Sunday, December 06, 2009
Movimento e Inteligência
"Vida é movimento"
Fomos feitos com braços e pernas, para usá-los rotineiramente, para facilitar a condição de vida dos seres ao nosso redor (nossa missão de vida). Porém, a doença chamada de preguiça (um dos sete pecados capitais) procura minimizar o movimento destes "apêndices" do nosso tronco, levando, desta forma, a uma minimização de nossa vida e de nossa saúde física e mental. Um preguiçoso prefere ver televisão ou ler um livro ao invés de fazer uma caminhada. Um dos aspectos da saúde é a inteligência. No artigo abaixo [1], relata-se que aumentando nossos exercícios físicos aumentamos a nossa inteligência.
Estudo associa exercícios físicos a maior inteligência
Atividades aeróbicas estimulam o desenvolvimento de neurônios no cérebro
Exercícios físicos aeróbicos estão associados a uma melhor cognição (capacidade de o cérebro processar informações e cruzá-las, dando respostas a um estímulo) em jovens. É o que mostrou um estudo realizado pela Universidade de Gotemburgo (Suécia) com mais de 1 milhão de homens de 15 a 18 anos e publicado na última edição da "Proceedings of the National Academy of Sciences".
O condicionamento dos avaliados foi aferido por testes ergométricos. Aqueles que apresentavam melhores condições também se saíram melhor em testes de QI, especialmente nas áreas de compreensão verbal e pensamento lógico.
Para excluírem variáveis que pudessem influenciar os resultados, os pesquisadores consideraram o nível educacional dos pais e avaliaram as relações entre irmãos (gêmeos ou não).
"O mérito desse estudo é a informação de que os exercícios aeróbicos podem colocar a pessoa em um outro patamar. Imagine se a pessoa sai de um nível mais alto de cognição na juventude: essa reserva adicional poderá adiar a manifestação das perdas cognitivas da terceira idade", afirma o neurologista Li Li Min, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Segundo Min, estudos com animais já apontaram que as atividades físicas alteram a estrutura do cérebro e estimulam o desenvolvimento de novos neurônios, favorecendo a plasticidade cerebral (capacidade de o cérebro se adaptar a novas situações).
Pesquisas em andamento do Grupo de Neurofisiologia do Exercício da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) também mostram que exercícios aeróbicos elevam os fatores neurotróficos (de crescimento dos neurônios). Isso provoca um aumento no número de neurônios e o contato entre essas células, facilitando a transmissão de informações.
"Não dá para dizer que o indivíduo fica mais inteligente, mas sim que há uma melhora na cognição. Do contrário, todos os atletas profissionais seriam um Einstein", pondera o neurofisiologista Ricardo Mário Arida, professor da Unifesp.
Para os pesquisadores, somente exercícios aeróbicos tiveram relação com melhores resultados em testes cognitivos porque provocam uma maior oxigenação do cérebro, causada por um melhor condicionamento cardiopulmonar. Atividades de força, como a musculação, não demonstraram o mesmo efeito.
Eles também compararam os resultados dos testes ergométricos com as condições socioeconômicas desses homens na meia-idade. Os mais condicionados tiveram mais chances de ter um nível educacional mais alto e empregos melhores.
"Políticas públicas de atividades que melhorem o condicionamento cardiovascular não promovem só a saúde física mas também a saúde mental, cognitiva. O custo disso é baixíssimo e pode resultar em mais pessoas com melhor nível educacional, buscando profissões melhores", defende Min.
Atividades melhoram o processamento de informações:
MECANISMO PSICOLÓGICO:
1. O exercício provoca a liberação de endorfinas e de outros neurotransmissores
2. Mais tranquila, a pessoa consegue assimilar e memorizar melhor as informações
MECANISMOS FISIOLÓGICOS:
1. Ocorre a liberação de fatores neurotróficos, que estimulam e preservam a função dos neurônios e favorecem o desenvolvimento
2. Exercícios ativam vários circuitos do cérebro e favorecem o crescimento de novos neurônios no hipocampo (região responsável pela memória e aprendizado)
Referência:
[1] Julliane Silveira, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 5 de dezembro de 2009.
O condicionamento dos avaliados foi aferido por testes ergométricos. Aqueles que apresentavam melhores condições também se saíram melhor em testes de QI, especialmente nas áreas de compreensão verbal e pensamento lógico.
Para excluírem variáveis que pudessem influenciar os resultados, os pesquisadores consideraram o nível educacional dos pais e avaliaram as relações entre irmãos (gêmeos ou não).
"O mérito desse estudo é a informação de que os exercícios aeróbicos podem colocar a pessoa em um outro patamar. Imagine se a pessoa sai de um nível mais alto de cognição na juventude: essa reserva adicional poderá adiar a manifestação das perdas cognitivas da terceira idade", afirma o neurologista Li Li Min, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Segundo Min, estudos com animais já apontaram que as atividades físicas alteram a estrutura do cérebro e estimulam o desenvolvimento de novos neurônios, favorecendo a plasticidade cerebral (capacidade de o cérebro se adaptar a novas situações).
Pesquisas em andamento do Grupo de Neurofisiologia do Exercício da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) também mostram que exercícios aeróbicos elevam os fatores neurotróficos (de crescimento dos neurônios). Isso provoca um aumento no número de neurônios e o contato entre essas células, facilitando a transmissão de informações.
"Não dá para dizer que o indivíduo fica mais inteligente, mas sim que há uma melhora na cognição. Do contrário, todos os atletas profissionais seriam um Einstein", pondera o neurofisiologista Ricardo Mário Arida, professor da Unifesp.
Para os pesquisadores, somente exercícios aeróbicos tiveram relação com melhores resultados em testes cognitivos porque provocam uma maior oxigenação do cérebro, causada por um melhor condicionamento cardiopulmonar. Atividades de força, como a musculação, não demonstraram o mesmo efeito.
Eles também compararam os resultados dos testes ergométricos com as condições socioeconômicas desses homens na meia-idade. Os mais condicionados tiveram mais chances de ter um nível educacional mais alto e empregos melhores.
"Políticas públicas de atividades que melhorem o condicionamento cardiovascular não promovem só a saúde física mas também a saúde mental, cognitiva. O custo disso é baixíssimo e pode resultar em mais pessoas com melhor nível educacional, buscando profissões melhores", defende Min.
Atividades melhoram o processamento de informações:
MECANISMO PSICOLÓGICO:
1. O exercício provoca a liberação de endorfinas e de outros neurotransmissores
2. Mais tranquila, a pessoa consegue assimilar e memorizar melhor as informações
MECANISMOS FISIOLÓGICOS:
1. Ocorre a liberação de fatores neurotróficos, que estimulam e preservam a função dos neurônios e favorecem o desenvolvimento
2. Exercícios ativam vários circuitos do cérebro e favorecem o crescimento de novos neurônios no hipocampo (região responsável pela memória e aprendizado)
Referência:
[1] Julliane Silveira, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 5 de dezembro de 2009.
Labels: déficit cognitivo, exercícios, intelecto, inteligência, movimento, oxigênio, saúde
Tuesday, January 27, 2009
Memória e Vitamina D
A informação abaixo foi retirada da Referência [1].
Falta de vitamina D eleva risco de falha de memória
Deficiência do nutriente em idosos causa o dobro de chances de danos cognitivos.
Carência da substância, cuja principal fonte é o sol, também está relacionada a risco aumentado de quedas e fraturas na terceira idade
A falta de vitamina D, cuja principal fonte é o sol, eleva o risco de déficit cognitivo em idosos, revela um estudo das universidades de Cambridge e de Michigan com 2.000 pessoas com 65 anos ou mais. É a primeira vez que essa ligação é demonstrada em uma pesquisa científica de larga escala.
O déficit cognitivo, caracterizado por falhas de memória e de processamento das informações, é um dos principais fatores de risco para a demência.
Durante o estudo, publicado ontem no Journal of Geriatric Psychology and Neurology, foram medidos os níveis de vitaminas e das funções cognitivas.
Os pesquisadores verificaram que, quanto menores os níveis de vitamina D, maiores são as taxas de déficit cognitivo. Os idosos que tinham deficiência de vitamina D, quando comparados com aqueles que apresentavam bons níveis desse nutriente, apresentaram o dobro de chances de danos cognitivos.
Historicamente, a deficiência de vitamina D em idosos tem sido relacionada a risco aumentado de quedas e fraturas ósseas. Esse nutriente, que já existe no organismo e é "acordado" pela ação do sol, é responsável pela absorção de cálcio, essencial para o desenvolvimento dos ossos.
"Nós não sabemos exatamente como a vitamina D afeta o sistema cognitivo, mas outros estudos menores já sugeriram uma relação entre a função mental e a vitamina D. Também sabemos que ela atua na regulação do metabolismo e na proteção do sistema autoimune. Então, é possível que ela tenha um efeito neuroprotetor e que, inclusive, exerça um papel reparador do cérebro", disse Iain Lang, professor da Peninsula Medical School e um dos autores do estudo.
Lang explica que a maioria das pessoas consegue obter vitamina D suficiente por meio do sol, mas que em idosos e negros a absorção desse micronutriente é menor. "Isso pode acontecer inclusive no Brasil, um país bem mais ensolarado do que a Inglaterra", comenta o pesquisador, citando dados de um estudo brasileiro.
A pesquisa mencionada por Lang foi desenvolvida pela UFRS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), em 2005, com 102 idosos de duas clínicas geriátricas de Porto Alegre. O trabalho constatou que 85% deles tinham deficiência de vitamina D.
Lang defende que os médicos estejam atentos para a necessidade de suplementação do nutriente, por meio de alimentos (como gema de ovo) ou de compostos vitamínicos.
"Pessoas com maior dano cognitivo têm mais chances de desenvolver demência. Identificar caminhos que nos levem a diminuir os níveis de demência é a chave para os serviços de saúde de todo o mundo".
O geriatra Eduardo Ferrioli, da USP de Ribeirão Preto, explica que os neurônios do sistema nervoso central possuem receptores para a vitamina D. Alguns pequenos estudos anteriores, segundo ele, já sugeriram que maiores níveis de vitamina D poderiam exercer um efeito neuroprotetor, melhorando os níveis de cognição.
"O mecanismo dessa proteção pode ser múltiplo, incluindo o estímulo à produção de neurotrofinas, modulação da produção de óxido nítrico ou mesmo redução da produção de citocinas inflamatórias, que parecem estar relacionadas à doença de Alzheimer".
O problema, segundo ele, é que nesse tipo de estudo (sem acompanhamento a longo prazo), não é possível estabelecer a relação de causa e efeito. "Os fatos estão relacionados, mas será que pessoas com pior cognição acabam com menores níveis de vitamina D ou pessoas com menores níveis de vitamina D desenvolvem déficits de cognição?", questiona ele.
Ferrioli continua: "Pode ser, por exemplo, que pessoas com menores níveis de cognição se exponham menos ao sol ou comam menos alimentos ricos em vitamina D e acumulem menores níveis dessa vitamina, sem que haja uma relação causal com o déficit cognitivo".
Para a neuropsicóloga Jaqueline Abrisqueta-Gomes, pesquisadora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o estudo inglês é importante porque pode representar uma peça a mais no entendimento dos perfis neuropsicológicos que levam ao déficit cognitivo. "Até pouco tempo atrás, não sabíamos, por exemplo, que o diabetes interfere na cognição. Agora, sabemos que o paciente diabético tem baixo nível de memória".
O psiquiatra Cassio Bottino, coordenador do Proter (Projeto Terceira Idade) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma que o déficit de vitamina D na população idosa está normalmente associado a problemas ósseos, causados pela má absorção de cálcio, e que desconhece outros estudos que associem essa deficiência a problemas de cognição.
"É realmente algo novo, que merece ser mais bem investigado e replicado em outras populações para saber se a mesma relação existe".
Segundo ele, fatores genéticos, baixa escolaridade e doenças como hipertensão e diabetes (que podem causar lesões vasculares no cérebro), além do próprio processo de envelhecimento, aumentam o risco de déficit cognitivo dos idosos.
"Muitas vezes, intervenções muito baratas (gratuitas!), como orientar os idosos para uma vida mais saudável (mudança de hábito, como se expor mais aos raios solares), têm demonstrado efeitos muito benéficos".
Algumas sugestões dadas no artigo acima, para evitar os citados problemas:
1. Dormir bem e manter uma boa rede social
2. Alimentar-se de forma saudável
3. Fazer atividades físicas moderadas regularmente
4. Recordar o nome das pessoas olhando um álbum de fotografias
5. Ler e discutir com um amigo uma notícia de jornal
6. Fazer atividades que utilizem o raciocínio (dominó, xadrez, palavras cruzadas, sudoku)
7. Agendar suas atividades e no final do dia procurar recordá-las
8. Fazer a lista de supermercado e procurar fazer as compras sem olhá-la por um tempo
9. Fazer os cálculos do dia-a-dia de cabeça
10. Desenvolver algum talento artístico (tocar instrumento, dançar, pintar)
Já tomou seu banho de sol hoje??
Referência:
[1] Cláudia Collucci, Falta de vitamina D eleva risco de falha de memória, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 27 de janeiro de 2009.
O déficit cognitivo, caracterizado por falhas de memória e de processamento das informações, é um dos principais fatores de risco para a demência.
Durante o estudo, publicado ontem no Journal of Geriatric Psychology and Neurology, foram medidos os níveis de vitaminas e das funções cognitivas.
Os pesquisadores verificaram que, quanto menores os níveis de vitamina D, maiores são as taxas de déficit cognitivo. Os idosos que tinham deficiência de vitamina D, quando comparados com aqueles que apresentavam bons níveis desse nutriente, apresentaram o dobro de chances de danos cognitivos.
Historicamente, a deficiência de vitamina D em idosos tem sido relacionada a risco aumentado de quedas e fraturas ósseas. Esse nutriente, que já existe no organismo e é "acordado" pela ação do sol, é responsável pela absorção de cálcio, essencial para o desenvolvimento dos ossos.
"Nós não sabemos exatamente como a vitamina D afeta o sistema cognitivo, mas outros estudos menores já sugeriram uma relação entre a função mental e a vitamina D. Também sabemos que ela atua na regulação do metabolismo e na proteção do sistema autoimune. Então, é possível que ela tenha um efeito neuroprotetor e que, inclusive, exerça um papel reparador do cérebro", disse Iain Lang, professor da Peninsula Medical School e um dos autores do estudo.
Lang explica que a maioria das pessoas consegue obter vitamina D suficiente por meio do sol, mas que em idosos e negros a absorção desse micronutriente é menor. "Isso pode acontecer inclusive no Brasil, um país bem mais ensolarado do que a Inglaterra", comenta o pesquisador, citando dados de um estudo brasileiro.
A pesquisa mencionada por Lang foi desenvolvida pela UFRS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), em 2005, com 102 idosos de duas clínicas geriátricas de Porto Alegre. O trabalho constatou que 85% deles tinham deficiência de vitamina D.
Lang defende que os médicos estejam atentos para a necessidade de suplementação do nutriente, por meio de alimentos (como gema de ovo) ou de compostos vitamínicos.
"Pessoas com maior dano cognitivo têm mais chances de desenvolver demência. Identificar caminhos que nos levem a diminuir os níveis de demência é a chave para os serviços de saúde de todo o mundo".
O geriatra Eduardo Ferrioli, da USP de Ribeirão Preto, explica que os neurônios do sistema nervoso central possuem receptores para a vitamina D. Alguns pequenos estudos anteriores, segundo ele, já sugeriram que maiores níveis de vitamina D poderiam exercer um efeito neuroprotetor, melhorando os níveis de cognição.
"O mecanismo dessa proteção pode ser múltiplo, incluindo o estímulo à produção de neurotrofinas, modulação da produção de óxido nítrico ou mesmo redução da produção de citocinas inflamatórias, que parecem estar relacionadas à doença de Alzheimer".
O problema, segundo ele, é que nesse tipo de estudo (sem acompanhamento a longo prazo), não é possível estabelecer a relação de causa e efeito. "Os fatos estão relacionados, mas será que pessoas com pior cognição acabam com menores níveis de vitamina D ou pessoas com menores níveis de vitamina D desenvolvem déficits de cognição?", questiona ele.
Ferrioli continua: "Pode ser, por exemplo, que pessoas com menores níveis de cognição se exponham menos ao sol ou comam menos alimentos ricos em vitamina D e acumulem menores níveis dessa vitamina, sem que haja uma relação causal com o déficit cognitivo".
Para a neuropsicóloga Jaqueline Abrisqueta-Gomes, pesquisadora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o estudo inglês é importante porque pode representar uma peça a mais no entendimento dos perfis neuropsicológicos que levam ao déficit cognitivo. "Até pouco tempo atrás, não sabíamos, por exemplo, que o diabetes interfere na cognição. Agora, sabemos que o paciente diabético tem baixo nível de memória".
O psiquiatra Cassio Bottino, coordenador do Proter (Projeto Terceira Idade) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma que o déficit de vitamina D na população idosa está normalmente associado a problemas ósseos, causados pela má absorção de cálcio, e que desconhece outros estudos que associem essa deficiência a problemas de cognição.
"É realmente algo novo, que merece ser mais bem investigado e replicado em outras populações para saber se a mesma relação existe".
Segundo ele, fatores genéticos, baixa escolaridade e doenças como hipertensão e diabetes (que podem causar lesões vasculares no cérebro), além do próprio processo de envelhecimento, aumentam o risco de déficit cognitivo dos idosos.
"Muitas vezes, intervenções muito baratas (gratuitas!), como orientar os idosos para uma vida mais saudável (mudança de hábito, como se expor mais aos raios solares), têm demonstrado efeitos muito benéficos".
Algumas sugestões dadas no artigo acima, para evitar os citados problemas:
1. Dormir bem e manter uma boa rede social
2. Alimentar-se de forma saudável
3. Fazer atividades físicas moderadas regularmente
4. Recordar o nome das pessoas olhando um álbum de fotografias
5. Ler e discutir com um amigo uma notícia de jornal
6. Fazer atividades que utilizem o raciocínio (dominó, xadrez, palavras cruzadas, sudoku)
7. Agendar suas atividades e no final do dia procurar recordá-las
8. Fazer a lista de supermercado e procurar fazer as compras sem olhá-la por um tempo
9. Fazer os cálculos do dia-a-dia de cabeça
10. Desenvolver algum talento artístico (tocar instrumento, dançar, pintar)
Já tomou seu banho de sol hoje??
Referência:
[1] Cláudia Collucci, Falta de vitamina D eleva risco de falha de memória, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 27 de janeiro de 2009.
Labels: déficit cognitivo, demência, vitamina D
