sexta-feira, maio 17, 2024

 

Evolução e Religião

 

Fonte: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, Evolução em Dois Mundos, Publicado pela Federação Espírita Brasileira, 6ª edição, 1958.

À medida que a responsabilidade se lhe apossou do espírito, iluminou-se a consciência do homem. 

A inteligência humana entendeu a grandeza do Uninverso e compreendeu a própria humildade, reconhecendo em suas entranhas a ideia inalienável de Deus.

A Espiritualidade Sublime, amparando o homem, jamais lhe menosprezou a sêde de consolo e esclarecimento.

Quanto mais angustiosos se lhe esboçavam os problemas da dor, com a guerra íntima entre a razão e a animalidade, grande massa de Espíritos ilustrados, mas decaídos de outro sistema cósmico, renasceu no tronco genealógico das tribos terrestres, qual enxerto revitalizador, embora isso representasse para eles amarga penitência expiatória.

Constituiu-se, desse modo, a raça humana adâmica, instilando no homem renovadas noções de Deus e da vida.

Depois de longos e porfiados milênios de luta espiritual, surgem no mundo, como grupos por eles organizados, a China pré-histórica e a Índia védica, o antigo Egito e civilizações outras que se perderam no abismo das eras, nos quais a religião assume aspecto enobrecido como ciência moral de aperfeiçoamento, para uma mais alta ascensão da mente humana à Consciência Cósmica.

Dentre todos, desempenha o Egito missão especial, organizando escolas de iniciação mais profunda. A unidade de Deus é o alicerce de toda a religião egípcia, em sua feição superior. Para ela, os atributos divinos são a vontade sábia e poderosa, a liberdade, a grandeza, a magnanimidade incansável, o amor infinito e a imortalidade.

Em síntese, acredita que Deus plasmou os seus próprios membros, que são os deuses conhecidos. Cada um desses deuses secundários pode ser tomado como sendo análogo ao Deus Único.

Os dez mandamentos, recebidos mediunicamente por Moisés, brilham ainda hoje por alicerce de luz na edificação do direito, dentro da ordem social. A palavra da Esfera Superior gravava a lei de causa e efeito para o homem, advertindo-o solenemente:

- Consagra amor supremo ao Pai da Bondade Eterna, n'Ele reconhecendo a tua divina origem.

- Precata-te contra os enganos do antropomorfismo, porque padronizar os atributos divinos absolutos pelos acanhados atributos humanos é cair em perigosas armadilhas da vaidade e do orgulho.

- Abstém-te de envolver o Julgamento Divino na estreiteza de teus julgamentos.

- Recorda o impositivo da meditação em teu favor e em benefício daqueles que te atendem na esfera de trabalho, para que possas assimilar com segurança os valores da experiência.

- Lembra-te de que a dívida para com teus pais terrestres é sempre insolvável, por sua natureza sublime.

- Responsabilizar-te-ás pelas vidas que deliberadamente extinguires (inclusive a sua).

- Foge de obscurecer ou conturbar o sentimento alheio, porque o cálculo delituoso emite ondas de força desorientada que voltarão sobre ti mesmo.

- Evita a apropriação indébita para que não agraves as próprias dívidas.

- Desterra de teus lábios toda palavra dolosa a fim de que se não transforme, um dia, em tropeço para os teus pés.

- Acautela-te contra a inveja e o despeito, a inconformação e o ciúme, aprendendo a conquistar alegria e traquilidade, ao preço do esforço próprio, porque os teus pensamentos te precedem os passos, plasmando-te hoje, o caminho de amanhã.

Jesus ensina que a felicidade não pode nascer das posses efêmeras que se transferem de mão em mão, e sim da caridade e do entendimento, da modéstia e do trabalho, da tolerância e do perdão, e que o homem deve nascer de novo para progredir na direção da Sabedoria Divina. Proclama que a morte não existe e que a Criação é beleza e segurança, alegria e vitória  em plena imortalidade.

Moisés instalara o princípio da justiça, coordenando a vida e influenciando-a de fora para dentro.

Jesus inaugurou na Terra o princípio do amor, a exteriorizar-se do coração, de dentro para fora, traçando-lhe a rota para Deus.


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sexta-feira, fevereiro 08, 2008

 

O Manjar dos Deuses - 3


A Igreja Católica deve saber sobre essas coisas, pois ela ainda dá o pão e vinho em suas cerimônias da Santa Comunhão. Uma coisa certa hoje em dia, é que não existe mais ouro em seus pães. Nós sabemos que a última pessoa que se alimentou com esse pão com ouro em uma cerimônia foi o segundo faraó do antigo Egito. Então cessou essa prática. Quando Moisés conduziu os judeus para fora do Egito, a Bíblia tenta nos convencer que ele subiu no Monte Sinai e viu um arbusto em chamas e que Deus deu a ele os Dez Mandamentos. Se isso tivesse acontecido, ele teria feito seu povo marchar cerca de 50 milhas fora do caminho para Canaã, o que não teria agradado ninguém. É muito mais provável que ele subiu no Monte Horeb, que está na rota e a estória se ajusta muito bem ao que aconteceu a ele naquele lugar.


Os Dez Mandamentos não eram um problema para Moisés. Como ele cresceu junto a um faraó, ele certamente conhecia a cerimônia inaugural dos faraós, na qual eles tinham que repetir após o alto sacerdote: 'Eu não matei. Eu não cometi adultério...", e assim por diante. Tudo que Moisés fez foi mudar as primeiras palavras para 'Não matarás. Não cometerás adultério...'. Como os israelitas comuns não tinham ciência das palavras da cerimônia inaugural dos faraós, não desconfiaram de nada.

A parte interessante dessa estória é o arbusto em chamas. Quando se submete o ouro a um arco elétrico por 70 segundos à temperatura do Sol, verifica-se que um lápis em pé ao lado do flash, fica chamuscado mas não cai. O que Moisés observou no topo do Monte Horeb? Será que não foi uma queima de ouro, quando ele viu uma luz que o cegava e falou com Deus através de um arbusto em chamas, que na realidade não queimava? Quando Moisés retornou do Monte para seu povo, ele viu eles adorando um bezerro de ouro e, de acordo com a Bíblia, ficou furioso, queimou o bezerro de ouro até este virar pó e fez eles comerem esse pó. Ele então quebra as tábuas de pedra, joga-as na Arca da Aliança, e vão embora. A Bíblia tenta nos convencer que Moisés estava punindo os israelitas fazendo-os comer o bezerro de ouro. Pode ser que ele estivesse, na realidade, transformando todos eles em líderes. Na realidade funde-se ouro e, não, queima-se ouro. Mas parece que Moisés queimou ouro. A única forma de queimar ouro até ele virar pó é mantê-lo por 70 segundos na temperatura da superfície do Sol, e apenas quando o ouro está em forma fina. Caso contrário precisa-se manter aquela alta temperatura por 300 segundos para obter o mesmo efeito.

É interessante notar que a Bíblia coloca toda a ênfase nos Dez Mandamentos que, como sabemos, Moisés já conhecia anteriormente. Será que a Bíblia está tirando nossa atenção para longe da importância da Arca da Aliança e do que ela tinha em seu interior? Lembre-se que se precisava de pelo menos quatro pessoas para levantar e oito para carregar a Arca da Aliança. Eles eram orientados para não tocar os lados da Arca, apenas nos locais apropriados para as mãos.

Será que a Bíblia convenientemente grafou errado a palavra 'Arca'? Será que não seria o Arco da Aliança? Como num arco elétrico? Seria este o arco que fundia o ouro, com o qual eles fizeram o pão para obter uma maior inteligência? É dessa forma que tem sido escondido de nós por milhares de anos? Para obter o tipo de temperatura necessária para quase vaporizar o ouro, precisa-se de um bom capacitor, e isso parece ser o que era a(o) Arca(o) da Aliança. Na língua inglêsa, a palavra 'arca' é registrada como 'ark' e a palavra 'arco' é registrada como 'arc'.

[continua]

Fonte: http://www.davidicke.com/content/view/47/51/

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