quinta-feira, junho 18, 2009
A Longevidade Humana - 1
A Bíblia católica nos informa que os nossos dez patriarcas anti-diluvianos tiveram longevidades que variaram de 365 anos (Enoque, que não morreu com essa idade, mas foi levado embora com essa idade) a 969 (Matusalém). Os Vedas indianos, mais antigos do que a Bíblia, informa que os primeiros seres humanos viviam milhares de anos em um mesmo corpo físico. Por que nós, descendentes destes seres, temos longevidades típicas abaixo dos 100 anos? Vejamos algumas causas da diminuição da longevidade dos seres humanos no planeta Terra.
1. Inicialmente, vamos tomar a própria Bíblia como fonte de informação. Existem três tipos de estudiosos da Bíblia: aqueles que fazem uma interpretação mítica dos registros lá existentes (e negam qualquer validade histórica aos registros), os que fazem uma interpretação metafórica (com os patriarcas representando um grupo ou tribo que existiu naquele período) e os estudiosos que fazem uma interpretação literal do texto, quando, então, os patriarcas teriam realmente vivido todos aqueles anos. Na minha opinião, a interpretação literal é a correta. Por que? Porque no final do Século XX, matemáticos descobriram um Código Secreto da Bíblia, que deram informações corretas sobre inúmeros eventos que aconteceram naquele século (Guerra do Golfo, assassinato de Yitzhak Rabin, Cometa Shoemaker-Levy, atentado a passageiros do metrô de Tóquio com gás venenoso Sarin, etc), tudo isso embutido em um texto escrito há milhares de anos no passado! [1] Se informações implícitas (escondidas no texto) são verdadeiras, as informações explícitas, apresentadas diretamente no texto, devem ser, com muito mais razão, totalmente corretas. Vejamos alguns trechos do Velho Testamento da Bíblia que se relacionam com a nossa longevidade.
Gênesis 1: 29-30: "Eu vos dou todas as ervas que dão semente, que estão sobre a superfície da terra, e todas as árvores que dão frutos que dão semente: isso será vosso alimento. A todas as feras, a todas as aves do céu, a tudo que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou como alimento toda a erva verde das plantas".
Gênesis 2: 15-17: "Deus tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para o cultivar e guardar. E deu ao homem este mandamento: 'Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que comeres terás que morrer'".
Gênesis 6: 2,4: "Os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas, e tomaram como esposas todas as que lhes agradaram. Naquele tempo viviam gigantes na terra, como também daí por diante, quando os filhos de Deus se uniam às filhas dos homens e elas geravam filhos. Estes são os heróis tão afamados nos tempos antigos".
Vamos agora analisar com cuidado estes três trechos do Velho Testamento da Bíblia. Apesar de Deus dar inicialmente como alimento humano as ervas e os frutos das árvores, posteriormente, no Jardim do Éden, ele proibiu um "fruto proibido", da árvore do conhecimento, e, implicitamente, também proibiu as ervas, reservando-as aos animais (que, portanto, eram inicialmente todos vegetarianos, não-carnívoros). Para descobrir o que é o fruto proibido, devemos esclarecer outra questão: será que deveríamos comer apenas os frutos, ou também as sementes, que já estão dentro dos frutos? As sementes, ou frutos sementes, não devem ser comidos porque, apesar de poderem ser adocicados na sua polpa, possuem o germe a nascer e ao redor de toda semente tem veneno (ácidos taninosos ou sais tânicos, ciânicos, etc., todos altamente tóxicos), cuja finalidade é preservar a semente até o seu nascimento. Portanto, o fruto proibido é a semente! Uma lista dos frutos-sementes: castanha do Pará (Brazil nut), castanha de caju, nozes, amêndoas, avelãs, amendoin, côco, arroz, feijões, trigo, cevada, grão de bico, lentilha, ervilha, soja, milho.
Existe uma grande precisão na linguagem usada na Bíblia: "Eu vos dou todas as ervas que dão semente e todas as árvores que dão frutos que dão semente". Está bem claro: deve-se consumir apenas ervas e frutos que dão semente. Logo, frutos que não dão semente, mas que são semente, devem ser excluídos de nossa alimentação, por causa do veneno que protege o gérmen reprodutor da semente.
Fica, então, resolvido o mistério do "fruto proibido". O fruto proibido é o fruto que é semente, em vez de dar semente. O fruto proibido, que desencadeou a catástrofe alimentar humana, é o Fruto-Semente. Toda semente tem junto ao germe vital uma carga de veneno cuja função é defendê-lo de ataques até que a semente possa germinar. Os homens do passado começaram a comer sementes (nozes, cocos, amêndoas, castanhas). Sabemos, hoje em dia, que dessas frutas-sementes provêm elementos excitantes sexuais.
Vejamos, então, o que temos até aqui. O homem não respeita a proibição divina de não comer o fruto proibido (o fruto-semente); comendo-o excita-se sexualmente e com isso a sua sexualidade é sensualizada e o seu tempo de vida é diminuído; a maldade cresce e com isso vem a destruição (morte, dilúvio). A morte só aparece como uma consequência do pecado da transgressão do mandamento divino de não comer o fruto proibido. Temos assim que, no início da criação, o homem era imortal, o que é pleno de sentido, pois se ele foi criado à imagem e semelhança de Deus, só poderia ter herdado o atributo divino da imortalidade. Vejamos o que nos diz Gênesis 3 (vr. 22), nas próprias palavras de Deus: "Se o homem já é como um de nós, versado no bem e no mal, que agora ele não estenda a mão e colha também da árvore da vida, e coma e viva para sempre!". Neste versículo há uma dubiedade. Vamos então reescrever este versículo com uma outra forma permitida pela dubiedade: "Se o homem já é como um de nós, versado no bem e no mal, que agora ele não estenda a mão e não colha também da árvore da vida, e não coma e não viva para sempre!". A colocação dos "nãos", suprimidos no texto original, mostra-nos que antes da transgressão o homem estendia a mão, colhia da árvore da vida, comia e vivia para sempre, isto é, era imortal. Transgrediu, e veio a mortalidade.
A imortalidade original do homem também se manifesta em Gênesis 2 (vers. 15 a 17) no mandamento divino: "Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que comeres terás que morrer". No dia em que comeres "terás que morrer" - esta passagem deixa bem claro que se o homem não comesse daquele fruto não morreria.
Tudo isso nos permite articular a questão da morte com o fruto proibido, com o fruto-semente. Alguma coisa havia nesse fruto que provocaria a morte se o homem o comesse. Que coisa seria esta? É bastante difícil apresentar claramente as múltiplas possibilidades de intoxicação associáveis à dieta alimentar ou que podem originar-se no organismo através dela. Porém, quando se fala em sementes, podemos classificar as sementes cruas em três grupos, de acordo com seus níveis de toxidez: Aquelas do primeiro grupo produzem perda de peso e morte dos animais de experimentação que as consomem; as do segundo grupo, cujo representante típico é a soja, produzem um menor crescimento, que, não obstante, é muito melhor quando a semente é consumida cozida; no terceiro grupo situam-se aquelas sementes que, tanto cruas quanto cozidas, produzem aproximadamente o mesmo crescimento nos animais de experimentação.
No caso do feijão (Phaseolus vulgaris), foram descritas numerosas intoxicações em pessoas que consumiram a farinha dessa leguminosa incompletamente cozida. A maioria dos feijões, quando ministrados crus e como única fonte de proteínas de animais de experimentação, produzem a morte desses animais num lapso de 2 a 3 semanas. Esse efeito letal pode ser atribuído à presença de hemaglutinina, mas pode haver também a presença de outros tóxicos nas sementes.
A toxicidade das sementes se acha associada com a morte, para as sementes do primeiro grupo, ou com a diminuição do crescimento, nas sementes do segundo e terceiro grupos. Neste ponto, é interessante lembrar que a Bíblia faz referência à existência de gigantes (por exemplo, na passagem do Gênesis citada anteriormente). Gigante, por definição, é um ser vivo, animal ou vegetal, que cresceu demais em relação a outros, que cresceram normalmente, ou que cresceram menos. Inúmeras outras passagens da Bíblia fala sobre gigantes (como Golias, por exemplo). Além das citações bíblicas, encontramos registros de gigantes na mitologia grega, nas escrituras islâmicas e hindus.
Sabendo que as sementes contêm tóxicos e que esses tóxicos determinam, senão a morte, alterações de crescimento, podemos pensar que, em nosso passado distante, após o desvio alimentar humano, simbolizado na Bíblia pelo pecado original do fruto proibido, nossos ancestrais se tenham dividido em grupo que se foram dispersando com o tempo e alguns grupos desenvolveram hábitos dietéticos predominantemente com frutos que são sementes. Como isso, pela toxicidade das sementes, que interfere no crescimento (diminuindo-o), podemos facilmente entender que se tenham desenvolvido raças humanas de diversos tamanhos; os gigantes teriam sido os povos que se alimentavam predominantemente de frutos não-semente.
2. A descoberta do fogo e do cozimento dos alimentos possibilitou um salto qualitativo, no sentido negativo, do desvio já iniciado anteriormente na dieta humana, a partir do desvio alimentar das frutas não-semente. As facilidades decorrentes do cozimento, juntamente com a excitabilidade sexual aumentada pelas sementes, trouxeram uma multiplicação maior dos povos consumidores de sementes. Estes, em maior número, espalharam-se e tornaram-se mais poderosos e com isso tiveram condições de conquistar e aniquilar os gigantes. Os gigantes tinham sua multiplicação num ritmo mais natural (menor), pela ausência da excitabilidade sexual frequente, trazida pelo fruto-semente.
Veja o grande prejuízo trazido pelo fogo à nossa alimentação [2]: "Em um estudo realizado por Pottenges, em 1983, com quatro gerações de gatos, num total de 900 felinos, todos os animais que receberam alimentos processados pelo calor, desenvolveram as mesmas doenças degenerativas que acometem o ser humano. E todos que receberam leite pasteurizado a 130 graus Celsius desenvolveram osteoporose com baixo teor de cálcio e fósforo!".
Os homens do norte da Inglaterra e do sul da Escócia, que durante as guerras napoleônicas eram altos e fortes, tornaram-se franzinos e incapazes para o serviço militar mais tarde, quando da Guerra dos Bôeres. Uma comissão que foi criada e designada para estudar o que estava acontecendo, descobriu que a causa da pequenez (menor crescimento) e franzinidade (fraqueza) dos homens era o êxodo para as cidades, que teve como consequência o fato das pessoas não mais comerem o pão integral do campo, que fora substituído pelo pão francês (feito com farinha refinada) e pelo açucar refinado. Portanto, a literatura recente registra inequivocamente que alterações alimentares carregam a potencialidade de reduzir o crescimento humano.
[continua]
Referências:
[1] Leocádio Celso Gonçalves, Desenvelhecimento: Um Vôo Livre Panorâmico Sobre a Questão do Envelhecer, Editora LTR, São Paulo - Brasil, 1999.
[2] Sérgio Teixeira, Medicina Holística, Editora Campus, Rio de Janeiro-Brasil, 1998.
Marcadores: Bíblia, imortalidade, longevidade
Comments:
<< Home
Olá, Rui!
Tenho uma pergunta sobre o seu post de hoje: segundo ele, os frutos-semente são estimulantes sexuais e o homem, por comê-las, faz mais sexo.
Quem faz menos sexo vive mais? Caso viva mais, esta informação vale também para as mulheres?
Um abraço!
Tenho uma pergunta sobre o seu post de hoje: segundo ele, os frutos-semente são estimulantes sexuais e o homem, por comê-las, faz mais sexo.
Quem faz menos sexo vive mais? Caso viva mais, esta informação vale também para as mulheres?
Um abraço!
Olá Anônimo,
A nossa vida necessita de energia para se sustentar. Ao ato sexual está associada uma grande quantidade de energia, que pode até gerar um outro corpo físico. Esta energia pode ser desperdiçada, se o homem ou a mulher atingir o orgasmo durante o ato sexual. Para potencializar essa energia (kundalini) através do ato sexual, os gnósticos recomendam que se pratique a alquimia sexual (tantra), que envolve o não-orgasmo para ambos os parceiros.
Se a pessoa só concebe ato sexual com orgasmo, sim, quanto menos sexo mais se vive (menos se gasta nossa energia ancestral, que já nascemos com ela, e que não é reposta ao longo da vida; pode apenas ser conservada, para se viver por mais tempo). Essas informações valem para homens e mulheres, obviamente.
Um abraço, Rui.
A nossa vida necessita de energia para se sustentar. Ao ato sexual está associada uma grande quantidade de energia, que pode até gerar um outro corpo físico. Esta energia pode ser desperdiçada, se o homem ou a mulher atingir o orgasmo durante o ato sexual. Para potencializar essa energia (kundalini) através do ato sexual, os gnósticos recomendam que se pratique a alquimia sexual (tantra), que envolve o não-orgasmo para ambos os parceiros.
Se a pessoa só concebe ato sexual com orgasmo, sim, quanto menos sexo mais se vive (menos se gasta nossa energia ancestral, que já nascemos com ela, e que não é reposta ao longo da vida; pode apenas ser conservada, para se viver por mais tempo). Essas informações valem para homens e mulheres, obviamente.
Um abraço, Rui.
agora a PUC DE CAMPINAS infelismente fui atendente lá e lamentável quando se diz paciente do SUS, os médicos dependendo o caso acabam aplicando a eutanásia, ou seja, matam por conta própria pacientes pobres, sem a familia saber. aplicam substancias como detergente na veia.
É o Brasil É A puc campinas/sp na JHON BOYD DUNLOP, Jardim ROseiras, Campinas/sp
É o Brasil É A puc campinas/sp na JHON BOYD DUNLOP, Jardim ROseiras, Campinas/sp
Olá, prezado Rui.
Gostei do texto, e como me identifico com a sua história resolvi postar aqui. Tive problemas de saúde, estudei e pesquisei, e adotei uma dieta completamente frugívora a 2 anos e meio atrás, fiz jejuns longos (até mesmo de 24 dias), etc como recomendada por diversos dos higienistas da atualidade.
Meu site www.saudefrugal.com e criei uma comunidade no orkut pra divulgar também chamada 80/10/10 (o nome do livro do maior higienista da atualidade, já treinou vários atletas mundiais botando eles na dieta 80/10/10, ou seja uma dieta frugívora e hipo-lipídica). Se possível, entre no fórum do meu site ou na comunidade do orkut, para que possamos trocar informações
abs
Postar um comentário
Gostei do texto, e como me identifico com a sua história resolvi postar aqui. Tive problemas de saúde, estudei e pesquisei, e adotei uma dieta completamente frugívora a 2 anos e meio atrás, fiz jejuns longos (até mesmo de 24 dias), etc como recomendada por diversos dos higienistas da atualidade.
Meu site www.saudefrugal.com e criei uma comunidade no orkut pra divulgar também chamada 80/10/10 (o nome do livro do maior higienista da atualidade, já treinou vários atletas mundiais botando eles na dieta 80/10/10, ou seja uma dieta frugívora e hipo-lipídica). Se possível, entre no fórum do meu site ou na comunidade do orkut, para que possamos trocar informações
abs
<< Home


