Wednesday, June 17, 2015

 

A Doença chamada Menstruação


Em toda a Natureza, o sexo feminino é superior ao sexo masculino. Apenas na raça humana esta regra é alterada, chamando-se o sexo feminino de "sexo frágil". No entanto, esta denominação não é correta, já que em todos os países do mundo [1], a mulher vive, em média, mais que os homens e, portanto, existem muito mais viúvas que viúvos em todos os países. Aqui no Brasil, por exemplo, as mulheres vivem, em média, mais de 7 anos a mais que os homens [2]. Todos nós sabemos que as meninas começam a se desenvolver mais cedo (ficando mais altas) que os meninos, até a época em que começam as hemorragias periódicas chamadas de menstruação. Com o fluxo sanguíneo menstrual, a adolescente perde os elementos cálcio e fósforo, que são necessários para a formação dos ossos, fazendo com que elas acabem crescendo menos que os rapazes, que não sofrem desta hemorragia periódica (apenas algumas hemorragias esporádicas pelo nariz). Apesar da desvantagem da menstruação, as mulheres ainda vivem mais que os homens, em média.

Outra característica patológica do sexo feminino da raça humana são os seios grandes. Os seios femininos deveriam ser pequenos, e deveriam aumentar de volume apenas por ocasião do parto, para amamentar os recém-nascidos. No entanto, em nossa sociedade é moda elegante ter seios volumosos e muitas mulheres procuram aumentá-los ainda mais através de implantes de silicone e injeções salinas [3]. Para segurar esse maior volume, é comum o uso de sutiãs, instrumento que contribui para o surgimento de câncer de mama nas mulheres [4]. O câncer de mama é muito mais comum em mulheres que possuem seios grandes, e muito menos frequente em mulheres de seios pequenos. Mulheres de seios pequenos tem a mesma probabilidade de câncer de mama que a probabilidade de câncer de seio que os homens, algo quase nulo.

Que a menstruação é um processo patológico prejudicial à mulher pode ser visto pelo desconforto físico e mental que ela causa, quando ocorre, como a conhecida TPM (tensão pré-menstrual). A menstruação não precisa acontecer enquanto a mulher está no seu período fértil da vida. Ela ocorre devido a um condicionamento social errado imposto às mulheres por uma sociedade machista. O fato de que existem registros médicos de inúmeras mulheres que viveram vidas longas e saudáveis e tiveram muitos filhos sem menstruar uma única vez nas suas vidas, é uma indicação que esta perda de sangue perfeitamente bom, o mesmo que flui na circulação geral do corpo, não é algo necessário para a saúde ou a fertilidade, como é usualmente suposto [5]; e os muitos casos registrados de mulheres que se livraram desta hemorragia adotando uma dieta e modo de vida naturais, indica que a menstruação é algo não natural e, portanto, é uma penalidade que se paga pela violação de leis naturais.

Na Referência [5], o autor informa que encontrou uma jovem mulher que disse a ele confidencialmente algo singular: ela tinha se separado recentemente do seu marido e também tinha começado uma dieta crua de frutas, consistindo basicamente de saladas de frutas. Ela disse que após deixar seu marido e adotar essa dieta, a sua menstruação desapareceu completamente. Ela também acrescentou que ela tomava banhos frios todos os dias do mês. Isto era a primeira vez que ele ouvia tal coisa, pois ele acreditava que a menstruação era um aspecto necessário da fisiologia feminina entre a puberdade e a menopausa. Pouco depois, ele encontrou outra jovem mulher que disse a ele que quando ela adotou uma dieta vegetariana, ela parou de menstruar por um ano, mas a menstruação voltou quando ela voltou a ter uma dieta com carne.

A menstruação envolve uma terrível perda de hormônios sexuais femininos, que estão presentes no sangue menstrual em até seis vezes a concentração deles presente na circulação geral do organismo. É esta perda contínua de hormônios sexuais durante três décadas de menstruação que traz a menopausa e seus efeitos posteriores, causando o envelhecimento da mulher e a perda da sua juventude e da beleza. Por esta razão, a menstruação traz os sintomas da senilidade e da velhice. A partir disso, podemos concluir que se uma mulher se livrar dessa hemorragia debilitante, ela iria preservar sua juventude para sempre, como foi o caso de uma francesa famosa, Ninon de L'Enclos, que, com a idade de 90 anos parecia-se como uma mulher jovem e era tão bonita que muitos pretendentes pediam sua mão em casamento. Isto ela conseguiu através de uma dieta especial que a livrou da menstruação, que é a chave do rejuvenescimento feminino.

Contrário à crença de que o cérebro do homem é maior do que o da mulher, o cérebro da mulher é, relativo ao peso total de seu corpo, um quarto mais pesado do que o do homem. É um erro julgar a superioridade mental de um organismo vivo com base no peso absoluto do cérebro, pois, nesse caso, o elefante tem um cérebro maior e, portanto, deveria ser muito mais esperto que o homem. O peso relativo do cérebro da mulher, sendo 25% maior do que o do homem, isso iria fazer ela o sexo mentalmente superior, apesar de que na nossa presente sociedade patriarcal, não são dadas a elas as oportunidades dadas ao sexo masculino que é relativamente inferior. Porém, o que é mais forte: a "intuição feminina" ou a "intuição masculina"? 

O organismo feminino vem ao mundo com maior vitalidade que o masculino; durante o período de gestação sua tenacidade superior pela vida resulta no fato de que existem menos abortos espontâneos femininos do que masculinos. Também na ocasião do parto existem menos morte de fêmeas, enquanto durante a infância existe uma menor incidência de doenças e mortes. Vindo ao mundo com maior vitalidade, o organismo feminino acaba superando o masculino em longevidade.

Durante a infância a menina é mentalmente superior ao menino. A sua glândula tireoide, que possui três lóbulos, enquanto a do sexo masculino possui apenas dois, leva ela a ter um desenvolvimento precoce, tanto do corpo como do cérebro, já que ambos estão sob o domínio da tireoide. Estimou-se que o cérebro feminino desenvolve-se, a partir do nascimento, quatro vezes mais do que a taxa masculina, entre outras coisas, por receber a influência catalisadora da maior quantidade de hormônios da tireoide ricos em iodo, que controlam o desenvolvimento e a diferenciação das células cerebrais, pois está provado que quando esse hormônio está deficiente, ocorre a idiotia. Como resultado, a menina com a idade de sete anos alcança uma capacidade cerebral que o menino apenas alcança com a idade de quatorze anos.

O crescimento mais rápido do cérebro feminino durante a infância não apenas termina prematuramente com o começo das menstruações, como também para completamente alguns anos mais tarde, enquanto o cérebro masculino que está crescendo mais devagar continua a se desenvolver até a idade de trinta anos. Esta parada não natural de crescimento do cérebro feminino, como um resultado da menstruação, permite ao cérebro masculino, relativamente inferior, finalmente suplantar e exceder o cérebro feminino em desenvolvimento e capacidade, levando à superioridade mental do sexo masculino sobre o feminino, que não existiria se não houvesse a presença da desvantagem menstrual, que, na sua ausência, levaria o crescimento do cérebro feminino a suplantar amplamente aquele do cérebro masculino. Será que os homens, através de falsos ensinamentos religiosos (o pecado original de Eva) e médicos, impuseram a menstruação sobre as mulheres para evitar que elas se tornassem mentalmente superiores e para mantê-las em um estado de subjugação sexual? A igreja católica, por exemplo, matava na fogueira as mulheres mais inteligentes (chamando-as de "bruxas" e que, provavelmente, não menstruavam) durante a Idade Média, para evitar a supremacia das mulheres sobre os homens. Todas as mulheres extraordinárias da história estiveram relativamente livres dessa drenagem vital do sexo delas. Elas ou menstruavam pouco ou não menstruavam, como foi o caso de Joana d'Arc, como ficou provado por exames médicos durante o seu julgamento por feitiçaria, que a levou a ser queimada na fogueira como uma bruxa, por esta razão.

Existe uma Teoria da Menstruação de Gerson [Sobrevivência a um período de acasalamento primitivo]: o ciclo menstrual (também chamado de "regra", mas que não deveria ser regra) representa a continuação de um ciclo de acasalamento primitivo associado à Lua. Em época primitiva, a lua cheia - com sua alta claridade - encorajava andar durante a noite, enquanto que a escuridão (durante as outras fases da lua) proibia essas andanças, de tal forma que grupos errantes de homens capturavam e estupravam as mulheres nos períodos de lua cheia, gerando grandes traumas físicos e mentais. A origem da hemorragia menstrual, e o medo, a dor e a depressão ligadas a isso (origem da TPM), é devido a esse estupro mensal violento feito pelos homens que invadiam os povoados. Em outras palavras, nesta teoria a menstruação surgiu como uma hemorragia causada pelo estupro. Essa hemorragia gradualmente tornou-se um hábito adquirido e foi transmitido de mãe para filha, assim como a hemofilia. A perda de sangue lunarmente periódica que ocorria como resultado da relação sexual, posteriormente passou a ocorrer sem haver relação sexual, mas no período em ela poderia ter acontecido.

Em comunidades em que ambos os sexos são (ou eram) tratados de forma igualitária, o sexo feminino sempre se destaca. Na antiga Grécia, existia o Oráculo de Delfos ("Conheça a ti mesmo"), consultado por todos, em que as mulheres (sacerdotisas chamadas de pitonisas) eram as cabeças mais privilegiadas. Historiadores registraram que entre os antigos gauleses, as mulheres eram mais fortes que os homens, e elas lutavam com os romanos lado a lado com os homens. As gaulesas eram também mais altas que os homens. Entre os antigos teutões (antigos alemães), que reconheciam e praticavam a igualdade de direito dos sexos, as mulheres também eram mais altas e fortes que os homens e lutavam contra os romanos com igual ferocidade. Esqueletos encontrados delas, mostram que algumas atingiam mais de dois metros de altura.

As antigas Amazonas, aquelas mulheres emancipadas da antiguidade, de cuja existência histórica não há mais dúvidas, e que viviam separadas da companhia de homens, renunciando ao casamento como sendo escravidão sexual e lutando até a morte para não se submeter a isso, não menstruavam, o que indica que a origem da menstruação é a submissão sexual da mulher ao homem.

Hoje em dia, é comum que mulheres atletas (com muito boa saúde!) não menstruarem (situação chamada de amenorréia). Isso costuma ser visto pela classe médica como algo negativo, mas a verdade é justamente o oposto, conforme podemos concluir das informações fornecidas acima nesta postagem. Pelo exposto, também poderíamos concluir que a menstruação é uma doença psicossomática.

Referências:
[1] https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_life_expectancy
[2] https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_expectativa_de_vida#Unidades_federativas_do_Brasil_por_expectativa_de_vida
[3] Giuliana Vallone, Implante a jato, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Equilíbrio, pg. B7, 16 de junho de 2015.
[4] http://www.saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2005/04/o-suti-assassino.html 
[5] Raymond W. Bernard, The Physiological Enigma of Woman.

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