quarta-feira, março 14, 2007
Mudar Dói. Não Mudar Dói Muito Mais.
Fonte: Sandra F. Sepulveda, "Mudar dói. Não mudar dói muito mais.", JornalZen, Ano 3, n. 25, pg. 7, março 2007.
Tudo muda. Essa é uma das leis a que estamos submetidos. Para crescer, se desenvolver é preciso se modificar. Todos nós estamos num processo de mudança. Tudo em nós, do sutil ao mais grosseiro, é diferente a cada dia. E embora o fluxo da vida seja de movimento, inerente à mudança, ainda assim teimamos em não mudar.
Gastamos mais de nossa vitalidade tentando permanecer da mesma maneira, do que atualizando a versão do nosso jeito de ser. Você, hoje, está funcionando em que versão? Ainda na versão 1.9 ou já na 2.0? Quando foi a sua última atualização?
Para não mudarmos, nos condicionamos a padrões e automatismos de sentir, pensar, agir, funcionar e, com orgulho, dizemos: "eu sempre fui assim". Ao fixarmos um padrão, paramos o movimento e a energia fica reprimida, gerando uma série de infortúnios e doenças (físicas, mentais e, até, espirituais).
A doença nos diz: "você precisa mudar!" Se permanecemos com os mesmos sentimentos, pensamentos e atitudes, continuaremos doentes. Quer ser saudável? Deixe-se mudar. Desapegue-se desse velho baú que está dentro de você. Mude inclusive a forma de ver sua doença. Ela é somente um alarme de que algo está travando em algum ponto.
Não é com a doença que você deve brigar, é contigo mesmo, com essa sua parte ultrapassada e acomodada que não quer ser atualizada. Na verdade, a mudança só traz dor na proporção da sua dificuldade em se desapegar e aceitar o que a vida traz. Se para você, mudar dói, não mudar dói muito mais. Portanto, um próximo mês de atualizações com sucesso e mudanças (sem dor).
Meu comentário: Mudança dói porque requer largar um vício antigo que, no entanto, está prejudicando nosso corpo. Toda mudança de vício envolve esforço e um certo grau de dor (síndrome de abstinência). Carl Jung disse que as doenças mentais são o resultado das pessoas não aceitarem sofrer a dor merecida. Se não mudarmos, este vício nefasto nos irá levar para o cemitério (dor muito maior). A mudança precisa envolver largar um hábito prejudicial e adotar um novo hábito benéfico ao nosso corpo. Vida é movimento e movimento é mudança. Identificamos algo como morto por esse corpo não se movimentar. Uma estátua não se movimenta e, portanto, não evolui. Com o passar do tempo uma estátua se desintegra. Você quer ser uma estátua? Exluindo as doenças genéticas (devidas a problemas cármicos), você não nasceu com as doenças que você tem hoje. Essas doenças surgiram porque você adotou maus hábitos de vida. E para curar definitivamente qualquer doença, o único método é descontinuar o mau hábito que gerou essa doença, adotanto, no seu lugar, um outro hábito saudável.
Gastamos mais de nossa vitalidade tentando permanecer da mesma maneira, do que atualizando a versão do nosso jeito de ser. Você, hoje, está funcionando em que versão? Ainda na versão 1.9 ou já na 2.0? Quando foi a sua última atualização?
Para não mudarmos, nos condicionamos a padrões e automatismos de sentir, pensar, agir, funcionar e, com orgulho, dizemos: "eu sempre fui assim". Ao fixarmos um padrão, paramos o movimento e a energia fica reprimida, gerando uma série de infortúnios e doenças (físicas, mentais e, até, espirituais).
A doença nos diz: "você precisa mudar!" Se permanecemos com os mesmos sentimentos, pensamentos e atitudes, continuaremos doentes. Quer ser saudável? Deixe-se mudar. Desapegue-se desse velho baú que está dentro de você. Mude inclusive a forma de ver sua doença. Ela é somente um alarme de que algo está travando em algum ponto.
Não é com a doença que você deve brigar, é contigo mesmo, com essa sua parte ultrapassada e acomodada que não quer ser atualizada. Na verdade, a mudança só traz dor na proporção da sua dificuldade em se desapegar e aceitar o que a vida traz. Se para você, mudar dói, não mudar dói muito mais. Portanto, um próximo mês de atualizações com sucesso e mudanças (sem dor).
Meu comentário: Mudança dói porque requer largar um vício antigo que, no entanto, está prejudicando nosso corpo. Toda mudança de vício envolve esforço e um certo grau de dor (síndrome de abstinência). Carl Jung disse que as doenças mentais são o resultado das pessoas não aceitarem sofrer a dor merecida. Se não mudarmos, este vício nefasto nos irá levar para o cemitério (dor muito maior). A mudança precisa envolver largar um hábito prejudicial e adotar um novo hábito benéfico ao nosso corpo. Vida é movimento e movimento é mudança. Identificamos algo como morto por esse corpo não se movimentar. Uma estátua não se movimenta e, portanto, não evolui. Com o passar do tempo uma estátua se desintegra. Você quer ser uma estátua? Exluindo as doenças genéticas (devidas a problemas cármicos), você não nasceu com as doenças que você tem hoje. Essas doenças surgiram porque você adotou maus hábitos de vida. E para curar definitivamente qualquer doença, o único método é descontinuar o mau hábito que gerou essa doença, adotanto, no seu lugar, um outro hábito saudável.
Marcadores: doença, dor, evolução, mudança, saúde, vícios
