sexta-feira, outubro 29, 2021

 

A Borboleta, o Balão e a Maçã

 "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará", Jesus Cristo

A nossa sociedade é especialista em nos contar mentiras e nós, inocentemente, acreditamos nessas balelas como se fossem verdades, muitas vezes indo contra o que nos dizem nossos cinco sentidos físicos. Nos é dito que vivemos em um planeta esférico em que as águas dos oceanos ficam grudadas nesta esfera (superfície esférica das águas, ao invés de plana, como observamos em qualquer experimento) devido a uma poderosa força da gravidade. No entanto, uma borboleta, sem esforço algum, consegue voar facilmente sobre as águas dos oceanos, não sentindo essa poderosa força de atração ao solo da grande esfera! O que!? Estão nos chamando de burros (ignorantes)! Por que um pesado balão de ar quente sobe na atmosfera, ao invés de ficar grudado no chão, devido à gravidade? Porque o ar quente do interior do balão tem uma densidade menor que o ar externo que o circunda. O balão de ar quente vai subir até chegar em um ponto em que a densidade do ar quente iguala a densidade do ar ao seu redor. Por que o pesado Zepelim [1] flutuava no ar? Porque no seu interior tinha um gás (hidrogênio ou hélio) cuja densidade era muito menor que a densidade do ar ao seu redor (composto, basicamente, por nitrogênio e oxigênio).

 


Por que a maçã caiu na cabeça do Newton? Por que a densidade das partículas que constituem a maçã é muito maior do que a densidade do ar ao seu redor. Vivemos em um mundo estratificado (terra plana) em que os estratos inferiores possuem densidades maiores do que os estratos superiores.

Elementar, meu caro Watson...

Referência: [1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Zepelim

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quinta-feira, junho 25, 2009

 

Nosso Lar

"Assim no macro, como no micro", Hermes Trimegisto

Quando temos uma casa para morar, gostamos de morar dentro da casa, na parte ôca da casa. Para clarear essa parte ôca, colocamos uma lâmpada acêsa no seu interior. Não gostamos de morar no telhado de nossa casa, pois ficamos sujeitos a vendavais, chuvas e trovoadas. O planeta Terra é a nossa morada cósmica, nosso lar, feita por Deus para abrigar os seres vivos que ele também fabricou. Como casa planetária, ela é também ôca (e tem uma lâmpada acêsa no seu interior, o Sol Interno) e os seres mais evoluídos tecnologica (com seus discos voadores) e espiritualmente (com sua imortalidade física e seu grande porte físico) vivem no seu ôco interior. Nós, que estamos na superfície externa da Terra, moramos no telhado de nossa casa planetária, sujeitos a coisas do céu cair nas nossas cabeças (como meteoritos). Aliás, todos os corpos cósmicos de forma redonda são ôcos, como a Terra. São ôcos porque são redondos! Corpos celestes não-redondos, geralmente de pequenas dimensões, são objetos sólidos (como os corpos do Cinturão dos Asteróides, as luas de Marte, etc). A prova científica de que os grandes corpos redondos são ôcos pode ser feita usando como base exclusivamente a Lei da Gravitação Universal, formulada por Isaac Newton (como tentamos mostrar em postagens anteriores, "A Terra Oca"). Uma certa analogia que podemos usar para exemplificar este comportamento natural: quando uma bexiga de borracha (aquela que as crianças gostam de brincar com ela) está murcha (com pequeno tamanho), ela pode ter um formato qualquer; quando sopramos ar no seu interior e ela começa a ficar maior, ela vai naturalmente tomando o formato redondo. Outra analogia pertinente: os átomos de todos os elementos químicos são ôcos: existe uma crosta externa, constituída de elétrons, tem-se o espaço vazio do ôco no interior dessa crosta, e um sol interno no seu centro, chamado de núcleo, composto de prótons e nêutrons. Tudo de acordo com a frase de Hermes Trimegisto da abertura desta postagem.

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terça-feira, junho 10, 2008

 

A Força da Gravidade e Você - 2


A segunda maneira para conseguirmos diminuir a intensidade da força gravitavional que atua em nosso corpo, também utilizando resultados de Newton, expressos na Equação (1) da Lei da Gravitação Universal (vide postagem anterior), consiste em aumentarmos o parâmetro R que aparece no denominador da expressão analítica da força da gravidade F. Aumentar R consiste em colocar nosso corpo, de massa m, mais afastado do centro de gravidade do planeta, que possui massa M. Como fazer isso?

Devemos notar, primeiramente, que a máxima gravidade planetária (seu valor de pico) ocorre ao nível do mar, dos oceanos. Quando nos afastamos da superfície marinha, para cima ou para baixo, a intensidade da gravidade diminui. Vamos, neste ponto, considerar apenas a situação que ocorre da superfície oceânica para cima, correspondendo à situação de aumento apenas da distância R da Equação (1). A constatação que todos nós temos é de que fora da superfície terrestre lisa, coberta pelos oceanos, a superfície terrestre livre de água não é lisa, apresentando uma rugosidade acentuada do terreno nesses locais secos. Chamamos de montanhas os locais onde ocorrem os picos dessa rugosidade. Existem muitas localidades habitadas por seres humanos que se situam bem acima dos 1.000 metros de elevação acima do nível do oceano. É nessas pequenas comunidades humanas que moram, na média, todas as pessoas mais longevas do planeta, a saber: Vilcabamba, no Equador, regiões montanhosas da Geórgia e Arzebaijão (países que pertenciam à ex-União Soviética), região montanhosa do Paquistão onde mora o povo Hunza, etc. Os corpos das pessoas que moram nas montanhas estão sujeitos a uma força da gravidade menor do que os corpos das pessoas que vivem no litoral, ao nível do mar, já que a distância R, nas montanhas, é maior do que R ao nível do mar, na Equação (1).

Nas cidades existem pessoas que moram nas montanhas urbanas artificiais chamadas de edifícios. Não sei se todos conhecem este fato: em um edifício, os apartamentos dos andares superiores são mais caros do que os apartamentos inferiores. Por que? Uma razão seria porque os apartamentos superiores são melhores devido a dois fatores: ao seu ar mais puro (a poluição atmosférica é mais pesada do que o ar limpo e, portanto, tende a se acumular nos locais mais baixos) e à sua menor gravidade! Portanto, se você tem opção, prefira morar nas montanhas ao invés de morar no litoral... seu corpo vai agradecer...

[continua]

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segunda-feira, junho 09, 2008

 

A Força da Gravidade e Você - 1


Gosto sempre de lembrar que tudo que repetimos rotineiramente todos os dias deveria ser assunto para a nossa reflexão de tempos em tempos. Uma das coisas que fazemos todos os dias, e a todo momento, é respirar ar e nos movermos em um ambiente sujeito à ação da gravidade. Quanto à respiração, deveríamos sempre procurar ficar em um ambiente não-poluido, onde o ar seja o mais puro possível. E quanto à gravidade, como ela atua no nosso organismo e como podemos alterá-la a nosso favor? É sobre isso que iremos comentar abaixo. Nas nossas considerações iremos envolver um grande número de assuntos que apresentamos anteriormente neste blog, como extinção dos dinossauros, Jesus, Terra oca, imortalidade física, etc.

A história oficial nos relata que certo dia um inglês chamado Isaac Newton estava descansando em baixo de uma macieira quando uma maçã lhe caiu na cabeça. Pensando sobre este acontecimento, Newton desenvolveu uma teoria sobre a gravitação universal. Com essa teoria ele deduziu uma equação básica, resumindo o que conhecemos como Lei da Gravitação Universal.
A gravidade se manifesta através de uma força gravitacional ( F ) que é igual ao produto das massas envolvidas ( m e M), que se atraem com essa força, dividido pelo quadrado da separação entre elas ( R ), isto é:

F = G.m.M/(R.R) (1)

onde G é uma constante (chamada de constante de gravitação universal) que serve apenas para equalizar as unidades das grandezas envolvidas nesta equação. Em particular, todas as partículas do planeta Terra e do nosso corpo, em particular, estão permanentemente sujeitas à ação desta força gravitacional. Quando aplicada ao nosso corpo, essa equação nos informa que a força da gravidade, F, atuando sobre nosso corpo de massa m é dada pelo produto de nossa massa corporal m multiplicada pela massa do planeta Terra M que está abaixo de nossos pés, e esse resultado deve ser dividido pelo quadrado da distância mínima do nosso corpo até o centro de gravidade do planeta Terra. Guarde essas informações do Newton para serem usadas mais tarde.

A história oficial nos informa que na Grécia antiga existiu um grego chamado Arquimedes, que gostava de tomar banho de banheira. Durante um desses banhos, Arquimedes descobriu um fenômeno básico da ciência que conhecemos como Hidráulica. Consta que ele ficou tão entusiamado com a descoberta que saiu pelado da banheira e passou a correr nas ruas de Atenas gritando entusiasmado "Eureka! Eureka!" [algo como "Descobri! Descobri!"]. Que foi que Arquimedes descobriu? Ele descobriu que quando um corpo é inserido em um líquido, ele sofre um empuxo de baixo para cima (contrário ao sentido de atuação da força da gravidade, de cima para baixo) igual ao peso do líquido deslocado pelo corpo, quando esse corpo é inserido no líquido. Portanto, a ação da gravidade sobre um corpo imerso em um líquido (=peso do corpo quando imerso num líquido) fica reduzida, quando comparado com o peso deste mesmo corpo imerso no ar (já que a densidade do ar é muito menor do que a densidade de qualquer líquido). Arquimedes chegou a essa conclusão porque ele percebeu que, quando tomava banho de banheira, seu corpo ficava quase flutuando na água: se uma corda ligasse seu corpo com uma balança, esta balança iria indicar um peso muito menor do seu corpo, quando ele estivesse imerso na banheira, com relação à situação de seu mesmo corpo imerso no ar. Portanto, podemos tirar a seguinte conclusão: nosso corpo fica submetido a uma menor força gravitacional efetiva quando ele for imerso dentro d'água.

Com as informações de Newton e Arquimedes bem entendidas, a próxima pergunta que precisa ser respondida é: Qual é o efeito da força da gravidade no corpo humano? Aqui iremos lançar mão de informações não muito bem aceitas pela comunidade científica atual. Iremos tomar como hipótese válida de trabalho que o efeito gravitacional sobre nosso corpo é semelhante ao efeito gravitacional sobre os corpos dos outros animais (e vegetais). Aceita essa hipótese, vejamos novamente o que levou à extinção dos enormes dinossauros aqui na superfície externa da Terra oca, onde nós vivemos. Conforme vimos na seqüência de postagens que chamamos "A Terra Oca", o que matou para sempre todos os dinossauros foi o aumento da gravidade terrestre aqui na superfície externa do planeta. Por que houve esse aumento de gravidade? Porque a Terra oca está em expansão (está aumentando seu diâmetro, o que explica facilmente a deriva dos continentes) e, como uma bailarina rodopiando no gelo, ela diminui sua velocidade de rotação conforme vai expandindo seu diâmetro (conforme a bailarina vai expandindo seus braços na horizontal). Diminuindo a rotação terrestre, diminui a força centrífuga que tende a nos lançar para fora da superfície terrestre, em direção ao espaço vazio. A força gravitacional aqui na superfície atua em sentido oposto à força centrífuga e, portanto, a diminuição da força centrífuga leva a um aumento da força gravitacional efetiva atuando sobre todos os corpos aqui presentes, em particular, sobre os dinossauros. O aumento da gravidade efetiva aqui na superfície externa levou à impossibilidade da existência de animais muito grandes nesta região, pois os ossos de sustenção desses animais não teriam resistência suficiente para sustentar pesos muito grandes (como dos dinossauros). Uma análise cuidadosa revela que os maiores animais no nosso ambiente aparecem no mar (as baleias), pois Arquimedes garante que a gravidade efetiva no mar é menor do que a gravidade efetiva, do mesmo corpo que for considerado, no ar. Conclusão: o aumento da gravidade pode nos matar (como matou os dinossauros!) ou, pelo menos, coloca nosso corpo físico em situação de muito mais solicitação (estresse) do que em condições de baixa gravidade! Colocado de outra forma: quando menor a gravidade atuante no nosso corpo, mais o nosso corpo físico agradece e se sente melhor!

Agora já temos três informações importantes: aquelas dadas por Newton, por Arquimedes e a de que a gravidade constitui uma grave sobrecarga para o nosso corpo físico, que deveríamos tentar minimizar. Portanto, a próxima pergunta que precisaria ser respondida é: Como podemos diminuir a força gravitacional efetiva prejudicial atuante sobre nosso corpo físico?

A primeira solução, a mais imediata e óbvia, nos é fornecida por Newton: diminuindo nossa massa corporal (o m que aparece na equação da Lei da Gravitação Universal, apresentada acima), diminui a intensidade da força gravitacional atuante no nosso corpo físico. Neste particular, as pessoas obesas sofrem muito mais que as pessoas magras num mesmo ambiente gravitacional. Como conseqüência, a longevidade dos obesos é menor que a longevidade das pessoas magras.

[continua]

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