Tuesday, March 06, 2007

 

O Triângulo das Bermudas - 2

Fonte: Michel Henry Dupont, Eu Escapei do Triângulo das Bermudas, Editora LS - Ler e Saber.

Mais algumas atividades dos Almarãs do Triângulo das Bermudas: trabalham 4 horas por dia e depois vão estudar; existe uma apresentação musical, muito relaxante, uma vez por semana; tipicamente, têm relações sexuais uma vez por mês; praticam uma medicina natural, aplicável a nós, relatada mais abaixo.

A fuga do médico Michel, autor do livro citado, ocorreu devido ao seu namoro com Diana, uma Almarã encarnada em corpo humano. Quando da saída de um grupo de Almarãs para a superfície, via disco voador, no qual estava sua namorada Diana, ele tomou o lugar de um Almarã encarnado em corpo humano e foi deixado em um local na Argentina.

Quanto à manutenção da saúde, eles dizem que as doenças envolvem 3 partes: mente, espírito e corpo; entre essas 3 deve haver harmonia. Havendo distorção em uma delas, as outras duas são afetadas, levando a uma desarmonia que afeta um setor de nossas células materiais, que se rebelam contra nossa mente diretriz, causando problemas nos órgãos. Deve-se harmonizar as células rebeldes, instalando a paz e o amor entre todas elas.

Quais as técnicas usadas para o tratemento médico? Basicamente, existem quatro partes:

1. Uma forma de tratamento em grupo, que consiste em: deita-se em uma maca (rosto para cima), sem sapatos, sem apertos no corpo, em silêncio; de diversos pontos da sala saem uma leve luz cor de rosa; mantém-se os olhos fechados; após vários minutos, a luz muda para azul celeste, depois verde claro, depois azul escuro e finalmente marrom escuro (total= cerca de uma hora). Durante isso, uma voz muito suave e doce transmite (via fone de ouvidos) ordens de relaxamento, que levam quase a um desprendimento astral; em seguida, a voz é substituída por um som de respiração compassada, depois por música clássica, depois voz comanda focarmos no nosso problema e visualizá-lo resolvido, vermo-nos alegre, feliz e sem qualquer problema. Ordena-se que esta sensação prazerosa se mantenha para sempre após esta sessão. A cada troca de luz, troca-se a música, mas sempre suave.

2. Após a Fase 1 acima, alaga-se a sala com água morna. A água sobe lentamente até cobrir inteiramente o corpo, com a cabeça fora apoiada numa almofada. Fica-se relaxando por cerca de meia hora; em seguida, a água é retirada suavemente; em seguida há um repouso de 10 minutos e, em seguida, uma voz comanda acelerar a respiração e diz para o indivíduo sentir-se alegre e otimista, com o restabelecimento de sua musculatura no corpo inteiro. Depois de várias respirações profundas, levanta-se.

3. Um outro tratamento consiste em um tipo de bioenergética baropráxica: a energia da mente do operador é aplicada via dedos das mãos; lembra o Reiki e prática iogue de respiração.

4. O único remédio que usam, via oral, é a água. Essa água é tratada elétrica e magneticamente.

Quanto ao item 2 acima, gostaria de lembrar três passagens já comentas anteriormente:

(a) O abraço do "Anjo da Água", recomendado por Jesus: postagem neste blog de 17.abr.2005 [Título: Água Cura Tudo-9].
(b) O "tanque de flutuação" de David Icke: postagem de 30.dez.2005 [Título: Sob Gravidade Zero].
(c) O caso de Igor Tscharkovsky, relatado por Leonard Orr: mesma postagem de (b), de 30.12.05.

Quanto ao item 4 acima, recomendo a leitura da série "Água Cura Tudo", iniciada em 24.03.05.

O livro tomado como referência das informações aqui resumidas, possui muito mais informações interessantes e, portanto, eu recomendo sua leitura.

Abraço, Rui.

Para saber mais:
1. http://triangulo-dourado.blogspot.com/2008/02/bestado-mar-almarans.html
2. http://www.millarch.org/artigo/o-homem-que-escapou-dos-almarans
3. http://www.scribd.com/doc/7356687/Como-Escapei-Do-Triangulo-Das-Bermudas

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Tuesday, February 20, 2007

 

O Triângulo das Bermudas

Fonte: Michel Henry Dupont, Eu Escapei do Triângulo das Bermudas, Editora LS - Ler e Saber.

Michel Henry Dupont, autor do livro citado acima, é um argentino, médico e professor, de 1,80 metros de altura. Vou fazer um breve resumo das informações fornecidas nesse livro, adicionando alguns comentários próprios ao longo do texto.

No dia 20.01.1973, às 18:00 horas, Michel embarca em um avião em Jacksonville-Flórida para as ilhas Bermudas, em vôo direto. Às 18:45 hs, seu avião é seqüestrado por uma raça alienígena (nome: Almarãs ou Almarans, os Filhos do Sol) e levados (avião e passageiros) para um local a cerca de 3 km abaixo da superfície do oceano. Um Almarã tem ótima aparência, na forma humana, com pele e cabelos brancos; porém, são gigantes de 2,50 metros de altura. Todos aparentam ter entre 30 e 40 anos de idade, quando na realidade possuem entre 1.000 e 2.000 anos de idade. As mulheres são belas, com cabelos alvos e longos, até os ombros.

O ambiente dessa cidade submersa é iluminado permanentemente por uma espécie de luz "fosforescente" emitida das paredes. Na comunicação verbal, eles mexem os lábios mas não emitem som, mas, mesmo assim, suas palavras eram perfeitamente inteligíveis pelo cérebro humano.

Em uma palestra foi dito o seguinte: os seqüestrados não voltariam mais para a superfície (motivo será explicitado posteriormente), foi mostrado visualmente como se processou o seqüestro do avião e foi contada/mostrada a história deles: os Almarãs atuais são descendentes dos habitantes do planeta Vênus, de onde vieram com equipamentos voadores há cerca de 9.000 anos, por causa de uma guerra entre duas facções rivais, que gerou um enorme cataclisma e tornou Vênus inabitável (evento algo similar ao que já tinha ocorrido aqui na Terra, há 12.000 anos atrás, quando foram eliminadas as civilizações lemuriana e atlântida da nossa superfície [1]).

Aeronaves sobreviventes das duas facções beligerantes voaram para muitos outros planetas, alguns chegando à Terra (chegaram após 3.000 anos do desaparecimento da Atlântida, há 9.000 anos atrás) e instalaram-se em várias partes da superfície do globo (Machu Pichu, Tibet, Espanha, Ilhas Britânicas, Japão, etc). Nessa época viviam até cerca de 2.000 anos de idade.

Aparentemente, existe uma regra universal de que uma raça (humanóide) de um planeta não deve interferir com a evolução natural da raça original de outros planetas. Como veremos, os almarãs, os Filhos do Sol (assim como os Anunnakis, o Povo da Serpente [1]), não cumpriram posteriormente esta regra. No início, para cumprir esta regra, os almarãs desenvolveram-se isoladamente da raça humana, sem cruzamento genético, e construiram muitos túneis, durante cerca de 3.000 anos. Foi então que chegaram aqui (cerca de 6.000 anos atrás) as facções rivais venusianas, levando os almarãs a se refugiarem nos túneis que tinham construído. Os invasores pressionaram os terráqueos para eles dizerem onde seus oponentes amarãs estavam, sem sucesso (pois os terráqueos gostavam dos almarãs, que os ajudavam sempre), até que apareceu um traidor. Na Bíblia este traidor é chamado de Lot, que foi salvo pelos "anjos" (esses invasores venusianos) da destruição atômica de Sodoma e Gomorra.

Em vista da crueldade acima, os almarãs resolveram enfrentar os invasores numa batalha nos céus da Índia, que durou 3 dias e 3 noites. Isto foi registrado posteriormente nos livros hindus dos Vedas com muitos detalhes (as naves espaciais - discos voadores - foram chamados de Vimanas). A facção vitoriosa, antes de deixar nosso planeta, deixou para os Hebreus um artefato eletromagnético de rádiocomunicação, para se comunicar com eles, chamado Arca da Grande Aliança (aliança com eles). Os almarãs sobreviventes desta batalha permaneceram no planeta mas, para maior segurança, decidiram construir três cidades sob a superfície: a menor encontra-se ativa no Triângulo das Bermudas, outra fica submersa no mar entre Japão, China e Coréia, e a terceira está sob a Antártica (de onde saem a maioria de seus discos voadores - UFOs, OVNIs).

Com relação a essas construções no interior da Terra, convém notar o seguinte: quando construímos uma casa, vamos morar no seu interior oco, para nos proteger das intempéries e invasões. Não vamos morar em cima do telhado, obviamente. A Terra é a nossa casa e nós moramos no telhado dela, portanto não protegidos das intempéries. Os almarãs, assim como os sobreviventes da Lemúria [1] e da Atlântida e outros, preferiram - por maior segurança - viver no interior de sua casa planetária chamada Terra...

Ao irem para baixo da superfície, os almarãs deixaram de ter contato com a energia da luz solar. Isto teve duas conseqüências principais: diminuiu seu período de vida (para menos de 2.000 anos) e eles perderam a capacidade, há mais de 200 anos, de se reproduzirem (ficaram estéreis). Seus últimos filhos, gerados por inseminação artificial, vieram retardados e foram enviados para o Tibet e são conhecidos hoje como Ietis, os abomináveis homens das neves. Eles reproduzem-se entre si e atualmente constituem um colônia de pouco mais de 1.000 indivíduos.

Em vista da esterilidade, a raça dos almarãs estava em extinção, o que levou seus cientistas a combater isso com a técnica de Transmigração de Almas/espíritos, dos almarãs morimbundos para os humanos seqüestrados que fossem morrer nesse processo. A literatura inglêsa registra essa transmigração de almas alienígenas para corpos humanos como "walk-in". Os walk-ins almarãs vivem cerca de 1.000 anos aqui na superfície, mas podem fazer novas transmigrações ao final desses milênios, perpetuando-se eternamente em outros corpos humanos.

Os seres humanos seqüestrados para transmigração são mantidos fisicamente jovens (aparentando de 30 a 40 anos) até chegarem a cerca de 80 anos, aproximadamente a idade que viveriam aqui na superfície externa da Terra. Nesta idade eles vão para a transmigração. A manutenção da juventude eterna (para nós e para eles) é feita usando a medicina natural deles, que apresentaremos abaixo.

A alma do alienígena almarã é transmigrada ao corpo de um ser humano seqüestrado, porém seu corpo físico não é destruído, mas passa a ser conservado em uma caixa hermeticamente fechada, para um possível re-avivamento posterior, se houver um maior avanço científico [isto lembra, de certa forma, a mumificação empregada no Egito Antigo]. Após a transmigração, demora cerca de 20 anos para um almarã aprender a falar como nós, usando a boca e não a telepatia, e para isso se mantêm entre os humanos seqüestrados.

Quanto à alimentação, ela é obtida cultivando, em vastas regiões do mar, diversos tipos de plantas aquáticas e algas. Grandes extensões do mar estão permanentemente cobertas por esses pomares de plantas. Essas regiões são normalmente evitadas, desde a Antiguidade, por atrapalhar a navegação marítima. Esses locais são conhecidos como "Mar de Sargaços".

[continua]

Referências:
[1] Vide neste blog Saúde Perfeita, "A História da Lemúria", com 9 postagens entre 08.12.06 e 16.12.06.

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