segunda-feira, junho 05, 2023

 

Alumínio e Mercúrio


Alumínio e mercúrio costumam ser usados em vacinas. Observe no vídeo abaixo a reação química que ocorre quando esses dois elementos são colocados em contato: 



https://t.me/c/1788483935/125542

Existe alta probabilidade de você morrer, se você tomar duas vacinas que levem à combinação desses dois elementos dentro de seu corpo. Confie na proteção natural de Deus (do Universo divino, da ciência verdadeira), e não confie na proteção das vacinas (da falsa ciência) desenvolvida por Satanás (e seus servos). Deus quer manter a sua vida, e Satanás (e seus servos) quer a sua morte, nesta terceira dimensão física.

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sábado, outubro 30, 2021

 

O Modelo Heliocêntrico


A ciência (satânica) oficial nos ensina que vivemos em um sistema heliocêntrico, onde o Sol é o corpo central em torno do qual circulam os seguintes planetas, em ordem crescente de distância do Sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão. Portanto, Mercúrio e Vênus só poderiam ser vistos da Terra durante o dia, não durante a noite. Mas qualquer pessoa pode ver Mercúrio e Vênus rotineiramente durante a noite com uma boa câmara fotográfica (Nikon P1000, por exemplo). Cheque mate: o modelo heliocêntrico está errado e a Terra é plana!

Veja:  https://www.brighteon.com/4911432f-8e5d-413c-9635-9e4995cf38bd

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sábado, dezembro 04, 2010

 

Lâmpadas Eletrônicas Econômicas



COMO COLETAR E DESCARTAR CACOS DE LÂMPADAS MINI FLUORESCENTES QUEBRADAS
ELAS CONTEM MERCÚRIO !!!!!!


Nem sempre sabemos o que fazer quando quebramos estas lâmpadas, então veja o aviso:


Aviso do Ministério britânico da Saúde ...

Atenção às lâmpadas de baixo consumo de energia. Se alguma se quebrar, devemos seguir as instruções do Ministério da Saúde britânico, que repasso, para evitar os graves danos causados pelo mercúrio à sua saúde e principalmente ao meio ambiente:

cid:1.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comcid:2.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comcid:3.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comMegaman Low Energy Dimmable 18W LilliputBulb.jpg

cid:6.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comcid:4.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comcid:5.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.com

Estes tipos de lâmpadas que são chamadas de lâmpadas de baixa energia, são perigosas quando se quebram! Em caso de quebra acidental todo mundo vai ter que sair da sala/quarto, pelo menos por 30 minutos, devido aos vapores tóxicos do Mercúrio que se espalham pelo ambiente!!


Estas mini lâmpadas contém Mercúrio (venenoso), que causa enxaqueca, desorientação, desequilíbrios e diferentes outros problemas de saúde quando inalado.


Em pessoas com alergias, causa problemas de pele e outras doenças graves se for tocado e/ou inalado.


Além disso, o ministério da saúde britânico alertou para não usar aspirador de pó para coletar os restos da lâmpada quebrada , pois a contaminação (por mercúrio) se espalhará em outras regiões da casa quanto você estiver usando o aspirador de pó novamente.


Como recolher / descartar os cacos da lâmpada:

1) Se tiver em casa uma máscara descartável (daquelas usadas para proteção do virus da Gripe H1N1), use-a evitando inalar o vapor do Mercúrio.

2) Use uma luva de borracha para pegar cuidadosamente os cacos da lâmpada quebrada, inclusive o que sobrou dela.


3) Coloque os cacos / sobras da lâmpada sobre um pano/flanela velha (nunca use jornal) embrulhando bem, e coloque (o pano com os cacos) dentro de um saco plástico. Amarre a boca do saco plástico.

4) Descarte o saco plástico (com os resíduos da lâmpada) em local adequado para descarte de baterias de celular ou pilhas comuns (algumas lojas como a Leroy Merlin tem este serviço).

5) Passe adiante esta informação (mas retire meu e-mail para proteger a minha privacidade!)


Aviso: O mercúrio é mais venenoso que o chumbo ou arsênio!!

cid:9.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.com




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sexta-feira, dezembro 04, 2009

 

Estará o Computador e a Televisão te Envenenando?


Parece que tudo que o homem fabrica ou inventa atualmente possui sérios efeitos colaterais. As novidades tecnológicas que todos nós passamos a amar e a depender delas, tais como unidades portáteis e computadores pessoais, são os últimos artigos na lista de perigos. Tais instrumentos emitem poluições química e eletrônica que quando nos expomos a elas por longos períodos podem potencialmente nos causar câncer [1].

A maioria dos produtos eletrônicos contêm BFR (brominated flame retardants = retardantes de chamas usando bromo), PCB (polyvinyl chlorinated byphenyl), arsênico, cádmio, mercúrio, chumbo, selênio, berílio, bário, e vai saber o que mais. Até o plástico destes instrumentos, quando aquecido, libera dioxinas prejudiciais ao nosso organismo.

Você absorve esses produtos químicos de muitas formas, principalmente através da inalação ou pelo toque, mas pode ser também através da água e do solo contaminados pelos refugos desses produtos. Se você usa bastante o seu computador, certifique-se que o seu ambiente esteja bem ventilado e aerado (abra as janelas que estiverem por perto!), e se você sentir o cheiro de algo sulfuroso, isso pode ser os retardantes de chama escapando do seu equipamento e que está fazendo você ficar doente. Também é uma boa idéia manter esses produtos fora de seu quarto de dormir.

Finalmente, vá para fora de casa e faça uma caminhada para limpar os seus pulmões. Apesar do banimento de certos produtos químicos (como PCB), os computadores e as televisões (particularmente as de telas planas), e a maioria dos outros produtos eletrônicos continuam a ser fabricados com produtos químicos altamente tóxicos, muitos dos quais nós não estamos cientes e seria prudente que o consumidor esteja alerta com relação aos riscos para a saúde envolvidos.

Por exemplo, lâmpadas fluorescentes de catodo frio são tipicamente usadas como luz de fundo em telas de LCD convencionais (de monitores e televisores) e elas contêm mercúrio, uma substância tóxica. No entanto, as novas telas de LCD com iluminação de fundo via LED (light emitting diodes) estão livres de mercúrio.

Referência:
[1] http://www.librarising.com/newsandcomments.html

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domingo, novembro 29, 2009

 

A Câmara de Gás


Na Segunda Guerra Mundial, a Alemanha utilizou câmaras de gás para exterminar pessoas. Hoje a maioria das residências possui uma câmara de gás, alimentada por gás liquefeito de petróleo (GLP), para exterminar alimentos e pessoas. Essa câmara de gás é conhecida por todos como "cozinha". Algumas pessoas usam este local da casa para se suicidar, abrindo o gás do fogão sem queimá-lo. No entanto, nunca vi um estudo científico que demonstre cabalmente que o gás de cozinha, tóxico antes de ser queimado para cozinhar (matar) os alimentos, passe a ser um gás saudável após ser queimado para cozer os alimentos (algo semelhante ocorre com a amálgama dentária: o mercúrio nela presente é muito tóxico fora de nossa boca, mas transforma-se milagrosamente em algo não-tóxico quando é colocado dentro de nossa boca!). Portanto, até prova em contrário, as pessoas que ficam muito tempo cozinhando alimentos em fogões a gás estão prejudicando a sua saúde por respirar esse gás tóxico (queimado ou não; certamente, a queima do GLP nunca é 100%, não é mesmo?). Por vias da dúvida, prefira fogões elétricos...

Foi também na Alemanha nazista que surgiu um outro método químico para prejudicar a maioria das pessoas: colocação de flúor na água distribuída para toda a população... Fique sempre alerta!

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sexta-feira, outubro 23, 2009

 

Vacinas e Autismo


Os pais deveriam se informar melhor sobre a composição das vacinas, antes de contaminar seus filhos com esses venenos. Abaixo coloco algumas informações para esclarecer melhor este tema.


O thiomersal, mais conhecido nos Estados Unidos como thimerosal, é um composto de organomercúrio (aproximadamente 49% de mercúrio, por peso) usado como um antiséptico e agente antifungal [1].

A companhia farmacêutica Eli Lilly deu a essa substância o nome comercial de merthiolato e ele tem sido usado como um preservativo em vacinas, além de ser vendido livremente para toda a população.

Antigamente, o merthiolato era chamado, aqui no Brasil, de mercúrio-cromo. No entanto, como aparecia explicitamente a palavra "mercúrio" no nome desse produto, e as pessoas começaram a perceber que o mercúrio é um elemento tóxico (usado no garimpo de ouro, por exemplo), as autoridades do país fizeram a mudança repentina do nome "mercúrio-cromo" para "merthiolato", que não explicita a presença de mercúrio em seu nome. Obviamente, a intenção desta mudança de nome é esconder a verdade da população! O merthiolato é muito tóxico por inalação, ingestão e em contato com a nossa pele (que é seu uso mais usual pela população em geral), possuindo efeitos cumulativos. Em casa, procure usar água oxigenada ao invés de merthiolato, nas situações em que você usaria normalmente este último. Se você não sabia porque mudaram o nome do mercúrio-cromo, agora você sabe...

O thimerosal foi usado pela primeira vez em 1931 [2]. Ele é o culpado por milhões de mortes desde esta época em todo o mundo e, pior ainda, este aditivo mortal das vacinas envenenadas com mercúrio é responsabilizado como sendo a causa da devastadora doença mental das crianças conhecida como autismo. Apesar de sempre negada pelos governos do Ocidente e pelas companhias farmacêuticas, o autismo apareceu pela primeira vez no Ocidente nos anos 1930s, após a pressão feita pelas autoridades para dar vacinas às crianças com o aditivo thimerosal presente, nas nações do Ocidente.

Se você ainda não está convencido(a) da relação causal entre vacinas e autismo, tome conhecimento deste FATO que tem ocorrido nos Estados Unidos [3]:

É interessante notar que nos Estados Unidos, onde vacinas carregadas de thimerosal têm sido, por muito tempo, mandatórias para todas as crianças, existem dois grupos de pessoas que há muito tempo têm exigido (e conseguido) "exceção" à vacinação de suas crianças, por motivo religioso: A Nação do Islã, em Chicago, e a seita religiosa Amish. Uma curiosa "coincidência" ocorre com estes dois grupos... milhares de suas crianças NUNCA foram vacinadas e nenhum desses grupos jamais registrou um único caso de autismo!

É muito interessante também notar que nos Estados Unidos, o governo não está apenas preparando uma vacina contra a gripe suína, mas estão sendo preparadas duas delas [2]. A primeira, chamada Live-Attenuated [H1N1 LAIV] (vacina via spray nasal, para "atenuar a sua vida"), não contém thimerosal ou outros preservativos danosos e é recomendada apenas para os militares saudáveis e para pessoal potencialmente em idade para o serviço militar e sem doenças ou gravidez, entre as idades de 2 a 49 anos.

A segunda vacina, chamada Live-Inactivated (dada via injeção, para "inativar sua vida"), tem o thimerosal e outros preservativos danosos e é recomendada para todas as demais pessoas! Informes dizem que um desses "outros preservativos" presente nesta vacina é o composto orgânico mortal chamado Squalene, que é acusado pela doença catastrófica chamada Síndrome da Guerra do Golfo Pérsico que, de acordo com o governo norte-americano, atingiu cerca de 1 em 4 dos 697.000 veteranos dos EUA que serviram na primeira Guerra do Golfo Pérsico (pois foram vacinados; esta síndrome não atingiu os soldados das outras nações, que não receberam esta vacina venenosa).

Vacinação é uma das armas usadas pela elite mundial (NWO) para executar o projeto de redução da população mundial. Genocídio geral...

Sabendo de tudo isso, você ainda continuará sendo a primeira pessoa (vítima) na fila para receber a vacina preparada contra a gripe suína (em 2010) aqui no Brasil??


Referências:
[1] http://en.wikipedia.org/wiki/Thiomersal
[2] http://www.whatdoesitmean.com/index1288.htm
[3] Crianças que não são vacinadas nunca pegam autismo!:
http://www.venusproject.com/ethics_in_action/Children_Autism.html

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domingo, fevereiro 15, 2009

 

O Combate ao Mercúrio

É mais que urgente entrar em ação. Há mais de um século conhecemos os danos que o mercúrio provoca no nosso sistema nervoso

Os ministros do Meio Ambiente reunidos nesta semana em Nairóbi, Quênia, poderão tomar uma decisão de grande importância para afastar uma ameaça mundial à saúde das vidas de centenas de milhões de pessoas.

Uma estratégia para enfrentar seriamente o metal pesado mercúrio e seus compostos altamente tóxicos será discutida pelo Conselho Governante do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em sua reunião de 16 de fevereiro de 2009.

O "quadro de política" em relação ao mercúrio, resultado de sete anos de discussões intensas lideradas pelo Pnuma, representa o primeiro esforço global coordenado para enfrentar o problema da poluição por mercúrio. Ele abrange a redução na demanda de produtos e processos, do comércio internacional, das emissões de mercúrio na atmosfera e, ainda, a limpeza de locais contaminados.

Os ministros precisam decidir como tais ações devem ser realizadas. Alguns, como os dos países-membros da União Europeia, defendem um tratado cuja observação seja legalmente obrigatória. Outros querem acelerar uma abordagem voluntária.

É mais que urgente entrar em ação. Os danos provocados pelo mercúrio ao sistema nervoso humano são conhecidos há mais de um século. O chapeleiro louco de "Alice no País das Maravilhas" ecoava o fato de que os chapeleiros trabalhavam com mercúrio para reforçar as abas dos chapéus.

Enquanto isso, diretrizes alimentares relacionadas a peixes como atum são, em muitos países, direcionadas só a pessoas em grupos de risco, como gestantes. Na Suécia, por exemplo, cerca de 50 mil lagos têm lúcios (um tipo de peixe) com níveis de mercúrio superiores aos limites aceitáveis segundo as normas de saúde internacionais. As mulheres suecas em idade fértil são aconselhadas a não consumir lúcios, percas e enguias, mas o restante da população só é aconselhada a não consumi-los mais de uma vez por semana.

Impactos potenciais do mercúrio incluem prejuízos às funções da tireoide e do fígado, irritabilidade, tremores, perturbações da vista, perda de memória e, possivelmente, problemas cardiovasculares.

A boa notícia é que, nos últimos meses, tanto a Europa quanto os EUA aprovaram a proibição das exportações de mercúrio; a União Europeia fixou o prazo máximo de 2011.

Enquanto isso, alguns governos, em cooperação com o Pnuma, vêm identificando uma ampla gama de produtos e processos para os quais existem alternativas comprovadas e de baixo custo, que não envolvem o mercúrio.

Para outros, pelo menos em algumas economias e para alguns fabricantes, as alternativas não são tão claras. Vêm à mente as lâmpadas de descarga de alta intensidade para uso fora da indústria automobilística (como as lâmpadas fluorescentes compactas, que usamos cada vez mais em nossos lares, por ser mais eficientes no consumo de energia), algumas telas de cristal líquido (para computadores e televisões) e certos tipos de produção de plástico.

É necessário demonstrar flexibilidade. Mas é preciso determinar uma visão clara e inequívoca de um futuro com baixa utilização de mercúrio. Isso promoverá a inovação e um leque maior de alternativas de baixo custo.

Um caso especial em pauta talvez seja o garimpo de ouro artesanal e em pequena escala. Suas vítimas estão entre as pessoas mais pobres do mundo. Estimados 10 milhões de garimpeiros e suas famílias podem estar sofrendo de contaminação ou exposição prejudicial ao mercúrio em países que vão do Brasil e da Venezuela à Índia, Indonésia, Papua-Nova Guiné e Zimbábue.

Os argumentos econômicos maiores são fortes. Estimamos que cada quilo de mercúrio retirado do ambiente possa gerar até US$ 12.500 de benefícios sociais, ambientais e para a saúde humana.

Enquanto isso, há evidências de que, em lugar de diminuir, a poluição por mercúrio pode estar aumentando, em parte em decorrência do aumento da queima de carvão mineral na Ásia. Das cerca de 6.000 toneladas de mercúrio que entram no meio ambiente no mundo todos os anos, mais ou menos 2.000 toneladas vêm de usinas termelétricas e da queima de carvão em residências. Liberada na atmosfera ou nos rios, a toxina pode percorrer centenas ou milhares de quilômetros (a partir do ponto de poluição).

À medida que as mudanças climáticas provocam o derretimento do Ártico, o mercúrio preso no gelo e nos sedimentos está sendo novamente liberado nos oceanos e na cadeia alimentar. Assim, existem ligações evidentes e positivas entre as decisões tomadas pelos ministros do Meio Ambiente no Conselho Governante e as que serão tomadas ainda neste ano na reunião crucial da convenção climática da ONU que terá lugar em Copenhague (Dinamarca).

Ninguém que vive hoje no planeta está livre de algum nível de contaminação por mercúrio. A Organização Mundial da Saúde afirma que não existe um nível seguro de mercúrio. Portanto, a inação em relação ao desafio global do mercúrio já deixou de ser opção possível.

Devemos isso às grávidas e às crianças ainda não nascidas em todo o mundo, aos garimpeiros e suas famílias. Devemos isso a todos os que desejam um mundo mais saudável e menos poluído.

Fonte:
Achim Steiner [Subsecretário-geral das Nações Unidas e diretor-executivo do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente)], O Combate ao mercúrio, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Tendências/Debates, pg. A3, 15 de fevereiro de 2009.

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sábado, maio 31, 2008

 

Perigos que vem do Mar


Perigo à mesa: peixes e camarões contaminados com mercúrio
29/05/2008

Roni Filgueiras


Divulgação UFRJ

Embora os camarões criados com ração contaminada não
representem risco a humanos, animais não ganham peso


O biofísico Mauro de Freitas Rebelo, pesquisador e professor do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Jovem Cientista do Nosso Estado (FAPERJ), estuda frutos do mar há mais de uma década. Nos últimos anos, três trabalhos, conduzidos por ele ou em que participou, revelaram dados estarrecedores da qualidade desses alimentos consumidos no país. De populações ribeirinhas do Amazonas aos restaurantes estrelados do Rio de Janeiro, são várias as chances de se ingerir frutos do mar e peixes contaminados por metais pesados.

É o caso verificado no Amazonas. "As pesquisas do nosso laboratório, lideradas pelos biólogos João Paulo Torres e Wanderley Bastos, no rio Madeira, e Jean Remy Davee Guimarães, no rio Tapajós, mostram que 70% das espécies de peixes carnívoros da Amazônia, como o tucunaré e o pintado, têm concentrações acima de 500 ng/g (500 nanogramas por grama). Alguns chegam a acumular 4700 ng/g. Entre os detritívoros (que se alimentam de dejetos), como o curimbá e o curimatã, herbívoros e omnívoros, esse percentual cai para 20%", atesta Mauro Rebelo que lembra que para as populações ribeirinhas esses peixes são a principal fonte alimentar.

Para efeito de comparação, cerca de 900 habitantes de Minamata, cidade na costa ocidental da Ilha de Kyushu, no Japão, morreram vítimas da contaminação deste metal provocada pelas atividades da Corporação Chisso, na década de 1950. O nível de mercúrio no organismo humano chegava a 60 ng/g, o que levava a convulsões, surtos de psicose, perda de consciência, febre alta, coma e, em alguns casos, morte.

A contaminação por mercúrio na região Amazônia começou a chamar a atenção com a corrida do ouro, nos anos 1980, cujo ápice foi o garimpo de Serra Pelada, no Pará. Na época, o professor Wolfgang Pfeiffer fez uma pesquisa para estudar os níveis de contaminação de mercúrio na extração do ouro de aluvião do Rio Madeira e constatou que os peixes estavam envenenados. Na década de 90, com o fim da corrida do ouro, os níveis de mercúrio recrudesceram. Verificou-se, então, que o mercúrio não vinha somente da atividade extrativista, mas do próprio solo da floresta. Com o desmatamento para a pecuária e a plantação de soja, o solo ficou desprotegido e o mercúrio, que faz parte da composição da terra, foi levado para os rios com a lixiviação (processo de lavagem de solos pelas águas das chuvas carregando os sedimentos para outras áreas).

Bastos, Torres e uma equipe de pesquisadores, incluindo Rebelo, pesquisaram 20 famílias que moravam às margens do Lago do Puruzinho, no Amazonas, próximo do município de Humaitá, divisa com Rondônia. São cerca de 200 pessoas que vivem numa economia de subsistência, pesca basicamente, sem luz elétrica nem água encanada. Por meio de testes (de fios de cabelo até leite materno), os cientistas descobriram que a população apresentava níveis de mercúrio acima do permitido. "Os níveis estavam entre 6 e 16 ng/g ou ppb (partes por bilhão, um em um bilhão, o mesmo que ng/g) de mercúrio, o que, segundo especialistas, seria suficiente para causar déficit de aprendizado, perda de sensibilidade nas extremidades, constrição do campo visual, danos no sistema nervoso central", enumera Rebelo, 37 anos, doutor em biofísica pela UFRJ (2001) e pós-doutor pela Università degli Studi del Piemonte Orientale, na Itália.

Num único jovem foi detectado cerca de 30 ppb de mercúrio, revelou o biólogo. Apesar das evidências, os pesquisadores não encontraram danos aparentes na população ribeirinha do Amazonas. Apesar disso, aconselharam as grávidas a suspenderem o consumo de peixe durante a gestação. "É sabido que o mercúrio causa má-formação no sistema nervoso de fetos", disse Rebelo.

Outra pesquisa, realizada por Wanderlei Bastos, da Universidade Federal de Rondônia, mapeou o Rio Madeira e confirmou os resultados da equipe de Puruzinho. "Foram estudados cerca de mil quilômetros de rio, visitaram os ribeirinhos, coletaram amostras de cabelo, peixe, sedimentos, água, a cada 25 quilômetros de rio", explicou o biólogo. O estudo, realizado entre 2004 e 2007, gerou uma tese defendida no final do ano passado.

O grupo de pesquisa em que Rebelo atua dedica-se há dez anos a analisar as baías de Guanabara, Sepetiba e Ilha Grande, o sistema do Paraíba do Sul e Guandu, além dos reservatórios de Vigário e Ribeirão das Lages, no estado do Rio de Janeiro. Rebelo elegeu as coquilles saint-jacques (conhecidas ainda como vieira, vieira-de-mergulho e leque-do-mar) para o estudo sobre toxicidade. E os resultados também se aproximam dos encontrados na Amazônia e no Ceará.

O Instituto de Ecodesenvolvimento da Ilha Grande, localizado na Baía de Sepetiba (uma ONG e laboratório que recebe financiamento da Petrobras para executar um projeto de repovoamento de moluscos na região), forneceu as coquilles saint-jacques para o projeto "Toxicocinética de zinco e cádmio no Nodipecten nodosus". "Queríamos investigar se o ambiente estava poluído, pois a coquille saint-jacques é resistente à contaminação, ela não acumula zinco, mas cádmio", explicou Rebelo. A investigação analisou a contaminação para nove metais pesados. "Encontramos apenas cádmio e zinco acima dos níveis basais."

A Baía de Sepetiba sofreu durante quase 40 anos com as atividades da Ingá Metalúrgica (indústria produtora de óxido de zinco e zinco em pó), que despejou cádmio e zinco nas águas sem qualquer tratamento. A indústria faliu em 1998. E as suspeitas da contaminação surgiram durante as obras de ampliação do Porto de Sepetiba, que ficava ao lado da Ingá, nos anos 90. A dragagem acontecia em Itaguaí e os rejeitos supostamente deveriam acontecer longe da costa, mas teriam sido depositados em Mangaratiba. O caso foi parar na Justiça. "Hoje, este é um dos maiores passivos ambientais do país e o rejeito foi comprado pelo governo de Minas Gerais", recorda Rebelo.

As cerca de 40 fazendas produtoras de vieiras da região da Baía da Ilha Grande criam esses animais engaiolados, deixando os moluscos confinados no mar, de onde eles extraem o fitoplâncton para sua alimentação. "Esses animais dão uma boa amostragem da poluição do ambiente", explica Rebelo. "Há fortes evidências de que a poluição proveniente dos rejeitos da Ingá esteja chegando à região, que produz 90% das vieiras que abastecem os restaurantes do Rio de Janeiro", calcula Rebelo. "Como não há na legislação brasileira limites de contaminação para todos os metais em pescados, usamos, então, os parâmetros da ONU que estipulam o limite de 1ppm (micrograma de cádmio por grama de coquille)." Como os coquilles chegam a acumular até 15 ppm, se uma pessoa ingerisse 20 vieiras, já se teria superado o teto de tolerância para ingestão diária de cádmio permitido.

Os estudos de Rebelo e sua equipe querem justamente monitorar e prevenir desastres ambientais usando como referência de contaminação a fauna local. "Nossa linha de pesquisa principal é o estudo de mecanismos de toxicidade e detoxificação em invertebrados para o desenvolvimento de biomarcadores de contaminação que possam contribuir para o monitoramento costeiro e a qualidade dos ecossistemas adjacentes", explica Rebelo. "Estamos aplicando ferramentas de biologia molecular, como PCR em tempo real e microarranjos de DNA, para estudar esses mecanismos em nível molecular."

A conclusão da pesquisa intitulada "Estudos de perfis de expressão gênica em bivalves expostos a


Divulgação UFRJ

As várias fases da criação em cativeiro: de larvas ao
crustáceo adulto, pronto para a pesca e consumo

contaminantes ambientais – Construção de uma nova abordagem para estudos ecotoxicológicos", feita no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ, também aponta para uma fonte de envenenamento de frutos do mar inusitada. Uma das vertentes da pesquisa, que estuda a contaminação de camarões cultivados no Nordeste, mostra a partir da análise de dez marcas de rações dadas a camarões, que esses insumos são os responsáveis pela contaminação desses animais por mercúrio (Hg) e cobre M.

"As concentrações de mercúrio variavam de um lote para outro da mesma ração. Isso indica que a contaminação não aconteça no processo de produção da ração. A farinha de peixe já deve vir contaminada", sugere o biólogo Diogo Coutinho, estudante de mestrado e participante do projeto pela UFRJ. A hipótese é que os peixes comprados pelas fábricas beneficiadoras são de má qualidade e já chegam contaminados. "Peixes do topo da cadeia alimentar, mamíferos marinhos, animais que vivem em locais contaminados podem apresentar elevadas concentrações de mercúrio nos tecidos. E principalmente nas vísceras, que podem ser usadas também para fazer a farinha de peixe", explica.

Segundo Coutinho, não há motivos para a população se alarmar, pois os índices de contaminação não representam perigo à saúde humana. Mas já não se pode falar o mesmo em relação aos animais. Mesmo sem ficar envenenados, estes animais sofrem com efeitos colaterais, como o baixo peso. Isso se dá, segundo as análises, porque o organismo do animal gasta energia para expelir o metal pesado, ficando, assim, abaixo do peso. "Realmente, os níveis de mercúrio encontrados nos camarões não são maléficos à nossa saúde, já que estão bem abaixo dos limites estipulados no Brasil (0,5 ng/g por dia de Hg). Mas as concentrações de mercúrio a que os camarões estão sendo submetidos, mediante a contaminação nas rações, estão sendo prejudiciais para os próprios camarões. Os nossos experimentos mostram justamente isso, que os animais estão acumulando o metal proporcionalmente às concentrações encontradas no alimento", conclui Coutinho.

O estudo, que consumiu dois anos, foi feito em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), dentro do projeto Rede de Carcinicultura do Nordeste, apoiada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. O objetivo dos biólogos, que realizaram a experiência no complexo estuário do Rio Jaguaribe, no Ceará, era revelar as variáveis da detoxificação (que significa a retirada de substâncias tóxicas do organismo, que difere da desintoxicação, que é a retirada de substâncias tóxicas do organismo por meio do uso de outros tóxicos).

Mas, afinal, o que determina a legislação brasileira em relação à fiscalização das rações? "Não consta nenhuma resolução na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão responsável pelo controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias) que obrigue as beneficiadoras de ração a informarem ao produtor a existência de contaminação de qualquer tipo no rótulo das rações. Parece também que a Anvisa não fiscaliza as rações, já que em todos os lotes amostrados por nosso grupo, foi encontrada contaminação pelo metal", alerta Coutinho.

Uma solução para controlar as contaminações, ou pelo menos reduzi-las, seria a aquisição de peixes de procedência reconhecida por parte das fábricas de ração, aconselham os biólogos. "Além disso, as beneficiadoras deveriam passar a fazer avaliações periódicas nas rações fabricadas, para uma série de contaminantes, como por exemplo, o mercúrio. Com essas medidas, quem sai ganhando é o produtor, já que o prejuízo conseqüente da compra de rações de má qualidade vai pesar no seu bolso", indica Coutinho. Mesmo estando abaixo do nível tolerado pelo organismo, a ingestão de camarão contaminado com mercúrio só acarretaria efeitos nocivos nos seres humanos dependendo da dose. Segundo Coutinho, "para que essas concentrações pudessem representar um risco importante, o consumo deveria ser altíssimo".

Neste momento, Mauro Rebelo se dedica a projetos de genomas para moluscos, uma pesquisa inédita no país. "A FAPERJ tem apoiado essa linha de pesquisa, nos beneficiando com diversos editais para jovens pesquisadores e agora vamos concorrer no edital de grupos de pesquisa emergentes. Apesar disso, os recursos ainda são parcos, pois essas técnicas são muito dispendiosas. Não existem projetos genomas para ostras, mexilhões e camarões e todo nosso trabalho aplicado depende do desenvolvimento de uma sólida base de conhecimento básico. Vamos continuar trabalhando."


© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas desde que citada a fonte.

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segunda-feira, maio 07, 2007

 

Amálgama Dentária Fumegante = Gás Venenoso


A amálgama dentária que é colocada em nossa boca constitui a principal fonte de poluição de nosso corpo com o elemento químico tóxico [metal pesado] chamado mercúrio. A amálgama libera constantemente mercúrio que vai se acumulando continuamente em muitas partes de nosso corpo, como, por exemplo, os rins e intestinos. Ao mastigarmos, aumentamos a liberação de mercúrio (e chumbo) da amálgama, aumentando o prejuízo orgânico. No filme abaixo, pode-se observar a "fumaça" associada à vaporização da amálgama de um dente extraído de uma pessoa, na temperatura normal encontrada, por exemplo, na boca. É também alertado que as mães grávidas não tenham amálgamas na boca, para não transferir mercúrio para seus fetos e, após o nascimento, para não transferir mercúrio ao bebê, através da amamentação.

http://www.youtube.com/watch?v=9ylnQ-T7oiA

Para saber mais:
1. http://www.youtube.com/watch?v=XU8nSn5Ezd8

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sexta-feira, abril 22, 2005

 

A Poluição pelo Mercúrio - 4

O problema continua a se agravar...

Mercury in Fish Prompt Broader N.Y. State Ban

Apr 15, 3:59 PM (ET), 2005

By MICHAEL GORMLEY

ALBANY, N.Y. (AP) - The state Health Department on Friday warned women of
childbearing age and children younger than 15 to avoid eating most species
of fish caught anywhere in the Adirondacks and Catskills. The advisory is
one of the most expansive ever in New York regarding mercury found in fish.

The warning says young women and young children should avoid eating northern
pike, pickerel, walleye, largemouth bass, smallmouth bass and larger yellow
perch from all waters in the Adirondack and Catskill mountain regions
because of mercury contamination.

The advisory comes after years of restricting individual ponds, lakes and
other waterways.

Mercury can effect a developing nervous system as well as the development of
organs in a fetus, infants and young children. Some of the contaminants may
also build in women and may be passed on during breast feeding, according to
the state Health Department.

Federal and state action is limiting smokestack pollution from power plants
and other facilities. Thatnot only reduces the amount of mercury residue
that falls in New York, but also the compounds that create acid rain in New York. Acid rain accelerates the absorption of mercury in fish.
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Esta poluição está perto de nós... :

J. Braz. Chem. Soc. v.16 n.6a São Paulo nov./dez. 2005

Evaluation of mercury contamination in sediments from Santos - São Vicente Estuarine System, São Paulo State, Brazil

Marcos Antonio Hortellani*, I; Jorge Eduardo Souza SarkisI; Jarbas BonettiII; Carla BonettiII

ILaboratório de Caracterização Química, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, IPEN-CNEN/SP, Av. Lineu Prestes, 2242, 05508-900 São Paulo - SP, Brazil
IILaboratório de Oceanografia Costeira, Universidade Federal de Santa Catarina (LOC-UFSC) Trindade 88040-900 Florianópolis - SC, Brazil

RESUMO

A distribuição da contaminação por mercúrio no sistema estuarino de Santos - São Vicente foi observada pela análise de 31 amostras de sedimentos coletadas desse sistema, incluindo as áreas de manguezais localizadas em zonas sob influência urbana, industrial e portuária. Os valores obtidos de Hg variaram de 0,04 a 1,19 µg g –1, sendo que cerca de 90% das amostras apresentaram concentrações superiores a 0,13 µg g –1, limite estabelecido pela legislação Canadense e adotado pela Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental de São Paulo (CETESB), abaixo do qual não é observado efeito adverso na comunidade biológica. Entre estas, cerca de 35% possui teor de Hg > 0,70 µg g –1, provável nível de ocorrência de efeito adverso à comunidade biológica, indicando um aumento devido às atividades industriais, portuárias e urbanas. A fim de se verificar a relação entre os parâmetros investigados, foi feita análise estatística empregando-se o software SPSS-10.0. Utilizou-se o teor de lama para normalizar o de Hg, como recurso para detectar o grau de contaminação da região.

Para ler o artigo Evaluation of mercury contamination in sediments from Santos - São Vicente Estuarine System, São Paulo State, Brazil, disponível na biblioteca eletrônica SciELO, clique aqui.

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sexta-feira, abril 08, 2005

 

A Poluição pelo Mercúrio - 3


Vejamos mais algumas informações sobre o envenenamento humano por mercúrio, tirado do site http://www.uwsp.edu/geo/courses/geog100/Lead-Mercury.htm

A maioria dos problemas com a intoxicação por mercúrio é seu efeito indolente e lento, que nunca deixa o paciente saber que é o mercúrio que está na raiz de seu problema físico [dificuldade de identificar a relação causa-efeito]. Os bebês são expostos ao mercúrio no ventre de suas mães, quando as mães transferem o mercúrio para o feto através da placenta. Assim que o feto sai fora do útero, existem muitas formas de os níveis de mercúrio continuarem a se acumular. As áreas usuais onde o mercúrio está presente são: tubo de descarga dos veículos automotores, pesticidas, fertilizantes, amálgamas dentárias, água de beber [da torneira e dos poços], farinha branca, comida processada, amaciantes de roupa, peixes e frutos do mar, talco, pigmentos de tinta e solventes, laxantes, mercuriocromo/metiolato, cosméticos, ceras e polidores de solo, preservativos para madeira, encanamentos de chumbo, adesivos, baterias, filtros de ar condicionado, etc.

Outra fonte de poluição por mercúrio, como já dissemos anteriormente, são a queima de carvão em caldeiras, nas usinas termo-elétricas e no aquecimento de lares no inverno [principalmente nos lares do hemisfério norte].

Alguns caso de envenenamento por mercúrio: Em 1965, em Niigata - Japão, 330 pessoas foram infectadas por comer peixe contaminado. Treze delas morreram. No Iraque, em 1961, no Paquistão, em 1963, e na Guatemala, em 1966, mais de 30 pessoas foram infectadas em cada caso, por comerem farinha feita de sementes tratadas com fungicidas contendo mercúrio. Nos Estados Unidos, no Novo México, um fazendeiro e sua família foram envenenados por comer um leitão que tinha sido contaminado por comer sua lavagem.

O caso mais infame de envenenamento em larga escala por mercúrio ocorreu na Baía de Minamata - Japão, em 1952: A Chisson Chemical Company jogou mercúrio no porto de Minamata. A população local comeu o peixe contaminado deste porto. Como resultado, 397 pessoas foram infectadas. Dessas, 68 pessoas morreram, inclusive 22 bebês ainda não nascidos. Minamata foi o primeiro caso conhecido de envenenamento por mercúrio em larga escala. Por isso, o envenenamento por mercúrio é algumas vezes chamado de "doença de Minamata".

Fique esperto(a)! Veja mais uma notícia sobre mercúrio abaixo [em inglês].
Abraço, Rui.


Optional: "A Dartmouth College scientist whose specialty was the dangers of heavy metals died of mercury poisoning this week, 10 months after as little as a drop of a rare toxic compound apparently seeped through her rubber gloves. Karen Wetterhahn, 48, had been hospitalized since January, when tests showed 80 times the lethal dose of mercury in her blood, a college investigation showed. After she was diagnosed on Jan. 28, Wetterhahn told investigators she remembered spilling one to several drops of dimethylmercury in August." -- Associated Press, 11 June 1997 01:38 AM ET, HANOVER, N.H. REF

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A Poluição pelo Mercúrio - 2

Existe uma pesquisadora da Unicamp [Anne Hélène Fostier] que forneceu uma série de informações interessantes sobre os perigos da poluição ambiental pelo mercúrio, para o Jornal da Unicamp [http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/fevereiro2005/ju278pag04.html].
Recomendo fortemente a leitura desse artigo.

Como vimos na primeira postagem desta série [28.mar.05], a China é um dos países que mais contribuem para a poluição atmosférica com mercúrio, devido à queima de carvão em suas usinas termo-elétricas. O Brasil também vem contribuindo com essa poluição devido à combustão de biomassa [fogo nos canaviais, fogo nas florestas para gerar espaço para pastagens e para agricultura, principalmente soja] e garimpo de ouro [que usa mercúrio na separação do ouro, mercúrio esse vaporizado, em seguida, usando maçarico].

Deveríamos nos conscientizar sobre nosso papel na preservação do meio ambiente, evitando jogar no lixo [ou no esgoto] os materiais que contenham mercúrio [e outros metais pesados tóxicos], após sua vida útil, tais como pilhas/baterias, lâmpadas fluorescentes [comuns e compactas], amálgamas dentárias, etc. Eu, por exemplo, estou reciclando estes materiais [ou via coleta seletiva do lixo, ou devolvendo esses materiais, após usados, para os locais onde os comprei]. É importante também lembrar que praticamente todas as vacinas são feitas usando mercúrio, o que pode estar contribuindo para o aumento dos casos de autismo em nossas crianças, já que elas têm sido submetidas a uma enorme quantidade de vacinas, de forma sistemática.

Um abraço a todos, Rui.

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segunda-feira, março 28, 2005

 

A Poluição pelo Mercúrio


O mercúrio é um elemento altamente venenoso para o organismo humano. Devido ao seu uso crescente nos últimos séculos, a concentração de mercúrio no ar, água e solo tem aumentado continuamente, atingindo níveis críticos em muitas situações, causando nosso envenenamento. O acúmulo de mercúrio em nosso corpo leva a uma série de doenças graves, como o autismo e doenças relacionadas ao cérebro e sistema neurológico, como doenças de Alzheimer e Parkinson.

É usual colocarmos mercúrio dentro de nosso corpo, de forma proposital, na forma de obturações de amálgama [que vazam mercúrio lentamente em seu organismo] e através das inúmeras vacinas que são dadas às nossas crianças, de forma quase compulsória. Mas nossa ingestão de mercúrio é muito maior, sendo feita de forma invisível, devido à poluição do ar [via nossa respiração], da água e da terra [via nossos alimentos] por esse elemento. Ficou famosa a contaminação por mercúrio causada pela ingestão de peixes contaminados com esse elemento em uma pequena cidade japonesa [Myamata?]. Os "frutos do mar" também são fatores potenciais para ingestão humana de mercúrio.

A FDA [Food and Drug Administration - USA] diz que 2 a 3 mil toneladas de mercúrio metálico estão sendo liberadas no ar devido a fontes geradas pelo homem e, portanto, a contaminação poluidora atual de um ano está entre 7 e 9 mil toneladas, quando todas as fontes, incluindo as naturais, são levadas em consideração. Muito disso vem da produção antiga de mercúrio que está armazenada em produtos que estão no fim de sua vida útil, como velhas minas de mercúrio vazando em riachos, da cremação de pessoas que possuem obturações de almálgamas que evaporam neste processo, lixo dos consultórios odontológicos, operações atuais de mineração, termômetros quebrados de mercúrio e pilhas/baterias jogadas em aterros, reciclagem de carros que possuem chaves de luz usando mercúrio, bulbos de lâmpadas fluorescentes usadas, etc.

As usinas termelétricas dos USA colocam hoje 48 toneladas de mercúrio por ano na atmosfera, por queimar carvão. A China coloca 600 toneladas de mercúrio no ar cada ano, sendo responsável pela maior parte das emissões não-naturais do mundo. E esse volume está crescendo rapidamente devido ao grande número de usinas de energia acionadas por carvão, que estão em construção na China. A China, por si só, está trazendo rapidamente uma crise do mercúrio.

Fala-se muito do buraco na camada de ozônio, mas muito pouco desta outra ameaça: a poluição química mundial pelo mercúrio.

Seja uma pessoa de atenção!

Abraços, Rui.

Para saber mais:
1. http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=5367
2. http://jp1.estis.net/sites/cien_mz/default.asp?site=cien_mz&page_id=73762CAE-7D26-4ECA-B7E7-8BB1F26230E4

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