domingo, agosto 03, 2008
Um Veneno chamado Vacina
"Quem tentar salvar sua saúde (de forma errada, por medo), perdê-la-á"
Qualquer tipo de vacina é uma substância tóxica inserida no corpo, com a nobre desculpa de tentar melhorar a eficiência do sistema imunológico do corpo infectado com este veneno. Devido à campanha de medo bem orquestrada sobre a população, as autoridades sanitárias conseguem empestear (controladamente, obviamente) a maioria da população, desde os recém-nascidos até os elementos mais idosos (por exemplo, com a vacina da gripe). É óbvio (ou deveria ser óbvio) que logo após uma vacinação, a condição de saúde do vacinado estará sempre pior do que antes da vacinação, pois as substâncias da vacina são prejudiciais (tóxicas, venenosas) ao corpo humano que, conseqüentemente, estará mais doente logo após esse evento. Isso é de conhecimento dos médicos e autoridades sanitárias, mas alega-se que esta fase inicial de prejuízo orgânico é compensada, posteriormente, pela maior imunidade adquirida pelo indivíduo vacinado contra determinada doença, devido ao trabalho adicional do corpo para combater a substância tóxica da vacina. Porém, nenhum vacinador irá dar um atestado oficial ao vacinado de que ele está imune à doença contra a qual se vacinou. Melhor imunidade contra qualquer doença se adquire melhorando a saúde geral do corpo com bons hábitos de vida (aí entra a necessidade de uma melhor educação para a população e, não, mentir para ela com contos da carochinha). Se o corpo já estiver debilitado, a carga tóxica adicional da vacina pode levar o vacinado para o túmulo (ironia da situação: morre-se antecipadamente, por se ter medo de morrer; cadáver não pega doenças; doenças só pega em pessoas vivas...). Veja o que saiu ontem no jornal [1] a esse respeito, com meus comentários em itálico entre parênteses:
Vacina contra febre amarela mata médico
Ex-vereador de Araraquara morreu seis dias após tomar vacina; Secretaria de Estado da Saúde diz que caso é raríssimo
Irmã diz que ele não tinha sido imunizado antes; foi o segundo caso no Estado de São Paulo de morte causada por reação à vacina neste ano
O médico e ex-vereador Paulo Monteiro de Barros Homem, 81 anos, morreu em Araraquara-SP em decorrência de uma reação à vacina da febre amarela. O diagnóstico foi confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde.
Barros Homem, que morreu no último dia 14.07.08, não apresentava nenhuma contra-indicação à vacina, conforme reconheceu a própria secretaria, que disse que o caso é "raríssimo". "Era uma pessoa saudável", disse Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde.
O médico, que era clínico-geral, se vacinou seis dias antes de morrer com a intenção de viajar para Ubatuba-SP. Foi o segundo caso no Estado de São Paulo de morte causado pela vacina. O primeiro foi na capital (se não me engano, de uma enfermeira), em fevereiro passado.
A vacinação foi intensificada em toda a região de Ribeirão Preto-SP depois que dois homens morreram vítimas de febre amarela, um em Cravinhos e outro em São Carlos, cidade vizinha a Araraquara. As mortes ocorreram em abril e maio.
De acordo com a coordenadora de imunização, o caso de Barros Homem é conhecido como doença viscerotrópica - quando o vírus vacinal acomete as vísceras da pessoa vacinada. Segundo Sato, ainda não há nenhuma explicação para o fato de ele ter reagido (dessa forma) à vacina.
"O que posso dizer é que é algo raríssimo. Neste ano, aplicamos dois milhões de vacinas no Estado e só houve dois casos (relatados publicamente) do tipo. Isso significa que a incidência é de um caso (desse tipo) para cada um milhão de vacinados".
Apesar de não saber o que faz uma pessoa reagir (dessa forma, morrendo) à vacina, o Estado não deve suspender ou alterar o programa de vacinação contra a doença. "A vacinação continuará normalmente e todos ("os medrosos") que vão para a área de risco ou que moram na região [de Ribeirão Preto] devem se vacinar, com exceção das mulheres grávidas, crianças com menos de seis meses e os imunodepressivos", disse Sato.
A Secretaria da Saúde de Araraquara confirmou, em nota, que a vacinação continuará a ser aplicada nas unidades básicas de saúde da cidade (mais algum candidato ao cemitério?).
Para o infectologista Otávio Cintra, do HC (Hospital das Clínicas) de Ribeirão Preto, a vacina contra a febre amarela é imprevisível. "É raro haver reações (adversas), mas quando há e a pessoa não se encaixa nas contra-indicações, vemos que é imprevisível o resultado. Porém, o risco de contrair a doença sem a vacina é muito maior (como ele deduziu isto?), por isso ela precisa ser aplicada".
Tanto o infectologista quanto a coordenadora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde disseram que a idade avançada de Barros Homem não influiu na reação (como eles chegaram a esta conclusão?).
Segundo a irmã da vítima (mortal), que não quis se identificar (por que será?), o médico estava apto a tomar a vacina, pois cumpria a restrição de não ter sido imunizado nos últimos dez anos.
A vacina contra a febre amarela é enviada às cidades (do Brasil) pelo Ministério da Saúde (órgão federal).
Referência:
[1] George Aravanis, "Vacina contra febre amarela mata médico", Jornal Folha de S. Paulo, Caderno Cotidiano, pg. C3, 2 de agosto de 2008.
Qualquer tipo de vacina é uma substância tóxica inserida no corpo, com a nobre desculpa de tentar melhorar a eficiência do sistema imunológico do corpo infectado com este veneno. Devido à campanha de medo bem orquestrada sobre a população, as autoridades sanitárias conseguem empestear (controladamente, obviamente) a maioria da população, desde os recém-nascidos até os elementos mais idosos (por exemplo, com a vacina da gripe). É óbvio (ou deveria ser óbvio) que logo após uma vacinação, a condição de saúde do vacinado estará sempre pior do que antes da vacinação, pois as substâncias da vacina são prejudiciais (tóxicas, venenosas) ao corpo humano que, conseqüentemente, estará mais doente logo após esse evento. Isso é de conhecimento dos médicos e autoridades sanitárias, mas alega-se que esta fase inicial de prejuízo orgânico é compensada, posteriormente, pela maior imunidade adquirida pelo indivíduo vacinado contra determinada doença, devido ao trabalho adicional do corpo para combater a substância tóxica da vacina. Porém, nenhum vacinador irá dar um atestado oficial ao vacinado de que ele está imune à doença contra a qual se vacinou. Melhor imunidade contra qualquer doença se adquire melhorando a saúde geral do corpo com bons hábitos de vida (aí entra a necessidade de uma melhor educação para a população e, não, mentir para ela com contos da carochinha). Se o corpo já estiver debilitado, a carga tóxica adicional da vacina pode levar o vacinado para o túmulo (ironia da situação: morre-se antecipadamente, por se ter medo de morrer; cadáver não pega doenças; doenças só pega em pessoas vivas...). Veja o que saiu ontem no jornal [1] a esse respeito, com meus comentários em itálico entre parênteses:
Vacina contra febre amarela mata médico
Ex-vereador de Araraquara morreu seis dias após tomar vacina; Secretaria de Estado da Saúde diz que caso é raríssimo
Irmã diz que ele não tinha sido imunizado antes; foi o segundo caso no Estado de São Paulo de morte causada por reação à vacina neste ano
O médico e ex-vereador Paulo Monteiro de Barros Homem, 81 anos, morreu em Araraquara-SP em decorrência de uma reação à vacina da febre amarela. O diagnóstico foi confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde.
Barros Homem, que morreu no último dia 14.07.08, não apresentava nenhuma contra-indicação à vacina, conforme reconheceu a própria secretaria, que disse que o caso é "raríssimo". "Era uma pessoa saudável", disse Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde.
O médico, que era clínico-geral, se vacinou seis dias antes de morrer com a intenção de viajar para Ubatuba-SP. Foi o segundo caso no Estado de São Paulo de morte causado pela vacina. O primeiro foi na capital (se não me engano, de uma enfermeira), em fevereiro passado.
A vacinação foi intensificada em toda a região de Ribeirão Preto-SP depois que dois homens morreram vítimas de febre amarela, um em Cravinhos e outro em São Carlos, cidade vizinha a Araraquara. As mortes ocorreram em abril e maio.
De acordo com a coordenadora de imunização, o caso de Barros Homem é conhecido como doença viscerotrópica - quando o vírus vacinal acomete as vísceras da pessoa vacinada. Segundo Sato, ainda não há nenhuma explicação para o fato de ele ter reagido (dessa forma) à vacina.
"O que posso dizer é que é algo raríssimo. Neste ano, aplicamos dois milhões de vacinas no Estado e só houve dois casos (relatados publicamente) do tipo. Isso significa que a incidência é de um caso (desse tipo) para cada um milhão de vacinados".
Apesar de não saber o que faz uma pessoa reagir (dessa forma, morrendo) à vacina, o Estado não deve suspender ou alterar o programa de vacinação contra a doença. "A vacinação continuará normalmente e todos ("os medrosos") que vão para a área de risco ou que moram na região [de Ribeirão Preto] devem se vacinar, com exceção das mulheres grávidas, crianças com menos de seis meses e os imunodepressivos", disse Sato.
A Secretaria da Saúde de Araraquara confirmou, em nota, que a vacinação continuará a ser aplicada nas unidades básicas de saúde da cidade (mais algum candidato ao cemitério?).
Para o infectologista Otávio Cintra, do HC (Hospital das Clínicas) de Ribeirão Preto, a vacina contra a febre amarela é imprevisível. "É raro haver reações (adversas), mas quando há e a pessoa não se encaixa nas contra-indicações, vemos que é imprevisível o resultado. Porém, o risco de contrair a doença sem a vacina é muito maior (como ele deduziu isto?), por isso ela precisa ser aplicada".
Tanto o infectologista quanto a coordenadora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde disseram que a idade avançada de Barros Homem não influiu na reação (como eles chegaram a esta conclusão?).
Segundo a irmã da vítima (mortal), que não quis se identificar (por que será?), o médico estava apto a tomar a vacina, pois cumpria a restrição de não ter sido imunizado nos últimos dez anos.
A vacina contra a febre amarela é enviada às cidades (do Brasil) pelo Ministério da Saúde (órgão federal).
Referência:
[1] George Aravanis, "Vacina contra febre amarela mata médico", Jornal Folha de S. Paulo, Caderno Cotidiano, pg. C3, 2 de agosto de 2008.
Marcadores: febre amarela, vacina
