segunda-feira, janeiro 21, 2008
A Solução está Pronta
A intuição
Nos níveis mais profundos da consciência existem respostas para todas as nossas indagações. Saber disso é o primeiro passo para a intuição fluir livremente e trazer-nos essas soluções. Em seguida, precisamos deixar de contrapor sentimentos, desejos, preconceitos e idéias ao que vem do nosso mundo interno.
Se desobstruirmos o caminho para o inconsciente e ficarmos diante dele como se fôssemos recém-nascidos, totalmente inexperientes, as respostas a questões existenciais e as soluções para os mais diversos problemas que enfrentamos podem emergir.
A intuição é a compreensão direta de certo aspecto da realidade. Emerge sem que raciocinemos, pois não depende da atividade mental costumeira. Introduz-se na mente e imprime-se no cérebro no intervalo entre os pensamentos. Quanto maior for esse intervalo, de maneira mais nítida e completa ela será captada.
Poucos sabem que se perguntarem algo ao inconsciente obterão resposta, e que lhes cabe tão-somente estar receptivos a ela.
Abertura ao mundo interior
Há várias maneiras de interrogar o inconsciente. Certas pessoas conversam consigo mesmas, outras escrevem, outras formulam perguntas mentalmente, voltadas para o interior de si próprias. Há também as que buscam orientação interna sem chegar a formular perguntas - simplesmente se colocam em um estado expectante e tranqüilo. A forma como sucede o contato com o inconsciente é determinada pelo temperamento de cada um.
Um aspecto que conta muito para esse contato com o inconsciente efetivar-se é a intensidade com que emitimos a indagação. É importante plasmar as idéias de modo claro e coerente, estando bem consciente do seu princípio, meio e fim, e entregá-las com desapego ao próprio mundo interno. Desse desapego vem o equilíbrio e a paz que propiciam à intuição revelar-se.
Se nos concentramos excessivamente e fazemos a pergunta com ansiedade, impedimos que a resposta venha, pois nossas expectativas agem como um obstáculo entre nós e a realidade interna. Por outro lado, se não dedicamos a isso amor e atenção suficientes, o apelo não chega às camadas profundas do nosso ser, onde a solução está pronta. Há, pois, um delicado equilíbrio a ser conseguido entre a pergunta e a espera tranqüila.
O grau de energia necessário para emitir a pergunta é descoberto com a prática, com a dedicação. É um processo rico de ensinamentos.
Depois de formular a pergunta com clareza e enviá-la corretamente, devemos pôr de lado o assunto, para que nosso mundo interior possa agir sem perturbações nem interferências. Se, por exemplo, insistirmos na mesma pergunta, se ficarmos pensando no assunto ou se cobrarmos a resposta, atrairemos novamente para a superfície da consciência o que deveria estar sendo trabalhado em quietude, nas áreas profundas do ser. Impediremos, assim, que nos seja revelada a solução procurada.
Um meio de evitarmos que a mente interfira é fazer a pergunta antes de adormecer ou antes de nos ocupar com alguma tarefa que nos vá absorver toda a atenção.
Suponhamos que nos acometam dúvidas sobre se fizemos a pergunta corretamente, ou que queiramos perguntar de novo, ou que o assunto insista em voltar a mente. Se surgirem esses ou outros impasses com os quais não saibamos lidar, torna-se necessário esquecer por completo a pergunta e nos despreocupar. Devemos agir como se nada estivesse acontecendo e como se não tivéssemos feito pergunta alguma. Temos de nos desligar de tudo e não insistir mais, até que a tranqüilidade seja reencontrada.
Não haverá dificuldade a partir do momento em que se instala em nós a certeza de que, ao fazermos uma pergunta, a resposta estará sendo elaborada pelo inconsciente. O fator fé é essencial. Fé em que o nível intuitivo está sempre pronto a nos atender e atento às nossas necessidades.
Se não temos fé na sabedoria do nosso ser interno, envolvemo-nos com questões psicológicas e intelectuais, e a mente, que deveria estar calma para refletir o que vem do profundo, inquieta-se e não cumpre seu papel de espelho refletor.
As respostas
As respostas às nossas indagações estão vinculadas ao carma, porque o inconsciente nos conduz de modo que tenhamos oportunidade de equilibrar atos passados.
Mas essas respostas dependem, de modo especial, da nossa receptividade. Às vezes fazem-se presentes mas não chegam a ser percebidas, devido à sua sutileza e às nossas distrações ou ao fato de não lhes darmos a justa importância, por não corresponderem às nossas expectativas.
O mecanismo intuitivo de cada um de nós é original e único. Não devemos, pois, ter idéias preconcebidas de como ele deve funcionar, para não bloqueá-lo.
Alguns fazem perguntas com toda a sinceridade e recebem respostas do próprio ser interior por meio de outras pessoas. No momento em que a intuição lhes fala pela voz de outro, podem não perceber o que lhes é dito, por terem aquele porta-voz em pouca conta.
A crítica, o orgulho, o autoritarismo, a dissimulação, a complacência com tendências retrógradas da personalidade, o descontrole no uso da palavra, o excesso de convicção nas próprias posições, o apego, a curiosidade, a impaciência e a inflexibilidade mental, entre outros fatores, costumam abafar a voz tênue e discreta da intuição.
As respostas às nossas perguntas podem vir também por meio de um símbolo. Se não estamos habituados a ver os objetos com os mesmos olhos com que vemos uma pessoa ou um ideal, o que esse objeto simboliza passa despercebido e não colhemos a mensagem que nos traz.
Um fato que aconteça em nossa vida, igualmente pode ser a resposta que nosso inconsciente envia. Uma mudança na situação em que nos encontrávamos, o afastamento de pessoas com quem convivíamos, novas oportunidades que despontam - tudo isso pode representar a tão aguardada resposta do nosso mundo interior. Há casos em que, por desejar que algo suceda de determinado modo, insistimos na pergunta sem notar que já foi respondida.
Em geral a intuição se faz sentir de maneira mais nítida quando entramos em um estado de calma, quando estamos vazios e totalmente receptivos. A resposta brota em nosso íntimo, e dúvida alguma paira sobre ela.
A necessária clareza
No relacionamento com o mundo interior é fundamental não confundir intuição com convicção pessoal. Uma convicção pessoal pode até ser positiva, construída com amor durante longo tempo. Mas ela se faz de fora para dentro, nasce na mente e se impõe ao ser. É parcial, e não substitui a verdade.
Assim, estarmos convencidos de alguma coisa não é o mesmo que recebermos uma intuição; pelo contrário: uma forte convicção pode ser um obstáculo para captá-la.
A intuição brota dos níveis internos do ser, e tem em conta não só a nossa pessoa, mas a vida universal. Não nasce de um estado emocional ou de um estado mental. Os níveis dos quais ela advém são muito mais profundos que o da personalidade.
O primeiro sinal de uma intuição verdadeira é não trazer consigo nenhuma forma de excitação: não provoca alegria, entusiasmo, tristeza nem angústia. Vem de maneira calma, clara e sem julgamentos. Às vezes é tão suave que sequer a notamos.
Quando pensamos ter recebido uma intuição, mas ainda temos alguma dúvida quanto à sua veracidade, o melhor é nos desapegarmos dela. Como não estamos habituados a viver em contato com níveis profundos, podemos recorrer a fontes mais familiares para confirmar se o que recebemos foi realmente uma intuição: podemos empregar, por exemplo, a inteligência, a razão e o discernimento. Colocar esses aspectos do nosso ser a serviço de algo superior é uma expressão de gratidão e amor.
Outra forma de saber se realmente tivemos uma intuição é submetê-la à apreciação de outra pessoa, mais madura e experiente que nós no caminho espiritual. Com o seu parecer é possível não só discernir se nossa percepção é válida, mas também obter algum dado que venha enriquecê-la, esclarecê-la ou ampliá-la.
O importante é sempre estarmos imparciais diante da própria experiência, da experiência do outro, da inteligência, da razão, do discernimento. Se nos mantivermos nessa neutralidade, teremos clareza sobre o que nos vem à consciência.
As mudanças que a intuição nos traz
Se nos dedicarmos ao contato com o mundo interior, nosso comportamento diário vai gradualmente mudando. Tornamo-nos mais serenos e deixamos de lado os preconceitos; os desejos e pensamentos se sutilizam. Essas transformações nas atitudes levam a uma modificação do ritmo da vida: começa a surgir tempo entre uma tarefa e outra para nos interiorizarmos um pouco mais.
À medida que persistimos, os contatos com o mundo interior trarão bálsamos e sabedoria para o mundo consciente. A personalidade irá sendo imbuída em energias superiores e começará a colaborar. Passará a realizar tudo o que estiver ao seu alcance para favorecer esses contatos. Observará as menores coisas, como, por exemplo, períodos regulares de repouso e alimentação mais sutil. Tudo na vida assumirá outro valor, pois estará em função da união com o profundo do ser.
A conscientização de que os pensamentos, as emoções e o corpo físico não são a nossa essência, ajuda-nos na interiorização. Tal passo pode ser dado com o auxílio de um exercício: se um estado emocional nos absorver demais a atenção, podemos dizer: "Eu não sou esta emoção. Ela é apenas um movimento do corpo emocional". Ao surgir um pensamento de crítica, dizemos: "Eu não sou este pensamento. Ele é apenas uma reação da mente". E ao sentir uma dor física: "Esta dor não sou eu. É apenas um desajuste do corpo físico". Assim nos preparamos para oferecer todas as ações, sentimentos e pensamentos ao mundo intuitivo.
É inútil, por nos julgarmos imperfeitos, crer não estarmos preparados para esse caminho. Tais idéias são supérfluas, não trazem solução alguma. A tarefa diante do próprio mundo interior, intuitivo, é estarmos receptivos e tranqüilos, é sabermos que na essência está a solução, pronta, à nossa espera.
Fonte: Síntese de palestra de Trigueirinho, 1983.
Se desobstruirmos o caminho para o inconsciente e ficarmos diante dele como se fôssemos recém-nascidos, totalmente inexperientes, as respostas a questões existenciais e as soluções para os mais diversos problemas que enfrentamos podem emergir.
A intuição é a compreensão direta de certo aspecto da realidade. Emerge sem que raciocinemos, pois não depende da atividade mental costumeira. Introduz-se na mente e imprime-se no cérebro no intervalo entre os pensamentos. Quanto maior for esse intervalo, de maneira mais nítida e completa ela será captada.
Poucos sabem que se perguntarem algo ao inconsciente obterão resposta, e que lhes cabe tão-somente estar receptivos a ela.
Abertura ao mundo interior
Há várias maneiras de interrogar o inconsciente. Certas pessoas conversam consigo mesmas, outras escrevem, outras formulam perguntas mentalmente, voltadas para o interior de si próprias. Há também as que buscam orientação interna sem chegar a formular perguntas - simplesmente se colocam em um estado expectante e tranqüilo. A forma como sucede o contato com o inconsciente é determinada pelo temperamento de cada um.
Um aspecto que conta muito para esse contato com o inconsciente efetivar-se é a intensidade com que emitimos a indagação. É importante plasmar as idéias de modo claro e coerente, estando bem consciente do seu princípio, meio e fim, e entregá-las com desapego ao próprio mundo interno. Desse desapego vem o equilíbrio e a paz que propiciam à intuição revelar-se.
Se nos concentramos excessivamente e fazemos a pergunta com ansiedade, impedimos que a resposta venha, pois nossas expectativas agem como um obstáculo entre nós e a realidade interna. Por outro lado, se não dedicamos a isso amor e atenção suficientes, o apelo não chega às camadas profundas do nosso ser, onde a solução está pronta. Há, pois, um delicado equilíbrio a ser conseguido entre a pergunta e a espera tranqüila.
O grau de energia necessário para emitir a pergunta é descoberto com a prática, com a dedicação. É um processo rico de ensinamentos.
Depois de formular a pergunta com clareza e enviá-la corretamente, devemos pôr de lado o assunto, para que nosso mundo interior possa agir sem perturbações nem interferências. Se, por exemplo, insistirmos na mesma pergunta, se ficarmos pensando no assunto ou se cobrarmos a resposta, atrairemos novamente para a superfície da consciência o que deveria estar sendo trabalhado em quietude, nas áreas profundas do ser. Impediremos, assim, que nos seja revelada a solução procurada.
Um meio de evitarmos que a mente interfira é fazer a pergunta antes de adormecer ou antes de nos ocupar com alguma tarefa que nos vá absorver toda a atenção.
Suponhamos que nos acometam dúvidas sobre se fizemos a pergunta corretamente, ou que queiramos perguntar de novo, ou que o assunto insista em voltar a mente. Se surgirem esses ou outros impasses com os quais não saibamos lidar, torna-se necessário esquecer por completo a pergunta e nos despreocupar. Devemos agir como se nada estivesse acontecendo e como se não tivéssemos feito pergunta alguma. Temos de nos desligar de tudo e não insistir mais, até que a tranqüilidade seja reencontrada.
Não haverá dificuldade a partir do momento em que se instala em nós a certeza de que, ao fazermos uma pergunta, a resposta estará sendo elaborada pelo inconsciente. O fator fé é essencial. Fé em que o nível intuitivo está sempre pronto a nos atender e atento às nossas necessidades.
Se não temos fé na sabedoria do nosso ser interno, envolvemo-nos com questões psicológicas e intelectuais, e a mente, que deveria estar calma para refletir o que vem do profundo, inquieta-se e não cumpre seu papel de espelho refletor.
As respostas
As respostas às nossas indagações estão vinculadas ao carma, porque o inconsciente nos conduz de modo que tenhamos oportunidade de equilibrar atos passados.
Mas essas respostas dependem, de modo especial, da nossa receptividade. Às vezes fazem-se presentes mas não chegam a ser percebidas, devido à sua sutileza e às nossas distrações ou ao fato de não lhes darmos a justa importância, por não corresponderem às nossas expectativas.
O mecanismo intuitivo de cada um de nós é original e único. Não devemos, pois, ter idéias preconcebidas de como ele deve funcionar, para não bloqueá-lo.
Alguns fazem perguntas com toda a sinceridade e recebem respostas do próprio ser interior por meio de outras pessoas. No momento em que a intuição lhes fala pela voz de outro, podem não perceber o que lhes é dito, por terem aquele porta-voz em pouca conta.
A crítica, o orgulho, o autoritarismo, a dissimulação, a complacência com tendências retrógradas da personalidade, o descontrole no uso da palavra, o excesso de convicção nas próprias posições, o apego, a curiosidade, a impaciência e a inflexibilidade mental, entre outros fatores, costumam abafar a voz tênue e discreta da intuição.
As respostas às nossas perguntas podem vir também por meio de um símbolo. Se não estamos habituados a ver os objetos com os mesmos olhos com que vemos uma pessoa ou um ideal, o que esse objeto simboliza passa despercebido e não colhemos a mensagem que nos traz.
Um fato que aconteça em nossa vida, igualmente pode ser a resposta que nosso inconsciente envia. Uma mudança na situação em que nos encontrávamos, o afastamento de pessoas com quem convivíamos, novas oportunidades que despontam - tudo isso pode representar a tão aguardada resposta do nosso mundo interior. Há casos em que, por desejar que algo suceda de determinado modo, insistimos na pergunta sem notar que já foi respondida.
Em geral a intuição se faz sentir de maneira mais nítida quando entramos em um estado de calma, quando estamos vazios e totalmente receptivos. A resposta brota em nosso íntimo, e dúvida alguma paira sobre ela.
A necessária clareza
No relacionamento com o mundo interior é fundamental não confundir intuição com convicção pessoal. Uma convicção pessoal pode até ser positiva, construída com amor durante longo tempo. Mas ela se faz de fora para dentro, nasce na mente e se impõe ao ser. É parcial, e não substitui a verdade.
Assim, estarmos convencidos de alguma coisa não é o mesmo que recebermos uma intuição; pelo contrário: uma forte convicção pode ser um obstáculo para captá-la.
A intuição brota dos níveis internos do ser, e tem em conta não só a nossa pessoa, mas a vida universal. Não nasce de um estado emocional ou de um estado mental. Os níveis dos quais ela advém são muito mais profundos que o da personalidade.
O primeiro sinal de uma intuição verdadeira é não trazer consigo nenhuma forma de excitação: não provoca alegria, entusiasmo, tristeza nem angústia. Vem de maneira calma, clara e sem julgamentos. Às vezes é tão suave que sequer a notamos.
Quando pensamos ter recebido uma intuição, mas ainda temos alguma dúvida quanto à sua veracidade, o melhor é nos desapegarmos dela. Como não estamos habituados a viver em contato com níveis profundos, podemos recorrer a fontes mais familiares para confirmar se o que recebemos foi realmente uma intuição: podemos empregar, por exemplo, a inteligência, a razão e o discernimento. Colocar esses aspectos do nosso ser a serviço de algo superior é uma expressão de gratidão e amor.
Outra forma de saber se realmente tivemos uma intuição é submetê-la à apreciação de outra pessoa, mais madura e experiente que nós no caminho espiritual. Com o seu parecer é possível não só discernir se nossa percepção é válida, mas também obter algum dado que venha enriquecê-la, esclarecê-la ou ampliá-la.
O importante é sempre estarmos imparciais diante da própria experiência, da experiência do outro, da inteligência, da razão, do discernimento. Se nos mantivermos nessa neutralidade, teremos clareza sobre o que nos vem à consciência.
As mudanças que a intuição nos traz
Se nos dedicarmos ao contato com o mundo interior, nosso comportamento diário vai gradualmente mudando. Tornamo-nos mais serenos e deixamos de lado os preconceitos; os desejos e pensamentos se sutilizam. Essas transformações nas atitudes levam a uma modificação do ritmo da vida: começa a surgir tempo entre uma tarefa e outra para nos interiorizarmos um pouco mais.
À medida que persistimos, os contatos com o mundo interior trarão bálsamos e sabedoria para o mundo consciente. A personalidade irá sendo imbuída em energias superiores e começará a colaborar. Passará a realizar tudo o que estiver ao seu alcance para favorecer esses contatos. Observará as menores coisas, como, por exemplo, períodos regulares de repouso e alimentação mais sutil. Tudo na vida assumirá outro valor, pois estará em função da união com o profundo do ser.
A conscientização de que os pensamentos, as emoções e o corpo físico não são a nossa essência, ajuda-nos na interiorização. Tal passo pode ser dado com o auxílio de um exercício: se um estado emocional nos absorver demais a atenção, podemos dizer: "Eu não sou esta emoção. Ela é apenas um movimento do corpo emocional". Ao surgir um pensamento de crítica, dizemos: "Eu não sou este pensamento. Ele é apenas uma reação da mente". E ao sentir uma dor física: "Esta dor não sou eu. É apenas um desajuste do corpo físico". Assim nos preparamos para oferecer todas as ações, sentimentos e pensamentos ao mundo intuitivo.
É inútil, por nos julgarmos imperfeitos, crer não estarmos preparados para esse caminho. Tais idéias são supérfluas, não trazem solução alguma. A tarefa diante do próprio mundo interior, intuitivo, é estarmos receptivos e tranqüilos, é sabermos que na essência está a solução, pronta, à nossa espera.
Fonte: Síntese de palestra de Trigueirinho, 1983.
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