quarta-feira, maio 14, 2008
A Terra Oca - 16
Com a expansão da região oca/vazia [mas que contém ar, como justificaremos posteriormente], a matéria contida entre o centro de gravidade e a superfície interna vai ficando cada vez mais compactada. Com o tempo, chega-se a um grau de compactação similar à compactação existente entre a superfície externa e o centro de gravidade. Nesta situação, chega-se a um nível de resistência tal que torna-se mais fácil para a força da gravidade rearranjar a matéria ao invés de a comprimir ainda mais. Agora, a força gravitacional, que fazia a compressão da matéria, espalha essa massa para fora, tornando a parede planetária mais fina e, conseqüentemente, ampliando a superfície externa do planeta. Como resultado, o diâmetro externo do planeta aumenta [vide Fig. 6.28, de [1]]. Este mecanismo pode ser visto da seguinte forma: a força gravitacional que pressiona a superfície interna, encontra uma matéria que não pode ser mais comprimida e que pode ser vista como um cilindro de matéria incompressível. Portanto, a força gravitacional aplicada a esse cilindro incompressível faz com que esse cilindro seja deslocado para fora (para mais distante do centro do planeta). Como essa ação ocorre em todo o planeta, o diâmetro externo do mesmo irá aumentar. O planeta Terra encontra-se ainda neste processo de expansão de seu diâmetro. Isto constitui o que é chamado de "Teoria da Terra em Expansão" [vide postagens de 20.set.07 e 29.nov.07 sobre este tema].
O aumento do diâmetro da Terra explica facilmente dois enigmas da ciência: a deriva dos continentes (sem necessitar lançar mão do conceito de movimentação de placas tectônicas) e a extinção (e não retorno!) dos dinossauros (sem lançar mão do impacto de um grande asteróide contra a Terra), como veremos posteriormente.

[continua]
Referência:
[1] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.
Marcadores: gravidade, terra em expansão, terra oca
