exposição prolongada, várias horas (mais de 3 ou 4 horas) por dia, todos ou vários dias por semana, por um período de dois anos contínuos (em locais parados em relação ao solo, tais como cama de dormir, local de trabalho ou de descanso).

Conforme informado em [2], o tratamento não envolve o uso de drogas. 

Um médico oncologista da Itália, Dr. Tulio Simoncini, chegou a uma conclusão semelhante: o câncer está associado a fungos que se proliferam em um corpo acidificado e, portanto, é tratável com um produto químico alcalinizante facilmente encontrável em qualquer farmácia, o bicarbonato de sódio (cuidado para abusar no seu uso!) [3].

Referências:
[1] Luiz Gonzaga Salgado e Caio Alves de Toledo, Do Princípio do Mundo ao Fim do Câncer: No Brasil, um Radiestesista Descobre a Cura Científica do Câncer, Editora e Impressora ROLENGRAF Ltda., 1ª Edição, 1976.
[2] Associação Estevam e Maria Kovacsik (AEMK): https://www.aemk.org.br/
[3] https://www.somostodosum.com.br/artigos/autoconhecimento/alcalinizar-para-evitar-o-cancer-08133.html

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Monday, December 18, 2017

 

A Natureza Cura


A filosofia e prática da cura pela natureza está apoiada em três princípios básicos.

O primeiro e mais básico princípio de cura pela natureza é que todas as formas de doenças são devidas à mesma causa, especificamente, a acumulação de materiais tóxicos e de refugos do corpo no sistema corporal. Esses lixos, em um indivíduo saudável, são removidos do sistema através dos órgãos de eliminação. Mas na pessoa doente, eles ficam se acumulando no corpo através de anos de hábitos de vida inadequados, tais como alimentação errada, cuidado inapropriado do corpo e hábitos que contribuem para a enervação e exaustão nervosa tais como preocupação, excesso de trabalho e excessos de todos os tipos. Segue-se desse princípio que a única forma de curar uma doença é empregar métodos que irão permitir ao sistema jogar fora esses acúmulos tóxicos. Todos os tratamentos naturais são dirigidos com esta finalidade.

O segundo princípio básico da cura via natureza é que todas as doenças agudas, tais como febres, resfriados, inflamações, perturbações digestivas e erupções na pele são apenas esforços auto-iniciados por parte do corpo para jogar fora os materiais lixo acumulados, e que todas as doenças crônicas, tais como doença do coração, diabetes, reumatismo, asma, desordens dos rins, são os resultados da supressão continuada das doenças agudas através de métodos prejudiciais ao corpo, tais como drogas, vacinas, narcóticos e extratos glandulares.

O terceiro princípio da cura natural é que o corpo contém um mecanismo sofisticado de cura que tem o poder de trazer de volta um retorno das condições normais de saúde, se os métodos corretos forem empregados para permitir a ele fazer isso. Em outras palavras, o poder de curar doença está dentro do  próprio corpo e não nas mãos do médico.

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Friday, December 17, 2010

 

Mensagens da Brahma Kumaris - 15

Cura

A Terra suporta bons tempos e maus tempos. Ela nos oferece uma lição de humildade, generosidade, tolerância e transformação. Então vamos aprender a tratar com amor e cuidado a Terra que nos sustenta como uma mãe. Quando os seres humanos se reconhecerem como sendo uma família que precisa ser cuidada, a Terra será cuidada automaticamente, porque todas as feridas da Terra são causadas por atos de ganância, egoísmo e ego. Quando curamos a alma, curamos a Terra.

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Friday, April 02, 2010

 

A Cura

"O que não se usa, atrofia"
"Não existe efeito sem causa"

Para se curar qualquer problema de saúde (física ou mental) que surge em nossa vida, basta remover a causa responsável pelo surgimento do problema (que é o efeito devido a essa causa). Isto é óbvio, mas poucas pessoas implementam este procedimento na prática, mesmo sabendo que não existe efeito (problema) sem causa. Por que isso ocorre? Geralmente é porque não se faz uma análise correta da situação e, quando se faz, o mau hábito (responsável pelo surgimento do problema) já se tornou um vício de difícil erradicação.

Quando se quebra uma perna e a imobilizamos (com gesso) durante um bom tempo, ao retirarmos o gesso a perna sofreu uma atrofia, por falta de uso. Isso pode nos dificultar o andar (problema). Se exercitarmos frequentemente o nosso bíceps, ele se hipertrofia (aumenta de tamanho) e nós ficamos um um "muque" bem saliente. Se formos a uma academia de ginástica para exercitarmos frequentemente todos os músculos do corpo, ficamos com todo o corpo musculoso, com todos os músculos hipertrofiados.

Todas as pessoas obesas (com excesso de peso) possuem esse excesso de substâncias corporais devido à inserção de substâncias (também em excesso) sólidas e líquidas pela boca, através da chamada alimentação. Diminuindo-se o volume excessivo de alimentos ingeridos (que é a causa da obesidade) diminui-se a obesidade. Por que os obesos geralmente não fazem isso? Porque a alimentação excessiva já virou um vício de difícil erradicação (por estar vinculado a um grande prazer). Portanto, uma forma óbvia de se eliminar a obesidade é fazer jejuns alimentares periódicos.

O câncer, em qualquer parte do corpo, é uma multiplicação excessiva e desordenada de células do próprio corpo, aumentando o volume de substâncias presentes no local afetado. Esse volume em excesso tem, como origem inicial, a alimentação (física e mental) dessa pessoa. Portanto, diminuindo-se o volume (e, também, melhorando a qualidade) da alimentação bucal e eliminando-se os pensamentos (e consequentes sentimentos) negativos (que constitui a alimentação mental), o câncer passa a não ter mais elementos disponíveis para o seu crescimento. Portanto, também neste caso, o jejum alimentar periódico ajuda na eliminação de qualquer tipo de câncer.

Com o avanço da idade, os homens costumam ter um aumento do volume da próstata, o que costuma ser chamado de Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Ela pode ser sentida como uma maior dificuldade de micção, com uma saída da urina através de um jato menos potente. A HPB pode evoluir para um câncer de próstata. Por que a próstata aumenta de tamanho e o que fazer para reduzir o seu tamanho?

A próstata é uma glândula interna que possui músculos. Da mesma forma que o nosso bíceps aumenta de volume quando exercitado rotineiramente, a próstata também irá aumentar de volume, quando exercitada com bastante frequência. Quando é que exercitamos a próstata? Através da atividade sexual ! Quando o homem ejacula, parte do líquido ejaculado é fabricado pela próstata. Portanto, quanto menos o homem ejacular, menor é a probabilidade de a sua próstata crescer. Convém lembrar que é possível ter relações sexuais normais sem chegar à ejaculação, praticando o que se chama de transmutação (ou magia, alquimia) sexual. Obviamente, uma menor ingestão alimentar bucal também irá contribuir para evitar um crescimento excessivo da próstata. Portanto, o jejum rotineiro continua sendo uma boa técnica para tentar evitar o aumento do volume prostático.

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Saturday, November 17, 2007

 

A Origem dos Problemas Físicos

"A vida só vem da vida, e da morte só vem morte", Jesus Cristo.

Os problemas orgânicos (incômodos, desconfortos, doenças, mal-estares, etc) podem ser classificados em duas categorias: aqueles que já nascemos com eles (portanto, genéticos, como o mongolismo) e aqueles que adquirimos ao longo de nossa vida. Os problemas genéticos (devido à herança de gens com defeitos) são devidos a atividades (negativas) que desenvolvemos em vidas anteriores à presente encarnação. São, portanto, problemas cármicos que devemos depurar nesta encarnação.

Os problemas físicos não-cármicos, que aparecem ao longo de nossa vida, são devidos à nossa adoção de maus hábitos. A medicina alopática tradicional procura tratar das doenças, focando (restringindo) sua área de atuação no local onde a doença surge. Isso não remove a causa de tal doença, que não se encontra localizada no local onde a doença se manifesta: um problema bucal (cáries, gengivite, etc) não tem sua causa na boca (a boca é onde está se manifestando o efeito), mas em hábitos patogênicos adotados pelo doente. Isto vale para qualquer doença: para curar (eliminar definitivamente, não apenas tratar) o problema orgânico, a única forma é abandonar os hábitos prejudiciais ao corpo. O principal hábito negativo diário adotado pela grande maioria dos humanos é comer comida cozida (morta).

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Tuesday, August 14, 2007

 

A Doença é a Cura


A doença aguda é a cura em andamento. Se neste período tomarmos remédios, abortamos o processo de cura empreendido pela inteligência embutida no nosso corpo. A inteligência corporal é muito maior que a nossa inteligência mental, pois é ela a responsável por efetuar nossa digestão dos alimentos, retirar os elementos benéfico do ar via pulmões e pele, fazer circular nosso sangue e expulsar as toxinas dele, etc. - basicamente, é o que mantém nosso corpo vivo - tudo sem envolver nossa inteligência mental.

Recentemente eu tive uma infecção urinária bastante forte, com febre de 39,7 graus, pulsação de 110 batimentos/minuto, urina bem vermelha de sangue e grande desconforto ao urinar. A maioria das pessoas, numa situação dessa, parte para tomar antibióticos, para cortar esse processo de limpeza orgânica. No meu caso, eu passei a comer exclusivamente mamão papaya, uma substância pró-vida. Em dez dias o problema sumiu.

Carl Gustav Jung [1875-1961], o famoso psiquiatra suíço, afirma: "O fundamento de todas as doenças mentais é a recusa de experienciar o sofrimento legítimo". O "sofrimento legítimo" é aquele iniciado espontaneamente pela inteligência inserida em nossas células (que identificamos como doença aguda, de cunho físico ou mental), com a finalidade de expulsar material tóxico de nosso organismo, que já ultrapassou o nível do tolerável. A nossa "recusa" consiste em tomar remédios que abortam o processo de limpeza em andamento. O correto, nessas crises agudas, é apenas não continuar internalizando aquilo que levou, inicialmente, ao surgimento da doença, para colaborar (e não abortar) com o processo de limpeza (crise curativa, que chamamos "doença") em andamento, contribuindo para diminuir, dessa forma, o "período de faxina" executado pela inteligência corporal. Como, por exemplo, no caso acima de minha infecção urinária, alimentada por mamão papaya (e não combatida por antibióticos)...

Sugestão de leitura:
[1] Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke, A Doença como Caminho, Editora Cultrix, 1994.

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Monday, April 09, 2007

 

O Cavalo


Parar, Acalmar-se, Descansar e Curar-se
Thich Nhat Hanh


Existe uma história zen sobre um homem e um cavalo. O cavalo está galopando rapidamente, e parece que o homem que o cavalga se dirige a algum lugar importante. Outro homem, em pé ao lado da estrada, grita: "Aonde você está indo?" e o homem a cavalo responde: "Não sei. Pergunte ao cavalo!" Esta é a nossa história. Estamos todos sobre um cavalo, não sabemos aonde vamos e não conseguimos parar. O cavalo é a força de nossos hábitos que nos puxa, e somos impotentes diante dela. Estamos sempre correndo, e isso já se tornou um hábito. Estamos acostumados a lutar o tempo todo, até mesmo durante o sono. Estamos em guerra com nós mesmos, e é fácil declarar guerra aos outros também.

Precisamos aprender a arte de fazer cessar — parar nosso pensamento, a força de nossos hábitos, nossa desatenção, bem como as emoções intensas que nos regem. Quando uma emoção nos assola, ela se assemelha a uma tempestade, que leva consigo a nossa paz. Nós ligamos a TV e depois a desligamos, pegamos um livro e depois o deixamos de lado. O que podemos fazer para interromper este estado de agitação? Como podemos fazer cessar o medo, o desespero, a raiva e os desejos? É simples. Podemos fazer isso através da prática da respiração consciente, do caminhar consciente, do sorriso consciente e da contemplação profunda — para sermos capazes de compreender. Quando prestamos atenção e entramos em contato com o momento presente, os frutos que colhemos são a compreensão, a aceitação, o amor e o desejo de aliviar o sofrimento e fazer brotar a alegria.

Mas a força do hábito costuma ser mais forte do que nossa vontade. Dizemos e fazemos coisas que não queremos e depois nos arrependemos. Causamos sofrimento a nós mesmos e aos outros, e de forma geral produzimos grande quantidade de destruição. Podemos ter a firme intenção de nunca mais fazer isso, mas sempre acabamos fazendo de novo. Por quê? Porque a força do hábito (vashana) acaba vencendo e nos levando de roldão.

Precisamos da energia da atenção plena para perceber quando o hábito nos arrasta, e fazer cessar esse comportamento destrutivo. Com atenção plena, temos a capacidade de reconhecer a força do hábito a cada vez que ela se manifesta. "Alô força do hábito, sei que você está aí!" Nessa altura, se conseguirmos simplesmente sorrir, o hábito perderá grande parte de sua força. A atenção plena é a energia que nos permite reconhecer a força do hábito e impedi-la de nos dominar.

Por outro lado, o esquecimento ou negligência é o oposto.

Tomamos uma xícara de chá sem sequer perceber o que estamos fazendo. Sentamo-nos com a pessoa que amamos mas não percebemos que a pessoa está ali. Andamos sem realmente estar andando. Estamos sempre em outro lugar, pensando no passado ou no futuro. O cavalo dos nossos hábitos nos conduz, e somos prisioneiros dele. Precisamos deter este cavalo e resgatar nossa liberdade. Precisamos usar a luz da atenção plena em tudo o que fizermos, para que a escuridão do esquecimento desapareça. A primeira função da meditação — shamatha — é fazer parar.

A segunda função da shamatha é acalmar. Quando sofremos uma emoção forte, sabemos que talvez seja perigoso agir sob sua influência, mas não temos força nem clareza suficientes para nos abstermos. Precisamos aprender a arte de respirar, de inspirar e expirar, parando tudo o que estamos fazendo e acalmando nossas emoções. Precisamos aprender a nos tornar mais estáveis e firmes, como se fôssemos um carvalho, e não nos deixar arrastar pela tempestade de um lado para outro. O Buddha ensinou uma variedade de técnicas para nos ajudar a acalmar corpo e mente, e considerar a situação presente em toda a sua profundidade. Essas técnicas podem ser resumidas em cinco estágios:

1. Reconhecimento: se estamos zangados, dizemos "reconheço que a raiva está dentro de mim".
2. Aceitação: quando estamos zangados, não negamos a raiva. Aceitamos aquilo que está presente em nós.
3. Acolher: abraçamos a raiva como faz uma mãe com o filho que chora. Nossa atenção plena acolhe a emoção, e só isso já é capaz de acalmar a raiva e a nós mesmos.
4. Olhar em profundidade: quando nos acalmamos o suficiente, conseguimos observar profundamente para entender o que provocou a raiva, ou seja, o que está fazendo o bebê chorar.
5. Insight: o fruto do olhar profundo é a compreensão das causas e condições, tanto primárias quanto secundárias, que provocaram a raiva e fizeram nosso bebê chorar. Talvez ele esteja com fome. Talvez o alfinete da fralda o esteja machucando. Talvez nossa raiva tenha surgido quando um amigo nos falou em um tom ofensivo, mas de repente nos lembramos de que essa pessoa não está bem hoje porque seu pai está muito doente. Continuamos a refletir dessa forma até compreendermos a causa de nosso atual sofrimento. A compreensão nos dirá o que fazer ou não fazer para mudar a situação.

Depois de nos acalmarmos, a terceira função da shamatha é o repouso. Suponha que alguém nas margens de um rio joga uma pedra para o ar e a pedra cai no rio. A pedra afunda lentamente e chega ao fundo do rio sem esforço algum. Depois que a pedra chega ao fundo do rio, ela descansa, deixando que a água passe por ela. Quando sentamos para meditar podemos nos permitir repousar da mesma forma que essa pedra. Podemos nos deixar afundar naturalmente, na posição sentada — repousando, sem fazer esforço. Temos que aprender a arte de repousar, permitindo que nosso corpo e nossa mente descansem. Se tivermos feridas em nosso corpo e em nossa mente precisamos repousar para que elas possam por si só se curar.

O ato de se acalmar produz o repouso, e o descanso é um pré-requisito para a cura. Quando os animais selvagens estão feridos, eles procuram um lugar escondido para deitar, e descansam completamente por muitos dias. Não pensam em comida nem em mais nada. Apenas descansam, e com isso obtêm a cura de que precisam. Quando nós seres humanos ficamos doentes, nos preocupamos o tempo todo. Procuramos médicos e remédios, mas não paramos. Mesmo quando vamos para a praia ou para as montanhas com a intenção de descansar, não chegamos realmente a repousar, e voltamos mais cansados do que partimos. Temos que aprender a repousar. A posição deitada não é a única posição de descanso que existe. Podemos descansar muito bem durante meditações sentados ou caminhando. A meditação não deve ser um trabalho árduo. Simplesmente permita que seu corpo e sua mente descansem, como o animal no mato. Não lute. Não há necessidade de fazer nada nem realizar nada. Eu estou escrevendo um livro, mas não estou lutando. Estou descansando. Por favor, leiam este livro de uma forma alegre e relaxante. O Buddha disse: "Meu Dharma é a prática do não-fazer." Pratiquem de uma forma que não seja cansativa, mas que seja capaz de proporcionar descanso ao corpo, às emoções e à consciência. Nosso corpo e mente sabem curar a si mesmos se lhes dermos uma oportunidade para isso.

Parar, acalmar-se e descansar são pré-requisitos para a cura. Se não conseguirmos parar, nosso ritmo de destruição simplesmente vai prosseguir. O mundo precisa imensamente de cura. Os indivíduos, comunidades e países estão cada vez mais necessitados de cura.

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Sunday, February 18, 2007

 

Técnica Ho'oponopono

Repasse de e-mail recebido: HO´OPONOPONO

Há dois anos, ouvi falar de um terapeuta, no Havaí, que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles.

O psicólogo estudava a ficha do preso e, em seguida, olhava para dentro de si mesmo a fim de ver como ele havia criado a enfermidade dessa pessoa.

À medida que ele melhorava, o paciente também melhorava.

A primeira vez que ouvi essa historia, pensei tratar-se de alguma lenda urbana. Como podia alguém curar a outro, somente através de curar-se a si mesmo? Como podia, ainda que fosse o mestre de maior poder de autocura, curar a alguém criminalmente insano?

Não
tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei essa historia.

Entretanto, escutei-a novamente, um ano depois. Soube que o terapeuta havia usado um processo de cura havaiano chamado "oponopono".

Nunca ouvira falar dele, no entanto, não conseguia tirá-lo de minha mente.Se a história era realmente verdadeira, eu tinha que saber mais.

Sempre soubera que total responsabilidade significava que eu sou responsável pelo que penso e faço.
O que estiver além, está fora de minhas mãos. Acho que a maior parte das pessoas pensa o mesmo sobre a responsabilidade.

Somos responsáveis pelo que fazemos e não pelo que fazem os outros. Mas isso está errado.

O terapeuta havaiano que curou essas pessoas mentalmente enfermas me ensinaria uma
nova perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade.

Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len. Passamos, provavelmente, uma hora falando em nossa primeira conversa telefônica.

Pedi-lhe que me contasse toda a história de seu trabalho como terapeuta. Ele explicou-me que havia trabalhado no Hospital Estatal do Havaí durante quatro anos.O pavilhão onde encerravam os loucos criminais era perigoso.

Em regra geral, os psicólogos se demitiam após um mês de trabalho ali. A maior parte do pessoal do hospital ficava doente ou se demitia.As pessoas que passavam por aquele pavilhão simplesmente caminhavam com as costas coladas à parede com medo de serem atacadas pelos pacientes.

Não era um lugar bom para viver, nem para trabalhar, nem para visitar.

O Dr. Len disse-me que
nunca viu os pacientes. Assinou um acordo para ter uma sala no hospital e revisar os seus prontuários médicos.

Enquanto lia os prontuários médicos,
ele trabalhava sobre si mesmo . Enquanto ele trabalhava sobre si mesmo, os pacientes começaram a curar-se.

"Depois de poucos meses, os pacientes que estavam acorrentados receberam a permissão para caminharem livremente", me disse.

"Outros, que tinham que ficar fortemente medicados, começaram a ter sua medicação reduzida. E aqueles, que não tinham jamais qualquer possibilidade de serem liberados, receberam alta"

Eu estava assombrado.

"Não foi somente isso", continuou, "até o pessoal começou a gostar de ir trabalhar.O absenteísmo e as mudanças de pessoal desapareceram. Terminamos com mais pessoal do que necessitávamos porque os pacientes eram liberados e todo o pessoal vinha trabalhar. Hoje, aquele pavilhão do hospital está fechado."

Foi neste momento que eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares:

"O que foi que o senhor fez a si mesmo para ocasionar tal mudança nessas pessoas?"

" Eu simplesmente estava curando aquela parte em mim que os havia criado", disse ele.
Não entendi. O Dr. Len explicou-me, então, que entendia que a total responsabilidade por nossa vida implica em tudo o que está na nossa vida, pelo simples fato de estar em nossa vida e ser, por esta razão, de nossa responsabilidade.

Num sentido literal, o mundo todo é criação nossa. Uau.!

Mas isso é duro de engolir. Ser responsável pelo o que digo e faço é uma coisa. Ser responsável pelo que diz e faz outra pessoa que está na minha vida é muito diferente.

Apesar disso, a verdade é essa: se você assume completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você olha, escuta, saboreia, toca ou experimenta de qualquer forma
é a sua responsabilidade, porque está em sua vida.

Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia ou qualquer coisa que você experimenta e não gosta, está ali para que você a cure.Tudo isto não existe, digamos, exceto como projeções que saem do seu interior.

O problema não está neles, está em você, e, para mudá-lo, você é quem tem que mudar.

Sei que isto é difícil de entender, muito menos de aceitar ou de realmente vivenciar.

Colocar a culpa em outra pessoa é muito mais fácil que assumir a
total responsabilidade
mas, enquanto conversava com o Dr. Len, comecei a compreender essa cura dele e que o ho'oponopono significa amar-se a si mesmo.

Se você deseja
melhorar sua vida, você deve curar sua vida. Se você deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, você o faz curando a si mesmo.

Perguntei ao Dr. Len como ele curava a si mesmo. O que era, exatamente, que ele fazia, quando olhava os prontuários daqueles pacientes.
- "Eu, simplesmente, permanecia dizendo 'Eu sinto muito' e 'Te amo', uma vez após outra,
explicou-me.

- Só isso?

- "Só isso! Acontece que amar-se a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo e, à medida que você melhora a si mesmo, melhora o seu mundo.

Permita-me, agora, dar um rápido exemplo de como isto funciona. Um dia, alguém me enviou um e-mail que me desequilibrou.No passado, eu teria reagido trabalhando meus aspectos emocionais tórridos ou tentado argumentar com a pessoa que me enviara aquela mensagem detestável.

Mas, desta vez, eu decidi testar o método do Dr. Len.

Comecei a pronunciar, em silêncio:
"Sinto muito" e "Te amo".
Não dizia isto para alguém, em particular. Ficava, simplesmente,
invocando o espírito do amor, para que ele curasse dentro de mim o que estava criando aquela circunstância externa.

Depois de uma hora, recebi um e-mail da mesma pessoa, desculpando-se pela mensagem que me enviara antes.

Observe que eu não realizei qualquer ação externa para receber essa desculpa. Eu nem sequer respondi aquela mensagem.

Não obstante, somente repetindo
"sinto muito" e "te amo", de alguma maneira curei dentro de mim aquilo que criara naquela pessoa.

Posteriormente, participei de uma oficina sobre o ho'oponopono, ministrada pelo Dr. Len. Ele tem, agora, 70 anos de idade, é considerado um "xamã avô" e é um pouco solitário.

Elogiou meu livro "O Fator Atrativo". Disse-me que, à medida que eu melhorar a mim mesmo, a vibração do meu livro aumentará e todos sentirão o mesmo quando o lerem.
Resumindo, na medida em que eu melhore, meus leitores também melhorarão.

- "E o que acontecerá com os livros que eu já vendi e que saíram de mim?" perguntei.

-
"Eles não saíram", explicou ele, tocando minha mente, mais uma vez, com sua sabedoria mística . "Eles ainda estão dentro de você".

Resumindo, nada está do lado de fora.
Seria necessário um livro inteiro para explicar essa técnica avançada com a profundidade que ela merece.

"Basta, apenas, dizer que, quando você queira ou deseje melhorar qualquer coisa na sua vida, existe somente um lugar onde procurar:
"dentro de você mesmo. E, quando olhar,faça com amor".

Joe Vitale

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Meu comentário: Esta técnica acima é uma aplicação prática da propriedade de entrelaçamento (e não-localidade) do Universo Quântico em que vivemos, pois somos todos um e todos estão conectados entre si....

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Tuesday, May 03, 2005

 

A Cura Cósmica


A CURA CÓSMICA [Trigueirinho]

1. Que é a cura cósmica

A cura cósmica é a recondução do ser humano à sua Origem interna, é a consciente unificação da vontade pessoal com a vontade superior do próprio indivíduo. Realiza-se pela sintonia com a realidade espiritual, e se inicia quando temos vontade de saber qual é a verdadeira meta da vida.

Esse processo de cura intensifica-se só quando nos entregamos aos níveis superiores do nosso ser – o que podemos fazer de maneira simples, dirigindo-nos a esses níveis internos da consciência, porém, com toda a sinceridade: “Quero ser aquilo para que fui criado. Farei o que for preciso para isso”.

Ao nos entregarmos assim à vontade interna do eu superior, podemos desempenhar o papel que nos cabe no universo em que vivemos e entrar em harmonia. E, à medida que essa harmonia chega ao plano físico, as doenças podem ser eliminadas, pois elas surgem justamente quando há desvios no caminho traçado para nós.

Como a cura cósmica transcende o corpo físico, pois concentra-se no mundo interior, ela só pode tornar-se realidade quando estamos corretamente sintonizados com o espírito imortal que vive em nós, isto é, quando nos empenhamos em realizar a vontade superior em nossa vida. Se estivermos preocupados só com a remoção de algum incômodo físico, emocional ou mental, ficamos limitados aos problemas da personalidade e, assim, impedimos que ocorra uma cura verdadeira, não-paliativa.

2. Calar e observar

Devemos aproximar-nos da cura cósmica com humildade, como quem se aproxima de algo onipotente e onipresente. Essa humildade é um estado interno de silêncio, de imparcialidade diante do que desconhecemos; não é submissão. Depois, para continuarmos abertos à cura, temos de aprender a calar e observar.

Calar significa não criar expectativas, não cobrar respostas do nosso eu superior, não desgastar o estado alcançado depois de nos entregarmos a ele. Não é necessário fazer conjecturas, planos ou programas após essa entrega. Se já nos oferecemos, não precisamos voltar ao assunto, nem mesmo em pensamento. O nosso eu superior já nos escutou. Na verdade, já sabia das nossas necessidades antes de a ele nos dirigirmos. Ele nos conhece antes mesmo de sermos criados; então, só temos de nos abrir e calar.

Observar, por sua vez, é uma atitude diversa da habitual. De modo geral, quando olhamos em torno, queremos tirar proveito, queremos controlar o ambiente para fazer com que se amolde ao que desejamos, ou colocamos em movimento a nossa capacidade de crítica e de julgamento. Observar, no sentido que a cura requer, é estarmos atentos às circunstâncias da própria vida para receber o que o eu superior quer de nós, mas mantendo-nos calados, ou seja, sem fazer comentário algum a respeito, nem mesmo comentário mental. Em muitos casos, fazer a vontade do eu superior requer mudanças em nossa forma de ser. Observar, nesse sentido, é estarmos atentos para perceber o que devemos mudar, já que, se há enfermidade, é porque não estamos praticando aquilo para que fomos criados.

Nenhum curador pode resolver nosso problema se não nos transformamos. Para sermos curados, precisamos estar prontos a deixar de ser como temos sido, porque esse estado foi o que nos levou à enfermidade. E a doença só será removida quando mudarmos.

A nova atitude assumida por nós é o que mais conta na verdadeira cura, a cura cósmica. Todo o resto vem do imponderável, do que escapa totalmente ao controle humano. Daí seu inestimável valor, pois a cura vem do profundo do ser, onde existem perfeição e saúde; vem do nosso próprio inconsciente.

Na cura cósmica, o silêncio e a fé são os instrumentos de quem se abre à cura, e a impessoalidade e a pureza são os instrumentos do curador.

3. O curador

A medicina tradicional normalmente utiliza meios paliativos e atua na parte externa da pessoa. Limita-se em geral aos aspectos materiais de quem é tratado: o corpo físico, o corpo emocional e o corpo mental. É raro lidar com a totalidade do indivíduo que está sendo tratado, que inclui os seus níveis de consciência além da mente.

Na verdade, para a cura se tornar efetiva, e não temporária, a forma de agir da medicina comum deve complementar-se com procedimentos que considerem o ser como um todo e o levem a se harmonizar com realidades profundas.

O curador espiritual transcende os aspectos materiais do paciente. Para isso interage com leis internas, como as do plano intuitivo, por exemplo. Como a cura cósmica se realiza em dimensões supramentais, o curador nem sempre precisa examinar quem está sob seus cuidados, nem mesmo precisa estar na presença dele. Interiorizado, trabalha de maneira bem mais intensa e profunda do que se o atendesse pessoalmente. Portanto, a maior parte da sua atividade é invisível.

Mas o trabalho do curador começa no seu próprio ser: ele tem de sanar suas desarmonias antes de se tornar veículo de cura para os demais. Somente quando começa a se unir à vontade superior, dentro de si mesmo, é que passa a transmitir a energia de cura a que nos estamos referindo.

Todo aquele que se tenha disposto a seguir a vontade superior pode tornar-se um curador, sem nem ao menos saber disso. Em muitos casos é melhor que aconteça assim, pois, se nutrir vaidade ou qualquer intenção de manipular ou de conduzir à sua maneira a energia de cura, esta deixa de atuar.

Um curador é diferente de um curandeiro. O curandeiro pode até remover o mal por meio de influências mais sutis que as do plano físico, sejam astrais ou mentais; entretanto, a mera remoção de um mal pode não significar cura, sobretudo se o tratamento estiver em desacordo com os desígnios ou vontade superior e interna de quem é tratado. O curandeiro trata pela aplicação de uma força suprafísica controlável, e não pela energia cósmica da cura, que é onisciente, onipotente e onipresente. O curandeiro, que dirige forçass para obter resultados que considera bons sem conhecer o destino do paciente, pode estar interferindo em seu carma.

Há médicos e terapeutas que se tornam curadores. Há, também, curadores que deixam de sê-lo por usarem a energia de cura com propósitos egoístas, por explorarem comercialmente o seu trabalho.

Enquanto a medicina e a terapia normais são legalmente exercidas mediante pagamento, a cura cósmica é incompatível com qualquer tipo de retribuição. “Dar de graça o que de graça se recebe” é uma lei expressa por Jesus, um curador, e essa lei continua a reger o serviço de todos os curadores autênticos.

4. Centros de cura

Praticamente não há, na superfície da Terra, quem não precise de cura. E ela é necessária não só a cada ser humano em particular, mas aos diferentes setores da vida planetária. Por isso, há na Terra centros suprafísicos dedicados à cura cósmica, alguns dos quais foram revelados. Esse é o caso de Aurora, civilização não-física que está na área intraterrena do Uruguai e cuja irradiação chega à superfície. Alguns seres humanos que alcançaram certo grau de evolução espiritual e que têm corpos sutis já desenvolvidos e ativos, transmigraram para essa civilização mais avançada e lá realizam seu trabalho de curadores. Muitos deles virão auxiliar na reconstrução da face da Terra depois da atual transição energética por que ela passa, ou na implantação dos padrões de conduta da vida futura.

Atualmente, quando uma pessoa busca a cura, em geral ela pede a remoção do incômodo que está sentindo em seu corpo físico. Mas a cura cósmica não começa pelo nível material; este é o último a ser atingido por ela, e apenas quando há condições.

A cura cósmica pode chegar ao corpo físico se a pessoa estiver corretamente sintonizada, e isso significa não estar pedindo a remoção de incômodos, mas permanecer receptiva à harmonia com a Vida Única,, com toda a vida cósmica.

Um centro de cura cósmica atua com base nessa perspectiva maior e pode ajudar muitas pessoas que precisam de harmonização onde quer que estejam, encarnadas ou não. A energia desses centros se esparge pelo planeta inteiro, sem limites de tempo nem de espaço, porque age sob leis mais amplas e avançadas do que as que conhecemos.

Portanto, não há limitações para a cura cósmica: ela se dá além das dimensões materiais. Assim, se tivermos a intenção de realizar a vontade do nosso eu superior, estabelecemos contato telepático com centros como Aurora, não importa que estejamos em outras dimensões da consciência.

Se estivermos com essa atitude correta, a energia de cura pode tornar-se realidade pra nós. O que mais conta é a atitude. Trata-se de nos colocarmos internamente diante dessa oportunidade, diante da irradiação de centros como Aurora.

Entre os recursos de que dispomos para entrar em contato com esse nível de cura, os mais poderosos e próximos de nós são a fé e a devoção ao que é desconhecido e o mais elevado que possamos conceber.

RFS

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