quinta-feira, maio 02, 2024
Simbiose Espiritual
A simbiose espiritual permanece entre os homens, desde as épocas mais remotas, em processos de mediunismo consciente ou inconsciente, através dos quais os chamados "mortos", traumatizados ou ignorantes, fracos ou indecisos, se aglutinam, em grande parte, ao "habitat" dos chamados "vivos", partilhando-lhes a existência, a absorver-lhes parcialmente a vitalidade, até que os próprios Espíritos encarnados, com a força do seu próprio trabalho, no estudo edificante e nas virtudes vividas, lhes ofereçam material para amplas meditações, pelas quais se habilitem à necessária transformação para que se adaptem a novos caminhos e aceitem encargos novos na espiritualidade, à frente da evolução deles mesmos, no rumo de esferas mais elevadas.
Fonte: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, Evolução em Dois Mundos (ditado pelo espírito André Luiz), Editora da Federação Espírita Brasileira, 1958.
Marcadores: Chico Xavier, espiritualidade, mediunidade, mortos, simbiose, vampiros, vivos, Waldo Vieira
sexta-feira, abril 05, 2024
Cuidado !
Oficialmente, milhões de pessoas (adultos e crianças) desaparecem do nosso mundo durante o período de um ano. No entanto, o problema é muito mais grave pois milhões de seres humanos nascem e não são registrados oficialmente, e, portanto, não constam dessa lista de "desaparecidos". Da mesma forma que construímos locais chamados de "galinheiros" para criar galinhas, existem muitos locais chamados de "humaneiros" (por exemplo, nos DUMBs) onde se criam seres humanos para consumo e exportação (inclusive para locais fora da nossa Terra). Quem são os consumidores de seres humanos? São seres humanos degenerados (vampiros) e seres extraterrestres malígnos (existem também seres extraterrestres do bem, que nos ajudam e protegem). Portanto, tome cuidado ao passear sozinho(a), para não acabar fazendo parte involuntariamente do tráfico humano oculto.
Marcadores: desaparecidos, desaparecimento, DUMB, humaneiros, pessoas, seres extraterrestres, tráfico, vampiros
segunda-feira, janeiro 30, 2023
Espelho e Alma
Fonte: https://bennettleeross.com/spirituality/cosmic-commentaries-of-the-century-254/
O que você vê no espelho não é o seu eu físico
É a sua alma
É por isso que os seres que não são deste reino, como os vampiros,
que não têm compaixão e não têm alma ( sem alma = desalmado = sem compaixão )
, não têm reflexo .
Um espelho também pode revelar a sua sombra,
que é o lado negro da sua natureza.
A razão pela qual quebrar um espelho é considerado azar
é porque pode libertar almas presas com raiva
Uma alma que se projetou em outra realidade
Vê nosso mundo como uma projeção desse mundo
Um espelho imita a estrutura de uma realidade
Diferentes versões de você existem em diferentes realidades
Um espelho é uma porta de entrada para outros mundos
Quando você sai da sala sua alma refletida simplesmente desaparece
Portais são áreas com padrões geométricos semelhantes
Se sua consciência ressoar com ela
E você contiver sequências correspondentes
Então você pode entrar
Você pode ficar preso em um reino inferior se não conseguir ressoar uma frequência mais alta para recuperá-lo.
Espelhos de Mercúrio são usados por sociedades secretas
E eram comumente usados na era anterior
Para se comunicar com o outro lado
Há energia ao nosso redor
Damos forma e dimensão às nossas vibrações
Nosso mundo é um reflexo da falta de compaixão dentro de nós
Compaixão é a capacidade de se conectar com os outros a partir do coração
A sobrevivência da humanidade depende da compaixão
O ego foca nas diferenças
A compaixão foca nas semelhanças
Grande parte de nossa realidade física é baseada em nossa mente
Nossa alma é baseada em nossa capacidade de nos conectarmos com os outros
Toda consciência cria padrões de energia
Que produzem som e ondas de luz
Que vibram na matéria
Toda abundância vem do coração.
Tenha consciência do que você vibra e do que deseja!
Marcadores: Alma, compaixão, consciência, ego, espelho, mente, portal, vampiros
domingo, novembro 01, 2020
A Nave Espacial Lua
Alguns trechos de [1].
A Lua é uma construção artificial (ou um planeta escavado por dentro) que foi lá colocada para controlar a vida na Terra. Existem grandes anomalias na Lua. Não tem campo magnético, mas suas rochas são magnetizadas. Tem um fenômeno conhecido como "mascons" (locais com concentração de massa), que são grandes áreas circulares de invulgarmente elevada densidade, com uma correspondente maior força gravitacional local. Os mascons poderão ser uma espécie de construção artificial. Eles estão em vastas áreas de planície lunar, em local conhecido como "maria", onde se pensou antigamente que seriam os mares da Lua. Os reptilianos controlam a Lua e também estiveram envolvidos nas construções megalíticas da Terra, como Stonehenge.
Existem inúmeras indicações que a Lua é oca e já é fato reconhecido que o seu núcleo é muito menos denso que as suas camadas externas. A camada externa mais fina, com uma espessura entre 2,5 e 5 quilômetros, mas que em certos locais é mais espessa, explica porque é que as crateras da Lua não são tão profundas como deveriam ser, se considerarmos os seus diâmetros. Elas são uniformemente rasas. Os corpos estranhos que se chocam com ela não conseguem penetrar mais fundo, devido a uma "base de cerca de 32 quilômetros de espessura".
A Lua não é verdadeira, ela é artificial e está a ser usada para controlar a vida no nosso planeta. A Lua tem uma gigantesca influência nas marés - muito mais que o Sol - e como o corpo humano é constituído por cerca de 70% de água, é natural que ela tenha uma grande influência sobre nós, mesmo só neste nível. A Lua dita também grande parte do nosso relacionamento com o tempo e o termo inglês "month" (que significa mês) deveria ser, na realidade, "moonth" (já que Lua é moon, em inglês), um período de tempo que se baseia nos ciclos da Lua. A percepção de que a Lua é uma gigantesca nave espacial é o nó que ata todas as pontas, não só em relação às anomalias lunares, mas também em relação à vida na Terra e à conspiração para escravizar toda a humanidade. A realidade é que os reptilianos na Lua e em bases subterrâneas em Marte (e na Terra), dependem dos humanos e da Terra, para a sua alimentação e para a sua própria sobrevivência. Esta é a principal razão pela qual eles estão tão desesperados a não serem expostos. A água e outros recursos estão constantemente a ser levados deste planeta para a Lua e para Marte, e este não é um fenômeno recente. As antigas lendas Zulus dizem o mesmo.
Os relatos sumérios dos Anunnaki dizem que eles vieram para a Terra para minar ouro e que conceberam a sua população de escravos humanos geneticamente alterados (nós), para fazerem essa tarefa, na África. No início de 2010, o Pakistan Daily publicou uma história que ninguém na imprensa convencional quis pegar. Alegava que vastas quantidades de barras de ouro em todo o mundo, tinham desaparecido, tendo sido substituídas por barras de tungstênio, banhadas a ouro. O tungstênio, aparentemente, tem a mesma densidade que o ouro, até aproximadamente três décimos. O artigo do Pakistan Daily dizia que no tempo da Administração de Bill Clinton, na qual as políticas financeiras eram controladas por Robert E. Rubin (Sionista Rothschild), Larry Summers (Sionista Rothschid) e Allan Greenspan (Sionista Rothschid), mais de 16 mil toneladas métricas de tungstênio foram produzidas numa sofisticada refinaria dos EUA. Subsequentemente, dizia, 640.000 dessas barras de tungstênio receberam o seu banho de ouro e foram enviadas para o reservatório de "ouro" dos EUA, em Fort Knox, onde permanecem até este dia. O artigo dizia que em outubro de 2009, os chineses receberam um carregamento de barras de ouro, para pagar as dívidas, e que o governo pediu que fossem feitos testes muito específicos, para avaliar o seu grau de pureza. Foram feitos quatro buracos pequenos nas barras e o metal foi analisado. Os responsáveis ficaram chocados com a descoberta de que as barras de "ouro" eram falsas. Eram feitas de tungstênio, apenas com uma cobertura de ouro. As barras, segundo continuava o artigo, continham números de série para efeito de monitoração e eles provaram que as barras tinham proveniência nos Estados Unidos e que estavam em Fort Knox há anos. O carregamento consistia alegadamente em 5.600 a 5.700 barras de ouro. A Casa de Rothschild sempre foi a força dominante do mercado de ouro mundial e o preço do ouro era estabelecido diariamente nos gabinetes de N.M. Rothschild, em Londres, desde 1919 até 2004, quando os Rothschild anunciaram que se iam retirar do mercado do ouro. Hum... E se o ouro é essencial para suportar as atividades da Lua? Se assim é, quanto do "ouro" nos gigantescos cofres de todo o mundo, é realmente ouro?
A Lua é um "modus operandi" deste grupo reptiliano. Eles constroem essas gigantescas "esferas" com o objetivo específico de atravessar o Universo e de raptar planetas, tal como o fizeram com a Terra. Os reptilianos conseguem causar o caos geológico quando colocam as suas luas na órbita de um planeta, ou quando as retiram. Foi isso que aconteceu com a "Idade Dourada", que terminou com uma catástrofe biológica e geológica descrita nos relatos antigos e claramente identificada nos registros biológicos e geológicos (Dilúvio, por exemplo). Os antigos culpavam consistentemente os "deuses serpentes" pelo que sucedeu à Terra, mas como é que eles poderiam ter desencadeado tais cataclismos e alterações na Terra? Agora sabemos, pelo menos em parte, porque muitos outros desastres aconteceram com a chegada da Lua. Não existia a Lua na posição que a vemos hoje, em tempos muito antigos. A Lua é uma arma reptiliana. Muitos países do Oriente Médio possuem uma Lua na sua bandeira, cultuando os reptilianos.
Existem muitas lendas por todo o mundo que descrevem a Lua como uma "carruagem" dos deuses e das deusas. Para os xamãs Zulus a Lua é oca e que é a casa de Pitão, ou "Chitauri" - aquilo a que chamo Reptilianos. As lendas dizem que a Lua foi trazida para cá há centenas de gerações atrás, por dois irmãos, Wowane e Mpanku, que eram os líderes dos Reptilianos. Eles eram conhecidos como os "irmãos água" e tinham pele escamada, como um peixe. Isso corresponde aos relatos Sumérios e Mesopotâmicos sobre os líderes dos Anunnaki, os irmãos Enlil e Enki (Senhor da Terra). O último era conhecido como o deus da água, sob o nome de "Ea". As lendas dizem que a deusa da Lua era Semiramis. Os mitos Zulu dizem que os Reptilianos vêm para a Terra quando a Lua está no seu máximo brilho - a lua cheia, quando abundam os rituais satânicos por todo o mundo e quando as lendas falam em pessoas que se transformam em lobos ou que os vampiros saem à rua.
A adoração do deus Lua, sob nomes como "Sin", "El" e "Allah" faz agora sentido, tal como as inúmeras expressões de adoração à deusa Lua. Trata-se tudo de adoração aos deuses Reptilianos, sediados na Lua, que se estão a se alimentar da energia de milhões de humanos que os adoram sob vários nomes, divindades e símbolos. Passa-se o mesmo com as divindades do Sol; para os Zulus, os Reptilianos têm os olhos tão brilhantes como o Sol. O xamã zulu Credo disse que a Terra era muito diferente antes da Lua chegar. Não havia estações do ano e o planeta estava permanentemente envolvido por um manto de vapor de água. As pessoas não sentiam o forte brilhar do Sol e apenas o conseguiam ver através de uma névoa bem aguada. Essa bolsa de vapor de água caiu para o solo da Terra, com a chegada da Lua, sob a forma de um dilúvio. Isso foi simbolizado pelas bíblicas chuvas de 40 dias e 40 noites. As lendas Zulu dizem que os Reptilianos manipulam a Terra a partir da Lua, onde "vive a Pitão". Credo diz que a "nave-mãe" dos Reptilianos referida nas lendas Zulu era de fato a Lua e foi para lá que eles foram durante os cataclismos do "Grande Dilúvio" que eles provocaram, ao manipular a Lua. A "Arca" (de Noé) não era um barco, mas sim uma nave voadora que levou as pessoas para a Lua, para esperar que a catástrofe terminasse. Credo disse que os Reptilianos vieram para cá - e estão cá - da Lua, num disco voador. Existem contudo, outros meios de "transporte", tais como o teletransporte. "Os répteis receberam a autoridade para estragar as coisas no Universo", disse Credo. A chegada dos reptilianos e da Lua transformaram tudo na Terra. Alterou a rotação da Terra, o seu ângulo do eixo de rotação e trouxe os sistemas de marés mais intensos, que haviam sido outrora muito mais suaves. As mulheres não tinham a menstruação antes da chegada da Lua. Credo disse que os xamãs africanos acreditam que a Lua impede a Terra de ser demasiado fértil e que a Lua e a Terra estão envolvidas em uma guerra silenciosa - "a Lua, cheia de inveja, é uma má irmã para a Terra!. As lendas dizem que os Reptilianos ameaçaram tirar a Lua se os humanos não fizerem aquilo que lhes é dito. É claro que isso iria provocar uma devastação na Terra.
Existem muitos exemplos de folclore à volta do mundo, que mencionam um "tempo antes da Lua". Os autores gregos antigos, Aristóteles e Plutarco, bem como os autores romanos Apollonius Rhodius e Ovídio, todos mencionam um povo a que chamam Proselenes, estabelecido nas terras da Arcádia, porque os seus antepassados estavam lá desde "antes de existir uma Lua nos Céus". Proselene traduz-se como "antes de Selênia" - Selênia é a deusa Grega da Lua e o nome era muitas vezes aplicado à própria Lua. O escritor romano, Censorinus, referiu-se a um tempo há eras atrás, quando não existia Lua. Uma tribo nativa da Colômbia chamada os "Mozces" lembra-se "de um tempo antes da Lua se tornar na companheira da Terra".
Credo diz que os Zulus acreditam que os humanos vieram de um "mundo por entre as estrelas", ao qual ele chama "Mpalalatsani", na constelação de Orion. Credo diz que Mpalalatsani é um mundo paradisíaco e que, de acordo com a lenda, é um "lugar vermelho, com pedras vermelhas, terra vermelha, areia vermelha e mares vermelhos". É dito que houve "uma grande guerra entre os habitantes de Mpalalatsani e que os sobreviventes foram banidos para a Terra, devido à sua luxúria, ganância e outros comportamentos. Os seres humanos foram outrora andróginos e não havia homens nem mulheres (veja [2], para ver reprodução sem necessidade de homens), mas os Reptilianos instigaram a alteração genética sobre os Mpalalatsani, para dividir os humanos originais em masculino e feminino. Os humanos sobreviventes banidos de Mpalalatsani foram trazidos para a Terra, pelos Reptilianos, na Lua. Nela foram transportados todo o tipo de humanos e os diferentes grupos de humanos foram mantidos em compartimentos secretos, dentro da Lua. As lendas Zulus dizem que uma Consciência superior, conhecida no culto Zulu como a "Árvore da Vida", quer que os humanos se voltem a ligar consigo próprios e com as "forças superiores", mas os Reptilianos, nas palavras de Credo, "querem mesmo estragar as coisas". A Árvore da Vida é outro conceito universal encontrado em todas as culturas antigas e baseia-se no conceito que toda a vida na Terra (os ramos da vida) está relacionada.
Simbolos no Ídolo de Tiahuanaco registram que a Lua entrou na sua órbita entre 11.500 e 13.000 anos atrás. Isso coincide com as estimativas do período do Grande Dilúvio e com o fim da Atlântida e de Mu. A Lua é a chave para compreender como é que a Humanidade e a vida na Terra tem sido e está a ser manipulada por uma força oculta. Ela é o centro das operações Reptilianas e as suas naves espaciais estão constantemente a viajar entre a Lua e as suas bases subterrâneas na Terra; é um portal interdimensional tecnologicamente gerado, que permite que os Reptilianos da Quarta Densidade, outras entidades e energias, entrem na nossa realidade da Terceira Densidade. A Lua é também um dos locais mais importantes para o programa de genética, que produz as linhagens híbridas-Reptilianas. A monarquia "humana" é na realidade uma "lunarquia", tal como o seu maior sistema de controle, o dinheiro, é luainheiro. O sistema de dinheiro/luainheiro vem da hierarquia Reptiliana na Lua e já foi usado para subjugar muitos "nundos" e pessoas. Os Rothschil são os grandes agentes dos Reptilianos à superfície para os sistemas de controle lunar e subterrâneo.
Referências:
[1] David Icke, Raça Humana Ergue-te (O Leão Já Não Dorme Mais), Título original: Human Race, Get Off Your Knees, Cap. 14: Nave Espacial Lua, Editora Lux-Citania (Portugal), 2010. ISBN: 978-989-8249-15-0.
[2] Postagem deste blog, Concepção Imaculada: As Mães Virgens, de 16 de agosto de 2015: https://www.blogger.com/blog/post/edit/11296179/7021071494840635048
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domingo, agosto 24, 2008
A Alimentação dos Controladores da Sociedade
"Conheça a verdade e ela te libertará", Jesus Cristo
Qual é a energia que os controladores nos sugam? É a energia que transmitimos quando nos preocupamos, nos tensionamos (estressamos), temos medo, tristeza, ódio, raiva, depressão, insegurança, dúvida, espectativa, culpa, etc. A sociedade humana foi estruturada para gerar a máxima quantidade dessas energias negativas, para servir de alimento para os controladores (somos gado para eles). As energias que emitimos quando estamos em paz, alegres, sem dores e sem preocupações, etc. não servem de alimentação para esses vampiros sociais, pois estão em uma outra faixa de freqüências, que não entram em ressonância com esses seres. Portanto, quando somos colocados em estados negativos, somos 'ordenhados' por esses sanguessugas. Você já percebeu que quando tiramos um pequeno cochilo durante o dia (a siesta mexicana, por exemplo), acordamos com muito mais energia? Por que? Porque durante o cochilo não estamos gerando energias negativas (medo, preocupação, etc) e, portanto, não estamos sendo ordenhados por essas pragas. Algo semelhante ocorre quando estamos em estado meditativo.
Note alguns exemplos de como a manada humana é ordenhada energeticamente: milhões de estudantes se preocupando em passar no vestibular, bilhões de pessoas se estressando com os jogos das olimpíadas, futebol, basquete, volei, corridas de automóveis, etc, milhões de pessoas se angustiando assistindo novelas e ouvindo notícias trágicas, ódio ininterrupto no Oriente Médio, guerras constantes e ameaças contínuas geradas pelos governos, "Guerra ao Terrorismo", etc. Obviamente, a luta para arranjar dinheiro para poder sobreviver na nossa sociedade é a fonte mais farta de preocupações e, portanto, de geração da energia apreciada por esses vampiros.
Tendo essas informações como pano de fundo, veja o que diz Zíbia Gasparetto no seu último livro [1]:
Acreditar na vida após a morte do corpo físico é uma questão de vivência. Antes que a vida escancare fatos que fazem pensar no assunto cutucando o comodismo de cada um, raros são aqueles que buscam esse conhecimento.
Por preconceito, receio de iludir-se com coisas perigosas ou mesmo pretendendo fugir do confronto inevitável da morte, a maioria só resolve encarar os fenômenos espirituais com seriedade, depois de sofrer perdas de toda sorte; a morte de um ente querido, a falta de saúde, do emprego, do dinheiro, ou da paz, aparecem para sacudir essa indiferença.
Sem encontrar remédio nos meios convencionais, deprimidos, angustiados, descrentes, cansados e insones, buscam recursos nos meios alternativos, apelando para médiuns, terapeutas e até para a medicina holística, iniciando um processo de reintegração espiritual, de recuperação dos valores verdadeiros da alma, o que pode demandar várias encarnações.
Em minha vivência com os amigos espirituais, descobri que existem caminhos menos dolorosos e que é possível você conquistar o desenvolvimento da consciência sem tantos sofrimentos (pelo amor ao invés da dor). Só que para isso você terá de pagar o preço do esforço próprio, da coragem de confrontar os valores falsos nos quais você acreditou até agora (levando à verdade libertadora).
A educação errada, verdadeira lavagem cerebral a que todos nós somos submetidos desde que nascemos, utilizada inclusive por aqueles que nos amam, na intenção louvável de nos proteger contra o mal, de nos ensinar e nos conduzir ao bem, em vez da felicidade desejada tem nos levado ao desequilíbrio, aos altos e baixos emocionais, à limitação dos nossos potenciais, tendo como conseqüência a depressão, o estresse e a insegurança (energias que os vampiros adoram).
É que, em vez de valorizarem nosso lado bom, salientarem nossas qualidades, puxarem para fora o que temos de melhor, valorizam o mal, policiam os erros, reprimem atitudes que não se encaixam no modelo estabelecido de normalidade, sem perceber que a vida é versátil e que mesmo tendo valores próprios e eternos, criou pessoas diferenciadas, com aptidões diversas que não podem ser enquadradas em uma regra comum.
Claro que há leis de proteção que disciplinam as relações sociais, organizam e mantêm a ordem que nosso bom senso manda acatar e seguir. Respeitar as leis de trânsito, por exemplo, favorece nossa segurança, assim como tantas outras que estabelecem os direitos dos cidadãos.
Não é a isso que me refiro. A organização, a disciplina e a ordem, precisam ser respeitadas porque nos ajudam a viver melhor. Estou falando dos conceitos de comportamento, do modelo de normalidade estabelecido, do julgamento sumário e deprimente de todos aqueles que são diferentes da maioria.
Esses modelos mudam de acordo com o momento. Antigamente eram mais rígidos, porém, ainda, tanto na escola como dentro do lar, os adultos, a pretexto de educar, forçam as crianças a entrar nos modelos (errados) convencionais.
Há padrões para tudo. Para beleza física, para formação profissional, para a vida em família, para o relacionamento afetivo, etc. São eles que, colocados como fundamentais desde cedo, estabelecem crenças, obstruem a livre manifestação da vocação profissional, impedem a pessoa de amar com naturalidade, criam bloqueios e conflitos.
Para serem aceitos, agradar e tornar-se bem-vistos, todos entram no contexto da maioria, com medo de serem discriminados e apontados como exceção. Acontece que não há duas pessoas iguais. Então, o recurso é reprimir a expansão do próprio eu e tentar adaptar-se ao convencionado.
Quando você faz isso, você trai sua natureza, foge à programação que a vida fez a seu favor, perde sua identidade, ignora a própria força, torna-se inseguro. Não sendo honesto consigo mesmo, não expressando o que você sente, se impedindo de ser aquilo que é, não confia mais no próprio discernimento nem na própria capacidade.
Como não confia em si, você passa a valorizar o que a maioria diz. Vive consultando os outros. Baseia-se nas informações de terceiros para gerir a própria vida. Segue o que eles disseram. Quanto mais famosos e mais importantes forem, mais você se orienta por eles.
A educação acadêmica favorece esse conceito. E, quanto mais culto, mais intelectual, mais você se ajusta a esse papel. Quanto mais ajustado nele, mais incapaz de controlar as suas próprias emoções, mais deprimido, mais só, mais descrente e amargurado fica.
A solidão, o vazio no peito, a angústia e o abandono que você sente, revelam o quanto você está distanciado da sua verdadeira identidade. O quanto você ignorou e reprimiu os valores verdadeiros do seu espírito.
É triste tudo isso, porquanto a vida deseja mostrar-lhe que você pode viver melhor, progredir sem sofrimento, ir pelo bom senso, pela inteligência. Contudo, você resiste, pressionado pelas crenças que aprendeu, continuando a não querer enxergar as coisas como elas são, com medo de perder o que nunca possuiu. Então, você atrai a dor, o sofrimento, a perda real, porque só elas podem quebrar essa auto-hipnose e fazer com que você perceba a verdade.
Quando todas as portas se fecharam, quando tudo quanto você acreditava ruiu, quando você não confia em mais ninguém e sente que só pode contar consigo mesmo, só a fé na espiritualidade pode renovar sua confiança na vida e fazer com que você reaja.
Só a certeza de que a vida continua após a morte do corpo físico, de que você é um ser eterno, (esta convicção elimina nosso medo) de que tudo no Universo é perfeito (por ser obra de Deus) e que a vida responde de acordo com o que você lhe dá, fará com que você saia da inversão de valores a que foi submetido e descubra as verdadeiras causas do que acontece no mundo, modificando seu modo de ver e de fazer suas escolhas.
Então você ficará mais lúcido, mais perspicaz, usará melhor sua força interior, vai se tornar mais equilibrado e feliz.
A vida me colocou em sintonia com essa realidade e a cada dia eu reconheço o quanto essa certeza tem contribuído para que eu enfrente melhor os meus desafios. Mudou completamente minha visão de justiça, de solidariedade. Tem permitido que eu conserve minha paz, mesmo me sentindo impotente para modificar e resolver os dolorosos problemas que grassam no mundo.
Eu sei que quando eu não posso, Deus pode. Se ele não resolve é porque não quer e se ele não quer é porque assim será melhor para todos os envolvidos. Deus não erra!! A fé na espiritualidade é algo pessoal e intransferível. É conquista de cada um.
Acredito que quando um fenômeno é verdadeiro, repete-se em todos os tempos da humanidade. Os "milagres" dos profetas, dos santos, dos iniciados continuam ocorrendo todos os dias, com a mesma força e as mesmas características.
Quem estiver interessado de verdade e prestar atenção descobrirá que os espíritos desencarnados continuam interferindo no mundo físico, provocando acontecimentos que não podem ser explicados pela lógica materialista.
Os fenômenos naturais obedecem às leis universais. É preciso estudá-los devidamente, deixando de lado as crendices do sobrenatural. Só assim poderemos compreender como a vida funciona de fato, agir para obtermos melhores resultados e sermos mais felizes.
Gostaria de concluir esta postagem com um fato relatado por David Icke. Ele nos conta que nos rituais satânicos que envolvem o sacrifício de pessoas, principalmente de crianças (por serem mais puras que os adultos), as vítimas são primeiramente aterrorizadas para que emitam a energia correspondente a este estado negativo e depois são sacrificadas, tendo seus sangues (agora cheio de adrenalina) e carnes devorados por esses parasitas. David Icke conta que existem testemunhas oculares de que a atual rainha da Inglaterra (Elizabeth II) e seu filho, Príncipe Charles, participam rotineiramente desses rituais satânicos que devoram crianças [2].
Referência:
[1] Zibia Gasparetto, Eles continuam entre nós, Centro de Estudos Vida & Consciência Editora, agosto 2008.
[2] David Icke, Tales from the Time Loop, Bridge of Love, 2003.
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terça-feira, setembro 25, 2007
Do Presídio ao Exílio
Os prisioneiros, libertos do corpo físico que habitavam (via desencarnação, "morte"), seus espíritos não mais possuíam a forma humana. Eram vampiros verdadeiros, iguais àqueles que os obsidiaram. Passaram a fazer parte daquele grupo de vampiros e continuaram no presídio, agora na condição de obsessores tenazes, pois a sede de sangue tornara-se estranhamente maior e, agora, desejavam beber aquele líquido vermelho e quente, que acalmava-lhes a fúria interior.
Estavam agora irremediavelmente ligados aos estranhos e poderosos reptilianos que dominavam aquela Instituição. Sob suas ordens, lançaram-se sôfregos aos encarnados, aumentando-lhes a desdita, instigando-lhes o desejo de matar os companheiros.
No plano astral, os Comandos do Mal haviam planejado, minuciosamente, um confronto entre facções de presidiários do plano físico e a polícia, para que fosse vertida grande quantidade de sangue, que seria usado nas experiências em andamento. O chefe Dragão, que tinha chegado para finalizar o plano, dava as últimas instruções. Já estava em andamento o plano nefasto, onde haveria morte coletiva dentro do presídio. Haveria também um "acerto de contas" no plano físico entre rivais. Espíritos comprometidos com a Lei Divina, em muitas vidas, iriam se confrontar.
No astral, alguns homens iluminados (Trabalhadores da Luz) esclareceram aos vampiros humanos que aqueles que não aceitassem a ajuda ofertada, com total desinteresse e sincero desejo de sua transformação, seriam transferidos para naves-prisões que já aguardavam a decisão de cada um deles, prontas para receberem os rebeldes que seriam transferidos para outro planeta. Planeta estéril, onde não existiria vida, nada nem ninguém.
O grupo de rebeldes agitou-se, pois não acreditavam naquelas palavras. Nunca ouviram falar de tais coisas! Então, o Instrutor Iluminado explicou que a Terra estava passando para a fase final de um ciclo e iniciaria, em breve, um novo ciclo, onde somente poderão acompanhá-la aqueles que não possuem mais, dentro de si, os torpes sentimentos inferiores, que provocam queda e dor ao próximo e a si mesmos. Atormentados, os vampiros rebeldes lançaram-se às grades, buscando um meio de fugir. Machucaram-se ao contato com as grades de Luz. Lançaram um grito pavoroso e perderam os sentidos. Acordaram dentro da nave-prisão. Perderam novamente a consciência e assim permanecerão por longo tempo. Juntar-se-ão a outros grupos que já se encontram em preparação reencarnatória no astral de planeta estéril.
Assim ocorreu e assim ocorre diariamente neste momento planetário: o confronto entre a Luz e as Trevas, onde as criaturas rebeldes e cruéis são aprisionadas, recolhidas e exiladas para outros orbes afins com suas características vibracionais.
Os sofredores foram submetidos à sonoterapia em sanatório próximo à crosta. Assim permanecerão até sua transferência para outro orbe, na seleção justa que se processa, onde apenas o bom trigo será semeado na Nova Terra, e o joio será transferido compulsoriamente.
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