sexta-feira, fevereiro 08, 2008
O Manjar dos Deuses - 3
A Igreja Católica deve saber sobre essas coisas, pois ela ainda dá o pão e vinho em suas cerimônias da Santa Comunhão. Uma coisa certa hoje em dia, é que não existe mais ouro em seus pães. Nós sabemos que a última pessoa que se alimentou com esse pão com ouro em uma cerimônia foi o segundo faraó do antigo Egito. Então cessou essa prática. Quando Moisés conduziu os judeus para fora do Egito, a Bíblia tenta nos convencer que ele subiu no Monte Sinai e viu um arbusto em chamas e que Deus deu a ele os Dez Mandamentos. Se isso tivesse acontecido, ele teria feito seu povo marchar cerca de 50 milhas fora do caminho para Canaã, o que não teria agradado ninguém. É muito mais provável que ele subiu no Monte Horeb, que está na rota e a estória se ajusta muito bem ao que aconteceu a ele naquele lugar.
Os Dez Mandamentos não eram um problema para Moisés. Como ele cresceu junto a um faraó, ele certamente conhecia a cerimônia inaugural dos faraós, na qual eles tinham que repetir após o alto sacerdote: 'Eu não matei. Eu não cometi adultério...", e assim por diante. Tudo que Moisés fez foi mudar as primeiras palavras para 'Não matarás. Não cometerás adultério...'. Como os israelitas comuns não tinham ciência das palavras da cerimônia inaugural dos faraós, não desconfiaram de nada.
A parte interessante dessa estória é o arbusto em chamas. Quando se submete o ouro a um arco elétrico por 70 segundos à temperatura do Sol, verifica-se que um lápis em pé ao lado do flash, fica chamuscado mas não cai. O que Moisés observou no topo do Monte Horeb? Será que não foi uma queima de ouro, quando ele viu uma luz que o cegava e falou com Deus através de um arbusto em chamas, que na realidade não queimava? Quando Moisés retornou do Monte para seu povo, ele viu eles adorando um bezerro de ouro e, de acordo com a Bíblia, ficou furioso, queimou o bezerro de ouro até este virar pó e fez eles comerem esse pó. Ele então quebra as tábuas de pedra, joga-as na Arca da Aliança, e vão embora. A Bíblia tenta nos convencer que Moisés estava punindo os israelitas fazendo-os comer o bezerro de ouro. Pode ser que ele estivesse, na realidade, transformando todos eles em líderes. Na realidade funde-se ouro e, não, queima-se ouro. Mas parece que Moisés queimou ouro. A única forma de queimar ouro até ele virar pó é mantê-lo por 70 segundos na temperatura da superfície do Sol, e apenas quando o ouro está em forma fina. Caso contrário precisa-se manter aquela alta temperatura por 300 segundos para obter o mesmo efeito.
É interessante notar que a Bíblia coloca toda a ênfase nos Dez Mandamentos que, como sabemos, Moisés já conhecia anteriormente. Será que a Bíblia está tirando nossa atenção para longe da importância da Arca da Aliança e do que ela tinha em seu interior? Lembre-se que se precisava de pelo menos quatro pessoas para levantar e oito para carregar a Arca da Aliança. Eles eram orientados para não tocar os lados da Arca, apenas nos locais apropriados para as mãos.
Será que a Bíblia convenientemente grafou errado a palavra 'Arca'? Será que não seria o Arco da Aliança? Como num arco elétrico? Seria este o arco que fundia o ouro, com o qual eles fizeram o pão para obter uma maior inteligência? É dessa forma que tem sido escondido de nós por milhares de anos? Para obter o tipo de temperatura necessária para quase vaporizar o ouro, precisa-se de um bom capacitor, e isso parece ser o que era a(o) Arca(o) da Aliança. Na língua inglêsa, a palavra 'arca' é registrada como 'ark' e a palavra 'arco' é registrada como 'arc'.
[continua]
Fonte: http://www.davidicke.com/content/view/47/51/Marcadores: Arca da Aliança, Moisés, ouro, pão, vinho
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
O Manjar dos Deuses - 2
Então, o que uma raça de pessoas, há 8.000 anos atrás, fazia com um pó branco obtido a partir do ouro e, provavelmente, com propriedades supercondutoras? Se um cadinho pesado de pedra perde seu peso quando tem esse pó no seu interior, você pode colocar este pó em grandes pedras, por exemplo, e movê-las com facilidade para construir as pirâmides. O próprio nome "Pirâmide" [pira-mide] significa 'gerada pelo fogo', já que a palavra latina 'pira' significa 'fogo' (e é com fogo que se obtém esse pó branco). Para esclarecer essa questão, é importante saber qual foi a civilização responsável por isso.
Supõe-se que os sumérios foram a primeira civilização neste local da Terra. No entanto, desde as escavações no Monte Horeb por Petrie, isso parece não ser verdade. As escritas encontradas neste local, após decifradas, dizem que essa civilização chamava a si própria de Anunnaki. Eles eram, naquela época, mais civilizados do que nós agora (vieram de Nibiru - Planeta X, sendo portanto uma raça extraterrestre). Eles fizeram a raça humana dos CroMagnon a partir da raça humana dos Neanderthal, depois as destruíram com um grande dilúvio e, com os poucos que sobraram, fabricaram a raça humana dos Homo Sapiens atual.
Na Bíblia é dito que Deus (um Anunnaki) disse "façamos o homem à nossa imagem e semelhança" e esse homem foi chamado de Adão. Em escritos mais antigos o nome mais correto era Adama, que significa 'terrícula' (habitante da Terra). Provavelmente, Adão e Eva foram criados pelos anunnaki para tornarem-se os Governantes Terrestres, que iniciaram a linhagem real das monarquias (Holy Grail). Portanto, não é de se espantar que nunca encontramos o famoso 'Elo Perdido'...
Neste ponto, é interessante observar porque o ser humano protege seus olhos com sua mão para olhar durante um dia ensolarado. Nenhum outro animal tem que alterar a forma de olhar nesta condição e, portanto, por que nós temos que fazer isso? Você não vê um cavalo nem uma vaca alterando o olhar no sol, vê? Um pássaro que voa bem alto no céu, onde o Sol brilha mais forte, não usa suas pálpebras até a hora de ir dormir. Um urso polar não sofre de cegueira da neve, devido à reflexão do Sol pela neve. Quando, à noite, uma veado, coelho ou cachorro é pego pelos faróis de um carro, eles não piscam ou movimentam as pálpebras. Por que?
Porque todos eles estão perfeitamente adaptados a viver na Terra. O homem Cro-Magnon tinha uma grande testa, que protegia seus olhos; ele também não teria que modificar o olhar quando no Sol. A evolução não vai para trás, não é mesmo? Se fôssemos totalmente da Terra, nós ainda teríamos uma grande testa protuberante para proteger nossos olhos (como ocorre com os gorilas e os demais primatas). Ou, então, nossos olhos já teriam se adaptado à claridade intensa. Portanto, nossa biologia está adaptada a um planeta que está mais afastado do Sol, do que a Terra. Somos descendentes dos anunnaki, cujo planeta Nibiru está mais longe do Sol do que a Terra. No Velho Testamento lemos estórias de pessoas que viveram entre 800 e 1.000 anos de idade.
De acordo com os anunnaki, para governar os súditos, seus líderes precisavam da longevidade. Note que quando você fica mais idoso geralmente você fica mais sábio. Oitocentos anos dá para ficar bastante sábio (como vimos, os anunnaki podem viver muitos milhares de anos num mesmo corpo físico). Para garantir a longevidade, os anunnaki alimentavam seus líderes com pão e vinho especiais. Sabemos hoje que o vinho vermelho é bom para a saúde: um copo por dia pode desentupir suas veias e as manter limpas. O pão que os anunnaki davam a seus líderes era feito de um pó branco obtido pela queima do ouro. Comer o pão feito do ouro em pó, segundo os anunnaki, tornava seus líderes mais inteligentes e os faziam viver muito mais tempo.
[continua]
Fonte: http://www.davidicke.com/content/view/47/51/
Marcadores: Anunnaki, longevidade, ouro, pão, vinho
sábado, fevereiro 02, 2008
O Manjar dos Deuses
Quando eu era garoto, assisti um filme chamado "Marcelino, Pão e Vinho". O climax do filme era quando o menino Marcelino, ao ofertar pão e vinho para uma estátua de Jesus crucificado, este tomou vida e aceitou as oferendas do menino.
Jesus, pouco antes de ser preso e crucificado, reuniu seus apóstolos numa ceia (a Santa Ceia) e distribuiu entre os presentes pão (representando seu corpo) e vinho (representando seu sangue, de cor vermelha), para estabelecimento da santa aliança entre eles. A aliança que se coloca no dedo das pessoas casadas geralmente é feita de ouro.
Nas missas católica é usual haver distribuição de pão (chamado de hóstia, com a cor branca) aos presentes e o responsável pela missa costuma tomar uns goles de vinho (de cor vermelha).
Antigamente era muito comum manter-se moças virgens (vestais) dedicadas aos deuses, recolhidas em locais sagrados. Por que isso? Não era para satisfazer sexualmente aos deuses, pois se isso ocorresse elas deixariam de ser virgens e seriam expulsas desses locais sagrados. O que elas, então, forneciam aos deuses?
Todos esses temas, aparentemente sem muita conexão entre si, estão relacionados à alimentação dos deuses Anunnaki, aqueles que geraram, por manipulação genética, a raça homo sapiens, a partir dos antigos seres humanos (Neanderthal e Cro-Magnon). Os Anunnaki (seres de carne-e-osso como nós) viviam muito tempo. Por exemplo, o deus anunnaki Enki veio inicialmente para a Terra por volta de 350.000 anos atrás e ainda continuava em corpo físico, participando de acontecimentos neste planeta, alguns milhares de anos antes de Jesus. Portanto, sua idade era de mais de 300.000 anos. Exatamente porisso os deuses anunnaki eram considerados imortais (característica principal do Deus Criador Universal). Mas, afinal, o que esses seres de carne-e-osso comiam, aqui na Terra, para viverem encarnados tantos anos? Tudo leva a crer que eles comiam tipos muito especiais de... pão e vinho!
Vamos começar pelo vinho dos deuses. O padre bebe o vinho (representativo do sangue de Jesus) de dentro de um cálice sagrado. O cálice sagrado é um símbolo representativo do útero feminino. Portanto, o vinho dos deuses era inicialmente o sangue menstrual (essência lunar sagrada anunnaki) de uma deusa Anunnaki chamada Nin-khursag, irmã de Enki, conhecida como "Senhora da Vida". Esta essência lunar (fluxo menstrual, associado à Lua) de Ninkhursag era considerada a mais potente de todas as forças de vida conhecidas e era venerada como o "Fogo das Estrelas".
Estritamente falando, o Fogo das Estrelas original era a essência lunar da Deusa, mas, no meio mundano de todos os dias, a menstruação contém as secreções endócrinas mais valiosas, especialmente aquelas das glândulas pineal e pituitária [1]. A glândula pineal do cérebro, em particular, foi associada diretamente com a Árvore da Vida, por essa glândula secretar uma essência ativadora da longevidade, chamada de soma ou, como os gregos a chamavam, ambrósia. Começa a ficar mais claro, agora, o papel das moças virgens nos templos...
No antigo Egito, a deusa Ninkhursag dos sumérios era chamada de "Isis", e ela foi a Mãe da linha Messiânica, pois dela foi o gene matriarcal que constituiu o 'Começo', o 'Gene-Isis', ou, como os gregos chamavam, o Gênesis. Conta-se, também, que a cidade de Paris (Par-Isis) foi fundada por Isis e seus seguidores.
É comum pessoas de posse ingerirem suplementos hormonais (como HGH - Human Growth Hormone, etc.) para melhorarem sua saúde e aumentarem sua longevidade. Essas substâncias farmacêuticas são produzidas usando elementos mortos, ao passo que o "vinho dos deuses" era um suplemento hormonal obtido do fluxo menstrual de uma deusa viva! Daí a sua maior potencialidade.
O que possui o fluxo menstrual de uma mulher? Possui todos os elementos necessários para dar vida e saúde para um ser humano (feto) que seria concebido em seu útero (mas não foi).
Vejamos, agora, como era o pão dos deuses ( e dos Faraós). Esse pão era realmente um pão, porém feito com um pó branco obtido a partir do... OURO (e, não, do trigo)! Esse era o "ouro dos deuses". Inicialmente, vamos traçar um paralelo entre ouro e mel. As abelhas trabalham bastante para fabricar mel (cor dourada) e armazená-lo em seus favos. Periodicamente, aparece o apicultor para levar embora esse mel e comê-lo. Os seres humanos trabalham bastante para obter ouro em barras e armazená-lo em seus "favos" [locais seguros, como Fort Knox nos Estados Unidos, para servir de suporte ao dinheiro que circula em cada país; essas barras ficam armazenadas, sem uso, criando poeira e teia de aranha nesses locais], para, periodicamente (período de 3.600 a 4.000 anos, talvez), os deuses virem pegar elas para se alimentarem (exatamente como o apicultor, no caso das abelhas)... É uma possibilidade...
Os seres humanos foram sempre condicionados a aceitar que o ouro é um metal precioso, sem questionamento. Por que? Ele não é precioso. Ele está em todo lugar. Até na água do mar. Os governos usam o ouro para dar suporte (chamado de "reserva") à sua moeda. Por que? Talvez para reservar esse ouro para os deuses...
No começo do século XX um arqueologista chamado William Flinders Petrie subiu no Monte Horeb, no Iraque, e descobriu o que primeiramente pensaram ser um templo [2]. Atualmente acredita-se que esse local era uma grande fundição de um metal particular, chamado ouro. Também foi encontrado nesse local uma grande quantidade de um estranho pó branco.
Este sítio arqueológico foi avaliado ter pelo menos 6.000 a 8.000 anos de idade. O ouro funde-se a 1.063 graus Celsius. No entanto, parece que no Monte Horeb eles usavam calor próximo da temperatura da superfície do Sol, algo próximo de 6.000 graus Celsius. Obter esta temperatura há 8.000 anos atrás era um feito notável, não muito comentado na atualidade. Porém, eles não estavam contentes em fundir o ouro, eles foram um passo adiante e quase o vaporizaram. Explico: hoje, quando se quer analisar um metal para descobrir do que ele consiste, ele é queimado a uma temperatura próxima daquela do Sol por um período de 15 a 20 segundos. Com esses 20 segundos, obtém-se uma carta que diz ao cientista exatamente de quais elementos é constituído o metal analisado. Pelo menos é isso o que os cientistas pensam.
No entanto, recentemente surgiu um trabalho de um cientista russo que fez a seguinte pergunta: "Por que queimar por apenas 15 a 20 segundos?". Ele então montou um aparato para queimar as amostras por períodos muito mais longos. Nada aconteceu, no laboratório, após 20 segundos, 30 segundos, 40 segundos, 50, 60 e 69 segundos. Porém, após transcorrer 70 segundos, o aparato registrou o aparecimento de elementos químicos do grupo do paládio - platina e outros metais preciosos - todos obtidos a partir de um pedaço ordinário de ferro.
Apesar de isto ser incrível, o mais extraordinário é o que acontece com o metal, especialmente com o ouro, quando ele é fundido desta forma. No intante de 70 segundos da queima, ocorre rapidamente uma luz muito clara, como a de milhares de lâmpadas de flash acesas simultaneamente, e tudo que sobra no cadinho de fundição é um pó branco. O ouro some. Se, então, você retira esse pó branco do cadinho, aumenta o peso do cadinho! Portanto, as pirâmides do Egito podem ter sido construídas usando este pó para obter a levitação dos blocos de pedra.
[continua]
Fontes:
[1] http://www.bibliotecapleyades.net/biblianazar/esp_biblianazar_13a.htm#Part%201
[2] http://www.davidicke.com/content/view/47/51/
Marcadores: Deus, ouro, pão, sangue, vinho
quarta-feira, junho 13, 2007
Oxigênio e Saúde - 14
A maioria das bebidas industrializadas (que não seja água pura) contêm algum tipo de conservante, que não são substâncias saudáveis para o nosso organismo. O propósito de tais conservantes, obviamente, é não deixar (ou retardar) a bebida apodrecer e dar mais lucro ao comerciante da bebida (e não para dar mais saúde para você, obviamente). O caso dos vinhos não é exceção, conforme pode ser visto na reportagem abaixo. Com o uso do ozônio [ formado pela junção de três átomos de oxigênio: O3 = O2 + O, com O2 estável e O ativo], o oxigênio ativo elimina os micro-organismos que provocam a deterioração do vinho. Fui também informado que, na Europa, é muito comum as piscinas serem esterilizadas com ozônio e, não, com o venenoso cloro das piscinas brasileiras. RFS.
Ozônio pode substituir o dióxido de enxofre na conservação de vinhos
Estudo feito por cientistas da Universidade Técnica de Cartagena, Espanha, constatou que o dióxido de enxofre usado pela maioria dos produtores de vinho em grande escala para preservar as uvas, sendo o maior responsável por reações alérgicas como dores de cabeça e asma (efeito ressaca), poderia ser substituído por ozônio. O ozônio teria 90% de eficácia na conservação da bebida, mas sem efeitos colaterais. A pesquisa, publicada na revista especializada Chemistry and Industry em fevereiro último, comprovou que as uvas conservadas pela ação do ozônio têm até
quatro vezes mais antioxidantes, responsáveis por proteger o nosso organismo dos radicais livres.
“A técnica poderia ser aplicada também para substituir os sulfitos, substâncias adicionadas aos vinhos prontos para prolongar sua longevidade”, comentou Andrew Waterhouse, especialista em produção de vinhos da Universidade da Califórnia, Estados Unidos.
Há especualações de que os sulfitos também possam provocar reações alérgicas até mesmo quando consumidos em pequena quantidade, provocando sensação de ressaca e dor de cabeça no dia seguinte depois da ingestão de uma simples taça. Outros especialistas dizem que as histaminas e os taninos também podem causar efeitos desagradáveis em pessoas mais sensíveis, mas esses estão naturalmente presentes nos vinhos e não podem ser substituídos. (Fonte: Folha de S. Paulo, http://www.abinam.com.br/site/).
Marcadores: bebidas, oxigênio, ozônio, vinho
sábado, julho 15, 2006
O Hormônio da Uva
O hormônio do vinho
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Fonte: Revista Pesquisa FAPESP, Edição 125 - Julho 2006, pg. 32.
Crédito: Miguel Boyayan 