sexta-feira, junho 01, 2007
Boca e Saúde - 9
Dinâmica Energética através da Boca
Na década de 1960 um grupo de pesquisadores da Biocibernética Bucal chegou a um resultado interessante: analisando a arcada dentária de presidiários, constatou-se que havia uma relação direta e imediata entre a natureza do crime cometido e a postura bucal de seus maxilares.
Os criminosos que agiam à luz do dia, assaltando de maneira impulsiva e às claras, na grande maioria dos casos tinham o maxilar inferior projetado para frente (indivíduos classe III). Já no extremo oposto, os arrombadores ou outros tipos de criminosos que preferiam agir na calada da noite, executando ações mais racionalizadas e cerebrais, na quase totalidade dos casos tinham o maxilar inferior projetado para trás (classe II). Tendo o maxilar inferior retraído, dão a impressão de que este é menor do que o maxilar superior.
Os indivíduos classe III, de queixo para frente, são bem mais agitados do que os classe II. São mais dinâmicos, mas menos imaginativos. Tanto o classe III como o classe II têm as suas qualidades e os seus defeitos. Há um equilíbrio de compensação entre eles. Os classe III, com sua biologia mais acelerada, são mais dinâmicos, vivem mais intensamente, mas estão mais sujeitos a problemas cardíacos e circulatórios. Se desgastam muito, são mais dinâmicos, mas em compensação morrem bem mais cedo que os classe II. Os classe II, mais propensos a doenças degenerativas, são mais lentos, demoram mais a assumir as suas posições, são mais cerebrais, mais racionais e menos intuitivos, vivem geralmente mais tempo. A ligação entre estes dois estereótipos é a ideal. Eles combinam muito ou se autocomplementam. Quase não há competição entre eles. Toda a ligação marido/mulher, classe II com classe III, é sempre mais gratificante e duradoura.
O maxilar inferior é tão importante para o organismo humano que ninguém consegue sobreviver sem ele. Pode-se retirar uma parte do maxilar inferior, até uma de suas metades, mas nunca ele inteiro. Experiências feitas com animais mostram que, retirado o maxilar inferior, dentro de alguns dias o animal fica completamente louco e morre - mesmo alimentado por meio de sondas e injeções.
Costuma-se dizer que, se existe alma, ela tem seu centro e sua moradia no maxilar inferior. Mudando-se a posição do maxilar inferior, muda-se completamente o indivíduo, tanto a nível físico como psíquico, biológico, social e comportamental. O maxilar superior é a forma, o inferior é a função. O superior é o padrão adquirido e o inferior o determinante do nosso equilíbrio.
[continua]
Os criminosos que agiam à luz do dia, assaltando de maneira impulsiva e às claras, na grande maioria dos casos tinham o maxilar inferior projetado para frente (indivíduos classe III). Já no extremo oposto, os arrombadores ou outros tipos de criminosos que preferiam agir na calada da noite, executando ações mais racionalizadas e cerebrais, na quase totalidade dos casos tinham o maxilar inferior projetado para trás (classe II). Tendo o maxilar inferior retraído, dão a impressão de que este é menor do que o maxilar superior.
Os indivíduos classe III, de queixo para frente, são bem mais agitados do que os classe II. São mais dinâmicos, mas menos imaginativos. Tanto o classe III como o classe II têm as suas qualidades e os seus defeitos. Há um equilíbrio de compensação entre eles. Os classe III, com sua biologia mais acelerada, são mais dinâmicos, vivem mais intensamente, mas estão mais sujeitos a problemas cardíacos e circulatórios. Se desgastam muito, são mais dinâmicos, mas em compensação morrem bem mais cedo que os classe II. Os classe II, mais propensos a doenças degenerativas, são mais lentos, demoram mais a assumir as suas posições, são mais cerebrais, mais racionais e menos intuitivos, vivem geralmente mais tempo. A ligação entre estes dois estereótipos é a ideal. Eles combinam muito ou se autocomplementam. Quase não há competição entre eles. Toda a ligação marido/mulher, classe II com classe III, é sempre mais gratificante e duradoura.
O maxilar inferior é tão importante para o organismo humano que ninguém consegue sobreviver sem ele. Pode-se retirar uma parte do maxilar inferior, até uma de suas metades, mas nunca ele inteiro. Experiências feitas com animais mostram que, retirado o maxilar inferior, dentro de alguns dias o animal fica completamente louco e morre - mesmo alimentado por meio de sondas e injeções.
Costuma-se dizer que, se existe alma, ela tem seu centro e sua moradia no maxilar inferior. Mudando-se a posição do maxilar inferior, muda-se completamente o indivíduo, tanto a nível físico como psíquico, biológico, social e comportamental. O maxilar superior é a forma, o inferior é a função. O superior é o padrão adquirido e o inferior o determinante do nosso equilíbrio.
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Marcadores: biocibernética bucal, maxilares
