quinta-feira, abril 29, 2021

 

Os Juramentos na Polícia Civil e Polícia Militar

 

Após receber o treinamento e antes de entrar em serviço, os policiais fazem um juramento solene para cumprimento correto dos seus deveres. Eis os juramentos no Estado de São Paulo.

Juramento na Polícia Civil do Estado de São Paulo

"Juro, na condição de policial civil, respeitar e aplicar a lei, na luta contra a criminalidade em prol da Justiça, arriscando a própria vida, se necessário for, na defesa da sociedade e dos cidadãos"

Juramento na Polícia Militar do Estado de São Paulo

"Incorporando-me à Polícia Militar do Estado de São Paulo, prometo cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado, respeitar os superiores hierárquicos e tratar com atenção os irmãos de armas, e com bondade os subordinados; dedicar-me integralmente ao serviço da pátria, cuja honra, integridade e instituições defenderei, com o sacrifício da própria vida" 

As polícias (civil e militar) e as forças armadas foram criadas para servir aos interesses da Nação, e esta nação é o Povo, não o Governo!

É com o dinheiro do povo (via impostos) que se paga o salário dos policiais e das forças armadas!

Policiais são seres humanos, e não robôs. Policiais pensam e têm consciência. Se receberem ordens (malucas) que são contra "a defesa dos cidadãos e das instituições (constituição federal) da pátria", eles têm o dever de não cumprir essas ordens, pois vão contra seus juramentos profissionais.

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quarta-feira, abril 28, 2021

 

O Juramento de Hipócrates

 

O Juramento de Hipócrates é um juramento solene efetuado por todos os médicos por ocasião de sua formatura, no qual juram praticar a medicina honestamente. Acredita-se que o juramento tenha sido inicialmente escrito por Hipócrates - considerado como o Pai da Medicina ocidental.

É de Hipócrates as seguintes duas afirmações:

1. "Em primeiro lugar não causar qualquer mal"

2. "Que seu alimento seja seu remédio e que seu remédio seja o seu alimento"

Nenhum médico consciente e competente deveria alegar ignorância dessas duas afirmações de Hipócrates. Caso contrário, seria um médico ignorante, constituindo-se em um perigo para a sociedade.

Com relação à primeira sentença, todos os remédios farmacológicos atuais (incluindo as vacinas, como a da covid-19) acarretam inúmeros males (chamados de "efeitos colaterais"), basta ler as bulas dos mesmos. Portanto, Hipócrates não utilizaria nem recomendaria o uso dos remédios da indústria farmacêutica (Big Pharma).

Com relação à segunda sentença, que alimento seria considerado um remédio por Hipócrates? Será que é uma feijoada? Não, não é uma feijoada! Para identificar esse alimento remédio, podemos usar uma frase de Jesus Cristo [1] (parafraseando): "A vida saudável só vem de coisas vivas e de coisas mortas só vem doenças e morte". Portanto, o alimento ideal para recuperar e manter a saúde é o alimento cru (raw) pois ele está vivo, cheio de enzimas. Em outras palavras, a nossa vida é sustentada por coisas vivas.

Médico(a) que recebe e cumpre ordens superiores, vindas de Secretarias de Saúde, Ministério da Saúde, Conselhos (que emitem conselhos, não ordens) de Medicina, Organização Mundial da Saúde (OMS ou WHO), etc. que vão conscientemente contra o seu juramento profissional de Hipócrates, é um médico(a) covarde e que está cometendo um crime de traição contra seu juramento. A punição para o crime de traição é a pena de morte.

A lei de causa e efeito está sempre em funcionamento. Logo, "a semeadura é livre (via livre arbítrio), mas a colheita dos resultados é obrigatória". Portanto, tenhamos muito cuidado com o que semeamos...

 Referência:

[1] Edmond Bordeaux Szekely, "O Evangelho Essênio da Paz (no  Livro I)", Editora Pensamento, São Paulo, 2005.

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