segunda-feira, julho 15, 2024
AULA 1: Como superar a ANSIEDADE, o estresse e a INSÔNIA [Desafio Atma H...
Marcadores: ansiedade, estresse, Ho'oponopono, insônia, vídeo
quinta-feira, setembro 07, 2023
Vital Frosi : "O porquê de tanta ansiedade"
Amados!
Estamos num tempo de grande limpeza energética do Planeta Terra. Isso faz parte da fase final da Transição planetária. Tudo está sendo preparado para a Nova Era, que já está se instalando por aqui. Entramos na Era de Aquário e, desta vez, não será apenas mais uma Era de Aquário como tantas vezes já aconteceu, pois esta coincide com a mudança da Terceira Dimensão para a Quinta Dimensão.
Coincidentemente, a Terra também deixa agora de ser um Mundo de Provas e Expiações para as almas encarnadas aqui. Estamos num tempo jamais vivido neste Planeta, pois acontece também um final de Ciclo evolutivo para essas almas. Haverá, portanto, a grande oportunidade da ascensão em massa, pois pelo menos 1/3 da humanidade vai ascensionar nesta atual encarnação.
O Plano Divino é tão perfeito, que foge da capacidade das mentes humanas compreenderem a envergadura e a abrangência dele. Compreenderá este plano, as almas que farão a sua ascensão. As demais, não precisam pois continuarão submetidas as véus do esquecimento, ou seja, como sempre estiveram até aqui, mesmo que tenham que continuar em outro Mundo ainda de Provas e Expiações.
Mesmo que não se saiba os detalhes deste Plano Divino, as almas encarnadas possuem as suas memórias em seu inconsciente, portanto, sentem que estamos de fato chegando no final deste grande Ciclo. É um momento de muita expectativa para a alma, e isso reflete no corpo material.
Além do corpo material que vemos em cada pessoa, há também o corpo emocional e é este que sente de forma mais intensa o momento que estamos vivendo. Ali está a causa de tantos sintomas de ansiedade, que muitos estão sentindo atualmente. Pessoas que nunca sentiram antes, agora passam por situações difíceis de controlar.
Em certos momentos, é tão intenso que se transforma em angústia ou crises de pânico. Sabemos que será por um tempo apenas, o tempo necessário para compreender que estamos passando por profundas mudanças, tanto energéticas como de consciência. A alma se expressa através do corpo, então é no corpo que sentimos a maior carga.
A ansiedade não vem somente da expectativa, do momento único em que passa o Planeta e sua humanidade. Ela também reflete a limpeza de toda a energia negativa, acumulada ao longo dos milênios, nas sucessivas encarnações de cada alma. Toda espécie de sombra ainda existente, precisa ser iluminada agora. São as memórias inconscientes dos traumas vividos, das dores e do sofrimento vivenciados nesta longa caminhada nesta escola da vida.
Aquele que sente a ansiedade está, de fato, trazendo à tona aquela sombra que ainda estava latente dentro de si. Não há como iluminá-la a não ser expondo-a à Luz. E, para isso, ela precisa ser trazida à consciência, ou seja, tirá-la de dentro dos nossos porões.
Sim, todos estão entendendo que isso não está sendo fácil, mas quando compreendemos que tudo faz parte da limpeza final, ao invés do desconforto habitual, podemos experimentar também uma certa alegria de finalmente sentir que a casa está ficando pronta. A casa material da alma que fará a sua ascensão, está quase pronta.
A alma ascensionada, depois de passar por toda essa limpeza em seus corpos mais densos, terá enfim um Novo Ciclo, não mais de Provas e Expiações, mas de Regeneração. Nessa nova frequência, não haverá mais dor e nem sofrimento. Por isso, já foi dito que o momento é de finalização de uma grande Era.
A travessia desta fase é necessária pois estamos na ponte Dimensional que divide os dois mundos, ou seja, aquele da Velha Terra que deixará de existir e o da Nova Terra que já se configura no horizonte. Um Mundo mais leve nos espera, por isso, as energias mais pesadas devem ficar para trás.
Não há muito o que fazer, uma vez que essa travessia é necessária. A alma esperou por longos milênios e agora estamos aqui. A expectativa é muito grande e essa é a causa dos sintomas aqui citados. Precisamos confiar e nos manter em equilíbrio, pois é também um momento de grande júbilo para todas as almas prontas para a ascensão.
Aqueles que não estão prontos para a ascensão, podem também, de certa forma, sentir tais sintomas, pois como eles provém da alma, aquela que não ascensionará, também pode em certos momentos, se expressar com angústia ou medo, uma vez que já sabe que não será desta vez.
Enfim, como foi dito no áudio de sábado dia 02 de setembro, vamos nos desapegar de certas coisas desnecessárias e, entre elas, a necessidade de querer saber quando e como vai ser o final de tudo isso. Também desapegar da curiosidade sobre se vai ou não ascensionar. Ninguém sabe antecipadamente, e de nada vai adiantar a curiosidade.
Porém, todos podemos fazer o melhor de acordo com cada um. Para isto, basta fazer cada coisa, a cada dia, sempre com a intenção no bem e de forma amorosa, com respeito e compaixão com tudo e todos. Fazendo isso, tudo estará bem feito.
Confiar no Plano Divino; fazer técnicas de respiração; meditar; orar; procurar algumas práticas onde se pode elevar os pensamentos e irrigar a mente com coisas mais elevadas; e, por fim, buscar alguma técnica holística que traga equilíbrio emocional, como o Reiki, por exemplo.
Não custa se ajudar um pouco. Afinal, tudo está dentro de nós, tanto a Luz como a sombra. E por mais duro que possa parecer, o momento é de oportunidades. Vamos nos libertar da energia pesada que ainda nos acompanha. Compreender, aceitar e deixar ir. Tudo vai passar. Confia!
Eu sou Vital Frosi e minha missão é o esclarecimento!
Namastê!
Autor: Vital Frosi
Fonte: Vital Frosi
Para mais artigos como esse, Clique aqui
Marcadores: ansiedade, Vital Frosi
domingo, junho 18, 2023
Distúrbio de Ansiedade
O “distúrbio de ansiedade”, que aflige hoje um sexto da humanidade, não existia antes da década de 1860, quando os fios do telégrafo circundaram pela primeira vez a Terra. Nenhum indício disso aparece na literatura médica antes 1866.
Referência: Arthur Firstenberg, The Invisible Rainbow: A History of Electricity and Life, Chelsea Green Pub., 2020. ISBN: 978-1-64502-009-7.
Marcadores: ansiedade, eletricidade, eletricidade suja, telégrafo
segunda-feira, outubro 18, 2010
Sobre o Amor - 2
O amor não significa o que normalmente se entende por esta palavra. O amor usual é apenas um disfarce; algo mais está oculto por trás dele. O amor real é um fenômeno totalmente diferente. O amor usual é uma exigência, o real é um compartilhar. O amor real conhece a alegria do dar e nada conhece do exigir.
O amor usual finge demais. O amor real é, não finge; ele simplesmente é. O amor usual se torna enjoativo, açucarado, chato, o que se chama de amor piegas. Ele é enjoativo, nauseante. O amor real alimenta; ele fortalece a sua alma. O amor usual alimenta somente o seu ego - não o você real, mas o você irreal. Lembre-se, o irreal sempre alimenta o irreal, e o real alimenta o real.
Torne-se um servo do amor real, e isso significa tornar-se um servo do amor em sua pureza suprema. Dê, compartilhe tudo o que você tiver, compartilhe e tenha prazer com esse compartilhar. Não ame como se fosse uma obrigação, pois assim toda a alegria vai embora. E nunca sinta que você está obrigando o outro a dar algo em troca, nem mesmo por um único instante. O amor verdadeiro nunca pede nada em troca. Pelo contrário, quando alguém recebe seu amor, você se sente grato. O amor verdadeiro fica agradecido por ter sido recebido.
O amor real nunca espera recompensa nem agradecimento. Se o agradecimento é feito, o amor sempre é pego de surpresa. Essa é uma agradável surpresa, pois não havia espectativa envolvida.
Não se pode frustrar o amor real, pois, em primeiro lugar, não existe expectativa envolvida. E não se pode satisfazer o amor comum irreal, pois ele está tão enraizado na expectativa que, não importa o que se faça, sempre o que é feito parece pouco. Sua expectativa é enorme e ninguém pode satisfazê-la. Assim, o amor irreal sempre traz frustação, e o amor real sempre traz satisfação.
E quando digo, "Torne-se um servo do amor", não estou dizendo para você se tornar um servo de alguém que você ama; não, de maneira nenhuma. Não estou dizendo para se tornar um servo do ser amado. Estou dizendo, torne-se um servo do amor. A idéia pura do amor deve ser venerada. O amado é somente uma das formas dessa idéia pura, e toda a existência contém nada mais nada menos do que milhões de formas dessa idéia pura. A flor é uma idéia, uma forma; a lua, outra; o ser amado, outra... seu filho, sua mãe, seu pai, todos eles são formas, ondas no vasto oceano do amor. Mas nunca se torne um servo do ser amado. Lembre-se sempre de que o ser amado é somente uma pequena expressão nesse vasto oceano.
Sirva ao amor por meio da pessoa que você ama, de tal modo que você nunca se apegue à pessoa. Quando você não está apegado à pessoa, o amor atinge seu patamar mais elevado. No momento em que a pessoa se apega, ela começa a decair. O apego é um tipo de força da gravidade, e o desapego é graça. O amor irreal é um outro nome para o apego; o amor real é o próprio desapego.
O amor irreal mostra muita ansiedade, ele está sempre ansioso. O amor real é atencioso, mas não tem ansiedade. Se você realmente ama alguém, mostrará consideração pela verdadeira necessidade dele, mas não demonstrará desnecessária preocupação com suas tolas e estúpidas fantasias. Você terá todo o cuidado com as necessidades dele, mas não está ali para preencher seus desejos fictícios. Você não satisfará nada que, na verdade, irá prejudicá-lo. Por exemplo, você não satisfará o ego dessa pessoa, embora ela esteja pedindo isso. A pessoa muito preocupada e apegada satisfará as exigências do ego, e isso significa que você está envenenando o seu amado. Consideração significa que você perceberá que essa não é uma necessidade real, mas uma necessidade do ego; você não a satisfará.
O amor real conhece a compaixão, mas não a preocupação. Algumas vezes ele é duro, pois às vezes é necessário ser duro. Algumas vezes ele é muito distante. Se ficar distante ajudar, ele fica distante. Algumas vezes ele é muito frio; se for necessário ficar frio, então ele é frio. Tudo o que for necessário, o amor leva em conta, mas não fica ansioso. Ele não satisfará nenhuma necessidade irreal, nenhuma idéia venenosa do outro.
Investigue, medite sobre o amor, experimente. O amor é o maior experimento na vida, e aqueles que vivem sem experimentar a energia do amor, nunca saberão o que é a vida. Eles permanecerão apenas na superfície, sem penetrarem em sua profundidade.
Meu ensinamento é orientado pelo amor. Posso muito facilmente deixar de lado a palavra Deus, não tem problema, mas não posso deixar de lado a palavra amor. Se eu tiver de escolher entre as palavras amor e Deus, escolherei o amor; esquecerei tudo sobre Deus, pois aqueles que conhecem o amor fatalmente conhecerão Deus. Mas o inverso não acontece. Aqueles que pensam e filosofam sobre Deus podem nunca conhecer o amor, e também nunca conhecerão Deus.
Fonte: Osho, Amor, Liberdade e Solitude, Editora Cultrix, 2006. ISBN 978-85-316-0913-8.
Marcadores: amor, ansiedade, apego, desapego, expectativa, frustação, Osho
quinta-feira, abril 24, 2008
Culpa e Ansiedade - 2
No mês passado comentei sobre reflexão de um dos leitores sobre sua dificuldade em estar no momento presente, abordando a culpa que nos mantêm no passado. Dando continuidade, abordarei o manter-se no futuro.
quarta-feira, março 12, 2008
Culpa e Ansiedade - 1
SANDRA SEPULVEDA [1]
sandra.sepulveda@terra.com.br
A reflexão que propôs um dos meus leitores foi sobre a dificuldade em estar no momento presente. Pela amplitude deste tema, ele será desenvolvido em duas partes, a primeira abordando o que nos mantém no passado e, no mês de abril, o que nos mantém no futuro.
Um dos principais sentimentos que nos estaciona no passado é a culpa. E o processo de estar no futuro nos leva à ansiedade. A culpa é fruto da aprendizagem de padrões sociais e culturais de certo/errado pelos quais formulamos julgamentos e imagens a nosso próprio respeito. A intensidade da culpa é diretamente proporcional à auto-exigência em ser o "certinho", o “perfeito” e não se permitir errar. Aprendemos também que, quando culpados, é preciso que sejamos castigados, nos levando a acreditar que não merecemos mais nada de bom ou de bem, nos gerando depressão, baixa-estima, descrédito consigo mesmo e minando nossos esforços.
Para caminharmos com o presente, é preciso lidar com a culpa, reconhecendo e aceitando nossa condição de seres em desenvolvimento, em processo de aprendizagem e, portanto, sujeitos a erros e acertos. Aceitar que erramos não é se acomodar, mas fazer do erro uma lição no sentido de que algo nos fugiu da percepção e é preciso ampliá-la.
Também é necessário ter humildade para resgatar a paz interior através do autoperdão. Ao nos perdoar, cortamos o vínculo negativo com a culpa e podemos estar no momento presente direcionando nossa energia criativa para reparar o erro e olhar outras possibilidades para aquela situação.
Tenham um mês pautado no momento presente!
Fonte: [1] Jornalzen, número 37, março 2008.
Marcadores: ansiedade, culpa, futuro, passado, presente
