segunda-feira, agosto 14, 2017
O Massacre de Jonestown [Guiana]
"Aqueles que não lembram corretamente do passado estão condenados a repetí-lo"
Em 18 de novembro de 1978, uma tragédia ocorreu na nação sul-americana da Guiana [1]. Mais de 900 homens, mulheres e crianças foram misteriosamente assassinadas em uma comunidade religiosa isolada, conhecida como o "Templo do Povo" ("Jonestown"). Uma grande cuba de bebida contendo veneno foi encontrada no local, levando a uma hipótese inicial que as mortes fossem causadas por suicídio. Os corpos das vítimas foram encontrados lado-a-lado em filas bem feitas, como se as pessoas tivessem bebido o veneno e então tivessem deitado juntas e morrido. No entanto, quando as autópsias foram feitas nas vítimas, descobriu-se que 700 das 900 pessoas tinham morrido por tiro e por estrangulamento. Elas não tinham cometido suicídio: elas foram brutalmente assassinadas em massa. É muito provável que aquelas que tomaram o veneno ou fizeram isso involuntariamente ou não sabiam o que estavam bebendo. As únicas pessoas que escaparam da tragédia foram aquelas que não estavam presentes quando as 900 vítimas foram executadas. A pergunta é: quem assassinou os habitantes de Jonestown?
O deputado norte-americano Leo Ryan viajou à Guiana para investigar Jonestown pessoalmente após ele não conseguir obter informações adequadas sobre essa comunidade do Departamento de Estado dos EUA. Leo Ryan não viveu (foi assassinado lá na Guiana) para contar o que ele descobriu e praticamente todos os homens, mulheres e crianças envolvidos foram silenciados. O massacre ocorreu durante a época em que os jornais americanos contavam estórias sobre experimentos de controle mental pela CIA - experimentos que a CIA afirmava que ela não mais realizava. Será que a CIA esteve envolvida nesses assassinatos?
Veja abaixo o que o finado Peter D. Beter [2], muito entrosado com fontes de inteligência, tem a dizer sobre esse assunto.
O deputado Leo J. Ryan foi assassinado na Guiana cerca de uma semana atrás e seu funeral ocorreu há dois dias atrás. O deputado Ryan foi deliberadamente sacrificado para lançar uma operação militar secreta na Guiana. Na Rússia, a facção original governante após 1917, os bolchevistas ateístas, foram depostos após uma batalha progressiva de seis décadas (concluída, portanto, em 1977). O Kremlin está agora sob o controle absoluto de um grupo firme de russos nativos, uma seita cristã que considera os bolchevistas como o diabo encarnado. Como resultado, os bolchevistas estão sendo expulsos da Rússia e eles estão vindo principalmente para os Estados Unidos. Eles estão se juntando como muitos bolchevistas já em posições de poder por aqui em uma sofisticada nova revolução bolchevista! Neste processo, eles estão gradualmente esvaziando muito do poder que era anteriormente exercido pelos seus aliados secretos, a terceira geração dos irmãos Rockefeller.
Desde 1974, a Rússia passou a ter uma base de mísseis nucleares na Guiana, tornando a República da Guiana em outra Cuba, com mísseis atômicos apontados para o Canal do Panamá e para cidades dos Estados Unidos. A tragédia de Jonestown começou cerca de 13 anos atrás, em 1965. A Guiana era um país recentemente independente, uma antiga colônia britânica chamada Guiana Inglesa. Naquela época a aliança secreta Rockefeller-União Soviética estava em funcionamento pleno: o fortalecimento deliberado da Rússia às custas dos EUA era parte do plano conjunto de conquista e de um Governo Mundial. A crise dos mísseis de Cuba, em 1962, atrapalhou um pouco esse plano, quando o presidente John F. Kennedy fez uma intervenção pessoal e parou o armamento nuclear de Cuba, e por fazer isso, ele foi assassinado em Dallas cerca de um ano depois disso (1963). Com a crise cubana, a Rússia precisava de uma nova base avançada na área do Caribe com objetivos estratégicos até que a agitação em Cuba esvanecesse. Para acomodar a Rússia, a Guiana foi selecionada para esse propósito, e para isso David Rockefeller colocou um marxista chamado Forbes Burnham como primeiro-ministro da Guiana. Como contrapartida, o Banco Chase Manhattan tornou-se o agente fiscal da Guiana, dando a Rockefeller acesso ao ouro produzido na Guiana. Em seguida, o presidente Lyndon Johnson, em 1965, transferiu a base aérea americana Atkinson Field para a Guiana, agora rebatizada de Base Aérea Temehri, ao sul de Georgetown, a capital do país. Esta é a base aérea para a qual os helicópteros americanos levaram os corpos do massacre de Jonestown para serem aerotransportados para os EUA neste mês. A Base Aérea de Temehri é a maior em toda a América Latina, maior até do que o maior aeroporto da cidade de Nova York, o Aeroporto John F. Kennedy.
Inicialmente, a atividade militar russa estava bem concentrada em torno da Base Temehri. No entanto, nos últimos dois anos, os mísseis foram retirados desses locais e levados para um complexo separado de mísseis a oeste de Georgetown. Neste novo complexo, os mísseis foram instalados em locais separados por uma área de 30 milhas de diâmetro. Aproximadamente em seu centro ficou uma instalação de Comando e Controle comandado por pessoal russo. Após a relocação desta base de mísseis estar completa, o complexo de mísseis ficou centrado em um ponto cerca de 70 milhas ao noroeste de Base Aérea de Temehri; e cerca de outras 70 milhas adicionais ao noroeste ficava a comunidade do Templo do Povo em Jonestown, um kibbutz do tipo comum em Israel. Logo, a base de mísseis acabou ficando no meio do caminho entre a comunidade de Jonestown e a Base Aérea de Temehri. Não foi acidente que o kibbutz do Templo do Povo ficasse localizado tão próximo à base de mísseis. Mas, a origem do Templo do Povo, nos anos 1950, não tinha nada a ver com as intrigas governamentais. Foi apenas em 1970 que certos elementos da comunidade de inteligência dos EUA começaram a se infiltrar e subverter o Templo do Povo.
Sempre tem sido uma prática padrão dos irmãos Rockefellers dar suporte não apenas à facção no poder mas também a espiões e opositores a essa facção. Os Rockefellers desejavam esta ferramenta na Guiana para controlar Forbes Burnham, o primeiro ministro, que eles tinham colocado no poder com o seu dinheiro. Certos elementos dentro da comunidade de inteligência dos EUA, sob a coordenação geral da CIA, foram alocados para encontrar meios de conseguir isso. Durante a avaliação das várias opções, concluiu-se que o Templo do Povo seria a solução ideal. O perfil psicológico do lider, Jim Jones, indicava que ele poderia ser convertido em uma ferramenta poderosa de nossos Governantes Invisíveis. Jim Jones nasceu como judeu, e ele já exibia tendências a favor de uma organização no estilo kibbutz que poderia ser canalizada para direções úteis. Isso seria conseguido através de uma combinação de fatores conscientes e inconscientes. A nível consciente, dinheiro e suporte político poderoso seriam canalizados na sua direção; no nível inconsciente, a técnica de programação psicológica seria empregada. Gradualmente, Jim Jones perderia o controle de sua própria personalidade e tornar-se-ia o que nossos Controladores Invisíveis desejavam que ele se tornasse. O processo inevitavelmente criaria tremendos conflitos internos e transformaria Jim Jones em um homem perturbado e perigoso - e isso é o que foi feito. Em 1973 as mudanças no comportamento de Jones começaram a ser notadas pelos seus amigos e seguidores. Nesse mesmo ano um grande volume de fundos ao Templo do Povo foi usado para lançar o kibbutz de agricultura de Jonestown, Guiana, através de apenas algumas pessoas que foram para lá naquela ocasião. Guiana é um estado policial marxista rígido (isso em 1978), e ninguém poderia ter lançado um novo empreendimento como essa comunidade sem sua aprovação por Forbes Burnham; mas os agentes de David Rockeffeler se certificaram que Burnham recebesse todas as garantias que ele necessitava para que o complexo de Jones iria se encaixar muito bem no ambiente marxista da Guiana.
Os planejadores da Operação Guiana tiveram um problema difícil para resolver. O objetivo era eliminar a base russa de mísseis na Guiana e desta forma remover a ameaça existente para o Canal do Panamá e para as cidades do sul dos EUA; mas esta era uma operação de guerra a ser feita secretamente e totalmente de surpresa. Tinha de ser secreta porque nem os EUA nem a Rússia podiam deixar saber que a base existia; e a surpresa deveria ser completa, já que qualquer pequena previsão de ataque, a base poderia ser reforçada e defendida por tropas cubanas. Com esses requerimentos, concluiu-se que uma incursão tipo comando era necessária, algo parecido com o assalto ao Aeroporto de Entebbe, na Uganda, em julho de 1976. Qualquer outro tipo de ataque iria requerer que nossos líderes fizessem o que o Presidente Kennedy fez em 1962, que seria: Dizer ao povo norte-americano o que estava acontecendo e pedir o seu apoio. E, uma coisa que os Governantes Invisíveis estavam determinados a não fazer era contar qualquer coisa para você e eu. O problema então surgiu - como conseguir uma força de ataque conjunta na Guiana suficientemente forte e suficientemente rápida para cumprir a tarefa. Eliminar uma grande base de mísseis como aquela da Guiana não é uma tarefa pequena e requer experiência. Concluiu-se que, de alguma forma, uma desculpa súbita, premente e de grande impacto teria que ser provida para viabilizar uma força militar conjunta secreta para entrar na Guiana temporariamente. A desculpa, qualquer que fosse, teria que ser tão visível para amarrar as mãos da Rússia de tal forma que a Rússia não pudesse retaliar na Guiana sem entregar ao público o que ela estava fazendo por lá; e a desculpa, qualquer que fosse, teria que parecer algo não-militar, mas que requeresse uma experiência militar. Além disso, alguma provisão teria que ser feita para que todas as pessoas mortas no ataque à base de mísseis fossem removidas da Guiana após essa incursão, caso contrário essa presença na Guiana poderia ser usada como base de um incidente internacional baseado numa estória diferente, não relacionado com a base secreta de mísseis. Por exemplo, o governo da Guiana, seguindo orientação russa, poderia mostrar publicamente os corpos das forças militares conjuntas mortas no ataque e dizer que eles foram mortos numa tentativa de golpe de estado contra o governo Forbes Burnham.
O deputado norte-americano Leo Ryan viajou à Guiana para investigar Jonestown pessoalmente após ele não conseguir obter informações adequadas sobre essa comunidade do Departamento de Estado dos EUA. Leo Ryan não viveu (foi assassinado lá na Guiana) para contar o que ele descobriu e praticamente todos os homens, mulheres e crianças envolvidos foram silenciados. O massacre ocorreu durante a época em que os jornais americanos contavam estórias sobre experimentos de controle mental pela CIA - experimentos que a CIA afirmava que ela não mais realizava. Será que a CIA esteve envolvida nesses assassinatos?
Veja abaixo o que o finado Peter D. Beter [2], muito entrosado com fontes de inteligência, tem a dizer sobre esse assunto.
O deputado Leo J. Ryan foi assassinado na Guiana cerca de uma semana atrás e seu funeral ocorreu há dois dias atrás. O deputado Ryan foi deliberadamente sacrificado para lançar uma operação militar secreta na Guiana. Na Rússia, a facção original governante após 1917, os bolchevistas ateístas, foram depostos após uma batalha progressiva de seis décadas (concluída, portanto, em 1977). O Kremlin está agora sob o controle absoluto de um grupo firme de russos nativos, uma seita cristã que considera os bolchevistas como o diabo encarnado. Como resultado, os bolchevistas estão sendo expulsos da Rússia e eles estão vindo principalmente para os Estados Unidos. Eles estão se juntando como muitos bolchevistas já em posições de poder por aqui em uma sofisticada nova revolução bolchevista! Neste processo, eles estão gradualmente esvaziando muito do poder que era anteriormente exercido pelos seus aliados secretos, a terceira geração dos irmãos Rockefeller.
Desde 1974, a Rússia passou a ter uma base de mísseis nucleares na Guiana, tornando a República da Guiana em outra Cuba, com mísseis atômicos apontados para o Canal do Panamá e para cidades dos Estados Unidos. A tragédia de Jonestown começou cerca de 13 anos atrás, em 1965. A Guiana era um país recentemente independente, uma antiga colônia britânica chamada Guiana Inglesa. Naquela época a aliança secreta Rockefeller-União Soviética estava em funcionamento pleno: o fortalecimento deliberado da Rússia às custas dos EUA era parte do plano conjunto de conquista e de um Governo Mundial. A crise dos mísseis de Cuba, em 1962, atrapalhou um pouco esse plano, quando o presidente John F. Kennedy fez uma intervenção pessoal e parou o armamento nuclear de Cuba, e por fazer isso, ele foi assassinado em Dallas cerca de um ano depois disso (1963). Com a crise cubana, a Rússia precisava de uma nova base avançada na área do Caribe com objetivos estratégicos até que a agitação em Cuba esvanecesse. Para acomodar a Rússia, a Guiana foi selecionada para esse propósito, e para isso David Rockefeller colocou um marxista chamado Forbes Burnham como primeiro-ministro da Guiana. Como contrapartida, o Banco Chase Manhattan tornou-se o agente fiscal da Guiana, dando a Rockefeller acesso ao ouro produzido na Guiana. Em seguida, o presidente Lyndon Johnson, em 1965, transferiu a base aérea americana Atkinson Field para a Guiana, agora rebatizada de Base Aérea Temehri, ao sul de Georgetown, a capital do país. Esta é a base aérea para a qual os helicópteros americanos levaram os corpos do massacre de Jonestown para serem aerotransportados para os EUA neste mês. A Base Aérea de Temehri é a maior em toda a América Latina, maior até do que o maior aeroporto da cidade de Nova York, o Aeroporto John F. Kennedy.
Inicialmente, a atividade militar russa estava bem concentrada em torno da Base Temehri. No entanto, nos últimos dois anos, os mísseis foram retirados desses locais e levados para um complexo separado de mísseis a oeste de Georgetown. Neste novo complexo, os mísseis foram instalados em locais separados por uma área de 30 milhas de diâmetro. Aproximadamente em seu centro ficou uma instalação de Comando e Controle comandado por pessoal russo. Após a relocação desta base de mísseis estar completa, o complexo de mísseis ficou centrado em um ponto cerca de 70 milhas ao noroeste de Base Aérea de Temehri; e cerca de outras 70 milhas adicionais ao noroeste ficava a comunidade do Templo do Povo em Jonestown, um kibbutz do tipo comum em Israel. Logo, a base de mísseis acabou ficando no meio do caminho entre a comunidade de Jonestown e a Base Aérea de Temehri. Não foi acidente que o kibbutz do Templo do Povo ficasse localizado tão próximo à base de mísseis. Mas, a origem do Templo do Povo, nos anos 1950, não tinha nada a ver com as intrigas governamentais. Foi apenas em 1970 que certos elementos da comunidade de inteligência dos EUA começaram a se infiltrar e subverter o Templo do Povo.
Sempre tem sido uma prática padrão dos irmãos Rockefellers dar suporte não apenas à facção no poder mas também a espiões e opositores a essa facção. Os Rockefellers desejavam esta ferramenta na Guiana para controlar Forbes Burnham, o primeiro ministro, que eles tinham colocado no poder com o seu dinheiro. Certos elementos dentro da comunidade de inteligência dos EUA, sob a coordenação geral da CIA, foram alocados para encontrar meios de conseguir isso. Durante a avaliação das várias opções, concluiu-se que o Templo do Povo seria a solução ideal. O perfil psicológico do lider, Jim Jones, indicava que ele poderia ser convertido em uma ferramenta poderosa de nossos Governantes Invisíveis. Jim Jones nasceu como judeu, e ele já exibia tendências a favor de uma organização no estilo kibbutz que poderia ser canalizada para direções úteis. Isso seria conseguido através de uma combinação de fatores conscientes e inconscientes. A nível consciente, dinheiro e suporte político poderoso seriam canalizados na sua direção; no nível inconsciente, a técnica de programação psicológica seria empregada. Gradualmente, Jim Jones perderia o controle de sua própria personalidade e tornar-se-ia o que nossos Controladores Invisíveis desejavam que ele se tornasse. O processo inevitavelmente criaria tremendos conflitos internos e transformaria Jim Jones em um homem perturbado e perigoso - e isso é o que foi feito. Em 1973 as mudanças no comportamento de Jones começaram a ser notadas pelos seus amigos e seguidores. Nesse mesmo ano um grande volume de fundos ao Templo do Povo foi usado para lançar o kibbutz de agricultura de Jonestown, Guiana, através de apenas algumas pessoas que foram para lá naquela ocasião. Guiana é um estado policial marxista rígido (isso em 1978), e ninguém poderia ter lançado um novo empreendimento como essa comunidade sem sua aprovação por Forbes Burnham; mas os agentes de David Rockeffeler se certificaram que Burnham recebesse todas as garantias que ele necessitava para que o complexo de Jones iria se encaixar muito bem no ambiente marxista da Guiana.
Os planejadores da Operação Guiana tiveram um problema difícil para resolver. O objetivo era eliminar a base russa de mísseis na Guiana e desta forma remover a ameaça existente para o Canal do Panamá e para as cidades do sul dos EUA; mas esta era uma operação de guerra a ser feita secretamente e totalmente de surpresa. Tinha de ser secreta porque nem os EUA nem a Rússia podiam deixar saber que a base existia; e a surpresa deveria ser completa, já que qualquer pequena previsão de ataque, a base poderia ser reforçada e defendida por tropas cubanas. Com esses requerimentos, concluiu-se que uma incursão tipo comando era necessária, algo parecido com o assalto ao Aeroporto de Entebbe, na Uganda, em julho de 1976. Qualquer outro tipo de ataque iria requerer que nossos líderes fizessem o que o Presidente Kennedy fez em 1962, que seria: Dizer ao povo norte-americano o que estava acontecendo e pedir o seu apoio. E, uma coisa que os Governantes Invisíveis estavam determinados a não fazer era contar qualquer coisa para você e eu. O problema então surgiu - como conseguir uma força de ataque conjunta na Guiana suficientemente forte e suficientemente rápida para cumprir a tarefa. Eliminar uma grande base de mísseis como aquela da Guiana não é uma tarefa pequena e requer experiência. Concluiu-se que, de alguma forma, uma desculpa súbita, premente e de grande impacto teria que ser provida para viabilizar uma força militar conjunta secreta para entrar na Guiana temporariamente. A desculpa, qualquer que fosse, teria que ser tão visível para amarrar as mãos da Rússia de tal forma que a Rússia não pudesse retaliar na Guiana sem entregar ao público o que ela estava fazendo por lá; e a desculpa, qualquer que fosse, teria que parecer algo não-militar, mas que requeresse uma experiência militar. Além disso, alguma provisão teria que ser feita para que todas as pessoas mortas no ataque à base de mísseis fossem removidas da Guiana após essa incursão, caso contrário essa presença na Guiana poderia ser usada como base de um incidente internacional baseado numa estória diferente, não relacionado com a base secreta de mísseis. Por exemplo, o governo da Guiana, seguindo orientação russa, poderia mostrar publicamente os corpos das forças militares conjuntas mortas no ataque e dizer que eles foram mortos numa tentativa de golpe de estado contra o governo Forbes Burnham.
[continua]
Referências:
[1] William Bramley, The Gods of Eden, Dahlin Family Press, 1990. ISBN: 0-380-71807-3.
[2] Peter David Beter, http://www.peterdavidbeter.com, Audioletter No. 40, November 30, 1978.
Marcadores: assassinato, bolchevistas, CIA, Cuba, Guiana, John F. Kennedy, Jonestown, kibbutz, Peter Beter, Rockefeller, Rússia, veneno, William Bramley
quinta-feira, maio 15, 2014
A Falsa Morte de Elvis Presley
Elvis Presley foi pressionado pela CIA para "doar" um de seus jatos para que essa agência o usasse para tráfego de drogas (para gerar fonte orçamentária para suas operações secretas, não contabilizadas pelo governo dos Estados Unidos). Elvis não gostou da pressão e foi reclamar para o FBI. Lá propuseram, e ele aceitou, ser colocado em um "programa de proteção a testemunha", com ele passando a usar o nome secreto de "John Burrows" e passar a viver parte do ano no Estado de Michigan e, outra parte do ano, em Buenos Aires (Argentina). Isto ocorre até hoje.
Existe uma série de indícios relacionados a essa falsa morte do cantor [1]:
1. Um casal viu um helicóptero negro (sem marcações) pousar e logo decolar da residência de Elvis no dia do seu suposto falecimento.
2. A apólice de seguro de vida de Elvis nunca foi cobrada.
3. O caixão de Elvis era extremamente pesado e requereu mais de 6 (dizem também 9) pessoas para carregá-lo. Pesava entre 700 e 900 libras. Por que? Porque ele tinha um sistema de bateria embutido para alimentar um sistema de refrigeração para evitar que o boneco de cera (na forma de Elvis) se derretesse no calor, durante o velório.
4. Testemunhas que conheciam Elvis muito bem disseram que o corpo no caixão não parecia com ele de forma alguma e parecia mais com uma figura de cera como no museu de cera de Madame Tussauds de Londres. O nariz era bem diferente do de Elvis e as mãos do boneco eram muito limpas e suaves, diferentes da de Elevis que eram rudes e fortes por causa dos muitos anos em que ele praticava karatê. Além disso, muitos amigos íntimos de Elvis foram convidados a não comparecer no funeral, talvez para evitar muita atenção para a figura de cera no caixão.
5. Dizem que Elvis fez contatos, antes de sua "morte", investigando a possibilidade de fazer uma figura de cera de si mesmo.
6. Elvis comentou com muitos amigos e com a família que ele desejava ser enterrado junto com sua falecida mãe, mas ele foi enterrado em outro lugar, nas proximidades.
7. O nome de Elvis foi grafado errado no seu jazigo, como Elvis Aaron Presley, quando o correto é Elvis Aron Presley, que era o nome que ele assinava em todos os seus contratos.
8. Existe evidência de que Elvis gravou uma nova canção após a sua morte virtual falsa, que foi tocada em rádios.
9. Foram feitos inúmeros avistamentos e algumas fotos de Elvis vivo após o suposto dia de sua morte e uma delas ao lado de Muhammad Ali (famoso pugilista norte-americano, campeão mundial dos pesos-pesados, que começou sua carreira usando o nome de Cassius Clay).
10. Existe pelo menos uma gravação telefônica decente de Elvis falando com um de seus fãs após a sua falsa morte virtual.
11. Comenta-se que após sua falsa morte, Elvis foi de férias para Buenos Aires e depois foi viver no Estado de Michigan (USA), supostamente onde ele ainda reside em sua casa secreta.
Alega-se que Elvis A. Presley morreu em 16 de agosto de 1977. As canções de Elvis ainda continuam gerando muito dinheiro...
2. A apólice de seguro de vida de Elvis nunca foi cobrada.
3. O caixão de Elvis era extremamente pesado e requereu mais de 6 (dizem também 9) pessoas para carregá-lo. Pesava entre 700 e 900 libras. Por que? Porque ele tinha um sistema de bateria embutido para alimentar um sistema de refrigeração para evitar que o boneco de cera (na forma de Elvis) se derretesse no calor, durante o velório.
4. Testemunhas que conheciam Elvis muito bem disseram que o corpo no caixão não parecia com ele de forma alguma e parecia mais com uma figura de cera como no museu de cera de Madame Tussauds de Londres. O nariz era bem diferente do de Elvis e as mãos do boneco eram muito limpas e suaves, diferentes da de Elevis que eram rudes e fortes por causa dos muitos anos em que ele praticava karatê. Além disso, muitos amigos íntimos de Elvis foram convidados a não comparecer no funeral, talvez para evitar muita atenção para a figura de cera no caixão.
5. Dizem que Elvis fez contatos, antes de sua "morte", investigando a possibilidade de fazer uma figura de cera de si mesmo.
6. Elvis comentou com muitos amigos e com a família que ele desejava ser enterrado junto com sua falecida mãe, mas ele foi enterrado em outro lugar, nas proximidades.
7. O nome de Elvis foi grafado errado no seu jazigo, como Elvis Aaron Presley, quando o correto é Elvis Aron Presley, que era o nome que ele assinava em todos os seus contratos.
8. Existe evidência de que Elvis gravou uma nova canção após a sua morte virtual falsa, que foi tocada em rádios.
9. Foram feitos inúmeros avistamentos e algumas fotos de Elvis vivo após o suposto dia de sua morte e uma delas ao lado de Muhammad Ali (famoso pugilista norte-americano, campeão mundial dos pesos-pesados, que começou sua carreira usando o nome de Cassius Clay).
10. Existe pelo menos uma gravação telefônica decente de Elvis falando com um de seus fãs após a sua falsa morte virtual.
11. Comenta-se que após sua falsa morte, Elvis foi de férias para Buenos Aires e depois foi viver no Estado de Michigan (USA), supostamente onde ele ainda reside em sua casa secreta.
Alega-se que Elvis A. Presley morreu em 16 de agosto de 1977. As canções de Elvis ainda continuam gerando muito dinheiro...
Referência:
[1] http://www.veteranstoday.com/2013/12/05/death-of-elvis-faked/
Marcadores: CIA, Elvis Presley, FBI
sexta-feira, novembro 10, 2006
CIA Top Secret: Imortalidade Biológica
No dia 30 de março de 2002, a CIA [Central Intelligence Agency, órgão de iteligência do governo norte-americano] divulgou internamente [Top Eyes Only!] um documento Top Secret [do Special Assignement Coordinates HPN-212] em uma reunião [um Intelligence Briefing] com as seguintes informações:
1. Esta Agência anuncia que o código de envelhecimento foi permanentemente quebrado, tornando a Imortalidade Biológica uma certeza. Note que isto não é um evento futuro, e os dados já foram provados conclusivamente nesta data através de testes científicos.
2. Clarificação: Imortalidade Biológica/Física, ou o problema da morte e de morrer, foi conquistada permanentemente. O Projeto do Genoma Humano, sob a direção de várias Agências da Comunidade de Inteligência, já conquistou a morte física.
3. Dados: Usando informação recentemente dissiminada da antiga USSR, com a qual esta Agência e outras tem estado trabalhando em vários projetos extraterrestres/UFO, esta Agência recebeu informação conclusiva sobre dados testados sobre Imortalidade Biológica.
4. Dados extraterrestres, recebidos desde 1952, resulta nas seguintes informações conclusivas:
i - Todos os seres humanos e/ou animais físicos são na realidade espíritos ligados a um recipiente de carne. Testes conclusivos em animais e/ou pessoas humanas mostram que isto pode agora ser identificado positivamente e provado;
ii - Existe um mecanismo físico/mental que evita que estes dados tornem-se facilmente detectáveis. Ocorrem distorções dos dados quando eles são observados mentalmente mais de perto. Um exemplo disso seria a idéia comum de que os seres humanos são feitos de carne e possuem uma alma. O dado correto seria de que os seres humanos são um espírito e estão ligados a um corpo de carne.
iii - É devido a esta distorção física/mental que aqueles que lerem este briefing terão dificuldades de compreendê-lo e de avaliarem a magnitude da informação aqui contida. Estudos mostram que quando algo está confuso e não inteligível, a leitura repetida do mesmo material pode e irá clarear qualquer desentendimento. Irá necessitar de várias leituras para cada indivíduo clarificar as informações aqui apresentadas.
iv - Gatilhos deste mecanismo mental negativo que cria a distorção estão ligados diretamente às religiões mundiais "fundamentalistas" , como sistemas de crenças. Quanto mais fundamentalista a crença, mais forte é a ativação deste mecanismo.
v - Fundamentalismo é aqui definido como uma estrita e literal interpretação das escrituras e dos livros sagrados encontrados em todas as maiores religiões do mundo.
vi - O gatilho não é completamente colocado em movimento com as religiões não-fundamentalistas. No entanto, o mecanismo certamente tem algum efeito com todas as religiões.
vii - As religiões que promovem um após-vida que é melhor que a presente vida na Terra têm os gatilhos de ativação mais intensos. Isto, por sua vez, liga-se a um gatilho secundário que promove o envelhecimento rápido. Isto é devido ao fato presumido, da parte do indivíduo humano, de que a morte é preferível ao viver e está conectado diretamente ao pensar de que o além-vida está acima de qualquer prazer que a vida atual possa oferecer.
viii - Esses mecanismos também contêm um efeito fim-do-mundo (doomsday). Eles colocam mundialmente em movimento cataclismas fabricados pela humanidade através dos acima citados "gatilhos inconscientes coletivos". Cada ser humano tem estes gatilhos. Eles são mais intensamente ativados com o avançar da idade, já que quando a velhice e a morte física se aproximam, os conceitos religiosos tornam-se mais importante para a população em geral.
ix - Por causa da distorção mental (item ii), os indivíduos humanos sob o efeito dos gatilhos, pensam que um poder maior ou ser, geralmente referido como Deus, comanda esses eventos cataclísmicos (o efeito fim-do-mundo). Se "acredita", por parte dos indivíduos humanos, que Deus irá destruir seus particulares inimigos da religião e irá encaminhar para um mundo melhor os membros de sua própria religião ou seita. Isto é verdade para todas as pessoas afetadas por esses gatilhos mentais, independente de suas religiões.
x - Não está claro neste momento, como esses mecanismos foram transferidos originariamente para a população humana, apesar de existirem várias teorias. O que está claro é que os itens de i a ix são verdadeiros e provados.
5. Importante:
a - A "crença" de que Deus dirige esses eventos é incorreta.
b - Esses eventos são causados pelo homem através de uma profecia auto-realizável ajustada para cada religião particular e sua interpretação dos eventos de fim do mundo pelos indivíduos.
c - Esses indivíduos então trabalham ou isolados ou em conjunto com outros (desconhecendo isso, mas através dos mecanismos de gatilho descritos) para trazer a auto-destruição do planeta e o fim da raça humana.
d - É a interpretação e o espalhamento dessas ações pelos humanos que está causando a ocorrência dos efeitos de fim-de-mundo.
e - O homem está causando e realizando essas ações e cenários, não Deus, através de suas várias interpretações pelas muitas e diferentes crenças.
O efeito certo que esses gatilhos trarão é a destruição total de toda a raça humana, através de um cenário de fim-do-mundo com escalada de terrorismo e uma guerra mundial nuclear e biológica tornando-se uma certeza.
6. Soluções: Com dados disponíveis em fevereiro de 2002.
i - A NASA tem sido coordenada com sucesso, sob várias histórias de acobertamento, mas por trás das cenas a exploração planetária de nosso sistema solar constitui "Alta Prioridade Status Classe A", devido ao efeito dos mecanismos de gatilho estarem em pleno funcionamento desde 11 de setembro de 2001. As matrizes de computadores usadas por esta Agência, e aquelas de outras agências de inteligência coordenadas globalmente, indicam com 99,99% de precisão que desde 11/09/2001 a extinção da raça humana é eminente a não ser que outros planetas sejam colonizados rapidamente, e/ou numerosas estações espaciais artificiais sejam criadas e usadas.
ii - Muito importante, o Projeto BI [Biological Immortality] já está concluído. A finalização deste projeto era um degrau necessário devido à quantidade de tempo que está envolvido nas viagens interplanetárias para alcançar sistemas estrelares que possuem planetas que podem sustentar vida e que possuem um eco-sistema similar à Terra. Com tempo suficiente, nossos avanços tecnológicos, sob a direção de ETs, podem ser suficientes para viagens interplanetárias sem necessidade de BI. Devido à escassez de tempo, BI foi um projeto mais fácil para ser completado com informações obtidas do relativamente novo Projeto do Genoma Humano.
iii - Estamos solicitando nesta data uma lista completa daqueles que precisam ser "imediatamente" resgatados das atuais situações de "acionamento" em curso em todo o planeta. Aqueles a serem contactados devem ter corpo e mente científica sadios, assim como livres de qualquer afiliação religiosa que poderia permitir os gatilhos ("vírus") a continuar atuando uma vez fora do ambiente do planeta natal. Após o pessoal de alto nível (top-level) ser transportado, outras partes da humanidade serão salvas se o tempo permitir.
iv - O plano da Comunidade Mundial de Inteligência não é que qualquer parte da raça humana seja perdida, mas que a melhor parte seja salva primeira. Projetos estão em andamento para implementar este protocolo o mais rápido e justo possível.
v - Apesar de se entender que a BI (Imortalidade Biológica) para toda a raça humana é um enorme empreendimento, também é importante notar que através da aplicação da "matriz problema/solução", uma vez implementada a BI, os "gatilhos" irão cessar de funcionar, e portanto irão cessar a maioria das guerras e conflitos na Terra. No entanto, a Matriz irá continuar pois nem TODOS os conflitos irão terminar, mas irão se tornar gerenciáveis aplicando-se soluções factíveis.
vi - A matriz calcula que a Imortalidade Biológica [BI] terá efeitos de grande alcançe para a salvação dos humanos do planeta. Uma vez que todo mundo possível tenha conseguido com sucesso a BI, a paz mundial será conseguida mais facilmente, problemas com o ambiente, alimentos e energia serão gerenciáveis, e posteriormente a raça humana poderá retornar à Tera se desejar.
vii - A matriz mostra que aqueles que não optarem pela BI cessarão de ser parte do problema com o passar do tempo, já que a BI é um pré-requisito para a colonização/escape planetário, e os "mecanismos de gatilho" irão simplesmente acontecer por si só até sua conclusão, e portanto limpando o vírus e permitindo o reinício planetário.
viii - Àqueles com "mecanismos de gatilho" será dada a oportunidade de procurarem obter a BI, mas apenas após os "gatilhos" terem sido eliminados de suas equações pessoais. Processos científicos estarão disponíveis proximamente para remover tais gatilhos. Este bureau, ou qualquer outra unidade de inteligência mundial, não irá forçar esses processos ou remover os gatilhos de ninguém.
ix - Como esses gatilhos estão intimamente ligados com as crenças religiosas pessoais, cuidado será tomado para não violar as proteções dadas a religiões pela Constituição dos EUA ou por documentos e leis similares de proteção existentes em outros países ao redor do mundo.
x - Todo o plano apresentado acima deve ser executado dentro de 10 a 50 anos a contar da data deste briefing. A taxa de sobrevivência para a raça humana decresce exponencialmente para cada ano após os primeiros 10, até alcançar o 50-ésimo ano, quando a escalada e problemas ainda mais intransponíveis, iriam tornar a finalização/escapada praticamente impossível.
xi - Precisa ser dado fundos apropriados para a NASA, para sua parte neste projeto. Serão usados canais alternativos aos normais para obter fundos, para agilizar o processo.
xii - O Projeto de Genoma Humano irá receber fundos continuamente como já acertado. Serão usados canais alternativos aos normais para obter fundos, para agilizar o processo.
xiii - Todas as fases deste projeto devem ser colocadas em efeito IMEDIATAMENTE! Serão usados canais alternativos aos normais para obter fundos e para implementação das estratégias, para agilizar o processo.
xiv - O Presidente dos Estados Unidos em exercício, junto com outros líderes do país (USA e outros), irão gerar suas próprias estórias de acobertamento com relação à exploração espacial, após eles serem informados (briefed) sobre a seriedade desta informação e do resultado do cenário, se ações não forem tomadas para agilizar a Imortalidade Biológica e a colonização [esta colonização efetuada fora do planeta Terra está relacionada à Alternativa 3 - Alternative 3; informe-se sobre esta alternativa na internet].
Final do Briefing.
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