sexta-feira, maio 10, 2024

 

Dinossauros nunca existiram !

 

O que realmente existiu foram os dragões, inseridos no calendário chinês e mencionados várias vezes na Bíblia.

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sábado, junho 20, 2009

 

A Longevidade Humana - 2


3.
As duas primeiras razões para o decréscimo da longevidade humana estão vinculadas à adoção de hábitos prejudiciais ao corpo físico por parte dos seres humanos deste planeta (comer os frutos-sementes proibidos e cozinhar os alimentos). No entanto, existe uma terceira razão para o decréscimo de nossa longevidade, que está associada estritamente a variações geológicas que tem ocorrido com a Terra. Obviamente, a atividade humana tem poluido o meio ambiente (ar, terra e água) do planeta, o que tem contribuído para danificar o nosso corpo, que leva a uma redução da nossa longevidade. No entanto, não estamos, no momento, interessados neste tipo de alteração da Terra, causadas pelos seres humanos. Estamos interessados em alterações da Terra que tem ocorrido sem qualquer interferência dos seres humanos. São, por exemplo, as alterações terrestres que levaram à extinção dos dinossauros e à ocorrência, ainda em andamento, da "deriva dos continentes", que consiste no afastamento de todos os continentes entre si. Nesta última atividade geológica está a pista para desvendar o mistério da redução da longevidade humana.

A ciência já descobriu alguns fatos interessantes sobre a Terra. O movimento de rotação da Terra em torno de seu próprio eixo tem diminuído com o passar do tempo. Devido a isso, já houve acréscimo de vários segundos a anos do Século XX, para levar em consideração esta diminuição de rotação do planeta. Outra descoberta da ciência é que o campo magnético estático da Terra tem diminuído de intensidade, diminuindo a proteção (escudo magnético) da superfície externa terrestre das radiações vindas do cosmos, através da região chamada de magnetosfera.

Acredito que a maioria dos leitores deste blog já tenha visto uma apresentação de uma bailarina patinando no gelo. Quando ela começa a girar em torno de si mesma, ela consegue aumentar a velocidade do seu giro quando ela leva os braços para junto do corpo, diminuindo o seu "diâmetro" horizontal. Com a Terra ocorre algo similar: o diâmetro da Terra está aumentando com o passar do tempo (teoria da Terra em expansão), o que tem levado à diminuição da sua velocidade de rotação. Esse aumento de diâmetro é a razão da existência da deriva dos continentes, que continuam se afastando entre si! [3] Outra consequência óbvia do aumento do diâmetro da Terra é que, supondo que a quantidade de matéria tenha se mantido praticamente inalterada, tem que existir uma região ôca no interior do planeta, que está também aumentando de tamanho com o passar do tempo; isto é mais uma explicação coerente com a condição de Terra ôca.

Como a Terra está diminuindo sua velocidade de rotação, está também diminuindo a intensidade da força centrífuga, que tende a jogar para fora da superfície (em direção ao cosmos) todos os objetos presentes na superfície onde vivemos. A força da gravidade, que nos puxa para a superfície, mantém-se inalterada, atuando no sentido oposto da força centrífuga, em diminuição. A resultante dessas duas forças (a soma vetorial das duas) é uma "força gravitacional efetiva" em aumento, com o passar do tempo. É exatamente esse aumento da força gravitacional que levou à extinção dos seres vivos (animais e vegetais) gigantes, como os dinossauros e os seres humanos gigantes, com mais de 3 metros de altura. Por que? Porque o aumento da gravidade aumenta a tensão sobre a estrutura de sustentação desses seres (ossos, nos casos do reino animal), que pode atingir um grau suficientemente elevado para destruir essa estrutura de sustentação. Isto resultou na extinção dos dinossauros, levando a sua longevidade para zero (e eles nunca mais tiveram condições ambientais para voltarem a existir neste planeta, devido à força da gravidade sempre crescente). Existem relatos de que na superfície interna da Terra, junto à região ôca do planeta, a força da gravidade é menor do que aqui na superfície externa e, como consequência, os seres humanos, os animais e as árvores na superfície interna possuem alturas muito maiores do que os correspondentes na superfície externa e vivem muito mais tempo (maior longevidade). Poderiam ainda existir dinossauros na superfície interna terrestre...

Existe uma relação direta entre gravidade e longevidade: quanto maior a gravidade, menor é a longevidade. Uma maior gravidade desgasta mais depressa nosso corpo, mantidas todas as outras variáveis constantes, levando, como consequência, a uma redução da longevidade. Prova disso? Vilcabamba, um vilarejo do Equador, situado em uma grande altitude (baixa força gravitacional), é o local terrestre com maior densidade de centenários.

A diminuição da intensidade do campo magnético terrestre com o passar da eras, levou ao surgimento de uma terapia compensatória, conhecida como magnetoterapia, que consiste em submetermos nosso corpo ao contato com um campo magnético mais intenso do que o atual campo magnético terrestre, tentando simular a condição magnética existente na época de nossos patriarcas centenários do passado. As práticas mais comuns da magnetoterapia consistem em beber água magnetizada (que foi submetida previamente a um campo magnetostático - gerado por ímãs permanentes - superior ao campo magnético terrestre atual) e dormir sobre colchão e travesseiro incrustrados de ímas permanentes. Uma outra consequência da diminuição da proteção pelo escudo magnético terrestre é a maior entrada de radiação extraterrestre no planeta (levando a uma maior energia presente no nosso ambiente), que gera uma série de efeitos, como o aumento da ressonância Schumann do planeta e nossa sensação de que o tempo está passando mais depressa.

Referência:
[3] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon: The inner Earth holds the secret to the origins of humanity, Southwood Press, Australia, 2001.

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terça-feira, maio 20, 2008

 

A Terra Oca - 22


A Extinção dos Dinossauros


A regra geral é a seguinte: ambiente com gravidade pequena propicia o surgimento de seres vivos grandes, e ambiente com gravidade grande possui seres vivos pequenos, relativamente falando. Se analisarmos apenas o reino animal, por que isso ocorre? Porque, com gravidade pequena, é possível se ter ossos grandes sem que eles pesem em demasia, permitindo, dessa forma, a presença de animais grandes. Vimos que na superfície interna da Terra oca a gravidade é menor do que na superfície externa, onde vivemos. Portanto, os seres vivos (vegetação, animais e seres humanos) que vivem na superfície interna possuem tamanhos maiores do que aqueles que vivem na nossa superfície externa. Na figura abaixo, que ilustra o livro "The Smoky God", mostra-se a diferença de tamanho entre homens que vivem na superfície interna (grandes) e aqueles que vivem na superfície externa (pequenos como nós, os mostrados na figura tinham apenas cerca de 1,90 m). Esta figura foi feita baseada nas informações de quem esteve lá no interior da Terra (Olaf Jansen).



Acredito que a maioria de vocês já viu uma patinadora no gelo girar em torno de si mesma. Quando ela gira com os braços estendidos e abertos na direção horizontal, ela o faz com uma certa velocidade. Quando ela traz os braços para junto do corpo (na posição vertical) ela passa a girar com maior velocidade! O que isto tem a ver com a extinção dos dinossauros?

O nosso peso aqui na superfície externa é o resultado líquido da atuação de duas forças opostas: uma é a força da gravidade, que nos puxa para baixo, para o interior da Terra; a outra força, é a força centrífuga, devido à rotação da Terra, e que nos puxa para fora da Terra, tentando nos lançar ao espaço sideral. Essas duas forças têm sentidos opostos e se subtraem, em amplitude. O resultado dessa subtração é uma força líquida resultante atuando no mesmo sentido da força da gravidade, puxando-nos para baixo. Essa força resultante pode ser entendida como uma gravidade efetiva.

Vimos anteriormente, que o planeta Terra tem aumentado seu diâmetro com o passar do tempo, o que tem diminuído sua velocidade de rotação, exatamente como a bailarina no gelo que estende seus braços para fora, na direção horizontal, diminuindo sua velocidade de rotação. Diminuindo a velocidade de rotação da Terra, irá diminuir a intensidade da força centrífuga e, conseqüentemente, irá aumentar a força de gravidade efetiva presente aqui na superfície externa da Terra. Portanto, com o passar do tempo, os dinossauros (e todos os demais animais grandes) não mais tiveram estrutura ossea adequada para sobreviver em um ambiente de maior gravidade. Existe uma outra teoria que afirma que os dinossauros foram extintos como resultado de um choque de um grande asteróide com a Terra, afetando o clima de forma inadequada para os dinossauros. Mas isso não sobrevive a uma análise cuidadosa! Após um longo tempo, a Terra se recuperou dos efeitos desse impacto asteróide-Terra, mas os dinossauros e os grandes animais nunca mais voltaram, apesar do meio ambiente ter voltado a ser semelhante ao que ocorria na antiga antigüidade (antes do impacto)! Por que? Porque a gravidade na superfície externa da Terra sempre esteve em crescimento, nunca em diminuição, o que sempre foi tornando a vida dos dinossauros cada vez mais inviável nesta nossa superfície.

Como na superfície interna da Terra oca a gravidade é menor do que aqui, lá todos os seres vivos são maiores do que os correspondentes na superfície externa, como no caso dos homens, mostrado acima. Talvez ainda tenhamos alguns dinossauros por lá... Aqui na superfície externa, o animal de maior dimensão vive em um ambiente de baixa gravidade relativa: a baleia... Tudo coerente com a lei da gravidade!

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