sexta-feira, junho 06, 2008

 

O Poder do Pensamento


Podemos conceber Deus como um Ser inteligente, infinito no tempo e no espaço. A Bíblia nos informa que o corpo físico do ser humano foi feito à imagem e semelhança de Deus. Se somos semelhantes a Deus, somos também seres ilimitados no tempo e no espaço. Porém, desde a nossa criação, fomos modificados geneticamente por inteligências menos evoluídas que Deus, o que nos impôs certas limitações que não estavam incluídas no projeto divino original. Apesar dessas limitações artificiais, ainda possuímos muitas características divinas. Uma dessas características é que criamos a nossa realidade a partir de nossa atividade mental, usando os nossos pensamentos. É bom sempre lembrar que temos um livre arbítrio para escolhermos que pensamentos iremos pensar. Aquelas idéias que aceitamos como verdadeiras, acabam se tornando pensamentos repetitivos em nossa mente e, com o passar do tempo, se concretizam infalivelmente em nossa vida. Em outras palavras, as verdades acolhidas por nossa mente irão se tornar profecias auto-realizáveis. A nossa mente é o veículo que usamos para nos auto-limitar.

Tenho dois exemplos, na minha família, do poder mental limitante de nossas potencialidades. Há uns dez anos atrás, eu conversava com minha irmã sobre longevidade (na ocasião ela tinha em torno de 60 anos). Nesta ocasião ela me disse que não pensava em viver acima de 70 anos. 70 anos de vivência nesta dimensão estava bom! Pois bem, alguns meses após ela completar 70 anos ela teve um problema vascular cerebral (AVC) que a imobilizou totalmente no lado direito e a deixou vegetando por mais um ano, para morrer com 71 anos. Uma profecia auto-realizada! Os pensamentos começam a se concretizar quando os escrevemos ou os vocalizamos; com o tempo, se os mantemos como verdades óbvias, eles se concretizarão completamente de forma infalível. Somos deuses e, portanto, concretizamos tudo fisicamente usando a força do pensamento, assim como Deus concretizou todo o Universo físico usando o poder de Seu pensamento.

O outro caso familiar foi o falecimento de minha mãe. Ela, ao contrário de minha irmã, tinha uma alimentação sólida, líquida e gasosa de muito boa qualidade, pois comia quase tudo ao natural, sem o uso do fogão. Porém, como já comentei anteriormente, nós nos alimentamos de quatro tipos de alimentos: sólidos, líquidos, gasosos e de impressões. As fortes impressões nos marcam fisicamente. Foi neste quesito que minha mãe não se alimentou direito, deixando internalizar em si impressões negativas que minaram sua energia vital. Suas últimas semanas de vida foi caracterizada apenas for falta de força, sem quaisquer dores ou sofrimentos. A ausência de dores e sofrimentos, dito por ela mesma para mim instantes antes de se despedir desta dimensão, se deve às suas três outras alimentações corretas (sólida, líquida e gasosa). Foi para outra dimensão aos 84 anos de idade, sem dores e sem sofrimentos (e sem energia).

Em vista do exposto acima, nada ganhamos de interessante ao nos auto-limitar. Se aceitarmos como verdadeiro que algum dia teremos que deixar nossa residência e ir morar no cemitério ("iremos certamente morrer algum dia"), isso se tornará uma profecia auto-realizável, e ela irá se concretizar infalivelmente. Nada a ganhar de interessante com isso! É muito melhor repetir, todos os dias, que somos seres fisicamente imortais! Deixe a filosofia mortalista (muito propalada pelas religiões) para aqueles que desejam, algum dia, descansar no cemitério!

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Comments:
obrigada pelas coisas lindas que escreve, caro irmão imortal ;-)
Maria
 
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