terça-feira, setembro 12, 2023

 

Arcanjo Gabriel - "Todo dinheiro é abençoado"

 Querido,

Você recebeu recursos ilimitados para usar em sua vida terrena. Esses recursos ilimitados incluem um mundo de beleza maravilhosa, relacionamentos que afirmam a divindade dentro de você, liberdade para ser o melhor que puder e um fluxo abundante de dinheiro.

Esse fluxo de dinheiro, às vezes, é o presente de Deus mais difícil de ser visto em sua vida. Você está no meio desta energia, que pode ser usada para tornar a sua vida mais confortável e, ainda assim, muitas vezes, a sua capacidade de receber esses recursos é limitada pelos seus pensamentos e pela sua resistência em recebê-los.

Esta energia da Fonte Divina, que se chama dinheiro, tem as mesmas propriedades inerentes a qualquer um dos dons de Deus, como o Amor e o Bem-Estar. É a forte energia da Força Vital, que você pode aproveitar para receber as bênçãos de um fluxo de caixa abundante.

Uma maneira fácil de se tornar mais disponível ao dinheiro é criar pensamentos sobre recursos ilimitados em sua mente. Seus pensamentos criam sua realidade. Quando você alimenta pensamentos de falta, de “não é suficiente” em sua vida, isso se traduz em seu mundo como dinheiro insuficiente para atender às suas necessidades. É necessária uma mudança em seu pensamento antes que você possa atrair um nível abundante de renda para si mesmo.

Uma maneira de mudar sua consciência é por meio de afirmações. Demos a você uma afirmação muito poderosa para dizer todos os dias, e especialmente toda vez que você preencher cheques ou gastar dinheiro, mesmo que seja apenas alguns centavos. Esta afirmação é:

“Todo o dinheiro que dou é abençoado e devolvido para mim multiplicado”

Quando você abençoa qualquer coisa – seus amigos, filhos, parceiros de vida, empregos, etc. – o bem inerente interior aumenta. A bênção leva a um aumento de energia. Então, quando você abençoa todo o dinheiro que gasta, aumenta a energia que ele carrega para o mundo.

Você já ouviu a expressão, o que vai, volta. Este é um princípio básico: o que você dá é o que você recebe. Quando você dá bênçãos, você recebe bênçãos. Quando você dá por medo da falta, você recebe de volta o que teme – a falta de renda abundante.

O medo é uma força muito poderosa que pode atrair para você aquilo que você mais teme. O amor e as bênçãos, entretanto, contêm ainda mais poder e podem trazer para você aquilo que é abençoado com amor. Lembre-se de que Deus é a Fonte do seu suprimento e não há escassez. Este recurso inesgotável do Espírito é igual a todas as necessidades que você possa ter.

Muitas pessoas chegam ao Oceano da Abundância com apenas uma colher de chá, quando poderiam trazer um balde ou um caminhão-tanque. Você pode escolher conscientemente expandir sua capacidade de receber e ampliar seu próprio recipiente.

Uma maneira de fazer isso é por meio de orações de gratidão e bênçãos pelo que você já tem e pelo que receberá. Essas orações ajudarão a elevar sua consciência e a levá-lo a um lugar onde você poderá afirmar a verdade de que você é um com vida abundante e com o fluxo abundante de dinheiro e prosperidade no mundo. Abençoar todo o dinheiro que você dá é outra maneira de fazer isso.

A abundância de Deus existe em todos os lugares, e você pode entrar no fluxo de consciência que lhe permite ter todas as suas necessidades atendidas, quando desenvolve a atitude de gratidão, bênção e afirmação da Verdade Divina da Abundância em todas as coisas.

Então, comece agora a abençoar aquilo que você tem e abençoar aqueles que você ama.
Levante-se para começar a ver o que há de bom em sua vida.

E lembre-se de Minha mensagem de hoje:

Todo o dinheiro que dou é abençoado e devolvido para mim multiplicado.

~ Arcanjo Gabriel

Autor: Shanta Gabriel
Fonte: https://shantagabriel.com/
Tradução:  Maria Stela Lecocq Müller / http://www.decoracaoacoracao.blog.br
Veja mais artigos Clicando Aqui

Marcadores: ,


domingo, abril 23, 2023

 

VITAL FROSI - OS REAIS VALORES DA VIDA - 22/04/2023

Marcadores: , , , , ,


sexta-feira, março 04, 2022

 

Rússia no Padrão Ouro

 

BOMBA! A RÚSSIA VOLTA AO PADRÃO OURO PARA SUA MOEDA!!!!!



Rússia retorna ao padrão ouro - governo remove o IVA (imposto) sobre barras de ouro. Este projeto de lei será apresentado à Duma do Estado em 4 de março. . .

Comentários de Hal Turner

De uma só vez, a Rússia acabou de tornar o rublo russo a moeda mais estável do mundo inteiro.  

Além disso, eles foderam tanto o dólar americano e o euro, que nenhuma dessas moedas provavelmente sobreviverá.

Ninguém ao redor do mundo vai favorecer um dólar americano, lastreado por nada, de uma nação de US$ 30 trilhões em dívida, contra um rublo lastreado em ouro.

A Rússia acabou de ESMAGAR completamente os Estados Unidos e a ZONA DO EURO.

Minha opinião: Neste ano de 2022, as moedas de todos os países passarão a ser lastreadas em ouro. Isto é chamado de Redefinição Global da Moeda [ Global Currency Reset - GCR] e usará o QFS. Por exemplo,  nos Estados Unidos o Deep State, controlador do Biden, está conseguindo atrasar o lançamento desse programa no país. O dólar ouro (Rainbow notes, USN) já encontra-se nos bancos para ser distribuído ao público em geral, aguardando apenas autorização oficial. Com o GCR operando, todas as moedas dos países serão equivalentes: 1 rublo ouro = 1 dólar ouro = 1 real ouro = ... Como os Estados Unidos estão atrasando o programa, a Rússia resolveu iniciar o processo, pelo lançamento inicial do rublo ouro. Veja, por exemplo: https://dinarchronicles.com/2022/03/05/restored-republic-via-a-gcr-update-as-of-march-5-2022/

Marcadores: , , , , , , ,


quarta-feira, janeiro 26, 2022

 

Nossa Desumanização

 

A infiltração das classes dominantes por reptilianos em corpos clonados

Que assumem identidades falsas e fingem ser humanos
Foi gradual

Eles prepararam seguidores para cultos de sangue
Enquanto os modificavam geneticamente

Eles exerceram controle sobre as linhas do tempo
Para que a população não soubesse
Que eles estão sendo controlados por invasores não humanos

A manipulação genética da classe dominante
começou com Nabucodonosor que saqueou Jerusalém e deportou a população

O Monte do Templo que era o principal portal estelar
Que ligava nosso reino terrestre às forças etéreas foi destruído

A elite do poder agora usa a Babilônia para representar sua agenda anticristo
E seu materialismo niilista que começou com a invasão alienígena

O sistema financeiro atual foi criado para que a maior parte da riqueza e dos recursos
ficasse nas mãos de pessoas que praticavam o sacrifício de sangue humano como religião
.

As religiões de hoje também foram criadas para fins de dividir e conquistar
E são dirigidas pelas classes dominantes hibridizadas reptilianas

A grande maioria dos atuais chefes de estado, primeiros-ministros e presidentes,
não são humanos

Nabucodonosor 11 massacrou os essênios que pregavam a Lei do Uno
Os ensinamentos de Jesus que era um essênio
eram originalmente dos registros essênios
Mas agora foram totalmente distorcidos e transformados em um sistema religioso de controle da mente
Com o propósito de dominar o mundo

A história da Torre de Babel
foi o colapso do campo magnético terrestre por máquinas alienígenas

A Torre de Babel era o Eixo Universal agora atuando em modo escuro
Cujos efeitos elétricos ainda podem ser vistos na aurora boreal

Isso diminuiu muito o fluxo de energia através de portais orgânicos
E, assim, reduziu consideravelmente o fluxo de energia através dos chacras humanos
O que afetou nosso sistema glandular endócrino
Prejudicando a imunidade e encurtando a vida humana

Nosso modelo de sequência de DNA foi embaralhado
Causando perda de memória e confusão de linguagem
E bloqueou a percepção multidimensional e a consciência de raças extraterrestres

O portal alienígena do Cubo Negro de Saturno tornou-se operacional
A Matriz Yahweh é um loop de feedback transmitindo códigos do software Armageddon

A lua foi inserida em nossa atmosfera
Para executar correntes de inversão e sugar a energia da força vital
Encaminhando-a para energizar a arquitetura de IA
Que misturou realidades artificiais na consciência coletiva

A clonagem e a aquisição de corpos humanos começaram

À medida que nossa verdadeira essência foi suprimida
A evidência que reconhece os animais como seres totalmente sensientes foi eliminada

Precisamos reimaginar como esse reino deveria ser!


Fonte:  https://bennettleeross.com/history/2022-cosmic-commentaries-of-the-year-33/

Marcadores: , , , , , , , , , , ,


quinta-feira, janeiro 20, 2022

 

As Trevas e a Ascensão

 Existem 10 patógenos perigosos sendo pulverizados em máscaras:

1) Streptococcus pneumonia
2) Mycobacterium tuberculosis
3) Neisseria meningitis
4) Acanthamoeba polyphagia
5) Acinetobacter bomani
6) Bourelle burgdorferi
7) Corynebacterium diphtheriae
8) legionella nemophila
9) Staphylococcus pyogenes sorotipo
10) Staphylococcus aureus

Em todos os EUA os professores estão gritando com os alunos
Coloquem suas máscaras!
Guardas de segurança dizendo às pessoas que
você não pode entrar sem máscara!

À medida que a intensidade do ciclo de mudança atual se aquece
Assim é a loucura que prolifera o caos e a escuridão

As pessoas que são co-conspiradoras dessa agenda alienígena artificial
Estão sendo massivamente recompensadas com dinheiro e riqueza

Nosso reino 3D se tornou muito mais infectado
Com máquinas alienígenas de inteligência artificial e inserções holográficas

Este ciclo de ascensão é o alvo das forças das trevas
Puxando muitos na direção errada
Causando uma bifurcação ou divisão em dois da humanidade

Pensamentos e sistemas de crenças estão se tornando mais intensos
O que enviamos está voltando com crescente imediatismo

Essa reação de causa e efeito aumentará o autoengano e a escravidão mental

Os co-conspiradores estão se tornando espiritualmente inertes
Enquanto secretamente acusam as massas de serem comedores inúteis

Haverá uma narrativa cármica
E a responsabilidade é apenas uma questão de tempo

Os desequilíbrios mentais e emocionais causados ​​pelo uso da máscara do Scam Demic Estão
explorando conflitos não resolvidos e insegurança
Decorrente das mentiras e enganos que nos dizem sobre a natureza da realidade

Nosso reino é o resultado da Arquitetura da Fonte Divina
E somos projetados para agir espiritualmente com ela

Independentemente do que está sendo enganosamente comunicado a nós
Pela raça extraterrestre que plantou sua bandeira aqui
E reivindicou a Terra como seu território!


Fonte: https://bennettleeross.com/health/2022-cosmic-commentaries-of-the-year-29/

Marcadores: , , , , , ,


domingo, novembro 01, 2020

 

A Nave Espacial Lua

Alguns trechos de [1].

A Lua é uma construção artificial (ou um planeta escavado por dentro) que foi lá colocada para controlar a vida na Terra. Existem grandes anomalias na Lua. Não tem campo magnético, mas suas rochas são magnetizadas. Tem um fenômeno conhecido como "mascons" (locais com concentração de massa), que são grandes áreas circulares de invulgarmente elevada densidade, com uma correspondente maior força gravitacional local. Os mascons poderão ser uma espécie de construção artificial. Eles estão em vastas áreas de planície lunar, em local conhecido como "maria", onde se pensou antigamente que seriam os mares da Lua. Os reptilianos controlam a Lua e também estiveram envolvidos nas construções megalíticas da Terra, como Stonehenge.

Existem inúmeras indicações que a Lua é oca e já é fato reconhecido que o seu núcleo é muito menos denso que as suas camadas externas. A camada externa mais fina, com uma espessura entre 2,5 e 5 quilômetros, mas que em certos locais é mais espessa, explica porque é que as crateras da Lua não são tão profundas como deveriam ser, se considerarmos os seus diâmetros. Elas são uniformemente rasas. Os corpos estranhos que se chocam com ela não conseguem penetrar mais fundo, devido a uma "base de cerca de 32 quilômetros de espessura". 

A Lua não é verdadeira, ela é artificial e está a ser usada para controlar a vida no nosso planeta. A Lua tem uma gigantesca influência nas marés - muito mais que o Sol - e como o corpo humano é constituído por cerca de 70% de água, é natural que ela tenha uma grande influência sobre nós, mesmo só neste nível. A Lua dita também grande parte do nosso relacionamento com o tempo e o termo inglês "month" (que significa mês) deveria ser, na realidade, "moonth" (já que Lua é moon, em inglês), um período de tempo que se baseia nos ciclos da Lua. A percepção de que a Lua é uma gigantesca nave espacial é o nó que ata todas as pontas, não só em relação às anomalias lunares, mas também em relação à vida na Terra e à conspiração para escravizar toda a humanidade. A realidade é que os reptilianos na Lua e em bases subterrâneas em Marte (e na Terra), dependem dos humanos e da Terra, para a sua alimentação e para a sua própria sobrevivência. Esta é a principal razão pela qual eles estão tão desesperados a não serem expostos. A água e outros recursos estão constantemente a ser levados deste planeta para a Lua e para Marte, e este não é um fenômeno recente. As antigas lendas Zulus dizem o mesmo.

Os relatos sumérios dos Anunnaki dizem que eles vieram para a Terra para minar ouro e que conceberam a sua população de escravos humanos geneticamente alterados (nós), para fazerem essa tarefa, na África. No início de 2010, o Pakistan Daily publicou uma história que ninguém na imprensa convencional quis pegar. Alegava que vastas quantidades de barras de ouro em todo o mundo, tinham desaparecido, tendo sido substituídas por barras de tungstênio, banhadas a ouro. O tungstênio, aparentemente, tem a mesma densidade que o ouro, até aproximadamente três décimos. O artigo do Pakistan Daily dizia que no tempo da Administração de Bill Clinton, na qual as políticas financeiras eram controladas por Robert E. Rubin (Sionista Rothschild), Larry Summers (Sionista Rothschid) e Allan Greenspan (Sionista Rothschid), mais de 16 mil toneladas métricas de tungstênio foram produzidas numa sofisticada refinaria dos EUA. Subsequentemente, dizia, 640.000 dessas barras de tungstênio receberam o seu banho de ouro e foram enviadas para o reservatório de "ouro" dos EUA, em Fort Knox, onde permanecem até este dia. O artigo dizia que em outubro de 2009, os chineses receberam um carregamento de barras de ouro, para pagar as dívidas, e que o governo pediu que fossem feitos testes muito específicos, para avaliar o seu grau de pureza. Foram feitos quatro buracos pequenos nas barras e o metal foi analisado. Os responsáveis ficaram chocados com a descoberta de que as barras de "ouro" eram falsas. Eram feitas de tungstênio, apenas com uma cobertura de ouro. As barras, segundo continuava o artigo, continham números de série para efeito de monitoração e eles provaram que as barras tinham proveniência nos Estados Unidos e que estavam em Fort Knox há anos. O carregamento consistia alegadamente em 5.600 a 5.700 barras de ouro. A Casa de Rothschild sempre foi a força dominante do mercado de ouro mundial e o preço do ouro era estabelecido diariamente nos gabinetes de N.M. Rothschild, em Londres, desde 1919 até 2004, quando os Rothschild anunciaram que se iam retirar do mercado do ouro. Hum... E se o ouro é essencial para suportar as atividades da Lua? Se assim é, quanto do "ouro" nos gigantescos cofres de todo o mundo, é realmente ouro?

A Lua é um "modus operandi" deste grupo reptiliano. Eles constroem essas gigantescas "esferas" com o objetivo específico de atravessar o Universo e de raptar planetas, tal como o fizeram com a Terra. Os reptilianos conseguem causar o caos geológico quando colocam as suas luas na órbita de um planeta, ou quando as retiram. Foi isso que aconteceu com a "Idade Dourada", que terminou com uma catástrofe biológica e geológica descrita nos relatos antigos e claramente identificada nos registros biológicos e geológicos (Dilúvio, por exemplo). Os antigos culpavam consistentemente os "deuses serpentes" pelo que sucedeu à Terra, mas como é que eles poderiam ter desencadeado tais cataclismos e alterações na Terra? Agora sabemos, pelo menos em parte, porque muitos outros desastres aconteceram com a chegada da Lua. Não existia a Lua na posição que a vemos hoje, em tempos muito antigos. A Lua é uma arma reptiliana. Muitos países do Oriente Médio possuem uma Lua na sua bandeira, cultuando os reptilianos.

Existem muitas lendas por todo o mundo que descrevem a Lua como uma "carruagem" dos deuses e das deusas. Para os xamãs Zulus a Lua é oca e que é a casa de Pitão, ou "Chitauri" - aquilo a que chamo Reptilianos. As lendas dizem que a Lua foi trazida para cá há centenas de gerações atrás, por dois irmãos, Wowane e Mpanku, que eram os líderes dos Reptilianos. Eles eram conhecidos como os "irmãos água" e tinham  pele escamada, como um peixe. Isso corresponde aos relatos Sumérios e Mesopotâmicos sobre os líderes dos Anunnaki, os irmãos Enlil e Enki (Senhor da Terra). O último era conhecido como o deus da água, sob o nome de "Ea". As lendas dizem que a deusa da Lua era Semiramis. Os mitos Zulu dizem que os Reptilianos vêm para a Terra quando a Lua está no seu máximo brilho - a lua cheia, quando abundam os rituais satânicos por todo o mundo e quando as lendas falam em pessoas que se transformam em lobos ou que os vampiros saem à rua.

A adoração do deus Lua, sob nomes como "Sin", "El" e "Allah" faz agora sentido, tal como as inúmeras expressões de adoração à deusa Lua. Trata-se tudo de adoração aos deuses Reptilianos, sediados na Lua, que se estão a se alimentar da energia de milhões de humanos que os adoram sob vários nomes, divindades e símbolos. Passa-se o mesmo com as divindades do Sol; para os Zulus, os Reptilianos têm os olhos tão brilhantes como o Sol. O xamã zulu Credo disse que a Terra era muito diferente antes da Lua chegar. Não havia estações do ano e o planeta estava permanentemente envolvido por um manto de vapor de água. As pessoas não sentiam o forte brilhar do Sol e apenas o conseguiam ver através de uma névoa bem aguada. Essa bolsa de vapor de água caiu para o solo da Terra, com a chegada da Lua, sob a forma de um dilúvio. Isso foi simbolizado pelas bíblicas  chuvas de 40 dias e 40 noites. As lendas Zulu dizem que os Reptilianos manipulam a Terra a partir da Lua, onde "vive a Pitão". Credo diz que a "nave-mãe" dos Reptilianos referida nas lendas Zulu era de fato a Lua e foi para lá que eles foram durante os cataclismos do "Grande Dilúvio" que eles provocaram, ao manipular a Lua. A "Arca" (de Noé) não era um barco, mas sim uma nave voadora que levou as pessoas para a Lua, para esperar que a catástrofe terminasse. Credo disse que os Reptilianos vieram para cá - e estão cá - da Lua, num disco voador. Existem contudo, outros meios de "transporte", tais como o teletransporte. "Os répteis receberam a autoridade para estragar as coisas no Universo", disse Credo. A chegada dos reptilianos e da Lua transformaram tudo na Terra. Alterou a rotação da Terra, o seu ângulo do eixo de rotação e trouxe os sistemas de marés mais intensos, que haviam sido outrora muito mais suaves. As mulheres não tinham a menstruação antes da chegada da Lua. Credo disse que os xamãs africanos acreditam que a Lua impede a Terra de ser demasiado fértil e que a Lua e a Terra estão envolvidas em uma guerra silenciosa - "a Lua, cheia de inveja, é uma má irmã para a Terra!. As lendas dizem que os Reptilianos ameaçaram tirar a Lua se os humanos não fizerem aquilo que lhes é dito. É claro que isso iria provocar uma devastação na Terra.

Existem muitos exemplos de folclore à volta do mundo, que mencionam um "tempo antes da Lua". Os autores gregos antigos, Aristóteles e Plutarco, bem como os autores romanos Apollonius Rhodius e Ovídio, todos mencionam um povo a que chamam Proselenes, estabelecido nas terras da Arcádia, porque os seus antepassados estavam lá desde "antes de existir uma Lua nos Céus". Proselene traduz-se como "antes de Selênia" - Selênia é a deusa Grega da Lua e o nome era muitas vezes aplicado à própria Lua. O escritor romano, Censorinus, referiu-se a um tempo há eras atrás, quando não existia Lua. Uma tribo nativa da Colômbia chamada os "Mozces" lembra-se "de um tempo antes da Lua se tornar na companheira da Terra".

Credo diz que os Zulus acreditam que os humanos vieram de um "mundo por entre as estrelas", ao qual ele chama "Mpalalatsani", na constelação de Orion. Credo diz que Mpalalatsani é um mundo paradisíaco e que, de acordo com a lenda, é um "lugar vermelho, com pedras vermelhas, terra vermelha, areia vermelha e mares vermelhos". É dito que houve "uma grande guerra entre os habitantes de Mpalalatsani e que os sobreviventes foram banidos para a Terra, devido à sua luxúria, ganância e outros comportamentos. Os seres humanos foram outrora andróginos e não havia homens nem mulheres (veja [2], para ver reprodução sem necessidade de homens), mas os Reptilianos instigaram a alteração genética sobre os Mpalalatsani, para dividir os humanos originais em masculino e feminino. Os humanos sobreviventes banidos de Mpalalatsani foram trazidos para a Terra, pelos Reptilianos, na Lua. Nela foram transportados todo o tipo de humanos e os diferentes grupos de humanos foram mantidos em compartimentos secretos, dentro da Lua. As lendas Zulus dizem que uma Consciência superior, conhecida  no culto Zulu como a "Árvore da Vida", quer que os humanos se voltem a ligar consigo próprios e com as "forças superiores", mas os Reptilianos, nas palavras de Credo, "querem mesmo estragar as coisas". A Árvore da Vida é outro conceito universal encontrado em todas as culturas antigas e baseia-se no conceito que toda a vida na Terra (os ramos da vida) está relacionada.

Simbolos no Ídolo de Tiahuanaco registram que a Lua entrou na sua órbita entre 11.500 e 13.000 anos atrás. Isso coincide com as estimativas do período do Grande Dilúvio e com o fim da Atlântida e de Mu. A Lua é a chave para compreender como é que a Humanidade e a vida na Terra tem sido e está a ser manipulada por uma força oculta. Ela é o centro das operações Reptilianas e as suas naves espaciais estão constantemente a viajar entre a Lua e as suas bases subterrâneas na Terra; é um portal interdimensional tecnologicamente gerado, que permite que os Reptilianos da Quarta Densidade, outras entidades e energias, entrem na nossa realidade da Terceira Densidade. A Lua é também um dos locais mais importantes para o programa de genética, que produz as linhagens híbridas-Reptilianas. A monarquia "humana" é na realidade uma "lunarquia", tal como o seu maior sistema de controle, o dinheiro, é luainheiro. O sistema de dinheiro/luainheiro vem da hierarquia Reptiliana na Lua e já foi usado para subjugar muitos "nundos" e pessoas. Os Rothschil são os grandes agentes dos Reptilianos à superfície para os sistemas de controle lunar e subterrâneo.

Referências:

[1] David Icke, Raça Humana Ergue-te (O Leão Já Não Dorme Mais), Título original: Human Race, Get Off Your Knees, Cap. 14: Nave Espacial Lua, Editora Lux-Citania (Portugal), 2010. ISBN: 978-989-8249-15-0.

[2] Postagem deste blog, Concepção Imaculada: As Mães Virgens, de 16 de agosto de 2015:  https://www.blogger.com/blog/post/edit/11296179/7021071494840635048

Marcadores: , , , , , , , , , , , ,


sexta-feira, novembro 23, 2018

 

Vida e Desejo


Na realidade, vida é desejo. Quem deseja (pode ser algo bom ou algo mau) vive e quem perde o desejo entra em depressão e morre. O corpo, dado de presente por Deus, deseja sempre receber, enquanto o eu superior (alma) em seu interior deseja sempre doar/compartilhar/dar. O ideal é que corpo e alma caminhem juntos, em harmonia, o que acontece quando o receber e o dar ficam em equilíbrio. Na oração de São Francisco afirma-se "é dando que se recebe". As mulheres entendem muito bem essa afirmação... As crianças nascem, com a mão fechada, querendo tudo, e os idosos morrem, com a mão aberta, não querendo nada... É lícito desejar dinheiro, mas o dinheiro é um meio e, não, um fim em si mesmo. O dinheiro não deve ser estocado, mas, sim, deve circular, para gerar benefícios. O dinheiro é como o sangue do nosso corpo: deve circular para gerar benefícios...

Marcadores: , , , , ,


quarta-feira, agosto 01, 2018

 

Mistério da Vida


Todos nós nascemos na Terra para ajudarmos uns aos outros. Cada um veio com uma determinada Missão, já devidamente capacitado para  transmitir mensagens específicas aos já preparados para recebê-las. A atividade para o cumprimento de sua Missão proporciona ao encarregado disso uma sensação indescritível de felicidade, de verdadeiro orgasmo espiritual. Quanto mais complexa a natureza dessa missão, maior e mais sublime será o gozo desse encantamento. Quanto ao dinheiro, em todas as oportunidades, usar o dinheiro para ajudar àqueles que estão nessa fase de receber esse auxílio, não importa em que valor.

Marcadores: , , , ,


sábado, agosto 12, 2017

 

Os Ladrões do Dinheiro


Existe um livro muito interessante [1] que mostra como a Irmandade dos "deuses supervisores custodiantes" manipulam o planeta Terra, desde os primeiros tempos da civilização até hoje. Abaixo vão alguns dados da manipulação financeira que nos escraviza ao dinheiro.

Vejamos o sistema de dinheiro em papel inflacionável. Nos Estados Unidos (EUA) hoje (1989), mais de 75% do suprimento de dinheiro é criado por bancos comerciais. Quando você deposita um dólar em um banco comercial, esse dólar torna-se do banco para ele emprestar, e o banco cria um dólar adicional que torna-se o dólar na sua conta corrente do banco. Esse dólar na sua conta do banco, no entanto, não é um dólar garantido. Ele é simplesmente um débito que o banco tem com você. Esse débito, no entanto, rapidamente se transforma em dinheiro porque você pode gastá-lo rapidamente, e o banco ainda tem seu dólar original. Dessa forma, o banco tem criado dinheiro "a partir de nada". Os bancos ganham a maior parte de seus lucros por serem permitidos a criar dinheiro desta forma. O juro que os bancos cobram sobre empréstimos pagam algumas das despesas administrativas e, mais importante, compensa pela inflação que esses bancos inevitavelmente causam por criar dinheiro da maneira que eles fazem. Existem, obviamente, limites legais para quantos dólares um banco pode criar. Um banco comercial precisa manter uma base mínima de dinheiro vivo (notas do Banco Central) para cada dólar depositado, mas isso é apenas uma pequena porcentagem do total depositado. Enquanto as pessoas usam apenas seus talões de cheques e não exigem muito de dinheiro vivo, um banco estará sempre seguro. Um banco pode "quebrar", no entanto, se muitos de seus empréstimos não forem pagos ou se muitos depositantes pegarem dinheiro real e, dessa forma, limpar a pequena base de bens reais do banco.

O sistema monetário moderno tem tido o efeito de destruir muitos benefícios que a produção em massa e os avanços da ciência e tecnologia poderiam ter trazido para a raça humana. Atualmente, a necessidade para a grande labuta pela existência física deveria ter praticamente terminado; mas o sistema de dinheiro de papel inflacionável tem ajudado a preservar essa necessidade pela criação de  débito massivo, inflação crônica e instabilidade econômica generalizada. A vasta maioria das pessoas em todas as nações hoje precisa ainda continuar a gastar a maior parte de suas horas acordadas trabalhando para suprir suas necessidades financeiras. O objetivo da Irmandade Custodiante, expressa na estória de Adão e Eva da Bíblia de fazer as pessoas trabalharem arduamente (labutar) desde o nascimento até a morte, está ainda sendo cumprido.

Um outro efeito colateral do sistema de dinheiro moderno é a taxação. A maioria dos norte-americanos acreditam que o governo dos EUA cria seu próprio dinheiro. Se isso é verdade, então por que o governo precisa cobrar taxas (como imposto de renda, por exemplo) das pessoas? Por que o governo simplesmente não aloca para si mesmo o dinheiro que ele precisa para operar? Isso seria obviamente muito mais sensato do que erigir uma enorme burocracia para coletar taxas (impostos) que pode levar as pessoas ao desespero e diminuir grandemente a produtividade.

A resposta é que o governo dos EUA não cria dinheiro - o Federal Reserve e os bancos comerciais o fazem, e elas não são entidades públicas, mas privadas! Para obter parte do dinheiro que essas entidades bancárias fabricam, o governo precisa ou taxar ou emprestar. Ele faz ambas as coisas, e o cidadão paga. A taxação, principalmente em nações com esquemas de taxação de renda gradualista, torna mais difícil para as pessoas pouparem dinheiro e, portanto, contribui para a necessidade para a maioria das pessoas gastarem a maior parte de suas vidas trabalhando arduamente (labutando) para manter a existência física.

Se isso está acontecendo nos EUA, algo semelhante está também acontecendo aqui no Brasil, através do Banco Central do Brasil, da Casa da Moeda do Brasil e dos bancos comerciais aqui estabelecidos. Por exemplo, uma Reforma da Previdência está em discussão para nos tirar mais dinheiro do bolso e esperar que morramos antes de tirar algum centavo de nossa contribuição feita para esse fundo previdenciário durante toda nossa vida de trabalho.

Referência:
[1] William Bramley, The Gods of Eden, Dahlin Family Press, 1989. ISBN: 0-380-71807-3.

Marcadores: , , , , , , , ,


segunda-feira, dezembro 17, 2012

 

Mistérios da Lua


Vamos começar com alguns fatos científicos. As marés oceânicas são causadas pela influência gravitacional da Lua. Sondas espaciais que foram lançadas contra a superfície lunar, fez com que a Lua vibrasse (em uma frequência natural de ressonância própria daquele objeto celeste) de forma semelhante a um objeto oco, o que sugere que a Lua é oca (A Terra também é oca, pois vibrou como um objeto oco durante mais de uma semana depois do tsunami da Asia de 2004: veja a postagem deste blog de 24 de fevereiro de 2006). Estatisticamente já foi provado que a violência humana aumenta na fase de Lua cheia, pois há um aumento significativo do movimento nas delegacias de polícia (O folclore humano também aponta nessa direção, com a lenda dos lobisomens). Quem trabalha na agricultura sabe que o plantio de sementes em determinada fase lunar pode favorecer ou prejudicar o desenvolvimento futuro da planta que surgir daquelas sementes. A menstruaçao (e, portanto, a fertilidade feminina neste planeta) relaciona-se com o ciclo lunar.

Certa ocasião um andarilho fez algumas previsões corretas, dentre as quais de que o meu casamento iria ocorrer mais de um ano depois dessa previsão. Esse mesmo andarilho informou que, quando ele dormia ao relento em noites de luar, ele tinha que acordar várias vezes durante a noite para desviar seu corpo da incidência direta dos raios luminosos da Lua, para evitar o efeito prejudicial do luar. Portanto, namorar à luz do luar talvez não seja algo muito adequado... Outra informação que me deram (que algum leitor talvez possa me confirmar) é que em pescaria noturna em noites de luar, o peixe estraga muito mais depressa se for deixado em contato direto com os raios lunares. A sugestão que ouvi, neste caso, é embrulhar o peixe em jornal para evitar a sua decomposiçao acelerada...

Essas informações acima parecem indicar que existem muito mais informações sobre a Lua que não nos estão sendo fornecidas. David Icke, em um livro recente [1], nos fornece um grande número de informações inusitadas sobre o nosso satélite artificial chamado Lua. Abaixo vão algumas dessas informações.

Os reptilianos controlam a Lua e, de lá, eles controlam a nossa mente aqui na Terra através de transmissões lá sediadas e pela distorções das emissões fotônicas benéficas do Sol que nos chegariam, se a Lua (oca e artificial) não tivesse sido colocada na sua posição estratégica atual pelos reptilianos, para maximizar o controle da mente humana.

Na Africa, os xamãs Zulus acreditam que a Lua é oca e que ela é a casa dos 'Chitauri', aquilo que chamamos reptilianos. As lendas dizem que a Lua foi trazida para cá há centenas de gerações atrás, por dois irmãos, Wowane e Mpanku, que eram os líderes dos reptilianos. Eles eram conhecidos como os 'Irmãos Agua" e tinham pele escamada, como um peixe. Isso corresponde bem aos relatos sumérios sobre os líderes dos Anunnaki, os irmãos Enlil e Enki (Senhor da Terra). Este último (Enki) era também conhecido como o deus da água, sob o nome de Ea. Os mitos dos Zulus dizem que os reptilianos vêm para a Terra quando a Lua está no seu brilho máximo - na Lua cheia, quando então abundam os rituais satânicos por todo o mundo (e uma maior movimentação nas delegacias de polícia, como mencionamos anteriormente) e quando as lendas falam em pessoas que se transformam em lobos (lobisomem, como mencionado anteriormente).

Credo Mutwa, um xamã Zulu, informa que os reptilianos têm os olhos tão brilhantes como o Sol. Segundo ele a Terra era muito diferente antes da Lua chegar. Não havia estações do ano e o planeta estava permanentemente envolvido por uma camada de vapor de água. As pessoas não sentiam o forte brilhar do Sol e apenas o conseguiam ver através de uma névoa aguada. Essa camada de vapor de água caiu sobre a Terra, com a chegada da Lua, sob a forma de um dilúvio. As lendas Zulus dizem que os reptilianos manipulam a Terra a partir da Lua. Credo diz que a 'nave-mãe' dos reptilianos era a Lua e foi para lá que eles foram, durante o cataclismos do 'Grande Dilúvio', que eles provocaram, ao manipular a Lua e ao instigar outros acontecimentos cósmicos. A 'Arca' (de Noé...) não era um barco; era uma nave voadora que levou as pessoas selecionadas para a Lua, para esperar que a catástrofe terminasse. Diz ele também que 'os répteis receberam a autoridade para estragar as coisas no Universo'. As mulheres não tinham a menstruação antes da chegada da Lua. A Lua impede que a Terra seja muito mais fértil. Os seres humanos foram outrora andróginos e não havia homens e mulheres, mas os reptilianos instigaram a alteração genética para dividir os humanos originais em masculino e feminino (dividir para conquistar...).

A Lua é a chave para compreender como é que a Humanidade e a vida na Terra tem sido e está sendo manipulada por uma força oculta. Ela é o centro das operações reptilianas e as suas naves espaciais estão constantemente a viajar entre a Lua e as bases subterrâneas na Terra. A Lua não é só um fenômeno 'físico'; é um portal interdimensional tecnologicamente gerado, que permite aos reptilianos da quarta dimensão e outras entidades e energias, a entrar na realidade da terceira dimensão. A Lua é também um dos locais mais importantes para o programa de genética, que produz as linhagens humanas híbridas-reptilianas. A monarquia 'humana' é na realidade uma 'lunarquia', tal como o seu maior sistema de controle, o dinheiro. O sistema de dinheiro vem da hierarquia reptiliana na Lua e já foi usado para subjugar muitos outros 'mundos' e pessoas.

Os reptilianos atrofiaram nossos cinco sentidos (e eliminaram outros, como a telepatia, etc). Com isso produziu-se um potencial interminável para a divisão, o conflito e o trauma emocional, ingredientes que geram a energia de baixa vibração, da qual os reptilianos e outros se alimentam. Somos o equivalente vibracional de um rebanho de ovelhas, prontas para serem tosquiadas. Antes das manipulações genéticas do nosso corpo-computador e das transmissões lunares, os humanos conseguiam ver os reptilianos e outras entidades. A faixa de frequência visual humana era muito maior, tal como os gatos e outros animais, que ainda hoje reagem a coisas que nós humanos não conseguimos ver. Os relatos da interação direta entre reptilianos e humanos (como no Velho Testamento da Bíblia) vem de um tempo antes da frequência visual humana ter sido estreitada. Os reptilianos mudaram geneticamente o nosso sistema emissor/receptor do corpo, para que eles deixassem de aparecer na visão humana, o que tornou o controle da humanidade muito mais fácil.

O filósofo grego Aristóteles e o historiador romano Plínio, o Velho, acreditavam que a Lua influenciava o cérebro (podendo gerar pessoas 'lunáticas'...), já que ele é o órgão mais úmido do corpo, tal como a Lua afetava as marés. A astrologia Védica diz que a Lua governa a mente, os pensamentos e os sentimentos. Isso fundamenta a informação de que os humanos são controlados a partir da Lua. Foi sugerido que isto é provocado pelas alterações eletromagnéticas na Terra, provocadas pela Lua. 

A ilusão do tempo é uma das formas mais poderosas de desligar a nossa Mente da Consciência. Não há tempo, apenas o eterno AGORA e a nossa Consciência funciona apenas neste não-tempo do AGORA, ao passo que a Mente entende tudo como passado, presente e futuro - um tempo linear. A Lua é crucial para esta percepção distorcida. O nosso ano está repartido em meses, uma palavra que em inglês (month) se assemelha muito com o vocábulo para Lua (moon). Os meses baseavam-se originalmente nos 29 dias entre cada Lua Nova. O termo 'menstrual' tem a mesma origem e deriva da palavra em latim, 'mensis', que significa 'mês' e que se relaciona com Lua (moon). O ciclo menstrual de 28 dias está fortemente ligado às fases da Lua, tal como à fertilidade. Até o nosso calendário solar é controlado pela Lua, porque ela desregula a velocidade com que a Terra gira em torno do Sol, influenciando assim a duração do dia. Estima-se que se a Lua não existisse, o dia terrestre teria a duração de oito horas e não de 24 horas. A Lua influencia fundamentalmente a nossa percepção do tempo e desliga-nos do reino do não-tempo - da nossa Consciência. Isso não é mera coincidência. 

O planeta Terra é rodeado e penetrado por uma rede de fluxos energéticos (meridianos, como os chineses chamam quando se referem a esses fluxos vinculados ao corpo humano... "assim fora como dentro"...), chamada de linhas de Ley. Reptilianos colocaram estruturas megalíticas em pontos críticos dessa rede para bloquear e diluir o poder das linhas de Ley e da rede de vórtices associada. Exemplos disso são Stonehenge e as pirâmides do Egito, o cartão de visita dos reptilianos. Isso tende a manter a Terra e a humanidade num baixo estado vibracional, que se sintoniza com a Matriz Lunar, o que dilui e distorce a pureza da informação sob a forma de ondas proveniente do Sol. A desestabilização eletroquímica do nosso corpo-computador, através dos aditivos acrescentados à nossa comida e a poluição eletromagnética, acrescenta a esse efeito de sintonização negativa da humanidade.

Quando as pessoas expandem a sua percepção para além da mente (reptiliana) e vão para a consciência, elas quebram o controle das transmissões vindas da Matriz Lunar. Para fazer isso, devemos abrir o nosso lado direito do cérebro (que controla o lado esquerdo do nosso corpo) e acabar com a supressão da percepção, exercida pelo lado esquerdo do cérebro. A nossa sociedade está estruturada para nos impedir de fazer isso, utilizando, por exemplo, todas as vacinas, medicamentos, aditivos na comida e na bebida, inclusão de elementos químicos prejudiciais (flúor, cloro, anticoncepcionais, etc) na água distribuída para a população, etc.

Nem sempre a água do mar foi salgada. A Lua foi usada para introduzir o atual conteúdo de sal nos oceanos. Segundo Credo Mutwa, houve um tempo em que o mar foi de água doce, 'mas a deusa Lua lançou um feitiço ao mar e tornou a água do mar salgada e, portanto, imprópria para o homem beber. Ele também diz que os 'altos sangomas' na África do Sul não podem pôr sal na sua comida, porque dizem que isso iria diminuir os seus poderes psíquicos.


Referência:
[1] David Icke, Raça Humana Ergue-te: O Leão Já Não Dorme Mais, Editora Lux-Citania, Portugal, setembro de 2010. ISBN: 978-989-8249-15-9. Veja, em particular, os Capítulos 14 (Nave Espacial Lua) e 19 (A Matriz Lunar).

Marcadores: , , , , , , , , , , ,


segunda-feira, janeiro 17, 2011

 

Pensamento do Dia


"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde! E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido"

Dalai Lama

Marcadores: , , , ,


domingo, novembro 02, 2008

 

A Maior Fraude da História

Por Nehemias Gueiros, Jr. - do Rio de Janeiro


Jesus expulsou os moneychangers do templo


“Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis”.

Mayer Amschel (Bauer) Rothschild


“Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e o comércio e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão”.

Declaração do presidente norte-americano James Garfield, 1881


Poucas semanas após proferir estas palavras (da segunda citação), dirigidas aos moneychangers, o presidente Garfield foi assassinado. E não foi o único presidente norte-americano morto por eles, como veremos adiante. Para podermos entender melhor quem são os moneychangers (ou argentários), é necessário retornar no tempo até cerca de 200 A.C., quando pela primeira vez tem-se registro da “usura”. Entre as várias definições do Aurélio para usura encontramos juro exorbitante, exagerado, lucro exagerado, mesquinharia. Dois imperadores romanos foram assassinados por terem pretendido implantar leis de reforma limitando a propriedade privada de terras ao máximo de 500 acres e liberando a cunhagem de moedas, que era feita pelos especuladores. Em 48 A.C., Júlio César recuperou o poder de emitir moeda, tornando-o disponível para qualquer um que possuísse ouro ou prata. Também acabou assassinado. Em seguida, as pessoas comuns perderam suas casas e seus bens, da mesma forma como temos assistido acontecer na crise norte-americana das hipotecas.


Na época de Jesus, há 2 mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo através da cobrança de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. Vários historiadores estimam que os cofres dessa corte continham vários milhões de dólares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religião imposta por esses líderes. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacrílega de Israel e também acabou morto na cruz.


Nos séculos seguintes, os moneychangers continuaram a expandir a arte da usura em todos os segmentos da vida, criando expansões e contrações financeiras, de geração em geração enfrentando monarcas e líderes políticos que queriam erradicá-la. Sempre em vão. A cada bem-sucedida (e rara) tentativa de eliminá-la, a usura voltava com mais força ainda, respaldada pela ganância e o poder dos fortes e ricos contra os fracos e pobres. Na Idade Média, o Vaticano proibiu a cobrança de juros sobre os empréstimos, com base nos ensinamentos e na doutrina eclesiástica de Aristóteles e São Tomás de Aquino. Afirmou que “o propósito do dinheiro é servir à sociedade e facilitar a troca de bens necessária à condução da vida”. De nada adiantou, eis que a própria Igreja conspirava com o Estado para acumular dinheiro e poder através dos séculos e controlar os oprimidos com os “castigos” e as “bênçãos” do Todo Poderoso. Os argentários usavam os juros para praticar a usura, que hoje é consagrada por lei através da prática bancária. Já naquela época, vários religiosos e teólogos condenavam a escravização econômica resultante da usura mas como podemos observar a situação mudou muito pouco nos últimos 500 anos.


Na medida em que a usura foi se instalando em todas as camadas sociais, os moneychangers foram ficando cada vez mais ousados em suas manipulações financeiras e foi assim que surgiu o famigerado conceito do fractional reserve lending, ou “empréstimo baseado em reserva fracional” ou “empréstimo sem cobertura ou lastro”. Embora de enunciado complexo, a prática é muito simples. Significa emprestar mais dinheiro do que se tem em caixa e transformou-se na maior fraude de todos os tempos, principal responsável pela vasta pobreza que assola o mundo até hoje e pela redução sistemática do valor do dinheiro. A descrição dos economistas sobre os chamados “ciclos econômicos”, nada mais é do que a identificação dos períodos de expansão e retração determinados pelos bancos em todo o mundo, através do fractional reserve lending. Eles simplesmente adotaram as regras do passado e continuaram a praticá-las até hoje.


A prática do “empréstimo sem lastro” continuou se expandindo antes mesmo do surgimento dos bancos, alimentada pelos ourives e mercadores de ouro e prata, que guardavam os metais nobres da população em custódia para não serem roubados. Logo esses negociantes – na realidade meros agiotas – perceberam que a maioria das pessoas morria e não voltava para buscar seus bens, legando-os à herança familiar. Foi quando começaram a emprestar dinheiro a juros, geralmente em quantias muito superiores ao ouro e prata que possuíam guardados em custódia. O recibo da custódia foi provavelmente o primeiro embrião do dinheiro de papel que temos hoje, pois com ele, a pessoa podia adquirir mercadorias e bens no grande mercado. Com a contínua expansão desse negócio ilícito e usurário, logo os moneychangers puderam abrir lojas específicas para empréstimos, advindo daí a origem dos bancos modernos.


O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote “people’s bank” (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro. As dívidas com o Banco da Inglaterra de centenas de gerações posteriores, representadas ou pela própria monarquia inglesa ou pelo governo, foram asseguradas através da criação de taxas impostas à população, que viriam a se transformar no Imposto de Renda como hoje o conhecemos. O modelo do Banco da Inglaterra rapidamente se transformou no modelo para os bancos centrais de todos os países no mundo atual. Os agiotas descobriram que é muito mais lucrativo emprestar para monarcas e governos do que para cidadãos comuns. Através da dívida, tornavam-se literalmente credores e soberanos de nações inteiras.


Em suma: Os argentários colocavam um banco privado a cargo de todas as finanças e operações econômicas de um país, o que equivale a entregar a nação a uma organização mafiosa que controla a economia com a finalidade de lucro e assim mantém a população totalmente refém (escrava) de suas políticas financeiras.


No início do Século XVIII, cerca de 50 anos depois que o Banco da Inglaterra já estava operando, um alemão chamado Amshel Moses Bauer¹, ourives e agiota que vivia em Frankfurt, na Alemanha, começou um negócio a que denominou de Rothschild, pois a insígnia na porta da loja era uma águia romana sobre um escudo vermelho. Rothschild significa “escudo vermelho” em alemão. O negócio prosperou e em 1743 ele mudou seu próprio nome para Amshel Moses Rothschild. Ele tinha cinco filhos e, ao atingirem a maioridade, ele enviou cada um a uma capital comercial da Europa para emprestar dinheiro a juros, principalmente às monarquias e reinos. O mais velho, Amshel, ficou em Frankfurt; Solomon foi para Viena; Nathan para Londres, Jacob para Paris e Carl para Nápoles. Assim foram plantadas as sementes que permitiram à mais poderosa e rica família da história do mundo reinar nos séculos seguintes da evolução da humanidade, com o único propósito de lucro e poder, seja qual fosse o custo. Gerações seguidas dos Rothschild e seus correligionários exercem – e continuam exercendo – poder sobre a sociedade mundial, utilizando-se da antiga prática da usura e do fractional reserve lending.


Já donos de uma fortuna incalculável obtida com os empréstimos a todos os países europeus os Rothschild se envolveram vigorosamente nos financiamentos ao governo inglês para as colônias da América, acabando por indiretamente causar a independência norte-americana quando restringiram o crédito e aumentaram salgadamente as taxas cobradas aos pilgrims. Mesmo após a independência, logo implantaram o modelo de banco central no Novo Continente, para expandir ainda mais os seus lucros. Durante a primeira metade do século XIX nos Estados Unidos, pelo menos três vezes os opositores do sistema agiotário lograram êxito em fechar o banco, entre eles os presidentes James Madison e Andrew Jackson, mas ele sempre ressurgia. Foi durante a Guerra Civil norte-americana que os conspiradores lançaram o seu mais bem-sucedido esforço nesse sentido. Judah Benjamin, principal assessor de Jefferson Davis (na época presidente dos Estados Confederados da América), era um agente dos Rothschild. A família plantou assessores no gabinete do presidente Abraham Lincoln e tentou vender-lhe a idéia de negociar com a Casa de Rothschild. Lincoln desconfiou de suas intenções e rejeitou a oferta, tornando-se inimigo figadal da família e acabou assassinado a tiros num teatro. Investigações sobre o crime revelaram que o assassino era membro de uma sociedade secreta cujo nome jamais foi revelado pois vários altos funcionários do governo norte-americano eram membros. O fim da guerra civil abortou temporariamente as chances dos Rothschild de por as mãos no sistema monetário dos Estados Unidos, como já faziam com a Inglaterra e todos os países da Europa. Mas apenas temporariamente.


Anos depois, um jovem imigrante, Jacob H. Schiff, chegou a Nova Iorque. Nascido em uma das casas dos Rothschild em Frankfurt, ele chegou à América do Norte com um objetivo definido: comprar ações de um grande banco para gradualmente adquirir o controle sobre o sistema financeiro norte-americano. Schiff comprou quotas de participação numa empresa chamada Kuhn & Loeb, uma famosa casa privada de financiamentos. Entretanto, para cumprir sua missão, ele precisaria obter a cooperação de “peixes grandes” do segmento bancário norte-americano. Tarefa difícil para o humilde jovem alemão oriundo dos subúrbios de Frankfurt. Mas Schiff tinha trunfos: Ele era enviado dos Rothschild e ofereceu ações européias de alto valor para distribuição no mercado norte-americano. Foi no período pós-guerra civil que a indústria norte-americana efetivamente começou a florescer para se transformar no colosso da atualidade. Com a decretação da paz e a expansão para o Oeste, havia estradas-de-ferro para construir, ligando as duas costas continentais do país, além da nascente prospecção petrolífera, das siderúrgicas e das empresas têxteis, para citar apenas algumas. Tudo requeria financiamento e não havia dinheiro suficiente no jovem país do Norte. A Casa de Rothschild ponteava no cenário europeu e tinha recursos abundantes, resultado da vigorosa especulação financeira empreendida em todos os centros comerciais da Europa nos 150 anos anteriores, emprestando dinheiro a monarcas, governos e parlamentares.


O jovem Schiff rapidamente se tornou padrinho de homens como John D. Rockefeller, Andrew Carnegie e Edward Harriman. Com o dinheiro dos Rothschild, ele financiou a Standard Oil Company (hoje a poderosa ESSO, acrônimo das duas letras que formavam a abreviação da empresa em inglês: S.O. – leia-se ESS-O), as ferrovias Union Pacific Railroad e Southern Pacific Railroad e o império do aço de Carnegie, com sua Carnegie Steel Company, que consagrou a cidade de Pittsburgh, no Estado norte-americano da Pennsylvania, como a capital mundial do aço. Foi apenas uma questão de tempo para Jacob Schiff deter o controle da comunidade bancária de Wall Street, em Nova Iorque, que já incluía os Lehman Brothers², Goldman-Sachs e outros grupos internacionais até hoje atuantes no mercado financeiro, todos eles desde àquela época controlados pelos Rothschild. É possível resumir a situação de forma bem simples: Schiff era o “chefe” do mercado financeiro de Nova Iorque e controlava o dinheiro dos Estados Unidos. Assim foi preparado o bote sobre o sistema financeiro norte-americano. Com seus cinco filhos firmemente encastelados em todos os centros financeiros da Europa, a família Rothschild logo ascendeu à posição de mais rica família do planeta. Esta situação persiste até hoje, embora eles professem uma postura de discrição, avessa à mídia e à divulgação. Nenhuma família ou grupo empresarial possui tanto poder e controle financeiro em todos os países do mundo como os Rothschild. E isto há 250 anos.


Sua fabulosa fortuna foi conseguida através da prática do fractional reserve lending (“empréstimo sem lastro”), que consistia em multiplicar o dinheiro a partir das vastas somas de dinheiro depositadas pelas pessoas em suas casas de custódia (brokerage and escrow houses) espalhadas pela Europa através do empréstimo de dinheiro de papel a monarcas e governos. Uma de suas práticas mais determinadas era a de financiar os dois lados de uma guerra, garantindo assim, no mínimo, a duplicação de seus lucros com os juros cobrados, vencesse quem vencesse³.


Os moneychangers não se aliavam a determinado partido ou tendência política; para eles só existia a finalidade do lucro. Em algum tempo, a família Rothschild tomou conta de todos os bancos centrais do mundo – voltados unicamente para o lucro e não para a administração da economia dos seus respectivos países – e com a inteligente operação de sua inesgotável fortuna tornaram-se agentes determinantes na criação dos Estados Unidos da América, que viria a se tornar o país mais rico e poderoso do mundo. Não se trata de mera coincidência, pois foi a opressão inglesa sobre o Novo Mundo com a cobrança de taxas pelo Banco da Inglaterra que acabou por desencadear a revolução que criou os EUA.


Benjamim Franklin, inventor, cientista, político e diplomata do Século XVIII, artífice da aliança com a França, que auxiliou a independência norte-americana, afirmou o seguinte ao Banco da Inglaterra, que tencionava financiar a nova república norte-americana através da estratégia da usura (fractional reserve lending): “É muito simples. Aqui nas colônias nós emitimos nossa própria moeda, que se chama Colonial Script4. Emitimo-la na exata proporção das necessidades do comércio e da indústria, para tornar os produtos mais móveis entre os produtores e os consumidores. Desta forma, criando nosso próprio dinheiro de papel, controlamos o seu poder de compra e não precisamos pagar juros a ninguém”.


O controle do sistema monetário dos EUA está totalmente investido no Congresso Norte-americano, eis por que Jacob Schiff seduziu os parlamentares a bypassar (não usar) a Carta Magna estadunidense e passar esse controle aos moneychangers. Para que essa transição fosse integralmente bem-sucedida e a população do país não pudesse fazer nada a respeito, seria necessário que o congresso norte-americano promulgasse uma peça de lei específica. Como conseguir isso? Através de um presidente sem moral e sem escrúpulos, que assinasse o projeto de lei.


Nos quase 200 anos que se passaram entre a independência norte-americana e a criação do Federal Reserve Bank (Banco Central dos Estados Unidos), popularmente conhecido como “Fed”, várias vezes a família Rothschild tentou controlar a emissão de moeda nos EUA. Em cada tentativa, eles procuraram estabelecer um banco central privado, operando apenas com a finalidade de lucro e não para administrar ou proteger a economia norte-americana. Cada uma dessas tentativas até 1913 foi oposicionada por políticos decentes e honestos, a maioria dos quais acabou assassinada por encomenda dos moneychangers (como aqueles que morreram no afundamento encomendado do navio Titanic).


O Fed começou a operar com cerca de 300 pessoas e outros bancos que adquiriram quotas de US$ 100.00 (a empresa é fechada, não negocia ações em bolsa) e se tornaram proprietários do Federal Reserve System. Criaram uma mastodôntica estrutura financeira internacional com ativos incalculáveis, na casa dos trilhões de dólares. O sistema FED arrecada bilhões de dólares em juros anualmente e distribui os lucros aos seus acionistas. Some-se a isso o fato de que o congresso norte-americano concedeu ao FED o direito de emitir moeda através do Tesouro Americano (Dept. of the Treasury) sem cobrança de juros. O FED imprime dinheiro sem lastro, sem qualquer cobertura, e empresta-o a todas as pessoas através da rede de bancos afiliados, cobrando juros por isso. A instituição também compra dívidas governamentais com dinheiro impresso sem lastro e cobra juros ao governo norte-americano que acabam incidindo sobre as contas do cidadão comum pagador de impostos.


O Federal Reserve Bank (Banco Central norte-americano) é, na realidade, a ponta-líder de um conglomerado de bancos internacionais e pessoas físicas unicamente dedicados a perseguir o lucro, todos a seguir identificados, o que constituiu a revelação de um dos maiores segredos dos últimos 100 anos:


Rothschild Bank of London

Warburg Bank of Hamburg

Rothschild Bank of Berlin

Lehman Brothers of New York*

Lazard Brothers of Paris

Kuhn Loeb Bank of New York

Israel Moses Seif Banks of Italy

Goldman, Sachs of New York

Warburg Bank of Amsterdam

Chase Manhattan Bank of New York

First National Bank of New York

James Stillman

National City Bank of New York

Mary W. Harnman

National Bank of Commerce, New York

A.D. Jiullard

Hanover National Bank, New York

Jacob Schiff

Chase National Bank, New York

Thomas F. Ryan

Paul Warburg

William Rockefeller

Levi P. Morton

M.T. Pyne

George F. Baker

Percy Pyne

Mrs. G.F. St. George

J.W. Sterling

Katherine St. George

H.P. Davidson

J.P. Morgan (Equitable Life/Mutual Life)

Edith Brevour

T. Baker

*A empresa Lehman Brothers pediu concordata em setembro de 2008, através da Seção Onze do U.S. Bankruptcy Code (Chapter Eleven)


Veio o Vigésimo Século e os moneychangers, sempre representados pelos Rothschilds e seus áulicos, já estavam firmemente estabelecidos com seus bancos centrais e sua prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) em todas as grandes capitais européias. Era a hora de devotar atenção total aos Estados Unidos da América, a nova nação emergente do mundo. Ainda não existia um banco central norte-americano, pois as várias tentativas de estabelecê-lo ao longo do Século XIX foram infrutíferas. Finalmente, em 23.12.1913, durante um recesso de Natal do Congresso, em que apenas três senadores retornaram à capital, Washington, para votar, foi perpetrado um dos maiores atos de vilipêndio contra o povo norte-americano de que se tem notícia. Sob a presidência de Woodrow Wilson, um democrata que chegou ao cargo alardeando a bandeira de nunca permitir a criação de um banco central, foi promulgado o Federal Reserve Act (Ato da Reserva Federal), que instituiu um banco central privado, “disfarçado”, não apenas para dominar a emissão de moeda mas também para cobrar juros sobre essa emissão. Nada mais do que a milenar prática da usura. Uma verdadeira quadrilha estava em ação naquela época, dedicada a alimentar o sucesso da prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro), que incluía J.P. Morgan (John Pierpont Morgan)5 e que serviria de fundamento para a passagem tranqüila da legislação que criou o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Todos foram escolhidos a dedo pelos Rothschild e preparados para esse desfecho em 1913. Já famoso e muito rico, J.P. Morgan, que circulava com desenvoltura em todos os altos escalões do governo norte-americano, começou a procurar um futuro presidente que apoiasse as idéias dos moneychangers de criar um banco central privado, com a finalidade primígena de lucro. Foi assim que conheceu Woodrow Wilson, então reitor da Universidade de Princeton, no Estado de Nova Jérsei.


O Federal Reserve System foi o desdobramento direto dessa aproximação de Morgan com Woodrow Wilson, mesmo diante das várias e infrutíferas tentativas de criar um banco central nos EUA ao longo do Século XIX e que resultaram em pelo menos dois presidentes assassinados por oporem-se a essa idéia. O simples apoio de Wilson às idéias dos moneychangers constituiu um ato de alta traição. Um dos comentários públicos de Wilson sobre o assunto teria sido o seguinte: “Todos os nossos problemas econômicos seria solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país”. Essa assertiva confirmou as circunstâncias da verdadeira usurpação que os moneychangers estavam prestes a praticar para adquirir o controle fiscal e monetário dos Estados Unidos.


O deputado republicano Charles A. Lindbergh, do Estado de Minnesota, declarou: “Aqueles que não simpatizam com o poder financeiro dessa turma serão banidos dos negócios e a população será atemorizada com as mudanças nas leis bancárias e monetárias”. Os inocentes cidadãos norte-americanos foram mais uma vez tragados para a noção da criação de um banco central e a conseqüente escravização econômica. O senador Nelson Aldrich, de Rhode Island, se tornou o líder da National Monetary Commission, composta de moneychangers fiéis a J.P. Morgan. A finalidade desta comissão era estudar e recomendar ao congresso americano mudanças no sistema bancário do país para eliminar quaisquer problemas que surgissem da oposição à intenção primordial de lucro financeiro. O senador Aldrich era o porta-voz das mais abastadas famílias da América, estabelecidas na costa leste. Sua filha casou-se com John D. Rockefeller Junior e deles nasceram cinco filhos: John, Nelson (que se tornou vice-presidente em 1974), Lawrence, Winthrop e David, depois dono e chairman do Chase Manhattan Bank. Assim que a comissão foi instalada, o senador Aldrich embarcou num tour de dois anos pela Europa, para consultas com os bancos centrais do velho continente (Inglaterra, França e Alemanha). Somente a viagem custou aos cofres públicos norte-americanos cerca de US$ 300,000.00, uma soma fabulosa para aqueles tempos.


Logo após seu retorno em 1910, Aldrich reuniu-se com alguns dos mais ricos e poderosos homens norte-americanos em seu vagão ferroviário privativo e todos partiram secretamente para uma ilha na costa do Estado da Geórgia, Jekyll Island. Junto com eles viajou um certo Paul Warburg, que recebia um salário de US$ 500,000.00 anuais pago pela empresa Kuhn, Loeb & Co. para conseguir a aprovação da lei de criação do banco central norte-americano e era sócio de ninguém menos do que o alemão Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt. Na época, Schiff estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.


Essas três famílias financeiras européias, os Rothschilds, os Schiffs e os Warburgs estavam todas ligadas pelo matrimônio ao longo dos anos, assim como os Rockefellers, Morgans e Aldrichs, nos EUA. O segredo desta reunião insular na Geórgia foi tão grande que os participantes foram instruídos a usar somente seus primeiros nomes para evitar que serviçais e criados descobrissem suas verdadeiras identidades.


Anos depois, um dos participantes dessa secretíssima reunião, Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante e protegé da família Rockefeller, confirmou a realização do evento. Citado numa reportagem do jornal Saturday Evening Post de 09.02.1935 ele disse: “Eu me portei secretamente e furtivamente como qualquer conspirador. Nós sabíamos que se vazasse qualquer informação de que estávamos impondo ao congresso norte-americano uma nova legislação bancária não teríamos a menor chance de sua aprovação”.


A idéia principal da reunião em Jekyll Island era desdobrar a intenção principal de reintroduzir um banco central privado para controlar o dinheiro dos Estados Unidos. Não para o povo norte-americano, mas para os moneychangers da Europa e de Nova Iorque. A atração do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) era simplesmente irresistível para os gananciosos argentários. Essa conspiração dos banqueiros privados norte-americanos para seqüestrar a economia norte-americana se tornava cada vez mais importante diante da competição dos pequenos bancos estatais do país. Como o próprio senador Aldrich diria anos depois: “Antes da promulgação do Federal Reserve Act (em 1913) os banqueiros novaiorquinos dominavam apenas as reservas monetárias de Nova Iorque. Agora controlamos as reservas do país inteiro.” John Rockefeller disse a respeito: “A competição é um pecado, temos que demovê-lo”.


O crescimento da economia norte-americana prosperou e as grandes corporações do país começaram a se expandir a partir de seus fabulosos lucros. Como os moneychangers não possuíam voz ativa sobre essa expansão, que se processava em nível corporativo longe de seus tentáculos pois a indústria estava se tornando independente deles, algo tinha que ser feito para mudar a situação. O nome do Banco Central americano consagrado naquela reunião secreta de Jekyll Island, na Geórgia, Federal Reserve Bank, foi escolhido para dar a impressão de que a instituição era pública, sem fins lucrativos e para administrar a economia norte-americana em nome dos cidadãos contribuintes. Ledo engano. O nome foi apenas uma cortina de fumaça para esconder a intenção monopolista e opositora à concorrência da nova instituição, que tinha a exclusividade de imprimir as cédulas do dinheiro norte-americano, criando dinheiro do nada, sem quaisquer lastro ou reservas e emprestando-o às pessoas sob juros.


Mas como é mesmo que o Fed cria dinheiro do nada? Comecemos com os bonds, ou letras do tesouro. São promessas de pagamento (ou IOUs, no acrônimo em inglês, originado de I owe you, “eu devo a você”). As pessoas compram esses títulos para garantir uma taxa de juros segura no resgate futuro. Ao final do prazo do papel, o governo repaga o valor principal mais juros e o título é destruído. Atualmente existem cerca de US$ 5 trilhões desses papéis em poder do público. Agora, eis os quatro passos adotados pelo banco central norte-americano para criar dinheiro do nada:


• O Federal Open Market Committee (Comitê Federal do Mercado Aberto) aprova a compra de letras do Tesouro Norte-americano no mercado aberto. Esses títulos são comprados pelo banco central norte-americano, o Federal Reserve Bank. O Fed paga pelos títulos com créditos eletrônicos emitidos em favor do banco vendedor. Esses créditos não têm origem, não possuem qualquer lastro. O Fed simplesmente os cria e os bancos utilizam esses depósitos como reservas. Como, segundo a prática do fractional reserve lending6 ou FRB, os bancos podem emprestar dez vezes mais do que o valor efetivo de suas reservas e sempre a juros, rapidamente eles conseguem produzir dinheiro do nada quando os tomadores começam a pagar os seus empréstimos. Que por sua vez surgiram do nada. O sistema FRB permite aos bancos não ter lastro em caixa equivalente aos depósitos dos clientes, vale dizer, se todos os correntistas resolvessem sacar o seu dinheiro, o banco não teria como pagá-los, como aconteceu no crash da bolsa de Wall Street em 1929, do qual os moneychangers foram os únicos beneficiários e retomaram todas as propriedades e os bens do povo norte-americano para revendê-los nos anos seguintes com grande lucro.


Desta forma, se o Fed adquirir, digamos, US$ 1 milhão em títulos, este valor se transformará automaticamente em US$ 10 milhões, do nada, sem qualquer lastro ou cobertura. O Fed simplesmente aciona sua gráfica e “imprime” os outros US$ 9 milhões e começa a emprestar o dinheiro a juros no mercado, através da rede bancária comercial. Assim, o banco central norte-americano cria 10% do total desse dinheiro novo e os demais bancos criam os 90% restantes. Isto expande a quantidade de dinheiro em circulação e amplia o crédito e o consumo, levando as pessoas a comprarem mais e gastarem mais, inflando as estatísticas de crescimento nacional. Mas a verdadeira intenção desta operação é mais sinistra. Pretende o controle absoluto sobre a economia. Para reduzir a quantidade de moeda circulante e provocar uma recessão, o processo é simplesmente revertido. O Fed vende os títulos ao público e o dinheiro sai dos bancos dos adquirentes. Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque, como vimos, o Fed criou US$ 9 milhões do nada.


Mas, a duvida persiste: Como estas operações deliberadas de inflação e deflação beneficiaram os grandes banqueiros privados que se reuniram secretamente em Jekyll Island para planejar a monopolização do sistema monetário norte-americano e dominar a emissão de moeda? Simples. Modificou radicalmente a reforma bancária realmente necessária para criar um sistema de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks7 do presidente Abraham Lincoln, representados por papel-moeda impresso e emitido pelo governo norte-americano durante a Guerra Civil (1861-1865), um conflito entre os Estados do norte contra os do sul. Lincoln, tal como seus antecessores Jackson8 e Madison9, era radicalmente contra o estabelecimento de um banco central, pois já conhecia a estratégia dos moneychangers. Ele favorecia a emissão da moeda nacional diretamente pelo Tesouro, um departamento cuja função era exatamente essa, a de atuar como administrador da corrência do país. Quando o Tesouro emite moeda, cada dólar impresso vale exatamente isso: Um dólar, pois nasce consagrado pela confiança da população e pela certeza de que o dinheiro está sendo emitido sem especulação, sem incidência de juros. O dinheiro emitido pelo Federal Reserve, por outro lado, é exatamente o oposto. Traz embutidos juros e tem a intenção firme de lucrar ao ser “emprestado” ao governo, pois é isso o que o banco central faz: Empresta dinheiro ao governo norte-americano a juros. Em outras palavras, a tão propalada missão de “guardião da moeda”, e “banco do povo”, conceitos consagrados lá atrás através da criação do Banco da Inglaterra, nada mais é do que lucrar a qualquer custo e ainda controlar a emissão de moeda de um país. A estrutura do banco central favorece a centralização da oferta de moeda nas mãos de algumas poucas pessoas, com pouquíssmo controle político exercido pelo governo estabelecido.


Desde a proclamação da independência norte-americana que políticos sérios e comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da população da América do Norte se insurgiram contra os moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: “Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo norte-americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, deprivando-as de todo o seu patrimônio até o dia em que seus filhos acordem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram”.


Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed (atualmente Paul Bernanke). O chefe do Fed é indicado pelo presidente da República, mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo. Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros “xerifes” da economia norte-americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.


A criação do Federal Reserve Bank em 1913, consolidou definitivamente o controle dos moneychangers sobre o sistema financeiro norte-americano, impedindo o retorno de uma política monetária de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks de Lincoln, e permitindo aos banqueiros criar 90% do dinheiro dos Estados Unidos baseado apenas no conceito de fractional reserves (reservas fracionais, sem lastro que garantisse a totalidade dos recursos) e emprestá-lo a juros. Menos de duas décadas após sua criação, a grande contração de crédito realizada pelo Fed no início dos anos 30 do Século XX causaria a Grande Depressão de 1929. A independência do Banco Central norte-americano só aumentou desde então, através da promulgação de inúmeras novas leis. A estratégia para enganar o público e fazê-lo pensar que o Fed era controlado pelo governo foi a criação de uma junta governante (Board of Governors) apontada pelo presidente do país e aprovada pelo senado. Os banqueiros tinham apenas que garantir que seus correligionários fossem os escolhidos para a junta, o que não era difícil, já que os banqueiros tinham dinheiro e dinheiro compra influência política em qualquer lugar do mundo.


Logo após a reunião secreta de Jekyll Island, teve lugar uma verdadeira blitz de relações públicas. Os grandes banqueiros de Nova Iorque criaram um fundo educacional de US$ 5 milhões para financiar professores em universidades americanas importantes, em troca de apoio ao novo banco central. O primeiro a ser cooptado foi justamente Woodrow Wilson, de Princeton, que viria a ser tornar presidente dos EUA. Uma das primeiras ações legislativas dos moneychangers com o novo Fed foi uma lei conhecida como Aldrich Bill (”Lei Aldrich”) que logo foi apelidada pelo público como Banker’s Bill, pois beneficiava apenas as grandes instituições financeiras. O congressista Lindbergh, pai do famoso aviador Charles Lindbergh que pela primeira vez cruzou o Atlântico sem escalas em 1927 voando num monomotor, disse: “O plano de Aldrich é o plano de Wall Street. Significa novo pânico financeiro, se necessário, para intimidar a população. O político Aldrich, pago pelo governo norte-americano para representar o povo no Congresso, em vez disso, está propondo um plano para o grande capital”.


A lei não foi aprovada. Os moneychangers então, através dos banqueiros novaiorquinos, financiaram Woodrow Wilson como o candidato democrata à presidência dos EUA. Coube ao filantropo e financista Bernard Baruch a tarefa de “doutrinar” Wilson nesse sentido, em 1912. Tudo estava pronto para o ataque final dos moneychangers europeus ao sistema financeiro do Novo Mundo. Essa luta já vinha desde os tempos da presidência de Andrew Jackson, ferrenho opositor da idéia de um banco central privado. Mas a capacidade de manobra do dinheiro logo se revelaria determinante, quando William Jennings Bryan, assessor de Jackson e vigoroso obstáculo entre os moneychangers e seu objetivo, sem saber da doutrinação empreendida por Baruch, apoiou a candidatura democrata de Wilson. Logo seriam traídos. Durante a campanha presidencial, os democratas tiveram o cuidado de “fingir” que oposicionavam a lei Aldrich. Vinte anos depois, o congressista Louis McFadden, democrata da Pennsylvania, diria: “A lei Aldrich foi abandonada no nascedouro quando Woodrow Wilson foi nomeado candidato à presidência norte-americana. Os líderes democratas prometeram à população que se fossem guindados ao poder não estabeleceriam um banco central para controlar as finanças da nação. Treze meses depois esta promessa foi quebrada e a nova administração do presidente eleito Wilson, sob a égide das sinistras figuras de Wall Street, estabeleceu a monárquica instituição do “banco do rei”, nos mesmos moldes do Banco da Inglaterra, para controlar integralmente o sistema monetário dos Estados Unidos da América.


Após a eleição de Wilson, os magnatas J.P. Morgan, Warburg e Baruch apresentaram um novo projeto de lei, que Warburg denominou de Federal Reserve System. O partido democrata ovacionou o projeto, apontando-o como radicalmente diferente da lei Aldrich. Na realidade, a lei era praticamente idêntica em quase todos os seus aspectos. E foi assim que, no dia 22 de dezembro de 1913, às 11h da manhã, com um quórum ínfimo de apenas três senadores e apoiada pelo próprio presidente Woodrow Wilson, o Federal Reserve Act foi aprovado sem dissidências. Naquele mesmo dia, o congressista Lindbergh alertara: “Essa lei estabelece um mastodôntico feudo monetário (money trust) na Terra. Quando o presidente assiná-la, um governo invisível representado pelo poder monetário será legalizado em nosso país. As pessoas podem não perceber imediatamente, mas a verdade virá à tona no futuro. O pior crime legislativo da História está sendo perpetrado por essa lei dos banqueiros”.


Esse verdadeiro ato de ganância e traição ao povo norte-americano foi o resultado de uma longa batalha entre os moneychangers da Europa e os políticos norte-americanos honestos. O sistema de fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) seria para sempre o desejo dos mercadores, agiotas e usurários e efetivamente nunca mudou desde o início do Renascimento quando começou a ser praticado. Outro ingrediente fundamental dessa equação era a taxação do povo e que foi consagrada na nova lei. A constituição norte-americana, tal como foi redigida, não apenas precluía o governo de editar quaisquer leis (essa prerrogativa cabia somente ao Congresso) como também vetava a imposição de quaisquer taxas sobre a população. Apenas os Estados podiam criar taxas e emolumentos, como fora o desejo dos founding fathers. A curiosa coincidência é que apenas semanas antes da promulgação do Federal Reserve Act, o Congresso havia aprovado uma lei criando o imposto de renda. Até hoje historiadores e estudiosos têm dúvidas se esta lei foi adequadamente ratificada antes de entrar em vigor (não foi, pelo número insuficiente de estados ratificadores necessário para ter valor legal).


O modelo de banco central criado pelos moneychangers nos Estados Unidos, com fundamento no pioneiro Bank of England, ganharia o mundo no Século XX e hoje todos os países do planeta possuem um banco central igual ou similar, baseado num sistema de impostos como garantia do dinheiro que emprestam, a juros, aos governos de seus próprios países, literalmente mantendo esses governos e a população reféns de suas gananciosas políticas monetárias, expandindo e contraindo o crédito como melhor lhes apraz. O líder inconteste dessa atividade é o Fed norte-americano, que “dita as regras” para seus congêneres em redor do mundo, mas o mecanismo é exatamente esse.


Como o Fed é um banco privado, sua intenção primordial é criar grandes dívidas junto ao governo e aplicar juros sobre elas e, como garantia de pagamento, precisa de um sistema de impostos à prova de erros. Desde os primórdios das atividades da família Rothschild na Europa que os moneychangers sabiam que a única garantia real de recuperar os seus empréstimos a reis, monarcas e governos era o direito do devedor de taxar a população.


Em 1895 a Suprema Corte norte-americana considerou inconstitucional uma forma similar de taxação do público. Mais uma vez o senador Aldrich veio em socorro dos moneychangers e empreendeu vigoroso lobby no Congresso para provar que a nova taxação era necessária. E teve sucesso. Seus colegas congressistas acederam, sem se dar conta de que haviam votado o “elo perdido” do tabuleiro de xadrez dos moneychangers em sua jornada para dominar os Estados Unidos da América no século seguinte, bem como o resto do mundo com seu conceito de “bancos centrais privados”.


Em outubro de 1913 o senador Aldrich apresentou novo projeto de lei fiscal no congresso, dando ao governo federal o direito de cobrar impostos, o que era apenas permitido aos Estados da união. Para os moneychangers era essencial que o governo federal pudesse taxar a população, sob pena de não conseguirem dar seguimento à estratégia de criação de dívidas crescentes com aplicação de juros. Essa estratégia foi repetida em todos os países do mundo durante o Século XX até que todos se tornassem devedores de seus bancos centrais e garantissem os empréstimos através da cobrança de impostos (principalmente o imposto "de renda") do público.


Revendo a história do Vigésimo Século e a dos Estados Unidos em particular, podemos observar claramente como a sombra gananciosa e sinistra dos poderosos moneychangers manipula a agenda planetária até hoje. A prática de financiar os dois lados de um conflito, por exemplo, tornou-se uma de suas atividades regulares, opondo o capitalismo ao comunismo e este ao socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle em suas mãos.


Eles financiavam um dos lados até que estivesse suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiavam o lado oposto e deixavam ambos se destruírem até ficarem sem recursos. A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que se haviam atirado era criar mais e mais impostos para satisfazer à ganância e à usura dos argentários10.


Não é difícil pintar o quadro real desta fraude. O risco que os moneychangers corriam era mínimo, pois os empréstimos que faziam eram apenas constituídos de cédulas de papel criadas do nada, através do sistema do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro). A prática se tornou até mais fácil com o advento dos computadores, que simplesmente adicionaram mais zeros às operações, nas telas desses equipamentos. Os cidadãos dos países devedores eram a garantia dos empréstimos enquanto continuavam a pagar seus impostos e estavam submetidos às diretrizes de seus governos estabelecidos. Foi assim que os moneychangers europeus ganharam controle sobre as inocentes massas da civilização do planeta e continuam a detê-lo na atualidade.


Para termos uma idéia da ativa participação dos moneychangers na Primeira Grande Guerra (1914-1918) é preciso entender que o conflito era essencialmente entre a Rússia e a Alemanha. A França e a Inglaterra foram partícipes involuntários. Entretanto, ambos os países tinham membros da família Rothschild no controle de seus bancos centrais, mantendo-os reféns econômicos juntamente com suas colônias ultramarinas. Os moneychangers insuflaram a guerra sob o pretexto da defesa nacional, financiando todos os lados envolvidos até a exaustão física e material. Depois de quatro anos de derramamento de sangue, os argentários reuniram-se com todos os envolvidos e desenvolveram um sistema de taxação para pagar as dívidas de guerra, que acabaria por desencadear o surgimento do nazismo e a eclosão da II Guerra Mundial, que funcionou da mesma forma.


A grande restrição creditícia imposta pelo Fed no início dos anos 30 causou a quebra da bolsa novaiorquina de 1929, com impacto em todo o mundo. O presidente Roosevelt acabou por falir a economia norte-americana ao ceder a todos os mandamentos dos moneychangers, inclusive confiscando todo o ouro em poder do público e aplicando severas sanções a quem não o entregasse. Foi assim que surgiu Fort Knox, um dos grandes embustes norte-americanos, famoso na literatura e no cinema por guardar uma imensa fortuna em barras de ouro, mas, que, na realidade, nunca foi auditado desde sua criação há mais de seis décadas e suspeita-se que tenha pouco ou nenhum ouro guardado atualmente, que teria sido enviado aos bancos europeus como garantia de empréstimos feitos pelos argentários ao governo dos EUA.


Dez anos depois do crash, em 1939, todos os players de um lado e de outro do Atlântico estavam tão depauperados que uma nova guerra tornou-se iminente. Os moneychangers, principalmente através do Fed norte-americano, financiaram todos os lados e aguardaram a eclosão do conflito. Até os nazistas receberam dinheiro deles. O projeto Manhattan, que deu aos Estados Unidos a bomba atômica, foi o coup de gras dos especuladores, viabilizando a emergência dos norte-americanos como primeira potência mundial mas também criou as condições essenciais para a Guerra Fria entre os norte-americanos e a União Soviética, mais um projeto de alta lucratividade para os moneychangers nas décadas seguintes com a corrida armamentista bipolar.


A Guerra da Coréia (1950-1953) e do Vietnam (1959-1975) são exemplos das práticas do fractional reserve lending praticada pelos bancos centrais para prover os governos de recursos para custear os conflitos, então já sob controle global dos moneychangers. O assassinato do presidente Kennedy em Dallas, Texas, em 1963, é uma repetição das circunstâncias envolvendo a era de Jesus há 2.000 anos. No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva número 11.110, retirando do Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano. Com uma canetada, o presidente Kennedy criou as condições para encerrar as atividades do Banco Central norte-americano. Essa ordem restaurou ao Departamento do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar deixou de ser nomeado Federal Reserve Note e passou a ser emitido como United States Note e não seria mais emprestado ao governo, seria impresso por ele, sem juros. Essa lei foi sua sentença de morte. Cinco meses depois, em 22.11.63, Kennedy foi assassinado em Dallas por Lee Oswald, que por sua vez foi morto a tiros por Jack Ruby no dia em que daria seu primeiro depoimento público sobre o caso. Jesus também confrontou os moneychangers e o tribunal Sanhedrin do templo judeu, revelando sua ganância monetária, e acabou morto. Diante da possibilidade de perder o controle das massas e o direito de cobrar taxas e impostos, os moneychangers agem rápida e violentamente.


Alguém ainda tem dúvida sobre a origem da atual crise econômica que assola o planeta, iniciada com a retomada dos imóveis da categoria subprime e depois com o desmantelamento da “bolha” de investimentos de Wall Street, cujos efeitos irão impactar severamente todos os países do mundo, lamentavelmente os mais pobres com mais crueldade? Fica fácil compreender o papel dos bancos centrais mundiais, liderados pelo Fed em todas essas crises. Quem é mesmo que está emprestando cerca de US$ 850 bilhões ao mercado nos EUA, injetando dinheiro nas empresas e nos bancos? Ele mesmo, o Fed. Desta forma, expandindo e contraindo o dinheiro em circulação no mercado, os bancos maiores retomam ativos e o patrimônio das pessoas por uma bagatela e os revendem a preços usurários. Milhões de pessoas e negócios vão à falência, perdem suas casas e até a roupa do corpo, enquanto os moneychangers continuam sua opulenta trajetória de acumulação de dinheiro e poder.


Desconhecidas pela grande maioria das pessoas no planeta, essas informações estão a clamar uma decisão séria e definitiva da população diante desse cruel sistema de ganância e poder exercido por um pequeno grupo há mais de 300 anos, em contrapartida aos ensinamentos de amor ao próximo, irmandade e temor a Deus professados pela religião. Será que somos suficientemente civilizados para tomar esta decisão de forma adequada, quer individual ou coletivamente, para as futuras gerações? Ou também nós, diante do dinheiro e de todas as oportunidades e do poder que ele oferece, seremos tomados pela ganância e pela usura?


Uma coisa é certa. A civilização contemporânea, tal como está estabelecida, não subsistirá por muito mais tempo. Os problemas gerados pela cultura do dinheiro, do lucro, da ganância e do individualismo já estão destruindo a natureza do planeta de forma irreversível para os nossos descendentes. Aí reside o cerne da delicada decisão que nossa civilização terá que adotar, mais cedo ou mais tarde.


Se não enfrentarmos vigorosamente o embate milenar entre fortes x fracos e ricos x pobres, buscando ascender a uma consciência coletiva mais humana e amorosa e suprimindo os valores argentários, estaremos certamente acelerando nosso caminho para o fim.


É preciso que alcancemos sabedoria através de um renascimento espiritual, se quisermos deitar o pavimento para a sobrevivência das gerações futuras.


Todas as citações deste artigo, quer no texto principal, quer nos rodapés, podem ser conferidas em livros e matérias atuais e da época ou diretamente pela Internet, através de ferramentas de busca como o Google e outros.


Notas de rodapé e referências

1 Pai de Mayer Amschel (Bauer) Rothschild, autor da afirmação que abre o texto (acima).

2 Pela primeira vez em sua história, a empresa Lehman Brothers viu-se enredada em problemas especulativos e pediu concordata no início de setembro/2008 para evitar a falência.

3 A respeito, veja a história do conflito de Waterloo no Google, utilizando as palavras chave “Waterloo” + “Nathan Rothschild”. É importante realizar a pesquisa com as aspas e o sinal de mais para atingir o resultado esperado.

4 Veja no Google, sempre entre aspas para “focar” a pesquisa.

5 Banqueiro, financista e colecionador de arte americano que dominou o financiamento corporativo e a consolidação industrial no Século XIX, ele articulou a fusão das empresas Edison General Electric e Thompson-Houston Electric Company que se transformou na General Electric, a conhecida GE. Também participou ativamente da criação da United States Steel Corporation, fruto da união da Federal Steel Company com a Carnegie Steel Company, que se tornou uma das grandes siderúrgicas americanas. Doou grande parte de sua fabulosa coleção de arte ao Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque.

6 Fractional Reserve Banking = Sistema Bancário de Reserva Fracional, em que apenas uma pequena fração (às vezes até nenhuma, zero) dos depósitos bancários tem lastro em moeda corrente disponível para saque dos depositantes.

7 Greenback = verso verde. Os dólares impressos por determinação do presidente Abraham Lincoln tinham o verso em cor verde, para diferenciá-los das demais cédulas da moeda norte-americana.

8 Do presidente Andrew Jackson, ao expulsar uma delegação de banqueiros internacionais do Salão Oval da Casa Branca: “Vocês são um ninho de vespas e ladrões cuja única intenção é acampar em torno da administração federal norte-americana com sua aristocracia monetária perigosa para as liberdades do país”.

9 Do presidente James Madison (quarto presidente norte-americano): “A história registra que os moneychangers se utilizaram de toda sorte de abusos, intrigas e de todos os meios violentos possíveis para manter o controle sobre governos através da emissão de moeda”.

10 A propósito, leia sobre “A República de Weimar”, período de inflação galopante na Alemanha entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, em que o poder de compra do marco alemão foi completamente pulverizado pela altas taxas cobradas dos países aliados, vencedores do conflito.


Nehemias Gueiros, Jr. é advogado especializado em Direito Autoral e CyberLaw. Prof. da Fundação Getúlio Vargas/RJ. Prof. da pós-graduação da Escola Superior de Advocacia da OAB/RJ. Consultor Jurídico do site CONJUR (www.conjur.com.br) Rio de Janeiro – Brasil.

Fonte: http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=145629

Marcadores: , ,


This page is powered by Blogger. Isn't yours?