quinta-feira, agosto 14, 2008

 

A Eletromedicina - 2


O corpo físico do ser humano é um instrumento mecânico-químico-eletromagnético. Portanto, para manter essa estrutura corporal em boas condições (saudável), ela precisa ser movimentada adequadamente (aspecto mecânico associado), precisa ter uma alimentação química adequada (por exemplo, pela inspiração de um ar de boa qualidade) e ser exposta a ondas eletromagnéticas adequadas (por exemplo, pela exposição às radiações solares).

Estes três fatores associados à saúde do corpo estão inter-relacionados. Um caso exemplar disso é a osteoporose. Os nossos ossos são estruturas piezoelétricas [1]. O que isso significa? Significa que ao submetermos os nossos ossos a tensões mecânicas (por exemplo, ao andar), geramos cargas elétricas na superfície dos ossos tensionados. Essas cargas elétricas atraem mais materiais iônicos (que possuem cargas elétricas positivas e negativas) aumentando, desta forma, a estrutura óssea, não permitindo o seu enfraquecimento. Isto é algo semelhante ao fortalecimento dos nossos músculos através da movimentação física. Vê-se, aqui, claramente uma inter-relação eletro-mecânica em nosso organismo.

Todos os objetos que conseguimos identificar usando os nossos olhos estão nos enviando radiações eletromagnéticas na faixa óptica visível que identificamos como "cores". Devido ao nosso modo de vida bastante artificial, torna-se muito provável que tenhamos deficiência na recepção corpórea de determinadas cores (cromas). A cromoterapia é uma forma de eletroterapia que procura compensar essas deficiências. Um caso típico seria o seguinte: se vivêssemos junto da natureza, estaríamos na presença de muita radiação eletromagnética de cor verde, provinda das folhagens do reino vegetal. Na nossa vida artificial podemos estar expostos a uma densidade muito pequena de radiação verde, o que pode nos causar problemas de saúde e isso pode ser compensado pela cromoterapia. Lembrar sempre que a radiação solar direta possui TODAS as cores e, portanto, banhos de sol constantes pode servir como a melhor cromoterapia possível e é, além disso, gratuita.

O trabalho mais bem elaborado de medicina eletromagnética que eu tive contato, foi desenvolvido pelo médico norte-americano Robert O. Becker em dois livros [2],[3]. Recomendo fortemente a leitura destes estudos, muito bem feitos. Além da eletromedicina ele discorre sobre o aumento da eletropoluição atual (causadora de inúmeras doenças), além das tentativas eletromagnéticas de controle mental (já que nossa atividade mental é de carater eletromagnético). Em particular, um certo tipo de eletropoluição ambiental intencional já desenvolvida está voltada para o controle ambiental climático e geológico (tremores de terra) visando objetivos militares (guerra climática), de difícil identificação de sua artificialidade. O Projeto batizado de HAARP encaixa-se neste tipo de iniciativa.

Referência:
[1] Sheila Kitchen, Eletroterapia: Prática Baseada em Evidências, 11a. Edição, Editora Manole, (Elsevier Health Sciences), 2003.
[2] Robert O. Becker e Gary Selden, The Body Electric: Electromagnetism and the Foundation of Life, Quill-William Morrow, New York, 1985.
[3] Robert O. Becker, Cross Currents: The Perils of Electropollution, The Promise of Electromedicine, Jeremy P. Tarcher-Penguin Putnam, New York, 1990.

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domingo, março 11, 2007

 

A Luz que Cura [ou A Escuridão que Mata]


O Sol, com a sua luz e sua energia, é o astro responsável pela existência de todos os seres vivos do planeta Terra. A raça humana construiu uma civilização que consiste, basicamente, em manter-se ao abrigo da radiação direta solar, pelo uso de roupas e pelo exercício de nossas atividades no interior de construções, à sombra, como casas, escritórios, fábricas, etc. Este tipo de comportamento, leva a desequilíbrios biológicos que são chamados de mal estar físicos ou doenças.

Uma forma de combate a esses desequilíbrios (devidos à falta de exposição do corpo à radiação solar) consiste em submeter o doente à uma dose extra de radiação em determinadas faixas do espectro eletromagnético (cores). Esta técnica é conhecida como Cromoterapia, onde cada cor visível está relacionada a determinadas doenças. No entanto, a melhor cromoterapia consiste em expor o corpo à luz solar, que contém TODAS as cores, visíveis e invisíveis (infravermelho e ultravioleta), e portanto é útil na erradicação de TODAS as doenças. Uma anemia, por exemplo, é rapidamente eliminada pela exposição ao sol. A incidência de câncer de mama é maior em locais com menor incidência de radiação solar [1].

Se você já visitou uma fazenda que não é muito bem tratada, verificou que só não cresce mato debaixo de árvores bem frondosas, como mangueiras antigas. No seu jardim, a grama morre nos locais em que o sol nunca chega, como abaixo dos arbustos bem fechados. Portanto, a escuridão permanente mata os seres vivos nos reinos vegetal e animal.

Pessoas que pegam mais sol, acabam virando atletas, como jogadores de futebol, nadadores, surfistas, cortadores de cana, etc. A cortadora de cana Maria Zeferina Baldaia, por exemplo, virou campeã da corrida de São Silvestre, na cidade de São Paulo. Um levantamento feito na Inglaterra entre carteiros, descobriu que aqueles que faziam o trabalho externo de entrega das correspondências tinham muito melhor saúde do que aqueles que faziam trabalho interno, ao abrigo do sol. Isto deve valer em todos os países do mundo.

Um tema possivelmente relacionado é a calvície (careca). Uma teoria afirma que a calvície é causada pela combinação de dois fatores: por andarmos de pé (na vertical) e por ingerirmos alimentos inadequados. Nessa teoria, os alimentos inadequados acabam se gaseificando nos intestinos, e esse gás tóxico tem a tendência de subir na vertical e, portanto, chega com maior intensidade na parte superior da cabeça, onde destroi o solo capilar. Mas, essa teoria não está completa, já que as mulheres são praticamente imunes à calvície. Porém, no caso das mulheres, existe um grande número de fatores que contribuem para a sua maior saúde, quando comparada com a dos homens [2]. Existe, no entanto, um fator a mais a favor das mulheres: é muito mais comum os homens usarem chapéus e bonés do que as mulheres. As mulheres costumam segurar os cabelos (geralmente mais compridos que os dos homens) usando coques ou rabos-de-cavalos que são sustentados por dispositivos que não impedem a chegada do sol no topo da cabeça. E, como vimos acima, locais que ficam permanentemente ao abrigo do sol [nas fazendas e nos jardins] acabam matando toda a vegetação (e os nossos cabelos...). Talvez, por terem a cabeça sempre mais iluminada do que os homens, as mulheres tenham desenvolvido mais o seu famoso "instinto feminino"... Em concordância com os dados acima, nunca vi um homem careca na região da sua barba (quando não raspada, obviamente), nunca vi um andarilho careca e nem usando óculos...

A energia vinda do Sol é abundante e tem inúmeros efeitos benéficos no nosso organismo [3]. Muitas pessoas, inclusive, afirmam que podemos nos alimentar apenas da energia (ki, chi, prana) presente no ar e na luz [4], [5].

Em termos não materiais, dizemos que alguém "tem luz" ou se "iluminou", se essa pessoa é esclarecida (está no "claro", não no "escuro"), possuidora de conhecimentos e sabedoria. Se a pessoa está "no escuro", não está sabendo de nada, está na ignorância das verdades.

Um abraço, Rui.

Referências:
[1] Bill Sardi, em http://www.knowledgeofhealth.com/,
"...the mortality rate for breast cancer in the US is 17-19 per 100,000 women in sunny southern states where vitamin D levels are high, and 33 per 100,000 in northern climates where vitamin D levels are low."
[2] Site Saúde Perfeita, http://saudeperfeitarfs.blogspot.com, "Por que a Mulher vive mais que o Homem", 30.abr.2005.
[3] Edson Salgueiro, "O Poder do Sol em Benefício de sua Espiritualidade", Editora Roca, 1994.
[4] Jasmuheen, "Viver de Luz", Editora A, 2000.
[5] Site Vivendo da Luz, http://www.vivendodaluz.com/

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