sexta-feira, junho 12, 2009
Maçã e Degeneração Macular
"An apple a day keeps the doctor away", ditado popular inglês.
Salmão e maçã podem deter avanço da degeneração macular
Estudo aponta que alimentos ampliam efeito de suplementos antioxidantes
Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado no British Journal of Ophthalmology concluiu que um dieta rica em ômega 3 - ácido graxo encontrado em peixes gordurosos como o salmão - e em alimentos com baixo índice glicêmico, como a maçã e o pão integral, pode reduzir a progressão da degeneração macular relacionada à idade e até mesmo deter o avanço da doença, nas formas exsudativa ou seca.
A pesquisa, multicêntrica e controlada, acompanhou cerca de 3.000 voluntários por um período de oito anos. Trabalhos anteriores já haviam comprovado que a suplementação vitamínica com antioxidantes adia o aparecimento da degeneração macular relacionada à idade e retarda sua evolução depois de instalada.
Agora, a nova pesquisa concluiu que a suplementação é ainda mais efetiva quando associada à ingestão de alimentos que são fonte de ômega 3 e que têm baixo índice glicêmico. "Esse hábito alimentar deve ser incorporado à rotina das pessoas que têm risco de desenvolver a doença. O efeito é cumulativo e a longo prazo", afirma o oftalmologista Newton Kara José Junior, responsável pelo setor de catarata do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. "A degeneração macular relacionada à idade é uma importante causa de deficiência visual e talvez seja a doença ocular mais prevalente para a qual o tratamento ainda é pouco eficaz", diz o médico. "Assim, todos os esforços para preveni-la devem ser valorizados".
Segundo o oftalmologista, o risco de desenvolver o problema pode ser detectado em consultas de rotina, por meio do exame de fundo de olho. Todas as pessoas com mais de 50 anos e, principalmente, aquelas que têm olhos claros, podem apresentar a doença e devem passar por avaliações periodicamente.
Fonte: Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 12 de junho de 2009.
A pesquisa, multicêntrica e controlada, acompanhou cerca de 3.000 voluntários por um período de oito anos. Trabalhos anteriores já haviam comprovado que a suplementação vitamínica com antioxidantes adia o aparecimento da degeneração macular relacionada à idade e retarda sua evolução depois de instalada.
Agora, a nova pesquisa concluiu que a suplementação é ainda mais efetiva quando associada à ingestão de alimentos que são fonte de ômega 3 e que têm baixo índice glicêmico. "Esse hábito alimentar deve ser incorporado à rotina das pessoas que têm risco de desenvolver a doença. O efeito é cumulativo e a longo prazo", afirma o oftalmologista Newton Kara José Junior, responsável pelo setor de catarata do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. "A degeneração macular relacionada à idade é uma importante causa de deficiência visual e talvez seja a doença ocular mais prevalente para a qual o tratamento ainda é pouco eficaz", diz o médico. "Assim, todos os esforços para preveni-la devem ser valorizados".
Segundo o oftalmologista, o risco de desenvolver o problema pode ser detectado em consultas de rotina, por meio do exame de fundo de olho. Todas as pessoas com mais de 50 anos e, principalmente, aquelas que têm olhos claros, podem apresentar a doença e devem passar por avaliações periodicamente.
Fonte: Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 12 de junho de 2009.
Marcadores: degeneração macular, maçã, ômega 3
Comments:
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Olá Rui, quero agradecer por você disponibilizar essas informações úteis e gratuitamente para os leitores em seu blog. posso até dizer que ele me ajudou a superar a Síndrome do Pânico.
Sou uma leitora assídua do seu blog desde quando o encontrei no Google. Com o tempo pretendo colocar todas as recomendações em prática - algumas ainda não consegui colocar por puro "vício".
Gostaria de colocar um pouco do que me fez encontrar esse site e mudar minha forma de ver a vida.
Um belo dia, após meu aniversário de 23 anos, comecei a pensar no destino dos seres humanos. E pensei: há apenas dois anos meu desenvolvimento físico chegou a seu auge (21 anos) e no momento me encontro no mais pleno vigor da juventude, mas daqui há 17 (aos 40 anos) já vou começar a sofrer de problemas como: presbiopia, dificuldades para engravidar (caso ainda queira), início dos cabelos brancos, queda de massa muscular, rugas ao redor dos olhos. Comecei a observar as pessoas de 40 anos ou mais, medianas, e as via em franco estado de decadência. Uma professora minha da pós-graduação ainda está na casa dos 40 e já está com uma aparência tão "velha" e "acabada", que me apavorei. Não queria ficar como eles em tão pouco tempo!
Entrei em crise, tendo pensamentos nefastos tais como: por que Deus daria a morte e o envelhecimento tão cedo aos homens? Por que terei de morrer tão cedo? Por que não decidir quanto tempo ficar na Terra? Será que existe vida após a morte, ou a morte é o fim não só de mim, mas de todos que pisam sobre a Terra?
Daí comecei a perceber a grande angústia de pessoas idosas: enfraquecidas, com seus cabelos brancos, suas rugas, seus problemas como diabetes, hipertensão etc, apenas esperando a morte porque na concepção delas o melhor da vida já foi. Os jovens consideram normal os idosos envelhecerem e morrerem, porque eles, em seu vigor ainda presente, inconscientemente pensam que velho para eles é sempre "o outro". Era o que acontecia comigo antes de fazer 23 anos.
As pessoas ao meu redor ou só sabiam caçoar (muitas que eu considerava amigas só souberam me dizer que "síndrome do pânico" nada mais era do que falta de apanhar) ou, na melhor das hipóteses, diziam que era natural, que todos nascem, crescem, reproduzem e morrem. Que é tudo assim mesmo.
No meio dessa crise, minha avó materna de apenas 74 anos faleceu de um infarto. Ela, com essa idade (que eu, agora livre dos estereótipos, considero nova demais para isso), já tomava mais de 9 remédios diários. Eu nessa ocasião fui forte para consolar a minha mãe, mas depois do período inicial de luto a crise desabou novamente sobre mim como uma mortalha de chumbo. Eu já me sentia enterrada e morta, diante daquele destino cruel: nascer, envelhecer e morrer, sem poder escolher coisa diversa ou vida mais longa.
Chorava todos os dias; queria morrer cedo pra não precisar envelhecer, mas ao mesmo tempo temia tanto o momento da morte e o que vem após ela (ou não), que simplesmente não tinha coragem para suicídio.
Até a hora em que fui procurar auxílio nas religiões. A maioria delas não me ofereceu grande atrativo - eu não queria uma vida após a morte feliz e duradoura. Eu queria uma vida feliz e duradoura AQUI. Sem precisar envelhecer ou, no máximo, envelhecendo sem precisar adoecer e morrer numa idade já bastante avançada, sem dor ou angústia.
Sou uma leitora assídua do seu blog desde quando o encontrei no Google. Com o tempo pretendo colocar todas as recomendações em prática - algumas ainda não consegui colocar por puro "vício".
Gostaria de colocar um pouco do que me fez encontrar esse site e mudar minha forma de ver a vida.
Um belo dia, após meu aniversário de 23 anos, comecei a pensar no destino dos seres humanos. E pensei: há apenas dois anos meu desenvolvimento físico chegou a seu auge (21 anos) e no momento me encontro no mais pleno vigor da juventude, mas daqui há 17 (aos 40 anos) já vou começar a sofrer de problemas como: presbiopia, dificuldades para engravidar (caso ainda queira), início dos cabelos brancos, queda de massa muscular, rugas ao redor dos olhos. Comecei a observar as pessoas de 40 anos ou mais, medianas, e as via em franco estado de decadência. Uma professora minha da pós-graduação ainda está na casa dos 40 e já está com uma aparência tão "velha" e "acabada", que me apavorei. Não queria ficar como eles em tão pouco tempo!
Entrei em crise, tendo pensamentos nefastos tais como: por que Deus daria a morte e o envelhecimento tão cedo aos homens? Por que terei de morrer tão cedo? Por que não decidir quanto tempo ficar na Terra? Será que existe vida após a morte, ou a morte é o fim não só de mim, mas de todos que pisam sobre a Terra?
Daí comecei a perceber a grande angústia de pessoas idosas: enfraquecidas, com seus cabelos brancos, suas rugas, seus problemas como diabetes, hipertensão etc, apenas esperando a morte porque na concepção delas o melhor da vida já foi. Os jovens consideram normal os idosos envelhecerem e morrerem, porque eles, em seu vigor ainda presente, inconscientemente pensam que velho para eles é sempre "o outro". Era o que acontecia comigo antes de fazer 23 anos.
As pessoas ao meu redor ou só sabiam caçoar (muitas que eu considerava amigas só souberam me dizer que "síndrome do pânico" nada mais era do que falta de apanhar) ou, na melhor das hipóteses, diziam que era natural, que todos nascem, crescem, reproduzem e morrem. Que é tudo assim mesmo.
No meio dessa crise, minha avó materna de apenas 74 anos faleceu de um infarto. Ela, com essa idade (que eu, agora livre dos estereótipos, considero nova demais para isso), já tomava mais de 9 remédios diários. Eu nessa ocasião fui forte para consolar a minha mãe, mas depois do período inicial de luto a crise desabou novamente sobre mim como uma mortalha de chumbo. Eu já me sentia enterrada e morta, diante daquele destino cruel: nascer, envelhecer e morrer, sem poder escolher coisa diversa ou vida mais longa.
Chorava todos os dias; queria morrer cedo pra não precisar envelhecer, mas ao mesmo tempo temia tanto o momento da morte e o que vem após ela (ou não), que simplesmente não tinha coragem para suicídio.
Até a hora em que fui procurar auxílio nas religiões. A maioria delas não me ofereceu grande atrativo - eu não queria uma vida após a morte feliz e duradoura. Eu queria uma vida feliz e duradoura AQUI. Sem precisar envelhecer ou, no máximo, envelhecendo sem precisar adoecer e morrer numa idade já bastante avançada, sem dor ou angústia.
continuação...
Quando encontrei textos sobre imortalistas e suas teorias sobre a imortalidade física, aqui na Terra, agora, comecei a pensar: será que eu estava certa? Será que considerar a velhice como verdadeiro câncer degenerativo não era loucura nem "frescura" minha? Será que querer viver 200, 300 ou até mesmo 500 ou 1000 anos sem sofrer males corporais era "pedir demais" para alguém que nasceu humano?
Comecei a ler seu blog. Muita coisa nele é coerente, e daí comecei a ver o porquê envelhecemos tanto e num período tão curto de tempo, numa verdadeira progressão geométrica especialmente após os 50 anos, para pessoas com hábitos "suicidas" comuns. Além dos hábitos errados como consumo da carne vermelha (curioso... reparei que na Idade Média se comia muita carne vermelha nas cortes dos nobres - e geralmente se vivia menos que 40 anos...), há também a crença de que envelhecemos e assim deve ser. Conheço pessoas de minha idade que já têm princípio de ruga ao redor dos olhos e alguns fios de cabelos brancos... e dizem: que droga, quando chegar aos 30 já não serei mais tão jovem...
E o semblante delas envelhece cada vez mais, independentemente da idade cronológica...
Quando encontrei textos sobre imortalistas e suas teorias sobre a imortalidade física, aqui na Terra, agora, comecei a pensar: será que eu estava certa? Será que considerar a velhice como verdadeiro câncer degenerativo não era loucura nem "frescura" minha? Será que querer viver 200, 300 ou até mesmo 500 ou 1000 anos sem sofrer males corporais era "pedir demais" para alguém que nasceu humano?
Comecei a ler seu blog. Muita coisa nele é coerente, e daí comecei a ver o porquê envelhecemos tanto e num período tão curto de tempo, numa verdadeira progressão geométrica especialmente após os 50 anos, para pessoas com hábitos "suicidas" comuns. Além dos hábitos errados como consumo da carne vermelha (curioso... reparei que na Idade Média se comia muita carne vermelha nas cortes dos nobres - e geralmente se vivia menos que 40 anos...), há também a crença de que envelhecemos e assim deve ser. Conheço pessoas de minha idade que já têm princípio de ruga ao redor dos olhos e alguns fios de cabelos brancos... e dizem: que droga, quando chegar aos 30 já não serei mais tão jovem...
E o semblante delas envelhece cada vez mais, independentemente da idade cronológica...
Fiquei muito feliz ao ver que é possível escapar da terrível roda de passar metade da vida envelhecendo para enfim morrer - quero fazer muito ainda por aqui... e sempre senti que o ser humano é muito mais que um autômato de carne movido a descargas elétricas. Posso dizer que já não sinto mais pânico - sem remédios, sem nenhum estímulo externo. Apenas estimulando minha própria mente a crer nisto. Tive, também, de me desfazer de certas companhias erradas que serviam como "obsessoras" a mim ainda em vida encarnada - mas essa é outra história...
Posso dizer que como muito pouca carne vermelha, não fumo, bebo muito pouca bebida alcoólica (muitas vezes passo meses sem sequer tomar algo com álcool) bebo muita água e desenvolvi o hábito de comer ao menos uma fruta crua e fresca por dia - de preferência maçã. Tenho reparado que minha urina sai mais clara, menos "impura", e algumas dores que eu tinha na panturrilha diminuíram e por vezes literalmente somem. Comecei a fazer yoga duas vezes por semana e isso tem me ajudado bastante também.
Meu único hábito realmente nocivo atualmente são os doces. Sou "viciada" em doces e "guloseimas" desde pequena, principalmente chocolate. Também adoro ir em "fast foods". Como você mesmo disse em suas postagens, é um vício: viciamos de tal maneira que se o corpo pára de comer as bobagens que comíamos antes, começamos a ter síndrome da abstiência; pela tarde, em meu horário de almoço do trabalho, mesmo após ter comido fruta e bebido água, me vem uma vontade imensa de comer doces. Por causa disso me encontro acima do peso e ainda "viciada" nessas comidas que fazem mal, mas aos poucos quero largá-las por completo pois quero viver muitos e muitos anos.
Para completar, gostaria apenas de dizer que lhe agradeço muito por tudo que posta neste blog diariamente - eu também sinto que há algo de muito errado neste mundo, no sentido pessoal. As pessoas amam mais as coisas do que o seu semelhante, e isto está tornando a convivência aqui na Terra algo muito difícil. Espero podermos manter contato, pois é raro achar pessoas com quem conversar sobre estes assuntos que não ridicularizem - afinal, pra elas tudo está bom do jeito que está! Pouco se importam com o semelhante que sofre - e disso não falo de mim, mas dos milhões que morrem dolorosamente em guerras, ardis cruéis do mundo aí fora, etc...
Muito obrigada mesmo pela atenção e desculpe o comentário longo!
Sarah
Posso dizer que como muito pouca carne vermelha, não fumo, bebo muito pouca bebida alcoólica (muitas vezes passo meses sem sequer tomar algo com álcool) bebo muita água e desenvolvi o hábito de comer ao menos uma fruta crua e fresca por dia - de preferência maçã. Tenho reparado que minha urina sai mais clara, menos "impura", e algumas dores que eu tinha na panturrilha diminuíram e por vezes literalmente somem. Comecei a fazer yoga duas vezes por semana e isso tem me ajudado bastante também.
Meu único hábito realmente nocivo atualmente são os doces. Sou "viciada" em doces e "guloseimas" desde pequena, principalmente chocolate. Também adoro ir em "fast foods". Como você mesmo disse em suas postagens, é um vício: viciamos de tal maneira que se o corpo pára de comer as bobagens que comíamos antes, começamos a ter síndrome da abstiência; pela tarde, em meu horário de almoço do trabalho, mesmo após ter comido fruta e bebido água, me vem uma vontade imensa de comer doces. Por causa disso me encontro acima do peso e ainda "viciada" nessas comidas que fazem mal, mas aos poucos quero largá-las por completo pois quero viver muitos e muitos anos.
Para completar, gostaria apenas de dizer que lhe agradeço muito por tudo que posta neste blog diariamente - eu também sinto que há algo de muito errado neste mundo, no sentido pessoal. As pessoas amam mais as coisas do que o seu semelhante, e isto está tornando a convivência aqui na Terra algo muito difícil. Espero podermos manter contato, pois é raro achar pessoas com quem conversar sobre estes assuntos que não ridicularizem - afinal, pra elas tudo está bom do jeito que está! Pouco se importam com o semelhante que sofre - e disso não falo de mim, mas dos milhões que morrem dolorosamente em guerras, ardis cruéis do mundo aí fora, etc...
Muito obrigada mesmo pela atenção e desculpe o comentário longo!
Sarah
Olá Sarah,
Deus não fabricou o seu corpo para matá-lo em seguida, via doenças e velhice (que é uma doença crônica). Nós é que conseguimos nos suicidar diariamente, e mesmo assim demoramos uns 80 anos para conseguir esse intento. Abaixo um e-mail que mandei para um amigo, hoje, que talvez seja também de seu interesse:
Olá Maurício,
Nada, absolutamente nada, nos ocorre por mero acaso. Tudo que chega a nós é construção ou atração nossa (esqueça de seus "bodes expiatórios"). No entanto, gostamos de pensar que somos os "donos da bola", que tudo podemos com o nosso livre arbítrio. Errado! Cada um de nós tem uma equipe (equipa, em Portugal), bem mais sábia que nós, que nos supervisiona (tem até Anjo da Guarda...) e nos controla os pensamentos e ações. Isso não deve nos incomodar, já que essa equipe sabe melhor que nós o que é melhor para nós e, portanto, devemos aceitar aquela frase "Seja feita a Sua vontade (mais sábia, da equipe), do que a minha". Somos meros instrumentos manipulados pelo divino (por essa equipe).
Estamos, realmente, morando no telhado de nossa casa cósmica, a Terra Oca. Aliás, todos os corpos celestes redondos são ocos, Sol, Terra, Lua, Marte, etc. Esses corpos celestes são redondos exatamente porque são ocos! Não devemos ter medo de absolutamente nada, já que somos seres imortais. O que pode ameaçar um ser imortal? Pode vir o Planeta X, tsunamis, terremotos, etc que nós estaremos prontos para sobreviver tudo isso e colheremos as experiências que forem necessárias, para continuarmos evoluindo sempre, pela eternidade a fora. A ausência de medo manifesta-se como Amor, a "cola do Universo", que une tudo. Daí surgem as frases "Eu e o Todo somos Um", "O Amor Divino nos une", "Quem com ferro fere, com ferro será ferido", etc etc
Fomos colocados na superfície externa deste planeta porque aqui é onde colheremos, no momento, as melhores lições para a nossa evolução eterna... Alegria e consciência (para aprender as lições), pois...
Abs, Rui.
Deus não fabricou o seu corpo para matá-lo em seguida, via doenças e velhice (que é uma doença crônica). Nós é que conseguimos nos suicidar diariamente, e mesmo assim demoramos uns 80 anos para conseguir esse intento. Abaixo um e-mail que mandei para um amigo, hoje, que talvez seja também de seu interesse:
Olá Maurício,
Nada, absolutamente nada, nos ocorre por mero acaso. Tudo que chega a nós é construção ou atração nossa (esqueça de seus "bodes expiatórios"). No entanto, gostamos de pensar que somos os "donos da bola", que tudo podemos com o nosso livre arbítrio. Errado! Cada um de nós tem uma equipe (equipa, em Portugal), bem mais sábia que nós, que nos supervisiona (tem até Anjo da Guarda...) e nos controla os pensamentos e ações. Isso não deve nos incomodar, já que essa equipe sabe melhor que nós o que é melhor para nós e, portanto, devemos aceitar aquela frase "Seja feita a Sua vontade (mais sábia, da equipe), do que a minha". Somos meros instrumentos manipulados pelo divino (por essa equipe).
Estamos, realmente, morando no telhado de nossa casa cósmica, a Terra Oca. Aliás, todos os corpos celestes redondos são ocos, Sol, Terra, Lua, Marte, etc. Esses corpos celestes são redondos exatamente porque são ocos! Não devemos ter medo de absolutamente nada, já que somos seres imortais. O que pode ameaçar um ser imortal? Pode vir o Planeta X, tsunamis, terremotos, etc que nós estaremos prontos para sobreviver tudo isso e colheremos as experiências que forem necessárias, para continuarmos evoluindo sempre, pela eternidade a fora. A ausência de medo manifesta-se como Amor, a "cola do Universo", que une tudo. Daí surgem as frases "Eu e o Todo somos Um", "O Amor Divino nos une", "Quem com ferro fere, com ferro será ferido", etc etc
Fomos colocados na superfície externa deste planeta porque aqui é onde colheremos, no momento, as melhores lições para a nossa evolução eterna... Alegria e consciência (para aprender as lições), pois...
Abs, Rui.
Olá!
Realmente, pensando bem, não podemos ser "mortais" por natureza; pois caso o fôssemos, todos morreriam com a mesma idade - o chamado "prazo de validade", não? - e não é isso que acontece. Também, a maioria das pessoas morre por razões definidas: enfarte, derrame, pneumonia etc. Por esses fatores vemos que na verdade enfraquecemos nosso organismo ao ponto de um órgão vital não mais funcionar e então morrermos.
Muito obrigada mais uma vez! A perspectiva de ser uma pessoa que procura viver centenas de anos não me assusta - pelo contrário, a buscarei cada vez mais!
Você contou também sobre seu pai em uma das postagens. Na casa dos 90 anos, além da vitalidade física, ele tem cabelos brancos, esses "sintomas" da velhice, ou não os apresenta?
Muito obrigada mais uma vez pela atenção!
Sarah
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Realmente, pensando bem, não podemos ser "mortais" por natureza; pois caso o fôssemos, todos morreriam com a mesma idade - o chamado "prazo de validade", não? - e não é isso que acontece. Também, a maioria das pessoas morre por razões definidas: enfarte, derrame, pneumonia etc. Por esses fatores vemos que na verdade enfraquecemos nosso organismo ao ponto de um órgão vital não mais funcionar e então morrermos.
Muito obrigada mais uma vez! A perspectiva de ser uma pessoa que procura viver centenas de anos não me assusta - pelo contrário, a buscarei cada vez mais!
Você contou também sobre seu pai em uma das postagens. Na casa dos 90 anos, além da vitalidade física, ele tem cabelos brancos, esses "sintomas" da velhice, ou não os apresenta?
Muito obrigada mais uma vez pela atenção!
Sarah
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