sexta-feira, junho 07, 2024

 

As Leis da Vida - 11

  Fonte: Luiz Gasparetto e Lúcio Morigi, Calunga revela As Leis da Vida, Gráfica Vida e Consciência, 2015. ISBN: 978-85-7722-443-2

Mensagem Final de Calunga

A lei da perfeição abraça todas as demais leis, pela sua grandeza. Não cai uma folha sem que seja da vontade do meu Pai. Nada acontece por acaso, não há sorte, não há azar, não há vazio, não há acidentes, não há coincidências.

Tudo tem um propósito, tudo está onde precisa estar, tudo acontece no momento certo, tudo está perfeitamente certo.

Eu sou único e sempre serei. Transformar-me-ei, evoluirei, desenvolverei meus potenciais na funcionalidade, nas capacidades, e tudo fluirá comigo ligado com tudo.

Tudo está marchando comigo e com todos.

Tudo vai gradualmente  de uma coisa levando à outra, uma coisa influenciando a outra e tudo vai se interligando, tudo vai se alimentando de tudo e tudo é nutrido de tudo.

Tudo está evoluindo sem que nada, absolutamente nada, seja inútil, seja esquecido, seja errado, seja falso. Até a falsidade desenvolve a gente na articulação da nossa expressão.

Quem não for falso jamais será um espírito articulado, porque falsidade é a capacidade teatral de vestir e criar personalidade no ser humano, nos seus dons mais brilhantes. Sem a prática da falsidade, jamais serei um espírito hábil e expressivo.

Tudo tem função, tudo está interligado, tudo me promove, tudo me melhora, seja qual for o caminho percorrido.

A perfeição paira indiferente às nuances, às interpretações, às doutrinas, às crenças, aos atos passados ou futuros.

Nada pode impedir a lei da perfeição. Não há julgamento, não há participação de uma consciência que decide, senão a minha.

Não há interferência quando eu não permito a interferência, e há interferência quando permito a interferência.

Vou junto com os mundos, junto com o sol, com a lua, com o sistema planetário, com a nossa galáxia, com as outras galáxias.

Estou caminhando num caminho sem fim, processando e evoluindo, ampliando minha consciência. A lei me mostra como caminhar mais facilmente.

Ser perfeito é conseguir a habilidade de funcionar na lei, porque tudo já funciona na lei.

Mesmo a minha disfunção é útil ao aprendizado e à minha conquista da funcionalidade.

Todo deficiente está apenas experimentando uma vivência do despertar de outras habilidades, de outras formas de desenvolver-se, e é periódico, porque ele sai da vida e volta a ter a saúde completa, e sua estrutura se refaz completamente.

Nada na lei da transformação vai se perder. Tudo se recompõe, tudo se renova. Eu morro velho e daqui a pouco estou novamente jovem, refeito, recomeçando, recomeçando e recomeçando sempre.

A cada minuto de vida eu me refaço, recomeço, me transformo e opto, me reinvento, me transformo, numa dança que jamais vai parar, e o prazer está justamente em dançar, em se transformar, em viver.

Aonde  vai chegar não me é dado saber, porque também não me interessa, pois tem algo que cuida disso.

O que me interessa é como eu ando, como eu danço, como eu vivo, como estou. Todo o resto me mostra a segurança da perfeição.

Tudo é absolutamente seguro. Quanto mais estudo e vejo a segurança em mim e em todas as coisas, mais eu me sinto seguro, mais tenho inspiração de como agir, de como me posicionar, de como entrar no sempre acertar, no sempre entender, no sempre comprender.

É pensando na lei que eu desabrocho a consciência cósmica, compensando o mecanismo de viver, e me transformo em direção do fluir de maneira funcional com tudo isso.

O nome da perfeição é equilíbrio. A sensação que eu tenho com o perfeito é o descanso no equilíbrio que tem uma constante na modificação.

A constante sou eu, espírito eterno. Sou a constante no uviverso, o que se transforma e nunca deixa de ser si mesmo.

Segurança é a consciência do meu espírito. Não importa o que acontecer, ainda serei eu e melhor do que sou.

A vida não me assusta, porque se vivi tudo isso e estou aqui, estarei daqui a milhões de anos bem melhor do que estou.

Não há o que condenar na vida. Eu criei minhas ilusões, eu criei minhas desilusões, eu criei minhas mágoas, eu criei minhas revoltas, por isso eu tenho que descriá-las. Na leitura que eu fiz, eu ainda era impotente para realizar o que eu queria.

Iludi-me com uma coisa que não era funcional, pois não tinha maturidade para produzir sua funcionalidade, assim não foi produzida e eu me vitimizei. Portanto, agora me liberto da vítima.

Confronto as perdas, os fracassos, as decepções, compreendendo e assumindo total responsabilidade por elas, dissolvendo-as como dissolvem as ilusões.

A lei que me faz rever o que é verdadeiro e o que é ilusório me ajuda a discernir. Agora observo e estudo essa lei que está em tudo e em todo lugar.

Só assim vou poder aproveitar os conhecimentos que estou adquirindo no momento, sensibilizando-me. Ela sempre esteve aqui dentro de mim e, mesmo que esteja mais fundo na minha consciência, eu agora a reconheço.

Neste instante, eu abraço a perfeição que existe em tudo que fiz, que faço e que farei, mais consciente dela, e me elevo na contemplação da vida, percebendo quão extraordinária ela é.

Tomo a consciência de minha necessidade de usar a lei da pefeição, de pô-la definitivamente na minha vida.

Tudo é único, tudo se transforma, tudo evolui, tudo é eterno, tudo é funcional, tudo está interligado, tudo é crer, tudo é relativo, tudo é perfeito e o que é para eu ser, eu serei.

E assim vou vencendo os apegos, as ignorâncias e aprendendo a dinamizar meu potencial em meu próprio proveito.

Minha fé, minha importância, minha atenção, eu agora as seleciono bem para produzir os efeitos que eu quero. E ceramente os produzirei e viverei o que eu produzir.

Está em mim a liberdade de escolher para aprender a escolher de acordo com o meu espírito, com a minha individualidade, com a minha diferença, preservando, pelo meu arbítrio, a minha integridade para ao universo me integrar.

Fique em paz.

Marcadores: , ,


Comments: Postar um comentário

<< Home

This page is powered by Blogger. Isn't yours?