segunda-feira, julho 14, 2008
O Alho - 3
O bulbo do alho é bom em dietas para diabéticos, pois ajuda a reduzir o excesso de glicose e açucares no sangue, bem como protege os tecidos contra os radicais livres que fazem a doença piorar [1].
Um eficiente vermífugo: O uso regular do alho, ou o óleo em cápsulas, aumenta a resistência contra as infecções e é um vermífugo comprovado contra ancilóstomos, oxiúros, lombrigas, solitárias, amebas e giárdia.
Ação no aparelho digestivo: combate a formação de mucosidades no estômago. Contra diarréia e prisão de ventre, flatulência, processos infecciosos e agudos, cólicas, inflamações do intestino grosso e do reto, doenças hepáticas e biliares, disenteria amebiana, cólera, tifo e paratifo.
Ação no aparelho respiratório: Útil nas doenças das vias respiratórias: efisema pulmonar, tuberculose, gangrena e asma pulmonar e bronquiectasias.
Nas doenças da circulação: pressão alta, arteriosclerose coronariana, fraqueza dos músculos cardíacos. O uso regular na alimentação protege contra a arteriosclerose de vasos coronários e a debilidade dos músculos cardíacos. Reduz o colesterol ruim, e diminui o risco da formação de coágulos.
É um desintoxicante natural, pois contém muito enxofre, ajuda na desintoxicação da nicotina. Também contém germânio, que facilita a absorção de oxigênio pelas células. Favorece a assimilação e a distribuição das vitaminas no organismo, além de conter vitamina B6 (excelente para a memória) e selênio; facilita o aproveitamento da vitamina B1.
Tradicionalmente, o alho aumenta a capacidade do nosso organismo de resistir ao frio e ao calor.
Para que o alho produza todos esses efeitos, ele deve ser amassado, picado ou mastigado cru. Basta consumir dois ou três dentes por dia nas refeições diárias.
Fonte:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Alho: Sabor e Saúde, Editora Alaúde, 2007.
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domingo, julho 13, 2008
O Alho - 2
O alho é um dos produtos da natureza mais utilizados pela medicina doméstica e popular. São os seguintes os usos tradicionais do alho no Brasil por raizeiros, benzedeiros e donas de casa experientes [1]:
-cortes e machucados
-diarréia
-dor de garganta
-dor de ouvido
-infecções urinárias
-picadas de insetos e aranhas
-otites
-pressão alta
-resfriados e gripes
-sinusite
-terçol
-tosse
Na medicina popular e na medicina tradicional, o alho tem as seguintes indicações para uso interno:
-antigripal
-antitussígenos
-antiviral
-carminativo (elimina gases intestinais)
-estimulante
-estomáquico (tonifica o estômago)
-expectorante (promove a eliminação das secreções excessivas dos pulmões, brônquios e traquéia)
-febrífugo (combate a febre)
-hipotensor
-laxante
-vermífugo
Na medicina convencional, de um modo geral, o alho é indicado como auxiliar no tratamento de pressão arterial elevada, na redução dos níveis de colesterol e na prevenção da aterosclerose e de resfriados e outras doenças infecciosas. Além disso, o alho regula a gordura presente no sangue, equilibra a flora intestinal e a glicose sangüínea, com indicação para asma, bronquite e pneumonia. Sua ação farmacológica ajuda a desinfetar o organismo e a eliminar toxinas intestinais, expulsar vermes, tonificar e revitalizar pessoas enfraquecidas e convalescentes.
Ultimamente, recomenda-se que fumantes ingiram cápsulas de óleo de alho para proteger o organismo contra os efeitos nocivos do cigarro e similares.
Comer um ou dois dentes de alho por dia pode ajudar a prevenir resfriados, baixar o colesterol, inibir a coagulação do sangue nas artérias e reduzir o risco de doenças cardíacas e derrames.
Fonte:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Alho: Sabor e Saúde, Editora Alaúde, 2007.
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sábado, julho 12, 2008
O Alho - 1
Hipócrates, o Pai da Medicina Ocidental
Estudo aponta que o alho pode reduzir chances de câncer de próstata
De acordo com um estudo publicado pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, o alho e a cebola podem ajudar a evitar o desenvolvimento de câncer de próstata. Segundo a pesquisa, o risco de homens que comem mais alho e cebola desenvolverem câncer de próstata é 50% menor que aqueles que quase não comem estes vegetais. O responsável pelos benefícios seriam os compostos sulfurosos contidos nesses alimentos. Foram examinadas as dietas de 230 homens com câncer de próstata e de outras 471 pessoas que não tinham a doença. Aqueles que comem mais de dez gramas de cebola, alho e cebolinha teriam muito menos chances de desenvolver a doença.
Jamie Bearse, da Coalizão Americana Contra o Câncer de Próstata, afirmou estar satisfeito com as provas apresentadas da relação entre boa alimentação e prevenção da doença: "Talvez isso estimule os homens a deixarem de lado o fast food, e a adotarem saladas com cebola e alho nas suas dietas".
Fonte:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Alho: Sabor e Saúde, Editora Alaúde, 2007.
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segunda-feira, maio 19, 2008
A Pimenta
Você sabia que a pimenta, aquele condimento de sabor
O poder nutricional e o medicinal fazem da pimenta um
Eu, particularmente, gosto de comer pedacinhos de pimenta [caiena ou dedo de moça] junto com banana, pois o sabor picante da pimenta costuma ser muito forte para o meu gosto. Costumo, também, comer alho com banana, para poder suportar o gosto forte do alho...
[1] Márcio Bontempo, Pimenta e seus Benefícios à Saúde, Editora Alaúde, 2007.
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domingo, março 12, 2006
O Sal Assassino - 2
Durante o processo de "fabricação" do sal refinado, há a lavagem do sal marinho, quando são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário acrescentar depois iodo ao sal refinado, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural, sendo utilizado para prevenir o bócio, como exigência dos órgãos de "controle". O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodatação artificial do sal é que indústrias poderosas têm interesse na extração de certos produtos do sal bruto e na venda da sobra chamada de sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio, que gera lucros astronômicos para empresas multinacionais.
Surgem problemas adicionais com a adição do iodo artificial. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige, então, a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos.
Também, no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível a olho nu) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. Em pequenas quantidades, esses fatores fornecem importantes oligoelementos, como zinco, cobre, molibdênio, etc., além de cálcio natural. O krill é o alimento básico das baleias.
Na industrialização do sal, freqüentemente é feita uma lavagem a quente para melhor "clarear" o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação e figuração de enzimas e coenzimas. A utilização de vácuo durante o processo auxilia na perda adicional de elementos úteis.
Depois de empobrecido, o sal refinado industrial é "enriquecido" com aditivos químicos, contendo então cerca de 2% de produtos perigosos. Para evitar liqüefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais "soltinhos"), recebe óxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar, devido à sua origem não-natural. Depois, outros aditivos são usados, como: ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminato de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio. Obtém-se, asim, o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem 2,5% de seus elementos básicos, não exigidos por lei.
Entre as perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho sob a forma de cloreto, bromato, sulfato, etc., de origem natural. Sabe-se que o magnésio, enquanto abundante no adulto, é escasso em pessoas idosas, e está relacionado à sensibilidade precoce e à impotência. Testes de laboratório revelam que cobaias desprovidas de magnésio param de crescer e morrem em 30 dias. O sal marinho não é a única fonte de magnésio. Ele está presente normalmente nas folhas verdes (como núcleo da molécula de clorofila) e em muitos elementos do reino vegetal.
O teor de sódio no sal marinho é menor do que no refinado, que o possui na forma de cloreto. Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o sal marinho. O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores.
O sal de rocha, também conhecido como "sal gema", só deve ser usado em última circunstância, pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho. Origina-se da sedimentação de lagos ou águas paradas e é retirado de minas. Grande parte dos microorganismos e minerais úteis são perdidos com o tempo.
Um abraço, Rui
Referência:
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sexta-feira, março 03, 2006
Emagrecer...é Sopa !
Para pessoas que têm uma alimentação variada normal e acumularam peso em excesso, a "dieta da sopa" é uma forma de emagrecimento com prazer, sem sacrifícios e nem riscos à saúde [1]. Uma espécie de "ovo de Colombo" do mundo das dietas. O Dr. Márcio Bontempo aplicou esta dieta na sogra e ela perdeu 3 quilos após cinco dias. Uma amiga gordinha, chamada Hilda, perdeu 23 quilos em alguns meses.
"A sopa nos dá independência, eliminando a necessidade de nutricionistas, médicos, endocrinologistas e spas. Com um pouco de dedicação, aprendemos a regular nossa dieta, a controlar as rédeas da nossa própria vida, a recuperar a autoconfiança e a autodeterminação. Passamos a ser os nossos próprios mestres. Este foi um dos aspectos mais notáveis percebidos nos clientes e amigos que utilizaram este sistema de sopa."
Existem inúmeros tipos de sopas e, portanto, uma dieta de sopas nunca é algo monótono. Em [1] apresenta-se 52 receitas de sopas. Um fator que contribui para o sucesso da DS é que pode-se verificar que a sopa sacia e elimina com mais eficácia a sensação de "vazio" e de fome do que as tradicionais saladinhas cruas, frutas e biscoitos, as marcas registradas dos spas.
O grande fantasma das dietas é a ansiedade e o mal-estar que as refeições de rápida digestão provocam. As pessoas que se submetem a dietas com saladas e similares crus ficam novamente famintas cerca de uma hora após a refeição, passando a fixar o pensamento na próxima. Ao lembrarem-se de que essa próxima refeição será composta pelos mesmos tipos de alimentos, numa mortificante monotonia, passam a ficar apáticas e a desenvolver um sentimento indefinido, próximo da desmotivação. Com a sopa isto não ocorre, pois há sempre o fator surpresa dos ingredientes variados, da mudança da temperatura da refeição, etc. Isto produz um impacto psicológico salutar, animador, muito importante nos regimes restritivos. E se a pessoa conferir que a refeição sacia a fome durante horas, fica tudo mais fácil. A sopa permite a sensação de bem-estar e ao mesmo tempo de leveza corporal.
Isto ocorre devido ao fato de que a sopa nutre, uma vez que, de acordo com seus ingredientes, podem-se obter quantidades maiores de nutrientes básicos necessários, com baixos níveis calóricos, do que as saladas e frutas. Portanto, bioquimicamente falando, a sopa é o melhor companheiro daqueles que precisam perder peso e mantê-lo, sem perder o equilíbrio mineral profundo.
Tenha uma boa sopa...
Rui
Referência:
[1] Dr. Márcio Bontempo, Emagrecer...é Sopa: Perca peso com prazer, sem sacrifícios nem riscos a sua saúde, Editora Best Seller, 1997.
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