sábado, agosto 12, 2023

 

O Caminho Fácil e o Caminho Difícil

 

Mateus 7:13-14  "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçosa a via que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Mas quão estreita é a porta e apertada a via que leva à vida, e poucos são os que dão com ela!"

João 8:32  "Conhecereis a verdade, e a verdade tornar-vos-á livres"

Pitágoras: "Escolha sempre o caminho que te pareça o melhor, mesmo que seja o mais difícil. O hábito certamente o tornará agradável"

A verdade é encontrada através da porta estreita (da minoria), percorrendo-se o caminho difícil. A porta larga é o caminho fácil (da maioria), o percurso mais curto para o túmulo. A verdade nos torna livres das doenças e da morte. Os erros, presenntes no caminho fácil, nos levam para o túmulo.

Para mais detalhes sobre este assunto, leia gratuitamente o livro de Bruno Borges: Caminhos para a verdade absoluta [1].  Nele são apresentadas as características dos caminhos fácil e difícil e das pessoas que os trilham.

[1] https://drive.google.com/file/d/1ZGZo8INtOhmLdgj_lRNpes-4f4vmdlXy/view?pli=1

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domingo, outubro 08, 2017

 

Sábios vegetarianos, veganos, crudívoros ou jejuadores


Trechos de um livro [1] de Bruno Borges.

Uma pequena lista destes indivíduos:

Michael Jackson
Albert Einstein
Aristóteles
Isaac Newton
Platão
Pitágoras
Thomas Edison 
Gandhi
Van Gogh
Leonardo da Vinci
Abraham Lincoln
Darwin
Sócrates 
Voltaire
Buda
Jesus
Nikola Tesla

Pitágoras apenas aceitava alunos que tivessem jejuado por quarenta dias e ele mesmo ficou por quarenta dias sem alimentos antes de seu exame para a universidade de Alexandria. Ele acreditava que a clareza mental que um jejum como esse fornecia era essencial para aprender o que ele tinha a ensinar. Ele defendia que o jejum purificava o corpo e estimulava a mente, e não só ele, já que Aristóteles, Plutarco, Platão e Sócrates, defendiam que somente através do jejum a mente poderia ser purificada o suficiente para compreender os profundos ensinamentos dos mistérios da vida; eles e inúmeros filósofos gregos jejuavam e advogavam o jejum como meio de obter clareza mental e recuperar a saúde. A Bíblia também nos conta que Jesus jejuou 40 dias no deserto.

O famoso Demócrito também jejuou por 40 dias. Confúcio também defendia o jejum, Martinho Lutero jejuava extensivamente, Leonardo da Vinci, Shakespeare, Gandhi e Liev Tolstói alegavam que o jejum era uma hábil maneira de obter clareza mental. Nessa lista também temos: Napoleão, Benjamim Franklin e Paracelso.

Em um teste internacional de QI de pessoas, os veganos tiveram uma taxa de 5% a mais nessa pontuação, algo que não ocorreu por acaso, já que grandes nomes da história optaram por este tipo de alimentação.

A opção pelo vegetarianismo pode envolver vários motivos, como o respeito aos animais, etc. Mas não continue acreditando na grande idiotice de que a carne ou a comida queimada foi a geradora de uma maior inteligência no homem. Nós nos desviamos dos padrões naturais e alimentamo-nos com comidas que não são adaptáveis ao nosso organismo, gerando, dessa forma, uma quantidade exorbitante de doenças. Seja um adepto do novo, sempre se distanciando da massa ignorante que repudia novidades. Quem acredita que sabe de tudo não necessita saber de mais nada, parando de absorver novas informações ou de gerá-las, ficando agora à mercê de defender as mesmas.

Referência:
[1] Bruno Borges, TAC: Teoria de Absorção do Conhecimento, Arte e Vida - Infinity Editorial, 2017. ISBN: 978-85-69359-04-3.


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quinta-feira, setembro 21, 2017

 

Sábios Assexuados


Uma pequena lista de pessoas que poderiam ser enquadradas nesta categoria:


Leonardo da Vinci
Jesus Cristo
Platão 
Waldo Vieira
Chico Xavier
Heráclito de Éfeso
Isaac Newton
Nikola Tesla
Michael Jackson


Para a grande maioria das pessoas, especialmente utilizando-se do senso comum, vigora o seguinte: ou você se relaciona com o sexo oposto (heterossexual) ou você é homossexual. A isso essas pessoas esquecem ou ignoram completamente a assexualidade.

Quando se fala "assexuado", não se quer dizer que pessoas neste contexto não sentem atração por nenhum sexo, mas que elas geralmente controlam os seus impulsos e desejos carnais devido à sua paixão por algo que lhes é mais importante ou divino.

No caso da figura de Jesus ou Buda, por exemplo, simplesmente ambos tinham um estado evolutivo que lhes fazia não sentir qualquer interesse por coisas dessa natureza, as renegando durante um certo tempo de suas vidas.

Quando esses homens deixam de procurar por estes tipos de contingências e passam a trabalhar integralmente por seus ideais, eles passam a ter uma quantidade muito maior de tempo para absorverem e transmitirem conhecimentos.

Embora muitos não percebam, o tempo que perdemos pelas nossas impulsividades sexuais, impedindo-nos de absorver conhecimentos úteis a fim de criar coisas novas, é imenso. Ora, mas uma relação íntima (coito) geralmente não dura apenas uns 30 minutos? Certo, mas aí é que entra o fator comportamental, já que precisa-se dar tempo para a vida  da(o) parceira(o), precisa-se reservar tempo para a educação dos filhos, etc.

A importância de refrear os impulsos sexuais por parte de grandes homens que não tinham tempo para ações libidinosas, pois, como disse Santos Dumont, "ou constituo uma família ou renego isso e desenvolvo o avião", é verificada no que diferencia o homem dos outros animais.

O mestre Confúcio disse: "nunca vi alguém que amasse tanto a virtude como o sexo". Todo animal tem alguns objetivos em comum e que é facilmente identificado: sobrevivência e reprodução.

A reprodução está, obviamente, intimamente ligada ao ato sexual, mas também implica em dispor de tempo para os ensinamentos ao filho, até que este aja por conta própria e siga seu próprio caminho, o que sabemos que, nos dias de hoje, pode levar uma vida toda.

A questão da sobrevivência é a da alimentação, de seguir o sistema em que se vive, tendo um emprego, por exemplo, ganhando um recurso financeiro, entre outras coisas derivadas.

O homem é um animal com uma particularidade a mais, diferenciando-o por transformar a natureza ao seu redor, e percebe-se que ele, muito embora ainda tenha os dois objetivos principais, relacionados a sobrevivência e reprodução, tenha mais um na sua lista (homem sexuado):

Sobrevivência
Reprodução
Absorção de conhecimento (além daquela dos instintos)

Se o homem não absorver conhecimentos, ele não conseguirá passar de um animal que segue apenas os padrões de sua comunidade. Sendo assim, o homem que não tiver qualquer cobiça sexual (assexuado), se mostrando mais voltado para o conhecimento, provavelmente terá apenas dois componentes:

Sobrevivência 
Absorção de conhecimentos (além dos instintos)

Assim, o assexuado elimina e reprodução e fica com mais tempo para a absorção de conhecimento. Nikola Tesla, por exemplo, afirmava que sua castidade era muito útil às suas capacidades científicas. Goethe descrevia uma lei que dizia "para gastar de um lado, a natureza é obrigada a economizar do outro". Freud dizia que para aprimorar o intelecto basta atenuar o instinto.
 
Fonte: Bruno Borges, TAC: Teoria de Absorção do Conhecimento, Arte e Vida - Infinity Editorial, 2017. ISBN: 978-85-69359-04-3.

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terça-feira, setembro 19, 2017

 

Platão e Aristóteles


Platão e Aristóteles defendiam coisas diferentes, pela qual uma negava a outra. Começando pelo primeiro, Platão defendia que absolutamente tudo que pertence ao "mundo dos sentidos" é feito de materiais que o tempo trata de desfazer mas, por sua vez, todas as coisas materiais nascem de uma "forma" atemporal, que é tanto eterna quanto imutável.

Para Platão, aquilo que é eterno e imutável não é nenhuma "substância fundamental" que pertence ao mundo físico, mas sim modelos ou padrões espirituais ou abstratos dos quais derivam todos os outros fenômenos.

Por exemplo: o cavalo, ele envelhece, passa a mancar, adoece e morre, mas a verdadeira "forma do cavalo" é eterna e imutável. A essas formas Platão deu o nome de ideias. Atrás de todo cavalo, porco ou ser humano existe um "cavalo ideal", um "porco ideal" ou um "ser humano ideal".

Em síntese, Platão quis dizer que deve haver uma realidade própria atrás do "mundo dos sentidos". A essa realidade ele chamou de "mundo das idéias". Lá estão os modelos, eternos e imutáveis, por detrás dos diferentes fenômenos que presenciamos na natureza; é no mundo da ideias que se enraíza a natureza humana.

Aristóteles, em determinado momento de sua vida, e que era seguidor de Platão, passou a contradizê-lo e deixou de seguir seus ideais. Isto porque Aristóteles era um famoso naturalista, e como tal, observador perspicaz da natureza, passou a enxergar nela a verdade e o local onde deveria o homem procurar a máxima, e, deste modo, a mesma estaria no mundo tangível e não naquele defendido por Platão.

Seu adágio era de que não havia ideias natas. Para Platão, o mais alto grau da realidade está naquilo que pensamos com a razão. Para Aristóteles, ao contrário, o mais alto grau da realidade está naquilo que sentimos com os sentidos. Daí que começa a disputa entre racionalistas (razão como verdade) e empiristas (sentido como verdade). Tem-se assim o mundo concreto dos sentidos, defendido por Aristóteles e o mundo inefável das ideias, defendido por Platão.

Kant juntou a divisão entre Platão (racionalista) e Aristóteles (empirista), demonstrando que ambas estão corretas, tendo positividades e negatividades.

O cérebro esquerdo, que a grande maioria utiliza com mais magnificência do que seu oposto, está associado à parte lógica, analítica e estruturada. Já o hemisfério direito, condiz com a imaginação, criatividade, etc. Platão trabalhava mais com o cérebro direito (criativo, abstrato) e Aristóteles mais com o esquerdo (raciocínio lógico e analítico). Por isso, cada um defendia seu ponto de vista como o correto, sem se darem conta que era com a união dos dois que grandes pensadores fariam jus de suas obras, pois colocariam os dois hemisférios em prática.

A partir do momento que o ser humano está inserido no seu devido presente na matéria, a única maneira de acessar o "mundo das ideias" defendido por Platão, ironicamente, é através daquilo que ele negava como fonte de verdade, ou seja, é pelo "mundo dos sentidos" de Aristóteles. Para Platão, todos os fenômenos na natureza não passavam de uma sombra das formas ou ideias eternas, não descortinando para a verdadeira contemplação de como as coisas da natureza realmente são por trás das coisas.

O conhecimento sensível pode deixar de ser limitado ao ir para o campo da ideia, pois a ideia é ilimitada; isso faz com que a egrégora continue sendo alimentada, sempre tendo novos conhecimentos agregados, sendo então sempre crescente.

Fonte: Bruno Borges, TAC: Teoria de Absorção do Conhecimento, Arte e Vida - Infinity Editorial, 2017. ISBN: 978-85-69359-04-3.

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sexta-feira, setembro 08, 2017

 

O Sono Polifásico


Na Referência [1] aborda-se esse tema.

Se você dorme apenas uma vez ao dia, como é comum na atualidade, dormindo 8 horas por dia, então você é adepto do sono "monofásico". Agora, se você dorme aproximadamente essa mesma quantia, 8 horas, porém, dividida entre o período da noite e um cochilo após o almoço (a "siesta" dos argentinos e mexicanos), como também é de praxe, então você é um praticante do sono "bifásico". E, caso você durma de maneira mais fracionada ainda, por exemplo, 2 horas aqui, 2 horas ali e 2 horas acolá, então você é praticante do sono polifásico.

Algumas pessoas que praticavam o sono polifásico foram: Leonardo da Vinci, Nikola Tesla, Jesus Cristo, Thomas Edison, Isaac Newton, Albert Einstein e Napoleão Bonaparte. Quando citamos essas pessoas com sono polifásico, não estamos querendo dizer que eles dormiam a mesma quantidade de horas que a grande maioria das pessoas (cerca de 8 horas). Essas pessoas citadas, de sono polifásico, dormiam bem menos do que 8 horas por dia, algo bastante incomum e até prejudicial aos olhos do vulgo.

Isaac Newton dormia em torno de 2 horas por dia. Tesla comumente dormia 4 horas por dia. Einstein utilizava-se deste recurso quando punha-se a criar desenfreadamente. Conta-se que Leonardo da Vinci dormia irrisórios 20 minutos diários.

Se a pessoa deixa de ter uma gula excessiva e, além disso, deixa de lado comidas pesadas como a carne, o seu processo digestivo é bem menor, e ela precisa de menos sono. Um indivíduo em jejum, diversas vezes, praticamente não dorme. Outro fator que ajuda esses criadores a não sentirem muito sono é, justamente, a avidez deles na absorção do conhecimento e o prazer nesta prática.

Está na moda comer de "3 em 3 horas", sem se preocupar com o descanso digestivo do organismo. Essas pessoas não pensam na sua fisiologia e sobrecarregam as energias que serviriam para manter-lhes saudáveis e com o estado imunológico fortificado. No momento que comem o tempo inteiro, de pouco em pouco, fazem com que o processo de digerir os alimentos nunca acabe, obrigando-os a uma fadiga e um sono longo e interminável.

Algo semelhante acontece com o processo do sono, achando-se absurdo dormir tão pouco, como os sábios citados acima, e ser saudável. Por conseguinte, o médico dirá: "dormir 8 horas por dia é o mais saudável", mas, na verdade, o ato de dormir pouco, para uma pessoa que leva uma vida frutífera, entusiasmada e pelo caminho reto, nada tem de prejudicial.


Referência:
[1] Bruno Borges, TAC: Teoria de Absorção do Conhecimento, Arte e Vida - Infinity Editorial, 2017. ISBN: 978-85-69359-04-3.

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