domingo, junho 14, 2009
Glúten e Saúde
Lendo com atenção o texto abaixo [1] pode-se concluir que o ser humano não foi projetado para comer grãos em geral e, portanto, não deveria comer pão, pizza, bolos, biscoitos, macarrão, soja e seus derivados, etc.
Viva bem sem glúten
Somos seres únicos, com características genéticas e necessidades diferentes. Também respondemos aos alimentos de maneiras diferentes. O alimento que faz bem para uma pessoa pode não fazer bem a outra. O trigo, a aveia, a cevada, o centeio e o malte de cereais, por exemplo, são fontes de glúten, uma proteína que comumente causa reações alérgicas em grande número de indivíduos.
Pesquisas sugerem que a ingestão de glúten por pessoas hipersensíveis afeta a função normal do cérebro e pode causar sintomas imunológicos e intestinais. Os sintomas mais comuns relacionados ao glúten são constipação intestinal, rinite, asma, artrite, prurido, dermatite e acne, além de alterações de humor, ansiedade, depressão e síndrome do pânico.
Quando não são imediatos, os sintomas podem se manifestar até quatro dias depois da ingestão do alimento, e muitas vezes de maneira crônica. Porisso, torna-se difícil para a maioria das pessoas relacionar qual alimento ocasionou o sintoma. Daí a necessidade de observar premanentemente e, se possível, anotar em um papel como nosso corpo responde após a ingestão dos nossos alimentos.
No caso do glúten, um grande número de pessoas observa que os sintomas são atenuados e até desaparecem com a retirada do alimento alergênico. Porisso, a dieta é sugerida para verificar se a exclusão do glúten proporciona melhoria nos sinais e sintomas apresentados.
É preciso lembrar que o glúten não é um nutriente essencial para a nossa saúde e a sua retirada da dieta não nos causa prejuízos. Para pessoas que apresentam problemas crônicos de constipação, flatulência, artrite, coceiras pelo corpo, enxaquecas, alterações de humor e ansiedade, e que ingerem glúten com frequência, a nossa sugestão é restringir o consumo desses alimentos para observar se há melhoras desses sintomas.
A restrição do glúten deve ser feita por um período de duas semanas a 40 dias. Nesta fase, não se deve ingerir qualquer alimento que contenha essa proteína em sua formulação. Portanto, é fundamental a leitura dos rótulos dos alimentos para identificar a ausência de glúten nos produtos consumidos.
Após o período de dieta de exclusão, o glúten deve ser reintroduzido na dieta, em três refeições, num mesmo dia. Depois, volta-se a excluir o glúten da dieta e se observa se nos quatro dias seguintes os sintomas indesejados se manifestam novamente. Se for identificada a melhora dos sintomas, a sugestão é persistir indefinidamente na dieta sem glúten.
Referência:
[1] Flávia Morais, JORNALZEN, Seção Bem Nutrir, Ano 5, No. 52, pg.19, junho de 2009.
Pesquisas sugerem que a ingestão de glúten por pessoas hipersensíveis afeta a função normal do cérebro e pode causar sintomas imunológicos e intestinais. Os sintomas mais comuns relacionados ao glúten são constipação intestinal, rinite, asma, artrite, prurido, dermatite e acne, além de alterações de humor, ansiedade, depressão e síndrome do pânico.
Quando não são imediatos, os sintomas podem se manifestar até quatro dias depois da ingestão do alimento, e muitas vezes de maneira crônica. Porisso, torna-se difícil para a maioria das pessoas relacionar qual alimento ocasionou o sintoma. Daí a necessidade de observar premanentemente e, se possível, anotar em um papel como nosso corpo responde após a ingestão dos nossos alimentos.
No caso do glúten, um grande número de pessoas observa que os sintomas são atenuados e até desaparecem com a retirada do alimento alergênico. Porisso, a dieta é sugerida para verificar se a exclusão do glúten proporciona melhoria nos sinais e sintomas apresentados.
É preciso lembrar que o glúten não é um nutriente essencial para a nossa saúde e a sua retirada da dieta não nos causa prejuízos. Para pessoas que apresentam problemas crônicos de constipação, flatulência, artrite, coceiras pelo corpo, enxaquecas, alterações de humor e ansiedade, e que ingerem glúten com frequência, a nossa sugestão é restringir o consumo desses alimentos para observar se há melhoras desses sintomas.
A restrição do glúten deve ser feita por um período de duas semanas a 40 dias. Nesta fase, não se deve ingerir qualquer alimento que contenha essa proteína em sua formulação. Portanto, é fundamental a leitura dos rótulos dos alimentos para identificar a ausência de glúten nos produtos consumidos.
Após o período de dieta de exclusão, o glúten deve ser reintroduzido na dieta, em três refeições, num mesmo dia. Depois, volta-se a excluir o glúten da dieta e se observa se nos quatro dias seguintes os sintomas indesejados se manifestam novamente. Se for identificada a melhora dos sintomas, a sugestão é persistir indefinidamente na dieta sem glúten.
Referência:
[1] Flávia Morais, JORNALZEN, Seção Bem Nutrir, Ano 5, No. 52, pg.19, junho de 2009.
Marcadores: alergia, glúten, proteína
