Friday, February 05, 2010

 

A Cebola


Quando estou gripado, como alho cru e a gripe vai logo embora... Quanto à cebola, eu recebi o pps abaixo...

O Segredo da Cebola

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Tuesday, July 22, 2008

 

O Alho - 4


Na medicina popular e doméstica, o alho tem vasta aplicação para uso externo. Entre as mais conhecidas temos [1]:

Picadas de insetos: Colocar um pouco de alho amassado sobre elas.

Dores de dentes: Esmagar um dente de alho junto com cinza de borralho (ou farinha de trigo) e aplicar sobre o dente ou área dolorida.

Coceiras e pruridos: Queimar cascas e réstia de alho e aplicar sobre a área afetada. Serve também para tratar a sarna.

Calos: Cortar uma fina camada de alho e aplicar sobre o calo, prendendo com esparadrapo ou similar, pelo maior tempo possível, podendo-se renovar ao longo do dia.

Verrugas simples: O mesmo procedimento que para os calos. Procurar orientação médica caso o problema persista ou a lesão tenha aspecto suspeito.

Inflamações, infecções, feridas antigas: Aplicar o alho amassado e deixar secar. Pode-se repetir o procedimento várias vezes ao dia.

Frieiras e Pé-de-atleta: Amassar o alho e aplicar sobre as frieiras, expondo, de preferência, a área afetada ao sol. Se não puder expor ao sol, pode-se realizar a aplicação deixando-a secar, calçando meia e sapato em seguida, sem lavar.

Uma aplicação interna:

Corrimento vaginal: Um procedimento popular antigo é amarrar um ou dois dentes de alho (descascados e muito levemente amassados - bastando um leve "crac" depois de retirada a casca). Numa gaze, formando uma bolsinha, presa por uma linha forte e limpa, introduz-se essa bolsinha na vagina (não deve ser usado por virgens, obviamente) mantendo-a por duas horas, antes de deitar, diariamente, para casos de corrimentos crônicos antigos. O ideal é sempre submeter-se ao acompanhamento médico para conhecer as causas do corrimento, mas para os casos cujas causas não são claras ou definidas, este procedimento costuma ser eficaz. Se arder demais, retirar e reaplicar um pouco mais tarde, até que o ardor desapareça, quando então a bolsa pode ser mantida por mais tempo, se não incomodar.

O alho possui algumas contra-indicações e deve-se tomar certos cuidados no seu uso. O alho não é tóxico, mas, como todo alimento ou remédio natural ativo, deve-se evitá-lo em grandes quantidades, muito continuamente e nos seguintes casos:

Por conter compostos sulfurados (à base de enxofre) e substâncias irritantes, é contra-indicado para pessoas com problemas crônicos de estômago, gastrites agudas e úlceras. Doses muito grandes (ou mesmo pequenas, para as pessoas sensíveis) irritam o estômago e o fígado.

Pessoas sensíveis devem tomar maior cuidado com as doses e em situações de dores e, para espasmos ou outros sintomas, devem procurar um médico.

Não é indicado para recém-nascidos e mães em amamentação, uma vez que pode provocar cólicas no ventre do lactente. Melhor preferir o alho cozido ou frito, nestes casos. Gestantes também podem ter cólicas e espasmos se comerem muito alho.

Não indicado para casos de dermatites, pois como é desintoxicante, pode piorar o quadro em alguns casos. Portadores de acne e moléstias de pele em geral, também devem ser cuidadosos. Os princípios ativos do alho saem pelos poros com o suor e irritam uma epiderme que já apresenta problemas. É necessário o acompanhamento médico.

Em doses muito elevadas, pode provocar dor de cabeça, de estômago, dos rins e até tonturas, vômitos e diarréia, além de mau hálito.

Pessoas com pressão arterial muito baixa podem reduzí-la ainda mais se consumirem alho. É necessário cuidado e observação, evitando-se os excessos.

Não indicado para pessoas que tenham hipersensibilidade ao óleo de alho. Algumas pessoas apresentam reação alérgica ao contato com o alho.

O velho problema de quem aprecia o ardido e aromático bulbo (alho) é o hálito (o "bafo") que ele provoca. Na verdade, o odor do hálito "de alho" devido à presença de partículas ou de resíduos do mesmo na boca, produz apenas o hálito característico imediatamente ao consumo, durando não muito mais que meia hora, no máximo, tendendo a desaparecer. O principal efeito que mantém o odor (caso ele se mantenha) ocorre devido aos gases voláteis, ricos em alicina e compostos de enxofre, que são emanados do estômago durante a sua digestão e ascendem pelo esôfago à boca. Outro efeito que pode se somar ao anterior é que, ao ser digerido e assimilado, a alicina e os compostos sulfurosos ganham a circulação sangüínea e chegam aos pulmões, onde são expelidos e produzem assim o "bafo de alho", em muitas pessoas. Obviamente que este último efeito ocorre com mais intensidade quando quantidades maiores de alho são consumidas.

Então, o que fazer? Durante uma refeição em que se esteja ingerindo alho cru, a dica básica é ingerir pequenas quantidades de azeite de oliva (na salada, por exemplo) e um suco ácido, pois eles tendem a neutralizar e diminuir o odor. Depois, assim que terminar a refeição, procure escovar os dentes (e usar fios dentais) e use anti-sépticos bucais aromáticos, sem esquecer a velha balinha de hortelã ou similares...

Para evitar o odor proveniente do alho no estômago, tome suco concentrado de maçã, ou mesmo coma duas maçãs, pois essa fruta tende a reduzir as emanações dos gases de alho. O sumo fresco de maçã é uma dica antiga e infalível para o mau hálito.

Para o caso de persistência do hálito de alho, provavelmente devido à presença dos componentes na respiração, o melhor é tomar um chá forte de hortelã ou menta, que disfarçam o problema e até ajudam a eliminar.

Em todos os casos, os anti-sépticos bucais aromáticos estão indicados e podem ser usados a cada hora, não por causa da sua capacidade de combater germes, mas pelo aroma perfumado que ajuda a reduzir o hálito carregado.

Para quem usa suplementos à base de alho, há produtos confeccionados com alho desodorizado, à disposição no comércio.

Fonte:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Alho: Sabor e Saúde, Editora Alaúde, 2007.

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Monday, July 14, 2008

 

O Alho - 3


O bulbo do alho é bom em dietas para diabéticos, pois ajuda a reduzir o excesso de glicose e açucares no sangue, bem como protege os tecidos contra os radicais livres que fazem a doença piorar [1].

Um eficiente vermífugo: O uso regular do alho, ou o óleo em cápsulas, aumenta a resistência contra as infecções e é um vermífugo comprovado contra ancilóstomos, oxiúros, lombrigas, solitárias, amebas e giárdia.

Ação no aparelho digestivo: combate a formação de mucosidades no estômago. Contra diarréia e prisão de ventre, flatulência, processos infecciosos e agudos, cólicas, inflamações do intestino grosso e do reto, doenças hepáticas e biliares, disenteria amebiana, cólera, tifo e paratifo.

Ação no aparelho respiratório: Útil nas doenças das vias respiratórias: efisema pulmonar, tuberculose, gangrena e asma pulmonar e bronquiectasias.

Nas doenças da circulação: pressão alta, arteriosclerose coronariana, fraqueza dos músculos cardíacos. O uso regular na alimentação protege contra a arteriosclerose de vasos coronários e a debilidade dos músculos cardíacos. Reduz o colesterol ruim, e diminui o risco da formação de coágulos.

É um desintoxicante natural, pois contém muito enxofre, ajuda na desintoxicação da nicotina. Também contém germânio, que facilita a absorção de oxigênio pelas células. Favorece a assimilação e a distribuição das vitaminas no organismo, além de conter vitamina B6 (excelente para a memória) e selênio; facilita o aproveitamento da vitamina B1.

Tradicionalmente, o alho aumenta a capacidade do nosso organismo de resistir ao frio e ao calor.

Para que o alho produza todos esses efeitos, ele deve ser amassado, picado ou mastigado cru. Basta consumir dois ou três dentes por dia nas refeições diárias.

Fonte:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Alho: Sabor e Saúde, Editora Alaúde, 2007.

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Sunday, July 13, 2008

 

O Alho - 2


O alho é um dos produtos da natureza mais utilizados pela medicina doméstica e popular. São os seguintes os usos tradicionais do alho no Brasil por raizeiros, benzedeiros e donas de casa experientes [1]:

-cortes e machucados
-diarréia
-dor de garganta
-dor de ouvido
-infecções urinárias
-picadas de insetos e aranhas
-otites
-pressão alta
-resfriados e gripes
-sinusite
-terçol
-tosse

Na medicina popular e na medicina tradicional, o alho tem as seguintes indicações para uso interno:

-antigripal
-antitussígenos
-antiviral
-carminativo (elimina gases intestinais)
-estimulante
-estomáquico (tonifica o estômago)
-expectorante (promove a eliminação das secreções excessivas dos pulmões, brônquios e traquéia)
-febrífugo (combate a febre)
-hipotensor
-laxante
-vermífugo

Na medicina convencional, de um modo geral, o alho é indicado como auxiliar no tratamento de pressão arterial elevada, na redução dos níveis de colesterol e na prevenção da aterosclerose e de resfriados e outras doenças infecciosas. Além disso, o alho regula a gordura presente no sangue, equilibra a flora intestinal e a glicose sangüínea, com indicação para asma, bronquite e pneumonia. Sua ação farmacológica ajuda a desinfetar o organismo e a eliminar toxinas intestinais, expulsar vermes, tonificar e revitalizar pessoas enfraquecidas e convalescentes.

Ultimamente, recomenda-se que fumantes ingiram cápsulas de óleo de alho para proteger o organismo contra os efeitos nocivos do cigarro e similares.

Comer um ou dois dentes de alho por dia pode ajudar a prevenir resfriados, baixar o colesterol, inibir a coagulação do sangue nas artérias e reduzir o risco de doenças cardíacas e derrames.

Fonte:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Alho: Sabor e Saúde, Editora Alaúde, 2007.

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Saturday, July 12, 2008

 

O Alho - 1

"Que o seu alimento seja o seu remédio e que o seu remédio seja o seu alimento"
Hipócrates, o Pai da Medicina Ocidental

Por experiência própria já constatei que a ingestão de alho cru elimina rapidamente os sintomas de gripes e resfriados. Porém, o alho é um remédio-alimento (nutracêutico) com inúmeras outras propriedades benéficas para recuperação e conservação de nossa saúde física. Abaixo vamos listar algumas dessas propriedades [1].

Estudo aponta que o alho pode reduzir chances de câncer de próstata

De acordo com um estudo publicado pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, o alho e a cebola podem ajudar a evitar o desenvolvimento de câncer de próstata. Segundo a pesquisa, o risco de homens que comem mais alho e cebola desenvolverem câncer de próstata é 50% menor que aqueles que quase não comem estes vegetais. O responsável pelos benefícios seriam os compostos sulfurosos contidos nesses alimentos. Foram examinadas as dietas de 230 homens com câncer de próstata e de outras 471 pessoas que não tinham a doença. Aqueles que comem mais de dez gramas de cebola, alho e cebolinha teriam muito menos chances de desenvolver a doença.

Jamie Bearse, da Coalizão Americana Contra o Câncer de Próstata, afirmou estar satisfeito com as provas apresentadas da relação entre boa alimentação e prevenção da doença: "Talvez isso estimule os homens a deixarem de lado o fast food, e a adotarem saladas com cebola e alho nas suas dietas".

Fonte:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Alho: Sabor e Saúde, Editora Alaúde, 2007.

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