Sunday, February 14, 2016
Os Programas Espaciais Secretos e Acordos com Extraterrestres
O uso de foguetes, com propulsão química, para as viagens espaciais é uma tecnologia totalmente ultrapassada e que é usada pela NASA e pela Rússia (e outros países) apenas para despistar as tecnologias anti-gravitacionais (de levitação) e tachiônicas (temporais) usadas atualmente em espaçonaves empregadas para viagens interplanetárias, interestelares e intergaláticas. Outras tecnologias avançadas, como energia gratuita [extraível em qualquer ponto do Universo, energia do ponto zero (ZPE), energia do vácuo, energia livre gratuita], teletransporte, invisibilidade e viagem no tempo, já foram pesquisadas desde o século 19, mas foram aplicadas na prática apenas após acordos tecnológicos com seres extraterrestres durante o século 20.
No século 20, o primeiro país a desenvolver tecnologias de "discos voadores" foi a Alemanha. Isso foi feito inicialmente por um cientista chamado Winfried Otto Schumann, que colocou em prática as informações canalizadas por Maria Orsic (fundadora da Sociedade Vril) vindas de seres extraterrestres do sistema estelar de Aldebaran (na Constelação de Touro) [1]. Em 1922, Schumann testou o primeiro protótipo, que falhou. Em 1923, o segundo protótipo já funcionou a contento. Com a chegada da Segunda Guerra Mundial, o regime nazista militarizou os discos Vril (foto abaixo, do tipo Vril-9), gerando a série de discos Haunebu, como mostrado abaixo. Ao final da Segunda Guerra Mundial, os nazistas já tinham construído uma base na Lua. Quando russos e americanos conseguiram conjuntamente aterrisar na Lua secretamente, no começo dos anos 1950, eles passaram a primeira noite lá como convidados da base subterrânea nazista [2]. Verifica-se, portanto, que o período da "Guerra Fria" entre USA e União Soviética não passou de uma cortina de fumaça para desviar recursos para seus programas espaciais secretos. Após a Segunda Guerra Mundial, muitos alemães foram admitidos no interior oco da Terra, onde fundaram a Nova Alemanha (capital Nova Berlim), onde continuaram a desenvolver seus discos voadores [3]. Como eles começaram primeiro, o Programa Espacial Secreto dos nazistas, chamado de "Frota Negra" ("Dark Fleet"), é o mais avançado atualmente e opera primariamente fora do sistema solar, como aliados da Aliança Draconiana.


No século 20, o primeiro país a desenvolver tecnologias de "discos voadores" foi a Alemanha. Isso foi feito inicialmente por um cientista chamado Winfried Otto Schumann, que colocou em prática as informações canalizadas por Maria Orsic (fundadora da Sociedade Vril) vindas de seres extraterrestres do sistema estelar de Aldebaran (na Constelação de Touro) [1]. Em 1922, Schumann testou o primeiro protótipo, que falhou. Em 1923, o segundo protótipo já funcionou a contento. Com a chegada da Segunda Guerra Mundial, o regime nazista militarizou os discos Vril (foto abaixo, do tipo Vril-9), gerando a série de discos Haunebu, como mostrado abaixo. Ao final da Segunda Guerra Mundial, os nazistas já tinham construído uma base na Lua. Quando russos e americanos conseguiram conjuntamente aterrisar na Lua secretamente, no começo dos anos 1950, eles passaram a primeira noite lá como convidados da base subterrânea nazista [2]. Verifica-se, portanto, que o período da "Guerra Fria" entre USA e União Soviética não passou de uma cortina de fumaça para desviar recursos para seus programas espaciais secretos. Após a Segunda Guerra Mundial, muitos alemães foram admitidos no interior oco da Terra, onde fundaram a Nova Alemanha (capital Nova Berlim), onde continuaram a desenvolver seus discos voadores [3]. Como eles começaram primeiro, o Programa Espacial Secreto dos nazistas, chamado de "Frota Negra" ("Dark Fleet"), é o mais avançado atualmente e opera primariamente fora do sistema solar, como aliados da Aliança Draconiana.



O programa de aviões de asas redondas (discos voadores) norte-americano teve início em 1935 através do engenheiro aeronáutico Jonatham E. Caldwell, piloto na Primeira Guerra Mundial e que nasceu em 1899, na cidade de St. Louis, Missouri-USA. Em 1935 ele apresenta publicamente seu "Rotoplane" que foi pilotado pelo coronel da aviação do exército Peter B. Watkins, que levou ao conhecimento do presidente Franklin D. Roosevelt, que tornou o desenvolvimento dessa aeronave secreto a partir daquela data e Caldwell desapareceu da vida pública em 1936, para continuar o desenvolvimento do disco voador (avião de asa redonda), que contou com a ajuda de seres extraterrestres de Venus [3]. No fim de 1944, já existiam 500 discos voadores com a melhoria venusiana na fábrica construída no Canadá. Em 5 de maio de 1945 (final da guerra na Europa), estes discos preenchiam o céu de Londres formando a palavra VICTORY. O primeiro-ministro britânico W. Churchill explicou que essas formações aéreas era uma das armas secretas que os aliados "escolheram não usar" (a história não é bem essa...) para vencer a guerra. Atualmente, os Estados Unidos, junto com outros países de língua inglêsa (Canadá, Grã-Bretanha, Austrália e Nova Zelândia) operam um programa espacial secreto chamado "Solar Warden" para policiar o espaço de nosso sistema solar [1],[2].
Além desses dois programas espaciais, três outros também foram desenvolvidos no século 20:
1. Interplanetary Corporate Conglomerate (ICC): Este conglomerado corporativo interplanetário tem explorado comercialmente o nosso sistema solar.
2. Black Ops (militar): é um conjunto de vários programas espaciais secretos militares, bancados por operações negras (não contabilizadas por seus respectivos governos).
3. Global Galactic League of Nations: que congrega quase todos os países da Terra, com a coordenação da Organização das Nações Unidas (ONU).
Convém observar que diversas antigas civilizações humanas aqui na Terra desenvolveram naves voadoras, muitas capazes de viagens interplanetárias:
1. Na Índia Antiga (época do Império Rama), foram desenvolvidas as naves espaciais chamadas de vimanas [4].
2. Na Atlântida, as naves vimanas eram chamadas de vailxi (no singular é vailx) [4].
3. A civilização maia também desenvolveu naves espaciais (Programa Espacial Maia Antigo), que estabeleceu colônias nas Plêiades, e tem na atualidade ajudado significativamente no mitigamento do tráfico galático de escravos, libertando seres humanos cativos e relocando-os em santuários em suas colônias [2].
Além das naves maias, as naves vailxi da antiga Atlântida estão em operação hoje em dia neste planeta, bem mais aperfeiçoadas. Aqui vale a pena contar a história da Atlântida (capital Caiphul [4]) e de seus habitantes antigos e atuais [3]. A Atlântida (ou Poseid [4]) era um continente que situava-se no Oceano Atlântico, entre a África e as Américas. A Atlântida original começou como uma colônia venusiana há 33.000 anos atrás nos vales férteis e planícies de um continente situado no meio do Atlântico. Ela foi destruída há 11.500 anos atrás por uma guerra atômica com um povo chamado de atenienses (gregos) que moravam em grandes cidades localizadas no vale Mediterrâneo (que acabou virando o Mar Mediterrâneo, após essa guerra). A principal causa dessa guerra foi razões de comércio e econômica: o prêmio seria o domínio do comércio entre os planetas inter-estelares da nossa galáxia (Via Láctea, Milky Way) além do nosso próprio sistema solar nos quais os atlantes e os atenienses já tinham se estabelecido. Aproximadamente 11.500 anos atrás, o rei ateniense ordenou um ataque surpresa às maiores cidades da Atlântida, devastando os exércitos atlantes com armas de raios. Os atlantes retaliaram jogando bombas atômicas sobre a capital ateniense, destruindo completamente a cidade. Os militares atenienses ordenaram um ataque atômico retaliatório na capital da Atlântida. Uma guerra atômica total entre estes dois inimigos ocorreu durante nove dias. Com isso, os atenienses (gregos) nunca mais recuperaram sua antiga glória e os atlantes foram eliminados da superfície externa do planeta.
No entanto, entre 15.000 e 11.500 anos atrás, os atlantes já estavam emigrando para a superfície interna do nosso planeta Terra, que é oco e possui um sol artificial interno no seu centro geométrico. Estes atlantes são chamados de atturianos (do país Atturia, capital Shamballa), na superfície interna, no continente conhecido como Agartha, onde eles vivem até hoje, com seus discos voadores. É um povo muito saudável, que vive até mais de mil anos de vida encarnada.
Vários outros povos, no interior oco da Terra, possuem naves espaciais avançadas, além dos atturianos. O povo mais avançado tecnologicamente são os habitantes da Bodlândia, os bods [3]. Eles policiam todo o interior da Terra com seus discos voadores, evitando a entrada de intrusos indesejados. Foram da superfície externa (Pérsia, arianos) para a interna há 30.000 anos atrás. A terra dos Antigos Vikings, habitada pelos descendentes dos vikings da superfície externa, também possui discos voadores modernos. Os alemães que fugiram da Segunda Guerra Mundial e se refugiaram no interior oco da Terra (após serem triados pelos bods), fundaram um país, chamado Nova Alemanha (capital Nova Berlin), e levaram sua tecnologia de discos voadores para lá.
Convém notar que entre os alemães que fugiram da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, estavam os nazistas fanáticos, que os bods não deixaram entrar no interior da Terra. Estes nazistas fugitivos também possuíam a tecnologia de discos voadores, e possuem uma base (com seus discos voadores) na América do Sul (quando não estão em viagem para outros planetas). Constitui, portanto, um dos programas Black Ops, citado acima.
[continua]
Referências:
[1] Herbert G. Dorsey III, "Secret Science and the Secret Space Program", Herbert G. Dorsey III Publishing, 2015. ISBN: 978-0-578-15238-7.
[2] Michael E. Salla, Ph.D., "Insiders Reveal Secret Space Programs & Extraterrestrial Alliances", The Exopolitics Institute Publication, Hawaii - USA, 2015. ISBN-13: 978-0-9822902-8-6. ISBN-10: 0-9822902-8-4.
[3] John B. Leith, "Genesis for the New Space Age", 1980. Este livro pode ser acessado através de http://perfecthealth-rui.blogspot.com.br/2013/05/germans-and-hollow-earth.html. Uma nova publicação deste livro, sob o título "Genesis for the Space Race: The Inner Earth and the Extra Terrestrials", Timestream Pictures & Books, 2014, ISBN: 978-0692449660.
[4] David Hatcher Childress, "Vimana: Aeronáutica da Índia Antiga e da Atlântida", Madras Editora Ltda., 2003. ISBN: 85.7374.618-1.
Labels: anti-gravidade, Atlântida, Haunebu, maias, programa espacial, Schumann, teletransporte, terra oca, vailx, Venus, viagem no tempo, Vimana, Vril
Tuesday, February 20, 2007
O Triângulo das Bermudas
Fonte: Michel Henry Dupont, Eu Escapei do Triângulo das Bermudas, Editora LS - Ler e Saber.
Michel Henry Dupont, autor do livro citado acima, é um argentino, médico e professor, de 1,80 metros de altura. Vou fazer um breve resumo das informações fornecidas nesse livro, adicionando alguns comentários próprios ao longo do texto.
No dia 20.01.1973, às 18:00 horas, Michel embarca em um avião em Jacksonville-Flórida para as ilhas Bermudas, em vôo direto. Às 18:45 hs, seu avião é seqüestrado por uma raça alienígena (nome: Almarãs ou Almarans, os Filhos do Sol) e levados (avião e passageiros) para um local a cerca de 3 km abaixo da superfície do oceano. Um Almarã tem ótima aparência, na forma humana, com pele e cabelos brancos; porém, são gigantes de 2,50 metros de altura. Todos aparentam ter entre 30 e 40 anos de idade, quando na realidade possuem entre 1.000 e 2.000 anos de idade. As mulheres são belas, com cabelos alvos e longos, até os ombros.
O ambiente dessa cidade submersa é iluminado permanentemente por uma espécie de luz "fosforescente" emitida das paredes. Na comunicação verbal, eles mexem os lábios mas não emitem som, mas, mesmo assim, suas palavras eram perfeitamente inteligíveis pelo cérebro humano.
Em uma palestra foi dito o seguinte: os seqüestrados não voltariam mais para a superfície (motivo será explicitado posteriormente), foi mostrado visualmente como se processou o seqüestro do avião e foi contada/mostrada a história deles: os Almarãs atuais são descendentes dos habitantes do planeta Vênus, de onde vieram com equipamentos voadores há cerca de 9.000 anos, por causa de uma guerra entre duas facções rivais, que gerou um enorme cataclisma e tornou Vênus inabitável (evento algo similar ao que já tinha ocorrido aqui na Terra, há 12.000 anos atrás, quando foram eliminadas as civilizações lemuriana e atlântida da nossa superfície [1]).
Aeronaves sobreviventes das duas facções beligerantes voaram para muitos outros planetas, alguns chegando à Terra (chegaram após 3.000 anos do desaparecimento da Atlântida, há 9.000 anos atrás) e instalaram-se em várias partes da superfície do globo (Machu Pichu, Tibet, Espanha, Ilhas Britânicas, Japão, etc). Nessa época viviam até cerca de 2.000 anos de idade.
Aparentemente, existe uma regra universal de que uma raça (humanóide) de um planeta não deve interferir com a evolução natural da raça original de outros planetas. Como veremos, os almarãs, os Filhos do Sol (assim como os Anunnakis, o Povo da Serpente [1]), não cumpriram posteriormente esta regra. No início, para cumprir esta regra, os almarãs desenvolveram-se isoladamente da raça humana, sem cruzamento genético, e construiram muitos túneis, durante cerca de 3.000 anos. Foi então que chegaram aqui (cerca de 6.000 anos atrás) as facções rivais venusianas, levando os almarãs a se refugiarem nos túneis que tinham construído. Os invasores pressionaram os terráqueos para eles dizerem onde seus oponentes amarãs estavam, sem sucesso (pois os terráqueos gostavam dos almarãs, que os ajudavam sempre), até que apareceu um traidor. Na Bíblia este traidor é chamado de Lot, que foi salvo pelos "anjos" (esses invasores venusianos) da destruição atômica de Sodoma e Gomorra.
Em vista da crueldade acima, os almarãs resolveram enfrentar os invasores numa batalha nos céus da Índia, que durou 3 dias e 3 noites. Isto foi registrado posteriormente nos livros hindus dos Vedas com muitos detalhes (as naves espaciais - discos voadores - foram chamados de Vimanas). A facção vitoriosa, antes de deixar nosso planeta, deixou para os Hebreus um artefato eletromagnético de rádiocomunicação, para se comunicar com eles, chamado Arca da Grande Aliança (aliança com eles). Os almarãs sobreviventes desta batalha permaneceram no planeta mas, para maior segurança, decidiram construir três cidades sob a superfície: a menor encontra-se ativa no Triângulo das Bermudas, outra fica submersa no mar entre Japão, China e Coréia, e a terceira está sob a Antártica (de onde saem a maioria de seus discos voadores - UFOs, OVNIs).
Com relação a essas construções no interior da Terra, convém notar o seguinte: quando construímos uma casa, vamos morar no seu interior oco, para nos proteger das intempéries e invasões. Não vamos morar em cima do telhado, obviamente. A Terra é a nossa casa e nós moramos no telhado dela, portanto não protegidos das intempéries. Os almarãs, assim como os sobreviventes da Lemúria [1] e da Atlântida e outros, preferiram - por maior segurança - viver no interior de sua casa planetária chamada Terra...
Ao irem para baixo da superfície, os almarãs deixaram de ter contato com a energia da luz solar. Isto teve duas conseqüências principais: diminuiu seu período de vida (para menos de 2.000 anos) e eles perderam a capacidade, há mais de 200 anos, de se reproduzirem (ficaram estéreis). Seus últimos filhos, gerados por inseminação artificial, vieram retardados e foram enviados para o Tibet e são conhecidos hoje como Ietis, os abomináveis homens das neves. Eles reproduzem-se entre si e atualmente constituem um colônia de pouco mais de 1.000 indivíduos.
Em vista da esterilidade, a raça dos almarãs estava em extinção, o que levou seus cientistas a combater isso com a técnica de Transmigração de Almas/espíritos, dos almarãs morimbundos para os humanos seqüestrados que fossem morrer nesse processo. A literatura inglêsa registra essa transmigração de almas alienígenas para corpos humanos como "walk-in". Os walk-ins almarãs vivem cerca de 1.000 anos aqui na superfície, mas podem fazer novas transmigrações ao final desses milênios, perpetuando-se eternamente em outros corpos humanos.
Os seres humanos seqüestrados para transmigração são mantidos fisicamente jovens (aparentando de 30 a 40 anos) até chegarem a cerca de 80 anos, aproximadamente a idade que viveriam aqui na superfície externa da Terra. Nesta idade eles vão para a transmigração. A manutenção da juventude eterna (para nós e para eles) é feita usando a medicina natural deles, que apresentaremos abaixo.
A alma do alienígena almarã é transmigrada ao corpo de um ser humano seqüestrado, porém seu corpo físico não é destruído, mas passa a ser conservado em uma caixa hermeticamente fechada, para um possível re-avivamento posterior, se houver um maior avanço científico [isto lembra, de certa forma, a mumificação empregada no Egito Antigo]. Após a transmigração, demora cerca de 20 anos para um almarã aprender a falar como nós, usando a boca e não a telepatia, e para isso se mantêm entre os humanos seqüestrados.
Quanto à alimentação, ela é obtida cultivando, em vastas regiões do mar, diversos tipos de plantas aquáticas e algas. Grandes extensões do mar estão permanentemente cobertas por esses pomares de plantas. Essas regiões são normalmente evitadas, desde a Antiguidade, por atrapalhar a navegação marítima. Esses locais são conhecidos como "Mar de Sargaços".
[continua]
Referências:
[1] Vide neste blog Saúde Perfeita, "A História da Lemúria", com 9 postagens entre 08.12.06 e 16.12.06.
No dia 20.01.1973, às 18:00 horas, Michel embarca em um avião em Jacksonville-Flórida para as ilhas Bermudas, em vôo direto. Às 18:45 hs, seu avião é seqüestrado por uma raça alienígena (nome: Almarãs ou Almarans, os Filhos do Sol) e levados (avião e passageiros) para um local a cerca de 3 km abaixo da superfície do oceano. Um Almarã tem ótima aparência, na forma humana, com pele e cabelos brancos; porém, são gigantes de 2,50 metros de altura. Todos aparentam ter entre 30 e 40 anos de idade, quando na realidade possuem entre 1.000 e 2.000 anos de idade. As mulheres são belas, com cabelos alvos e longos, até os ombros.
O ambiente dessa cidade submersa é iluminado permanentemente por uma espécie de luz "fosforescente" emitida das paredes. Na comunicação verbal, eles mexem os lábios mas não emitem som, mas, mesmo assim, suas palavras eram perfeitamente inteligíveis pelo cérebro humano.
Em uma palestra foi dito o seguinte: os seqüestrados não voltariam mais para a superfície (motivo será explicitado posteriormente), foi mostrado visualmente como se processou o seqüestro do avião e foi contada/mostrada a história deles: os Almarãs atuais são descendentes dos habitantes do planeta Vênus, de onde vieram com equipamentos voadores há cerca de 9.000 anos, por causa de uma guerra entre duas facções rivais, que gerou um enorme cataclisma e tornou Vênus inabitável (evento algo similar ao que já tinha ocorrido aqui na Terra, há 12.000 anos atrás, quando foram eliminadas as civilizações lemuriana e atlântida da nossa superfície [1]).
Aeronaves sobreviventes das duas facções beligerantes voaram para muitos outros planetas, alguns chegando à Terra (chegaram após 3.000 anos do desaparecimento da Atlântida, há 9.000 anos atrás) e instalaram-se em várias partes da superfície do globo (Machu Pichu, Tibet, Espanha, Ilhas Britânicas, Japão, etc). Nessa época viviam até cerca de 2.000 anos de idade.
Aparentemente, existe uma regra universal de que uma raça (humanóide) de um planeta não deve interferir com a evolução natural da raça original de outros planetas. Como veremos, os almarãs, os Filhos do Sol (assim como os Anunnakis, o Povo da Serpente [1]), não cumpriram posteriormente esta regra. No início, para cumprir esta regra, os almarãs desenvolveram-se isoladamente da raça humana, sem cruzamento genético, e construiram muitos túneis, durante cerca de 3.000 anos. Foi então que chegaram aqui (cerca de 6.000 anos atrás) as facções rivais venusianas, levando os almarãs a se refugiarem nos túneis que tinham construído. Os invasores pressionaram os terráqueos para eles dizerem onde seus oponentes amarãs estavam, sem sucesso (pois os terráqueos gostavam dos almarãs, que os ajudavam sempre), até que apareceu um traidor. Na Bíblia este traidor é chamado de Lot, que foi salvo pelos "anjos" (esses invasores venusianos) da destruição atômica de Sodoma e Gomorra.
Em vista da crueldade acima, os almarãs resolveram enfrentar os invasores numa batalha nos céus da Índia, que durou 3 dias e 3 noites. Isto foi registrado posteriormente nos livros hindus dos Vedas com muitos detalhes (as naves espaciais - discos voadores - foram chamados de Vimanas). A facção vitoriosa, antes de deixar nosso planeta, deixou para os Hebreus um artefato eletromagnético de rádiocomunicação, para se comunicar com eles, chamado Arca da Grande Aliança (aliança com eles). Os almarãs sobreviventes desta batalha permaneceram no planeta mas, para maior segurança, decidiram construir três cidades sob a superfície: a menor encontra-se ativa no Triângulo das Bermudas, outra fica submersa no mar entre Japão, China e Coréia, e a terceira está sob a Antártica (de onde saem a maioria de seus discos voadores - UFOs, OVNIs).
Com relação a essas construções no interior da Terra, convém notar o seguinte: quando construímos uma casa, vamos morar no seu interior oco, para nos proteger das intempéries e invasões. Não vamos morar em cima do telhado, obviamente. A Terra é a nossa casa e nós moramos no telhado dela, portanto não protegidos das intempéries. Os almarãs, assim como os sobreviventes da Lemúria [1] e da Atlântida e outros, preferiram - por maior segurança - viver no interior de sua casa planetária chamada Terra...
Ao irem para baixo da superfície, os almarãs deixaram de ter contato com a energia da luz solar. Isto teve duas conseqüências principais: diminuiu seu período de vida (para menos de 2.000 anos) e eles perderam a capacidade, há mais de 200 anos, de se reproduzirem (ficaram estéreis). Seus últimos filhos, gerados por inseminação artificial, vieram retardados e foram enviados para o Tibet e são conhecidos hoje como Ietis, os abomináveis homens das neves. Eles reproduzem-se entre si e atualmente constituem um colônia de pouco mais de 1.000 indivíduos.
Em vista da esterilidade, a raça dos almarãs estava em extinção, o que levou seus cientistas a combater isso com a técnica de Transmigração de Almas/espíritos, dos almarãs morimbundos para os humanos seqüestrados que fossem morrer nesse processo. A literatura inglêsa registra essa transmigração de almas alienígenas para corpos humanos como "walk-in". Os walk-ins almarãs vivem cerca de 1.000 anos aqui na superfície, mas podem fazer novas transmigrações ao final desses milênios, perpetuando-se eternamente em outros corpos humanos.
Os seres humanos seqüestrados para transmigração são mantidos fisicamente jovens (aparentando de 30 a 40 anos) até chegarem a cerca de 80 anos, aproximadamente a idade que viveriam aqui na superfície externa da Terra. Nesta idade eles vão para a transmigração. A manutenção da juventude eterna (para nós e para eles) é feita usando a medicina natural deles, que apresentaremos abaixo.
A alma do alienígena almarã é transmigrada ao corpo de um ser humano seqüestrado, porém seu corpo físico não é destruído, mas passa a ser conservado em uma caixa hermeticamente fechada, para um possível re-avivamento posterior, se houver um maior avanço científico [isto lembra, de certa forma, a mumificação empregada no Egito Antigo]. Após a transmigração, demora cerca de 20 anos para um almarã aprender a falar como nós, usando a boca e não a telepatia, e para isso se mantêm entre os humanos seqüestrados.
Quanto à alimentação, ela é obtida cultivando, em vastas regiões do mar, diversos tipos de plantas aquáticas e algas. Grandes extensões do mar estão permanentemente cobertas por esses pomares de plantas. Essas regiões são normalmente evitadas, desde a Antiguidade, por atrapalhar a navegação marítima. Esses locais são conhecidos como "Mar de Sargaços".
[continua]
Referências:
[1] Vide neste blog Saúde Perfeita, "A História da Lemúria", com 9 postagens entre 08.12.06 e 16.12.06.
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