Friday, November 02, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 12
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
A fraude estatística
A indústria do câncer tenta usar a evidência científica para convencer-nos a entregar nossa vida em suas mãos. Contudo, muitas histórias de sucesso da quimioterapia limitam-se a tipos relativamente obscuros de câncer, como linforma de Burkitt e coriocarcinoma, tão raros que muitos médicos jamais viram um único caso. A leucemia infantil constitui menos de 2% de todos os cânceres e, portanto, tem pouca influência na taxa de sucesso total. O alegado histórico de sucesso nos casos de linfoma de Hodgkin não passa de mentira. As crianças tratadas têm 18 vezes mais chances de desenvolver tumores malignos secundários posteriormente (New England Journal of Medicine, 21 de março de 1996).
Segundo o NCI [NCI Journal 87:10], nos Estados Unidos os pacientes que fizeram quimioterapia tinham 14 vezes mais chances de desenvolver câncer nos ossos, articulações e tecidos moles. Todavia, caso um genitor se recuse a fazer tratamento quimioterápico para um filho com linfoma, ele corre o risco de ser processado juridicamente e perder seu poder pátrio. Em suma, embora apenas 2% a 4% dos cânceres respondam à quimioterapia, a prescrição de drogas quimioterápicas para a maioria dos cânceres tornou-se um procedimento-padrão. A proporção de pessoas em tratamento quimioterápico nos Estados Unidos é de 75%.
O oncologista dr. J. Bailer afirmou sem meias palavras: "As estatísticas de sobrevivência ao câncer no período de cinco anos são bastantes falaciosas pois incluem doenças outras que não o câncer e, em virtude da possibilidade de detecção precoce da doença, alguns pacientes parecem viver mais tempo, o que não é verdade. Há cada vez mais mortes entre a maioria dos pacientes de câncer com mais de 30 anos (...). (Contudo) mais mulheres com doenças mais amenas ou benignas estão sendo incluídas nas estatísticas e consideradas 'curadas'. Quando as autoridades governamentais citam o número de sobreviventes para demonstrar o sucesso na batalha contra o câncer, estão fazendo uso impróprio das taxas de sobrevivência" [New England Journal of Medicine, setembro/outubro de 1990].
As estatísticas oficiais sobre o câncer nos Estados Unidos simplesmente omitem os afro-americanos, um grupo que tem a maior taxa de incidência de câncer. Também não incluem pacientes com câncer de pulmão, que é a causa número um de mortes relacionadas ao câncer no homem e a segunda nas mulheres. Entretanto, os dados estatísticos incluem milhões de pessoas com doenças não letais e facilmente curáveis, como o câncer não invasivo, o de colo de útero, o de pele e o carcinoma ductal in situ - o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo. Até condições pré-cancerosas que, na maioria das vezes, não evoluem para um câncer, estão incluídas nas desanimadoras taxas de sucesso da moderna terapia do câncer.
Com uma taxa de mortalidade 6% mais alta em 1997 do que em 1970, não há nada a sugerir que a moderna terapia do câncer seja científica, eficaz ou que valha a dor, o esforço e os altos custos envolvidos. Contudo, essa tendência permanece até hoje e, levando-se em conta uma taxa de insucesso de pelo menos 93%, não se pode considerar a terapia médica do câncer um tratamento, mas, sim, uma ameaça séria à saúde pública.
Segundo o NCI [NCI Journal 87:10], nos Estados Unidos os pacientes que fizeram quimioterapia tinham 14 vezes mais chances de desenvolver câncer nos ossos, articulações e tecidos moles. Todavia, caso um genitor se recuse a fazer tratamento quimioterápico para um filho com linfoma, ele corre o risco de ser processado juridicamente e perder seu poder pátrio. Em suma, embora apenas 2% a 4% dos cânceres respondam à quimioterapia, a prescrição de drogas quimioterápicas para a maioria dos cânceres tornou-se um procedimento-padrão. A proporção de pessoas em tratamento quimioterápico nos Estados Unidos é de 75%.
O oncologista dr. J. Bailer afirmou sem meias palavras: "As estatísticas de sobrevivência ao câncer no período de cinco anos são bastantes falaciosas pois incluem doenças outras que não o câncer e, em virtude da possibilidade de detecção precoce da doença, alguns pacientes parecem viver mais tempo, o que não é verdade. Há cada vez mais mortes entre a maioria dos pacientes de câncer com mais de 30 anos (...). (Contudo) mais mulheres com doenças mais amenas ou benignas estão sendo incluídas nas estatísticas e consideradas 'curadas'. Quando as autoridades governamentais citam o número de sobreviventes para demonstrar o sucesso na batalha contra o câncer, estão fazendo uso impróprio das taxas de sobrevivência" [New England Journal of Medicine, setembro/outubro de 1990].
As estatísticas oficiais sobre o câncer nos Estados Unidos simplesmente omitem os afro-americanos, um grupo que tem a maior taxa de incidência de câncer. Também não incluem pacientes com câncer de pulmão, que é a causa número um de mortes relacionadas ao câncer no homem e a segunda nas mulheres. Entretanto, os dados estatísticos incluem milhões de pessoas com doenças não letais e facilmente curáveis, como o câncer não invasivo, o de colo de útero, o de pele e o carcinoma ductal in situ - o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo. Até condições pré-cancerosas que, na maioria das vezes, não evoluem para um câncer, estão incluídas nas desanimadoras taxas de sucesso da moderna terapia do câncer.
Com uma taxa de mortalidade 6% mais alta em 1997 do que em 1970, não há nada a sugerir que a moderna terapia do câncer seja científica, eficaz ou que valha a dor, o esforço e os altos custos envolvidos. Contudo, essa tendência permanece até hoje e, levando-se em conta uma taxa de insucesso de pelo menos 93%, não se pode considerar a terapia médica do câncer um tratamento, mas, sim, uma ameaça séria à saúde pública.
Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer, cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 11
Labels: cancer, Estados Unidos, estatística
Sunday, June 19, 2016
Mulheres são mais saudáveis que homens
Como resultado disso, em todos os países do mundo, estatisticamente as mulheres vivem, em média, mais que os homens. Abaixo, temos o exemplo do Brasil, com os dados do censo de 2010 e as projeções para 2030 e 2050 [1]. Examinemos a pirâmide etária brasileira obtida pelo censo de 2010: nascem quase o mesmo número de meninos e meninas (um pouco mais de meninos do que meninas), como pode ser observado na faixa etária de 0 a 4 anos. A partir dos 30 anos, todas as faixas etárias possuem maior número de mulheres, devido à maior mortalidade dos homens, devido, principalmente, às suas saúdes mais frágeis do que as das mulheres. Isso vai se acentuando com a idade. Nas idades mais elevadas, o número de mulheres é muito maior do que o de homens. Daí existirem muito mais viúvas do que viúvos! (Veja isso bem explicitado nas projeções de 2030 e 2050 no gráfico abaixo) Alguns motivos para esse desequilíbrio já foi analisado anteriormente neste blog [2]. Esta maior longevidade feminina, pelo que me consta, só ocorre na raça humana. Nenhuma outra raça de animais selvagens possui essa característica. Qual o motivo disso?
(clique na imagem para aumentá-la)
Vamos apresentar uma possível explicação para esse fato. No começo, toda a raça humana era do sexo feminino (como a raça das mulheres guerreiras Amazonas), com as mulheres (mães virgens) ficando grávidas e tendo sempre bebês saudáveis do sexo feminino, via processo de partenogênese [3], sem qualquer participação do sexo masculino, então inexistente. Com o passar do tempo, e com a adoção de hábitos prejudiciais ao corpo humano (principalmente devido a hábitos alimentares incorretos - algo não compartilhado com animais selvagens!), começaram a nascer bebês femininos com defeitos congênitos (e pior saúde), como clitóris hipertrofiado (chamado, posteriormente, de pênis), etc. [ É bom lembrar que nas décadas de 1950 e 1960 as mulheres que ingeriram o medicamento chamado de talidomida tiveram bebês com deformações genéticas [4]]. Com o aumento desses casos de más formações genéticas, esses seres deformados do sexo feminino passaram a ser chamados do sexo masculino (em inglês, chamados de male, que possui uma semelhança - no prefixo - com malformation, curioso, não?). Portanto, para a raça humana no planeta Terra, o sexo masculino surgiu da degradação (deterioração) do sexo feminino, e é, portanto, um sexo inferior em termos de saúde.
Referências:
[1] Seminários Folha: Saúde em recessão, pg. 10, Jornal Folha de S. Paulo, 17 de junho de 2016.
[2] Blog Saúde Perfeita: Por que a mulher vive mais que o homem?, http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2005/04/por-que-mulher-vive-mais-que-o-homem.html
[3] Blog Saúde Perfeita: Concepção Imaculada: As Mães Virgens, http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2015/08/concepcao-imaculada-as-maes-virgens.html
[4] http://diariodebiologia.com/2015/06/filhos-da-talidomida-o-medicamento-que-foi-considerado-uma-grande-tragedia-na-medicina-nos-anos-50/
Labels: deformações genéticas, estatística, homens, longevidade, mulheres, partenogênese, saúde, talidomida
Friday, June 05, 2009
Um Pouco de Estatística
Talvez tenha interesse a alguns visitantes deste blog, saber o atual número total de visitas ao blog provenientes de cada país (70 países, no total, já visitaram este blog). Eis os primeiros da lista:
1. Brasil : 22.574 visitas (64%)
2. Portugal : 2.651
3. Estados Unidos : 482
4. Japão : 307
5. Moçambique : 108
e quanto aos outros locais de língua portuguesa, temos eles na seguinte ordem:
8. Angola
17. Cabo Verde
40. Macau
48. São Tomé e Príncipe
Labels: estatística


