sexta-feira, setembro 15, 2023
Vital Frosi - "A importância da atual encarnação"
Amados! A atual encarnação é a mais importante, entre todas já experienciadas
por cada alma deste Planeta Terra. Estamos no fechamento do Grande Ciclo
Cósmico, que determinou a condição de Mundo de Provas e Expiações para esta
escola de almas. O destino de cada aluno vai depender da frequência atingida
neste tempo final. Enquanto o Planeta Terra evoluía, a sua humanidade
caminhava relativamente de acordo com a energia e as experiências que eram
oferecidas nesta Escola. O tempo linear que aqui era medido, serviu para
separar as fases e as Eras sucessivas. Nada diferente de uma escola
tradicional, onde cada aluno vai superando as etapas, degrau por degrau. Hoje
vos trago aqui um tema referente ao Calendário Maia, que abrange um período em
que o nosso Sistema Solar, faz a órbita ao redor de Alcyone, o Sol Central das
Plêiades. Este Ciclo perfaz um total de 25.920 anos, divido em 12 Eras, cada
um de 2.160 anos. São as Eras Zodiacais conhecidas. E como todos já ouviram
falar, em 2012, iniciou a Era de Aquário, também denominada de Era da Luz,
pois coincide com o tempo em que a Terra atravessa o Cinturão de Fótons, que é
um feixe de Luz intensa que atravessa a Galáxia. Já foi falado sobre isso aqui
anteriormente. Mas hoje eu quero falar da Era de Peixes, que é o período que
antecede a Era de Aquário. Os Planos Divinos são tão perfeitos, que a nossa
mente tridimensional ainda não consegue compreender, tamanha é a sua
magnitude. Mas é a Era de Peixes que prepara as energias e os corações humanos
para aquilo que vem na sequência dela. Não se pode viver uma Era de Luz, ou
seja, de amor, se não foi preparada antes, dentro das consciências humanas.
Vou citar aqui um trecho de Ramatis sobre isso: “Quem não conseguiu
desenvolver o amor na Era de Peixes durante o percurso de 2.160 anos, será
colocado à esquerda do princípio crístico e exilado para outro orbe, onde
aguardará o período apropriado em que será destacado o mesmo aspecto do Logos
Planetário daquele orbe de exílio, no qual será novamente oportunizado para
desenvolver o atributo Divino do Amor. É sempre de bom senso relembrar que
Deus não impõe, apenas solicita”. Como podemos ver, todos tiveram tempo
suficiente, pois em 2.160 anos, pela média natural, cada alma teve em torno de
20 reencarnações. E esta última Era de Peixes, uma vez que antecedeu a Era
atual em que a Terra fará a sua Transição para um Mundo de Regeneração, foi
também a mais decisiva, tanto que o próprio Cristo Cósmico, se fez humano a
fim de nos mostrar o verdadeiro amor. Ele veio exatamente dentro de segundo
Século da Era de Peixes. Com isso, a humanidade da Terra teve dois mil anos de
tempo para colocar em prática os seus ensinamentos. Ao contrário do que foi
propagado pelas religiões, Ele não veio para perdoar os nossos pecados, mas
sim para nos ensinar o amor. Quando existe amor, não existe pecado, e essa é a
verdade. Quando a alma encarnada atinge um grau amoroso condizente com a
frequência de Quinta Dimensão, ela está apta a fazer a sua ascensão. E o
Cristo trouxe as mensagens que indicavam o final de um longo Ciclo de Provas e
Expiações, trazendo também a informação de que uma Nova Era estaria para
chegar. A sua frase: “Os mansos e puros de coração herdarão a Nova Terra”,
exemplifica bem tudo isso. Não há como ser manso e puro de coração, se não
existir o amor dentro de si. O Amor é Luz! Então a Era da Luz, pode ser também
denominada de Era do Amor. Mas ser amor não é possível de um momento para
outro, pois ele exige um longo trabalho de construção. Por isso, a Era de
Peixes trouxe os mecanismos para tal, incluindo a vinda do próprio Criador
desta Galáxia. Como vemos na citação de Ramatis, ninguém poderá alegar que não
teve oportunidades. Os corações endurecidos no ego ganancioso, na sede de
poder, e na subjugação dos demais seres sencientes, ainda não desenvolveram o
amor suficiente a fim de obter a frequência necessária para herdar a Nova
Terra. Entretanto, o exílio para orbes condizentes, lhes oportunizarão tempo
suficiente na nova empreitada. O amor exige a presença de outros predicados,
como a compaixão, o respeito, a cooperação e o entendimento de que somos todos
UM. Aquela consciência que está no outro ser humano, ou num animal, numa
planta ou mesmo em qualquer elemental da natureza, é a mesma consciência
Universal que está em você. Embora em nível de evolução diferente, não está
separada. Vai chegar um momento que haverá a integração oportuna, assim como a
nossa consciência 3D, será integrada às nossas versões superiores. O tempo
final anunciado há dois mil anos, chegou! Esta é a última encarnação na
dualidade na Terra. Por isso, é também a mais importante! A ascensão em massa
ocorrerá com certeza, pois ao menos 1/3 da humanidade encarnada está na
condição e na frequência amorosa necessária. Não desperdice tal oportunidade.
Que momento maravilhoso esse! Eu sou Vital Frosi e minha missão é o
esclarecimento! Namastê!
Marcadores: encarnação, reencarnação, Vital Frosi
quarta-feira, agosto 16, 2017
A Solidão do Espinho
Abaixo alguns trechos desse livro [1] de Américo Simões.
Toda ilusão leva à desilusão. A alma de todos busca a verdade e a sinceridade. A vida une tudo e a todos por motivos que vão muito além da nossa percepção. Cada ser encarnado descobrirá as razões no momento certo.
Nem sempre colhemos os frutos do que plantamos logo em seguida. Mas as sementes estão lá, crescendo, e logo darão os frutos e, muitas vezes, quando as pessoas já se esqueceram deles, e não esperam colher mais nada. Da mesma forma que tudo que se faz, volta. Tanto o bem quanto o mal. É comum fazermos escolhas que na nossa opinião são boas, mas que na verdade nos são prejudiciais. Mas, podemos dizer que por trás de uma decisão errada acontece um aprimoramento pessoal e espiritual. De tudo se tira um proveito, é preciso viver de tudo: alegrias e tristezas, na saúde e na doença, amando e em solidão, para que a integridade do ser floresça.
As pessoas não são fantoches na mão dos espíritos. Se fossem, seriam tal como bonecos de madeira, sem vida e sem personalidade própria. Não seriam donos de seus narizes. Ter domínio sobre a sua vida é que faz do espírito, indivíduo. É o que ensina a ter responsabilidade por seus atos, por sua evolução.
Por que algumas pessoas nascem com talentos para a arte? Porque desenvolveram essa habilidade em outra vida (em outra encarnação). Por isso que um membro de uma família nasce com talento para a arte desde pequenino sem ter ninguém mais na família que tenha esse dom. Os dons, habilidades e facilidades para aprender algo na vida revelam claramente que houve um período de vida anterior ao nascimento no qual esse indivíduo pudesse desenvolver talentos. Caso não houvesse, como poderia ter nascido com tais habilidades? Elementar, meu caro Watson...
Existem pessoas que são como uma flor cheia de espinhos, encantamo-nos pela flor, esquecendo-nos de levar em conta os espinhos que há em seu caule; por isso quando a pegamos, nos ferimos. Por mais que tenhamos cuidado, ainda assim nos ferimos. Infelizmente a flor linda acaba solitária, pois os espinhos nunca deixam ninguém se aproximar, o mesmo acontece com os espinhos. Por isso os poetas referem-se a eles como a solidão do espinho...
Existem pessoas que são como uma flor cheia de espinhos, encantamo-nos pela flor, esquecendo-nos de levar em conta os espinhos que há em seu caule; por isso quando a pegamos, nos ferimos. Por mais que tenhamos cuidado, ainda assim nos ferimos. Infelizmente a flor linda acaba solitária, pois os espinhos nunca deixam ninguém se aproximar, o mesmo acontece com os espinhos. Por isso os poetas referem-se a eles como a solidão do espinho...
Referência:
[1] Américo Simões Garrido Filho, A solidão do espinho, Barbara Editora, São Paulo, 2011.
Marcadores: Américo Simões, desilusão, encarnação, ilusão, talentos
domingo, fevereiro 14, 2010
A Escola chamada Terra
"O que você realmente aprendeu quando as coisas iam bem?"
Temos uma alma divina e eterna. Esta alma está em constante evolução e, para isso, se reveste de corpos distintos para adquirir experiências com essas diversas vestimentas. Somos, portanto, seres imortais e não devemos ter medo da morte, pois a morte não existe. O que chamamos de nascimento e morte são apenas mecanismos através dos quais entramos e saímos dos corpos físicos que escolhemos ocupar enquanto estamos encarnados nesta realidade tridimensional. Portanto, são meios pelos quais os nossos espíritos viajam de uma dimensão para outra. Atravessamos todas essas vidas (nas formas encarnadas e desencarnadas), mas continuamos a ser sempre aquele mesmo espírito que Deus criou, que segue acumulando sabedoria ao longo do tempo. Cada passo que damos nessa jornada eterna é afetado por cada passo anterior, certo ou errado, que já demos para chegar até aqui.
Podemos fazer uma comparação bem simples. Pense em nossa existência encarnada na Terra como um ano escolar e considere o Outro Lado (vivenciado na condição desencarnada) como as férias de verão. Depois dessas férias, retornamos para mais um ano na escola (da vida) levando conosco o benefício de todas as lições e experiências que tivermos aprendido nos anos anteriores - seja na escola ou seja durante as férias. Nunca somos obrigados a recomeçar do zero a cada volta à escola.
Portanto, somos o mesmo espírito, único e singular, por toda a eternidade, abrindo nossos caminhos com o que aprendemos nessa dura escola da Terra e na educação sagrada dos ensinamentos que recebemos no nosso Lar (no Outro Lado, sem o corpo físico). Embora não possamos perceber conscientemente, as nossas vidas passadas exercem, todos os dias, um grande impacto em nossa vida presente. Somos, atualmente, um retrato fiel de nossa bagagem cármica acumulada ao longo de nossa existência.
Antes de encarnar (quando ainda estamos no nosso Lar, no Outro Lado), planejamos os erros que iremos cometer para podermos aprender com eles. Lembre-se: a dor, as feridas, o ressentimento, os maus tratos, as críticas, as preocupações, os medos e todas as formas de negatividade são realidades terrenas (tridimensionais), obras do ser humano e não de Deus. Nada disso existe no Outro Lado, e é exatamente este o motivo que nos faz vir aqui de tempos em tempos - a Terra é o único lugar onde nossos espíritos podem passar pela experiência de aprender a crescer com as dificuldades que enfrenta. Quando fazemos a transição daqui para lá, somos abençoados com a recordação total de cada momento de cada existência que vivemos, no Lar e na Terra, e de cada lição que aprendemos.
Um trem só vai para frente quando existe um atrito (uma resistência) entre suas rodas e os trilhos. Da mesma forma, você só vai para frente quando existe alguma dificuldade para você superar. O objetivo de nossos erros é aprender com eles. Não podemos aprender com nossos erros se nos recusarmos a assumir responsabilidade por eles. Quando colocamos nos outros a culpa por nossos erros, privamos a nós mesmos do conhecimento, o que é uma forma garantida de nos desviarmos dos caminhos que planejamos no nosso Lar.
Pense nos seus erros e lembre-se que você os incluiu em seu planejamento para que eles lhe ensinasse alguma coisa. A melhor maneira de saber se você realmente aprendeu com seus erros é observar, com toda a honestidade possível, se você os está repetindo. Saiba que, se você estiver insistindo em cometer os mesmos erros, você está fora do caminho inicialmente proposto. Não se lastime pelo que não fez, faça-o agora. Nunca é tarde para você começar a fazer a coisa certa, pois sua vida é infinita e ela irá acumulando os seus acertos, resultando em sua evolução espiritual.
Expressar a nossa divindade interior significa dedicar tempo e energia a algum ato de generosidade, alguma causa, algum objetivo, que sejam maiores e melhores do que nós, que elevem esta Terra e a tornem um lugar melhor para a nossa estada (esta é a nossa missão de vida). A melhor forma de atingir nosso objetivo como seres espirituais é louvar a Deus através de cada gesto, palavra ou ação de amor, compaixão e generosidade por todos os seres vivos que nos rodeiam.
Como cada planejamento feito é criado de maneira a expressar a profunda consciência de nossa sagrada divindade interior, nenhum deles jamais inclui cometermos o suicídio, o autoflagelo ou a falta de respeito por si mesmo.
O planejamento que fazemos (no nosso Lar, para a próxima existência encarnada) envolve um nível imenso de detalhes. Decidimos sobre nossos pais, dia e local de nascimento, raça, preferência sexual, forças e fraquezas físicas e psicológicas, irmãos e irmãs, filhos, amigos, inimigos, bons e maus relacionamentos amorosos, situação financeira, interesses, desinteresses, capacidade mental, vantagens, obstáculos, cada aspecto de nossa existência tridimensional é escolhido de maneira específica, de acordo com o que já experimentamos em vidas anteriores, com o que aprendemos no intervalo (entre encarnações) que passamos no Outro Lado e com o que decidimos alcançar nesta vida atual.
Também planejamos os problemas cruciais que iremos enfrentar. Compreendê-los nos fará entender que as forças e conflitos que enfrentamos não são, de maneira alguma, casuais. Nós os projetamos para garantir que nosso tempo aqui não seja desperdiçado e que essa escola tão dura que todos nós frequentamos seja a melhor oportunidade possível de aprendizagem e crescimento, na eterna viagem de nossa alma. Logo, nunca invente um "bode expiatório" para os seus problemas físicos e mentais...
Bibliografia consultada:
Sylvia Browne, As Bênçãos do Outro Lado, Editora Sextante, 2003.
Podemos fazer uma comparação bem simples. Pense em nossa existência encarnada na Terra como um ano escolar e considere o Outro Lado (vivenciado na condição desencarnada) como as férias de verão. Depois dessas férias, retornamos para mais um ano na escola (da vida) levando conosco o benefício de todas as lições e experiências que tivermos aprendido nos anos anteriores - seja na escola ou seja durante as férias. Nunca somos obrigados a recomeçar do zero a cada volta à escola.
Portanto, somos o mesmo espírito, único e singular, por toda a eternidade, abrindo nossos caminhos com o que aprendemos nessa dura escola da Terra e na educação sagrada dos ensinamentos que recebemos no nosso Lar (no Outro Lado, sem o corpo físico). Embora não possamos perceber conscientemente, as nossas vidas passadas exercem, todos os dias, um grande impacto em nossa vida presente. Somos, atualmente, um retrato fiel de nossa bagagem cármica acumulada ao longo de nossa existência.
Antes de encarnar (quando ainda estamos no nosso Lar, no Outro Lado), planejamos os erros que iremos cometer para podermos aprender com eles. Lembre-se: a dor, as feridas, o ressentimento, os maus tratos, as críticas, as preocupações, os medos e todas as formas de negatividade são realidades terrenas (tridimensionais), obras do ser humano e não de Deus. Nada disso existe no Outro Lado, e é exatamente este o motivo que nos faz vir aqui de tempos em tempos - a Terra é o único lugar onde nossos espíritos podem passar pela experiência de aprender a crescer com as dificuldades que enfrenta. Quando fazemos a transição daqui para lá, somos abençoados com a recordação total de cada momento de cada existência que vivemos, no Lar e na Terra, e de cada lição que aprendemos.
Um trem só vai para frente quando existe um atrito (uma resistência) entre suas rodas e os trilhos. Da mesma forma, você só vai para frente quando existe alguma dificuldade para você superar. O objetivo de nossos erros é aprender com eles. Não podemos aprender com nossos erros se nos recusarmos a assumir responsabilidade por eles. Quando colocamos nos outros a culpa por nossos erros, privamos a nós mesmos do conhecimento, o que é uma forma garantida de nos desviarmos dos caminhos que planejamos no nosso Lar.
Pense nos seus erros e lembre-se que você os incluiu em seu planejamento para que eles lhe ensinasse alguma coisa. A melhor maneira de saber se você realmente aprendeu com seus erros é observar, com toda a honestidade possível, se você os está repetindo. Saiba que, se você estiver insistindo em cometer os mesmos erros, você está fora do caminho inicialmente proposto. Não se lastime pelo que não fez, faça-o agora. Nunca é tarde para você começar a fazer a coisa certa, pois sua vida é infinita e ela irá acumulando os seus acertos, resultando em sua evolução espiritual.
Expressar a nossa divindade interior significa dedicar tempo e energia a algum ato de generosidade, alguma causa, algum objetivo, que sejam maiores e melhores do que nós, que elevem esta Terra e a tornem um lugar melhor para a nossa estada (esta é a nossa missão de vida). A melhor forma de atingir nosso objetivo como seres espirituais é louvar a Deus através de cada gesto, palavra ou ação de amor, compaixão e generosidade por todos os seres vivos que nos rodeiam.
Como cada planejamento feito é criado de maneira a expressar a profunda consciência de nossa sagrada divindade interior, nenhum deles jamais inclui cometermos o suicídio, o autoflagelo ou a falta de respeito por si mesmo.
O planejamento que fazemos (no nosso Lar, para a próxima existência encarnada) envolve um nível imenso de detalhes. Decidimos sobre nossos pais, dia e local de nascimento, raça, preferência sexual, forças e fraquezas físicas e psicológicas, irmãos e irmãs, filhos, amigos, inimigos, bons e maus relacionamentos amorosos, situação financeira, interesses, desinteresses, capacidade mental, vantagens, obstáculos, cada aspecto de nossa existência tridimensional é escolhido de maneira específica, de acordo com o que já experimentamos em vidas anteriores, com o que aprendemos no intervalo (entre encarnações) que passamos no Outro Lado e com o que decidimos alcançar nesta vida atual.
Também planejamos os problemas cruciais que iremos enfrentar. Compreendê-los nos fará entender que as forças e conflitos que enfrentamos não são, de maneira alguma, casuais. Nós os projetamos para garantir que nosso tempo aqui não seja desperdiçado e que essa escola tão dura que todos nós frequentamos seja a melhor oportunidade possível de aprendizagem e crescimento, na eterna viagem de nossa alma. Logo, nunca invente um "bode expiatório" para os seus problemas físicos e mentais...
Bibliografia consultada:
Sylvia Browne, As Bênçãos do Outro Lado, Editora Sextante, 2003.
Marcadores: Alma, aprendizado, bode expiatório, encarnação, erros, escola, espírito, missão, morte, mundo espiritual, nascimento, sabedoria, terra
