sexta-feira, julho 05, 2024
Assim fora, como dentro...
Muitos reclamam que, neste planeta, os reptilianos comem crianças humanas. No entanto, o que os humanos fazem com os outros animais, como gado, aves, etc? Os matam e os comem. Onde está a diferença de comportamento? Onde está a demonstração do nosso amor por esses seres vivos sentientes? Para melhorar o mundo, devemos começar melhorando a nós mesmos. O nosso mundo é um reflexo de nós mesmos.
Marcadores: amor, animais, carnivorismo, direito dos animais, espelho, matar, reptilianos
segunda-feira, janeiro 30, 2023
Espelho e Alma
Fonte: https://bennettleeross.com/spirituality/cosmic-commentaries-of-the-century-254/
O que você vê no espelho não é o seu eu físico
É a sua alma
É por isso que os seres que não são deste reino, como os vampiros,
que não têm compaixão e não têm alma ( sem alma = desalmado = sem compaixão )
, não têm reflexo .
Um espelho também pode revelar a sua sombra,
que é o lado negro da sua natureza.
A razão pela qual quebrar um espelho é considerado azar
é porque pode libertar almas presas com raiva
Uma alma que se projetou em outra realidade
Vê nosso mundo como uma projeção desse mundo
Um espelho imita a estrutura de uma realidade
Diferentes versões de você existem em diferentes realidades
Um espelho é uma porta de entrada para outros mundos
Quando você sai da sala sua alma refletida simplesmente desaparece
Portais são áreas com padrões geométricos semelhantes
Se sua consciência ressoar com ela
E você contiver sequências correspondentes
Então você pode entrar
Você pode ficar preso em um reino inferior se não conseguir ressoar uma frequência mais alta para recuperá-lo.
Espelhos de Mercúrio são usados por sociedades secretas
E eram comumente usados na era anterior
Para se comunicar com o outro lado
Há energia ao nosso redor
Damos forma e dimensão às nossas vibrações
Nosso mundo é um reflexo da falta de compaixão dentro de nós
Compaixão é a capacidade de se conectar com os outros a partir do coração
A sobrevivência da humanidade depende da compaixão
O ego foca nas diferenças
A compaixão foca nas semelhanças
Grande parte de nossa realidade física é baseada em nossa mente
Nossa alma é baseada em nossa capacidade de nos conectarmos com os outros
Toda consciência cria padrões de energia
Que produzem som e ondas de luz
Que vibram na matéria
Toda abundância vem do coração.
Tenha consciência do que você vibra e do que deseja!
Marcadores: Alma, compaixão, consciência, ego, espelho, mente, portal, vampiros
terça-feira, agosto 11, 2020
O Espelho Negro
Espelhos são usados em magia. Espelhos negros são usados em magia negra. Em nossas casas devemos evitar a presença livre de tais espelhos negros nos nossos ambientes, porque esses objetos constituem uma espécie de portal por onde surgem entidades malignas que podem nos induzir pensamentos negativos, principalmente nos perturbando o sono noturno. Quais os espelhos negros que temos em casa? Temos a televisão de tela plana, temos nossos telefones celulares, temos os monitores de nossos computadores de mesa, etc. Ao ir dormir cubra todas essas superfícies com um pano não transparente e bom sono. Curiosidade: em um filme de desenho animado antigo da Disney, chamado Branca de Neve e os Sete Anões, tem uma cena em que a feiticeira pergunta a um espelho negro: Espelho, espelho meu, existe alguém mais linda do que eu... e o espelho negro responde: Sim, Branca de Neve...
quinta-feira, novembro 21, 2019
Espelhos e Magia
Referência:
[1] https://www.bbc.com/portuguese/geral-47397709
quinta-feira, agosto 26, 2010
O Ego
Todos nós nascemos sem um ego. Quando uma criança nasce, ela é apenas consciência: flutuando, fluindo, lúcida, inocente, virgem, sem ego. Aos poucos, o ego é criado pelos outros. O ego é o efeito acumulado das opiniões dos outros sobre você. Um vizinho chega e diz "Que criança bonita!", e olha para a criança com um olhar de apreciação. Então o ego começa a funcionar. Alguém sorri, uma outra pessoa não sorri. Algumas vezes a mãe é muito carinhosa, outras vezes ela está muito zangada. E a criança vai aprendendo que não é aceita como ela é. Seu ser não é aceito de forma incondicional: há condições a serem satisfeitas. Se ela grita e chora e há visitas na casa, sua mãe se zanga. Se ela grita e chora, mas não há visitas na casa, sua mãe não se importa. Se ela não grita, nem chora, sua mãe a recompensa sempre com beijos amorosos e com carinho. Quando há visitas, se a criança sabe ficar quieta, em silêncio, sua mãe fica muito feliz e a recompensa. A criança vai aprendendo as opiniões dos outros sobre si mesma olhando no espelho dos relacionamentos.
Você não pode ver a sua face diretamente. Você tem que olhar em um espelho, e no espelho você pode reconhecer sua face. Esse reflexo se torna sua idéia de sua face, e há milhares de espelhos a seu redor, todos eles refletindo algo de você. Alguém o ama, alguém o odeia, alguém é indiferente. E então, aos poucos, a criança cresce e continua acumulando as opiniões de outras pessoas. A essência total dessas opiniões dos outros constitui o ego. A pessoa começa a olhar para si mesma da forma como os outros a vêem. Começa a se olhar de fora: isso é o ego. Se as pessoas gostam dela e a aplaudem, ela pensa ser bela, estar sendo aceita. Se as pessoas não a aplaudem e não gostam dela, rejeitando-a, ela se sente condenada. Ela está continuamente procurando formas e meios para ser apreciada, para ser repetidamente assegurada de que possui valor, que possui um mérito, um sentido e um significado. Então a pessoa passa a ter medo de ser ela mesma (e, com isso, desagradar os outros). É preciso encaixar-se na opinião dos outros.
Se você deixar de lado o ego, subitamente você se tornará novamente uma criança. Você não estará mais preocupado com o que os outros pensam sobre você, não prestará mais atenção àquilo que os outros dizem de você. Nesse momento, você terá deixado cair o espelho. Ele não tem mais sentido: a face é sua, então por que perguntar ao espelho?
Fonte: Osho, Osho de A a Z: Um dicionário espiritual do aqui e agora, Editora Sextante, 2004.
Marcadores: ego, espelho, Osho
segunda-feira, março 01, 2010
Quem Sou Eu?
Se conseguirmos responder corretamente esta pergunta, iremos nos pautar na vida de forma adequada. Eu sou minha alma, uma luz eterna criada por Deus. Todas as outras pessoas também são focos de luz, como eu. Portanto, devemos tratar com respeito a nós mesmos e a todas as pessoas, pois estaremos sempre caminhando juntos em nossas existências infinitas. Temos três eus: um eu que se julga superior (complexo de superioridade), um eu que se julga inferior (complexo de inferioridade) e um eu justo, que se julga corretamente, sem ser afetado pelo egoísmo.
Costumamos usar um espelho para observar nosso corpo físico antes de sair de casa, para que nossa aparência esteja condizente com os nossos relacionamentos com as outras pessoas. No entanto, deveríamos também usar um espelho para observar como estamos internamente, pois isso irá afetar profundamente como iremos tratar os demais. Devemos deixar a nossa luz brilhar, sem o acobertamento pelas trevas. Devemos sempre procurar a Paz e a Felicidade, sendo sempre otimista e alegre. Se Deus está sempre a meu favor, por que me preocupar e ficar triste?
Marcadores: Alma, complexo, egoísmo, espelho, eu, felicidade, luz, paz
quinta-feira, agosto 06, 2009
O Espelho
Já tratei deste assunto no passado ["A Terapia do Espelho"], mas gostaria de dar mais alguns detalhes sobre isso. Qualquer pessoa que tenha estudado circuitos eletrônicos ou circuitos ópticos sabe que existe uma técnica chamada, aqui no Brasil, de realimentação (feedback, em inglês) que, quando usada, pode alterar completamente o estado de funcionamento do circuito original, sem realimentação. Essa técnica de realimentação consiste em retirar uma parte do sinal de saída do circuito e injetá-lo, novamente, na entrada deste circuito. A realimentação pode ser utilizada em diversas modalidades terapêuticas como, por exemplo, a auto-urinoterapia.
Vamos comentar agora a técnica terapêutica de realimentação implantada através de espelhos. No que consiste um espelho? Ele é um dispositivo que reflete de volta à fonte emissora (você!) uma parte do sinal total emitido por você. Isto (olhar no espelho) leva a uma mudança do comportamento do indivíduo, de acordo com a imagem de si que a pessoa vê no espelho. Se a pessoa está com má saúde, com mau aspecto, olhar essa imagem irá contribuir para agravar seu estado de saúde.
Lembro-me de um caso interessante que ocorreu com meus pais. Certa ocasião, minha mãe não estava bem de saúde e seu aspecto não estava bom. Meu pai, então, tomou a iniciativa de tapar com jornais o único espelho existente na casa, para ela não se ver no espelho. Isto, certamente, contribuiu para o restabelecimento mais rápido de minha mãe. Quando a pessoa está muito mal, sem poder se levantar da cama, esta situação (de não se olhar no espelho) é quase automática, se alguém não se dispuser de ir buscar um espelho para ela se ver.
Obviamente, ver imagens nos cinemas e na televisão constitui um certo tipo de realimentação óptica que pode alterar a nossa condição física e mental, como todos sabem. Geralmente, temos uma visão seletiva e só conseguimos enxergar aquilo que já temos uma concepção armazenada internamente. Em um filme que assisti ["Quem somos nós?"] informa-se, por exemplo, que os índios da América não conseguiam ver as enormes caravelas do recém-chegado Cristóvão Colombo, pois não tinham a mínima idéia da existência de tais naves.
Marcadores: espelho, realimentação, visão
terça-feira, junho 23, 2009
A Terapia do Espelho
A Vida nos retorna aquilo que enviamos a ela. Porisso, quando estamos mal de saúde, com péssima aparência física, não deveríamos ficar olhando para espelhos, pois iremos reforçar (realimentar) aquela situação negativa em nosso corpo. Portanto, a terapia adequada é não olhar para espelhos, quando estamos doentes e com má aparência!
Vamos relatar um caso verídico [1],[2] que usou este tipo de terapia. Peter Kelder conheceu um senhor idoso de quase 70 anos, calvo e grisalho, nos poucos cabelos que lhe restavam, com os ombros caídos e que se apoiava numa bengala para poder caminhar. Ele era oficial do Exército Britânico e também servira no corpo diplomático, havendo viajado para praticamente todas as partes do mundo. Kelder o chama, para não o identificar, de Coronel Bradford. Durante o período em que serviu na Índia, o Coronel, por diversas vezes, fez contatos com nativos de regiões remotas do interior e ouviu histórias fascinantes sobre determinada região, onde havia um mosteiro em que os lamas (sacerdotes tibetanos) conheciam o segredo da eterna juventude. O mosteiro ficava num lugar "tão distante e isolado que era como se estivesse separado do mundo".
Quando se aposentou, o Coronel decidiu retornar à Índia em busca do tal mosteiro. Convidou Kelder para ir junto, mas este se recusou. O Coronel, então, partiu sozinho. Após mais de quatro anos, Kelder recebeu uma carta do Coronel, na qual ele dizia que havia encontrado a fonte da juventude, e que estava retornando aos Estados Unidos trazendo consigo o segredo.
Ao reencontrar o Coronel, Kelder não o reconheceu, pensou tratar-se do filho dele, e foi com perplexa incredulidade que pouco a pouco o foi reconhecendo; estava, agora, diante de um homem "no auge da vida", não mais de um velho que ele tinha conhecido anteriormente.
No mosteiro onde o Coronel estivera não havia idosos entre os homens e as mulheres. Com o tempo (e com as práticas executadas [3]) o Coronel percebeu que sua saúde começava a melhorar; sentia-se cada vez mais disposto e em pouco tempo pode prescindir da bengala. Passado mais algum tempo, o Coronel teve acesso a uma sala restrita onde eram guardados velhos manuscritos e onde havia um espelho de corpo inteiro (no restante do mosteiro não havia espelhos de qualquer espécie), no qual pode verificar, com surpresa, que sua aparência física mudara "tão radicalmente que eu parecia ter quinze anos menos".
Shankara, o maior dos sábios da Índia, que viveu há milhares de anos atrás, fez a seguinte declaração: "As pessoas envelhecem e morrem porque vêem as outras pessoas envelhecer e morrer". No mosteiro tibetano, o Coronel passou a viver em "outro mundo", num mundo onde não havia velhos; parou, a partir daquele momento, de "ver as pessoas envelhecerem". Como não havia espelhos disponíveis, também deixou de ver a sua própria imagem de velho, e com isso um comando interno inconsciente foi sendo substituído, naturalmente, por outro, oposto, e o oposto de envelhecer é não envelhecer, ou, rejuvenescer. Vivemos em uma "hipnose do condicionamento social" (condicionamento para envelhecer); esta é uma outra forma de colocar a frase de Shankara, pois nos hipnotizamos, por identificação, com os outros, de forma inconsciente, e assim "também" envelhecemos. Podemos dizer que o Coronel Bradford alterou o seu sistema de crenças profundas que lhe faziam envelhecer.
O Coronel conta: "No mosteiro do Himalaia havia um homem, um ocidental como eu, que parecia não ter mais do que 35 anos e agia como se não tivesse mais de 25. De fato, ele estava com mais de cem anos. Se eu lhes contasse o quanto ele superava os cem, vocês não acreditariam". Outra mensagem do Coronel: "Enquanto a meta do rejuvenescimento for considerada um sonho impossível, ela continuará a sê-lo". Em outras palavras, só podemos realizar algo se acreditarmos na sua possibilidade; nossa crença abre ou fecha as portas das realizações.
Referências:
[1] Peter Kelder, A Fonte da Juventude, Editora Best Seller.
[2] Leocádio Celso Gonçalves, Desenvelhecimento: Um Vôo Livre Panorâmico Sobre a Questão do Envelhecer, Editora LTR, São Paulo - Brasil, 1999.
[3] Postagem "A Fonte da Juventude", deste blog, em 10 de dezembro de 2005.
Para saber mais:
1. http://www.youtube.com/watch?v=et0wuiUOOGE
2. http://www.minhavida.com.br/conteudo/2910-terapia-do-espelho-exercita-o-autoconhecimento-e-nao-custa-nada.htm
Marcadores: espelho, fonte da juventude, Shankara
