quarta-feira, agosto 12, 2009
O "Fruto Proibido" da Bíblia - 1
Deus disse: "Eu vos dou todas as ervas que dão semente, que estão sobre a superfície da terra, e todas as árvores que dão frutos que dão semente: isso será vosso alimento...", Gênesis 1:29
A Bíblia atual é composta de duas partes: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Antigo Testamento já existia antes da vinda de Jesus Cristo, escrito e seguido pelos hebreus. O Novo Testamento foi montado por ordem do imperador romano Constantino, no Concílio de Nicéia, no ano de 325 da nossa era, portanto séculos depois de Jesus Cristo. Este Novo Testamento foi sujeito a uma série de mutilações e adaptações com relação às verdades disponíveis na época de sua compilação. O Antigo Testamento, no entanto, é de uma grande precisão na sua redação e informação. Tanto isso é verdade que, apesar de ele ter sido redigido ha milhares de anos atrás, estudos matemáticos realizados recentemente conseguiram identificar, com antecedência (algo que lembra as profecias de Nostradamus, muito mais recentes), vários acontecimentos que aconteceram recentemente, como a Guerra do Golfo, o assassinato de Yitzhak Rabin, o atentado no metrô de Tóquio com um gás venenoso Sarin, etc., relatados em um livro chamado "O Código da Bíblia" [1]. Portanto, uma leitura atenta do que o Velho Testamento fala sobre a nossa alimentação irá nos revelar dados importantes para nos orientar sobre a escolha de nossos alimentos.
No Gênesis 1, do Antigo Testamento, dá-se importância à questão nutricional, especificando-se o alimento do homem: todas as ervas que dão semente e todas as árvores que dão frutos que dão semente, "isso será vosso alimento". Deus também disse que o homem deveria dominar sobre as criaturas marinhas (peixes), do céu (aves) e terrestres (animais). Ao resto da vida animal deu como alimento "toda verdura das plantas". Não havia, então, no início da vida do homem sobre a terra, matança de animais por animais ou de animais pelo homem. A diretriz divina foi bem clara, não deixando dúvidas: todo o reino animal deveria alimentar-se apenas do reino vegetal, não haveria carnivorismo, nem entre os próprios animais [2]. Isto está em Gênesis 1.
Outro ponto fundamental sobre a recomendação do Gênesis 1 sobre a nossa alimentação correta é o uso enfático da palavra "semente"! Guarde bem esta informação, para usarmos posteriormente. Enquanto o homem seguiu esta recomendação divina, ele era fisicamente imortal. A primeira menção de morte na Bíblia ocorre em Gênesis 2: 15-17, onde lemos que "Deus tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para o cultivar e guardar. E deu ao homem este mandamento: 'Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que comeres terás que morrer'". Verifica-se, nesta passagem posterior do Gênesis, que Deus, implicitamente, restringe a alimentação do homem para os frutos de todas as árvores, deixando as ervas que dão semente fora do nosso cardápio ideal. Além disso, agora Deus nos restringe ainda mais a alimentação, introduzindo um certo "fruto proibido" para o nosso consumo, pois se o consumirmos (regularmente) ele certamente nos matará. Vamos tentar identificar qual o tipo de fruto que nos é proibido por Deus, que acaba nos matando quando consumido rotineiramente.
A primeira questão: será que devemos comer apenas os frutos, ou também as sementes que já estão dentro desses frutos? Uma análise das sementes irá mostrar que elas sempre possuem, ao seu redor, uma série de venenos perigosos (como ácidos taninosos ou sais tânicos, ciânicos, etc., todos altamente tóxicos) cuja finalidade é preservar a semente até a sua germinação. Portanto, definitivamente, não devemos ingerir as sementes presentes dentro dos frutos.
As árvores que dão os frutos proibidos são chamadas de árvore do conhecimento. Aqui podemos especular o seguinte: onde está armazenado o "conhecimento" da árvore: na sua semente [se.mente, sê.mente, seja mente, seja a mente da árvore...poderia ter sido o comando do Criador para a semente...]. Portanto, as árvores do conhecimento do bem e do mal são as árvores cujos frutos são sementes, todos venenosos e mortais para os seres humanos: arroz, feijão, trigo (e seus derivados: pão, macarrão, pizza, lazanha, bolos, biscoitos, etc), milho, soja (e seus derivados: leite, tofu, carne de soja, shoyu, etc), grão de bico, lentilha, amendoin, nozes, castanhas (do Pará, de cajú, portuguesa, etc), amêndoas, avelãs, pecãs, pinhão, ervilhas, linhaça, canjica, cevada (e derivados: cerveja, etc), centeio, alho, cebola, côco, etc. Portanto, devemos comer frutos que dão semente e não os frutos proibidos que são sementes, os frutos-semente. Os frutos-semente possuem substâncias venenosas que nos matam, se consumidos rotineiramente. Os venenos estão presentes nas sementes para protegê-las do ataque de predadores até que possam germinar.
Lembro-me que, certa ocasião, minha mãe foi com minha irmã (hoje ambas já falecidas) a uma mata silvestre (uma "mata que mata"...), onde minha mãe foi atraída e começou a comer uma semente silvestre (usando a "mente que mente"...). Alertada por minha irmã, parou (felizmente) de fazer isso. Logo em seguida, passou a se sentir muito mal, com tontura, vômito e diarréia, sintomas de um envenenamento agudo [Algo parecido com quem toma o chá de Ayahuasca, bem cozido para retirar um pouco de sua virulência?? Ou com quem come alguma "planta de poder", como Carlos Castañeda, já falecido?? O nosso corpo físico possui embutida uma enorme inteligência, que deve ser sempre respeitada...]. Minha mãe comeu do fruto-semente proibido da árvore do conhecimento do bem e do mal, e quase teve morte instantânea... Algo para se pensar (com a "mente que não mente")...
Em [2] comenta-se sobre duas consequências associadas à ingestão dos frutos proibidos, envolvendo as áreas de sexualidade e gigantismo.
Os frutos-semente proibidos, além de estarem relacionados com a morte, contêm excitantes sexuais e afetam o crescimento do corpo, diminuindo-o. A Bíblia afirma que existiam gigantes antigamente: Golias, por exemplo, era um deles (morto por um nanico - por comparação - chamado Davi). Com o passar das eras, as raças humanas foram comendo cada vez mais os frutos proibidos e, como consequência, foram diminuindo de altura. Os comedores de frutos proibidos, além disso, começaram a ficar cada vez mais excitados sexualmente e passaram a se reproduir muito mais que os gigantes, que, provavelmente, evitavam os frutos proibidos. Portanto, a eliminação dos gigantes (pelos seres menores) foi apenas uma questão de tempo (e de uma força da gravidade mais acentuada, conforme comentamos em postagem anterior).
[continua na Parte 2]
A Bíblia atual é composta de duas partes: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Antigo Testamento já existia antes da vinda de Jesus Cristo, escrito e seguido pelos hebreus. O Novo Testamento foi montado por ordem do imperador romano Constantino, no Concílio de Nicéia, no ano de 325 da nossa era, portanto séculos depois de Jesus Cristo. Este Novo Testamento foi sujeito a uma série de mutilações e adaptações com relação às verdades disponíveis na época de sua compilação. O Antigo Testamento, no entanto, é de uma grande precisão na sua redação e informação. Tanto isso é verdade que, apesar de ele ter sido redigido ha milhares de anos atrás, estudos matemáticos realizados recentemente conseguiram identificar, com antecedência (algo que lembra as profecias de Nostradamus, muito mais recentes), vários acontecimentos que aconteceram recentemente, como a Guerra do Golfo, o assassinato de Yitzhak Rabin, o atentado no metrô de Tóquio com um gás venenoso Sarin, etc., relatados em um livro chamado "O Código da Bíblia" [1]. Portanto, uma leitura atenta do que o Velho Testamento fala sobre a nossa alimentação irá nos revelar dados importantes para nos orientar sobre a escolha de nossos alimentos.
No Gênesis 1, do Antigo Testamento, dá-se importância à questão nutricional, especificando-se o alimento do homem: todas as ervas que dão semente e todas as árvores que dão frutos que dão semente, "isso será vosso alimento". Deus também disse que o homem deveria dominar sobre as criaturas marinhas (peixes), do céu (aves) e terrestres (animais). Ao resto da vida animal deu como alimento "toda verdura das plantas". Não havia, então, no início da vida do homem sobre a terra, matança de animais por animais ou de animais pelo homem. A diretriz divina foi bem clara, não deixando dúvidas: todo o reino animal deveria alimentar-se apenas do reino vegetal, não haveria carnivorismo, nem entre os próprios animais [2]. Isto está em Gênesis 1.
Outro ponto fundamental sobre a recomendação do Gênesis 1 sobre a nossa alimentação correta é o uso enfático da palavra "semente"! Guarde bem esta informação, para usarmos posteriormente. Enquanto o homem seguiu esta recomendação divina, ele era fisicamente imortal. A primeira menção de morte na Bíblia ocorre em Gênesis 2: 15-17, onde lemos que "Deus tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para o cultivar e guardar. E deu ao homem este mandamento: 'Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que comeres terás que morrer'". Verifica-se, nesta passagem posterior do Gênesis, que Deus, implicitamente, restringe a alimentação do homem para os frutos de todas as árvores, deixando as ervas que dão semente fora do nosso cardápio ideal. Além disso, agora Deus nos restringe ainda mais a alimentação, introduzindo um certo "fruto proibido" para o nosso consumo, pois se o consumirmos (regularmente) ele certamente nos matará. Vamos tentar identificar qual o tipo de fruto que nos é proibido por Deus, que acaba nos matando quando consumido rotineiramente.
A primeira questão: será que devemos comer apenas os frutos, ou também as sementes que já estão dentro desses frutos? Uma análise das sementes irá mostrar que elas sempre possuem, ao seu redor, uma série de venenos perigosos (como ácidos taninosos ou sais tânicos, ciânicos, etc., todos altamente tóxicos) cuja finalidade é preservar a semente até a sua germinação. Portanto, definitivamente, não devemos ingerir as sementes presentes dentro dos frutos.
As árvores que dão os frutos proibidos são chamadas de árvore do conhecimento. Aqui podemos especular o seguinte: onde está armazenado o "conhecimento" da árvore: na sua semente [se.mente, sê.mente, seja mente, seja a mente da árvore...poderia ter sido o comando do Criador para a semente...]. Portanto, as árvores do conhecimento do bem e do mal são as árvores cujos frutos são sementes, todos venenosos e mortais para os seres humanos: arroz, feijão, trigo (e seus derivados: pão, macarrão, pizza, lazanha, bolos, biscoitos, etc), milho, soja (e seus derivados: leite, tofu, carne de soja, shoyu, etc), grão de bico, lentilha, amendoin, nozes, castanhas (do Pará, de cajú, portuguesa, etc), amêndoas, avelãs, pecãs, pinhão, ervilhas, linhaça, canjica, cevada (e derivados: cerveja, etc), centeio, alho, cebola, côco, etc. Portanto, devemos comer frutos que dão semente e não os frutos proibidos que são sementes, os frutos-semente. Os frutos-semente possuem substâncias venenosas que nos matam, se consumidos rotineiramente. Os venenos estão presentes nas sementes para protegê-las do ataque de predadores até que possam germinar.
Lembro-me que, certa ocasião, minha mãe foi com minha irmã (hoje ambas já falecidas) a uma mata silvestre (uma "mata que mata"...), onde minha mãe foi atraída e começou a comer uma semente silvestre (usando a "mente que mente"...). Alertada por minha irmã, parou (felizmente) de fazer isso. Logo em seguida, passou a se sentir muito mal, com tontura, vômito e diarréia, sintomas de um envenenamento agudo [Algo parecido com quem toma o chá de Ayahuasca, bem cozido para retirar um pouco de sua virulência?? Ou com quem come alguma "planta de poder", como Carlos Castañeda, já falecido?? O nosso corpo físico possui embutida uma enorme inteligência, que deve ser sempre respeitada...]. Minha mãe comeu do fruto-semente proibido da árvore do conhecimento do bem e do mal, e quase teve morte instantânea... Algo para se pensar (com a "mente que não mente")...
Em [2] comenta-se sobre duas consequências associadas à ingestão dos frutos proibidos, envolvendo as áreas de sexualidade e gigantismo.
Os frutos-semente proibidos, além de estarem relacionados com a morte, contêm excitantes sexuais e afetam o crescimento do corpo, diminuindo-o. A Bíblia afirma que existiam gigantes antigamente: Golias, por exemplo, era um deles (morto por um nanico - por comparação - chamado Davi). Com o passar das eras, as raças humanas foram comendo cada vez mais os frutos proibidos e, como consequência, foram diminuindo de altura. Os comedores de frutos proibidos, além disso, começaram a ficar cada vez mais excitados sexualmente e passaram a se reproduir muito mais que os gigantes, que, provavelmente, evitavam os frutos proibidos. Portanto, a eliminação dos gigantes (pelos seres menores) foi apenas uma questão de tempo (e de uma força da gravidade mais acentuada, conforme comentamos em postagem anterior).
[continua na Parte 2]
Referências:
[1] Michael Drosnin, O Código da Bíblia, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 1998.
[2] Leocádio Celso Gonçalves, Desenvelhecimento: Um Vôo Livre Panorâmico Sobre a Questão do Envelhecer, Editora LTR, São Paulo-SP, 1999.
Marcadores: Bíblia, fruto proibido, gigantes, gravidade, sementes, sexualidade
Comments:
<< Home
Francisco, por favor identifique os erros cometidos na análise, para benefício de todos!
Abraço, Rui.
Postar um comentário
Abraço, Rui.
<< Home

