sexta-feira, junho 16, 2023
Causa do Câncer
- O Dr. Otto Heinrich Warburg, vencedor do Prêmio Nobel de Fisiologia em 1931, descobriu a causa do câncer em 1923: “O câncer cresce em tecidos ácidos privados de oxigênio. As doenças não podem sobreviver em um corpo alcalino. Os tecidos cancerosos são ácidos, enquanto os tecidos saudáveis são alcalinos. Todos os vírus são produzidos pelo homem e possuem patentes.”
- Comer frutas alcaliniza seu corpo.
- Fonte: https://operationdisclosureofficial.com/2023/06/16/restored-republic-via-a-gcr-as-of-june-16-2023/
Marcadores: acidez, alcalinidade, câncer, coronavírus, frutas, Otto Warburg, oxigênio, patente, vírus
quinta-feira, abril 18, 2013
Como acabar com a azia rapidamente
Marcadores: acidez, açucar, alcalinidade, azia, bicarbonato de sódio
quarta-feira, julho 27, 2011
Vínculo entre Enxaguante Bucal e Câncer
Há anos correm rumores que o uso de enxaguantes bucais, como o Listerine que contém álcool, pode aumentar o nosso risco de ter câncer na boca e na garganta. Isso ocorre porque o álcool, em geral, é carcinogênico.
Agora surge um estudo recente no Dental Journal of Australia (December 2008; 53(4): pages 302-305) que fornece novas evidências para esse vínculo com câncer. Um dos autores desse estudo, Professor Michael McCullough, disse que alguns enxaguantes bucais são mais perigosos do que vinho ou cerveja, já que eles contêm concentrações mais elevadas de álcool - alguns com concentração de até 26 por cento.
"Nós temos visto pessoas com câncer oral que não possuem qualquer dos outros fatores de risco dessa doença a não ser pelo uso de enxaguante bucal contendo álcool, e portanto o que nós fizemos neste estudo foi revisar toda a evidência já disponível", disse o Prof. McCullough.
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), no Brasil, revisaram estudos de casos de 309 pacientes que sofriam de câncer da boca e da faringe, confrontando por sexo e idade com 468 casos de controle de pessoas que estavam livres de câncer.
Os pesquisadores brasileiros entrevistaram todas essas pessoas para colher informações detalhadas de seus hábitos de fumar e beber, escolaridade, e sobre saúde e higiene oral (i.e. se eles escovavam os dentes, usavam fio dental, usavam enxaguantes bucais, recebiam cuidado dental profissional, etc.). Eles descobriram que o uso diário de enxaguante estava associado com cânceres da faringe e da boca. Gengivas com sangramento e a falta de visitas dentárias regulares estavam também fortemente associadas com câncer.
Um outro estudo, de pesquisadores britânicos, descobriu que o uso de enxaguantes bucais com pH baixo (portanto, ácidos) por longo período causa a erosão do enamel do dente e a sensitividade nos dentes. A maioria dos enxaguantes bucais são altamente ácidos, inclusive o Listerine da Johnson & Johnson. Isto não é algo relacionado a câncer, mas é outra boa razão para ter cuidado com o uso frequente de enxaguantes bucais que contenham álcool.
Talvez por causa disso, a Johnson & Johnson, sem alarde, introduziu no mercado o Listerine Zero, um produto livre de álcool. Provavelmente, a introdução desse produto foi feita sem alarde para a empresa não ser processada pelo uso de seu outro produto nocivo, ainda comercializado, que contém álcool...
Fonte: http://cancerdefeatedpublications.com/newsletters/11/072711.html
Marcadores: acidez, álcool, Austrália, boca, câncer, enxaguante bucal, faringe, garganta, pescoço, pH, USP
terça-feira, outubro 13, 2009
Respire para Longe o seu Câncer
Se você deseja vencer o câncer, elimine o açucar de sua dieta e faça pranayama (uma técnica respiratória da Yoga) [1]. Os praticantes da higiene natural e os yogues sempre souberam disso, mas agora a ciência oficial está dando razão a essas pessoas. Agora existe evidência para provar que a principal diferença entre as células de câncer e as células sadias normais é que as primeiras quase não usam oxigênio. Em lugar disso, elas obtêm energia através de um processo chamado "glicólise" ("glycolisis", em inglês), no qual a sua energia de sustentação é extraída da glicose, sem o uso de oxigênio. Este fato foi descoberto inicialmente pelo ganhador do Prêmio Nobel Otto Warburg, lá nos anos 1930s. "A causa principal do câncer é a substituição da respiração de oxigênio pelas células normais do corpo por uma fermentação de açucar", ele disse aos seus colegas cientistas alguns anos antes de morrer nos anos 1970s. Esta sua descoberta não foi levada a sério mas pesquisas recentes parecem confirmar a descoberta de Warburg. Cientistas descobriram que o crescimento de células cancerosas prolifera em um meio com deficiência de oxigênio. Quando as células se tornam cancerosas, elas param de obter energia das suas mitocôndrias, vão para a glicólise, não mais absorvem nem liberam oxigênio e acabam ficando com deficiência de oxigênio.
A hipótese de Warburg também se coaduna com uma teoria menos mainstream (oficial) que liga o câncer com a acidez. Por muitos anos, os terapêutas alternativos de câncer têm recomendado uma dieta alcalina para combater qualquer tipo de câncer. O Efeito Warburg dá uma explicação possível para isso, já que o maior produto do processo de glicólise é o ácido lático. Especulações recentes dizem que a principal forma do câncer se espalhar é através da produção de ácido lático.
Esta descoberta sugere que a nutrição tem um papel fundamental na eliminação do câncer. Uma dieta de frutas é altamente alcalina, não sendo do agrado das células cancerosas. Exercícios físicos, pranayama e terapias bioxidativas (com uso de ozônio, peróxido de hidrogênio = água oxigenada e radiação ultravioleta - aquela que forma a camada de ozônio da Terra) irão ajudar a aumentar o nível de oxigênio em nosso corpo, combatendo o câncer.
Não é apenas com câncer: todos os nossos problemas orgânicos não-genéticos são devidos a acúmulos ácidos em nosso organismo...
[1] Breathe away your cancer, http://www.allayurveda.com/cancer.asp
Marcadores: acidez, açucar, alcalinidade, câncer, fermentação, mitocôndrias, pranayama, respiração, terapia bioxidativa
quinta-feira, outubro 01, 2009
O Juvenescimento
O juvenescimento é o processo natural que transforma uma criança em uma pessoa jovem. É também o processo, não tão usual, que transforma uma pessoa velha em uma pessoa jovem. Neste caso, como o velho já passou pela juventude, costuma-se chamar este processo de rejuvenescimento. Para conseguir rejuvenescer, precisamos saber o que nos envelhece e nos adoece. A resposta é simples: o que nos envelhece e nos traz doenças é a nossa alimentação inadequada!
Convém lembrar que, além da nossa alimentação bucal (com substâncias sólidas e líquidas), temos uma alimentação gasosa (constituída pelo ar que respiramos, muito mais importante do que a alimentação bucal, pois não podemos passar muitos minutos sem ela) e uma alimentação radiante (recebimento direto da radiação solar; uma grama que fica sem receber sol diretamente - ficando na sombra permanentemente - logo morre: nós também!). Sabemos, perfeitamente, que o ar ambiente poluído (cheio de venenos químicos e acústicos em suspensão) nos faz mal, nos adoecendo e nos envelhecendo com o passar do tempo. Portanto, fuja da poluição para conseguir rejuvenescer. Mas apenas isso não é suficiente, devido à nossa alimentação bucal inadequada, que precisa ser também tratada adequadamente. Vamos, então, focar este aspecto.
Em 1956, o Dr. Denham Harman publicou uma artigo no Journal of Gerontology, entitulado "Ageing: a theory based on free radical and radiation chemistry" (algo como: "Envelhecimento: uma teoria baseada nos radicais livres e na química da radiação") [1]. Em 1984, o Dr. Harman, que é visto como o pai da teoria do envelhecimento via radicais livres, afirmou que "Muito poucos indivíduos (se tiver algum) atingem os seus potenciais máximos de longevidade; ao invés disso, eles morrem prematuramente de uma grande variedade de doenças, a vasta maioria sendo doenças causadas pelos radicais livres". Demorou mais de 30 anos para o mundo prestar atenção séria à teoria de envelhecimento do Dr. Harman. Hoje, a comunidade científica e muitos profissionais de saúde, incluindo os médicos, estão convencidos que a teoria do Dr. Harman faz muito sentido. A antioxidação ou a eliminação dos radicais livres usando antioxidantes é agora uma forma aceita de diminuir o processo de envelhecimento.
O que são os radicais livres (oxidantes) e o que faz deles agentes mortais? Essas "moléculas com oxigênio altamente reativas" são produtos de refugo do metabolismo celular. Eles são toxinas. Eles destroem qualquer parte da célula ou tecido com os quais eles reagem. Eles não são os únicos restos indesejáveis gerados pelo funcionamento diário normal de nossas células. Os lixos ácidos orgânicos são igualmente destrutivos e deveriam ser também neutralizados, para restaurar as funções normais do corpo e evitar um envelhecimento acelerado.
Todo estudante de química sabe que para combater a acidez, precisa-se de um agente alcalino. Quando se usa água alcalina, não apenas para fazer a neutralização mas também para liquefazer os lixos ácidos sólidos (acumulados no nosso corpo) para facilitar sua eliminação, isto constitui uma abordagem prática e lógica para qualquer programa de anti-envelhecimento. A função normal da célula nunca poderá ser atingida se o corpo está carregado com esse lixo indesejado. Usar água alcalina (pH > 7,0) para tratar dos refugos ácidos orgânicos, segue uma lei fundamental da química. Isto é tão correto e sólido como a lei da gravidade, ou qualquer outra lei física da natureza.
[continua]
Referência:
[1] Harald W. Tietze, Youthing: How to reverse the aging process and cure age related diseases, International Bestseller, 4th Edition, 2006.
Marcadores: acidez, água alcalina, antioxidantes, ar, juvenescimento, radiação solar, radicais livres
terça-feira, abril 03, 2007
A Relação entre Alimentação e Vibração Energética
Entenda porque certos alimentos baixam nossa energia, comprometendo a longevidade e dificultando nossos esforços de elevação espiritual
A certa altura do caminho espiritual, todos nós somos avisados que alimentos industrializados, artificiais e de origem animal, assim como bebidas alcólicas, drogas e guloseimas devem ser evitados porque deixam muitas toxinas em nosso organismo. A justificativa para essa indicação é que a intoxicação do corpo baixa nossa vibração energética.
Para quem deseja compreender melhor a relação entre alimentação e nível vibratório, transcrevemos uma passagem do livro O Segredo de Shamballa, de James Redfield (Editora Objetiva). Autor do clássico A Profecia Celestina, Redfield é espirituasta e pesquisador. Para escrever o texto a seguir, ele baseou-se no trabalho do médico Phd Theodore A. Baroody, um especialista em medicina preventiva e nutrição. Aqui, Redfield explica com grande clareza e simplicidade como a dieta influi no nível de energia dos seres humanos.
A maioria das pessoas é cheia de energia e entusiamos durante a juventude, mas, depois, na meia-idade, começa a escorregar lentamente ladeira abaixo e finge não perceber. Afinal, todos os amigos estão na mesma situação e seus filhos são ativos, então eles passam cada vez mais tempo sentados, comendo as coisas que têm gosto bom. Não demora até que comecem a ter queixas e problemas crônicos tais como dificuldades digestivas e irritações da pele que atribuem à idade, e então, um dia, contraem uma doença grave, de cura difícil. Geralmente procuram um médico que não ensina prevenção, e se põem a tomar remédios; às vezes o problema é resolvido, às vezes não é. E então, com o passar dos anos, elas pegam uma doença que piora progressivamente, e percebem que estão morrendo; seu único consolo é pensarem que o que está acontecendo com elas ocorre com todo mundo, que é inevitável. E o pior é que esse colapso de energia acontece, até certo ponto, até mesmo com quem pretende ser espiritualizado. (...)
Se procuramos ampliar nossa energia e ao mesmo tempo consumimos alimentos que nos roubam essa energia, não chegamos a lugar algum. Temos de avaliar todas as energias que rotineiramente permitimos que entrem em nosso campo de energia, especialmente os alimentos, e evitar tudo que não seja o melhor para que nosso ampo continue forte. (...)
Sei que por aqui existem muitas informações conflitantes a respeito dos alimentos. Mas a verdade está aqui também. Cada um de nós precisa pesquisar, tentar ter uma visão mais ampla. Somos seres espirituais que viemos a este mundo para aumentar a nossa energia. No entanto, grande parte do que encontramos aqui destina-se simplesmente ao prazer sensual e à distração, e grande parte mina a nossa energia e nos empurra para a desintegração física. Se realmente acreditamos que somos seres energéticos, devemos seguir o caminho estreito por entre essas tentações. Estudando a evolução, você verá que, desde o início, tivemos de escolher nosso alimento experimentando e errando, apenas para descobrir quais eram bons para nós e quais nos matariam. Se comer esta planta, você sobrevive; se comer aquela ali, morrerá. Hoje, já sabemos o que nos mata, mas só agora estamos aprendendo quais são os alimentos que aumentam a nossa longevidade e mantêm alta a nossa energia, e quais nos prejudicam. (...)
Parecemos ser de matéria, carne e sangue, mas somos átomos! Energia pura! A ciência já provou esse fato. Quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, vemos primeiro partículas e depois, em níveis mais profundos, as próprias partículas se transformam em padrões de energia pura vibrando em certo nível. E se olharmos desta perspectiva para aquilo que comemos, veremos que o que colocamos em nosso corpo como alimentos afeta o nosso estado vibratório, ao passo que outros diminuem. A verdade é simples. Todas as doenças resultam de uma queda na energia vibratória; quando a nossa energia cai até determinado ponto, existem forças naturais no mundo que se destinam a desintegrar o nosso corpo. Quando alguma coisa morre, como por exemplo um cachorro atropelado por um carro ou uma pessoa depois de longa doença, as células do corpo imediatamente perdem a vibração e se tornam muito ácidas quimicamente. Esse estado ácido é o sinal para os micróbios do mundo, os vírus, as bactérias e os fungos, de que está na hora de decompor aquele tecido morto. Esse é o trabalho deles no universo físico; devolver um corpo à terra.
Já lhe disse que quando a energia em nosso corpo diminui por causa do tipo de alimento que comemos, isso nos torna suscetível às doenças. Eis como funciona: quando comemos, o alimento é metabolizado e deixa resíduos ou cinzas em nosso corpo. Esses resíduos são de natureza ácida ou alcalina, dependendo da comida; se ela for alcalina, então pode ser rapidamente extraída de nosso corpo com pouca energia. No entanto, se esses produtos residuais são ácidos, fica muito difícil para o sangue e o sistema linfático os eliminarem, e eles são depositados em nossos órgãos e tecidos como sólidos, formas cristalinas de baixa vibração que criam bloqueios ou rupturas nos níveis vibratórios das nossas células. Quanto mais desses subprodutos ácidos são depositados em nosso corpo, mais ácidos os tecidos se tornam... e adivinhe o que acontece? Um micróbio aparece, sente todo esse ácido e diz: "Ah, este corpo está pronto para ser decomposto." Está entendendo? Quando um organismo morre, o corpo muda rapidamente para um ambiente altamente ácido e é consumido pelos micróbios bem depressa. Se começarmos a aparentar esse estado muito ácido, ou estado de morte, então começamos a sofrer o ataque de micróbios. Todas as doenças humanas resultam de um ataque desses. (...)
Todas as doenças surgem por meio da ação microbiana. Vários micróbios foram associados às lesões arteriais da doença coronária, assim como à produção de tumores cancerígenos. Mas, lembre-se, os micróbios estão apenas fazendo a sua função; a verdadeira causa é a alimentação que provoca o ambiente ácido.
(...) Nós, humanos, estamos em um dos dois estados: ou no alcalino, de alta energia, ou no ácido, que avisa os micróbios que habitam em nós ou que surgem que estamos prontos para sermos decompostos. A doença é literalmente uma decomposição de alguma parte do nosso corpo, porque os micróbios perto de nós receberam o sinal de que já estamos mortos. (...)
Geralmente, os alimentos que deixam resíduos ácidos em nosso corpo são pesados, cozidos demais, industrializados demais, e doces - como carnes, farinhas, balas, álcool, café e as frutas mais doces; os alimentos alcalinos são mais verdes, mais frescos, mais vivos, tais como legumes frescos e seu suco, verduras, brotos e frutas como abacate, tomate, grapefruit e limão. É muito simples. Somos seres espirituais num mundo espiritual e energético. Vocês no Ocidente podem ter crescido achando que a carne cozida e os alimentos industrializados são bons; mas agora sabemos que eles criam um ambiente de lenta decomposição que ao longo do tempo cobra seu preço.
Todas as doenças debilitantes que afligem a humanidade, como arterioesclerose, enfarte, artrite, aids e especialmente os vários tipos de câncer, existem porque poluímos nosso corpo, o que avisa aos micróbios dentro de nós que estamos prontos para nos decompor, desenergizar, morrer. Sempre nos perguntamos por que certas pessoas expostas aos mesmos micróbios não sofrem o contágio de uma doença; a diferença é o ambiente do interior do organismo. A boa notícia é que, mesmo se tivermos excesso de acidez no corpo e começarmos a nos decompor, a situação pode ser revertida se melhorarmos nossa nutrição e passarmos para um estado alcalino e de energia mais alta. (...)
Estamos vivendo na idade das trevas no que refere aos princípios de um corpo vibrante e altamente energético. Os seres humanos deveriam viver mais de 150 anos. Mas a nossa alimentação é tal que imediatamente começa a nos destruir. Em toda parte vemos pessoas que estão se decompondo diante dos nossos olhos. Mas não precisa ser assim.
Extraído do livro O Segredo de Shambahla, de James Redfield, Editora Objetiva.
Marcadores: acidez, alcalinidade, alimentos, micróbios
segunda-feira, maio 23, 2005
Água cura tudo - 25
A maioria das doenças desenvolve-se devido a uma diminuição das funções e da resistência do corpo, devido à ACIDOSE crônica. "Não existe morte natural. Todas as mortes das chamadas causas naturais são meramente o ponto-final de uma progressiva saturação ácida".
A acidose precede e provoca a doença. O corpo sucumbe à desordem física quando seus próprios lixos ácidos se acumulam até o ponto onde a resistência orgânica é vencida e o corpo torna-se susceptível ao resfriado, fadiga, exaustão nervosa e doença degenerativa.
Quando o corpo alcança certos limites de toxinas crescentes dentro do corpo, do tubo digestivo ou em qualquer tecido do corpo, ele começa um processo de limpeza-da-casa que toma várias formas: diarréia, dor de cabeça, resfriados, erupções na pele, abcessos, reumatismo, inflamação dos olhos e de outros órgãos, febres e tudo que nós reconhecemos como doença aguda. Tudo isso surge de uma causa original comum, uma acumulação de resíduos ácidos no corpo.
Comidas comerciais são alimentos ácidos. Alimentos ácidos são viciantes, levando a comer em excesso e a problemas de gerenciamento do peso. Alimento natural integral possui um pH balanceado.
Pessoas vivas precisam de alimento vivo, integral e alcalino. Precisamos comer alimentos vivos e integrais durante um certo tempo para reverter os efeitos de muitos anos de comer alimentos comerciais. A maioria das pessoas não possui a determinação para suplantar seus maus hábitos [vícios] alimentares.
Cada vez mais aceita-se o fato de que ácido em excesso é a causa das doenças e da morte. Afinal de contas, as células de cancer são ácidas enquanto as células saudáveis são alcalinas.
Os profissionais de saúde reconhecem a necessidade de reduzir a acumulação ácida do corpo. Eles tentam resolver este problema com alimento alcalino. Esta abordagem dietética pode funcionar se o indivíduo for persistente.
A maioria das pessoas não percebe a utilidade do uso de água alcalina para reduzir os ácidos. A água alcalina funciona melhor que a dieta porque ESSA ÁGUA NÃO ADICIONA MAIS RESÍDUOS NO PROCESSO DE REDUÇÃO DOS ÁCIDOS. Todas as dietas especiais e os exercícios físicos criam, também, mais resíduos ácidos. Água alcalina com qualquer dieta e/ou regime de exercícios funciona muito bem. Como é muito difícil mudar hábitos alimentares, beber água alcalina é uma solução fácil para nosso modo de vida moderno.
Certos médicos dizem que o ácido do estômago neutraliza a água alcalina e, portanto, beber essa água não tem utilidade. ISTO NÃO É VERDADE! O fato é que, se o estômago fica muito alcalino, ou menos ácido, devido à ingestão de água alcalina, o estômago precisa produzir mais ácido hidroclorídrico para manter o estado ácido original. No processo da produção desse ácido, o estômago precisa também produzir bicarbonato de sódio, um elemento alcalino, e colocá-lo na corrente sangüínea, tornando o sangue mais alcalino.
Se olharmos o estômago isoladamente do corpo, podemos chegar a uma conclusão errada. Quando olhamos o corpo como um todo, existirá um ganho líquido de alcalinidade quando nós bebemos água alcalina. Este é o motivo porque não faz diferença se bebemos água alcalina com o estômago vazio ou cheio.
Acidez leva à dor, à doença e à morte, enquanto a alcalinidade leva a uma melhor saúde e à longevidade.
Paz e saúde, com muita água, para todos(as)...
Rui.
Para saber mais:
1. http://www.nutrivea-po.com/alkalive_ph_booster.htm
Marcadores: acidez, água, alcalinidade
