Há três pessoas dentro de cada um: uma delas é o eu-1, essa é a personalidade. A palavra personalidade vem do grego "persona". No teatro grego os atores costumavam usar máscaras, e a voz viria da máscara. Sona significa voz, som, e per significa "através da máscara". Não se conhece a verdadeira face, ou seja, quem é o ator na realidade. Há uma máscara, e através da máscara vem a voz. Parece que a voz está vindo da máscara, mas não se conhece a verdadeira face. A palavra "personalidade" é bonita, e vem do teatro grego.
E foi isso o que aconteceu. No teatro grego eles tinham apenas uma máscara. O homem atual tem muitas, são máscaras sobre máscaras, como camadas de uma cebola. Se descartar uma máscara, há outra, e se puser de lado essa, há outra. E é possível prosseguir, cavando cada vez mais. É de surpreender quantas faces o homem carrega. O homem as vem coletando ao longo de vidas. E todas elas são úteis, porque é preciso mudar muitas vezes.
Quando o chefe está conversando com seu funcionário, não pode ter a mesma cara de quando fala com o chefe dele. E ambos podem estar presentes na mesma sala: quando olha para o funcionário, o chefe tem que usar uma máscara, e quando olha para o patrão, tem que usar outra. Ele muda continuamente. Torna-se praticamente automático, de modo que a pessoa não precisa mudar, pois a cara muda por si. Quando olha para o patrão, ela está sorrindo, e quando olha para o funcionário, o sorriso desaparece, e ela adota uma postura rígida, tão rígida quanto o patrão em relação a ela.
Em um único momento a pessoa pode mudar sua fisionomia muitas vezes. É preciso ficar muito alerta para saber quantas caras se possui. Inúmeras. Não podem ser contabilizadas.
Esse é o primeiro "eu" do indivíduo, a pessoa falsa. Ou chame-a de ego. O ego foi dado às pessoas pela sociedade, é um presente da sociedade, ou seja, do político e do padre, do pai e do pedagogo. Eles deram ao indivíduo muitas faces, exatamente para tornar sua vida suave. Eles tiraram sua verdade, e lhe deram um substituto. E, devido a essas faces substitutas, o indivíduo não sabe quem ele é. E não pode saber, pois as faces mudam tão rapidamente e são tantas que ele não pode confiar em si mesmo. Ele não sabe exatamente qual a face é a dele. Na verdade, nenhuma dessas faces é dele.
E as pessoas zen dizem: "A menos que você conheça sua face original, não vai saber o que significa Buda", pois Buda é a face original da pessoa.
O homem nasceu um Buda e está vivendo uma mentira.
Esse presente social tem que ser abandonado. Não importa se o indivíduo é cristão, hindu ou muçulmano, essa face tem que ser abandonada, porque essa não é sua verdadeira face. Essa face lhe foi dada por outros, e o indivíduo foi condicionado por ela. Nem sequer lhe perguntaram, nem sequer lhe foi solicitado. Foi-lhe imposta à força, de forma violenta.
Todos os pais são violentos e todos os sistemas educacionais são violentos. Isso acontece porque eles não prestam atenção às crianças. Eles têm ideias preestabelecidas, já sabem o que é certo. E eles ensinam o "certo" às crianças. Elas se contorcem, gritam por dentro, mas são indefesas. A criança é tão indefesa e tão delicada que pode ser moldada de qualquer forma. E é o que a sociedade faz. Antes que a criança fique bem forte, já está debilitada de várias maneiras. Paralisada, envenenada.
O dia em que alguém quiser tornar-se religioso vai ter que abandonar as religiões. O dia que alguém quiser se relacionar com Deus, vai ter que descartar todas as ideologias sobre Deus. O dia que alguém quiser saber quem ele é, vai ter que descartar todas as respostas que lhe foram dadas. Tudo o que é emprestado tem que ser destruído.
Se a pessoa acredita nas escrituras sagradas, vai continuar sem a verdade. A verdade está na pessoa, e tem que ser encontrada nela. "Ver a natureza e tornar-se Buda. Apontar direto para o coração humano". A pessoa não tem que ir a lugar algum. E, aonde quer que vá, permanecerá a mesma. Então qual é o sentido? Pode ir para o Himalaia que não vai mudar nada. Ela vai carregar consigo mesma tudo o que tem, tudo o que ela se tornou, tudo que tem feito. Ela vai carregar toda a sua artificialidade. E suas faces sintéticas, seu conhecimento emprestado, suas escrituras vão continuar apegando-se a ela. Mesmo sentada em uma caverna no Himalaia, a pessoa não vai estar sozinha. Os professores estarão presentes ao seu redor, além dos padres, dos políticos, dos pais e de toda a sociedade. Pode não ser tão visível, mas a sociedade vai estar presente, aglomerada dentro da pessoa. E ela vai continuar a ser cristã, hindu ou muçulmana. E vai continuar a repetir palavras como um papagaio. Isso não vai mudar, não pode mudar.
Aonde quer que o homem vá, ele vai ser ele mesmo, seja no céu ou no Himalaia. Não pode ser de outra forma. O mundo não está fora do homem, pois o homem é o mundo. Portanto, aonde quer que ele vá, deve levar seu mundo com ele.
A verdadeira mudança não tem que ser de lugar, a verdadeira mudança não tem que ser externa, a verdadeira mudança tem que ser interior. E o que eu quero dizer com verdadeira mudança? Não quero dizer que o homem tem que melhorar a si mesmo, pois a melhoria é, mais uma vez, uma mentira.
A melhoria significa que a pessoa vai continuar a polir sua personalidade. Isso pode resultar em algo belo, mas é bom lembrar que quanto mais belo, mais perigoso, porque será mais difícil descartar.
É por isso que às vezes acontece de um pecador se tornar um santo. Mas as pessoas denominadas respeitadas nunca se tornam santas. Não podem se tornar santas, pois elas têm personalidades muito valiosas, muito rebuscadas, muito polidas, e fazem tanto investimento na personalidade que sua vida como um todo é uma espécie de polimento. Agora fica caro demais descartar essas belas personalidades. Um pecador pode largá-las, pois não tem nenhum investimento nisso. Mas como é possível a uma pessoa respeitável largar a personalidade de forma tão fácil? A personalidade tem pago a ela tão bem, tem gerado tantos lucros! Torna-a cada vez mais respeitada, faz com que ela galgue posições cada vez mais altas e com que esteja em vias de chegar ao auge do sucesso. É muito difícil para essa pessoa deixar de prosseguir nessa escalada para o sucesso. É uma escalada sem fim, e que a pessoa segue continuamente para sempre.
Alguém disse a Henry Ford, quando ele estava em seu leito de morte, momento em que ele ainda planejava algumas novas indústrias, alguns novos empreendimentos:
- O senhor está morrendo. E os médicos dizem que não vai sobreviver mais do que poucos dias. Não estão nem certos sobre isso, o senhor pode morrer hoje ou amanhã. Agora, por que? E o senhor fez isso a vida inteira. E tem tanto dinheiro, mais do que é capaz de gastar, mais do que é capaz de usar seja para o que for. É um dinheiro inútil! Por que o senhor continua aumentando suas empresas?
Por um momento Henry Ford parou seu planejamento e respondeu:
- Ouça. Não posso parar. Isso é impossível. Apenas a morte vai me fazer parar, eu não posso parar. Enquanto eu estiver vivo, continuarei chegando a um degrau superior. Sei que isso não faz sentido, mas não posso parar!
Quando a pessoa é bem-sucedida no mundo, é difícil parar. Quando está ficando mais rica, assim como quando está ficando famosa, é difícil parar. Quando mais refinada a personalidade, mais ela se apega à pessoa.
Então, não quero dizer que as pessoas tenham de melhorar a si mesmas. Nenhum dos grandes mestres, de Buda a Hakuin, falou para melhorar. Cuidado com os chamados "livros de autoajuda". O mercado nos Estados Unidos está cheio desses livros: cuidado, pois a melhoria não vai levar ninguém a lugar algum. O problema não é a melhora, e sim o fato de que, através da melhora, a mentira será aperfeiçoada. A personalidade será aperfeiçoada, uma vez que vai se tornar mais polida, vai se tornar mais sutil, vai se tornar mais valiosa, vai se tornar mais preciosa, mas essa não é a transformação.
A transformação não vem através das melhorias, mas através do abandono total da personalidade.
A mentira não pode tornar-se a verdade. Não há como melhorar a mentira de modo que ela venha a se tornar uma verdade. Vai continuar a ser sempre uma mentira. Vai se parecer cada vez mais com a verdade, mas vai permanecer como a mentira. E quanto mais se parece com a verdade, mais a pessoa será absorvida por ela, enraizada nela. A mentira pode se parecer tanto com a verdade que a pessoa pode até mesmo tornar-se alheia ao fato de que se trata de uma mentira.
A mentira diz ao indivíduo: "Busque a verdade. Melhore seu caráter, sua personalidade. Busque a verdade, torne-se isso, torne-se aquilo." A mentira segue oferecendo a você novos programas: "Faça isso, e então tudo vai dar certo e você vai ser feliz para sempre. Faça isso, faça aquilo. Isso não deu certo? Não se preocupe, tenho outros planos para você." A mentira continua a oferecer planos, e a pessoa continua passando de um plano para outro, e desperdiçando sua vida.
A busca pela verdade também sai da mentira. Será difícil compreender, mas tem de ser compreendido. A busca pela verdade vem da própria mentira. É a forma com que a mentira se protege, ela até mesmo oferece à pessoa a busca da verdade. Agora, como a pessoa pode ficar brava com a própria personalidade? E como a pessoa pode chamá-la de mentira? Ela impulsiona a pessoa, força-a, empurra-a para buscar a verdade.
Mas a busca significa partir. E a verdade está aqui, enquanto a mentira empurra a pessoa para ir até lá. E a verdade é agora, enquanto a mentira diz "depois" e "lá". A mentira sempre fala do passado ou do futuro, nunca do presente. E a verdade é o presente. Neste exato momento. É aqui e agora...
Então, o primeiro "eu" é a mentira, o ato, ou seja, a pseudo-personalidade que cerca a pessoa. A face pública, a falsidade. É uma fraude. A sociedade impôs isso ao homem e ele passou a cooperar com isso. É preciso abandonar essa cooperação com a mentira social, porque o homem só é ele mesmo quando se encontra totalmente despido. Todas as roupas são sociais. Todas as ideiase todas as identidades que ele acha que são suas, mas que na verdade são sociais, são dadas por outras pessoas. E essas outras pessoas, ou seja, a sociedade, têm seus motivos para dar essas idéias e identidades a cada um dos indivíduos. É uma exploração sutil.
A verdadeira exploração não é econômica ou política, a verdadeira exploração é psicológica. É por isso que todas as revoluções até agora fracassaram. Até o momento nenhuma revolução foi bem-sucedida. O motivo? O fato de não terem olhado para a forma de exploração mais profunda, que é a psicológica. Continuam a mudar apenas coisas superficiais. A sociedade capitalista torna-se comunista, mas não faz nenhuma diferença. A democracia torna-se ditatorial,a socieade ditatorial torna-se democrática, mas não ocorre nenhuma diferença. Estas são apenas mudanças superficiais, como uma camuflagem, mas a estrutura, no fundo, permanece a mesma.
O que é a exploração psicológica? A exploração psicológica é aquela na qual nenhum indivíduo tem permissão de ser ele mesmo, ninguém é aceito como si mesmo, ninguém é respeitado. Como alguém pode respeitar as pessoas se não as aceita como elas são? Se alguém impõe coisas às pessoas e depois as respeita, na verdade está respeitando suas próprias imposições. Ele não as respeita como elas são, não as respeita em sua nudez. Não as respeita em sua naturalidade, não as respeita em sua espontaneidade, não as respeita em seus sorrisos verdadeiros e em suas lágrimas verdadeiras. Ele respeita apenas falsidade, pretensões, ações. Os atos das pessoas, isso ele respeita.
Esse eu-1 tem de ser completamente descartado. Freud ajudou bastante a humanidade a ter consciência da pseudo-personalidade, da mente consciente. A revolução dele é muito mais profunda do que a revolução do Marx, sua revolução é muito mais profunda do que qualquer outra revolução. Ela vai fundo, apesar de não ir longe o suficiente.
Esta revolução chega até o segundo "eu", ou seja, o eu-2. É o eu reprimido, o eu instintivo, o eu inconsciente. É tudo o que a sociedade não permitiu, é tudo o que a sociedade forçou dentro do ser de cada um e trancou lá dentro. Ele vem apenas nos sonhos, vem apenas em forma de metáforas, vem somente quando a pessoa está bêbada, vem somente quando a pessoa não está sob seu próprio controle. Caso contrário, o eu-2 fica longe da pessoa. E é mais autêntico, não é falso.
Freud fez muito para que o homem tivesse consciência disso. E as psicologias humanistas e, particularmente, os grupos de crescimento, encontros e outros, ajudaram muito a tornar o homem consciente de tudo o que está gritando dentro dele, tudo o que está reprimido, esmagado. E esta é a sua parte vital. Essa é a sua vida real, sua vida natural. As religiões a condenaram como sua parte animal, como uma fonte do pecado. Não é a fonte do pecado, e sim a fonte da vida. E não é inferior ao consciente. É mais profundo do que o consciente, com certeza, mas não inferior ao consciente.
E não há nada errado se essa parte é animal. Os animais são belos, assim como as árvores. Eles ainda vivem nus em sua simplicidade absoluta. Eles ainda não foram destruídos pelos padres e pelos políticos, eles ainda são parte de Deus. Só o homem se desviou. O homem é o único animal anormal na face da terra, contrário a todos os animais que são simplesmente normais. Daí a alegria, a beleza, a saúde. Daí a vitalidade. Quem nunca viu isso? Quando um pássaro está voando, quem nunca sentiu inveja? Quem não viu isso em um veado correndo rápido na floresta? Quem não sentiu inveja da vitalidade, da alegria pura, da energia?
Crianças: quem já não sentiu inveja? Talvez o fato de sentir tanta inveja seja o motivo para as pessoas condenarem a infantilidade. E as pessoas seguem condenando. Montague está certo quando diz que, em vez de dizer às pessoas "Não seja infantil", deve-se passar a dizer "Não seja metido a adulto". Ele está certo, eu concordo.
A criança é bela, enquanto o adulto é o que representa a feiura. O adulto não é mais um fluxo, ele está bloqueado em muitos aspectos. Ele está congelado, é chato e está morto. Perdeu o ânimo, perdeu o entusiasmo, ele está simplesmente se arrastando. Ele está entediado, não tem nunhum senso de mistério. Nunca se surpreende, esqueceu a linguagem da admiração. O mistério desapareceu dele. Ele tem explicações, o mistério não está mais presente. Consequentemente, ele perdeu a poesia, a dança e tudo o que é valioso, e tudo o que dá sentido e significado à vida, tudo o que dá sabor à vida.
Esse segundo "eu" é muito mais valioso do que o primeiro. É aí que sou contra todas as religiões, é nesse ponto que sou contra todos os sacerdotes, pois eles agarram o primeiro, o mais superficial. Vá para o segundo "eu". Mas o segundo "eu" não é o fim, e é aí que Freud falha em não ir além. E é aí que a psicologia humanista também é limitada, e apesar de ir um pouco mais fundo do que Freud, ainda não se aprofunda o suficiente para encontrar o terceiro "eu".
Há um terceiro "eu", o eu-3. O verdadeiro eu, a face original, que está além do eu-1 e do eu-2, além de ambos. O transcendental. O estado de Buda. É o puro estado de consciência indivisivel.
O primeiro "eu" é social, o segundo "eu" é natural e o terceiro "eu" é divino.
E é bom lembrar que não estou dizendo que o primeiro "eu" não é de todo útil. Se o terceiro "eu" existe, então o primeiro "eu" pode ser muito bem-utilizado. Se o terceiro "eu" existe, então o segundo "eu" pode muito bem ser utilizado. Mas somente se o terceiro "eu" existir. Se o centro funciona bem, então a periferia também está boa, e a circunferência também está com bom funcionamento. Porém, sem o centro, e apenas com a circunferência, é um tipo de morte.
É o que aconteceu com o homem. É por isso que no Ocidente tantos pensadores acham que a vida não tem sentido. Ela não é sem sentido. A questão é que o homem perdeu o contato com a fonte de onde vem o sentido.
É como se uma árvore tivesse perdido o contato com as próprias raízes. Agora não nasce nenhuma flor. Agora a folhagem começa a desaparecer, as folhas caem e não nasce nenhuma nova. E o suco para de fluir, a seiva não existe mais. A árvore fica morimbunda, a árvore está morrendo.
E a árvore pode começar a filosofar, a árvore pode tornar-se existencialista, um Sartre ou outra pessoa, e pode começar a dizer que não há flores na vida. Que a vida não tem flores, que não há aroma, que não há pássaros. E a árvore pode até começar a dizer que sempre foi assim e que os antigos apenas se iludiam de que havia flores, apenas imaginavam que elas existiam. "Sempre foi assim, a primavera nunca chegou, as pessoas apenas fantasiaram. Esses Budas simplesmente imaginam, fantasiam que as flores desabrocham, que existe uma grande alegria e que os pássaros vêm na luz do sol. Não há nada. Tudo é escuridão, tudo é obra do acaso, e não há nenhum sentido". A árvore pode dizer isso.
E a questão não é o fato de não haver sentido, de não haver mais flores, de as flores não exitirem, de o aroma ser uma fantasia, mas a simples realidade de que a árvore perdeu o contato com as próprias raízes.
A menos que esteja enraizada em seu estado de Buda, a pessoa não vai desabrochar. Não vai cantar, não vai saber o que é celebração. E como é possível conhecer Deus sem conhecer a celebração? Se a pessoa esqueceu como dançar, como é que pode rezar? Se a pessoa esqueceu como cantar e como amar, então Deus está morto. Não que Deus esteja morto. Deus está morto dentro da pessoa, apenas nela. Sua árvore está seca, a seiva desapareceu. Ela vai ter que encontrar as raízes novamente. Onde encontrar essas raízes? As raízes têm de ser encontradas aqui e agora.
Eu Sou !
Fonte: Osho, O livro do ego: Liberte-se da ilusão, Editora BestSeller, Rio de Janeiro, 2022. ISBN: 978-85-7684-710-6.
Marcadores: Buda, ego, eu, face, máscaras, mentira, Osho, personalidade, verdade
Fonte: https://bennettleeross.com/astronomy/2022-cosmic-commentaries-of-the-year-73/
Quando muita informação contradiz o sistema de crenças de alguém
E eles começam a perder seu fundamento
Isso causa comportamento psicótico
Nós nunca fomos à lua
A lua deveria estar do outro lado dos Cinturões de Van Allen
Atravessar estes Cinturões, que são realmente uma divisão de frequência entre reinos, é impossível
As galáxias também são apenas uma narrativa
A terra não é uma bola giratória inclinada e oscilante que corre pelo espaço
Então não há precessão dos equinócios
A terra é uma superfície imóvel e plana
As estrelas estão embutidas na cúpula celeste que é o chamado Cinturão de Van Allen
Elas giram em torno do equador celeste
E retornam ao seu lugar exato a cada ano
O que não aconteceria se estivéssemos em um globo veloz atravessando o espaço
Nosso sol atual não é nosso sol antigo
É pequeno e próximo
A lua também é nova e é artificial
Ela produz ondas ELF que fazem parte da tecnologia de controle mental
Nossos pensamentos não são todos os nossos pensamentos
A teoria dos germes é uma psyop (operação psicológica)
Doença é porque nosso corpo está desintoxicando
Usar máscara priva você de oxigênio
E sobrecarrega nossa hemoglobina com nosso dióxido de carbono
Que nosso corpo está tentando exalar
Grande parte da nossa comida é privada de nutrientes e está cheia de substâncias químicas tóxicas
O rastro químico do ar e a fluoretação da água também são planejados
Para nos manter funcionando em baixa vibração
Onde nossa consciência é limitada
E assim somos facilmente controlados
Estamos sendo atingidos por mentiras e toxinas em todos os níveis
Nosso corpo à base de carbono é um sistema degenerativo
Devido ao consumo de animais
Esquimós que têm uma dieta quase toda animal
Apenas vivem em média cerca de 30 anos
Nosso corpo tem cristais e silício
E podemos nos sintonizar espiritualmente com nossa mente
Nosso cérebro é um modulador de frequência para nossa alma
Nossas almas são um campo bioelétrico iridescente
Que pode ser capturado pela Fotografia Kirlean
Que mostra uma auréola ao redor de nossa cabeça
Nossos pensamentos afetam o campo morfogenético ao nosso redor
E nosso DNA afeta o mundo quântico que nos cerca
Introduzimos informações no todo com nossa ressonância mórfica
E somos uma projeção individual de uma única totalidade!
Marcadores: Alma, consciência, controle, desintoxicação, doença, esquimós, fluor, galáxia, germes, lua, máscaras, pensamento, sol, terra plana, toxinas
Entendo como veneno qualquer substância que tem efeito negativo (agride) no nosso corpo físico. Na nossa sociedade somos agredidos diariamente com inúmeros venenos, o que tem limitado nosso período de vida para menos de 100 anos, com muito sofrimento nos últimos anos. Vejamos uma lista dos venenos com os quais entramos em contato.
Ao tomarmos banho, limpamos nosso corpo com venenos (sabonete, shampoo, condicionador). Ao fazermos a barba, usamos venenos (creme de barbear, loção pós-barba). Para ficarmos cheirosos durante o dia usamos venenos (desodorante, perfume). Para encobrir o mau cheiro de nossa casa, usamos venenos no ar ("bom ar", etc), no chão (produtos de limpeza), no vaso sanitário. Para lavar nossas roupas usamos veneno (sabão em pó, amaciante). Para lavar os utensílios sujos na cozinha usamos venenos (detergentes). A água pública distribuída para a população está envenenada (cloro, flúor, etc). O cozimento dos alimentos no fogão é feito com um gás venenoso (GLP). Após sua queima, durante o cozimento, esse gás venenoso não se transforma milagrosamente em um gás saudável, prejudicando quem está na cozinha. Sabemos que muitas pessoas se suicidam respirando esse gás sem ser queimado, simulando as câmaras de gás de extermínio nazista. Ao sairmos de casa entramos em contato com venenos (poluição do ar com emissões de veículos, emissões de fábricas). A produção agrícola que consumimos está impregnada de venenos (pesticidas, herbicidas, fertilizantes, GMO, etc). O ar do planeta está sendo bombardeado diariamente com venenos (trilhas químicas - chemtrails, emissões normais de aviões, foguetes). Se você não passar bem (ou está com medo de não passar bem), geralmente você tenta se melhorar tomando venenos (remédios das indústrias farmacêuticas, vacinas). Uma outra fonte de envenenamento, pouco percebida, é o auto-envenenamento: o corpo humano está permanentemente expelindo toxinas (venenos) do seu interior, via respiração e pelos poros da pele. Quando usamos máscaras sobre o nariz (como exigido agora na plandemia), as toxinas eliminadas pela expiração são reabsorvidas via inspiração, aumentando o nível tóxico do corpo. As roupas e calçados também contribuem para aumentar a carga tóxica do corpo, por bloquear a saída, para longe, das toxinas eliminadas pelos poros da pele. O ideal é ficar sem roupas e descalço em seu lar. No entanto, geralmente a maior fonte de envenenamento nosso está na nossa alimentação e bebidas. Comemos comidas mortas (cozidas) e temperadas ou preservadas com venenos (óleos, conservantes, acidulantes, corantes, etc). Parafraseando Jesus: "A saúde só vem de coisas vivas e de coisas mortas só vem doenças e morte". Dá para perceber por que vivemos tão mal e por tão pouco tempo?
Obs.: Por estar relacionado ao tema de pandemia, veja abaixo a postagem antiga deste blog intitulada A Gripe Espanhola de 1918.
Saturday, November 26, 2005
A Gripe Espanhola de 1918
"Se desconhecermos o passado, estaremos condenados a repetí-lo no futuro"
Por que é interessante entender o que aconteceu neste evento de 1918? Porque podem existir elementos que possam ser usados hoje em dia, para o combate de vírus presentes na atualidade, como aqueles da Aids, SARS, gripe aviária, etc.
Em 1918, uma gripe virulenta, nunca antes vista, pareceu surgir rapidamente. Ela parecia matar em questão de horas, e espalhou-se por todo o mundo em questão de dias. Aparentemente ela apareceu simultaneamente em todo o mundo. Seu espalhamento foi mais rápido do que qualquer meio de transporte humano. Era mais mortal do que a Peste Negra da Idade Média [1].
Até hoje não há uma explicação satisfatória do porquê dessas características. Mas existia em 1918 uma invenção técnica recente através da qual a gripe pode se espalhar praticamente com a velocidade da luz. A “Gripe de 1918” se espalhou por todo o mundo, quase instantaneamente, através do telefone! Claro, esta afirmação precisa de uma explicação e de prova, que tentaremos apresentar abaixo.
No início dos anos 1890, um químico norte-americano aperfeiçoou um remédio caseiro conhecido como Chá de Aspen. Este chá, de gosto ruim, continha ácido acetilsalicílico, que causava muita náusea e vômitos, mas aliviava muitas dores. Essa poção foi posteriormente neutralizada , amortecida e sintetizada, e então vendida para a companhia alemã Bayer, como um aliviador de dores. A Bayer, para vender este remédio nos EUA e na Europa, deu a ele o nome de Aspirina, combinando o nome do Chá de Aspen, comum nos EUA, com o “Chá de Spirain”, comum na Europa e feito com as folhas de uma árvore chamada Spirae.
No final dos anos 1890, a aspirina já estava disponível na forma de pílulas, substituindo os chás de Aspen e Spirain, para aliviar dores, principalmente de artrite nas juntas. No entanto, muitos usuários descobriram, por acidente, um efeito colateral interessante: se você estivesse com uma febre, quando você tomasse a aspirina, a febre iria logo embora, junto com a dor. Que grande descoberta! Ela parecia curar rapidamente o resfriado comum e a gripe.
Em 1915, a Bayer ganhou na justiça o direito exclusivo do nome comercial de Aspirina, quando ela fosse vendida como um analgésico para aliviar dores. No entanto, a mesma decisão judicial, permitia que outras companhias usassem o nome Aspirina se, em seus anúncios e bulas, fosse dito que seu produto era um agente anti-febril ou um redutor de febre. Esta decisão judicial esquisita está em vigor até hoje. Hoje você pode comprar uma aspirina da Bayer para aliviar dor e, na prateleira do lado, comprar Tylenol, Bufferin, Anacin e muitos outros, todos contendo aspirina, para o tratamento de resfriados, gripes e febres. Reduzir febre não consta da solicitação da patente original da Bayer, pois a Bayer, em 1895, não sabia do uso da aspirina como redutor da febre, e não fez esta solicitação em seu pedido original de patente.
Como que essa decisão judicial se encaixa com o rápido espalhamento da Gripe de 1918? Precisamos, primeiramente, entender que a defesa primária que o corpo humano tem, para estancar o espalhamento das infecções virais, é produzir uma febre! A febre não é um sintoma da doença, mas sim uma resposta curativa do sistema imunológico anti-viral primário do corpo humano. A febre impede os telômeros, nas extremidades do RNA viral, de fazerem cópias de si mesmos.
Os telômeros são como um zíper que abre e separa a nova cópia do RNA dentro de alguns milisegundos, mas os telômeros são sensíveis à temperatura e não se abrem em temperaturas acima de 38,3 ºC [ 101 ºF ]. Portanto, a alta temperatura da febre impede o vírus da gripe de se dividir e se espalhar. É uma resposta do sistema imune que apenas os mamíferos desenvolveram para evitar o espalhamento das infecções gripais virais, que mais de 90% vêem dos pássaros. Praticamente todas as gripes são uma forma de “Gripe Aviária”. Algumas formas de gripe vêem de répteis, quando são chamadas de doenças tropicais, pois é o lugar onde a maioria dos répteis vivem.
Os médicos, no começo do século XX, não sabiam sobre isso, e mesmo hoje muito poucos médicos estão cientes de que a febre não é um sintoma de doença, mas é a forma única e primária para o corpo humano estancar as infecções virais. Se você para ou reduz a febre, os vírus ficam livres para se dividirem e se espalhar de forma incontrolada por todo o corpo.
Criando-se uma febre [isto é, aumentando-se a temperatura do corpo], a infecção viral perde velocidade suficientemente para que as células T do sistema imunológico do corpo possam encontrar as células infectadas [principalmente no pulmão], cerca-las e metabolizar [literalmente, comer] as células danificadas com ácidos fortes que também rompe os vírus em pedaços de aminoácidos básicos. Isto efetivamente “mata” os vírus de tal forma que eles não conseguem se reproduzir. No entanto, os vírus não são coisas vivas, e você não pode matar algo que não é vivo. Tudo o que o corpo pode fazer é destruir ou dissolver a cadeia de aminoácidos do RNA que constitui o vírus.
Não sabendo disso, a maioria dos médicos tratam a gripe com aspirina e redutores de febre, como um tratamento paliativo para diminuir as dores e os efeitos da febre. O resultado é que dentro de algumas horas a febre abaixa e o paciente se sente muito melhor. O que nem o médico nem o paciente sabem é que agora, com uma temperatura do corpo normal de 37 ºC [ 98.6 ºF ], os vírus ficam livres para se reproduzirem de forma ilimitada. Dentro de 72 horas, os vírus se reproduzem de alguns para milhões ou bilhões. O corpo está agora completamente dominado. Mas enquanto se está tomando a aspirina ou os medicamentos contra o resfriado, não existirão sintomas ou avisos do que está por vir.
Como uma última tentativa, o corpo tenta descarregar a infecção de bilhões de vírus dos pulmões através de quantidades massivas de células T e de fluidos nos pulmões, para “tossir fora” os vírus. Isto é chamado de pneumonia viral. Logo, dentro de horas, o paciente estará no hospital. Os médicos tentam tratar a febre, agora já de 40,6 ºC [105 ºF], com mais aspirina anti-febril ou medicamentos semelhantes para “tratar da febre”. Então, dentro de mais 24 horas o paciente, se sufocando e ofegando para respirar, estará morto.
Você deve notar que a infecção original realmente causou uma leve febre, padecimento e dor, que o paciente se “auto-medicou” com produtos anti-térmicos prontos da farmácia. Nos dias seguintes, o paciente pareceu não ter sintomas, mas na realidade estava propiciando o crescimento de bilhões de cópias do vírus da gripe nos seus pulmões. Então, uns dias mais tarde, o paciente e o médico parecem ver um caso repentino e acelerado de infecção gripal viral que está agora dominando o corpo. O que aconteceu realmente? O que causou a morte do paciente? Foi o vírus original da gripe ou foi o uso da aspirina que baixou a febre da gripe, que então paralisou a resposta do sistema imunológico do próprio paciente? Obviamente, o correto é a última opção. Portanto, como isso causou o espalhamento rápido e massivo da Gripe de 1918?
A Bayer e as outras companhias farmacêuticas resolveram suas divergências na justiça, a respeito da aspirina, durante o transcorrer da Primeira Guerra Mundial [de 1914 a 1918]. Durante esta guerra, a maior parte da produção de produtos com aspirina estava indo diretamente para as linhas de frente na França, para tratar os soldados infectados nas trincheiras imundas. Os médicos dessa guerra sabiam que a aspirina podia reduzir rapidamente uma febre. Se um soldado tinha uma febre, os médicos davam aspirina para ele. Magicamente, a febre diminuía, o soldado se sentia melhor e rapidamente era enviado de volta para lutar. Então, três dias depois o mesmo soldado estava de volta, agora com uma severa pneumonia e morria no dia seguinte. Nenhum médico fazia então a conexão entre a aspirina e a morte por pneumonia, já que as trincheiras estavam repletas de outras doenças, aparentemente relacionadas, como difteria ou tuberculose. Morte e morrer na linha de frente era coisa comum, e portanto nenhuma investigação detalhada foi feita. A aspirina parecia ser uma dádiva de Deus, pois ela permitia que os soldados doentes rapidamente voltassem logo para os combates.
Com o término da guerra [anúncio do Armistício], em 11 de novembro de 1918, os combates terminaram e os soldados começaram a voltar para casa. Os soldados em todo o mundo começaram a anunciar as boas notícias para suas famílias em casa. “Olá mamãe, eu estou voltando para casa. Vejo você e o papai no próximo domingo. O que, a tia Estela está com febre? Diz a ela para tomar algumas aspirinas. Sim, aquele medicamento da farmácia usado para tratar de dores. Diz para tia Estela que nós usamos a aspirina na França. Funcionou imediatamente e a febre sumiu. OK, nos vemos no próximo domingo...”. Telefonema típico naqueles dias.
Portanto, o que a Estela faz? Ela toma a aspirina, que a bula da Bayer apenas diz que é para “dores” e nada diz sobre febres. Ela toma a aspirina e magicamente a febre vai embora, e ela se sente muito melhor, praticamente curada. Ela está tão melhor que ela resolve montar a cavalo e ir visitar sua irmã Lúcia em um pequeno povoado, onde Lúcia e seus filhos estão com febre. O pequeno povoado não tem telefone e nem estradas de acesso, apenas uma trilha que o liga ao mundo. Mas, dentro de horas após o soldado ter telefonado para casa, através de comunicação boca-a-boca, todas as pessoas do pequeno povoado rural está agora tomando aspirina para tratar febres. Como a nova informação veio de um soldado, do exército e do governo, ela certamente é verdade!!
Dentro de uma semana após o Armistício de 1918, através do telefone, cabos submarinos e de rádios de ondas curtas entre navios e terra usando o código Morse, a mensagem foi espalhada celeremente em todo o mundo: “Está com febre? Tome aspirina. Ela funcionou na França, ela irá funcionar para você.” A mensagem se espalhou praticamente com a velocidade da luz através de milhões de linhas telefônicas espalhadas por todo o mundo. A notícia da “cura milagrosa” inclusive se espalhou via boca-a-boca em poucos dias, até para lugares sem telefones e sem estradas. Uma curiosidade: a epidemia foi chamada de "Gripe Espanhola" porque a Espanha, que não estava na guerra, foi um dos primeiros países a divulgar essa doença. Os países que estavam em guerra não divulgavam essa doença, por questão de segurança nacional [nem o uso da aspirina para combater febres].
Misteriosamente, uma semana após o Armistício, médicos em todo o mundo começaram a receber milhares de pacientes doentes e morrendo. Ninguém conseguia descobrir a razão. Os próprios pacientes nunca reportavam que apenas uma semana antes eles tinham tido uma pequena febre. A febre era tão fraca que quando eles tomaram algumas aspirinas, ela simplesmente desapareceu. Ninguém fez a conexão. Os médicos apenas viam, em 24 de novembro de 1918, milhares de pacientes muito doentes com febres altas, pulmões cheios de líquido, e morte rápida em questão de um dia.
A profissão médica nunca tinha visto algo igual, até hoje. Parecia ocorrer simultaneamente em todo o mundo e inclusive chegava a pequenos lugarejos afastados, sem telefones e estradas. Como poderia existir tal doença mortal massiva que se espalhava tão velozmente? Ela não existia. Não era uma doença! Era um novo uso de um velho remédio caseiro que todos já tinham na sua farmacinha caseira, a aspirina Bayer para reduzir febre.
A profissão médica, completamente perdida na explicação disso, simplesmente a chamou de “Gripe Espanhola” ou a “Gripe de 1918” ou nomes similares. Era um mistério sem fonte conhecida. Até agora, ninguém conseguiu provar a existência de qualquer patógeno [“microorganismo causador de doença”] único responsável por essa situação. Mesmo que alguém conseguisse, ainda não conseguiriam explicar seu aparente espalhamento, quase com a velocidade da luz, em todo o mundo num prazo de uma semana.
Até hoje não existe explicação. Mas agora você sabe. A “doença” não era causada por um único patógeno, mas por muitos dos centenas de tipos similares de gripe que estão sempre presentes em qualquer época em todo o mundo. O que foi diferente em novembro de 1918 foram as centenas de milhares de chamadas telefônicas praticamente simultâneas dos milhões de soldado voltando da guerra dizendo “...diga a tia Estela para tomar aspirina. Ela funcionou na França. Ela irá funcionar para ela...”. Ninguém fez a conexão entre o espalhamento da gripe de 1918 com os telefonemas dos soldados.
Os mesmos agentes patogênicos de 1918 estão presentes hoje em dia. O que é diferente hoje é que os produtos contra gripe e resfriado são vendidos e utilizados o ano inteiro. Isto resulta na morte de mais de um milhão de pessoas por misteriosas pneumonias virais, a cada ano, porém distribuída no ano inteiro. Em 1918, o novo uso da aspirina para tratar gripes e resfriados começou ao mesmo tempo em novembro, portanto criando a falsa impressão de um surto massivo e rápido de uma nova doença.
Hoje temos esses mesmos vírus causando a SARS, a Aids [vírus HIV], a gripe aviária, etc. Todas essas doenças não matam ninguém, são os TRATAMENTOS ERRADOS [usando o AZT para combater o vírus HIV da Aids, por exemplo] que matam as pessoas contaminadas por esses vírus. O espalhamento dessas epidemias em muitos países [chamado, então, de pandemia] ficou agora muito mais fácil, com o uso da internet. O rápido e contínuo espalhamento de informação errada está matando milhões de pessoas. “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará (e salvará)!”
Esta conexão entre (temperatura mais elevada) e (combate a agentes patogênicos no corpo humano) me levou a especular sobre a razão científica de várias recomendações normalmente feitas para melhorar nossa saúde, como fazer exercícios, caminhadas, etc. que aumentam a temperatura de nosso corpo, podendo freqüentemente fazê-lo expelir suor. Talvez esteja aí o motivo dos resultados saudáveis associados ao banho de vapor (sauna), banho de sol, etc e a nossa paixão por um bom banho quente e por dormirmos bem agasalhados....
Febre é a cura em andamento, percebeu?
Fique atento para detectar as propagandas enganosas!!
Outro fator que contribuiu muito para a grande mortandade de pessoas nesta ocasião foi a injeção de vacinas de péssima qualidade em milhões de pessoas para combater esse mal [2].
Um grande abraço, Rui.
Fontes:
[1] http://www.loveetaherbal.com/NewsletterIndex.htm
[2] http://www.grifo.com.pt//index.php?option=com_content&task=view&id=73&Itemid=34
Atualização 1: Hoje, em abril de 2009, os cientistas já reconstituíram, em laboratório, o vírus da gripe espanhola de 1918. O denominaram de H1N1. Aparentemente, espalharam esse vírus na população, chamando a síndrome de gripe suína, que já matou dezenas de pessoas no México, que não tiveram contato com suínos! Logo, vão dizer que algum tipo de remédio/vacina (como Tamiflu) é efetivo contra essa gripe. Pura balela... Essas ações visam a redução da população mundial... O México recebeu dos EUA vacinas comuns contaminadas com o vírus da gripe suína, pouco antes de a epidemia suína se espalhar por lá. Que coincidência...
Atualização 2: Hoje, em setembro de 2009, li um artigo da escritora investigativa austríaca Jane Burgermeister. Ela afirma ter documentos que comprovam que a pandemia de gripe espanhola de 1918-1919 foi espalhada por vacinas contaminadas. Esta contaminação proposital de vacinas continua ainda hoje (com a gripe suína e aviária) e, segundo certas fontes, foi a causa do assassinato de Michael Jackson antes de suas apresentações em Londres.
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# posted by Rui F. Souza @ 12:50 PM


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