quinta-feira, maio 23, 2024
Os Hábitos
"Entrai pela porte estreita, porque larga é a porta e espaçosa a via que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Mas quão estreita é a porta e apertada a via que leva à vida, e poucos são os que dão com ela"
Mateus 7: 13-14
Nossa vida é feita pelos nossos hábitos. Bons hábitos, vida boa. Maus hábitos, vida péssima. Portanto, vamos tentar gerar bons hábitos. Não tomemos como bom padrão os hábitos da maioria, pois, como Mateus nos alerta acima, estão todos no caminho da perdição, da doença.
É fácil gerar um mau hábito (e má saúde), e nós estamos cheio deles. Por que? Porque o mau hábito nos presenteia com uma gratificação (prazer) imediata (um docinho gostoso, por exemplo), no momento atual, enquanto suas consequências maléficas vai aparecer apenas no futuro (na sua velhice, por exemplo). Esta é a "porta larga" que todos gostam de entrar.
Já para gerar um bom hábito (e gerar saúde), há necessidade de manter uma persistência durante um bom tempo e os bons resultados são colhidos apenas no futuro, mas o seu pagamento penoso é pago imediatamente, no presente (ir diariamente na academia, comer corretamente todos os dias, seleção de boas leituras, etc). Esta é a "porta estreita" que poucos gostam de entrar.
O sábio grego Pitágoras, dá uma boa sugestão para a pessoa comum ir melhorando seus hábitos: "Escolha sempre o caminho que te pareça o melhor, mesmo que seja o mais difícil. O hábito certamente o tornará agradável"
Marcadores: hábitos, Mateus, Pitágoras, saúde
sábado, agosto 12, 2023
O Caminho Fácil e o Caminho Difícil
Mateus 7:13-14 "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçosa a via que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Mas quão estreita é a porta e apertada a via que leva à vida, e poucos são os que dão com ela!"
João 8:32 "Conhecereis a verdade, e a verdade tornar-vos-á livres"
Pitágoras: "Escolha sempre o caminho que te pareça o melhor, mesmo que seja o mais difícil. O hábito certamente o tornará agradável"
A verdade é encontrada através da porta estreita (da minoria), percorrendo-se o caminho difícil. A porta larga é o caminho fácil (da maioria), o percurso mais curto para o túmulo. A verdade nos torna livres das doenças e da morte. Os erros, presenntes no caminho fácil, nos levam para o túmulo.
Para mais detalhes sobre este assunto, leia gratuitamente o livro de Bruno Borges: Caminhos para a verdade absoluta [1]. Nele são apresentadas as características dos caminhos fácil e difícil e das pessoas que os trilham.
[1] https://drive.google.com/file/d/1ZGZo8INtOhmLdgj_lRNpes-4f4vmdlXy/view?pli=1
Marcadores: Bruno Borges, caminho, João Evangelhista, Mateus, morte, Pitágoras, túmulo, verdade, vida
domingo, janeiro 20, 2008
O Medo Mata
Veja o título de uma reportagem de hoje (20.01.08) no Jornal Folha de São Paulo: "Por medo de febre amarela, macacos são mortos a tiros". É fazer a propaganda do medo a base de todas as campanhas de vacinação, desde os recém-nascidos até os idosos (e de todos os animais domésticos). Quem toma vacina (um veneno para o nosso corpo) apenas antecipa a sua ida para o cemitério. Convém lembrar sempre que um cadáver não contrai qualquer doença!! A vacina contra a gripe, dada a idosos, é um caso típico desta tática: para tentar salvar a vida de uma possível gripe forte no futuro, o idoso medroso compra um passaporte para o cemitério no presente (inocula-se com o veneno da vacina). Vide a frase de Mateus que abre esta postagem, que explicita essa situação.
É bom deixar bem claro o que é uma vacina: é uma substância venenosa que se insere no corpo. Logo após a vacinação, seu corpo estará mais envenenado do que logo antes da vacinação. Portanto, sua saúde estará em piores condições logo após a vacinação e o corpo terá que enfrentar uma quantidade maior de venenos (pode não ter condições de superar essa maior carga de venenos, e sucumbir). Para melhorar sua saúde, o correto é inserir substâncias saudáveis no interior do corpo, tornando-o, desta forma, mais saudável e, portanto, mais imune a qualquer doença. Podemos fazer uma analogia da vacinação com a Parábola do Cavalo e o Chicote: Um cavalo estava muito cansado e o seu dono usou um chicote para fazê-lo trabalhar melhor. Você é o cavalo cansado e a vacina é o chicote. O correto não é chicotear o cavalo cansado, mas deixá-lo descansar para poder novamente trabalhar a contento. No nosso caso, significa melhorar a saúde ao invés de degradá-la, via envenenamento. Na prática, no entanto, é muito mais fácil dar uma vacina do que ensinar e dar as condições para se ter uma vida saudável. Como os antigos chineses diziam: "O correto não é dar o peixe (vacina), mas ensinar a pescar (ter um modo de vida saudável)"...
Marcadores: Mateus, medo, vacina
