quinta-feira, maio 02, 2024

 

Simbiose Espiritual

A simbiose espiritual permanece entre os homens, desde as épocas mais remotas, em processos de mediunismo consciente ou inconsciente, através dos quais os chamados "mortos", traumatizados ou ignorantes, fracos ou indecisos, se aglutinam, em grande parte, ao "habitat" dos chamados "vivos", partilhando-lhes a existência, a absorver-lhes parcialmente a vitalidade, até que os próprios Espíritos encarnados, com a força do seu próprio trabalho, no estudo edificante e nas virtudes vividas, lhes ofereçam material para amplas meditações, pelas quais se habilitem à necessária transformação para que se adaptem a novos caminhos e aceitem encargos novos na espiritualidade, à frente da evolução deles mesmos, no rumo de esferas mais elevadas.

Fonte:  Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, Evolução em Dois Mundos (ditado pelo espírito André Luiz), Editora da Federação Espírita Brasileira, 1958.

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sexta-feira, setembro 01, 2017

 

Suas Verdades o Tempo não Apaga


Abaixo alguns trechos deste livro [1] de Américo Simões.

Quanto menos desavenças criamos e mantivermos na nossa vida, melhor nos sentimos. Não desejes mal ao próximo, pois ele voltará para ti. Não procures o mal, que o mal se alastrará em ti. Não faças o mal que ele retornará... Uma frase de Shakespeare: "Não sobrecarreguemos nossas lembranças com um peso que já se foi". Quando nos permitimos olhar e nos deixar tocar pelas mãos da natureza, cicatrizamos nossas feridas. A morte pode nos libertar de um físico doente ou envelhecido, mas não da nossa moral. A vida sempre nos pede uma solução para toda sandice. A maioria das pessoas não vê os mortos porque têm medo. O medo torna-se uma barreira intransponível. Mas, se elas não sabem que aquela pessoa está morta, o medo não existe e, portanto, abrem o visão da alma (e podem enxergar os mortos). O tempo ama a verdade e o amor...

Consta da história do nosso país que a loucura recebeu diversas definições, que vão desde a perda das faculdades mentais, até sofrimento da alma e possuídos por espíritos. Esta última definição nos revela que muitas das pessoas que se dedicaram a ajudar esses "loucos" notaram a certa altura que o mal que se abatia sobre elas se dava por influência de espíritos obsessores desencarnados, dispostos a atormentar alguém por ódio, vingança ou para fazer o mal através dela a um próximo.

 Referência:
[1] Américo Simões Garrido Filho, Suas Verdades o Tempo não Apaga, Barbara Editora, São Paulo, 2007.

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